Fé Com a Razão é a Fé Com a Razão de Ser.

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 Muitos farão de tudo e correrão de uma parte a outra em busca do maior saber; e o conhecimento se multiplicará muitas e muitas vezes!” (Bíblia King James).

O número de vítimas do Corona vírus já batem às portas de 400.000 óbitos. Para todas estas pessoas, bem como; suas famílias; uma grande luta interior e exterior certamente se fizeram presentes, isto é; Fé e Razão _ razão e fé. Antiteticamente, fé e razão estão em direções opostas e passando por caminhos diferentes. Enquanto a Bíblia menciona o aumento substancial da Ciência, a mesma Palavra Bíblica, se encarrega em dizer, da diminuição espantosa da fé. Ele respondeu: “Porque a fé que vocês têm é pequena. Eu asseguro que, se vocês tiverem fé do tamanho de um grão de mostarda, poderão dizer a este monte: ‘Vá daqui para lá’, e ele irá. Nada será impossível para vocês. (Evangelho de Mateus: 17:20). No sentido restrito da fé, um “grão de mostarda” tem o mesmo poder de um Átomo, isto é; (A Menor partícula da Matéria). Não é apenas a religião que cega pelo viés do fanatismo religioso, mas; a Ciência fruto do “Cientificismo Científico” esta também; produz uma Ciência fanática, bem como; ” crias de cientistas tomados pelo “fanatismo” científico”. Por que, se dá tamanha relevância ao “fanatismo” religioso, e por outro lado, nada se diz, em referência ao “fanatismo” científico? Pergunte à Isaac Newton, se a fé é algo irrelevante? Sem que muitos saibam, os conhecimentos teóricos por ele efetuados, não apenas tiveram suas inspirações, na Alquimia, na Mitologia, mas em especial, em recortes e passagens tiradas do texto bíblico. O avanço em busca de uma Ciência sem condescendência aos aspectos positivos de uma fé salugênica, em nada impedirá e nunca impediu, a melhora, a recuperação e um retorno ao estado normal de saúde. É verdade, que a Religião pode ser um entrave gigantesco a uma vida saudável, não apenas pelo viés psicológico, bem como o próprio envolvimento religioso. Porém, ninguém é capaz de cultuar Deus, ou outra divindade qualquer, apenas tomado pela fé. Paulo, o apóstolo; sabia como ninguém conciliar fé e razão, razão e fé. “Paulo apresenta em sua carta aos Romanos, ” … o vosso culto racional? Somente uma “ostra” seria capaz de oferecer algo à alguém, sem a noção daquilo que se propõem a fazê-lo? Não é palpável e antiteticamente justo, atribuir apenas à Religião, uma caracterização patológica. O Cientificismo científico, também, é uma caracterização de uma Ciência Patologizada. Que nos digam as dificuldades extremas de aceitação por parte das Ciências , em prover uma convivência salutar e harmoniosa com a fé. Também é verdade, que por muito tempo, em especial em países suburbanos e subalternos, como o nosso, “Religião”, “fé” era algo instintiva e proeminentemente, associados à pessoas indoutas, tidas por muitos, como ignorantes. A fé verdadeira, ela é e sempre será uma fé com caracterização racional, sobretudo; quando pensamos a fé, tendo em si mesma, uma razão de ser. Pergunte à Blaise Pascal, à Immanuel Kant, tantos outros, se não existe razão e razões para o ato e o exercício de crer. A fé tem conotações diferenciadas, como a Ciência, caminha por terrenos distintos. Mesmo porque, inúmeros médicos em ambientes hospitalares são unânimes em dizer: Pacientes que “oram”, “rezam ” e expressam sentimentos e manifestações de fé, se recuperam mais facilmente. Há coisas, que certamente, nem a Ciência e nem a Religião, tem o poder de responder, pois: “As coisas reveladas pertencem a nós, as ocultas pertencem a Deus. Como bem colocado por Shakespeare: ” Há mais mistérios entre o céu e a Terra, do que a vossa vã filosofia possa imaginar”. Não seja tão religioso ao ponto de não acreditar, e nem tão cientista, ao ponto de não poder ver. Porque, tanto a religião, quanto a Ciência, podem cegar.

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