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A Nova Força do Marketing: O Valor da Atenção no Século XXIEsqueça Influencers! O Verdadeiro Segredo das Marcas Que Dominam em 2025A Nova Força do Marketing: O Valor da Atenção no Século XXI

Por Gero.Health·

Esqueça o discurso pronto sobre inovação de produto. O jogo mudou — e, se você ainda está preocupado só com performance ou diferenciais técnicos, pode estar perdendo o bonde da história. No tabuleiro do marketing contemporâneo, o maior ativo não é uma funcionalidade nova, nem aquela embalagem “instagramável”. É atenção. Sim, atenção humana, esse bem escasso que vale mais do que ouro em um mundo saturado de estímulos e promessas.

Em 2025, ter um bom produto é apenas o ponto de partida. Pesquisas da McKinsey mostram que mais de 70% dos consumidores preferem marcas que “conversam” com eles, não só que entregam utilidade. E por “conversa” entenda-se: criar vínculo, provocar reflexão, gerar identificação real. O relatório “The State of Attention Economy”, da Microsoft, aponta que a atenção média do adulto caiu para menos de 8 segundos — menor do que a de um peixinho dourado. A batalha, agora, é pelo espaço mental das pessoas.

Investir milhões em influenciadores ou campanhas mirabolantes? Pode até gerar buzz momentâneo, mas a atenção verdadeira não se compra: se conquista. E conquistar atenção é um processo árduo, feito de tempo, de construção de narrativa, de coragem para errar, ajustar e recomeçar. Poucas marcas estão dispostas a trilhar esse caminho. Preferem o atalho do viral fácil, do número inflado, do hype artificial — e depois se perguntam por que o tal “engajamento” não se transforma em lealdade.

No livro Diversa-IDADE: Empatia que Conecta Gerações no Trabalho e na Vida, que escrevi junto com Tati Gracia, abordamos essa virada de chave. A sociedade não quer mais ser impactada: quer ser respeitada. O futuro pertence às marcas que entendem que atenção é um pacto de confiança, não uma invasão.

O Google já sinaliza: buscas por “marcas autênticas” cresceram 62% nos últimos dois anos. Não basta existir — é preciso ser percebido como relevante, humano e verdadeiro. E para isso, não há algoritmo que salve quem não pratica a escuta e a presença. A atenção virou moeda — mas só rende para quem tem paciência para cultivar.

Pergunte-se: sua marca está pronta para conquistar, merecer e sustentar atenção? Ou vai continuar apostando em fórmulas que já não entregam valor real?


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