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	<title>sustentabilidade &#8211; Jornal Tribuna</title>
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	<description>O seu portal de notícias e artigos científicos</description>
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		<title>Estudo aponta os melhores locais para cultivo de ostras e reforça Florianópolis como referência em sustentabilidade e inovação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Davi Paes e Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 13:07:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[cultivo de ostras]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudos recentes sobre maricultura têm reforçado a importância da escolha criteriosa dos locais para o cultivo de ostras, considerando fatores como qualidade da água, salinidade, circulação marinha e equilíbrio ambiental.]]></description>
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<p>Estudos recentes sobre maricultura têm reforçado a importância da escolha criteriosa dos locais para o cultivo de ostras, considerando fatores como qualidade da água, salinidade, circulação marinha e equilíbrio ambiental. Esses elementos são determinantes para o desenvolvimento saudável do molusco, impactando diretamente na qualidade do produto final e na sustentabilidade da atividade.</p>



<p>Nesse cenário, Florianópolis consolida-se como um dos principais pólos de produção de ostras do Brasil, aliando inovação, conhecimento técnico e responsabilidade ambiental. A capital catarinense se destaca não apenas pelo volume produzido, mas principalmente pelo modelo de cultivo sustentável, que respeita os ecossistemas marinhos e fortalece a economia local.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1000422619-1024x1024.jpg" alt="Divulgação" class="wp-image-190862" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1000422619-1024x1024.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1000422619-300x300.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1000422619-150x150.jpg 150w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1000422619-768x768.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1000422619-696x696.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1000422619-1068x1068.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1000422619.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Divulgação</figcaption></figure>



<p>Inserida nesse contexto de excelência está a Fazenda de Ostras Freguesia, localizada em Santo Antônio de Lisboa, um dos berços da maricultura catarinense. O empreendimento tornou-se referência ao unir técnicas modernas de cultivo, cuidado ambiental e valorização da cultura açoriana, transformando a produção de ostras também em uma experiência gastronômica e turística.</p>



<p>À frente da fazenda, Leonardo Costa é hoje um dos nomes mais reconhecidos quando o assunto é cultivo de ostras em Santa Catarina. Sua atuação tem contribuído para a difusão de boas práticas na maricultura, reforçando a importância da atividade como alternativa econômica sustentável para comunidades costeiras.</p>



<p>Recentemente, a Fazenda de Ostras Freguesia ganhou projeção nacional ao ser destaque em reportagem exibida pelo programa Globo Rural, na TV Globo, na qual Leonardo Costa concedeu entrevista abordando o processo de cultivo, os cuidados com o meio ambiente e os avanços tecnológicos aplicados à produção de ostras na região. A participação no programa reforça a autoridade e a notoriedade da fazenda como referência no setor.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="916" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1000422615-1024x916.jpg" alt="Divulgação" class="wp-image-190863" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1000422615-1024x916.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1000422615-300x268.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1000422615-768x687.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1000422615-696x623.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1000422615-1068x955.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1000422615.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Divulgação</figcaption></figure>



<p>A produção de ostras em Florianópolis é reconhecida por seu baixo impacto ambiental e por contribuir diretamente para a qualidade da água, já que as ostras atuam como filtros naturais. Além disso, a atividade vem incorporando inovação, gestão eficiente e turismo de experiência, agregando valor ao produto e ampliando sua presença na gastronomia local e nacional.</p>



<p>A Fazenda de Ostras Freguesia representa esse novo momento da maricultura catarinense: um modelo que alia tradição, sustentabilidade, inovação e visibilidade, projetando Florianópolis como um território de excelência no cultivo de ostras e referência para o Brasil.</p>



<p>Fotos: Divulgação</p>
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		<title>Cúpula climática em Belém reúne chefes de Estado e reforça pressão por mais recursos para as florestas tropicais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 19:07:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo de Paris]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda 2030]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência da ONU sobre o Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência do Clima 2025]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
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		<category><![CDATA[Cúpula do Clima Belém]]></category>
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		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças Climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Transição Energética]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento global será realizado em Belém e coloca o país no centro das discussões sobre transição verde, financiamento climático e preservação ambiental O Brasil volta a ser protagonista nas discussões climáticas globais com a realização da COP30, marcada para 2025 em Belém (PA). A cúpula promete reunir líderes mundiais, cientistas e organizações internacionais para debater [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Evento global será realizado em Belém e coloca o país no centro das discussões sobre transição verde, financiamento climático e preservação ambiental</strong></p>



<p>O Brasil volta a ser protagonista nas discussões climáticas globais com a realização da <strong>COP30</strong>, marcada para 2025 em <strong>Belém (PA)</strong>. A cúpula promete reunir líderes mundiais, cientistas e organizações internacionais para debater o futuro do planeta — com foco especial nas florestas tropicais e na redução de emissões de carbono.</p>



<p>Com a Amazônia ocupando lugar central na agenda ambiental, o país se prepara para propor novos mecanismos de <strong>financiamento sustentável</strong>, especialmente através dos <strong>fundos para a floresta</strong>. A expectativa é de que o evento gere acordos concretos para o fortalecimento de políticas de conservação e incentivo a economias verdes na região.</p>



<p>Nos bastidores, diplomatas avaliam que a COP30 será decisiva para reposicionar o Brasil como <strong>liderança climática global</strong>, após anos de oscilações na política ambiental. “O mundo estará olhando para o Brasil, e a forma como o país conduzirá essa conferência pode definir os rumos da cooperação internacional”, afirma uma fonte ligada à organização.</p>



<p>Além dos compromissos governamentais, a conferência deve movimentar o setor privado, com empresas e investidores voltados à <strong>transição energética</strong> e à <strong>compensação de carbono</strong>. Grandes fundos internacionais sinalizam interesse em ampliar aportes em projetos de reflorestamento e tecnologia limpa, desde que haja transparência e garantias socioambientais.</p>



<p>Belém, cidade escolhida para sediar o encontro, já vive um processo de adaptação para receber milhares de visitantes e delegações estrangeiras. O evento também é visto como oportunidade de <strong>desenvolvimento regional</strong> e de fortalecimento da imagem do Brasil como potência ambiental.</p>



<p>Enquanto os preparativos avançam, organizações da sociedade civil alertam para o desafio de transformar discursos em resultados práticos. “A COP30 precisa deixar um legado duradouro para a Amazônia, não apenas promessas”, pontua um representante de uma ONG ambiental.</p>



<p>A <strong>Cúpula Climática</strong> representa, portanto, mais do que um evento diplomático: é um marco simbólico do papel do Brasil na construção de um futuro sustentável, equilibrando crescimento econômico e preservação ambiental.</p>



<p></p>
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		<title>Joinville inaugura Usina de Recuperação Energética com capacidade para transformar 110 toneladas de resíduos por dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Davi Paes e Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 18:49:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[vektor energia]]></category>
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					<description><![CDATA[A estrutura, que recebeu investimento de R$ 127 milhões, deve reduzir em 25% o volume de lixo destinado ao aterro sanitário; representantes da Vektor Energia participaram da inauguração

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na última terça-feira (30/09), a cidade de Joinville (SC) deu um passo importante rumo à sustentabilidade com a inauguração da&nbsp;Usina de Recuperação Energética (URE), da Ambiental Joinville. O empreendimento tem capacidade para&nbsp;<strong>transformar&nbsp;</strong><strong>110 toneladas de resíduos por dia</strong><strong>&nbsp;em composto destinado à produção de energia elétrica</strong>.</p>



<p>Com investimento de&nbsp;<strong>R$ 127 milhões</strong>, viabilizados por meio da tarifa de limpeza urbana, a usina deve reduzir em&nbsp;25%&nbsp;o volume de resíduos enviados ao aterro sanitário da cidade, contribuindo para ampliar a vida útil do espaço e para fortalecer a agenda de inovação em gestão de resíduos sólidos.</p>



<p>A cerimônia contou com a presença de autoridades locais, representantes da Ambiental Joinville e profissionais ligados ao setor energético. Entre os convidados, estiveram&nbsp;<strong>Thiago Girardi</strong>, sócio-fundador e diretor de Operações da&nbsp;<strong><a href="http://instagram.com/vektorenergia" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Vektor Energia</a></strong>, e&nbsp;<strong>André Luiz da Silva</strong>, gerente da Vektor Geração Distribuída.</p>



<p>Segundo Thiago Girardi, acompanhar o início das operações da usina reforça a relevância de projetos que unem inovação e responsabilidade ambiental.</p>



<p>“Prestigiar a inauguração da URE Joinville, um marco relevante para a cidade e para o setor de energia, foi uma oportunidade de reconhecer a importância de iniciativas que promovem inovação, eficiência e sustentabilidade. Parabenizo a Ambiental Joinville e a Prefeitura Municipal de Joinville pela concretização deste projeto, que certamente trará benefícios significativos para toda a comunidade. A Vektor Energia se orgulha em acompanhar conquistas como essa”, destacou.</p>



<p>Com a nova estrutura, Joinville se posiciona como referência regional em soluções de reaproveitamento de resíduos para geração de energia, abrindo caminho para novos modelos de inovação no setor.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" data-id="5842" src="https://cidadenoar.com/wp-content/uploads/sites/22/2025/10/Inauguracao-da-URE-Joinville-Ambiental-primeira-geradora-de-energia-renovavel-da-America-Latina-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-5842" /><figcaption class="wp-element-caption">Inauguração da URE Joinville Ambiental, primeira geradora de energia renovável da América Latina</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" data-id="5841" src="https://cidadenoar.com/wp-content/uploads/sites/22/2025/10/A-cerimonia-contou-com-a-presenca-de-autoridades-locais-representantes-da-Ambiental-Joinville-e-profissionais-ligados-ao-setor-energetico-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-5841" /><figcaption class="wp-element-caption">A cerimônia contou com a presença de autoridades locais, representantes da Ambiental Joinville e profissionais ligados ao setor energético</figcaption></figure>
</figure>
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		<title>Vektor aposta em soluções para carros elétricos e projeta crescimento de 22% em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Davi Paes e Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 17:34:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[exprotel]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[vektor]]></category>
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					<description><![CDATA[Empresa de Joinville (SC) marcou presença na Encatho &#38; Exprotel, em Florianópolis, com foco em carregadores veiculares para o setor hoteleiro e geração distribuída

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A transição energética e o avanço dos veículos elétricos ganharam protagonismo na edição 2025 da Encatho &amp; Exprotel, tradicional evento voltado ao setor hoteleiro realizado em Florianópolis (SC) na última semana. Entre os expositores que se destacaram está a&nbsp;<a href="http://instagram.com/vektorenergia" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Vektor Energia</a>, gestora de energia de Joinville que tem apostado em ampliar seu portfólio de soluções, com foco em carregamento veicular, geração distribuída e novos modelos de gestão para o mercado de energia.</p>



<p>Esta foi a quarta participação consecutiva da empresa no evento, e, segundo o CEO da Vektor, Sandro Bittencourt de Souza, a edição marcou uma virada estratégica para atender a demandas reais dos clientes.</p>



<p>“A maior procura por carregadores para carros elétricos veio dos nossos próprios clientes. Muitos hoteleiros nos relataram perda de hóspedes justamente por não oferecerem essa estrutura. Foi a partir dessa demanda que nos unimos à Automa, uma startup catarinense pioneira no desenvolvimento de carregadores 100% nacionais”, explica Sandro.</p>



<p><strong>Menos de 10% dos hotéis catarinenses têm carregadores</strong></p>



<p>Dados levantados pela própria Vektor mostram o tamanho do desafio — e da oportunidade: dos cerca de 1.200 hotéis e pousadas de Santa Catarina, apenas 85 já possuem carregadores para carros elétricos. Destes, somente cinco são empreendimentos de alto padrão.</p>



<p>A parceria com a Automa, oficializada comercialmente durante a última edição da ExpoGestão, prevê a instalação de carregadores inteligentes, com suporte técnico local e integração via aplicativo, permitindo que o hóspede acompanhe o carregamento diretamente do quarto.</p>



<p>“Atualmente, o Brasil conta com cerca de 250 mil carros elétricos. Santa Catarina já é o quinto maior mercado do país, e os hoteleiros estão atentos a esse movimento. Por isso, nos unimos à Automa para atender essa demanda”, destaca o executivo.</p>



<p>A expectativa da Vektor Energia é triplicar o número de hotéis atendidos até 2027, com uma meta inicial de instalar a solução em 50 unidades já presentes na carteira da Vektor. Em dois dias de feira, foram captadas cerca de 40 solicitações de estudo de viabilidade para novas instalações.</p>



<p><strong>Soluções para residências e empreendimentos menores</strong></p>



<p>Durante a Encatho, a Vektor também apresentou seu novo programa de Geração Distribuída, voltado a residências, pousadas, restaurantes e pequenos comércios conectados à rede de baixa tensão, um público que ainda não pode migrar para o Mercado Livre de Energia.</p>



<p>“O programa é uma alternativa para quem não quer ou não pode investir em energia solar. Esses consumidores se vinculam a uma usina específica, e tudo o que ela injeta na rede gera créditos proporcionais à energia consumida. Não é uma venda direta, mas um modelo de crédito”, explica Sandro.</p>



<p>A economia é garantida e pode chegar a 20%, variando conforme a bandeira tarifária. “É uma solução simples, sem investimento inicial e com previsibilidade de economia”, completa o executivo.</p>



<p><strong>Projeção de crescimento e foco no longo prazo</strong></p>



<p>A Vektor projeta crescimento entre 20% e 22% em 2025, principalmente em número de clientes. Hoje, a empresa atende cerca de 500 empresas, sendo que 10% pertencem ao setor hoteleiro, um percentual que a empresa pretende expandir gradualmente.</p>



<p>Com foco na gestão inteligente de energia, na conectividade das soluções e na confiança do pós-venda, a Vektor reforça sua atuação como uma gestora independente que prioriza o&nbsp;<em>timing</em>&nbsp;certo para cada cliente.</p>



<p>“Mais do que vender energia, nosso objetivo é entregar soluções completas, com transparência e sustentabilidade. Estamos criando uma base sólida para o futuro da mobilidade elétrica e da energia descentralizada em Santa Catarina”, conclui o CEO.</p>
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		<title>Grupo Pereira doa mais de 100 mil mudas de árvores para novos colaboradores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Davi Paes e Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 00:03:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Doação dárvores]]></category>
		<category><![CDATA[grupo pereira]]></category>
		<category><![CDATA[supermercados]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A quantidade doada é capaz de ocupar 127 campos de futebol tamanho padrão; iniciativa faz parte de um conjunto de ações de sustentabilidade do sétimo maior grupo supermercadista do país

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Através do programa “Batismo Verde”, cada novo funcionário do Grupo Pereira recebe uma muda de árvore quando é contratado. Agora, a companhia, que é o sétimo maior grupo supermercadista do país, acaba de alcançar um marco expressivo em sua agenda de sustentabilidade: já foram entregues 100 mil mudas para os novos funcionários&nbsp;<strong>&#8211; seis mil só neste ano</strong>. A iniciativa ajuda a promover reflorestamento urbano e conservação da biodiversidade.</p>



<p>A título de comparação, o Parque do Ibirapuera, em São Paulo, possui uma área de cerca de 158 hectares ou 1 584 000 m², com cerca de 15 mil árvores. Ou seja, as árvores doadas pelo Grupo Pereira seriam suficientes para ocupar cerca de 7 parques do Ibirapuera. Já na comparação com campos de futebol tamanho padrão, a quantidade de mudas doadas daria para preencher 127 campos.</p>



<p>“Acreditamos que cada colaborador pode ser um multiplicador da sustentabilidade. O Batismo Verde é um programa muito simbólico! Através da doação de mudas de árvores, como ipês e jacarandá, conectamos nosso time e nossa empresa a um propósito maior: cuidar do planeta”, afirma Beto Pereira, presidente do Grupo Pereira.</p>



<p><strong>Sobre o Grupo Pereira</strong></p>



<p>Fundado em 1962, na cidade de Itajaí, em Santa Catarina, o Grupo Pereira completa 63 anos de história em 2025. Atualmente, conta com 22 mil funcionários nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal.</p>



<p>O <a href="https://www.grpereira.com.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Grupo Pereira </a>tem <strong>173 unidades de negócio</strong>, incluindo 31 lojas da rede de supermercados Comper, <strong>68 lojas do Fort Atacadista</strong> (atacarejo), 7 lojas Schmit, 18 unidades do restaurante Trudy’s e uma steakhouse, 3 filiais do Atacado Bate Forte (atacadista de distribuição), 27 lojas SempreFort (varejo farmacêutico), um Broker – distribuidor oficial da Nestlé -, 5 agências de viagens, 2 postos de combustível e um Centro de Distribuição. Além disso, o Grupo Pereira completa seu ecossistema de soluções ao incluir o braço logístico Perlog e os serviços financeiros do Vuon, que inclui o private label Vuon Card, com mais de <strong>1,4 milhão de cartões emitidos</strong>, além de gift cards, seguros e assistência odontológica.</p>



<p>O Grupo Pereira é o primeiro varejista brasileiro a ser contemplado com o selo CAFE (Certified Age Friendly Employer), concedido pelo norte-americano Age Friendly Institute a empresas que promovem a contratação e retenção de funcionários 50+.</p>
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		<item>
		<title>Bahia é primeiro destino de nova montadora chinesa que acaba de desembarcar no Brasil</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2025/03/bahia-e-primeiro-destino-de-nova-montadora-chinesa-que-acaba-de-desembarcar-no-brasil-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Direto de PE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 17:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aion Y]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[carro elétrico]]></category>
		<category><![CDATA[carros do futuro]]></category>
		<category><![CDATA[concessionária]]></category>
		<category><![CDATA[GAC]]></category>
		<category><![CDATA[GAC Dinastia]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Indiana]]></category>
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		<category><![CDATA[inovação automotiva]]></category>
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		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[nova montadora]]></category>
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		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia chinesa]]></category>
		<category><![CDATA[veículos elétricos]]></category>
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					<description><![CDATA[A GAC (lê-se Di Ei Ci) está entre as líderes do setor automotivo chinês e será representada em território baiano pela GAC Dinastia, que será a mais nova concessionária do Grupo Indiana Foto: Divulgação/ Grupo Indiana Será inaugurada em breve, em Salvador, a concessionária Dinastia, da montadora GAC. O anúncio foi realizado no último sábado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>A GAC (lê-se Di Ei Ci) está entre as líderes do setor automotivo chinês e será representada em território baiano pela GAC Dinastia, que será a mais nova concessionária do Grupo Indiana</em></p>



<p>Foto: Divulgação/ Grupo Indiana</p>



<p>Será inaugurada em breve, em Salvador, a concessionária Dinastia, da montadora GAC. O anúncio foi realizado no último sábado (15) pelo Grupo Indiana, minutos antes de Gilberto Gil subir ao palco na Arena Fonte Nova para abertura de sua última turnê da carreira, “Tempo Rei”.</p>



<p>Em um stand montado na área interna do estádio, representantes do Grupo baiano apresentaram em um evento para convidados o Aion Y, um dos modelos que serão comercializados pela marca no Brasil. O veículo elétrico tem autonomia superior a 300km e oferece conforto e requinte, que são marcas da montadora.</p>



<p>De acordo com a direção do Grupo Indiana, &#8220;a chegada da GAC Dinastia representa um marco para o setor automotivo na Bahia. Vamos oferecer veículos que unem inovação, segurança, qualidade e sustentabilidade, trazendo ao consumidor baiano uma nova experiência de compra e pós-venda&#8221;.</p>



<p>A iniciativa reafirma o compromisso do Grupo Indiana em oferecer tecnologia de ponta, inovação e atendimento de excelência, consolidando sua posição como referência no segmento automotivo no estado. Com a expertise de mais de 45 anos do Grupo Indiana, a GAC Dinastia trará ao público uma linha completa de veículos que combinam design moderno, eficiência energética e tecnologia de última geração.</p>



<p>Com a chegada da GAC Dinastia, Salvador se posiciona na linha de frente da transformação automotiva no Brasil. A nova concessionária reforça o protagonismo do Grupo Indiana, que há décadas lidera o setor na Bahia, oferecendo qualidade, inovação e excelência em atendimento.</p>



<p><em>GAC:</em> A companhia se consolidou como uma das principais montadoras da China e do mundo. Em 2024, a empresa foi a sexta maior fabricante de veículos na China, com mais de 2 milhões de unidades produzidas. A marca também é conhecida por sua parceria com gigantes como Toyota, Honda e Mitsubishi, para as quais produz veículos.</p>



<p>Com um investimento divulgado de R$ 5,5 bilhões no Brasil, a GAC inicia sua operação no país com seis lançamentos planejados para 2025, abrangendo modelos elétricos, híbridos, híbridos plug-in e a combustão. A expectativa é que a produção nacional se inicie em 2026, fortalecendo ainda mais a presença da marca no país.</p>
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		<title>Economia circular pode gerar um ganho de US$108 bilhões para a economia global até 2050</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniella Pimenta]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 19:02:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A economia circular está ganhando cada vez mais espaço no mundo empresarial, apresentando-se como uma solução sustentável e lucrativa para os desafios ambientais e econômicos. Diferente do modelo tradicional de produção e descarte, a economia circular propõe o reaproveitamento e a extensão do ciclo de vida dos produtos, reduzindo desperdícios e promovendo a eficiência de [&#8230;]]]></description>
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<p>A economia circular está ganhando cada vez mais espaço no mundo empresarial, apresentando-se como uma solução sustentável e lucrativa para os desafios ambientais e econômicos. Diferente do modelo tradicional de produção e descarte, a economia circular propõe o reaproveitamento e a extensão do ciclo de vida dos produtos, reduzindo desperdícios e promovendo a eficiência de recursos.</p>



<p>Segundo o <a href="https://www.iswa.org/wp-content/uploads/2024/07/ISWA-UNEP-GWMO2024-Exec-Summary-A4.pdf" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">relatório</a> da ONU e da International Solid Waste, a economia circular pode gerar um ganho de US$108 bilhões para a economia global até 2050. Esse modelo não só representa uma mudança fundamental na forma como consumimos, mas também abre um leque de possibilidades para inovar em produtos e processos.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“A transição para a economia circular não é apenas uma escolha sustentável, mas uma decisão estratégica para empresas que desejam reduzir custos, inovar e conquistar novos mercados. A reutilização de bens e ativos pode representar um diferencial competitivo significativo, permitindo que os negócios operem de forma mais eficiente e responsável”, destaca o CEO da plataforma Kwara, plataforma que realiza a venda de bens, produtos e ativos , Thiago da Mata.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Por que a economia circular é um caminho sem volta?</strong></p>



<p>A economia circular já está presente em diversas iniciativas do cotidiano. As companhias, por exemplo, estão aproveitando a logística reversa como uma fonte de renda adicional, reaproveitando bens e ativos que antes eram descartados.</p>



<p>Esse movimento também tem sido impulsionado pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, e se mostra tão fundamental atualmente que, em junho do último ano, o Governo Federal lançou o documento <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/decreto/D12082.htm" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Estratégia Nacional de Economia Circular</a>, que busca promover o uso eficiente dos recursos naturais e redesenho das cadeias produtivas e dos produtos, incentivando a regeneração da natureza.</p>



<p>“Ao repensar o ciclo de vida dos bens, as empresas podem economizar recursos, melhorar sua imagem de marca e, o mais importante, contribuir para um planeta mais saudável”, ressalta Thiago da Mata.</p>



<p><strong>Transformando desafios em oportunidades: da teoria à prática</strong></p>



<p>Para o CEO da Kwara, a economia circular e o reuso de bens não são apenas tendências ou modismos; são conceitos fundamentais para o futuro dos negócios sustentáveis e alinhados às práticas ESG. “Esses conceitos já estão transformando a forma como as empresas operam, geram valor e se relacionam com seus consumidores e com o planeta”, afirma.</p>



<p>Por exemplo, um negócio que antes descartava os bens que retornavam de logística reversa &#8211; quando uma compra retorna, é devolvida pelo cliente- agora a empresa pode transformar esse desafio e, por vezes, prejuízo em receita adicional por meio de empresas especializadas neste serviço, que oferece esses itens ao consumidor com valores mais acessíveis.</p>



<p>“Isso se traduz não somente em um benefício ambiental, mas também em uma oportunidade econômica. Os negócios alinhados à economia circular não apenas reduzem sua pegada ambiental, mas também geram novas oportunidades de negócios”, comenta. <strong>Mas como fazer isso de forma efetiva?</strong></p>



<p><strong>Economia circular e gestão de ativos corporativos</strong></p>



<p>Tem crescido exponencialmente a comercialização de itens de empresas que estão trocando estoques, realizando desativações, modificando mobiliário, frota de veículos ou equipamentos, produtos de logística reversa, entre outros, sobretudo no formato de leilões online ou presenciais.</p>



<p>“Dessa maneira, os negócios têm a oportunidade não apenas de liberar capital rapidamente, mas também de otimizar seus recursos de forma mais eficaz. É uma abordagem essencial para empresas que buscam agilidade, eficiência e lucratividade, além de, obviamente, fomentar a economia circular e reúso de bens, ativos e produtos com o menor impacto socioambiental possível, fazendo com que os bens e produtos encontrem um novo propósito e gerem novas oportunidades”, pontua Da Mata.</p>



<p><strong>Soluções inteligentes: como se beneficiar da circularidade</strong></p>



<p>Empreendedores em expansão, reformas ou modernizações podem se beneficiar ao adquirir bens reutilizados. “Muitas empresas disponibilizam itens em excelente estado ou até mesmo novos, possibilitando economia sem abrir mão da qualidade. Desde cadeiras para um novo escritório até equipamentos como computadores e impressoras, essa é uma solução inteligente e sustentável”, explica o CEO da Kwara.</p>



<p>Além dos benefícios financeiros, essa prática fortalece o compromisso com as práticas ESG, demonstrando responsabilidade ambiental e social. Em um cenário de custos operacionais elevados e recursos cada vez mais escassos, a circularidade se torna uma ferramenta essencial para melhorar a eficiência financeira.</p>



<p>“A economia circular e o reaproveitamento de bens não são apenas respostas pontuais para desafios ambientais, mas estratégias transformadoras para empresas de qualquer setor. A pergunta não é mais se sua empresa deve adotar esse conceito, mas quando. O futuro é circular – e os negócios que souberem se adaptar estarão à frente dessa nova era”, finaliza Thiago.</p>
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		<title>Gisele Bündchen, Xuxa, Aline Matulja: brasileiros elegem as celebridades e influencers mais lembrados quando o assunto é sustentabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Laura Fassina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Mar 2025 18:06:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[impacto]]></category>
		<category><![CDATA[influenciers]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados são do novo estudo da Bulbe, que buscou entender os nomes frequentemente associados à pauta sustentável no país Dados são do novo estudo da Bulbe, que buscou entender os nomes frequentemente associados à pauta sustentável no país Gisele Bündchen, Luciano Huck, Xuxa.&#160;Se, enquanto acompanhava algum desses artistas, você já se sentiu incentivado a adotar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Dados são do novo estudo da Bulbe, que buscou entender os nomes</em> <em>frequentemente associados à pauta sustentável no país</em></p>



<p><em>Dados são do novo estudo da Bulbe, que buscou entender os nomes</em> <em>frequentemente associados à pauta sustentável no país</em></p>



<p><strong>Gisele Bündchen, Luciano Huck, Xuxa.&nbsp;</strong>Se, enquanto acompanhava algum desses artistas, você já se sentiu incentivado a adotar hábitos e posturas sustentáveis, saiba que está longe de ser o único: é que, durante um estudo recente, que analisou a relação de diferentes personalidades da mídia com o comprometimento ambiental,&nbsp;<strong>esses foram os três nomes brasileiros mais citados quando o assunto é representar a pauta sustentável&nbsp;</strong>— e quem os elegeu foram os brasileiros.&nbsp;</p>



<p>Os dados acabam de ser divulgados pela Bulbe,&nbsp;<a href="https://bulbeenergia.com.br/blog/celebridades-sustentaveis/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">plataforma de energia solar</a>&nbsp;por assinatura que, nos últimos dias, pediu que entrevistados de todas as regiões compartilhassem suas relações com artistas engajados com a causa sustentável, entre os famosos mais inspiradores, o impacto de seus posicionamentos e, ainda, o que é possível aprender com tais celebridades.&nbsp;</p>



<p>À especialista por trás da pesquisa,&nbsp;<strong>cerca de 80% dos entrevistados revelaram não só acompanhar artistas e influenciadores ativos ambientalmente</strong>, mas que já aprenderam sobre consumo consciente (24,4%), reciclagem (18,1%) e proteção da fauna e flora (17%) via celebridades, além de defenderem:<strong>&nbsp;o engajamento de pessoas públicas é essencial para incentivar mudanças climáticas e ambientais hoje, de acordo com 7 em cada 10 participantes.&nbsp;</strong></p>



<p><strong>Influenciadores conquistam notoriedade ao lado das celebridades</strong></p>



<p>Em um momento no qual muito se discute o papel social dos influenciadores e artistas, algo que o levantamento da Bulbe comprova é como,&nbsp;<strong>ao menos no que se refere à sustentabilidade, o que não falta no Brasil são bons exemplos</strong>&nbsp;— sejam eles atores, músicos, apresentadores ou criadores de conteúdo.&nbsp;</p>



<p>Conhecida por seu envolvimento constante com a natureza,&nbsp;<strong>a modelo Gisele Bündchen</strong>&nbsp;(que, aliás, já foi nomeada embaixadora da ONU para o Meio Ambiente e afirma “ter a ecologia como missão de vida”)&nbsp;<strong>foi, entre a maioria dos respondentes, a personalidade nacional mais associada ao assunto.</strong>&nbsp;Não apenas ela, vale dizer: nomes como Luciano Huck, Xuxa e Felipe Neto também apareceram na maior parte das respostas, ao lado de ativistas e “<em>greenfluencers”</em>&nbsp;conhecidos como Luiza Mell e Aline Matulja.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXeC6Hf3a487X2889fxjnehskqByQUyXH07yFEMSvP_DZu9cGL0JYh4fJhmm8WhGeZ_bOYUOdPaBQXeCu_s2BiEpj9ji4auKS4uZuFCIAcG6ATBxeQvFMBEFJ_uOR0iWpU0QIIIz?key=fe6ZlENjdifqsL_5zOPq0Ak_" alt="" /></figure>



<p>Quem também aparece na lista dos ícones da sustentabilidade é a&nbsp;<strong>cantora Anitta, que, de uns anos para cá, tem feito declarações importantes sobre o cuidado com o planeta em eventos e palestras.</strong>&nbsp;Há quatro anos, por exemplo, quando questionada a respeito do tema no encontro “<em>Dear Earth</em>”, promovido pelo Youtube, ela foi enfática: “a natureza tem sempre cuidado de nós. Está na hora de fazermos o mesmo”.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Nosso levantamento mostra a influência que os famosos exercem sobre a opinião pública quando o assunto é sustentabilidade”, comenta o Diretor de Operações da Bulbe, André Mendonça. “Além disso, destaca novos nomes que vêm ganhando notoriedade na pauta verde – pessoas que estão fora do &#8216;showbiz&#8217;, mas que também desempenham um papel extremamente relevante na conscientização ambiental. Esse tipo de influenciador é essencial, especialmente para os jovens&#8221;.</p>



<p><strong>Da reciclagem ao consumo consciente: as lições sustentáveis das celebridades&nbsp;</strong></p>



<p>Como as experiências do público deixam claro, se engana quem pensa que o trabalho de uma personalidade não seja capaz de gerar mudanças sociais significativas, sobretudo em um contexto de debates e discussões sobre a natureza e o futuro do planeta. Na verdade,&nbsp;<strong>muitas vezes, acompanhar alguém que se admira pode ser o impulso inicial para a adoção de práticas sustentáveis…</strong>&nbsp;mesmo aquelas que, à primeira vista, soam simples e sem grandes impactos.&nbsp;</p>



<p>Entre os ouvidos pela Bulbe, por exemplo, acompanhar os famosos citados acima acabou se revertendo, em certos momentos, à obtenção de conhecimentos valiosos — o&nbsp;<strong>consumo consciente</strong>&nbsp;(24,4%), a&nbsp;<strong>reciclagem e redução do desperdício</strong>&nbsp;(18,1%) e a&nbsp;<strong>proteção da fauna e flora</strong>&nbsp;(17%) sendo os mais comuns. Demais assuntos específicos, como<strong>&nbsp;informações sobre energia renovável&nbsp;</strong>(11,9%), também aparecem entre aqueles com que parte dos respondentes tiveram contato através de um<em>&nbsp;influencer</em>&nbsp;ou artista, seja na TV ou nas redes.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXcX7iBuwM7h759xcVWkj81wSBd81ceeBZGLlHdXThF6Ry-oimunlOzjrMH0P2_6f_RKJcsOuYOkjyycY880v_MG_8nDgZbgnw4JrObFGmVsQlkxdveGyKo0SvJY3BfS0jli7kyleg?key=fe6ZlENjdifqsL_5zOPq0Ak_" alt="" /></figure>



<p>Mas, afinal,&nbsp;<strong>qual seria o segredo dos famosos para mobilizar questões tão importantes por meio de seus canais?</strong>&nbsp;Pelo menos para quem as elegeu os ícones da sustentabilidade, a resposta pode ser explicada por três pontos-chave, que supostamente os uniria: o fato de que eles parecem&nbsp;<strong>colocar em prática o que dizem&nbsp;</strong>(26,7%), a capacidade de&nbsp;<strong>usar a influência para atingir as pessoas positivamente</strong>&nbsp;(19,2%) e, por fim, o<strong>&nbsp;compromisso em se envolver continuamente com causa e iniciativas</strong>&nbsp;(18,3%).&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXcxYwnmgUzGB61yi58oNEcACJJ-m_xcw_q65F4QDBizEo7cWx67-MAh_uXP1smUv7g24zwpf84axfIy7VkHrD-ZQKUjY5x09RvwoW-nQ-Mf2k5NhhKFhsIIbUTezCLRxLzcrZ33-Q?key=fe6ZlENjdifqsL_5zOPq0Ak_" alt="" /></figure>



<p><strong>Metodologia&nbsp;</strong></p>



<p>Para identificar quais as celebridades mais sustentáveis do país, nas últimas semanas, a Bulbe entrevistou 500 brasileiros residentes em todas as regiões do país. Ao todo, os respondentes tiveram acesso ao total de 5 questões, que exploraram os nomes mais lembrados no quesito sustentabilidade, o que faz de uma pessoa pública um bom exemplo e os aprendizados ambientais deixados por influenciadores, famosos e criadores de conteúdo. A organização das respostas possibilitou a criação de diferentes rankings, nos quais você confere o percentual de cada alternativa apontada pelos entrevistados.&nbsp;</p>
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			</item>
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		<title>Geopolítica da Pandemia</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2023/10/geopolitica-da-pandemia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[José Ruiz Watzeck]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 02:29:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Científicos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Sinopse:

Este artigo aborda a interconexão crítica entre geopolítica, saúde global e sustentabilidade ambiental no contexto da pandemia de COVID-19. Analisando desde a resposta governamental até a preparação para futuras crises de saúde, o artigo destaca a importância da governança global eficaz e da promoção da sustentabilidade como pilares na prevenção de emergências sanitárias globais. Ao explorar o papel da Organização Mundial da Saúde, a relação entre meio ambiente e saúde, e a transição para uma economia verde, o artigo oferece uma visão abrangente das complexas relações que moldam nossa segurança sanitária e ambiental. Esta obra é uma leitura essencial para aqueles interessados no futuro da saúde global e na construção de um mundo mais resiliente e sustentável.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Introdução</strong></p>



<p>A interseção entre geopolítica, saúde global e sustentabilidade ambiental tem se revelado como um campo de estudo de extrema relevância no contexto da pandemia de COVID-19. Esta crise sanitária, que eclodiu no final de 2019, desencadeou uma série de reflexões sobre como a governança global, a exploração de recursos naturais e a preparação para emergências de saúde estão intrinsecamente entrelaçadas. Este artigo busca aprofundar nossa compreensão dessas complexas relações, analisando desde os primeiros indícios da pandemia até as lições valiosas que podemos extrair para o futuro.</p>



<p>Ao considerarmos o papel fundamental da governança ambiental na prevenção de pandemias, somos levados a refletir sobre como as políticas e regulamentações ambientais desempenham um papel crucial na proteção da saúde das populações. Além disso, a gestão sustentável dos recursos naturais emerge como um pilar essencial na construção de comunidades mais resilientes a crises de saúde globais.</p>



<p>A transição para uma economia verde também se apresenta como uma estratégia promissora na preparação para emergências de saúde. Setores econômicos que abraçam a sustentabilidade não apenas reduzem a pressão sobre os ecossistemas, mas também promovem práticas econômicas mais estáveis e menos vulneráveis a choques externos, como pandemias.</p>



<p>Este artigo se propõe a explorar ainda mais os desafios e as oportunidades que surgem da interseção entre saúde global, geopolítica e meio ambiente. Ao fazê-lo, esperamos contribuir para um diálogo informado e embasado sobre como moldar um futuro mais resiliente e sustentável para a saúde global.</p>



<p><strong>A Geopolítica da Saúde Global: Governança e Cooperação Internacional</strong></p>



<p>A geopolítica da saúde global desempenha um papel crucial na forma como os países respondem a pandemias e emergências de saúde. A capacidade de coordenação e cooperação entre nações torna-se um fator determinante na contenção e mitigação de surtos, destacando a necessidade de uma governança global eficaz.</p>



<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) surge como uma peça central na governança global da saúde. Seu papel na coordenação de esforços internacionais, na disseminação de informações e na orientação de políticas de saúde tem sido amplamente discutido durante a pandemia de COVID-19. No entanto, também é importante considerar os limites de autoridade e os recursos disponíveis para a OMS, bem como os desafios enfrentados na sua capacidade de resposta a crises de saúde globais.</p>



<p><strong>A Interseção entre Meio Ambiente e Saúde: Sustentabilidade como Pilar de Resiliência</strong></p>



<p>A relação entre meio ambiente e saúde é complexa e multifacetada. A degradação ambiental, a perda de biodiversidade e a exploração insustentável de recursos naturais estão diretamente ligadas à emergência de doenças infecciosas. A desflorestação, por exemplo, pode levar à perda de habitats naturais, aumentando a interação entre animais selvagens e humanos e facilitando a transmissão de patógenos.</p>



<p>Neste contexto, a promoção da sustentabilidade não é apenas uma questão ambiental, mas também uma questão de segurança sanitária. A adoção de práticas agrícolas sustentáveis, a conservação de ecossistemas e a transição para fontes de energia limpa são passos cruciais na redução dos riscos associados a futuras pandemias.</p>



<p><strong>Economia Verde e Preparação para Emergências de Saúde: Um Caminho Sustentável</strong></p>



<p>A economia verde emerge como uma estratégia promissora na preparação para emergências de saúde. Setores econômicos que promovem a sustentabilidade não apenas reduzem a pressão sobre os ecossistemas, mas também fortalecem a resiliência das comunidades a choques externos. A produção local de alimentos orgânicos, por exemplo, pode garantir o acesso a alimentos frescos e saudáveis, reduzindo a dependência de cadeias de suprimentos globais que podem ser interrompidas em situações de emergência.</p>



<p>Essa abordagem integrada entre economia verde e preparação para emergências de saúde não só beneficia a saúde das populações, mas também contribui para a construção de uma sociedade mais preparada e sustentável no longo prazo.</p>



<p><strong>Conclusões e Considerações Finais</strong></p>



<p>O entrelaçamento entre geopolítica, saúde global e sustentabilidade ambiental é evidente na forma como as nações enfrentam pandemias e emergências de saúde. A governança global eficaz e a promoção da sustentabilidade emergem como pilares essenciais na prevenção de futuras crises de saúde globais.</p>



<p>À medida que nos afastamos da pandemia de COVID-19, é imperativo refletir sobre as lições aprendidas e direcionar nossos esforços para a construção de um futuro mais resiliente e sustentável. A integração de políticas que promovam a saúde global e a proteção do meio ambiente é um passo crucial na busca por uma segurança sanitária duradoura.</p>



<p><strong>FONTES:</strong></p>



<p><a href="https://www.amazon.com.br/dp/B0CLD77M5M" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Artigo embasado no livro COVID-19: A Geopolítica da Pandemia </a></p>



<p></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é e para que serve o EIA/RIMA?</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2022/04/o-que-e-e-para-que-serve-eia-rima/</link>
					<comments>https://jornaltribuna.com.br/2022/04/o-que-e-e-para-que-serve-eia-rima/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[José Ruiz Watzeck]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Apr 2022 16:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Científicos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[estudos]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O EIA/RIMA é uma sigla para Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental, respectivamente. Ambos são documentos direcionados à sustentabilidade, visando avaliar e precisar a intensidade e dimensão do impacto no meio ambiente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O&nbsp;<strong>EIA/RIMA</strong>&nbsp;é uma sigla para&nbsp;<strong>Estudo de Impacto Ambiental</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Relatório de Impacto Ambiental</strong>, respectivamente.</p>



<p>Ambos são documentos direcionados à sustentabilidade, visando avaliar e precisar a intensidade e dimensão do&nbsp;<strong>impacto no meio ambiente</strong>. </p>



<p>Esses dois documentos são distintos, porém possuem o mesmo grau de importância, e são fundamentais no processo de licenciamento ambiental.</p>



<p>A ideia inicial da implementação da lei que obriga esses documentos era de controlar e medir o impacto ambiental. Porém, com o passar dos anos, a premissa principal se tornou minimizar ao máximo esse impacto.</p>



<p>O EIA/RIMA pode ser traduzido como&nbsp;<a class="" href="https://cetesb.sp.gov.br/licenciamentoambiental/eia-rima/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">documento</a>&nbsp;que viabiliza ou não a implantação de um empreendimento próximo de áreas naturais com paisagens ainda conservadas como rios, lagos, mar e unidades de conservação.</p>



<p>No entanto, o mesmo ainda pode ser solicitado em grandes empreendimentos urbanos, que emitam um grande volume de gás ou que seja necessária a escavação.</p>



<p>O&nbsp;<strong>Estudo de Impacto Ambiental</strong>&nbsp;– EIA apresenta detalhes minuciosos de levantamentos técnicos que se trata de um conjunto de estudos realizados por especialistas em áreas correspondentes ao projeto e ao meio ambiente.</p>



<p>Através de cada estudo denotam-se dados importantes que serão esmiuçados em sua amplitude e detalhados em uma espécie de laudo ou relatório.</p>



<p>O acesso a esse estudo é restrito em razão do sigilo industrial que deve ser respeitado.</p>



<p>O&nbsp;<strong>Relatório de Impacto Ambiental</strong>&nbsp;– RIMA é, basicamente, o relatório desse estudo, e é visto como a apresentação da conclusão do estudo referido em uma linguagem mais acessível.</p>



<p>Isso se fez necessário para que haja maior facilidade de análise por parte do público interessado.</p>



<p>Lembrando que essa exigência tem como base a Lei Federal n° 6.938 de 1981 que reconheceu e instituiu a Política Nacional do Meio Ambiente para o bem de toda a sociedade, afinal era um começo. Em 1990 essa lei foi regulamentada pelo Decreto Federal n° 99.274/90 e se tornou exigência nos órgãos ambientais brasileiros a partir da Resolução n° 001 de 23/01/1986 do CONAMA.</p>



<p>Portanto, a característica do RIMA é a reflexão das conclusões do estudo do EIA, sendo o mais objetivo e compreensível possível para toda a população.</p>



<p>As informações contidas no RIMA, podem ser traduzidas de maneira simples com uma linguagem mais coloquial e ilustradas com mapas, gráficos, slides, cartas e demais indicativos que simplifiquem a linguagem técnica.</p>



<p><strong>Qual a diferença entre EIA/RIMA?</strong></p>



<p>O EIA é responsável pela coleta de material, análise do mesmo, bibliografia que respalda o estudo e pelo estudo que prevê as possíveis e prováveis&nbsp;<strong>consequências ambientais</strong>&nbsp;que podem ser causadas com a obra no local em questão.</p>



<p>Com este estudo é possível avaliar e analisar os impactos causados pela obra, bem como sua intensidade.</p>



<p>Também através desse estudo de impacto ambiental obtém-se a proposta de condições para sua implantação e os melhores procedimentos para dar continuidade à construção.</p>



<p>O RIMA é um relatório simplificado, que tem como objetivo esclarecer os termos técnicos.</p>



<p>Neste relatório, constam levantamentos e conclusões que o&nbsp;<strong>órgão público licenciador</strong>&nbsp;tem a responsabilidade de analisar considerando as condições da obra.</p>



<p>Posteriormente, o RIMA deve ser publicado em edital em imprensa local, quando se abre o prazo de 45 dias para solicitação de audiência pública que pode ser requerida nesse período por 50 ou mais cidadãos, ou até mesmo pelo Ministério Público.</p>



<p>Sendo assim, após a realização das audiências que forem necessárias, é finalizado o parecer e poderá ser autorizado um licenciamento prévio para a realização da obra ou até mesmo o indeferimento do projeto.</p>



<p><strong>Atividades técnicas desenvolvidas pelo EIA/RIMA</strong></p>



<p>O EIA/RIMA está vinculado diretamente à&nbsp;<strong>Licença Prévia</strong>, visto que se trata de um&nbsp;<strong>estudo prévio dos impactos</strong>&nbsp;que poderão vir a ocorrer com a operação e/ou instalação de um dado empreendimento.</p>



<p><strong>Atividades técnicas desenvolvidas pelo EIA</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Diagnóstico ambiental</strong>&nbsp;da área sofrerá efeito e influência da obra, onde deve conter a descrição e análise dos recursos ambientais e como vão interagir. Esse diagnóstico considera o meio físico, como subsolo, ar, clima e águas. Essa etapa inclui a realização de&nbsp;<strong>topografias</strong>&nbsp;e outras&nbsp;<strong>análises do solo</strong>, águas e demais componentes da área. Ainda devem ser levados em conta o meio biótico que é composto pela flora e fauna. Além disso, é válido mencionar que o meio socioeconômico é o que define a forma de utilizar o solo, as águas e possíveis fontes históricas e achados arqueológicos do local.</li><li>Analisar e avaliar os&nbsp;<strong>impactos ambientais</strong>&nbsp;do projeto e verificar o grau de importância e os prejuízos que provavelmente serão causados à natureza. Esse é o momento reservado para destacar os impactos tanto positivos quanto negativos de médio a longo prazo, diretos e indiretos, que serão temporários ou permanentes. E, por assim, você saberá quais serão os ônus e benefícios da implantação do projeto para a sociedade.</li><li>Definir como serão tratados os efeitos negativos, equipamentos de controle e sistemas de despejos e, por fim, analisar eficiência de uma dessas ações.</li><li>Monitora o passo a passo do projeto: para que não haja mais impactos do que os que já foram previstos e que tenha um padrão definido, traçado e que será seguido.</li></ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Atividades técnicas desenvolvidas pelo RIMA</strong></h3>



<ul class="wp-block-list"><li>Finalidades e justificativas do projeto: onde constam a descrição e as tecnologias que serão usadas em matérias-primas, emissões, empregos diretos e indiretos a serem gerados e os resíduos de energia.</li><li>Um resumo básico do resultado do diagnóstico ambiental da área que será influenciada pelo projeto.</li><li>Descrições dos impactos ambientais da implantação das atividades. Tal descrição mostra alternativas, projeto e métodos a serem utilizados para execução de suas atividades.</li><li>Informações sobre os impactos negativos, os que podem ou não ser evitados.</li><li>Dados sobre o monitoramento e acompanhamento dos impactos ambientais gerados pelo projeto. A alternativa mais favorável, com conclusões e comentários.</li><li>Qualidade ambiental da área após o projeto, ou seja, prever a situação do local posterior a finalização do projeto e sua execução.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais atividades exigem o EIA/RIMA?</strong></h2>



<p>A exigência do EIA/RIMA é definida pela integração dos parâmetros: tipologia, porte e localização do empreendimento.</p>



<p>Esses documentos são criados conforme Resolução do CONAMA n° 001 de 1986, por uma equipe independente do Órgão Ambiental e do empreendedor.</p>



<p>Contudo, houve uma abertura na Resolução n° 237, instituída em 1997, que exige que os profissionais sejam legalmente habilitados, às expensas do empreendedor.</p>
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