Por que marcas de turismo, moda e streaming estão deixando dinheiro na mesa ao ignorar o mercado do prazer
Por Fada, CEO e Fundadora da Erotika Town
Minha imersão no comportamento do consumidor e o entusiasmo pelo mercado erótico me levaram a uma conclusão que pode chocar os mais conservadores, mas que é óbvia para quem analisa dados: quem vive a experiência da Erotika Town é a mesma pessoa que compra carro zero, viaja para a Europa e maratona séries na Netflix.
Anos mergulhada em pesquisas de mercado e, principalmente, na prática real, criando desde playlists sensoriais até ativações imersivas, provam que o público erótico brasileiro não é um nicho obscuro. Estamos falando majoritariamente de mulheres, entre 26 e 45 anos, das classes B e C. É um público exigente que movimenta R$ 2 bilhões anuais em busca de algo fundamental: prazer cotidiano e bem-estar.
O perfil real (e lucrativo) do consumidor moderno
Esqueça os estereótipos. Os dados confirmam que 57% dos compradores deste mercado estão no auge de sua vida produtiva. Com um ticket médio de R$ 150, elas buscam saúde íntima e inovação sustentável com a mesma naturalidade com que assinam um streaming.
São consumidoras com ensino superior, renda estável, muitas vezes casadas, que realizam 60% de suas compras online. O que elas buscam em eventos como a Erotika Town não é o proibido, mas o autêntico: conexões reais, festivais de experiência e validação de seus desejos, longe de nichos restritos e escondidos.
Erotika Town: Um ecossistema cultural vivo
Diferente de grupos fechados de mensagens ou casas de swing tradicionais, a Erotika Town cria comunidade. Construímos cidades temáticas onde BDSM, Tantra e Talks educativos promovem cura, consentimento e prosperidade afetiva.
Nós entendemos a lacuna do mercado atual: falta calor humano com segurança. Ao transformar visitantes em fãs leais, alinhamos o erotismo a um lifestyle amplo. Não vendemos produtos; vendemos liberdade e experiências.
Um chamado às marcas visionárias
Empresas de bebidas, turismo, moda e tecnologia: parem de olhar para o erótico pelo retrovisor. O mercado mudou.
Parcerias recentes no setor, como a entrada de femtechs em grandes varejistas (como a Renner), provam o potencial inexplorado: alcance orgânico massivo e engajamento até 5x maior. A Erotika Town é a ponte segura para esses resultados reais.
Aqui, o estudo vira prática, comunidades florescem e marcas prosperam. O consumidor já está aqui, pronto e com poder de compra. A sua marca vai continuar fingindo que ele não existe?
Vamos conversar sobre o futuro do mercado. Contato: fada@erotikatown.com.br | www.erotikatown.com.br


