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domingo, 25 de janeiro de 2026

2026 muito além do código: 5 formas de entregar eficiência, solução e impacto

À medida que o mercado corporativo se aproxima de 2026, tecnologia e eficiência deixam de ser elementos separados e passam a compor uma mesma agenda estratégica. Para competir em um ambiente marcado pela pressão por produtividade, redução de custos e aceleração de receita, empresas de todos os portes precisarão ultrapassar a lógica de simplesmente “adotar ferramentas”, priorizando soluções que conectem dados, automação, inteligência artificial e execução orientada a resultados.

Para Thiago Hortolan, CEO da Tech Rocket, spin-off de Revenue Tech da Sales Rocket, 2026 marca a virada de chave em que tecnologia deixa de ser performance isolada e passa a ser infraestrutura estratégica. “Eficiência real nasce de decisões orientadas por dados, automações bem desenhadas e times capazes de operar esse novo ecossistema”, comenta.

A seguir, Hortolan destaca os cinco pilares que sustentam essa nova fronteira da tecnologia aplicada à receita:

1. Inteligência Artificial como motor de decisão

A Inteligência Artificial chega a 2026 como elemento central da tomada de decisão empresarial. Sistemas preditivos integrados à jornada comercial já reduzem o ciclo de vendas em até 30% e elevam taxas de conversão entre 12% e 20%. Para negócios de alto crescimento, IA deixa de ser apenas automação e passa a atuar como o “cérebro” analítico que prioriza oportunidades, antecipa riscos e personaliza interações, permitindo decisões mais rápidas, eficientes e alinhadas à realidade do mercado.

2. Dados integrados como base da eficiência

A fragmentação de dados continua sendo um dos maiores gargalos das empresas brasileiras. De acordo com padrões médios do setor, organizações que operam com informações dispersas perdem até 18% de produtividade, devido a retrabalho, inconsistências e lentidão nas análises. Em 2026, integrar dados de marketing, vendas, operações e atendimento será indispensável para criar visão unificada do cliente, gerar relatórios confiáveis e sustentar decisões em tempo real.

3. Automação responsável para escalar processos

Automatizar já não significa reduzir equipes, mas multiplicar capacidade operacional. Fluxos automatizados de qualificação, follow-up, onboarding e suporte podem elevar a produtividade dos times, quando desenhados com clareza, governança e lógica de impacto. O foco da automação responsável é criar escalabilidade saudável, com intervenções humanas estratégicas e monitoramento contínuo que evita ruídos e desperdícios.

4. Operações híbridas: humanos e máquinas trabalhando juntos

A combinação entre especialistas e modelos de IA redefine a operação corporativa. Times híbridos que unem analistas, profissionais de dados e sistemas inteligentes, reportam crescimento de até 25% na qualidade das entregas e redução de 15% no tempo de resposta ao cliente. Esse formato, que já se consolida em empresas de alto crescimento, amplia a capacidade de análise, acelera ciclos de teste e aumenta a previsibilidade das decisões.

5. Execução disciplinada com foco em receita

Em um cenário de forte competição, o impacto real vem da capacidade de transformar tecnologia em resultado. Empresas que adotam rotinas estruturadas de acompanhamento, com indicadores semanais, análise preditiva e metas orientadas a dados, crescem até duas vezes mais rápido que organizações com baixa disciplina operacional. Por fim, em 2026, a eficiência estará diretamente ligada à habilidade de medir, revisar e ajustar com rapidez.

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