A crise ambiental advinda não apenas de mudanças climáticas agudas, mas, de políticas que venham a desrespeitar à nossa Mãe Natureza em prol de um sistema capitalista desenfreado para aumentar construções civil, atividade de agronegócio irregular como, por exemplo, às terras griladas, pastagens e plantações de monocultura em áreas de proteção ambiental que servem para preservar as matas florestas e por sua consistência entre fauna, flora e a vida dos Povos Originários. Estes vetos provocados pela maioria dos congressistas servem apenas para amargar a vida ecológica como a Mata Atlântica e às Unidades de Conservação (UCs) com o agravante de serem áreas com valores importantes para equilibrar à vida ecológica em comunhão com a vida humana.
Esse descaso moral que traz ferimento a nestas áreas corresponde à essa retrógrada política de “passar a boiada” contra a nossa Mãe Natureza por não haver uma tomada de consciência em um viés ecocêntrico, em agir em favor de áreas ecológicas, principalmente de proteção jurídica contra o desmatamento, contra a extração e a captura ilegal envolvendo a fauna e/ou a flora nestas localidades, mas, de políticas que visem planejamentos de recuperações, replantio de árvores e plantas nativas e a fiscalização contra os traficantes de animais silvestres como, por exemplo o Mico Leão Dourado. Leva-se em consideração a vida dos Povos Originários que dependem da conservação destas áreas para continuarem com a prática diária de suas atividades nativas. Principalmente no Estado de São Paulo uma vez que Mata Atlântica clama por socorro.
Nos últimos anos e recentemente o Governo Brasileiro no aspecto político enfrenta uma crescente pressão para o enfraquecimento de políticas e legislações voltadas à proteção ambiental, incluindo áreas protegidas pela flexibilização de leis que asseguram a preservação de Mata Atlântica. Vetar o Código Florestal, que fora revisto no ano de 2012, cujas regras estabelecidas para a utilização e a conservação da Mata Atlântica. Entretanto, com a revisão de 2012 foi vista por ambientalistas, ativistas, botânicos e juristas como uma concessão de interesses agrários e empreendimentos imobiliários, com a permissão de reduzir Áreas de Preservação Permanente (APP) e a regulamentação de desmatamento ilegal. Em meados de 2021 e 2022, ocorreram tentativas para a modificação de áreas protegidas de maneira a permitir flexibilidade de atividades econômicas na Mata Atlântica.
E todos os esforços devem se concentrar no equilíbrio de nossa Mãe Natureza que se encontra viva na Mata Atlântica e para continuar sua vivacidade é um firmamento compromissado em todas as esferas da sociedade civil com respeitos às instituições democráticas de direito para reestabelecer o respeito com os setores ambientais brasileiro para que se garanta a paz e a ordem social ecológica destes biomas nacionais, o zelo pelo desenvolvimento sustentável por ser referir recursos ecológicos por apontar que são recursos naturais renováveis e não renováveis, porém, de forma que não haja esgotamento e desta feita não se admite que a economia capitalista progrida-se contra o meio ambiente.
Autor:
João Francisco Mantovanelli. Formado em Letras pela Faculdade de Americana-FAM; Especialista em Relações Interpessoais na Escola e a Construção da Autonomia Moral pela Universidade de Franca-UNIFRAN; Bacharel em Direito pela Faculdade de Americana-FAM; Pedagogo pela Universidade Metropolitana de Santos- UNIMES; Especialista em Direito Urbanístico e Ambiental pelo Instituto Educacional Damásio. E-mail: jfmantovanelli@bol.com.br. Acesso ao Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/6204218822832211.


