
ÓCIOS DOS NOVOS TEMPOS
Às vezes, ao abrir os olhos de manhã, sinto que despertei dentro de um relógio. Não um quarto, não um corpo, mas um ponteiro em movimento — correndo contra um tempo que não me pertence. Penso: deveria estar produzindo algo. Deveria estar lendo, escrevendo, entregando, respondendo, criando. O verbo “dever” mora na cabeceira da minha […]
Por edicao








