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Jurídico

A ética da conveniência

O Brasil oferece, de tempos em tempos, aulas práticas que dispensam teoria. O episódio recente envolvendo juízes federais que ameaçam paralisar atividades diante da...

Reforma Tributária: Sisloc alerta locadoras de máquinas para fase de testes em 2026 e reforça cuidados com NFS-e nacional

Mudanças na lógica de tributação (CBS/IBS), impactos na conformidade e a importância de preparar sistemas e processos desde já estão entre os principais pontos A Reforma...

CASO MASTER: TABULEIRO POLÍTICO-JURÍDICO E A CRISE INSTITUCIONAL NO ÂMBITO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Resumo: O presente estudo acadêmico tem como objetivo analisar o caso do Banco Master como episódio de elevada complexidade, envolvendo crise financeira, investigação conduzida...

O novo apetite digital do consumidor brasileiro: como marcas podem criar valor em um mundo sem fronteiras

O comportamento de compra no Brasil entrou em uma etapa decisiva. O ambiente online, antes complementar à jornada, passou a ser o ponto de...

O Fim da Escala 6×1: Impactos e o Cenário Atual em 2026

A jornada de trabalho no Brasil, regida pelo Artigo 7º da Constituição Federal e pela CLT, está no centro de um debate histórico em...

CONSTITUCIONALISMO DE FACHADA” E A EFICÁCIA DAS NORMAS DE PROTEÇÃO AOS DIREITOS HUMANOS NA VENEZUELA

Este artigo examina a dissociação entre texto constitucional e eficácia real de direitos humanos e sociais na Venezuela, utilizando o conceito de “constitucionalismo de fachada” como lente analítica. O argumento central sustenta que a manutenção do poder político, em ambiente de colapso econômico e captura institucional, não se fundamenta primariamente na soberania popular, mas em um ecossistema de proteção mútua entre Executivo e alto comando militar, financiado por recursos estatais e por mecanismos extralegais de distribuição de rendas. A partir de um material audiovisual contemporâneo que descreve a lógica de “precificação da lealdade” e de “traição matemática” quando sanções e riscos elevam o custo de proteção do líder, o estudo mostra como a substituição da responsabilidade política por uma racionalidade de mercado de capitais políticos erode garantias institucionais, pluralismo e direitos laborais.Por fim, discute-se a tensão entre soberania, não intervenção, internacionalização dos direitos humanos e as controvérsias jurídico-políticas decorrentes de ações coercitivas externas alegadamente motivadas por combate ao narcotráfico/terrorismo ou por interesses energéticos. Conclui-se que, em Estados com instituições capturadas e economias colapsadas, a soberania torna-se conceito frágil e instrumental, o que impõe à América Latina o desafio de compatibilizar integração regional, prevalência dos direitos humanos e objetivos de desenvolvimento sustentável com mecanismos efetivos de responsabilização e proteção institucional.

No arbítrio, Alexandre de Moraes ataca novamente

Um dos princípios que norteiam o ordenamento jurídico brasileiro (ou deveria nortear) é o da demanda, que deixa claro que o poder judiciário somente...

Marketing Contábil Estratégico: Como Dominar a Venda para o Simples Nacional

No mercado contábil contemporâneo, a disputa por preço tornou-se uma armadilha perigosa. Muitos escritórios tentam abraçar todos os perfis de clientes e, consequentemente, acabam...

O DIREITO PENAL DO INIMIGO E A CRISE DA PESSOA. A TENSÃO ENTRE EFICIÊNCIA PUNITIVA E GARANTISMO CONSTITUCIONAL.

O presente artigo analisa a teoria do Direito Penal do Inimigo, formulada por Günther Jakobs, sob a ótica do Direito Constitucional contemporâneo. O problema central reside na desconstrução do conceito jurídico de pessoa em prol de uma suposta eficiência do sistema punitivo. Através de uma abordagem qualitativa e exploratória, o estudo investiga como essa racionalidade de exceção se manifesta na América Latina, confrontando o funcionalismo sistêmico com o núcleo rígido da dignidade da pessoa humana. Conclui-se que a antecipação da barreira de punição e a flexibilização de garantias processuais representam uma crise ontológica que ameaça a integridade do Estado Democrático de Direito.

Com quantos anos a mulher pode se aposentar com as novas regras de 2026?

Muitas mulheres têm dúvidas sobre quando poderão se aposentar diante das regras de transição da Previdência. Em 2026, os requisitos seguem em ajuste gradual,...

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