Por Pedro Signorelli
O avanço do trabalho híbrido e remoto mudou para sempre a forma de liderar. Medir produtividade por horas diante da tela se tornou obsoleto, o que importa agora são os resultados entregues (ou sempre importou, mas nunca demos a devida atenção a isso?) . Nesse contexto, os OKRs (Objectives and Key Results) ganham força por alinharem times, darem clareza às prioridades e reduzirem a necessidade de microgerenciamento para que as coisas aconteçam.
A simplicidade do método é seu maior mérito: define o que se quer alcançar (objetivo) e como medir o progresso (resultados-chave). Com isso, líderes deixam de controlar a presença e passam a fomentar autonomia e engajamento. Quando todos sabem para onde estão indo, a confiança se torna o motor da performance.
Empresas como a Netflix utilizam OKRs para garantir alinhamento estratégico entre equipes que atuam em diferentes fusos e modelos de trabalho. A cada trimestre, metas claras conectam a rotina individual aos objetivos corporativos, mantendo ritmo e direção mesmo à distância.
No Brasil, startups e companhias que adotaram o home office definitivo descobriram que não faz sentido medir produtividade por “tempo online”. A transparência dos OKRs substitui o controle pela colaboração: torna metas visíveis, conecta áreas, elimina silos, e aumenta a sinergia.
O futuro do trabalho não será medido por cadeiras ocupadas, mas pela capacidade de gerar impacto. E, nesse cenário, os OKRs são a bússola que transforma gestão à distância em um processo baseado em confiança, clareza e resultados.
Pedro Signorelli é um dos maiores especialistas do Brasil em gestão, com ênfase em OKRs. Já movimentou com seus projetos mais de R$ 2 bi e é responsável, dentre outros, pelo case da Nextel, maior e mais rápida implementação da ferramenta nas Américas. Mais informações acesse: http://www.gestaopragmatica.com.br/
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