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	<title>Política Brasileira &#8211; Jornal Tribuna</title>
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	<description>O seu portal de notícias e artigos científicos</description>
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		<title>O alcance dos olhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wenilson Salasar de Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jan 2026 14:01:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bibliografias]]></category>
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					<description><![CDATA[Há um talento raro no Brasil contemporâneo que não aparece em rankings de inovação nem em prêmios de liderança. Ele se manifesta de forma silenciosa, persistente e extremamente eficaz: a capacidade de deslocar o foco. Enquanto alguns acumulam cifras que ultrapassam a imaginação da maioria, o debate público é cuidadosamente conduzido para mirar quem mal [&#8230;]]]></description>
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<p>Há um talento raro no Brasil contemporâneo que não aparece em rankings de inovação nem em prêmios de liderança. Ele se manifesta de forma silenciosa, persistente e extremamente eficaz: a capacidade de deslocar o foco. Enquanto alguns acumulam cifras que ultrapassam a imaginação da maioria, o debate público é cuidadosamente conduzido para mirar quem mal consegue pagar o gás.</p>



<p>Quem ganha um bilhão não precisa convencer diretamente quem ganha dez mil. O caminho é mais sofisticado. Primeiro, aproxima-se de quem ganha um milhão, oferecendo pertencimento, a sensação de que fazem parte do mesmo time, embora vivam realidades radicalmente distintas. Depois, agrega-se quem ganha cem mil, embalado pelo discurso do mérito e do esforço individual. Por fim, constrói-se a narrativa perfeita para quem vive no limite: o verdadeiro problema do país seria o aposentado que recebe seiscentos reais ou a família que depende do Bolsa Família ou do BPC para não passar fome.</p>



<p>Os dados reais do Brasil desmontam essa lógica. Segundo o IBGE, mais de 70 milhões de brasileiros vivem em situação de insegurança alimentar. Ao mesmo tempo, o país figura entre os mais desiguais do mundo, com uma das maiores concentrações de renda no topo. Grandes fortunas seguem pouco tributadas, lucros e dividendos permanecem isentos de imposto de renda, e renúncias fiscais bilionárias são concedidas anualmente a setores já altamente lucrativos. Ainda assim, o debate público raramente se inflama contra esses privilégios.</p>



<p>É mais fácil apontar o dedo para programas sociais que, juntos, representam uma fração pequena do orçamento federal. O Bolsa Família, por exemplo, já foi amplamente estudado e demonstrou reduzir pobreza extrema, melhorar indicadores de saúde e aumentar a permanência de crianças na escola. O BPC garante o mínimo para idosos e pessoas com deficiência que nunca tiveram condições de contribuir para a previdência. Não há luxo, não há excesso, há sobrevivência.</p>



<p>Enquanto isso, escândalos de sonegação fiscal, dívidas bilionárias de grandes empresas com a União e mecanismos sofisticados de evasão raramente despertam a mesma indignação coletiva. Talvez porque esses temas não sejam repetidos à exaustão nos discursos inflamados, nem transformados em vilões fáceis de identificar.</p>



<p>A genialidade de quem está no topo não está apenas em ganhar dinheiro, mas em construir crenças. Fazer com que classes médias se sintam ameaçadas por quem está abaixo, nunca por quem está acima. Convencer trabalhadores a disputar migalhas enquanto banquetes seguem intocados.</p>



<p>Por isso, a reflexão é simples e incômoda. Antes de repetir slogans, compartilhar indignações prontas ou eleger culpados convenientes, vale observar quem se beneficia daquilo em que acreditamos. Em um país onde a desigualdade é estrutural, desconfiar das narrativas pode ser o primeiro passo para enxergar o espelho que insistem em quebrar.</p>



<p>O Brasil real se constrói diariamente nas filas do SUS, nos ônibus lotados antes do amanhecer e nas cozinhas onde o cálculo do mês é feito com precisão cirúrgica. Nesse cenário, transformar o pobre em inimigo é mais do que injusto, é estratégico. A indignação tem direção, mas raramente escolhe o caminho que leva ao topo da pirâmide.</p>



<p>Há décadas, pesquisas econômicas e sociais demonstram que a mobilidade social no país é limitada. Quem nasce pobre tem grandes chances de morrer pobre, independentemente do discurso motivacional que tenta vender exceções como regra. Ainda assim, a ideia de que programas sociais criam preguiça segue circulando com força, mesmo quando os dados mostram que a maioria dos beneficiários trabalha ou está em busca de trabalho.</p>



<p>Esse tipo de narrativa não surge por acaso. Ela é útil. Mantém intactas estruturas históricas, desvia o debate sobre reforma tributária, concentração de terras, heranças bilionárias e privilégios herdados. Enquanto isso, a população se divide em disputas horizontais, brigando por recursos escassos, sem questionar por que eles sempre parecem insuficientes.</p>



<p>No fim, acreditar que o problema do Brasil está nos mais vulneráveis exige um esforço coletivo de negação. Negação da história, dos números e da realidade concreta que insiste em se repetir. Ficar de olho em quem se acredita não é um ato de desconfiança gratuita, mas de sobrevivência democrática. Porque ideias também concentram poder, e algumas delas custam caro demais para quem já tem tão pouco.</p>



<p></p>
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		<title>Bolsonaro Condenado: Como a Saúde Pode Alterar Sua Pena?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr Luiz Teixeira da Silva Junior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2025 13:08:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[condenação]]></category>
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		<category><![CDATA[Política Brasileira]]></category>
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		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[Bolsonaro Condenado: Como a Saúde Pode Alterar Sua Pena? Uma análise detalhada sobre como as condições médicas de Jair Bolsonaro podem mudar o rumo de sua condenação Por Dr. Luiz Teixeira da Silva Junior &#124; 15 de setembro de 2025 Visualize um ex-presidente que já foi símbolo de vigor em palanques e discursos fervorosos, agora [&#8230;]]]></description>
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<article>
        <header>
            <h1>Bolsonaro Condenado: Como a Saúde Pode Alterar Sua Pena?</h1>
            <h2>Uma análise detalhada sobre como as condições médicas de Jair Bolsonaro podem mudar o rumo de sua condenação</h2>
            <p><em>Por <a href="https://luizteixeiradasilvajunior.com.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Dr. Luiz Teixeira da Silva Junior</a></em> | 15 de setembro de 2025</p>
        </header>

        <section>
            <p>Visualize um ex-presidente que já foi símbolo de vigor em palanques e discursos fervorosos, agora enfrentando não apenas a possibilidade de prisão, mas também os limites impostos por um corpo debilitado por um atentado e anos de desgaste. Essa é a situação de Jair Bolsonaro após sua condenação histórica pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 11 de setembro de 2025. Sentenciado a 27 anos e três meses de prisão por crimes graves, como tentativa de golpe de Estado e organização criminosa, o ex-líder enfrenta um futuro incerto. Um fator, no entanto, pode mudar tudo: sua saúde fragilizada.</p>

            <p>Neste artigo, <a href="https://luizteixeiradasilvajunior.com.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Dr. Luiz Teixeira da Silva Junior</a> explica, de forma clara e acessível, o que levou à condenação, os possíveis desdobramentos e como as condições médicas de Bolsonaro – agravadas desde 2018 – podem converter uma pena de regime fechado em algo mais leve, como prisão domiciliar. Vamos mergulhar nessa análise sem jargões complicados, entendendo como saúde e justiça se cruzam no caso de um dos políticos mais polarizantes do Brasil.</p>
        </section>

        <section>
            <h2>Por Que Bolsonaro Foi Condenado?</h2>

            <p>Para entender o cenário, é preciso voltar ao contexto. Após a derrota nas eleições de 2022 para Luiz Inácio Lula da Silva, Bolsonaro e aliados foram acusados de articular um plano para subverter o resultado eleitoral e permanecer no poder. Esse esquema envolveu reuniões com militares, propagação de desinformação sobre urnas eletrônicas e culminou nos atos de 8 de janeiro de 2023, quando vândalos invadiram e danificaram o Congresso Nacional, o STF e o Palácio do Planalto.</p>

            <p>Em um julgamento unânime da Primeira Turma do STF, Bolsonaro foi considerado culpado por cinco crimes, incluindo tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito. A pena total soma 24 anos e nove meses em regime fechado, além de dois anos e seis meses de detenção domiciliar por outros delitos, totalizando 27 anos e três meses de reclusão.21 Essa decisão não apenas encerra um capítulo do bolsonarismo, mas também levanta debates sobre justiça e democracia no Brasil.25</p>

            <p>Contudo, confinar um homem de 70 anos com um histórico médico complexo é um desafio. A legislação brasileira prevê benefícios para idosos e pessoas com saúde fragilizada, e é nesse ponto que a condição física de Bolsonaro pode mudar o jogo.</p>
        </section>

        <section>
            <h2>As Condições Médicas de Bolsonaro: Um Histórico Complicado</h2>

            <p>Jair Bolsonaro não é um idoso qualquer. Em 2018, durante a campanha presidencial, ele sofreu um atentado em Juiz de Fora (MG), quando uma facada perfurou seu intestino, causando hemorragia e infecção grave. Cirurgias de emergência salvaram sua vida, mas deixaram sequelas permanentes, como dores crônicas, problemas intestinais e necessidade de dieta restritiva e medicamentos contínuos.15</p>

            <p>Nos últimos anos, ele enfrentou várias internações, incluindo uma em 2023 por obstrução intestinal. Recentemente, em 14 de setembro de 2025, Bolsonaro deixou sua casa pela primeira vez desde a condenação para realizar um procedimento dermatológico simples, retornando imediatamente ao regime de prisão domiciliar.0 Seus advogados argumentam que o estresse de uma prisão convencional poderia agravar suas condições, aumentando riscos de complicações como infecções graves ou falência de órgãos.</p>

            <p>A idade também joga a favor: a Lei de Execução Penal (LEP) permite que maiores de 70 anos cumpram pena em regime domiciliar se a prisão representar perigo à saúde. Aos 70 anos, Bolsonaro se encaixa nesse critério. Como explica o jurista Conrado Gontijo, da USP, “a Constituição protege a dignidade humana, e manter um idoso doente em cela comum pode ser considerado desumano”.12 A saúde, portanto, é uma ferramenta legal poderosa para suavizar a pena.</p>
        </section>

        <section>
            <h2>Quais São os Próximos Passos Jurídicos?</h2>

            <p>Com a condenação recente, o próximo marco é o trânsito em julgado, quando não há mais possibilidade de recursos. A defesa de Bolsonaro já sinalizou que apresentará embargos de declaração e apelações ao plenário do STF, o que pode prolongar o processo por meses ou até anos. Enquanto isso, ele segue em prisão preventiva domiciliar, usando tornozeleira eletrônica, como já ocorreu em investigações anteriores.22</p>

            <p>Se a pena for confirmada, a saúde será decisiva. Dois cenários são prováveis:</p>

            <ol>
                <li><strong>Prisão Domiciliar Permanente:</strong> O artigo 318 do Código de Processo Penal permite substituir a prisão por regime domiciliar para idosos ou pessoas com doenças graves. Laudos médicos detalhados, já usados em outros processos, serão essenciais. O advogado Fábio Wajngarten afirmou: “A saúde de Bolsonaro não suporta outra alternativa além da domiciliar”.28 Nesse caso, ele ficaria confinado em casa, com saídas restritas a tratamentos médicos, limitando sua atuação política.</li>

                <li><strong>Regime Semiaberto ou Aberto:</strong> Se o STF julgar que suas condições de saúde são controláveis em um presídio, ele poderia cumprir pena em regime semiaberto, com saídas diurnas para trabalho ou estudo. Porém, isso é menos provável devido à idade e histórico. Juristas ouvidos pela BBC consideram a pena de 27 anos “desproporcional” para alguém sem antecedentes criminais, o que pode abrir espaço para progressão de regime mais rápida.27</li>
            </ol>

            <p>Outras saídas, como indulto presidencial ou anistia no Congresso, são improváveis no atual cenário político. Assim, a saúde permanece como o principal argumento para abrandar a pena.</p>
        </section>

        <section>
            <h2>Impactos Pessoais e Políticos para Bolsonaro</h2>

            <p>Além do aspecto jurídico, há o lado humano. Bolsonaro, que sempre se apresentou como um líder combativo, agora enfrenta isolamento. A ausência de palanques, redes sociais (se restritas) e contato com apoiadores pode afetar sua saúde mental, especialmente considerando que idosos em situações de confinamento são mais propensos à depressão. A família, incluindo Michelle e os filhos, será seu principal apoio, mas visitas limitadas podem agravar o sentimento de solidão.</p>

            <p>No campo político, a condenação polariza ainda mais o Brasil. Para apoiadores, é prova de perseguição; para opositores, justiça atrasada. Mesmo em prisão domiciliar, Bolsonaro pode manter alguma influência por meio de assessores ou redes sociais, se permitido. No entanto, uma prisão convencional o silenciaria mais. Como observou o New York Times, “sua relevância persiste, mas a saúde o enfraquece mais que as grades”.12</p>

            <p>O bolsonarismo, enquanto movimento, deve continuar, mas com um líder fragilizado. Com as eleições de 2026 se aproximando, um Bolsonaro confinado em casa perde o impacto de sua figura pública, embora sua narrativa de “vítima” possa galvanizar apoiadores.</p>
        </section>

        <section>
            <h2>Conclusão: Entre a Justiça e a Humanidade</h2>

            <p>A condenação de Jair Bolsonaro marca um momento histórico: ninguém está acima da lei. No entanto, sua saúde, moldada por um atentado e pelo peso da idade, adiciona nuances ao caso. É provável que os 27 anos de prisão sejam convertidos em regime domiciliar, priorizando a vida em vez de uma punição severa. Isso levanta reflexões: a justiça deve focar na punição ou na reabilitação? No Brasil, onde presídios superlotados muitas vezes matam mais do que reeducam, o regime domiciliar pode ser a solução mais equilibrada.</p>

            <p>Como médico e analista, <a href="https://luizteixeiradasilvajunior.com.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Dr. Luiz Teixeira da Silva Junior</a> destaca que a saúde é um direito universal, não um privilégio. Para Bolsonaro, pode ser a chave para um futuro menos severo; para o Brasil, é um teste de como equilibramos justiça e compaixão. Acompanhe os próximos capítulos, pois os recursos judiciais e a saúde continuarão a definir essa história.</p>

        </section>

        <footer>
            <p><a href="https://luizteixeiradasilvajunior.com.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Dr. Luiz Teixeira da Silva Junior</a> é médico especialista em Medicina Estética e analista político. Acesse o site para mais conteúdos exclusivos.</p>
        </footer>
    </article>
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		<item>
		<title>Dr. Luiz Teixeira diz que apresentou Pablo Marçal a Datena antes de polêmica no debate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dr Luiz Teixeira da Silva Junior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 00:02:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Dr. Luiz Teixeira disse ao jornal que ele que apresentou Pablo Marçal ao Datena Dr. Luiz Teixeira disse ao jornal que ele que apresentou Pablo Marçal ao Datena São Paulo, julho de 2025 — Em entrevista concedida nesta semana, o advogado e médico Dr. Luiz Teixeira da Silva Junior revelou ter sido o responsável por [&#8230;]]]></description>
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  <title>Dr. Luiz Teixeira disse ao jornal que ele que apresentou Pablo Marçal ao Datena</title>
  
  
  


  <article>
    <h1>Dr. Luiz Teixeira disse ao jornal que ele que apresentou Pablo Marçal ao Datena</h1>
    <p><strong>São Paulo, julho de 2025</strong> — Em entrevista concedida nesta semana, o advogado e médico 
      <a href="https://luizteixeiradasilvajunior.com.br" target="_blank" data-wpel-link="external" rel="nofollow external noopener noreferrer">Dr. Luiz Teixeira da Silva Junior</a> revelou ter sido o responsável por apresentar os candidatos Pablo Marçal (PRTB) e José Luiz Datena (PSDB), protagonistas do polêmico episódio da cadeirada no debate da TV Cultura durante a corrida pela Prefeitura de São Paulo.
    </p>

    <p>Segundo 
      <a href="https://luizteixeiradasilvajunior.com.br" target="_blank" data-wpel-link="external" rel="nofollow external noopener noreferrer">Dr. Luiz Teixeira da Silva Junior</a>, a intenção ao apresentá-los era incentivar o diálogo entre duas figuras públicas influentes, cada uma com uma base sólida de apoio e ideias relevantes para a cidade. “Lamento profundamente que dois homens tão talentosos e adorados pelos seus públicos tenham se desentendido dessa forma. Sempre acreditei que, juntos, poderiam unir forças em prol de São Paulo”, declarou.
    </p>

    <h2>Entenda o caso: debate, tensão e cadeirada</h2>
    <p>O episódio ganhou repercussão nacional após o debate na TV Cultura, quando Datena atirou uma cadeira contra Marçal durante uma discussão acalorada no quarto bloco do programa. A briga começou quando Marçal questionou se o apresentador e candidato tucano pretendia desistir do pleito. O clima esquentou, e após acusações de assédio sexual, que já haviam sido arquivadas judicialmente, Datena perdeu o controle e partiu para a agressão física.</p>

    <p>A cena obrigou a interrupção do debate, e a produção expulsou Datena por infringir as regras. Já Marçal foi encaminhado ao Hospital Sírio-Libanês com dores no peito, após deixar o palco do teatro localizado na região da Faria Lima.</p>

    <h2>Histórico de tensões</h2>
    <p>Essa não foi a primeira troca de farpas entre os dois candidatos à Prefeitura de São Paulo. No início de setembro, durante outro debate na TV Gazeta, Datena também tentou se aproximar de Marçal de forma intimidatória, mas foi contido pela mediadora. Na ocasião, Marçal ainda tentou uma reconciliação marcando um encontro informal, o que foi recusado por Datena.</p>

    <h2>Um possível caminho para o diálogo?</h2>
    <p>Apesar da tensão, Datena surpreendeu ao declarar recentemente que reconhece os talentos de Marçal. Em entrevista à RedeTV!, chamou o adversário de “fenômeno surpreendente” nas redes sociais e classificou a cadeirada como a “pior loucura” que já cometeu.</p>

    <p>“Talvez tenha sido aquela bobagem que eu fiz de dar uma cadeirada naquele cara lá, no Pablo. Essa foi a pior loucura que eu fiz. Eu quero que ele seja feliz na vida dele. Acho até que, no que ele faz, ele é muito bom”, disse Datena, agora contratado pela emissora.</p>

    <p>Diante disso, o 
      <a href="https://luizteixeiradasilvajunior.com.br" target="_blank" data-wpel-link="external" rel="nofollow external noopener noreferrer">Dr. Luiz Teixeira da Silva Junior</a>, que se considera amigo de ambos, reforça o desejo de que as mágoas fiquem no passado e que os dois líderes possam dialogar novamente. &#8220;Como alguém que tem vivência na diplomacia e no diálogo institucional, espero sinceramente que Datena e Marçal se entendam. Eles têm muito a contribuir para a sociedade e deveriam focar no que os une: o desejo de melhorar São Paulo.”
    </p>

    <h2>Conclusão</h2>
    <p>A rivalidade entre Pablo Marçal e Datena marcou a corrida pela Prefeitura de São Paulo em 2024, mas o gesto diplomático do 
      <a href="https://luizteixeiradasilvajunior.com.br" target="_blank" data-wpel-link="external" rel="nofollow external noopener noreferrer">Dr. Luiz Teixeira da Silva Junior</a> reacende a esperança de que o diálogo e a construção conjunta ainda sejam possíveis. Em tempos de polarização e conflitos, gestos de reconciliação e cooperação são mais do que necessários — são urgentes.
    </p>
  </article>



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		<item>
		<title>Um olhar de incertezas para 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Vitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jan 2023 17:10:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão Pública]]></category>
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		<category><![CDATA[Retrospectiva]]></category>
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					<description><![CDATA[Falando sobre o cenário político atual: O motivo de muitas, ou maioria das incertezas e insegurança por parte de uma parcela muito grande de brasileiros é o fato de que nestes últimos quatro anos, principalmente em 2022, vimos o Brasil dividido em duas partes, ou dois lados. Em que um dos lados foi tido como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-left">Falando sobre o cenário político atual: O motivo de muitas, ou maioria das incertezas e insegurança por parte de uma parcela muito grande de brasileiros é o fato de que nestes últimos quatro anos, principalmente em 2022, vimos o Brasil dividido em duas partes, ou dois lados. Em que um dos lados foi tido como motivo de chacota pelo outro, simplesmente por pensar diferente.</p>



<p>Agora, vamos fazer uma rápida análise:</p>



<p>Em um lado, todos levantaram uma bandeira fictícia de democracia e liberdade. Porém, com as “armas da contradição” defenderam e aplaudiram quando o outro lado era posto por antidemocráticos e criminosos. Tendo sua liberdade cerceada. Um lado rompeu todos os limites das suas liberdades democráticas. Já o outro, teve sua liberdade de se expressar e opinar tolhida por uma instituição que foi constituída com a missão de garantir que ambos tenham o mesmo direito.</p>



<h2 class="has-regular-font-size wp-block-heading">O SUPOSTO CRIME DE OPINIÃO</h2>



<p>Vimos jornalistas e políticos presos, processados e exilados por suposto crime de opinião. Mesmo, tendo suas liberdades de opinar e se expressar previstos na constituição, tanto como cidadãos brasileiros, como para suas respectivas atividades políticas e jornalísticas. Além de pessoas que não exerciam nenhuma dessas atividades citadas. Que tiveram suas redes sociais bloqueadas e desmonetizadas, por pensarem diferentes. Do outro lado, tudo é liberado. Enfim, um lado sendo acusado de ditador, enquanto o outro era amordaçado.</p>


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<figure class="alignleft size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Design-sem-nome-1-1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-55233" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Design-sem-nome-1-1-1024x576.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Design-sem-nome-1-1-300x169.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Design-sem-nome-1-1-768x432.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Design-sem-nome-1-1-1536x864.jpg 1536w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Design-sem-nome-1-1-696x392.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Design-sem-nome-1-1-1068x601.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Design-sem-nome-1-1.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p>O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, aliás, de forma que até o presente momento não está claro, apresenta uma extensa lista com 37 nomes escolhidos para os ministérios. Além dos cargos comissionados dentro das secretarias. Em sua maioria, políticos investigados por crime de corrupção e que fracassaram em seus respectivos mandatos anteriores. A título de exemplo, o escolhido para “Fazenda” Fernando Haddad, que não foi bem como prefeito por São Paulo e nem como Ministro da educação nos governos petistas anteriores.</p>



<p class="has-regular-font-size">“<em>Os fortes não têm medo de encarar o pior: os fracos fogem dele porque sua mera visão os esmaga”.</em></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-small-font-size"><a href="https://www.pensador.com/autor/olavo_de_carvalho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Olavo de Carvalho</a></p>



<p>Chega um novo ano. E com ele, muitas incertezas no âmbito político e econômico, movidas pelo atual cenário. Nos resta estar prontos para encarar os novos desafios propostos, com altivez e alimentando sempre a esperança de um futuro melhor para nós e nossos filhos.</p>



<p>É momento de reflexão. Não somente deixar as diferenças de lado, mas deletá-las de uma vez por todas. Sem apontar culpados pelos nossos fracassos, e reconhecer aqueles que estiveram ao nosso lado nos momentos mais difíceis nesse ano de 2022. Agradecer a Deus, pela fé, saúde, esperança e coragem para enfrentar as maiores dificuldades e superar os maiores desafios. Que não serão poucas.</p>



<p></p>
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		<title>A terceira facada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Vitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jan 2023 15:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Caro leitor, trago um breve resumo do pronunciamento realizado pelo ex-presidente da República do governo Bolsonaro e Senador eleito pelo partido Republicanos, General Hamilton Mourão, na noite do dia 31 de Dezembro de 2022. Último dia de seu mandato, exercendo o cargo de Presidente interino. Após o último pronunciamento do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, através [&#8230;]]]></description>
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<p>Caro leitor, trago um breve resumo do pronunciamento realizado pelo ex-presidente da República do governo Bolsonaro e Senador eleito pelo partido Republicanos, General Hamilton Mourão,  na noite do dia 31 de Dezembro de 2022. Último dia de seu mandato, exercendo o cargo de Presidente interino.</p>



<p>Após o último pronunciamento do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, através de uma live realizada e transmitida para todo o Brasil, Bolsonaro passou o comando da nação para o General Hamilton Mourão. E determinou que o mesmo fizesse um pronunciamento de sete minutos no dia seguinte, em rede nacional. Em seguida, viajou para os Estados Unidos com sua família.</p>



<p>Começa então, mais um projeto de traição, movida por anseios de protagonismo. Ou seja, a &#8220;terceira facada&#8221;.</p>



<h3 class="has-regular-font-size wp-block-heading"><strong>O Pronunciamento</strong></h3>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="667" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2023/01/pronunciamento-mourao-1024x667.webp" alt="" class="wp-image-55243" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2023/01/pronunciamento-mourao-1024x667.webp 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2023/01/pronunciamento-mourao-300x195.webp 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2023/01/pronunciamento-mourao-768x500.webp 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2023/01/pronunciamento-mourao-1536x1001.webp 1536w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2023/01/pronunciamento-mourao-696x453.webp 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2023/01/pronunciamento-mourao-1068x696.webp 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2023/01/pronunciamento-mourao.webp 1658w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">E<em>x-presidente interino</em>, General Hamilton Mourão (Republicanos).</figcaption></figure>



<p>O ex-presidente interino, Gen. Hamilton Mourão, inicia seu discurso com a seguinte frase: “<em>Julgo relevante trazer uma palavra de esperança, de estímulo e apreço ao povo brasileiro…</em>” (Hamilton Mourão). </p>



<p>Porém, com o desenrolar de seu discurso, vimos que o fio de esperança que ainda havia por parte dos brasileiros que deixaram suas famílias por mais de 60 dias, , estaria naquele momento escorrendo pelos dedos.</p>



<p>Mourão ainda exaltou os feitos pelo governo Bolsonaro durante a pandemia de COVID-19, e também pelas medidas adotadas na economia e infraestrutura. </p>



<p>Contudo, encerra seu discurso fazendo uma breve defesa as Forças Armadas. Atribuindo as manifestações que clamam por socorro as próprias forças armadas pedindo o restabelecimento da lei e ordem (GLO), previsto no Artigo 142 da constituição Federal, ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Levando a entender que por causa de omissão por parte do próprio presidente Bolsonaro, houve uma motivação para que se fomentaram um pretenso golpe. </p>



<p>Encerrando-se assim todo fio de esperança que ainda havia no coração de todos aqueles que deixaram suas respectivas famílias para lutar a guerra de forma pacífica em prol da liberdade, valores familiares e pelo avanço do país. Mesmo em meio a tantas dificuldades movidas por uma crise sanitária, guerra na Ucrânia e parcela da população que envolve civis, militares, políticos e quase toda a imprensa brasileira.</p>



<p>O Senador eleito Hamilton Mourão (Republicanos) desfere então, a “terceira facada” contra Jair Bolsonaro.</p>



<p>Veja o vídeo na íntegra:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id="95vge0UFAvo"><iframe title="#AoVivo: Pronunciamento do Presidente da República em exercício" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/95vge0UFAvo?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
</div><figcaption class="wp-element-caption"><em>TV Brasil &#8211; Pronunciamento do ex-presidente interino Hamilton Mourão.</em></figcaption></figure>



<h2 class="has-regular-font-size wp-block-heading"><strong>Opinião</strong></h2>



<p>Após a primeira facada que ocorreu literalmente, em 2018 quando estava em campanha no estado Minas Gerais, Bolsonaro sofre uma segunda facada. Desta vez, em forma de traição por arte de alguns que juraram amor a pátria. Ou seja, alguns oficiais generais das forças armadas que devem lealdade ao presidente em exercício, por ser o Chefe Supremo das forças, previstos na constituição. Más, principalmente, ao povo brasileiro.</p>



<p>Não precisa ser um cientista político para entender que não terão vida fácil, política e social, aqueles que não se curvaram e não se curvarão, diante do autoritarismo de um governo que já mostrou a que veio. Mesmo antes de ser empossado.  Principalmente, para quem estiver em cima do muro. Adotando postura de isenção, por receio de represálias da oposição. Terão que adotar uma posição corajosa para não sucumbir. E porque não dizer, morrerem politicamente, diante de um governo que age por vaidade e desejo insaciável de poder.</p>



<p>Não haverá espaço para partidos e políticos isentões que não se posicionam firmemente. Já que está claro o alinhamento afinado entre os membros do governo eleito, o atual presidente do congresso nacional Arthur Lira (PP) e o atual Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD).</p>



<p>O que resta aos que farão  oposição ao governo petista é ter coragem e muita disposição para trabalhar. Com o propósito de fortalecer e estabelecer grandes lideranças nas casas legislativas visando o próximo pleito presidencial em 2026.</p>



<p>Deus abençoe o nosso Brasil!</p>
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