Dia Mundial da Saúde: mudança de estação eleva casos de sinusite e rinite e impulsiona busca por alternativas terapêuticas

Condições respiratórias atingem cerca de 30% da população brasileira e tendem a seagravar em períodos de variação climática

São Paulo, Abril de 2026 – No Dia Mundial da Saúde, celebrado nesta segunda-feira (7),
especialistas chamam atenção para o aumento dos casos de doenças respiratórias durante
as estações de transição, como outono e inverno. Condições como sinusite, rinite e crises
alérgicas tendem a se intensificar nesse período, impactando diretamente a qualidade de
vida da população.


Segundo a Organização Mundial da Saúde, as doenças respiratórias crônicas já afetam
cerca de 30% da população mundial. No Brasil, a rinite alérgica atinge aproximadamente
20% a 25% das pessoas, de acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia.


As variações de temperatura, aliadas à queda na umidade do ar e ao aumento da
concentração de poluentes, criam um ambiente propício para o agravamento desses
quadros, impactando diretamente a qualidade de vida da população. Dados do Ministério da
Saúde indicam que doenças respiratórias estão entre as principais causas de procura por
atendimento médico no país, especialmente em períodos de transição climática.


Além do impacto no bem-estar, os sintomas, como congestão nasal, dor facial, dores de
cabeça e dificuldade respiratória, podem gerar afastamentos do trabalho e queda na
produtividade, tornando o problema também uma questão de saúde pública.


Nesse contexto, cresce a busca por abordagens complementares que possam auxiliar no
controle dos sintomas e na melhora da resposta respiratória. Entre as alternativas,
tecnologias baseadas em ozônio vêm sendo utilizadas como apoio terapêutico em casos de
sinusite, atuando diretamente na redução da carga microbiana e na melhora da oxigenação
local.


O uso do ozônio na descontaminação avançada de ambientes é eficaz por atuar na fonte
causadora dos problemas; ou seja, bactérias, vírus e fungos causadores de doenças. A
ação do ozônio ocorre tanto no ar, quanto nas superfícies de objetos. O ponto de atenção é
usar de um equipamento que seja homologado pelo Inmetro e que tenha comprovações
científicas mostrando sua efetividade contra microrganismos.


Estudos científicos apontam que o ozônio possui alto potencial oxidante, sendo capaz de
inativar bactérias, vírus e fungos com eficiência. De acordo com a Environmental Protection
Agency, o ozônio é um dos agentes mais eficazes na eliminação de microrganismos,
podendo agir rapidamente na desinfecção de superfícies, água e ar.


Além disso, pesquisas indicam que o gás apresenta ação antimicrobiana ampla e não
seletiva, o que reduz o risco de resistência bacteriana, um dos desafios atuais da medicina.
Por ser relativamente instável, o ozônio se decompõe rapidamente e se converte
novamente em oxigênio, não deixando resíduos químicos no organismo ou no ambiente.


Na prática, o uso da tecnologia de ozônio ajuda a prevenir a ocorrência de problemas
respiratórios como uma rinite alérgica. Não se trata de ozonioterapia, mas sim, do uso do
ozônio na descontaminação de ambientes para inativar microrganismos com potencial
causador de problemas de saúde.


De acordo com Bruno Mena Cadorin, CEO da Wier, a tecnologia tem ganhado relevância
justamente em períodos de maior incidência de doenças respiratórias. “As mudanças de
estação impactam diretamente a saúde respiratória. O ozônio surge como uma alternativa
de suporte, atuando na redução de microrganismos e auxiliando no alívio dos sintomas,
especialmente em casos recorrentes”, afirma.


Com atuação em diferentes segmentos, incluindo saúde e bem-estar, a Wier tem ampliado
o uso de tecnologias baseadas em ozônio no Brasil, acompanhando a demanda por
soluções que contribuam para a qualidade de vida e o controle de condições respiratórias
recorrentes.

Autora:

Renata Nalim

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