Algoritmos e Inteligência Artificial, e as Mentes Manipuladoras Digitalmente

Os algoritmos são considerados, estrutura da informação, prática dos cientistas construtores de ordenadores em tecnologia de informação, do robótico, nível avançado da inteligência artificial, do capitalismo,  da vigilância e da invasão da privacidade.

A questão levantada  foi sobre as tendências autoritárias e  declínio da linguagem,   pensamento crítico; e dos algoritmos das redes sociais e plataformas de inteligência artificial, formadoras de mentes, intelectos e escolhas de posicionamentos,  do diálogo, da discussão,  da escuta mútua e  da troca de melhores argumentos,  perante às falsidades do teor calunioso, das mentiras e  boatos.  

São assim perspectivas do pensamento crítico, de alienação e da  perda; bem como da escravidão e ameaças!

 Para o cientista e jornalista, britânico, George Orwell, as  ideias de Totalitarismo, de oligarquia e  privação de liberdades, decorrentes da literatura distópica, de manifestações do totalitarismo, de exigências do regime democrático, formando para Raymond Aron e George Orwell,  uma estrutura moral, do século desprovido de moralidade;  da desinformação,  da dominada ideologias,  de mentiras políticas, diante das falseadas e compromissos, da  moralidade das autoridades religiosas, dos valores abstratos da fidelidade, da condenação convicta do absurdo da hipocrisia política, ou da  coerência entre as convicções e  princípio da liberdade, e das realizações e fidelidades.

 Para esta estrutura, ligada ao regime totalitário revelador do sistema de engano, do poder de exercer controle, “1984”, do fascismo e stalinismo, referindo a  Guerra Civil Espanhola, 1936 -1939. da condenação  de forma profética, das manifestações do totalitarismo, da exploração e manipulação da tecnologia, objeto do romance, 1945, * Revolução dos Bichos*.

Hoje, as reflexões de escrita literária são reveladoras, diagnosticando  contradições e inconsistências da realidade,  do mundo de períodos de tensão política, de autoritarismo ao controle, da tendência às ameaças militares, das instigação às guerras, e das políticas de opressão às práticas do mal.

Tais regras refletidas no compromisso de expor os mecanismos de escravização, de exploração dos povos colonizados e da pilhagem dos recursos pelo capitalismo, selvagens exploradores ocidentais, do campo criativo de arma a crítica, da revelação a condenação, e da defesa a liberdade e verdade, revelando  trabalho literário e científico de informação,  bem como da influência das escolhas, do “Socialismo” e da “Livro-Imagem”,  narrador do ocorrido na própria voz trêmula.

Informação e tecnologia

Os textos de George Orwell no mundo de informação traduzem esta variedade de materiais visuais, de imagens de arquivo da Segunda Guerra Mundial, da Guerra do Vietnã, da era de Hitler e Stalin, das cenas de guerra, de violência e destruição, fora a brutalidade e  repressão policial aos protestos das novas formas de racismo e ascensão, objeto da extrema direita na europa e nos países do sul e norte.

Sendo as tragédias de guerras, na Palestina, no Líbano, no Irã, Ucrânia, ou Haiti, e  Iémen, revelam o sentido da deterioração dos valores, dos  cenários de guerra e violência, bem como dos métodos de dissimulação e de  crimes,  da consciência, da razão, da moral, face ao bom senso das indústrias da publicidade, de redes sociais e da manipulação política, perpetuadoras de algoritmos programadores  dos novos estatutos do mundo contemporâneo.

Para Raoul Peck,  as secções brutais de violações cometidas pelo exército israelita em Gaza, ao nível da guerra de extermínio, impossível de manter as ideias de Orwell, sobre o controlo de crime e pensamento das praticadas dos exércitos eletrônicos , trás o estado do  Israel; distorcidor  dos factos, falsificador da história e explorador da flagrante hostilidade dos meios de comunicação social,  matador do maior número de jornalistas, da censura generalizada a mente do mundo, aos olhos da proteção dos Estados Unidos,  dada cúmplicidade  da Europa, Alemanha, França e Inglaterra.

Tal pensamento se confunde entre políticos e escritores,  onde o totalitarismo de pessoas repugnantes ao declínio da linguagem, da suspensão e da restrição à liberdade, torna o declínio da articulação da verdade, das autoridades  empobrecedoras da linguagem e do léxico, no sentido do pensamento ameaçador  e poderoso.

Esta linguagem só pode  embotar as mentes e justificar atrocidades, das novas manifestações de barbárie;   do mal perpetrado desumanizador, à  luz do atual estado de declínio do mundo e táticas enganosas empregadas no controle e nos danos, trata-se da dimensão distópica dos romances de George Orwell,  das elites políticas dos países orientais, da lógica, da falsidade, da moralidade,  e da vozes dissidentes da liberdade de expressão, do arsenal midiático e da propaganda massivo, bem como do controlo das mentes e  memórias de pessoas, de percepção da realidade,  de mentiras, de verdades e interesses, de tendência predatória do “mandato” religioso, junto ao presidente dos EUA, Donald Trump.

 Finalmente, as imagens e documentos visuais e auditivos do mundo digital, refletem o meios do absurdo e  desrespeito da humanidade; do uso inadequado da informação, das máquinas desprovidas de alma, do intelecto e emoção, um tipo de estágio de decadência fenomenológica e da destruição da esfera pública, dada influência de plataformas de narrativa única,  das “verdades” de linguagem, e da sociedade monitoradora das liberdades, da erosão do valor da linguagem, ou da redução da democracia e enfraquecimento dos mecanismos, da dissidência responsável da crítica.

 São então  cenas deste mundo,  retratador de um enorme e moderno cenario perturbador e confundidor , das fachadas atraentes, de cores cativantes e imagens encantadoras, cujos três slogans enganosos do George Orwell, romance 1984: a titulo da Guerra que implica Paz, da Liberdade que  implica Escravidão, e da Ignorância que implica Força. Segundo, Raoul Peck,  os paradoxos de nossos mundos, são reais e virtuais,  delineadores de características de prisão mental e existencial, e de grilhões da liberdade e autocracia.

Autor:

Lahcen EL MOUTAQI, professor Universitário, Tradutor, pesquisador sobre assuntos do Mercosul, Brasil e Marrocos

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