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quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

MORADIA DIGNA  

                                                                                                                     

 “Do povo oprimido , nas filas, nas vilas, favelas. Da força da grana que ergue e destrói coisas belas”. Sampa-Caetano Veloso.

         Pessoas e famílias que habitam as ruas, praças públicas, se banham em chafarizes ou espelhos d’água águas em determinados espaços públicos, se abrigam em rodoviárias quando há temporais de chuvas ou improvisam-se de materiais recicláveis como os garrafas plásticas para se levantar paredes e com a procura nas ruas de móveis velhos, principalmente de estantes, cômodas, guarda roupas, escrivaninhas e portas de armários e principalmente quando encontram materiais de restos de construção civil para  construírem uma moradia. Ao construir essa moradia se sentem pelo menos abrigados para se protegerem do frio, de certa forma do calor evitando raios solares em seus corpos, se abrigam do sereno e possuem uma privacidade um pouco melhor do que ao frequentar ruas e praças e ainda sob as marquises de alguns comércios nas regiões centrais dos centros urbanos brasileiros. Geralmente constroem em áreas periféricas ou próximos de córregos ou de rios mesmo estando poluídos e a área contaminada de resíduos tóxicos, de lixos residenciais, hospitalares e até mesmo de chorume e desta forma possuem um barraco, ou uma maloca para chamar de moradia. Mesmo em um espaço interno apertado, estas pessoas e famílias tentam sobreviver com a esperança de conseguir uma habitação melhor, como essas famílias não possuem emprego fixo, renda mínima e sem o apoio de órgãos públicos municipais e estaduais precisam de amparar-se com a solidariedade humana para receberem doações de roupas, alimentos, medicamentos etc. Ora, o mínimo para a sobrevivência e conseguir uma melhor condição de emprego e renda. Moradia Digna para essa gente humilde nada mais é ter um lar com sala, quarto, cozinha e banheiro e que haja saneamento básico, para saírem da linha de miserabilidade. Conseguir uma casa popular é o sonho dessa gente que vive nessas condições desumanas por força desse capitalismo exacerbado e sem uma política de distribuição de renda organizada. Agir com o espírito de altruísmo e capacidade de comoção em ajudá-las para obter uma moradia digna e a viver com qualidade de vida esses valores éticos com um suplício as famílias e as pessoas que possam organizar a construção de casas populares em trabalho de mutirão reforça a virtude de fraternidade contando a fé e a união das igrejas para a realização deste trabalho social por ser o amparo mais benéfico e com ternura em melhorar a convivência social que serve de fomento para uma sociedade mais justa e mais humana.

 “Do povo oprimido , nas filas, nas vilas, favelas. Da força da grana que ergue e destrói coisas belas”. Sampa-Caetano Veloso.

         Pessoas e famílias que habitam as ruas, praças públicas, se banham em chafarizes ou espelhos d’água águas em determinados espaços públicos, se abrigam em rodoviárias quando há temporais de chuvas ou improvisam-se de materiais recicláveis como os garrafas plásticas para se levantar paredes e com a procura nas ruas de móveis velhos, principalmente de estantes, cômodas, guarda roupas, escrivaninhas e portas de armários e principalmente quando encontram materiais de restos de construção civil para  construírem uma moradia. Ao construir essa moradia se sentem pelo menos abrigados para se protegerem do frio, de certa forma do calor evitando raios solares em seus corpos, se abrigam do sereno e possuem uma privacidade um pouco melhor do que ao frequentar ruas e praças e ainda sob as marquises de alguns comércios nas regiões centrais dos centros urbanos brasileiros. Geralmente constroem em áreas periféricas ou próximos de córregos ou de rios mesmo estando poluídos e a área contaminada de resíduos tóxicos, de lixos residenciais, hospitalares e até mesmo de chorume e desta forma possuem um barraco, ou uma maloca para chamar de moradia. Mesmo em um espaço interno apertado, estas pessoas e famílias tentam sobreviver com a esperança de conseguir uma habitação melhor, como essas famílias não possuem emprego fixo, renda mínima e sem o apoio de órgãos públicos municipais e estaduais precisam de amparar-se com a solidariedade humana para receberem doações de roupas, alimentos, medicamentos etc. Ora, o mínimo para a sobrevivência e conseguir uma melhor condição de emprego e renda. Moradia Digna para essa gente humilde nada mais é ter um lar com sala, quarto, cozinha e banheiro e que haja saneamento básico, para saírem da linha de miserabilidade. Conseguir uma casa popular é o sonho dessa gente que vive nessas condições desumanas por força desse capitalismo exacerbado e sem uma política de distribuição de renda organizada. Agir com o espírito de altruísmo e capacidade de comoção em ajudá-las para obter uma moradia digna e a viver com qualidade de vida esses valores éticos com um suplício as famílias e as pessoas que possam organizar a construção de casas populares em trabalho de mutirão reforça a virtude de fraternidade contando a fé e a união das igrejas para a realização deste trabalho social por ser o amparo mais benéfico e com ternura em melhorar a convivência social que serve de fomento para uma sociedade mais justa e mais humana.

Autor:

   João Francisco Mantovanelli. Formado em Letras pela Faculdade de Americana-FAM; Especialista em Relações Interpessoais na Escola e a Construção da Autonomia Moral pela Universidade de Franca-UNIFRAN; Bacharel em Direito pela Faculdade de Americana-FAM; Pedagogo pela Universidade Metropolitana de Santos- UNIMES; Especialista em Direito Urbanístico e Ambiental pelo Instituto Educacional Damásio. E-mail: jfmantovanelli@bol.com.br. Acesso ao Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/6204218822832211                                                                                                                        

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