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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

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Prosa poética

O preço da dignidade

Dia desses pela manhã, fui ao mercado comprar alguns itens básicos de higiene pessoal. Nada extraordinário, nada supérfluo. Ao pegar um produto que uso...

O tempo que corre ao lado

Correr diariamente com meu cachorro é uma terapia. Não uso a palavra como metáfora: trata-se de um fato concreto, quase clínico. O corpo se...

O banho do pássaro

Era manhã de férias. Café recém-passado, a casa ainda em silêncio, e eu observava pela janela da sala quando um pássaro resolveu brincar na...

Hematoma

Após uma competição esportiva intensa, um hematoma no joelho revela-se mais do que uma lesão física: desencadeia dores, automedicação, colapso do corpo e uma reflexão profunda sobre limites, aprendizagem e existência. Entre inflamações, efeitos colaterais e ironia, o texto transforma a experiência da dor em metáfora do viver — quando o corpo ensina antes que a consciência esteja pronta para aprender.

O sono me escapa

Quando era você e eu, Ainda jovens, A lua saía, Nós dormíamos, O tempo nos envelheceu, Você se foi, Senti que precisava dormir, Para sonhar com você. Tem muito tempo que não...

Somos os Mesmos: ciclos, escolhas e repetições

Uma reflexão sobre os ciclos da vida, o custo do tempo e a busca pelo verdadeiro significado em uma sociedade de repetições. Hoje, revisitando minhas...

Escritor Cassiano Santos Cabral é premiado com Troféu Fernando Pessoa

No próximo dia 4 de maio, em jantar de gala, o escritor Cassiano Santos Cabral receberá, pela Editora Mágico de Oz, o troféu Fernando...

Partículas do meu eu!

Fui invadido por uma força invisível. Sentia-a em todas as regiões do meu corpo. Emagreci. Deixei de aparar a barba e cortar as unhas....

Solidão II

Estação do metrô.Multidão.Gente que vai e vem…Rostos sem nomes.Formigueiro pulsando pela sobrevivência. Terno e gravata: Espelho do meu rosto.Traje da minha alma.A grife dos meus...

Prisioneiro…

Noite fria. Houve tempestade. Arvores se quebraram. Pessoas morreram. Não consegui chorar. Triste talvez. Nada mais... Sou só há muito tempo. Tempo suficiente para secar as lágrimas. Vejo a dor nos outros. Mas...

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