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	<title>saúde &#8211; Jornal Tribuna</title>
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	<description>O seu portal de notícias e artigos científicos</description>
	<lastBuildDate>Mon, 30 Mar 2026 20:29:06 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Da “caneta” ao prato: restaurantes reinventam menus para o novo consumidor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Davi Paes e Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 20:28:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Em sintonia com a busca por leveza e bem-estar, casa de culinária uruguaia de Florianópolis aposta em cortes magros e acompanhamentos saudáveis sem abrir mão do sabor
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>De olho em um movimento cada vez mais presente na rotina dos brasileiros, o cuidado com o corpo, a saúde e a alimentação, os restaurantes também estão se reinventando. Impulsionada por uma nova consciência alimentar e até pela popularização das chamadas canetas emagrecedoras, a busca por refeições mais leves e nutritivas vem transformando hábitos à mesa.</p>



<p>Atenta a esse cenário, a <a href="https://www.instagram.com/lostroncosparrillauruguaya/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Los Troncos Parrilla Uruguaia</a> apresenta um novo menu pensado especialmente para quem deseja manter uma alimentação equilibrada sem abrir mão do sabor. A proposta reúne entradas mais leves, cortes proteicos selecionados e acompanhamentos à base de legumes e preparos que valorizam a qualidade dos ingredientes. E o melhor de tudo, a um preço acessível, R$96,00.</p>



<p>Segundo Michelle De Bona, sócia da Los Troncos, essa mudança acompanha um movimento global no setor gastronômico: “Seguindo uma tendência mundial, vemos grandes redes, inclusive de fast food, adaptando seus cardápios diante do aumento significativo de pessoas que passaram a utilizar as chamadas canetas emagrecedoras. Naturalmente, sentimos essa mesma demanda entre os nossos clientes. Por isso, decidimos desenvolver um cardápio mais leve, que inclui legumes assados e um saboroso filé mignon. São 200 gramas de proteína e cerca de 150 gramas de legumes, pensado justamente para quem busca equilíbrio sem abrir mão da experiência gastronômica. ” Esse menu conta ainda com entrada, sobremesa e um café passado.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Entranha-executivo-1024x683.jpg" alt="Em sintonia com a busca por leveza e bem-estar, casa de culinária uruguaia de Florianópolis aposta em cortes magros e acompanhamentos saudáveis sem abrir mão do sabor
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<p>Localizada no Centro de Florianópolis, na Praça Getúlio Vargas, a casa está há um ano no endereço e já se consolidou como referência em cortes nobres autênticos preparados na tradicional parrilla uruguaia. E a novidade reforça uma tendência clara do setor: sabor e saudabilidade podem, sim, caminhar juntos. Ao incorporar opções mais leves ao menu, a Los Troncos mostra que é possível preservar sua essência enquanto acompanha as novas demandas do consumidor contemporâneo.</p>



<p><strong>Menu Executivo</strong></p>



<p>O restaurante também oferece um menu executivo pensado para quem valoriza tempo, conforto e boa gastronomia na pausa do almoço. Servido de terça a sexta-feira, exceto feriados, o formato transforma o meio-dia em uma verdadeira experiência à la carte: o cliente escolhe uma entrada entre quatro opções, um prato principal com diferentes cortes e acompanhamentos, além da sobremesa do dia e um café passado para finalizar. O menu completo custa R$ 86 por pessoa, com a opção de harmonização por R$ 30 adicionais, incluindo uma taça de vinho e uma garrafa de água de 500 ml.</p>



<p>Para quem não abre mão de um sabor ainda mais marcante, a casa segue oferecendo seus clássicos, como o bife de chorizo angus com carne uruguaia legítima, o campeão de vendas da casa (R$ 148).</p>



<p><strong>Serviço</strong>:</p>



<p>Los Troncos Parrilla Uruguaya<br><strong>Endereço:</strong> Praça Getúlio Vargas, 158 – Centro/Florianópolis<br><strong>Horário de funcionamento:</strong> Terça a sexta-feira: almoço das 11h30 às 15h, e jantar das 18h30 às 23h. <br><strong>Sábados:</strong> almoço das 11h30 às 16h, e jantar das 18h30 às 23h. Domingos: almoço das 11h30 às 16h.<br><strong>Estacionamento:</strong> Convênio com a Escola de Idiomas Wizard próxima ao restaurante, grátis para quem estiver almoçando<br>Informações: <a href="https://www.instagram.com/lostroncosparrillauruguaya/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">@lostroncosparrillauruguaya</a></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Pacientes com câncer podem ter direito à isenção do Imposto de Renda</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/02/pacientes-com-cancer-podem-ter-direito-a-isencao-do-imposto-de-renda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Davi Paes e Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 10:17:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[direitos legais]]></category>
		<category><![CDATA[imposto de renda]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil registra cerca de 704 mil novos casos da doença por ano
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Datas como o Dia Mundial do Câncer, no último dia 4/2, também são importantes para lançar luz sobre os direitos legais das pessoas diagnosticadas com a doença, e não apenas sobre ações de prevenção e diagnóstico precoce. A data, &#8220;celebrada&#8221; na última quarta-feira, exalta também os benefícios garantidos por lei que podem contribuir para minimizar o impacto financeiro do tratamento, realidade enfrentada por milhares de brasileiros.</p>



<p>Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) apontam que o Brasil registra cerca de 704 mil novos casos da doença por ano. Além dos efeitos físicos e emocionais, muitos pacientes convivem com dificuldades econômicas durante o tratamento e, frequentemente, desconhecem direitos importantes, como a possibilidade de isenção do Imposto de Renda.</p>



<p>A advogada previdenciarista Gisele Kravchychyn explica que a legislação assegura a isenção do tributo a pacientes com câncer que recebem aposentadoria, pensão ou reforma. De acordo com ela, os custos relacionados ao tratamento oncológico tendem a ser contínuos e elevados, o que justifica a concessão do benefício como forma de reduzir a pressão financeira e preservar a dignidade do paciente.</p>



<p>Ainda conforme a especialista, o direito não está vinculado ao estágio da doença. Pacientes em remissão ou sem manifestação ativa do câncer continuam amparados pela isenção, desde que o diagnóstico seja comprovado por meio de laudo médico. A advogada destaca que a falta dessa informação faz com que muitas pessoas deixem de usufruir de um direito previsto em lei.</p>



<p>Outro ponto relevante é a possibilidade de recuperar valores pagos indevidamente ao longo dos anos. Segundo Gisele Kravchychyn, não são raros os casos em que o contribuinte segue recolhendo o Imposto de Renda mesmo tendo direito à isenção. Nessas situações, é possível solicitar a restituição dos valores pagos nos últimos cinco anos, mediante orientação jurídica adequada.</p>
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		<title>6 dicas de como curtir a folia sem sofrer com retenção líquida e ganho de peso</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/02/6-dicas-de-como-curtir-a-folia-sem-sofrer-com-retencao-liquida-e-ganho-de-peso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Dayna Barossi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 18:03:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[peso]]></category>
		<category><![CDATA[retenção líquida]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Dr. Cláudio Ambrósio explica o que acontece no corpo nos dias de muita folia Com a chegada do Carnaval, a rotina muda e o consumo de bebidas alcoólicas tende a aumentar. Entre bloquinhos, festas e confraternizações é comum que muitas pessoas percebam o corpo mais inchado, pesado e fora do ritmo. Mas será que esse [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Dr. Cláudio Ambrósio explica o que acontece no corpo nos dias de muita folia</em></p>



<p>Com a chegada do Carnaval, a rotina muda e o consumo de bebidas alcoólicas tende a aumentar. Entre bloquinhos, festas e confraternizações é comum que muitas pessoas percebam o corpo mais inchado, pesado e fora do ritmo.</p>



<p>Mas será que esse inchaço significa ganho de peso? E é preciso abrir mão da diversão para manter o equilíbrio?</p>



<p>De acordo com o endocrinologista Cláudio Ambrósio, o álcool pode sim causar retenção líquida e impactar temporariamente o metabolismo, mas o efeito está mais ligado aos excessos e à falta de cuidado com o corpo do que ao consumo pontual.</p>



<p>“O álcool provoca um efeito diurético inicial, fazendo o corpo perder líquidos. Depois, o organismo reage retendo água, o que gera o inchaço tão comum após festas e dias de maior consumo”, explica o especialista.</p>



<p>Além do álcool, outros fatores típicos da folia contribuem para a retenção líquida: noites mal dormidas, alimentação desregulada, excesso de sal, pouca ingestão de água e redução da rotina de movimento consciente.</p>



<p>“O inchaço não é gordura. É uma resposta inflamatória e hídrica do corpo a um período de desorganização. Na maioria das vezes, ele é temporário”, reforça o especialista.</p>



<p>Segundo Dr. Cláudio, o álcool não se transforma diretamente em gordura, mas interfere no processo de queima calórica. Enquanto o corpo metaboliza o álcool, ele reduz a oxidação de gordura, favorecendo o armazenamento energético quando o consumo é frequente.</p>



<p>“Durante o Carnaval, o risco maior não está em um drink ocasional, mas na repetição diária sem hidratação adequada e sem atenção à alimentação”, pontua.</p>



<p>Para quem quer curtir o Carnaval sem abrir mão do bem-estar, algumas dicas simples fazem toda a diferença:</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Intercalar bebida alcoólica com água</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Evitar drinks muito açucarados</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Não consumir álcool em jejum</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Priorizar refeições leves e naturais</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Respeitar os sinais do corpo</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Retomar hábitos saudáveis após os dias de festa</p>



<p>“Equilíbrio é mais eficaz do que restrição. O corpo responde muito bem quando há consciência, mesmo em períodos de celebração”, destaca o especialista.</p>



<p>Mais do que estética, o cuidado com o corpo no Carnaval está ligado à disposição, energia e prazer de viver a experiência por completo.</p>



<p>“Carnaval é alegria, movimento e conexão. Quando cuidamos do corpo, aproveitamos melhor a festa, antes, durante e depois”, finaliza Dr. Cláudio Ambrósio.</p>



<p></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Especialista do Hospital IGESP alerta para o aumento nas infecções transmitidas por água e alimentos durante o verão</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/02/especialista-do-hospital-igesp-alerta-para-o-aumento-nas-infeccoes-transmitidas-por-agua-e-alimentos-durante-o-verao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Geovanna Veiga]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 12:47:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Infecções]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a chegada do verão, o aumento das temperaturas e das chuvas cria um cenário propício para a proliferação de microrganismos que podem causar infecções transmitidas pela água e pelos alimentos. Nesse período, cresce o número de casos de doenças gastrointestinais, muitas delas associadas ao consumo de água contaminada ou de alimentos malconservados, preparados ou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com a chegada do verão, o aumento das temperaturas e das chuvas cria um cenário propício para a proliferação de microrganismos que podem causar infecções transmitidas pela água e pelos alimentos. Nesse período, cresce o número de casos de doenças gastrointestinais, muitas delas associadas ao consumo de água contaminada ou de alimentos malconservados, preparados ou armazenados de forma inadequada.</p>



<p>De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 600 milhões de pessoas, quase uma em cada dez no mundo, adoecem todos os anos após consumir alimentos contaminados, resultando em aproximadamente 420 mil mortes anuais devido a doenças de origem alimentar (OMS).</p>



<p>O infectologista Dr. Julio Onita, do Hospital Igesp, destaca os principais riscos associados a esse cenário. “As altas temperaturas favorecem a multiplicação de bactérias, vírus e parasitas, especialmente em alimentos que ficam fora da refrigeração por longos períodos. Produtos como carnes, frutos do mar, ovos, leite e derivados são mais suscetíveis à contaminação quando não são mantidos nas condições ideais. Além disso, alimentos vendidos em locais abertos, praias, feiras e eventos ao ar livre exigem atenção redobrada, já que a exposição ao calor pode acelerar a deterioração e comprometer a segurança do consumo”, explica.</p>



<p>A água também merece cuidados especiais durante o verão, uma vez que chuvas intensas podem provocar enchentes e sobrecarregar sistemas de saneamento, o que aumenta o risco de contaminação de reservatórios, poços e redes de abastecimento.</p>



<p>“O consumo de água não tratada ou sem procedência conhecida pode levar à infecções intestinais, como diarreia, vômitos, febre e dores abdominais.”, acrescenta o Infectologista.</p>



<p><strong>Atenção aos cuidados</strong></p>



<p>A prevenção passa por medidas simples, mas essenciais, como lavar bem as mãos antes de preparar ou consumir alimentos, higienizar frutas, verduras e legumes, utilizar água tratada e garantir a conservação adequada dos alimentos são práticas fundamentais para reduzir os riscos. Também é importante observar a procedência dos produtos, verificar prazos de validade e evitar o consumo de alimentos com aparência, cheiro ou sabor alterados.</p>



<p>&#8220;No caso da água, sempre que houver dúvida sobre a qualidade, recomenda-se adotar um método adequado de tratamento antes do consumo. Em situações de enchentes ou falhas no abastecimento, a atenção deve ser redobrada, já que a contaminação pode não ser visível a olho nu. As infecções transmitidas pela água e pelos alimentos representam um desafio recorrente durante o verão e podem afetar pessoas de todas as idades, com maior impacto em crianças, idosos e indivíduos com o sistema imunológico mais vulnerável. A adoção de hábitos de higiene e segurança alimentar é uma estratégia eficaz para atravessar o período mais quente do ano com mais tranquilidade e reduzir a ocorrência de problemas de saúde evitáveis”, finaliza o médico.</p>



<p><strong>Sobre a Rede IGESP</strong></p>



<p>A primeira unidade foi fundada em 1955 – o Hospital IGESP Paulista. É uma rede de hospitais de máxima eficiência e perfil cirúrgico, com conceito atestado em sua competente equipe de profissionais da saúde, mobilizada para cuidar dos pacientes de forma global. O corpo clínico é composto por especialistas renomados, que estão em constante processo de atualização e aprimoramento de novas técnicas em busca de garantir a eficácia da assistência e o bem-estar dos pacientes. A rede IGESP conta com o hospital geral IGESP Paulista, o Hospital IGESP Santana (pronto atendimento) e a Unidade Ambulatorial IGESP-Praia Grande, além do mais completo hospital da Baixada Santista, o recém-inaugurado IGESP Litoral, que é especializado em procedimentos de alta complexidade e possui tecnologia de ponta em diversas especialidades médicas para oferecer atendimento adulto, pediátrico e, em breve, também obstétrico.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Gestão da saúde mental é obrigação legal das empresas em 2026 com atualização de norma</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/01/gestao-da-saude-mental-e-obrigacao-legal-das-empresas-em-2026-com-atualizacao-de-norma/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Davi Paes e Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 10:26:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[burnout]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) abrange estresse, burnout e assédio moral]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), principal referência em segurança e saúde no trabalho no Brasil, passará a exigir formalmente que as empresas gerenciem riscos psicossociais no ambiente corporativo. A atualização, que entra em vigor em maio de 2026 — após a prorrogação do prazo inicialmente previsto para 2025 — amplia o escopo do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e dá mais tempo para que as organizações se adaptem às novas exigências.</p>



<p>Com a mudança, fatores como estresse, burnout, assédio moral e outras influências que afetam a saúde mental dos trabalhadores passam a integrar, de forma expressa, as obrigações legais das empresas. A norma determina a implementação de programas mais robustos de prevenção, incluindo ações de escuta ativa, canais de denúncia, capacitação contínua de lideranças e colaboradores, além do mapeamento e controle desses riscos, sob pena de fiscalização e aplicação de multas.</p>



<p>Para o advogado Douglas Rothermel, a atualização representa uma inflexão importante na forma como o tema é tratado no país. “A inclusão dos riscos psicossociais na NR-1 é um dos movimentos mais relevantes dos últimos anos na área de segurança e saúde do trabalho. A norma sinaliza uma verdadeira mudança de paradigma: a saúde mental deixa de ser um tema periférico e passa a integrar o núcleo das obrigações empresariais”, afirma.</p>



<p>Segundo o especialista, o novo prazo deve ser visto como uma oportunidade estratégica. “A entrada em vigor em maio de 2026 permite uma adaptação consciente, estruturada e preventiva. Mais do que evitar multas ou fiscalizações, trata-se de construir ambientes de trabalho mais saudáveis, produtivos e juridicamente seguros”, destaca Rothermel.</p>



<p>O advogado ressalta ainda que a forma como as empresas encaram a norma pode ser determinante para seus resultados. “Empresas que compreenderem a NR-1 apenas como custo tendem a falhar. Já aquelas que a enxergarem como uma ferramenta de gestão, governança e valorização de pessoas sairão na frente, não apenas no cumprimento legal, mas na sustentabilidade do negócio”, conclui o advogado de Brusque.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Show de Talentos celebra 30 anos do Pro Criança Cardíaca com arte, saúde mental e histórias de superação</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/01/show-de-talentos-celebra-30-anos-do-pro-crianca-cardiaca-com-arte-saude-mental-e-historias-de-superacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 18:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Pro Criança Cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento especial reúne crianças e adolescentes atendidos pelo projeto em apresentações artísticas que simbolizam a Marca da Vitória e o cuidado integral com a vida Há marcas que não representam dor, mas coragem, resiliência e futuro. No dia 28 de janeiro, às 11h, o Pro Criança Cardíaca inicia as comemorações dos seus 30 anos de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading has-text-align-center"><a></a><em>Evento especial reúne crianças e adolescentes atendidos pelo projeto em apresentações artísticas que simbolizam a Marca da Vitória e o cuidado integral com a vida</em></h3>



<p>Há marcas que não representam dor, mas coragem, resiliência e futuro. No dia 28 de janeiro, às 11h, o Pro Criança Cardíaca inicia as comemorações dos seus 30 anos de atuação com uma edição especial do Show de Talentos, um evento que transforma vivências difíceis em expressão artística, autoestima e celebração da vida.</p>



<p>Criado a partir das consultas psicológicas realizadas pela equipe do projeto, o Show de Talentos surgiu da escuta atenta da psicóloga Claudia Marcia Blois, que identificou a importância de estimular habilidades artísticas como parte do cuidado com a saúde mental das crianças e adolescentes atendidos, junto a percepção atenta do pedagogo do Projeto, Pedro Chicri , que, no corredor do Pro, reforça esse propósito.&nbsp; A iniciativa desloca o olhar da condição clínica para o potencial, valorizando o talento, a criatividade e a confiança.</p>



<p>Nesta terceira edição, o evento se ancora em quatro pilares que traduzem a trajetória do Pro Criança Cardíaca: 30 anos salvando vidas, saúde mental, talento e a Marca da Vitória — símbolo que representa a superação e as conquistas de cada criança ao longo de sua jornada.</p>



<p>Ao todo, 16 crianças e adolescentes que são assistidas pelo projeto sobem ao palco do auditório do Pro Criança Cardíaca para cantar, dançar, expor desenhos e apresentar performances que revelam histórias únicas. Entre elas estão Lorrany Victoria da Silva, de 14 anos, que se apresenta com uma dança individual; Letycia de Oliveira Almeida do Nascimento, de 15 anos, interpretando a música <em>“Quando Chove”</em>; Adryan França, de 14 anos, com uma exposição de desenhos desenvolvidos durante sessões terapêuticas; e Pedro Blois Soares, de 13 anos, que encanta o público ao cantar clássicos de Michael Jackson.</p>



<p>As apresentações vão do canto ao rap, da dança às artes manuais, passando por desenhos cheios de significado e até demonstrações esportivas, como a apresentação de judô dos irmãos Marco Aurélio e João Lucas, ambos de 13 anos. Cada talento apresentado é um reflexo do fortalecimento emocional promovido pelo Pro Criança Cardíaca.</p>



<p>“O Show de Talentos simboliza a essência do trabalho desenvolvido ao longo de três décadas. Cuidar da saúde dessas crianças sempre significou cuidar da vida por inteiro. Quando vemos nossos pacientes no palco, expressando seus talentos e sua alegria, temos a certeza de que estamos cumprindo nossa missão”, afirma a fundadora do Pro Criança Cardíaca, Dra. Rosa Celia.<br><br>Aberto ao público, o evento reforça o compromisso da instituição com um atendimento humanizado, que integra saúde física, emocional e social, celebrando histórias de superação que seguem inspirando novas conquistas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a><strong>Serviço</strong></h3>



<p>Show de Talentos – Edição Especial 30 anos do Pro Criança Cardíaca<br>28 de janeiro, às 11h, no auditório do Pro Criança Cardíaca &#8211; Rua Dona Mariana, 40 – Botafogo, Rio de Janeiro<br>Inscrições gratuitas pelo WhatsApp: (21) 96506-2771<br>Vagas limitadas</p>
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		<title>Janeiro Branco: psicólogo e escritor Alexander Bez analisa os desafios emocionais da atualidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 16:50:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Alexander Bez]]></category>
		<category><![CDATA[Janeiro Branco]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Especialista destaca a importância do autoconhecimento, do equilíbrio emocional e faz alerta sobre ansiedade, redes sociais e alerta sobre falsas referências em saúde mental O mês de janeiro marca a campanha Janeiro Branco, movimento dedicado à conscientização sobre a saúde mental. Para o psicólogo e escritor Alexander Bez, o período é estratégico para que as [&#8230;]]]></description>
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<p class="has-text-align-center"><em>Especialista destaca a importância do autoconhecimento, do equilíbrio emocional e faz alerta sobre ansiedade, redes sociais e alerta sobre falsas referências em saúde mental</em></p>



<p>O mês de janeiro marca a campanha <strong>Janeiro Branco</strong>, movimento dedicado à conscientização sobre a saúde mental. Para o psicólogo e escritor <strong>Alexander Bez</strong>, o período é estratégico para que as pessoas iniciem o ano refletindo sobre suas emoções, comportamentos e expectativas.</p>



<p>Segundo o especialista, o Janeiro Branco funciona como um ponto de partida para a reorganização emocional. “Antes de pensar em mudanças, é preciso compreender quem somos, quais são nossos limites e o que precisa ser ajustado. A saúde mental é diretamente proporcional à saúde fisiológica”, afirma.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="800" height="854" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/01/36c0142a-02b7-402e-837f-aa6b58dd2c43_800x854.jpeg" alt="" class="wp-image-187986" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/01/36c0142a-02b7-402e-837f-aa6b58dd2c43_800x854.jpeg 800w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/01/36c0142a-02b7-402e-837f-aa6b58dd2c43_800x854-281x300.jpeg 281w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/01/36c0142a-02b7-402e-837f-aa6b58dd2c43_800x854-768x820.jpeg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/01/36c0142a-02b7-402e-837f-aa6b58dd2c43_800x854-696x743.jpeg 696w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p><strong><em>Expectativas, datas simbólicas e emoções sazonais</em></strong></p>



<p>Alexander Bez explica que o mês sucede duas datas emocionalmente sensíveis: o Natal e a virada do ano. “O Natal, apesar de ser uma festa alegre, carrega uma depressão sazonal para muitas pessoas. Já o Ano-Novo vem carregado de expectativas não cumpridas. O Janeiro Branco ajuda a equilibrar essas emoções ao longo do ano”, pontua.</p>



<p><strong><em>Ansiedade: transtorno clínico ou reação ao ambiente?</em></strong></p>



<p>O psicólogo reforça a necessidade de diferenciar <strong>ansiedade clínica</strong> de <strong>ansiedades transitórias</strong>. “O transtorno de ansiedade é uma condição clínica que exige acompanhamento contínuo. Já a ansiedade econômica, profissional, conjugal ou relacionada à segurança pública é induzida por fatores externos”, explica.</p>



<p>De acordo com Bez, esse tipo de ansiedade externa não evolui, por si só, para um transtorno clínico. “A ansiedade como patologia tem base na formação emocional da pessoa, geralmente desde a infância. O que vemos hoje são muitos episódios de ansiedade provocados pelo ambiente social.”</p>



<p>Ele cita ainda a ansiedade relacionada à insegurança urbana como um fenômeno cada vez mais comum. “O medo constante de assaltos, sequestros e violência gera um estado de alerta permanente, especialmente entre mulheres. É uma realidade factual que impacta diretamente a saúde mental.”</p>



<p><strong><em>Quando buscar ajuda profissional</em></strong></p>



<p>Para o especialista, o principal sinal de alerta é o incômodo persistente. “O paciente pode até fazer autodiagnósticos, mas ele percebe que algo não está bem. Quando os sintomas se tornam perturbadores e incontroláveis, é o momento de procurar ajuda especializada.”</p>



<p>Bez destaca que a ansiedade pode desencadear outros transtornos, como síndrome do pânico, transtorno de estresse pós-traumático, transtorno obsessivo-compulsivo, distúrbios do sono e transtornos alimentares.</p>



<p><strong><em>O impacto negativo das redes sociais</em></strong></p>



<p>Alexander Bez faz uma crítica contundente ao uso excessivo das redes sociais. “Vivemos em um século midiático que roubou a paz. As redes minaram as relações humanas e criaram uma necessidade constante de exposição e validação”, analisa.</p>



<p>Segundo ele, a dificuldade de viver o momento presente é um dos maiores danos à saúde mental. “As pessoas viajam pensando em postar, não em viver. As férias perderam a função de descanso emocional. Isso aumenta ansiedade, frustração e depressão.”</p>



<p>O psicólogo alerta ainda para quadros como a <strong>nomofobia</strong>, o medo de ficar sem o celular. “Muitas pessoas passam mais tempo na tela do que vivendo a própria vida.”</p>



<p><strong><em>Tratamentos e estratégias de equilíbrio emocional</em></strong></p>



<p>No tratamento da ansiedade clínica, Bez ressalta que a base é a combinação de <strong>psicoterapia e medicação ansiolítica</strong>, quando indicada. “Antidepressivos não tratam transtornos de ansiedade”, esclarece.</p>



<p>Como estratégias complementares, ele recomenda atividade física, práticas culturais, leitura, controle do tempo nas redes sociais e consumo consciente de informações. “Polarizações, especialmente políticas, têm se tornado grandes gatilhos emocionais.”</p>



<p><strong><em>Cuidado com falsas referências em saúde mental</em></strong></p>



<p>Alexander Bez faz um alerta importante sobre a escolha de profissionais. “É fundamental fugir de gurus psicológicos, coaches e terapeutas sem formação adequada. Saúde mental exige responsabilidade, ciência e ética”, afirma.</p>



<p>Ele recomenda pesquisar o histórico do profissional, sua formação e postura ética. “Profissionais que misturam política, negam ciência ou buscam estrelismo midiático devem ser vistos com cautela.”</p>



<p><strong><em>Expectativas, autocobrança e o aqui e agora</em></strong></p>



<p>Para encerrar, o psicólogo deixa um conselho alinhado ao espírito do Janeiro Branco: “Ninguém é perfeito. Reduzir a autocobrança, viver o presente e não tentar atender às expectativas alheias é o caminho para uma vida emocionalmente mais saudável.”</p>



<p>Segundo ele, afastar-se de polarizações e focar no que está sob controle pessoal pode fazer toda a diferença. “Você não muda o mundo, mas pode preservar sua saúde mental.” Saiba mais sobre o especialista no <strong>Instagram: </strong><a href="https://www.instagram.com/alexanderbezoficial/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">@alexanderbezoficial</a></p>



<p><strong>Alexander Bez</strong> atua como pesquisador, especialista em distúrbios emocionais e é autor de quase <strong>dez livros</strong>, publicados no Brasil e no exterior, entre romances, obras de autoajuda e estudos sobre comportamento humano. Para ele, a literatura funciona como uma extensão do cuidado psicológico, alcançando leitores de forma acessível e reflexiva.</p>



<p><strong><em>Entre os títulos estão:</em></strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Inveja: o Inimigo Oculto</strong></li>



<li><strong>O que Era Doce Virou Amargo</strong> — considerado “a Bíblia dos Relacionamentos”</li>



<li><strong>Trilogia Encantos da Mulher:</strong> A Magia da Beleza Feminina e A Paixão e Seus Encantos (Editora Juruá)</li>



<li><strong>What You Don’t Know About COVID-19</strong> – The Mortal Virus (Liferich Publishing, EUA)</li>



<li><strong>Scientific Denialism – COVID-19</strong> Vol. 2</li>



<li><strong>A Seita Sexual de Puff Daddy (Diddy):</strong> Fama, Poder &amp; Dinheiro (em produção nos Estados Unidos)</li>



<li><strong>A Magia da Sensualidade Feminina</strong>, continuação da trilogia sobre autoestima feminina.</li>
</ul>



<p><strong><em>Sobre</em></strong></p>



<p><strong>Alexander Bez</strong> é formado em <strong>Psicologia</strong>, com especialização em Ansiedade e Síndrome do Pânico pela <strong>Universidade da Califórnia</strong>, e especialista em Relacionamentos pela <strong>Universidade de Miami</strong>. Além da atuação na área da Psicologia, também é modelo e possui formação como ator de Cinema e TV pelo Studio Fátima Toledo, bem como curso de interpretação para TV pela Escola Wolf Maya, com DRT nº 43.106/SP.</p>



<p></p>
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		<title>Festas de fim de ano sem culpa: especialistas orientam como não abusar da comida</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2025/12/festas-de-fim-de-ano-sem-culpa-especialistas-orientam-como-nao-abusar-da-comida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 17:47:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bariatrica]]></category>
		<category><![CDATA[festas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[As festas de fim de ano costumam trazer uma mesa farta, encontros sociais e momentos de celebração. Porém, para muitas pessoas, especialmente aquelas que convivem com a obesidade, esse período pode gerar ansiedade, culpa e episódios de compulsão alimentar. Pensando nisso, os especialistas da ONG Obesidade Brasil, referência nacional em informação e apoio a pessoas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As festas de fim de ano costumam trazer uma mesa farta, encontros sociais e momentos de celebração. Porém, para muitas pessoas, especialmente aquelas que convivem com a obesidade, esse período pode gerar ansiedade, culpa e episódios de compulsão alimentar. Pensando nisso, os especialistas da ONG Obesidade Brasil, referência nacional em informação e apoio a pessoas que convivem com a doença, reuniram orientações práticas para ajudar a manter o equilíbrio alimentar durante as férias.</p>
<p>Planejamento e consciência: o primeiro passo</p>
<p>A nutróloga Dra. Andrea Pereira, cofundadora da ONG, destaca que aproveitar a ceia não significa perder o controle. “O problema não é participar das festas ou comer um alimento mais calórico, mas sim entrar no modo “tudo ou nada”. Fazer um prato equilibrado, incluir proteínas, verduras e legumes e manter uma boa hidratação com água ou sucos naturais reduz o risco de exageros. O segredo está no planejamento: comer de forma consciente antes, durante e depois dos eventos sociais, de forma fracionada”, explica.<br />
Ela lembra que longos períodos de jejum antes da ceia aumentam a chance de compulsão. “Chegar com muita fome faz você comer rápido, buscar alimentos mais calóricos e além da conta. Uma pequena refeição equilibrada antes da festa ajuda a manter o foco”, orienta.</p>
<p>Entender emoções evita exageros</p>
<p>A psicóloga Andrea Levy, cofundadora da ONG, reforça que as emoções têm forte impacto nas escolhas alimentares nesse período. “Fim de ano desperta ansiedade, comparação, emoções intensas como saudade, culpas, eventuais conflitos familiares e, muitas vezes, pressão social. Identificar gatilhos emocionais que propiciem ao exagero é essencial para não usar a comida como válvula de escape. Respiração, pausas e conversas honestas consigo mesma são ferramentas importantes”, afirma.<br />
Ela ainda ressalta que comer não deve ser fonte de culpa. “A culpa só reforça o ciclo de compulsão. A ideia é buscar equilíbrio, não perfeição. Comidas festivas e mais calóricas fazem parte da celebração, mas isso não define o sucesso da sua jornada de saúde”, completa.</p>
<p>Para quem fez bariátrica, cuidado redobrado</p>
<p>Já o cirurgião bariátrico Dr. Carlos Schiavon, presidente da ONG, alerta que pacientes operados precisam de atenção extra. “As festas reúnem muitos alimentos ultraprocessados, bebidas alcoólicas e doces, exatamente o tipo de comida que pode causar dumping, mal-estar e efeitos exagerados do álcool. Quem fez cirurgia precisa respeitar sua rotina alimentar e não ingerir bebidas alcoólicas”, explica.<br />
Ele reforça ainda a importância da hidratação, da mastigação lenta e de evitar tomar líquidos junto às refeições. “O objetivo é evitar desconfortos e garantir que o paciente aproveite o momento sem comprometer sua saúde ou o resultado da cirurgia”, comenta.</p>
<p>Dicas práticas para um fim de ano mais equilibrado<br />
•	Faça pequenas refeições ao longo do dia para evitar exageros na ceia.<br />
•	Monte o prato começando por proteínas e vegetais.<br />
•	Intercale bebidas alcoólicas com água.<br />
•	Respeite sinais de fome e saciedade.<br />
•	Evite levar para casa sobras de doces se isso for um gatilho.<br />
•	Não transforme um deslize em abandono total da rotina alimentar.</p>
<p>SOBRE O INSTITUTO OBESIDADE BRASIL<br />
O Instituto Obesidade Brasil é a primeira organização sem fins lucrativos do mundo direcionada a pessoas com obesidade e surge com o objetivo de conscientizar e trazer informações claras e objetivas, sempre com mentoria científica, com linguagem acessível sobre obesidade, prevenção, diagnóstico, tratamento, novas tecnologias e direcionamento aos centros públicos e gratuitos de atendimento, ajudando da melhor forma possível. </p>
<p>Ele foi fundado em fevereiro de 2020 para conscientizar pessoas de que a obesidade é uma doença multifatorial e crônica e conta com um Conselho Científico composto por especialistas colaboradores de todo o território brasileiro, de perfil multidisciplinar, que adota o conceito de saúde universal e trabalha para que todos tenham acesso à ajuda médica especializada.</p>
<p>Coordenadores Obesidade Brasil</p>
<p>Psicóloga Andrea Levy<br />
Cofundadora e coordenadora da ONG Obesidade Brasil.<br />
Psicóloga Clínica e bariátrica, especialista em Obesidade e Transtornos Alimentares pelo HC-FMUSP;<br />
Mais de 25 anos de atuação em clínica de Obesidade e Cirurgia Bariátrica;<br />
Coordenadora da Comissão de Saúde Mental da IFSOLAC (Intl. Federation of Surgery of Obesity &#8211; LATAM) 2024-2025.<br />
Professora e palestrante convidada em diversos congressos e eventos nacionais e internacionais sobre Obesidade e assuntos relacionados.<br />
Autora do livro &#8220;Cirurgia Bariátrica: manual de instruções para pacientes e familiares&#8221;.</p>
<p>Nutróloga Andrea Pereira<br />
MD, PhD<br />
Médica Nutróloga do Corpo Clínico do Hospital Israelita Albert Einstein<br />
Cofundadora da ONG Obesidade Brasil;<br />
Cofundadora do canal Longidade;<br />
Doutorado pela Endocrinologia da UNIFESP em Obesidade e Cirurgia Bariátrica;<br />
Pós-doutorado pelo Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa;<br />
Autora do livro “Dieta do Equilíbrio: a melhor dieta anticâncer”.<br />
Membro do Comitê de Bioética do HIAE.<br />
Coordenadora do Comitê Multiprofissional da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica</p>
<p>Cirurgião Bariátrico Carlos Schiavon<br />
Presidente e cofundador da ONG Obesidade Brasil;<br />
Médico Especialista em Cirurgia Bariátrica e Metabólica;<br />
Formado em 1987 pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo;<br />
Doutor Cirurgião pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – São Paulo, SP;<br />
Especialista em Cirurgia Bariátrica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica;<br />
Coordenador de Ensino e Pesquisa do Núcleo de Obesidade e Cirurgia Bariátrica da BP &#8211; A Beneficência Portuguesa de São Paulo;<br />
Investigador principal do Trial GATEWAY – Gastric Bypass to Treat Obese Patients With Steady Hypertension.</p>
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		<title>“Takotsubo, Coração Partido” faz curta temporada na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carlos Pinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Nov 2025 16:05:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Casa de Cultura Laura Alvim]]></category>
		<category><![CDATA[Cláudia Mauro]]></category>
		<category><![CDATA[coração partido]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ipanema]]></category>
		<category><![CDATA[monica guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[takotsubo]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[zona sul]]></category>
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					<description><![CDATA[Com dramaturgia de Monica Guimarães e Claudia Mauro, peça traz à tona reflexão sobre os impactos de relacionamentos tóxicos, a resiliência e a busca da cura, reinvenção e liberdade “Takotsubo, Coração Partido” chega à Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema, em curtíssima temporada, até 30 de novembro, com sessões nas sextas e sábados, às [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Com dramaturgia de Monica Guimarães e Claudia Mauro, peça traz à tona reflexão sobre os impactos de relacionamentos tóxicos, a resiliência e a busca da cura, reinvenção e liberdade</em></p>



<p>“Takotsubo, Coração Partido” chega à Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema, em curtíssima temporada, até 30 de novembro, com sessões nas sextas e sábados, às 19h, e domingos, às 18h. Com dramaturgia de Monica Guimarães e Claudia Mauro, a peça retrata a história de uma mulher de classe média alta da zona sul carioca que enfrenta, desde a sua infância, silêncios profundos, cicatrizes invisíveis e uma sucessão de rupturas emocionais. Ao longo de sua jornada marcada por afetos adoecidos e relações abusivas, numa luta árdua pela sua integridade emocional e física, a protagonista vivida por Monica acaba sucumbindo ao esgotamento extremo proveniente de profundo estresse. Estresse extremo, que literalmente parte o seu coração. Diagnosticada com a Síndrome de Takotsubo, também chamada de “Síndrome do Coração Partido”,&nbsp;ela mergulha em uma experiência de quase morte, atravessando um coma permeado por reflexões intensas, onde seu passado é revisitado em um turbulento acerto de contas.</p>



<p>Dirigida por Édio Nunes e Larissa Bracher, “Takotsubo, Coração Partido” é uma peça que aposta na fisicalidade e na força das palavras para construir uma cena visceral e envolvente. “‘Takotsubo, Coração Partido’ é um espetáculo físico, desafiador. Um mergulho profundo nas camadas humanas. É impossível sair ileso”, afirma Nunes. Bracher complementa: “A peça fala sobre limites aos seus pares, sobre aprender a se proteger mesmo a duras penas”. Bracher cita ainda o poder curativo dos processos e do tempo para a personagem do espetáculo e como o teatro é usado como um catalisador social. Édio e Larissa ressaltam que, na peça, o teatro cumpre os seus papéis como ferramenta de reflexão social e coletiva, assim como um veículo transformador.</p>



<p>A atriz Monica Guimarães destaca o papel social da obra: “Muita gente desconhece os efeitos psicofísicos do estresse. O teatro tem o poder de despertar empatia e ampliar a consciência sobre essas questões.” Já Claudia Mauro enfatiza: “O texto escancara o lado sombrio que tentamos esconder. É um convite à reflexão sobre nossas escolhas e relações”.</p>



<p>&#8211; A arte em seu papel social de expansão, aprendizagem, troca e acolhimento, potencializa nossos encontros pós-espetáculo. Seguiremos em nossas Rodas de Diálogo com profissionais especializados em suas competências. Contribuindo com suas expertises na construção de uma sociedade forte e consciente – reforça Monica.</p>



<p><strong>Sinopse:</strong></p>



<p>Após uma experiência de quase morte, uma mulher revisita sua vida marcada por dores silenciosas e relações adoecidas. Inspirado na Síndrome do Coração Partido, o espetáculo revela os impactos do estresse emocional na saúde feminina. Com dramaturgia de Monica Guimarães e Claudia Mauro, “Takotsubo, Coração Partido” é uma obra visceral sobre renascimento e cura.</p>



<p><strong>Ficha técnica:</strong></p>



<p>Autoria: Monica Guimarães e Cláudia Mauro</p>



<p>Direção: Édio Nunes e Larissa Bracher</p>



<p>Elenco: Monica Guimarães e Guilherme Dellorto<br>Iluminação: Paulo Cesar Medeiros</p>



<p>Trilha Original: Marcelo H</p>



<p>Cenário e Figurino: Wanderley Gomes</p>



<p>Preparação Emocional: Estrela Straus</p>



<p>Preparação Vocal: Rose Gonçalves</p>



<p>Colaborador Cênico de Movimento: Toni Rodrigues</p>



<p>Assessoria de Imprensa: Carlos Pinho</p>



<p>Produção: Márcia Rangel</p>



<p>Mídias sociais: Mari Corrêa</p>



<p>Idealização e Realização: Monica Guimarães</p>



<p><strong>Serviço:</strong></p>



<p>Local: Casa de Cultura Laura Alvim &#8211; Espaço Rogério Cardoso &#8211; Av. Vieira Souto, 176, Ipanema, Rio de Janeiro &#8211; RJ</p>



<p>Temporada: de 14 a 30 de novembro</p>



<p>Sessões: sextas e sábados, às 19h, e domingos, às 18h</p>



<p>Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia-entrada), vendas no site <a href="https://funarj.eleventickets.com/#!/evento/c75d76d3b22e0367cb06d8bf56bf8a9e6e9eb9f4/45a306abc0636a9929104d0526db74ec2b4f714f" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">https://funarj.eleventickets.com/#!/evento/c75d76d3b22e0367cb06d8bf56bf8a9e6e9eb9f4/45a306abc0636a9929104d0526db74ec2b4f714f</a></p>



<p>Gênero: Drama</p>



<p>Classificação etária: 14 anos</p>



<p>Duração: 55 minutos</p>



<p>Rede social:&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/takotsuboespetaculoteatral/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">https://www.instagram.com/takotsuboespetaculoteatral/</a></p>
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		<item>
		<title>Crise do metanol pressiona bares e restaurantes a rever comunicação com o público</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2025/10/crise-do-metanol-pressiona-bares-e-restaurantes-a-rever-comunicacao-com-o-publico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[alicebachiega]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 15:10:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bares e restaurantes]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[metanol]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Com mais de 200 casos de intoxicação por metanol no Brasil, bares e restaurantes enfrentam o desafio de proteger sua imagem em meio ao medo e à desinformação A recente onda de intoxicações por metanol em bebidas adulteradas acendeu um alerta em todo o país. Segundo&#160;dados divulgados pelo Ministério da Saúde&#160;no último domingo (05/10), já [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Com mais de 200 casos de intoxicação por metanol no Brasil, bares e restaurantes enfrentam o desafio de proteger sua imagem em meio ao medo e à desinformação</em><br></p>



<p>A recente onda de intoxicações por metanol em bebidas adulteradas acendeu um alerta em todo o país. Segundo&nbsp;<a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2025/outubro/ministerio-da-saude-confirma-225-registros-de-intoxicacao-por-metanol-apos-ingestao-de-bebida-alcoolica" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">dados divulgados pelo Ministério da Saúde</a>&nbsp;no último domingo (05/10), já são 225 casos notificados, sendo 16 confirmados e 209 em investigação. O estado de São Paulo concentra a maioria dos registros, com 192 notificações e dois óbitos confirmados.</p>



<p>Embora a origem das bebidas contaminadas ainda esteja sob investigação, o impacto na reputação de bares e restaurantes é imediato. O medo do consumidor, somado à circulação de boatos e listas falsas nas redes sociais, tem gerado queda no consumo de destilados e colocado em xeque a credibilidade de estabelecimentos que sempre atuaram com responsabilidade.</p>



<p>Renan Bulgueroni, CEO da Hawkz, empresa especializada em&nbsp;<a href="https://www.hawkz.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">reputação digital</a>&nbsp;no Brasil e Espanha, alerta: “Em crises como essa, a reputação precisa ser tratada com tanto cuidado quanto a própria operação&#8221;.&nbsp;</p>



<p><strong>Estratégias para enfrentar a crise</strong></p>



<p>O especialista da Hawkz recomenda que bares e restaurantes adotem medidas proativas para preservar sua imagem:</p>



<p><strong>Comunique com empatia e autenticidade</strong></p>



<p>“Mesmo que o bar ou restaurante só trabalhe com bebidas seguras e homologadas, a emoção do cliente dita a forma como ele percebe a situação”, explica Bulgueroni. Por isso, a comunicação deve acolher o medo do consumidor, evitando mensagens genéricas e frias. Um posicionamento claro e humanizado reforça a credibilidade e o vínculo com o público.</p>



<p><strong>Valorize a força dos porta-vozes e fornecedores</strong></p>



<p>Segundo Renan, vídeos curtos com distribuidores homologados explicando a procedência dos produtos podem gerar mais confiança do que comunicados tradicionais. Da mesma forma, o dono ou gerente deve se posicionar publicamente, usando uma linguagem direta, empática e transparente.</p>



<p><strong>Amplie o cardápio com alternativas seguras e criativas</strong></p>



<p>“Inovar no cardápio é uma forma eficaz de manter o movimento e demonstrar responsabilidade”, afirma o especialista. Apostar em mocktails (drinks sem álcool), cervejas artesanais, vinhos, kombuchas e coquetéis fermentados, como a Michelada ou o Clericô, mostra atenção às novas demandas do público e pode gerar novas oportunidades de consumo.</p>



<p><strong>Avalie a suspensão estratégica de destilados</strong></p>



<p>Para alguns estabelecimentos, suspender temporariamente a venda de destilados pode ser percebido como um gesto de responsabilidade. “A medida deve vir acompanhada de alternativas que mantenham o faturamento e a atratividade do cardápio”, ressalta Bulgueroni.</p>



<p><strong>Monitore e responda com agilidade</strong></p>



<p>“O silêncio nunca é a melhor resposta”, reforça o especialista. É essencial acompanhar redes sociais, identificar boatos e acusações infundadas e agir rapidamente, sempre por meio de um porta-voz oficial. O monitoramento digital contínuo ajuda a conter crises e a reforçar a transparência do negócio.</p>



<p><strong>Reputação se constrói com atitude</strong></p>



<p>“Em momentos de crise, não é apenas a procedência que importa, mas a forma como você consegue se comunicar com empatia, clareza e autenticidade. O consumidor quer sentir que você está preocupado com ele”, reforça Bulgueroni.&nbsp;</p>



<p>Portanto, é assim que bares e restaurantes poderão atravessar esse momento: não apenas sobrevivendo, mas saindo da crise mais fortes.</p>
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