Marrocos e Brasil são países determinados a manter uma relação sólida de cooperação Sul-Sul, numa estratégia de complementaridade, de confiança mútua, e de intensificação dos intercâmbios econômicos, políticos e humanos.
Assim, o Marrocos e Brasil são definidos nos respectivos continentes, Africano e Latino Americano, pelo ano 2026, visando a aprofundar as mudanças geopolíticas, as escalas de conflitos, as intensificações de competição, de influências regionais, de recursos e energias, e de meio ambiente; atores procuradores de estratégias geoestratégicas e alianças de financiamentos de projetos de segurança e equilíbrio socioeconômico.
Se o Brasil é considerado como modelo de desenvolvimento socioeconômico do governo Lula, versus Bolsonaro, no continente sul Americano, o Marrocos passou a ser destacado, graças a visão real, sob a liderança do Rei Mohammed VI, 1999, operando não somente como país modelo, mas sim como ponto do cenário, reação geopolítica, de análise do reconhecimento da magnitude das transformações e repercussões da segurança, da economia, do equilíbrio de poder regional e internacional, bem como de proteção dos interesses supremos e vanguarda de decisões soberanas e públicas.
A diferença com o Reino de Marrocos, foi em termos das decisões de uma diplomacia multidimensional, de realismo geopolítico e pragmatismo econômico, em termos de parcerias avançadas, da lógica de posicionamentos políticos circunstanciais, de interesses mútuos entre, Brasil, Estados Unidos, Rússia e China, versus Marrocos, numa estratégia de respeito e defesa da integridade territorial e soberania nacional.
Tais posições internacionais sobre a questão do Saara Ocidental circunscrevem estas estratégias dos países latino-americanos, africanos e europeus, num equilíbrio internacional e políticas externas de independência, de pressões e rivalidades, regionais e internacionai
Soberania e Parcerias Múltiplas
A abordagem de prioridades estratégicas de Marrocos não se diferencia do Brasil, na política externa para 2026, cujas perspectivas influenciam discretamente a lógica de expansão ruidosa, de realismo geopolítico, dos princípios da soberania, da busca da presença na África e América Latina, onde o Brasil não somente, atua como ator transitório e parceiro estrutural, mas sim como parceiro comercial, financeiro, de segurança e desenvolvimento, tanto da questão do Saara Ocidental, como intermediador do conflito regional, e plataforma da integração africana, em termos de recursos energéticos e infraestrutura transfronteiriça, do reconhecimento político e interesses econômicos e de estabilidade internacional.
Marrocos e Brasil, parceiros determinados, segundo a diplomacia parlamentar detém interesses comerciais, e relações consolidadas, base do reconhecimento da soberania marroquina sobre o Sahara, das posições políticas a nível dos europeias, da defesa de migração, de segurança energética, e das cadeias de suprimentos e defesa costeira.
Tais parametros geopolíticas formam assim uma estrategica de poder, de influência regional, sobre África Ocidental, e costa atlântica, resposta as questões estratégicas de competição internacional sobre a América Latina, e África, sobre a segurança no Sahel e Saara, as tensões das rotas marítimas, a visão política do desenvolvimento económico e social, a segurança , ou a retórica de confronto, colonialismo ocidental, Estados unidos, China, Rússia e Europa.
Tratar desta diplomacia verus económia, ferramentas de equilíbrio, do investimento, da banca, de logística e energias renováveis de soft power, reduzindo o custo do conflito, a competição de parcerias transversais, o papel regional e das interpretações as ameaça direta, às potências regionais rivais, e aos atores internacionais.
O Marrocos passa a ser um modelo de múltiplas parcerias, devido a política real, lealdades duplas, aberturas com Estados Unidos, União Europeia, China e Rússia, como potência emergente, cujos interesses mútuos bases de questões setoriais, de lógicas e alianças renováveis.
Sobre esta política externa marroquina 2026; subtrai certas perspectivas de extensão de uma abordagem ineficaz, de transformação da geografia, de oportunidades senão da soberania; alavanca diplomática o equilíbrio; da hegemonia e inteligência do sistema internacional , capaz de resistir à pressão e as manobras e influências internacionais.
Relações Econômicas e Estratégias
Ao acompanhar a política externa marroquina e sua dinâmica, suas grandes e rápidas mudanças geopolíticas, para 2026; promovendo a continuação dos projetos e medidas significativas e bem-sucedidas do Reino, a questão do Saara marroquino, as principais prioridades, o reconhecimento da soberania nacional sobre o Saara, os influentes nas regiões distintas caso de América Latina, Europa, Ásia e países importante do Golfo pérsico e escandinavos.
Anotando o papel das regiões do sul do Reino de Marrocos, o desenvolvimento das relações econômicas, os diversos parceiros de apoio a iniciativas diplomáticas; a abertura de consulados, e os investimentos na região dos projetos de hidrogênio verde, as infraestruturas sobretudo no porto atlântico de Dakhla e projetos reais, plataformas de novos projetos socioeconômicos.
Este ano 2026, tem sido o início da operacionalização da Iniciativa Atlântica, dos países do Sahel e Saara, de acesso ao Oceano Atlântico por meio de financiamento, infraestruturas e logísticas, mudanças no ritmo do projeto do gasoduto Nigéria-Marrocos, da concorrência internacional, dos recursos energéticos, da necessidade europeia, da confiança nas posições de alguns países exportadores, e importadores do Escritório Chefe de Fosfatos (OCP), dado continente africano, objeto de soft power, da posição do Reino no continente, e da segurança alimentar africana.
Para Marrocos, França e Espanha, verus Brasil, Mercosul, constituem aliados de parcerias econômicas, de segurança, e seletivas estratégias, de setores do comércio, de investimento, segurança e migração; dado território marroquino e províncias do sul do Reino, objeto de desafios da região circundante de tensões com Argélia, e instabilidade do Sahel, onde o Marrocos situado segundo uma abordagem de equilíbrio, das regionais de pressões geopolíticas, da estratégia pacífica e da preservação simultânea, da prontidão de defesa, da coordenação de segurança e inteligência, e do combate ao extremismo no Sahel, e contradições internas, em termos de armadilhas e indefesas alheias.
Finalmente, o Marrocos age segundo uma política do bem-sucedida , de diversificação de parceiros, Brasil, Ocidente e Estados Unidos, numas parcerias pragmáticas da China e Rússia, em apoio aos investimentos e aos setores automotivo e infraestrutura, a agricultura, a pesca e aos outros setores de posições equilibradas sobre questões da guerra na Ucrânia ou da Palestina, dada posição neutra sobre a questão do Saara Ocidental.
Autor:
Lahcen EL MOUTAQI
Professor universitário, pesquisador dos assuntos do Mercosul, Marrocos e Brasil


