
Me inspira canção talvez daquelas que o povo diz sentir. O povo diantigo além das mais
fronteiras mínguas de ensino. O povo de Deus. Axé também. O povo de frente, alegre, de
lado. Trilhos do metrô.
Cor rosa chucrute agora profundo machê de sapato branco. Achando que assim sabe de
bom semestre o beabá espiritual.
O beabá. Que sabe. Ubeabá que sim.
Achando que sabe a fórmula um do desacato emocional. Barulho dos ossos, inervo dos
olhos, fígado, sapateado e rim. Barulho de carro, tetrautomóvel, barulho de mim.
Coringa ditoso esfrega lápis moral em régua atom/utante. Pendura cipó de
guaralobomultilouco feito em fábrica. Prefrigerante. E dos dois lados! Porque de fato;
não cabe sentido em guerra triste de pequenos gigantes. Faz. Não faz ruir censura absurda
censurar também. Ou mesma fusão. Mesmo elemento em reciprocidade Si.
num cabe não.
Agito quem diz o que é do outro o seu paladar. E senta na mesa feliz de batuque.
Num samba o voar dos talheres requebra lucidez. E o pano, toalha, que lava limpa arruma
cheira igual; Dó, Fá, Mi, deixei às prateleiras.
Agora o celeiro, e bate e pronto. Agora o ruim.
Caipora bandeira. Amante e peito o caçador. Respeito palavras e digo coral quando digo de
amor: coragem também.
Cuidado que diz, entre tanto mar sem ver a quem. Cuidado de guerra e batalha em matéria
preste a aguar pêlos na boca. Feita pra beijar. As palavras são feitas pra isso. Feitas pra
beijar. As palavras são pretas pra isso. Feitas pra beijar. Mulatas também.
Porque beijar é espinho só pra quem faz mal à saúde. E não há medo algum pedir. Um
beijo, pedir. Carinho. Não há racismo em quem eu sou. Você que tem.
Não quero dinheiro a mais demais a acender na rua vergonhas de velas, paredes pintadas
de algemas da imaginação. Eu queimo mesmo. Nua, quero todas parte de mim. De homem,
mulher, cadáver, cachorro de quatro brinquedo cavalo de branco de pena assim. Seis coisas
diferentes. De qualidade. Seis, três demais. Seis, três. Vem.
Que pena o sabor da margarina de manhã. E o leite condensado igual. Que pena um soro
de amor e brega. Que pena tão pouco. Que pena, fascista, chamarem assim bicho
medroso. Que pena te chamo a vir aqui provar meu nome em tom pastel. A única desgraça
em cor lilás. Cor pouca&parda&e quero mais.
Também o menino tão mindinho lhe tolhe a vida sem saber. Percepção, razão, memória e
autoestima. Aprendeu na tevê. No Instagram da Federal.
Vem trecho vadio de texto enfio realidade, alcinha e fio dental. Nada mal. Volta sem saber. É
TCC e pronto. É assim.
Cade minhas sois vois entre as mulheres ora ie ie ô? Cadê multidão de grelo solto cantando
poder sem dizer mais? Porque quem diz de mais, de menos deixa claro sentir. Didi. Renato
Aragão. Ou sua filha tanto faz.
As palavras são feitas pra beijar. E não há mais que lindo isso.
Trapalho.
Autor:
Igor Ferrer