Marrocos, Brasil e Portugal são países diretamente ou indiretamente, afetados pelos setores de energias, ditas limpas, os quais sustentam ambientes sem efeito de estufa ou dos poluidores de produção industrial e social.
A este efeito, referindo-se ao sr, Duarte Lopes, embaixador de Portugal nos Estados Unidos, o qual frisou sobre a guerra no golfo pérsico, cujos “Portugal, Brasil e Marrocos, atores sensíveis aos efeitos das flutuações dos mercados globais, e energias ligadas aos desdobramentos do conflito agravado, no Oriente Médio.
O fator investimento em energias renováveis tornou-se uma escolha estratégica dos sucessivos governos, independentemente da orientação política, da importância da produção, de 70% da eletricidade fontes renováveis permanece em suspensão.”, de cooperação energética, para Marrocos e Portugal, do diálogo no contexto do Stimson Center, expectativa aprofundada da cooperação do Reino de Marrocos, face aos desafios dos governos português e marroquino, e das responsabilidades da interligação entre as redes energéticas, e países ribeirinhos.”
O sr López apontou a questão da integração do mercado energético, no Portugal, Marrocos e Brasil, em termos dos integradores de políticas e protocolos de interligação a geografia e clima, das condições climáticas favoráveis junto a Europa, das oportunidades de desenvolver o setor energético, e da eletricidade, foco marroquino, e também das energias renováveis.”
Tal diversificação das fontes de energia para os europeus permanece uma importância para as atividades socioeconômicas, ao aumento de consumo e produção industrial, às tradições, às culturas, aos hábitos e de consumação.”, e em relação aos países do Magreb, às condições climáticas semelhantes; às zonas do mediternaneo e atlântico, ou as distâncias geográficas, densamente povoadas.”
Países críticos
Para o impacto sobre a tensão entre Marrocos e Argélia; os projetos energéticos e socioeconômicos, dependem da região do Magreb para o Europa, da Argélia, ameaçador de não transportar gás sem o meio do gasoduto, da Itália; das linhas da Argélia para a Espanha, de Marrocos para a Espanha e Portugal, dos quais são à espera de circunstâncias políticas, de volta a normalidade e funcionar”.
Finalmente, a Europa, América Latina, África, passam a envolver perspectivas e oportunidades socioeconómicas, parcerias comerciais e econômicas, sobre energéticas renováveis e limpas, em referências as últimas cimeiras UE-África e América do sul, 2000 – 2007 e de 2025.” dada situação de guerra, de conflitos regionais, e do Sahel, sem afetar esta região do Magreb, costeira da Europa.” Investindo no setor da segurança, da cooperação e das estruturas de governação destes países, em termos de novas energias, e da capacitação de inteligência artificial e humana.”
Autor:

Lahcen EL MOUTAQI
Professor universitário, pesquisador sobre assuntos do Mercosul, Marrocos, Brasil e Portugal


