Resumo: Fundamentado na singularidade de cada indivíduo, este trabalho critica a
superficialidade de conceitos binários (inclusão/exclusão, integração/segregação) ao abordar a
realidade das pessoas com deficiência. Argumenta-se que tais dicotomias ignoram a riqueza das
experiências e mascaram a opressão estrutural e o capacitismo. O texto explora a legislação
brasileira, expõe essas formas de opressão e dá visibilidade à atuação de mulheres com
deficiência engajadas na produção científica e no ativismo por direitos, reforçando a luta por
uma sociedade verdadeiramente inclusiva.
Palavras-chaves: Capacitismo; Pessoa com Deficiência; Mulher na Ciência
Autora:
Ana Lucia Marinho
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