São Paulo, agosto de 2025 – Durante anos, a Perestroika foi reconhecida como uma das escolas livres mais inovadoras do Brasil, com uma proposta de ensino que fugia aos padrões tradicionais e apostava em experiências criativas, provocativas e transformadoras. Agora, a marca se reinventa mais uma vez – e dessa vez com foco direto no mercado corporativo.
Enquanto o setor de treinamentos empresariais segue enfrentando velhos dilemas — como o baixo engajamento dos colaboradores e a dificuldade de mensurar resultados reais — a Perestroika avança na contramão. Com uma metodologia própria, o Experience Learning, a empresa projeta que 65% de sua receita em 2025 venha de projetos B2B, um crescimento significativo frente aos anos anteriores.
O movimento acontece em um momento crucial para o mercado. Segundo o relatório mais recente da Gallup (State of the Global Workplace 2024), apenas 21% dos trabalhadores no mundo se dizem engajados em seus trabalhos. No Brasil, os índices de desengajamento chegam a mais de 50%, afetando diretamente a produtividade e o resultado das empresas. Não por acaso, um estudo da SHRM (Society for Human Resource Management) estima que o custo da substituição de um colaborador pode variar entre 30% a 200% do seu salário anual, agravando ainda mais o impacto da rotatividade.
Em meio a esse cenário, a Perestroika aposta em um modelo que foge dos tradicionais “cursos de PowerPoint”. Desde 2015, quando lançou oficialmente o Experience Learning — uma metodologia que já teve mais de 50 mil downloads em português e inglês — a escola vem defendendo uma abordagem mais vivencial, emocional e prática para o aprendizado. A proposta é simples, mas contundente: as pessoas só aprendem de verdade quando vivem o conteúdo de forma ativa e significativa.
Além da eficácia pedagógica, o crescimento no B2B também reflete uma mudança de mentalidade das empresas, que agora buscam formatos de treinamento mais conectados com os códigos culturais das novas gerações e com os desafios reais de retenção, engajamento e performance.
A reportagem pode abordar:
- Os desafios históricos do mercado de treinamentos corporativos no Brasil e por que a efetividade sempre foi um gargalo;
- Como a Perestroika, nascida no universo B2C, adaptou sua linguagem e metodologia para atender as demandas do mundo corporativo;
- Os impactos financeiros da má capacitação nas empresas e por que o setor de RH busca alternativas mais criativas e mensuráveis;
- Os bastidores da virada estratégica da Perestroika, liderada por nomes como Jean Rosier, Rafaela Peruffo, Pamela Fonseca e Helena Kich.
A matéria também pode incluir depoimentos de empresas que já contrataram a Perestroika para seus programas de desenvolvimento interno, além de dados de mercado sobre o crescimento da demanda por soluções de aprendizagem mais inovadoras.
Trata-se de uma oportunidade de mostrar como uma escola nascida da inquietação criativa está, mais uma vez, antecipando movimentos de mercado — e desafiando o status quo de um setor que, agora, parece finalmente disposto a mudar.
Autor:
João Palhares


