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	<title>VAAS &#8211; Jornal Tribuna</title>
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	<description>O seu portal de notícias e artigos científicos</description>
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		<title>Caso WePink: como a falta de due diligence pode expor marcas bilionárias a riscos de lavagem de dinheiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grayce Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 13:32:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Compliance]]></category>
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					<description><![CDATA[Análise da Head de Compliance da VAAS, Simone Vollbrecht, revela que sinais de alerta sobre sócios ocultos e conexões suspeitas poderiam ter sido detectados antes do escândalo reputacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O recente escândalo envolvendo a rede de influenciadores ligada à marca&nbsp;WePink, da empresária Virgínia Fonseca, trouxe à tona um debate crucial para o mundo dos negócios: o impacto da falta de processos robustos de&nbsp;<em>due diligence</em>. O caso, apurado inicialmente pela Agência Pública e que envolve investigações de lavagem de dinheiro e conexões com o crime organizado, serve como um alerta severo para empresas que negligenciam o pilar de KYP (Know Your Partner).</p>



<p>Para Simone Vollbrecht, Head de Compliance da VAAS, startup especializada em gestão de risco inteligente,o imbróglio da&nbsp;WePink&nbsp;não é apenas um problema de imagem, mas uma falha estrutural de governança. “O conceito de&nbsp;<em>Know Your Partner</em>&nbsp;(Conheça seu Parceiro) é um dos mais negligenciados no Brasil. No caso da&nbsp;WePink, um processo básico de&nbsp;<em>due diligence</em>&nbsp;teria revelado, anos atrás, sinais de alerta vermelhos em torno de figuras centrais na estrutura societária”, explica Simone.</p>



<p><strong>Sócios ocultos e endereços compartilhados são elos de risco</strong></p>



<p>A análise técnica do caso aponta para a figura de Karen de Moura Tanaka-Mori, que atuou como sócia em empresas ligadas à fundadora da marca, Samara&nbsp;Pink. Karen, presa em 2024 sob acusação de lavagem de dinheiro para organizações criminosas, possuía um perfil clássico de risco: baixa exposição no marketing da empresa, mas presença estratégica no papel.</p>



<p>“Em&nbsp;<em>compliance</em>, a ausência de um papel claro de um sócio no dia a dia do negócio é um&nbsp;<em>red flag</em>. Quando cruzamos dados, vemos que&nbsp;<em>holdings</em>&nbsp;ligadas a essas figuras compartilhavam endereços físicos com a estrutura da própria Virgínia Fonseca. Isso cria uma &#8216;contaminação&#8217; de risco que a análise automatizada de dados detectaria em segundos”, afirma a especialista da VAAS.</p>



<p><strong>A responsabilidade jurídica e o fim da &#8220;boa-fé&#8221;</strong></p>



<p>Um dos pontos mais sensíveis destacados por Vollbrecht é a responsabilidade legal dos sócios. Segundo a legislação brasileira de lavagem de dinheiro, a omissão pode ser interpretada como cegueira deliberada.</p>



<p>“Muitos empresários acreditam que alegar desconhecimento sobre o passado de um sócio ou parceiro é uma defesa válida. Não é. A lei responsabiliza quem deveria ter impedido o crime e não o fez por negligência. Sem uma&nbsp;<em>due diligence</em>&nbsp;documentada, a empresa perde a proteção da boa-fé. E em casos mais extremos, os sócios podem responder com o próprio patrimônio porque nesses casos é difícil ter essa consideração da personalidade jurídica”, alerta Simone.</p>



<p><strong>Tecnologia como escudo reputacional</strong></p>



<p>Para a Head de Compliance da VAAS, o caso&nbsp;WePink&nbsp;é uma lição sobre a velocidade do risco na era digital. Enquanto marcas de influenciadores escalam faturamentos bilionários em meses, a checagem de antecedentes ainda é vista como burocracia, quando deveria ser o alicerce do crescimento.</p>



<p>“Não se trata de travar o negócio, mas de monitoramento contínuo. Usar inteligência de dados para mapear beneficiários finais e listas de restrições é o que separa uma marca de sucesso de um alvo de investigação policial. No mercado atual, a confiança é o ativo mais caro, e ela só se sustenta com transparência de dados”, conclui Vollbrecht.</p>



<p><strong>Sobre a VAAS</strong></p>



<p>Fundada em Florianópolis e com presença em São Paulo, a VAAS é uma empresa de&nbsp;tecnologia&nbsp;especializada em gestão de risco inteligente. Sua plataforma conecta mais de 40 fontes de dados e utiliza IA preditiva para automatizar processos de KYC, prevenção à lavagem de dinheiro e falhas regulatórias. Com mais de R$ 50 milhões em contratos ativos, a startup lidera a transição para um compliance digital, autônomo e integrado à estratégia de negócios. Mais informações estão disponíveis no site&nbsp;<a href="http://www.vaas.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">www.vaas.com.br</a>.</p>
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		<title>Expansão sem ponto cego: como escalar redes de franquias com segurança</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/expansao-sem-ponto-cego-como-escalar-redes-de-franquias-com-seguranca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Grayce Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 13:32:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Compliance]]></category>
		<category><![CDATA[Franqueadora]]></category>
		<category><![CDATA[franquias]]></category>
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		<category><![CDATA[VAAS]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[Tecnologia e monitoramento contínuo tornam-se aliados estratégicos para evitar que passivos de franqueados comprometam o faturamento e a reputação das matrizes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No dinâmico setor de franchising, o desejo de expandir a marca rapidamente muitas vezes colide com um obstáculo invisível, mas potencialmente letal: o risco de compliance. O modelo tradicional de checagem de antecedentes, realizado apenas no momento da entrada do parceiro, tem se mostrado insuficiente para proteger grandes corporações. É o que especialistas chamam de &#8220;erro da foto do momento&#8221;.</p>



<p>Segundo Gustavo Tremel, CEO e cofundador da VAAS, a visão estática do risco é um perigo latente. &#8220;No setor de franchising, a checagem de antecedentes apenas no onboarding é o que chamamos de &#8216;erro da foto do momento&#8217;. O risco é um organismo vivo. Um franqueado aprovado hoje pode se tornar um passivo crítico amanhã&#8221;, alerta o executivo.</p>



<p><strong>Franqueadora responde pelos atos ilícitos de parceiros</strong></p>



<p>A urgência por um monitoramento contínuo não é apenas uma questão de reputação, mas de sobrevivência financeira. Nos termos da Lei Anticorrupção (Lei 12.846/13), as empresas detêm a chamada responsabilidade objetiva. Na prática isso significa que a franqueadora pode responder pelos atos ilícitos de seus parceiros, independentemente de ter tido conhecimento ou culpa direta.</p>



<p>As penalidades são severas: multas que podem atingir até 20% do faturamento bruto da matriz. &#8220;O compliance em&nbsp;franquias&nbsp;não pode ser reativo. É preciso orquestrar o risco em tempo real&#8221;, reforça Simone Vollbrecht, Head de Compliance da VAAS.</p>



<p><strong>Identificação do beneficiário final é desafio para redes de&nbsp;franquias</strong></p>



<p>Um dos maiores desafios operacionais na expansão de redes é a identificação do Beneficiário Final (UBO). O uso de &#8220;laranjas&#8221; e holdings ocultas pode mascarar indivíduos sancionados ou com históricos impeditivos que buscam se associar a marcas consolidadas.</p>



<p>“Para combater essa prática, a utilização de algoritmos avançados torna-se essencial. Essas ferramentas conseguem revelar as complexas camadas societárias, garantindo que a marca não herde passivos de terceiros”, avalia Simone.</p>



<p><strong>Tecnologia é aliada da expansão segura</strong></p>



<p>Para consolidar uma infraestrutura de decisão robusta, Gustavo Tremel destaca que a segurança da marca não termina na assinatura do contrato, exigindo um monitoramento 24/7 que acompanhe mídias negativas, sanções e listas restritivas em tempo real.</p>



<p>Ele ressalta que hoje a tecnologia trabalha a favor da franqueadora para eliminar gargalos burocráticos. &#8220;Na VAAS, a nossa plataforma substitui o processo manual e lento de trocas de e-mails e PDFs por uma orquestração automatizada. Isso permite que a eficiência operacional seja elevada a um novo patamar, onde parceiros são aprovados em segundos com total segurança, garantindo que o rigor técnico não seja sacrificado em prol da velocidade da expansão&#8221;, contextualiza Tremel.</p>



<p>Complementando essa visão, Simone Vollbrecht reforça que essa proteção deve ocorrer de dentro para fora. A executiva explica que a agilidade na ponta deve ser sustentada por uma infraestrutura que mantenha o controle total da rede sob vigilância constante, integrando a análise de riscos reputacionais e indicadores ESG para uma governança de fato sustentável. &#8220;A segurança da marca não é um evento único, mas um estado de vigilância contínua. Expandir com governança significa garantir que o crescimento de hoje não se torne o tribunal de amanhã&#8221;, conclui a especialista em compliance.</p>



<p><strong>Sobre a VAAS</strong></p>



<p>Fundada em Florianópolis e com presença em São Paulo, a VAAS é uma empresa de tecnologia especializada em gestão de risco inteligente. Sua plataforma conecta mais de 40 fontes de dados e utiliza IA preditiva para automatizar processos de KYC, prevenção à lavagem de dinheiro e falhas regulatórias. Com mais de R$ 50 milhões em contratos ativos, a startup lidera a transição para um compliance digital, autônomo e integrado à estratégia de negócios. Mais informações estão disponíveis no site&nbsp;<a href="http://www.vaas.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">www.vaas.com.br</a>.</p>
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		<title>Mercado de criptoativos corre contra o tempo: prazo para solicitar autorização ao Banco Central encerra em outubro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grayce Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 20:26:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Bacen]]></category>
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		<category><![CDATA[VAAS]]></category>
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					<description><![CDATA[Novo marco regulatório exige que Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais operem com governança equivalente à de outras instituições do Sistema Financeiro Nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O mercado de ativos virtuais no Brasil entrou em contagem regressiva. Com a chegada das Resoluções BCB n.º 519, 520 e 521, e a publicação das Resoluções BCB n.º 552 e 553 em março de 2026, as Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais (PSAVs) que estão em operação têm até 30 de outubro de 2026 para protocolar o pedido de autorização junto ao Banco Central do Brasil (BCB), conforme a Instrução Normativa BCB n.º 704/2026.</p>



<p>O novo arcabouço regulatório eleva significativamente as exigências para o setor, impondo às PSAVs padrões de governança, controles internos e transparência compatíveis com os de instituições já autorizadas a funcionar pelo Banco Central. Para Simone Vollbrecht, Head de Compliance da VAAS, a percepção de que o prazo final ainda está distante é um erro estratégico que pode custar a sobrevivência de muitas operações.</p>



<p>“O recado da norma é claro: ser uma PSAV autorizada não é apenas ter KYC e capital mínimo. É operar com o mesmo nível de governança, controles e transparência exigido de qualquer instituição do Sistema Financeiro Nacional”, analisa Simone.</p>



<p><strong>Os pilares do novo marco regulatório</strong></p>



<p>As novas normativas estruturam o regime regulatório das PSAVs em três eixos: autorização de funcionamento (Resolução n.º 519), constituição e operação (Resolução n.º 520) e integração ao mercado de câmbio (Resolução n.º 521). A Resolução n.º 520 classifica as PSAVs em três modalidades: intermediárias, custodiantes e corretoras de ativos virtuais (exchanges), cada uma com escopo de atividades e exigências proporcionais.</p>



<p>Entre os pontos estruturais estão a segregação patrimonial obrigatória entre recursos próprios e de clientes, a exigência de capital mínimo que varia de R$ 10,8 milhões a R$ 37,2 milhões conforme as atividades desempenhadas, e a implementação da Travel Rule a partir de maio de 2026, que obriga a identificação de titulares em transferências para carteiras autocustodiadas.</p>



<p>Além disso, as Resoluções BCB n.º 552 e 553 complementam o arcabouço ao estender às PSAVs obrigações anteriormente aplicáveis apenas a bancos e instituições de pagamento como normas de ouvidoria, política de conformidade (compliance), segurança cibernética, contratação de nuvem, auditoria interna e controles internos.</p>



<p><strong>O desafio da Fase 1</strong></p>



<p>O processo de autorização foi dividido em etapas. A Fase 1, que deve ser concluída até outubro de 2026, exige a entrega de balanços auditados dos últimos três exercícios. Segundo a especialista da VAAS, este é um dos maiores gargalos para as empresas que ainda não possuem uma organização contábil robusta.</p>



<p>“O erro mais comum que já estamos vendo no mercado é tratar a Fase 1 como um formulário simples. Não é. A exigência de demonstrações financeiras auditadas retroativas pode levar de três a seis meses para ser estruturada, especialmente em empresas que nunca passaram por auditoria externa”, alerta Simone Vollbrecht.</p>



<p><strong>Banco Central avaliará capacidade operacional efetiva</strong></p>



<p>Para o Banco Central, não bastará apresentar documentos, a autarquia avaliará a maturidade operacional das empresas. Isso inclui a capacidade de monitorar operações suspeitas e reportá-las ao Coaf, além de possuir uma infraestrutura tecnológica auditável.</p>



<p>Simone destaca que o timing de adequação será um divisor de águas no mercado. Aqueles que se anteciparem não apenas garantem a conformidade, mas ganham vantagem competitiva no acesso a parcerias bancárias e novos produtos financeiros.</p>



<p>“Ajustes feitos às pressas no último mês antes do prazo são muito mais difíceis de demonstrar do que processos que já estão rodando há algum tempo. Empresas que começam a reestruturar seu programa de compliance agora têm uma vantagem real”, afirma a executiva.</p>



<p><strong>O que as empresas devem fazer agora</strong></p>



<p>O checklist para os próximos meses é extenso. Além da auditoria contábil, as PSAVs precisam designar responsáveis formais por Prevenção à Lavagem de Dinheiro (PLD/FT), estruturar canais de atendimento ao cliente e validar sua infraestrutura de segurança cibernética.</p>



<p>O cenário aponta para uma consolidação do setor: empresas constituídas no exterior que atendem brasileiros têm prazos ainda mais curtos para transferir suas operações para uma sede nacional ou encerrar as atividades. No novo Brasil tokenizado, a conformidade deixou de ser uma opção para se tornar o único caminho de permanência no jogo.</p>



<p><strong>Sobre a VAAS</strong></p>



<p>Fundada em Florianópolis e com presença em São Paulo, a VAAS é uma empresa de&nbsp;tecnologia&nbsp;especializada em gestão de risco inteligente. Sua plataforma conecta mais de 40 fontes de dados e utiliza IA preditiva para automatizar processos de KYC, prevenção à lavagem de dinheiro e falhas regulatórias. Com mais de R$ 50 milhões em contratos ativos, a startup lidera a transição para um compliance digital, autônomo e integrado à estratégia de negócios. Mais informações estão disponíveis no site&nbsp;<a href="http://www.vaas.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">www.vaas.com.br</a>.</p>
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		<title>Eleições 2026 e compliance: como a rotatividade no poder transforma PEPs em ‘alvo móvel’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grayce Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 17:53:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Mudanças constantes em cargos públicos elevam riscos reputacionais; empresas buscam infraestrutura de decisão para evitar multas de até 20% do faturamento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com a proximidade das eleições de 2026, o cenário corporativo brasileiro se prepara para um dos períodos de maior volatilidade na gestão de riscos. O dinamismo das listas de Pessoas Expostas Politicamente (PEPs) atinge seu pico em anos eleitorais, transformando o monitoramento de terceiros em um verdadeiro ‘alvo móvel’. Nesse contexto, parceiros ou fornecedores aprovados em processos de&nbsp;<em>onboarding</em>&nbsp;hoje podem se tornar riscos jurídicos graves em questão de dias devido a novas nomeações e trocas de cargos.</p>



<p>Para Gustavo Tremel, cofundador e CEO da startup catarinense VAAS, o maior perigo para as organizações é confiar no que ele define como ‘foto estática’. &#8220;O onboarding que você fez hoje pode ignorar que seu fornecedor se tornou um PEP amanhã&#8221;, analisa o executivo. Tremel alerta que, sob a Lei Anticorrupção (12.846/13), a responsabilidade das empresas é objetiva: &#8220;Se um parceiro cometer um ilícito em seu interesse, sua empresa responde junto, com multas de até 20% do faturamento&#8221;.</p>



<p><strong>Compliance reativo é falho</strong></p>



<p>O modelo tradicional de checagens esporádicas tem se mostrado insuficiente diante da velocidade das mudanças no setor público. Segundo Tremel, o compliance reativo é o maior inimigo da operação de uma empresa. “A dependência de verificações manuais em um ano de renovação massiva de cargos expõe as companhias a pontos cegos que podem comprometer a marca e a saúde financeira do negócio”, explica o CEO da VAAS.</p>



<p>A resposta para essa volatilidade reside na tecnologia de monitoramento contínuo: em vez de apenas checar a entrada, a ideia é vigiar o risco durante todo o ciclo de vida do parceiro ou cliente. Essa abordagem permite que as empresas mantenham conformidade rigorosa não apenas com a Lei Anticorrupção, mas também com diretrizes setoriais específicas, como a Circular BACEN 3.978/20, que rege políticas de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (PLD).</p>



<p><strong>Tecnologia atua como infraestrutura de decisão</strong></p>



<p>A orquestração de dados, proposta pela VAAS, surge como ferramenta para garantir que o rigor do compliance não se torne um gargalo para o crescimento das empresas. Gustavo Tremel conta que a integração de diferentes fontes de dados e aplicações em um único hub permite uma visão total da exposição ao risco.</p>



<p>“Os benefícios são diversos. Destaco o mapeamento de UBO (beneficiário final), que identifica os reais controladores de empresas em segundos; o monitoramento ativo de mudanças de status de PEPs, varredura de mídias negativas e critérios ESG; e a geração de dossiê probatório com apenas um clique, assegurando segurança jurídica”, pontua o executivo.</p>



<p>Tremel conclui que ao adotar inovação no compliance, o empreendedor se protege em cenários turbulentos como o eleitoral. “Para as empresas que buscam navegar a instabilidade de 2026, a mensagem é clara: a reputação não pode ser deixada ao acaso”, finaliza o cofundador da VAAS.</p>



<p><strong>Sobre a VAAS</strong></p>



<p>A VAAS é uma empresa de tecnologia especializada em gestão de risco inteligente. Sua plataforma ajuda equipes a automatizar processos, unificar a gestão de riscos e tomar decisões com mais agilidade, autonomia e precisão. Fundada em Florianópolis e com presença em São Paulo, a VAAS combina experiência em inovação com soluções escaláveis, desenvolvidas para acompanhar as constantes evoluções do mercado de risco, compliance e crédito. Para mais informações, basta acessar o site&nbsp;<a href="https://vaas.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">vaas.com.br</a>.</p>
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		<title>Quanto custa trazer um novo cliente para sua empresa?</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/01/quanto-custa-trazer-um-novo-cliente-para-sua-empresa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Grayce Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 18:39:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Startups]]></category>
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					<description><![CDATA[Tecnologia aplicada no setor de crédito consignado reduziu CAC operacional em 64%; conheça solução desenvolvida pela startup VAAS.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No competitivo mercado de crédito consignado, a margem de lucro muitas vezes é decidida nos detalhes da operação. Para&nbsp;<strong>Gustavo Tremel, cofundador e CEO da VAAS</strong>, o modelo tradicional de consulta de dados, realizado de forma linear e indiscriminada, tornou-se um gargalo para empresas que buscam escala.</p>



<p>&#8220;Em operações de crédito, cada consulta tem um custo. Quando a empresa consulta todos os dados de todos os leads da mesma forma, ela está queimando margem desnecessariamente&#8221;, explica Tremel. Para o executivo, o segredo para a escalabilidade não é apenas vender mais, mas sim filtrar com inteligência.</p>



<p><strong>Escala é desafio para empresas</strong></p>



<p>Uma promotora de crédito de atuação nacional, com um time de mais de 100 colaboradores, sentia essa dor na prática. A empresa enfrentava dois grandes obstáculos: o alto custo de consulta em múltiplas fontes e a complexidade técnica para gerenciar as diferentes regras de aprovação exigidas por seus diversos fundos e bancos parceiros.</p>



<p>A cada novo lead, a operação iniciava uma sequência de consultas custosas, independentemente da qualidade inicial do contato. O resultado era um CAC (Custo de Aquisição de Cliente) operacional inflado e uma dependência constante de equipes de TI para ajustar fluxos de aprovação.</p>



<p>Para reverter esse cenário, a startup catarinense VAAS implementou uma estratégia de&nbsp;<strong>análise em cascata</strong>&nbsp;apoiada por um motor de decisão flexível. A lógica é simples, mas poderosa: em vez de consultar tudo de uma vez, a validação ocorre em sequência.</p>



<p>&#8220;Nós estruturamos a operação para usar primeiro os dados confiáveis de baixo custo. Se o lead não atende aos critérios básicos iniciais, ele é reprovado automaticamente, poupando o investimento em consultas mais caras que viriam a seguir&#8221;, pontua Tremel.</p>



<p>Além disso, a plataforma permitiu que a promotora de crédito personalizasse os fluxos para cada fundo parceiro de forma autônoma, eliminando a espera por desenvolvimentos técnicos complexos.</p>



<p>Ao adotar a tecnologia, a empresa alcançou 64% de redução no CAC operacional (métrica que indica quanto custa, em média, trazer um novo cliente para a empresa), obteve validações mais assertivas e que reduziram os riscos de fraude e inadimplência, e capacidade de escalar e alterar regras de negócio sem depender do departamento de TI.</p>



<p>Para Gustavo Tremel, este caso é um exemplo claro de como a tecnologia de dados deve servir ao negócio: &#8220;Nosso objetivo é transformar a conformidade e a análise de dados em uma vantagem competitiva, e não em um custo fixo pesado&#8221;, conclui o CEO da VAAS.</p>



<p><strong>Sobre a VAAS</strong></p>



<p>A&nbsp;VAAS&nbsp;é uma empresa de tecnologia especializada em gestão de risco inteligente. Sua plataforma ajuda equipes a automatizar processos, unificar a gestão de riscos e tomar decisões com mais agilidade, autonomia e precisão. Fundada em Florianópolis e com presença em São Paulo, a&nbsp;VAAS&nbsp;combina experiência em inovação com soluções escaláveis, desenvolvidas para acompanhar as constantes evoluções do mercado de risco, compliance e crédito. Para mais informações, basta acessar o site&nbsp;<a href="https://vaas.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">vaas.com.br</a>.</p>
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		<title>BUY SC: a receita de SC para faturar R$ 42 bi/ano com inovação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grayce Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 00:18:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Startups]]></category>
		<category><![CDATA[Apex]]></category>
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		<category><![CDATA[Paulo Orione]]></category>
		<category><![CDATA[VAAS]]></category>
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					<description><![CDATA[CMO da VAAS, Paulo Orione, e executivos da Softplan, Splori Ventures e Grupo Khronos destacam o ciclo virtuoso de capital e a capacidade de escala que tornam SC um forte polo de inovação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O evento BUY SC, realizado pela Apex no Lagoa Iate Clube (LIC), em Florianópolis/SC, foi marcado por discussões estratégicas sobre o futuro econômico do estado. Um dos destaques foi o painel “A força do ecossistema catarinense de tecnologia”, que reuniu algumas das principais lideranças do setor para debater os pilares que sustentam a reputação de Santa Catarina como um dos ecossistemas de inovação mais sólidos e colaborativos do Brasil.</p>



<p>O painel foi mediado por Diego Brites, presidente da ACATE e CEO da Teltec, e contou com a participação de Paulo Orione, CMO e cofundador da VAAS, Fábio Nunes, CEO da Splori Ventures, Alex Anton, diretor de M&amp;A da Softplan e Bruno Corrêa de Souza, diretor de Tecnologia e Inovação do Grupo Khronos.</p>



<p>Os executivos discutiram como o estado conseguiu construir uma base tecnológica que hoje é responsável por cerca de 29 mil empresas, R$ 42 bilhões em faturamento anual, e que fez de Florianópolis a Capital Nacional das Startups, abrigando 6 mil empresas que respondem por 25% do Produto Interno Bruto (PIB) da cidade.</p>



<p><strong>Ciclo virtuoso de capital é destaque na visão dos empreendedores</strong></p>



<p>Paulo Orione reforçou a importância do ciclo de reinvestimento do sucesso no ecossistema. Ele destacou como a trajetória de empreendedores catarinenses&nbsp; tem sido fundamental para atrair fundos internacionais e, principalmente, reinvestir o capital e o talento gerado em novas <em>startups</em>.</p>



<p>&#8220;Em Santa Catarina, o sucesso não fica restrito. O capital e a experiência gerados por uma venda ou captação relevante são, consistentemente, injetados de volta no ecossistema, fortalecendo continuamente o ambiente de inovação e criando uma rede de <em>founders</em> que se apoiam&#8221;, afirmou Orione, CMO da VAAS, startup especialista em gestão de risco inteligente.</p>



<p>A atração de investimentos foi um tema central no painel “A força do ecossistema catarinense de tecnologia”. Fábio Nunes (Splori Ventures) observou que a maturidade do ecossistema já transcende a dependência dos grandes centros financeiros do país, atraindo capital nacional e internacional. Ele citou captações recentes de empresas catarinenses como evidência de que o estado possui densidade empreendedora, governança estruturada e capacidade real de escalar novos negócios.</p>



<p>A discussão seguiu com a visão de longo prazo de grandes <em>players</em>. Alex Anton (Softplan) apresentou a estratégia da empresa para consolidar sua presença e gerar valor por meio de aquisições e criação de plataformas verticalizadas. Nos últimos cinco anos, a Softplan realizou 12 aquisições, estruturando um ecossistema integrado que amplia a recorrência, o valor agregado e a presença em mercados estratégicos.</p>



<p>Complementando o panorama histórico, Bruno Corrêa de Souza (Grupo Khronos) mostrou como o grupo, com 40 anos de história, sustenta sua relevância por meio de ciclos contínuos de inovação. A empresa evoluiu de soluções de <em>hardware</em> para rastreamento e portaria remota e, mais recentemente, para soluções que combinam inteligência artificial (IA), energia, dados e conectividade.</p>



<p>Ao final, o painel reforçou o consenso de que o grande diferencial catarinense está na colaboração entre <em>startups</em>, grandes empresas, academia e governo. Essa visão de longo prazo e a capacidade de transformar a inovação em impacto econômico e social sustentam um ecossistema que é hoje não apenas maduro e competitivo, mas também está em constante e sólida expansão.</p>



<p><strong>Sobre a Apex e o evento BUY SC</strong></p>



<p>A Apex tem como visão tornar-se o principal banco de investimentos regional do Brasil até 2030. Para isso, adota uma estratégia de regionalização, que cria uma rede capaz originar oportunidades e entregar resultados consistentes para clientes, empresas e investidores em todas as geografias em que atua.</p>



<p>O BUY SC faz parte de uma série de eventos, que inclui BUY ES, BUY PR e BUY SP, organizados pela Apex com o objetivo de promover o desenvolvimento econômico e atrair investimentos para os estados.</p>



<p><strong>Sobre a VAAS</strong></p>



<p>A VAAS é uma empresa de tecnologia especializada em gestão de risco inteligente. Sua plataforma ajuda equipes a automatizar processos, unificar a gestão de risco e tomar decisões com mais agilidade, autonomia e precisão. Fundada em Florianópolis e com presença em São Paulo, a VAAS combina experiência em inovação com soluções escaláveis, desenvolvidas para acompanhar as constantes evoluções do mercado de risco, compliance e crédito. Mais informações estão disponíveis no site&nbsp;<a href="http://vaas.live/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">vaas.live</a>.</p>
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		<title>Apex promove o BUY SC e destaca o polo tecnológico catarinense</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grayce Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 23:44:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Apex]]></category>
		<category><![CDATA[BUY SC]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Paulo Orione]]></category>
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		<category><![CDATA[VAAS]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento terá painel sobre a força do ecossistema catarinense de tecnologia e keynote com o Governador Jorginho Mello; o CMO e cofundador da startup VAAS, Paulo Orione, é um dos painelistas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Apex realiza hoje (25/11), no Lagoa Iate Clube (LIC), em Florianópolis/SC, o evento BUY SC. O encontro propõe uma nova agenda de desenvolvimento econômico, mais descentralizado, sustentável e competitivo, para os estados que mais crescem no Brasil.</p>



<p>O BUY SC reunirá lideranças empresariais, autoridades públicas e especialistas para entender quais movimentos e decisões estão moldando o crescimento de Santa Catarina para os próximos anos. Destaque para o keynote com o Governador Jorginho Mello, que apresentará a visão estratégica do estado e os pilares de solidez fiscal que fazem de Santa Catarina a &#8220;bola da vez&#8221; para investimentos.</p>



<p>Paulo Orione, CMO e cofundador da startup VAAS, especialista em gestão de risco inteligente, participará do painel “A força do ecossistema catarinense de tecnologia”, mediado por Diego Brites, presidente da Acate e CEO da Teltec. Também participam do painel&nbsp;⁠Alex Anton, diretor executivo e CSO na Starian/Softplan,&nbsp;⁠Fabio Nunes, da Splori Ventures, e&nbsp;⁠Bruno&nbsp;Correa de&nbsp;Souza, diretor de negócios do Grupo&nbsp;Khronos.</p>



<p>Orione apresentará ao público sua visão como empreendedor no setor de tecnologia. A VAAS foi fundada em 2022 por Paulo Orione, Gustavo Tremel e Daniel Smolenaars &#8211; os mesmos que criaram a startup Decora, especialista em produção de conteúdo 3D para varejo, adquirida por US$ 100 milhões pela Accenture.</p>



<p>“É uma honra participar do BUY SC &nbsp;ao lado de líderes que estão moldando o futuro da tecnologia em Santa Catarina. A força, resiliência e a cultura de inovação são características que tornaram o ecossistema catarinense uma referência no Brasil. Acreditamos que isso é um reflexo direto do ambiente fértil que as empresas encontram aqui, com talentos qualificados, apoio institucional e uma comunidade empreendedora”, declara Paulo Orione.</p>



<p>Recentemente, após captar R$ 20 milhões em uma nova rodada liderada pela gestora Headline, a VAAS foi reconhecida no prestigiado relatório &#8220;<a href="https://reports.cuanticovp.com/cuantico-vp-identifies-brazils-top-startups-to-watch-for-2026/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Cuantico VP Identifies Brazil’s Top Startups to Watch for 2026</a>&#8220;, sendo apontada como uma das empresas mais promissoras do ecossistema de inovação do país para os próximos anos. O reconhecimento reforça o impacto da plataforma da startup, que utiliza agentes de inteligência artificial (IA) para transformar a gestão de risco, compliance, crédito e prevenção a fraudes em empresas.</p>



<p><strong>Santa Catarina é o 5º maior polo de tecnologia do Brasil</strong></p>



<p>De acordo com o&nbsp;<a href="https://www.observatorioacate.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Observatório ACATE 2025</a>, que avaliou dados de 2024, Santa Catarina se consolidou como um dos maiores polos de tecnologia do país e ficou na 5ª posição do ranking nacional com faturamento de R$ 42,5 bilhões no setor de tecnologia (um crescimento de 11% no comparativo com o ano de 2023). &nbsp;</p>



<p>O setor representa 7,75% do Produto Interno Bruto (PIB) catarinense (a terceira maior participação do setor entre as unidades da federação) e conta com 29,4 mil negócios ativos, sendo o 6º estado com maior número de empresas tech do Brasil.&nbsp;</p>



<p><strong>Sobre a Apex e o evento BUY SC</strong></p>



<p>A Apex tem como visão tornar-se o principal banco de investimentos regional do Brasil até 2030. Para isso, adota uma estratégia de regionalização, que cria uma rede capaz originar oportunidades e entregar resultados consistentes para clientes, empresas e investidores em todas as geografias em que atua.</p>



<p>O BUY SC faz parte de uma série de eventos, que inclui BUY ES, BUY PR e BUY SP, organizados pela Apex com o objetivo de promover o desenvolvimento econômico e atrair investimentos para os estados. A programação completa está disponível no&nbsp;<a href="https://www.apexnews.com.br/buy-sc-evento-reune-liderancas-para-construir-a-nova-agenda-de-desenvolvimento-de-santa-catarina/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">site do evento</a>.</p>



<p><strong>Sobre a VAAS</strong></p>



<p>A VAAS é uma empresa de tecnologia especializada em gestão de risco inteligente. Sua plataforma ajuda equipes a automatizar processos, unificar a gestão de risco e tomar decisões com mais agilidade, autonomia e precisão. Fundada em Florianópolis e com presença em São Paulo, a VAAS combina experiência em inovação com soluções escaláveis, desenvolvidas para acompanhar as constantes evoluções do mercado de risco, compliance e crédito. Mais informações estão disponíveis no site&nbsp;<a href="http://vaas.live/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">vaas.live</a>.</p>
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		<title>Setor financeiro recorre à IA para sanar demanda por compliance</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2025/11/setor-financeiro-recorre-a-ia-para-sanar-demanda-por-compliance/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Grayce Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Nov 2025 09:55:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Startups]]></category>
		<category><![CDATA[Compliance]]></category>
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		<category><![CDATA[Guia Salarial 2026 da Robert Half]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
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					<description><![CDATA[Guia Salarial 2026 aponta que conhecimento em IA e regulamentação estão entre os mais valorizados; tecnologias como a da VAAS atuam como extensão para superar carência de profissionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O recém-lançado Guia Salarial 2026 da Robert Half aponta um aumento significativo na demanda por profissionais com profundo conhecimento em&nbsp;<strong>inteligência artificial (IA)</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>regulamentação financeira/compliance</strong>. A pesquisa global destaca que o ecossistema financeiro é impulsionado por digitalização, crescimento de&nbsp;<em>fintechs</em>&nbsp;e inovação, com o uso intensivo de IA e&nbsp;<em>big data</em>&nbsp;acelerando a tomada de decisões.</p>



<p>Simultaneamente, a área de&nbsp;<strong>compliance/auditoria/controles internos</strong>&nbsp;e a especialização em regulamentação BACEN e CVM estão entre as áreas funcionais com maior demanda. “A convergência entre a IA e o compliance não é uma opção, é um imperativo estratégico,” afirma Gustavo Tremel, CEO da VAAS, startup especialista em gestão de risco inteligente.</p>



<p>Tremel conta que enquanto a Robert Half mostra que o mercado carece de profissionais que entendam e executem a tecnologia, a VAAS oferece a solução. “Utilizamos IA preditiva e&nbsp;<em>machine learning</em>&nbsp;para automatizar o monitoramento de riscos, garantindo a conformidade regulatória (PLD/KYC) em tempo real. Na prática,&nbsp; a plataforma funciona como uma extensão tecnológica do time de risco e compliance, superando a dificuldade do mercado em encontrar talentos que dominem tanto a tecnologia quanto a regulamentação”, explica Tremel.</p>



<p>Hoje, a startup catarinense atende diretamente aos segmentos mais dinâmicos do mercado, como bancos digitais,&nbsp;<em>fintechs</em>&nbsp;e empresas de meios de pagamento – listados pela Robert Half como os que mais contratam.</p>



<p>“O mercado está sendo forçado a integrar tecnologia de ponta para navegar na complexidade regulatória e na velocidade das transações. Não apenas acompanhamos essa tendência, mas a impulsionamos, transformando a IA em governança e a governança em valor para o cliente” conclui o CEO da VAAS.</p>



<p><strong>Sobre o Guia Salarial Robert Half 2026</strong></p>



<p>O Guia Salarial Robert Half 2026 apresenta faixas salariais para mais de 300 cargos em diversos setores da economia e as tendências que dominarão o mercado nos próximos meses.</p>



<p>A edição do guia lançado neste início de novembro, destaca que o mercado financeiro brasileiro segue em rápida transformação: enquanto enfrenta desafios tradicionais, como inflação persistente e juros elevados, ganha força um ecossistema impulsionado pela inovação.&nbsp;De acordo com&nbsp;<em>headhunters</em>&nbsp;da consultoria, a atualização constante dos profissionais é fundamental devido a fatores como a reforma tributária e normativas internacionais.</p>



<p><br>“O mercado carece de profissionais que, independente de estarem lá neste momento tendo a possibilidade de apertar um botão, consigam entender e se necessário executar tudo que hoje a tecnologia propõe. É preciso ter cuidado para não se deixar levar pela facilidade da tecnologia e abandonar competências essenciais”, orienta Ana Carla Guimarães, diretora da Robert Half.&nbsp;</p>



<p><strong>Sobre a VAAS</strong></p>



<p>A VAAS é uma empresa de tecnologia especializada em gestão de risco inteligente. Sua plataforma ajuda equipes a automatizar processos, unificar a gestão de riscos e tomar decisões com mais agilidade, autonomia e precisão. Fundada em Florianópolis e com presença em São Paulo, a VAAS combina experiência em inovação com soluções escaláveis, desenvolvidas para acompanhar as constantes evoluções do mercado de risco,&nbsp;<em>compliance</em>&nbsp;e crédito. Para mais informações, basta acessar o site&nbsp;<a href="https://vaas.live/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">vaas.live</a>.</p>
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		<item>
		<title>VAAS leva gestão inteligente de risco ao CMS Financial Innovation 2025</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2025/11/vaas-leva-gestao-inteligente-de-risco-ao-cms-financial-innovation-2025/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Grayce Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 18:42:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[CMS Financial Innovation]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de risco]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[Setor Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[VAAS]]></category>
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					<description><![CDATA[Startup catarinense apresentará plataforma com IA integrada dedicada à gestão de risco; edição deste ano debate o tema  "Inteligência Open: o código do futuro financeiro".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A VAAS, startup catarinense especialista em gestão inteligente de risco, estará presente no evento CMS Financial Innovation 2025, que ocorre no dia 12 de novembro&nbsp;no Arca,&nbsp;em São Paulo/SP, com&nbsp;foco na temática &#8220;Inteligência Open: o código do futuro financeiro&#8221;. A participação da empresa reforça a relevância de sua tecnologia no setor financeiro, posicionada em um momento estratégico após ser reconhecida em um relatório global como uma das principais startups brasileiras a serem observadas para 2026 (<a href="https://reports.cuanticovp.com/cuantico-vp-identifies-brazils-top-startups-to-watch-for-2026/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Cuantico VP Identifies Brazil’s Top Startups to Watch for 2026</a>).</p>



<p>A proposta central da empresa é transformar a gestão de risco, que historicamente sofre com a fragmentação e baixa produtividade, tendo a inovação como aliada. A VAAS desenvolveu agentes de inteligência artificial (IA) dedicados, e desbloqueou o potencial dessa tecnologia para otimizar os fluxos de trabalho de conformidade e onboarding, permitindo que empresas combatam fraudes e atendam às exigências regulatórias.</p>



<p>A plataforma da VAAS utiliza seus agentes de IA, que atuam como “agentes de decisão”, para otimizar e unificar os fluxos de decisão de risco no ambiente corporativo. Entre os benefícios, destaque para a redução do tempo de análise,automatização de tarefas operacionais e repetitivas, e tomadas de decisão mais ágeis e seguras.</p>



<p>Segundo Gustavo Tremel, CEO da VAAS, a gestão inteligente de risco não se baseia em mais regras, mas sim em usar a inteligência para decidir melhor. “A nossa tecnologia foca em modelos que são auditáveis, rastreáveis e adaptáveis ao contexto de cada empresa, seja ela do setor financeiro, de energia, seguros, varejo, educação etc.”, explica o executivo.</p>



<p><strong>IA e&nbsp;<em>compliance</em>: da burocracia à eficiência</strong></p>



<p>Tremel conta que em um cenário onde a conformidade regulatória e a prevenção a fraudes são cruciais, a VAAS se destaca por unificar diversas análises de risco (como transacional, crédito, KYC &#8211; Conheça Seu Cliente, KYS &#8211; Conheça Seu Fornecedor e due diligence) em um único ambiente. “Neste cenário, a tecnologia se torna uma ferramenta estratégica, impulsionada pela necessidade de escalar operações com segurança”, conclui o CEO da VAAS.</p>



<p><strong>Sobre a VAAS</strong></p>



<p>A VAAS é uma empresa de tecnologia especializada em gestão de risco inteligente. Sua plataforma ajuda equipes a automatizar processos, unificar a gestão de riscos e tomar decisões com mais agilidade, autonomia e precisão. Fundada em Florianópolis e com presença em São Paulo, a VAAS combina experiência em inovação com soluções escaláveis, desenvolvidas para acompanhar as constantes evoluções do mercado de risco, compliance e crédito. Mais informações estão disponíveis no site&nbsp;<a href="http://vaas.live/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">vaas.live</a>.</p>
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		<item>
		<title>Jovens de Ratones celebram formatura em projeto social apoiado pela VAAS</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2025/11/jovens-de-ratones-celebram-formatura-em-projeto-social-apoiado-pela-vaas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Grayce Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 00:53:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade em Movimento]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Muay Thai]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Social]]></category>
		<category><![CDATA[Ratones]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade Social]]></category>
		<category><![CDATA[startup]]></category>
		<category><![CDATA[VAAS]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa tem o Muay Thai como veículo de transformação social; formatura ocorreu no último fim de semana, na sede da AMORA, em Florianópolis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O projeto social Comunidade em Movimento realizou no último sábado (01/11), no bairro Ratones, a graduação de Muay Thai de 30 jovens atendidos pela iniciativa. A celebração ocorreu na sede da Associação de Moradores de Ratones (AMORA), que promove o projeto em parceria com o professor Azor Emmanuel El Achkar e com apoio da startup VAAS.</p>



<p>O Comunidade em Movimento teve início em agosto de 2024, e tem o Muay Thai como veículo de transformação social. A iniciativa oferece aos jovens da região novas oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional por meio de atividades educativas, esportivas e de cidadania.&nbsp;</p>



<p>“O projeto já impactou dezenas de famílias da comunidade. Mais do que formar alunos, queremos formar cidadãos conscientes e preparados para o futuro”, afirma o professor Azor.</p>



<p>Os treinos acontecem na AMORA, em Florianópolis/SC. Atualmente, o projeto Comunidade em Movimento tem duas turmas, com 20 vagas cada para a comunidade. A primeira, com alunos de 08 a 14 anos, e a segunda atende o público masculino com idade entre 14 e 18 anos, e o público feminino a partir de 14 anos. &nbsp;</p>



<p>Interessados em participar do projeto devem se inscrever na sede da AMORA (Estrada Intendente Antônio Damasco, n.º 3.790), nos dias de treino: segundas e quartas, das 17h30 às 21h30. A inscrição é gratuita. Mais informações estão disponíveis no perfil <a href="https://www.instagram.com/azorrr" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">@azorrr</a>, do professor Azor Emmanuel El Achkar, no Instagram.  </p>



<p><strong>Apoio institucional</strong></p>



<p>A VAAS, startup catarinense especialista em gestão de risco inteligente, acredita no poder da tecnologia e da educação como motores de impacto positivo. O apoio a projetos como o Comunidade em Movimento faz parte do compromisso público da empresa de contribuir com o desenvolvimento das comunidades de Florianópolis. Mais informações sobre a VAAS e suas iniciativas estão disponíveis no site <a href="https://vaas.live" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">vaas.live</a>.</p>
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