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sábado, 20 de abril de 2024

O Estado Laico, a espiritualidade morta e a Escola” Burra!”.

Em primeiro lugar gostaria de esclarecer que meu objetivo em escrever esse artigo, de nenhuma maneira é defender qualquer que seja a Religião pois, Religião até o “diabo” a tem, aliás, muitas religiões e religiosos vivem à serviço dele muitas vezes; sem ter a clara consciência disso.

Por outro lado, também é fato que, alguém ter ou defender uma religião, isso o torna, um ser “iluminado” diferenciado e coeso aos aspectos divinos,se isso fosse verdadeiro certamente viveríamos em um mundo muito melhor.

Mas, os anos de experiência que ajuntamos, somados às vivências que temos como: Teólogo, Filósofo, Historiador e Professor, isso nos dá alguma proficiência no assunto e nos dá alguma autoridade, no sentido de comentar, questionar e pensar na temática acima mencionada, mesmo porque; os anos de vivência em ambientes de ensino, tanto nas áreas teológicas como na secular, nos faz coerente com aquilo que expomos e nos propomos a fazê-lo.

A ESCOLA PRECISA: “APRENDER A APRENDER”. O QUE DEUS FAZ E QUEM ELE É.

Quando digo que a escola é “burra” me refiro á sua capacidade de percepção espiritual. Me refiro ao lugar de Deus na vida da escola, e os efeitos na vida de alunos e professores. A maior prova de que a escola é “burra” está no fato de que confundem fé, com religiosidade, religiosidade com religião e doutrinação religiosa com vida com Deus. Jesus foi o maior “pedagogo” que o mundo já viu porém; sua maneira ímpar de compreender o homem, em suas primícias comportamentais, sociais e espirituais, o qualifica como a principal razão pelo qual; em nome da “diversidade”, “pluralidade” e modernidade, se asfixou o verdadeiro sentido do crer, da forma mais límpida de viver e dos encantos do sentir Deus. A escola é magnanimamente “burra” quando o assunto é fé, espiritualidade e conhecimento de Deus. Tanto é verdade, que se vê uma gama imensa de material escolar, sobre: Ciências, Matemática, História, Português, e pouca coisa ou quase nada, se vê no âmbito da fé, da vida e do amor de Deus. Pois tenta-se mudar o comportamento pelos instrumentos convencionais, ancorados na ciência, mas Deus não é uma equação quântica humana, ou uma simetria filosófico religiosa. Deus é o espiritual: a água que limpa o mais profundo da alma, e o Espírito que transforma o ser para poder habitar. Muda a mente numa metanoia transcendente, pois: ” E não vos conformeis com este Século, mas transformai-vos pela renovação de vosso entendimento, para que experimentais, qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. (Carta aos Romanos 12.1).A Escola não cumprirá o seu papel social, institucional e pedagógico, sem a presença de Deus. Na vida da escola, no âmbito da vida dos alunos e nas formas de se formar o menino transformando-o em um homem. Não é apenas como o aluno entra na escola, que deve ser observado, mas como ele sai. Como diz um teólogo famoso: “Ciência e Religião não se mistura, fé e Ciência não se separam”. Por esses motivos: O Estado Laico, A espiritualidade morta e a Escola “Burra!”.

Claudinei Telles
Telles
O autor é Mestrando em Ciências Educacionais (UNIVERSIDADE LEONARDO DAVINCI - PY). Bacharel em Teologia. (Faculdade Teológica Sul americana - FTSA). Licenciado em: Filosofia, Teologia, História e Pedagogia. E especialista em: Orientação Educacional, Teologia Bíblica, Ciência da Religião e Neuropsicopedagogia. Atuou por alguns anos, no Ministério Pastoral, Ensino de Teologia e Educação secular, nos níveis Fundamental e Médio.

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