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sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

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Memórias

A infância que não cabia em stories

Ter vivido a infância antes da invasão das redes sociais foi uma bênção silenciosa, daquelas que só se compreende quando já não existem. Não...

Quando a civilidade escreveu ao abismo

Em 1939, às vésperas da maior catástrofe do século XX, um homem desarmado decidiu escrever para o líder mais violento de seu tempo. A...

Pausa necessária

Há dias em que a casa parece conspirar contra a saída. A chave some do lugar de sempre, a roupa escolhida revela uma mancha...

Escrever à mão ainda importa em tempos digitais

Em uma época dominada por telas, a escrita à mão parece um hábito vazio de utilidade, prática sem sentido. Desde o início da década...

Cinema ainda forma consciência?

Se o trauma atravessa gerações como herança silenciosa, os valores também percorrem o tempo, ainda que encontrem resistência para permanecer. No Brasil, país marcado...

Só lava louça quem teve o que comer

Desordem nem sempre é descuido: muitas vezes é só a vida acontecendo.

O preço da dignidade

Dia desses pela manhã, fui ao mercado comprar alguns itens básicos de higiene pessoal. Nada extraordinário, nada supérfluo. Ao pegar um produto que uso...

O tempo que corre ao lado

Correr diariamente com meu cachorro é uma terapia. Não uso a palavra como metáfora: trata-se de um fato concreto, quase clínico. O corpo se...

O banho do pássaro

Era manhã de férias. Café recém-passado, a casa ainda em silêncio, e eu observava pela janela da sala quando um pássaro resolveu brincar na...

Hematoma

Após uma competição esportiva intensa, um hematoma no joelho revela-se mais do que uma lesão física: desencadeia dores, automedicação, colapso do corpo e uma reflexão profunda sobre limites, aprendizagem e existência. Entre inflamações, efeitos colaterais e ironia, o texto transforma a experiência da dor em metáfora do viver — quando o corpo ensina antes que a consciência esteja pronta para aprender.

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