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Avaliação de desempenho do feijão carioca (Phaseolus vulgaris Pinto Group) com diferentes dosagens de molibdênio

Por Edição Jornal Tribuna·
Avaliação de desempenho do feijão carioca (Phaseolus vulgaris Pinto Group) com diferentes dosagens de molibdênio

Possuindo como objetivo estudar o efeito de diferentes doses de molibdênio na cultura do feijoeiro sobre os componentes de produção, elaborou-se este trabalho. Foi conduzido o experimento na casa de vegetação da Fazenda Experimental do Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara – GO, que fica situado às margens do rio Paranaíba, na divisa dos estados de Minas e Goiás. A cidade está localizada na região Centro-Oeste, apresenta clima tropical quente e úmido e temperatura média anual de 23,8°C, tendo invernos secos e amenos (raramente frios) e verões chuvosos com temperaturas moderadamente altas. Sua altitude média é de 440m a 18°26’ latitude Sul e 49°13’ longitude Oeste. A vegetação varia de campo e cerrado, predominando cerrado. O experimento foi conduzido no delineamento de blocos casualizados contendo 5 tratamentos com 3 repetições cada, abrangendo 5 blocos. As doses aplicadas foram 60, 70, 90, 140 mL/ha. A primeira dose de Mo foi aplicada 22 DAP (dias após plantio) e a segunda dose 42 DAP, e a coleta dos resultados será feita 15 dias após a segunda aplicação. Visivelmente o tratamento 1 obteve melhor resultado em relação aos outros tratamentos no quesito altura de planta, tamanho de raiz e número de folhas.

Palavras-chave: Molibdênio, nitrogênio, feijão, desenvolvimento.

Autoria:

Bruna Oliveira Da Silva

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