23.5 C
São Paulo
terça-feira, 25 de janeiro de 2022

Algumas Impressões Sobre A Morte.

“…Há um Tempo Para Todo o Propósito Debaixo do Sol. Tempo de Chorar e Tempo de Sorrir, Tempo de Plantar E Tempo de Arrancar O Que Se Plantou…”. (Livro de Eclesiastes: Capítulo 3:2,4).

A hora da partida - LAGASH

Há alguns Minutos, Horas ou segundos, alguém deu o último suspiro! (484 mil Partidas).

Alguém nos disse não adeus, mas sim; “até aquele dia”

Enquanto, muitos queridos lutam por um futuro melhor, Muitos estão lutando pela vida, tão incompreendida, que até o real valor que despeja, nos faz relembrar do que já se foi, sem ter ido, já veio sem nunca ter sido vivido, algo que ficou apenas na vontade, ah! se houvesse duas vidas, uma outra oportunidade de viver, muitos aproveitariam às oportunidades, bem antes de dia amanhecer! Como é triste desperdiçar ás oportunidades no tempo presente, dói na alma partir deste mundo descontente, quantas coisas por fazê-las, quantas marcas, no coração incompreendido. Por quê, Eu? Muitos diriam se pudessem dizê-lo. Por quê, ele? é algo difícil de compreendê-lo. É o tempo que chegou ao fim, muitos poderão dizê-lo. É o começo para aqueles que não terão fim. Enfim, seja na chegada ou na partida, quantas pessoas, quantas almas queridas que cruzaram a linha de chegada, quando o começo se faz pelo fim. Dentre tantas almas queridas que partiram, se foram pais, mães e irmãos, amigos, companheiros da vida, protagonistas de tantas estórias, enquanto muitos lamentam à ida, uma margem pequena se acalenta, entende que ir, nem sempre será partir, mas sim, possuir o sentido de chegar. Não questione Aquele que deu a vida, poie é dele, dizer a hora de partir. Veja os legados, aprenda com às lições, entenda ás razões, e saiba; Deus sabe o que é melhor, ainda que pareça pior, a compreensão haverá de amadurecer, como os cabelos brancos ao envelhecer, não apenas à coloração da cor, mas; quem me dera, o aprender a compreender o amor. Há quem esteja morto, sem nunca ter morrido, e haverá milhões, que prefeririam morrer, apenas por imaginarem, o que será o poder viver, ao lado do Pai. O mundo parece estar morrendo, pois até o morrer, se tornou enfadonho, ainda que para muitos, apenas uma banalidade. Que as saudades dos que se foram, nos ajude a viver melhor a vida, a dizer às pessoas, que valeu a pena viver! Ainda, que para muitos, “morrer” possa parecer um grande ganho! Não me julgues pelo que escrevo, mas aprenda com os que partiram, ame os que ficaram, ajude os que estão “morrendo” pelas formas mais adversas e incertas de se viver a vida. Por que, ter ganho e ter enriquecido, ter estudado e ter aprendido, se tudo isto; não se transformar em “ganhos” vai aqui, meus espantos por nada teres aprendido. “Como o Pai que esperava o filho, e avistava-o lá longe, hoje; foi o dia de tê-lo encontrado”. Que Deus, o (s) receba em seus braços, e que no dia vindouro, nos encontremos, nos alegremos e aprendamos: É tudo uma questão de “tempo”. “Tempo de abraçar e tempo de afastar-se de abraçar”. “Tempo, não mais de guerra”, mas um eterno tempo de paz para toda a eternidade.

Telles dos Santos
O autor é Teólogo, Bacharel e Pós graduado em Teologia (PUC-PR). Faculdade Teológica Sul-americana (FTSA) Formado em Pedagogia Universidade Nove de Julho (uninove SP) e Pós Graduado em Neuropsicopedagogia pela Faculdade São Luís (SP) e pós graduado em Ciências da Religião. (Faculdade Batista de Minas Gerais).

Deixe uma resposta

Leia mais