Africa, entre o Terrorismo e Separatismo

A África, continente rico em termos de recursos naturais e humanos, mas é atrasado, sofrendo com a pobreza e miséria, trás os planos dos colonizadores, e capitalistas ocidentais,  manipuladores e exploradores, da segregação racial,  ignorância,  violências,  terrorismo e separatismos, fatores deteriantes das iniciativas e prespectivas  dos  países e regiões da África, sob ameaças, crises e desintegração .

Segundo dados do conselho da seguranca da ONU, 60% dos assassinatos de terrorismo no mundo provem da África Subsaariana, região do Sahel e saara, 6000 mortes foram registrados somente no ano passado, metade de  estas vítimas são dos ataques no Mali; onde  movimentos separatistas, caso de Azawad, organizações terroristas do Ansar Dine, de Iyad Ag Ghali;  região de Kidal, e norte do Mali, Macina, relativo ao Paul Amadou Koufa, da região de Fulani, centro maliano.

Degradações de segurança pública vão contagiar países da região africana, do norte da África, Argélia, Tindouf, passando por Sudão, Mauritânia, Níger, Guiné Equatorial, centro Africana.

Tais radicais, ligados aos   movimentos de terrorismo e separatismo tornaram-se o meio pelo qual a região do Sahel e Saara, caso de Marrocos, conhecer certas transformações e desdobramentos legais, ao encontro dos separatistas de Polisario, junto  às instituições internacionais e  União Africana.

Marrocos

Marrocos, com a diplomacia proativa, denuncia a posição da Argélia, acolhidor no seu território, Tindouf, grupo separatista, Polisario, 1975, contra a integridade territorial do reino,  perante um perigo do terrorismo e  separatismo,  segregador de ideologias raciais e planos  arcaicos sobre o continente da África, dadas facções de Coalizão Global do Daich (ISIS), ameaçadoras, conluios da instabilidade dos estados soberanos.

Tal cumplicidade do separtismo e terrorismo, só pode aumentar o índice de criminalidades, de terrorismo e separatismo, propagando armas, lavagens de dinheiros , dados suportes e apoios às entidades segregacionais, com alianças, abrigos e armamentos, e tráfico de drogas internacionais.

Consequência, assiste-se a uma tendência crescente de indivíduos migrando de movimentos separatistas para grupos terroristas, da influência deturpada a mente e vida conflitante; lavagem cerebral, conceitos radicais separatistas, através dos meios de cumplicidade alheia.

 Dados de estados  vulneráveis ameaçam a segurança de muitos países africanos, em termos da soberania, de cadeias de suprimento financeiro e militar e  formação de novas ideologias para os grupos extremistas.

Com base nos vínculos da Frente Polisário, das organizações extremistas na região do Sahel e  Saara; percebe-se deterioração das relações entre Marrocos e Argélia, Mali segura e  Norte ameaçado, ou o Centro Africana face ao sul, cuja dissipação de diferendos passa por alianças estratégicas, face às ideias do separatismo e  terrorismo, radicalizadas por mais de cinco  décadas no Saara marroquino ocidental, manipuladoras das gerações com conceitos terroristas e separatistas. Tais grupos separatistas Polisario, milícias, cúmplices, reveladores de uma consciência coletiva, sobre o rol do terrorismo dentro da Cidade de Marrakech,  Casablanca anos 80, em detrimento da proposta de paz, planejada pelo reino de Marrocos, através do plano de autonomia para a região do saara ocidental marroquino.

 Mali

O cenário do ataque terrorista separatista no Mali constitui  evidências entre separatismo e terrorismo; possíveis a destacar  no contexto do papel da Argélia, do apoio e suporte ao separatismo na região, via radicais, polisario, Al Qaeda, ferramentas de pressão geopolítica, a estabilidade e desenvolvimento dos países do Sahel, e a região em geral. 

Comportamentos de escaramuças entre adversarios de Marrocos; provocando escalas de ataques a países vizinhos do Sahel, dado o conceito do terrorismo, exercitar e pressionar regimes e minar as estabilidades politicas e socioeconomicas.

Para a segurança do Reino, é importante coletar informações do campo, coordenação de segurança junto aos países do Sahel: Burkina Faso, Mali e Níger. tal coordenação passa por uma realidade inegável , comprender raizes do separatismo e terrorismo, motivo de ameaças aos paises emergentes e as soberanais dos Estados.

Tratando de ameaça na África; repercussões no Mali  Burkina Faso, Níger e demais países da África Ocidental, como Benin e Togo, dada instabilidade afetando o Golfo da Guiné, cujos grupos extremistas interligados são cada vez mais ligados pelas alianças oscilantes entre a Al-Qaeda e Estado Islâmico.

 Argélia

Argélia, adversário de Marrocos, através do dossiê do Saara ocidental, diverge dados fortes laços entre grupos extremistas e separatistas no Sahel, buscando criar caos e anarquia, no intuito de minar a integridade territorial dos Estados.

Tal regime militar argelino explora Acordos, Argel de 2015, entre o governo do Mali e movimento separatista Azawad, é no sentido de manter o norte do Mali fora do controle militar e da  segurança do Estado, abrindo assim ao grupos extremistas na região, portas aos separatistas, onde o governo militar do Mali, vítima desses acordos, em detrimento do controle das áreas “não estatais”, ficando a merece de novas ondas de perturbações ideológicas e políticas.

Tal situação aumenta ainda mais ataques terroristas dos separatistas no norte do Mali, cujo Ansar Dine aproveitam esta instabilidade da região central, para alimentar e reforçar a Frente de Libertação de Macina, aliança militar com o movimento separatista Azawad, utilizando argelinos, militares para eventuais atos face ao governo de transição no Mali.

Manipuladores de líderes, como Mahmoud Dicko, acolhido em Argélia desde 2023; apesar das acusações das Nações Unidas, contra Argélia sobre as ligações do terrorismo no Mali.

 Finalmente, os esforços do Conselho de Segurança da ONU e Estados Unidos dependem das orientações e experiências, capazes de desmantelar os campos de Tindouf, território argelino,  transformando o mandato da missão MINURSO, como solução definitiva do conflito do Saara, via a proposta de autonomia marroquina, transformadora do contrabando transfronteiriço, para os esforços da ONU e União Africana, em termos de segurança e inteligência,  e da consciencia dossobre os desmantelamentos das estruturas separatistas e terroristas.

Autor:

Lahcen EL MOUTAQI

Professor universitário, tradutor, pesquisador sobre assuntos de Mercosul, Brasil e Marrocos

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