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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

A leitura nas Bibliotecas

A digitalização de arquivos é uma realidade que permite maior acessibilidade à uma infinidade de textos. A comercialização de e- books no Brasil (livros virtuais) têm sido cada vez mais rentável para as editoras. Apenas em 2020, mais de oito milhões de e-books foram vendidos, número que cresceu ainda mais nos últimos dois anos durante a pandemia de Covid-19.

A lei nº 12.244/2010, denominada Lei da Universalização das Bibliotecas Escolares, determina que todas as instituições de ensino do Brasil, tanto públicas, quanto privadas, tenham bibliotecas. A lei estipulou um prazo de dez anos para que as instituições se adequassem, prazo esse que foi estendido até 2022, após uma votação da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. Essa mesma votação também permitiu que o ambiente se torne digital, permitindo o acesso ao acervo por meio da tecnologia.

Os benefícios da colocar livros e acervos para o meio digital são vários, principalmente no acesso de diversas pessoas aos arquivos. No entanto é preciso preservar as bibliotecas, tanto por sua relevância histórica, quanto pela experiência de visitar o ambiente dos livros e ter um lugar voltado apenas para pesquisa e leitura.

Os bibliotecários se dedicam a organização de arquivos, de maneira que eles se tornem acessíveis ao público. Com a crescente digitalização, os profissionais têm se dedicado a organizar arquivos virtualmente. No entanto, o contato direto com o público e com o material é importante, para conservar os arquivos físicos e incentivar a leitura do material impresso.

Portanto é necessário que sejam criadas ações para conservar e manter as bibliotecas, pois são um ambiente importante e aliado a isso, trabalhar para tornar livros e outros arquivos em geral mais acessíveis com o uso da tecnologia.

Autora:

Anna Flávia Lopes, jornalista e pesquisadora

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