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	<title>marketing &#8211; Jornal Tribuna</title>
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	<description>O seu portal de notícias e artigos científicos</description>
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		<title>Médicos estão se tornando suas próprias marcas para crescer e se destacar no mercado</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/medicos-estao-se-tornando-suas-proprias-marcas-para-crescer-e-se-destacar-no-mercado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Davi Paes e Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 18:07:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[agência Fever]]></category>
		<category><![CDATA[marca pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[posicionamento estratégico]]></category>
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					<description><![CDATA[Empresária e especialista em branding fala sobre a ascensão das micromarcas médicas e aponta três pilares que estão redefinindo a escolha por profissionais no Brasil
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A figura do médico como apenas um prestador de serviço vem dando lugar a um novo perfil profissional. Impulsionados pelo aumento da concorrência e pela mudança no comportamento dos pacientes, cada vez mais médicos têm investido em posicionamento estratégico e construção de uma marca pessoal.</p>



<p>Para a empresária e estrategista de branding para médicos <a href="https://www.instagram.com/sabrinaisabela/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Sabrina Isabela</a>, fundadora da <a href="https://www.instagram.com/fevermarketing/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Agência Fever</a>, especializada em marketing digital para profissionais da saúde, essa transformação está diretamente ligada à forma como as pessoas consomem serviços hoje. “Hoje, para consumir o serviço prestado por um profissional, as pessoas sentem a necessidade de se conectar com esse profissional, com o estilo de vida dessa pessoa”, afirma.</p>



<p><strong>Do anonimato à construção de marca</strong></p>



<p>Historicamente, muitos médicos atuavam nos bastidores de grandes clínicas, hospitais ou planos de saúde, com pouca preocupação em desenvolver uma identidade própria. Segundo Sabrina, esse modelo já não atende às exigências atuais do mercado.</p>



<p>“Hoje a gente tem muito médico no mercado, muito mais do que antigamente, e eles precisam de maneiras de conquistar os pacientes ”, explica. Para ela, o profissional precisa entender que, assim como qualquer produto, também possui uma “embalagem” que corresponde à forma como se apresenta ao público.</p>



<p>A especialista defende que não há especialidade que não se beneficie da construção de marca. “Na minha opinião, não existe uma especialidade médica hoje que não se beneficie do médico se tornar uma marca. Se posicionar como uma marca e não só como um prestador de serviço.”</p>



<p><strong>Presença digital não é sinônimo de posicionamento</strong></p>



<p>Embora as redes sociais sejam hoje um dos principais canais de contato entre médicos e pacientes, Sabrina ressalta que estar presente nessas plataformas não garante um posicionamento estratégico.</p>



<p>“Estar nas redes sociais é diferente de estar na rede social com um objetivo e sabendo o que se quer comunicar para as pessoas ali”, afirma. Segundo ela, muitos profissionais produzem conteúdo sem alinhamento com seus objetivos. “O médico quer tratar câncer de pele, mas ele está só falando de botox.”</p>



<p>A busca por viralização, segundo a estrategista, também pode gerar distorções. “Uma conta viralizada, que está bombando nas redes, não significa um médico que tem um volume de pacientes no consultório”, diz. Para ela, perfis menores, mas com narrativa bem definida, tendem a formar comunidades mais engajadas e alinhadas ao perfil de paciente desejado.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="682" height="1024" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Sabrina-Isabela-da-Rosa-CEO-da-agencia-Fever-Marketing-Medico-Foto-Luna-Zunino-1-682x1024.jpeg" alt="Sabrina Isabela da Rosa, CEO da agência Fever Marketing Médico (Foto Luna Zunino)" class="wp-image-194983" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Sabrina-Isabela-da-Rosa-CEO-da-agencia-Fever-Marketing-Medico-Foto-Luna-Zunino-1-682x1024.jpeg 682w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Sabrina-Isabela-da-Rosa-CEO-da-agencia-Fever-Marketing-Medico-Foto-Luna-Zunino-1-200x300.jpeg 200w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Sabrina-Isabela-da-Rosa-CEO-da-agencia-Fever-Marketing-Medico-Foto-Luna-Zunino-1-768x1153.jpeg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Sabrina-Isabela-da-Rosa-CEO-da-agencia-Fever-Marketing-Medico-Foto-Luna-Zunino-1-1023x1536.jpeg 1023w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Sabrina-Isabela-da-Rosa-CEO-da-agencia-Fever-Marketing-Medico-Foto-Luna-Zunino-1-696x1045.jpeg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Sabrina-Isabela-da-Rosa-CEO-da-agencia-Fever-Marketing-Medico-Foto-Luna-Zunino-1.jpeg 1066w" sizes="(max-width: 682px) 100vw, 682px" /><figcaption class="wp-element-caption">Sabrina Isabela da Rosa, CEO da agência Fever Marketing Médico (Foto Luna Zunino)</figcaption></figure>



<p><strong>Os pilares das micromarcas médicas</strong></p>



<p>De acordo com Sabrina, três elementos sustentam uma micromarca médica forte: narrativa, experiência e comunidade.</p>



<p>O primeiro pilar envolve clareza sobre o que o profissional quer comunicar e quais valores deseja associar ao próprio nome. O segundo está relacionado à jornada do paciente. “Não basta eu mostrar as coisas certas. Quando essa paciente clicar no botão do WhatsApp, ela vai ter que ser atendida de forma encantadora”, afirma.</p>



<p>Já o terceiro pilar é a construção de uma microcomunidade. Em vez de falar com todos, o médico deve focar em um público específico, fortalecendo vínculos e gerando identificação.</p>



<p><strong>Ética no ambiente digital</strong></p>



<p>A adoção de estratégias de personal branding ainda gera resistência entre parte da classe médica, que teme associar marketing à perda de credibilidade. Para Sabrina, essa visão está ultrapassada, ela destaca que o personal branding não se resume à exposição exagerada ou à adoção de fórmulas prontas. “O personal branding é olhar pro médico e saber até onde que ele vai, o que que eu preciso valorizar nele.”</p>



<p>Sobre os limites éticos, a especialista reforça a necessidade de cautela. “Ele tem que ter alguns cuidados, como na hora de falar de resultados, porque cada paciente tem um histórico diferente do outro”. Segundo ela, o próprio Conselho Regional de Medicina (CRM) tem reconhecido que o ambiente digital faz parte da realidade profissional contemporânea.</p>



<p><strong>O peso das redes na decisão do paciente</strong></p>



<p>Na avaliação da estrategista, o posicionamento online já exerce influência significativa na escolha do paciente, muitas vezes superior à análise curricular.</p>



<p>“A maioria das pessoas hoje procuram um profissional na rede social”, afirma <a href="https://www.instagram.com/sabrinaisabela/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Sabrina</a>. Nesse cenário, o médico que aparece com frequência tende a ser lembrado mais pelo posicionamento do que pelo tempo de carreira, de acordo com a <a href="https://www.instagram.com/sabrinaisabela/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">especialista</a>.</p>



<p>Para Sabrina, a ascensão das micromarcas médicas reflete uma adaptação necessária ao novo contexto competitivo. “No momento que o profissional decide se tornar um médico que quer ganhar mais, que quer crescer, que quer ter mais pacientes ou uma clínica própria”, diz, a construção de marca é indispensável.</p>



<p>A tendência indica que, nos próximos anos, a diferenciação entre profissionais de medicina dependerá não apenas da formação técnica, mas também da capacidade de comunicar valor, criar conexões e oferecer experiências coerentes com a própria proposta de atendimento.</p>
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		<title>Cota Empreendimentos aposta em campanha centrada no tempo como valor para lançar o Cota 365</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/01/cota-empreendimentos-aposta-em-campanha-centrada-no-tempo-como-valor-para-lancar-o-cota-365/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Davi Paes e Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 22:29:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquitetura e urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[cota 365]]></category>
		<category><![CDATA[Cota Empreendimentos]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[mercado imobiliário]]></category>
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					<description><![CDATA[Pré-lançamento do empreendimento une estudos comportamentais, estratégia comercial integrada e produção de conteúdo inovadora para apresentar um novo estilo de morar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading"></h3>



<p>Em um mercado imobiliário cada vez mais competitivo e atento ao comportamento do consumidor, a <a href="https://cota.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Construtora e Incorporadora Cota</a> escolheu colocar o tempo no centro de sua estratégia de marketing para o lançamento do Cota 365, empreendimento concebido para oferecer praticidade, conforto e qualidade de vida todos os dias do ano, localizado no bairro Estreito, em Florianópolis. Mais do que divulgar um novo produto, a campanha busca apresentar um estilo de vida pensado para otimizar a rotina do morador, do momento em que acorda até a hora de ir dormir.</p>



<p>Voltada a pessoas que valorizam comodidade, funcionalidade e experiências integradas, a comunicação do Cota 365 nasce a partir do próprio conceito arquitetônico do empreendimento. As áreas de convivência, distribuídas entre térreo e rooftop, e um hall de entrada que deixa de ser apenas passagem para ganhar múltiplas funções, traduzem a proposta de devolver ao morador seu bem mais precioso: o tempo.</p>



<p>De acordo com Steffany Moura, responsável pelo setor de Marketing da <a href="https://cota.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Cota</a>, o desenvolvimento da campanha é resultado de meses de planejamento estratégico, que envolveram a análise de dados, estudos comportamentais e a seleção de fornecedores especializados de diferentes regiões do país. “Idealizar um projeto para o comportamento de um morador três anos antes da entrega exige olhar para estatísticas, hábitos e tendências, entendendo o que faz sentido para aquela região e para aquele público”, destaca Steffany.</p>



<p>A campanha atual marca a fase de pré-lançamento do empreendimento. Nesse momento, foram realizados estudos aprofundados sobre o público-alvo e o entorno, além de reuniões com corretores e parceiros estratégicos para ouvir percepções do mercado e alinhar a estratégia comercial. O conceito criativo da campanha foi desenvolvido pela <strong>NVS Lab</strong>, que conduziu a base da comunicação digital e institucional.</p>



<p>Na etapa de pré-lançamento a empresa Aya Estratégia, em conjunto com a Cota, elaborou a estratégia comercial do produto, aplicando treinamentos para os corretores e imobiliárias credenciados garantindo um atendimento personalizado e exclusivo.&nbsp;</p>



<p>Para ampliar o alcance e reforçar o posicionamento da marca, o marketing atua em diversas frentes simultâneas, combinando ações institucionais e comerciais. A estratégia inclui presença em eventos comunitários, mídia tradicional — como rádio, TV e jornais — e uma atuação intensificada no ambiente digital, com conteúdos desenvolvidos especialmente para esta fase do empreendimento. Entre os destaques estão os <a href="https://www.instagram.com/p/DTOUox_ES1v/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">vídeos com efeitos visuais (VFX)</a> produzidos pela <strong>Pug’N’Play</strong>, os vídeos e imagens digitais criados pelo <strong>Studio Kota</strong>, de Porto Alegre, e o suporte em redes sociais da agência de marketing digital <strong>ArtFluence</strong>.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Temos tido resultados muito positivos com o pré-lançamento do Cota 365 no ambiente digital, o senso de comunidade que o empreendimento traz no seu DNA é a diretriz central de toda linha editorial utilizada nas mídias sociais”, afirma Arthur Afonso, CEO e Founder da ArtFluence Marketing.</p>



<p>Confira mais vídeos da <strong>Pug’N’Play:</strong></p>



<p><a href="https://www.instagram.com/p/DPw4Ny0jmlR" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">https://www.instagram.com/p/DPw4Ny0jmlR</a></p>



<p><a href="https://www.instagram.com/p/DRdBn1Ijv9h" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">https://www.instagram.com/p/DRdBn1Ijv9h</a></p>



<p><strong>Experiência do consumidor como parte da estratégia</strong></p>



<p>Paralelamente às ações de comunicação, a Cota também investe em experiências físicas como parte da estratégia de marketing. Um <strong>studio decorado</strong>, construído no próprio endereço do empreendimento, permite que corretores credenciados apresentem aos clientes uma amostra concreta do conceito de moradia proposto, reforçando a percepção de qualidade e estilo de vida antes mesmo do lançamento oficial.</p>



<p>O próximo marco da campanha será o evento de lançamento do Cota 365, que promete seguir o padrão de qualidade associado à trajetória da <a href="https://cota.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Cota Empreendimentos</a>. Para a empresa, o grande desafio do marketing imobiliário está em encantar o cliente e criar identificação com o estilo de vida proposto, indo além das características técnicas do produto.</p>



<p>“A campanha precisa construir uma relação próxima e humanizada com o público. Mais do que apresentar inovações ou tendências, trata-se de comunicar valores, legado e confiança. É isso que dá sentido ao trabalho quando falamos da venda de um lar, um momento tão importante na vida das pessoas”, revela Fábio Joci Martins, diretor presidente da Cota.</p>
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		<title>Por um futuro com menos burn out: agência KORÁ inova com modelo de negócio criativo, estrutura horizontal, squads multidisciplinares e metodologia própria</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2025/12/por-um-futuro-com-menos-burn-out-agencia-kora-inova-com-modelo-de-negocio-criativo-estrutura-horizontal-squads-multidisciplinares-e-metodologia-propria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Milene Macaroun]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 21:24:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[agência de marketing]]></category>
		<category><![CDATA[burn out]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Empresa 100% remota aposta em metodologia própria, liberdade estruturada e colaboração entre talentos sêniores para reinventar o trabalho na publicidade Em um mercado repleto de empresas que prometem inovação, a KORÁ nasce como uma nova referência em mídia, metodologia e cultura de trabalho. Fundada por Bruno Favero (Performance &#38; Growth), Hugo Hideki Nakahara (Business &#38; [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Empresa 100% remota aposta em metodologia própria, liberdade estruturada  e colaboração entre talentos sêniores para reinventar o trabalho na publicidade </p>
<p>Em um mercado repleto de empresas que prometem inovação, a KORÁ nasce como uma nova referência em mídia, metodologia e cultura de trabalho. Fundada por Bruno Favero (Performance &amp; Growth), Hugo Hideki Nakahara (Business &amp; Data) e Sergio Naiki (Experience Design), a agência propõe uma ruptura real no modelo tradicional de operação publicitária, substituindo cargos por papéis, hierarquia por ritmo e presença física por propósito.<br />
Com uma nova filosofia de trabalho e sempre atenta ao que faz crescer seus clientes e parceiros, a KORÁ tem um formato 100% remoto e integrado. A agência criou um processo de trabalhar com campanhas baseado em liberdade criativa e confiança entre profissionais experientes que são selecionados com base nas necessidades de cada projeto. Dessa forma, a empresa reúne grandes experts em mídia, dados, design e estratégia e forma squads sob demanda para cada projeto. Internamente chamado de , esse tipo de recrutamento gera times mais engajados e comprometidos com a entrega de resultados que, de fato, impulsionam os negócios de seus clientes. </p>
<p>“Acreditamos em liberdade com método. A autonomia não é ausência de estrutura, e sim uma forma mais inteligente e humana de trabalhar”, explica Hugo Hideki Nakahara, cofundador e especialista em Business &amp; Data.  No lugar de estruturas rígidas, os cargos na KORÁ também fogem do tradicional. Ao invés do coordenador de projeto (comum no mercado publicitário) entra a figura do Pacer (que vem da palavra ‘pace’, ritmo em inglês) cujo papel é guiar, inspirar o time e manter o movimento constante. “Criamos esse cargo para o profissional responsável por conectar os especialistas e garantir fluidez entre estratégia, execução e resultados. Ele faz toda a diferença no dia-a-dia e nas nossas entregas&#8221;, acrescenta. </p>
<p>Metodologia própria e foco em performance </p>
<p>Com uma metodologia proprietária baseada em performance, a KORÁ aplica o modelo intitulado de Bottom Up, que prioriza a conversão desde o início das campanhas e escala o investimento dos clientes conforme os resultados. O processo combina análise de dados, testes A/B e aprendizado contínuo — o que, segundo o time, garante eficiência, rentabilidade e crescimento sustentável para os clientes.  “Nosso olhar é de crescimento mútuo. Trabalhamos lado a lado com cada cliente, entendendo seus objetivos de negócio e ajustando as estratégias conforme os resultados aparecem. Quando o faturamento cresce, é natural que ele invista mais, e nós crescemos juntos. Essa é a base do nosso proposito”, explica Bruno Favero, responsável pela frente de Performance &amp; Growth. </p>
<p>De agência de mídia a parceira de crescimento </p>
<p>Em menos de três anos de vida, a KORÁ já gerenciou mais de R$ 20 milhões em investimentos de campanhas de mídia, e vem consolidando sua reputação como uma empresa que não vende promessas e sim entrega resultados. Em um ano de operação, há clientes que aumentaram 10x o seu investimento em campanhas devido às boas performances e processo de escala sustentável. “Na KORÁ, tudo é sobre negócio. Cada projeto é pensado para resolver e impulsionar, tentamos sempre construir uma relação de parceiro de negócio, não apenas um fornecedor do nosso cliente”, reforça Sergio Naiki, especialista em Experience Design. Mais do que uma agência, a KORÁ se posiciona como um modelo de futuro para o mercado publicitário, onde a produtividade é criativa, o ritmo é sustentável e o crescimento vem da colaboração. </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cresce em 56% o interesse em vagas de tecnologia; veja ranking com as profissões que mais geram dúvida nos brasileiros</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2025/08/cresce-em-56-o-interesse-em-vagas-de-tecnologia-veja-ranking-com-as-profissoes-que-mais-geram-duvida-nos-brasileiros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Lúcio Eloi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 21:32:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia e educação]]></category>
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					<description><![CDATA[Design, programação, dados e marketing lideram as buscas; funções relacionadas à inteligência artificial vêm ganhando interesse crescente Com a evolução constante da tecnologia — e, especialmente, a ascensão da inteligência artificial —, profissões das áreas tecnológicas ganham ainda mais valorização, inclusive no aspecto salarial. Todo esse reconhecimento gera especial interesse para quem está em busca [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Design, programação, dados e marketing lideram as buscas; funções relacionadas à inteligência artificial vêm ganhando interesse crescente</em></p>



<p>Com a evolução constante da tecnologia — e, especialmente, a ascensão da inteligência artificial —, profissões das áreas tecnológicas ganham ainda mais valorização, inclusive no aspecto salarial. Todo esse reconhecimento gera especial interesse para quem está em busca de oportunidades para entrar ou se recolocar no mercado de trabalho. Nesse contexto, a&nbsp;DataCamp&nbsp;identificou um&nbsp;<strong>crescimento de 56% nas buscas online pela expressão “vagas de emprego em tecnologia” nos últimos doze meses</strong>.</p>



<p>Porém, com frequência, as funções das profissões que envolvem o uso da tecnologia e o universo digital se confundem, e surgem dúvidas para quem planeja ingressar ou conhecer mais das áreas. Demonstrando esse cenário,&nbsp;<a href="https://www.datacamp.com/pt/blog/cresce-em-56-o-interesse-em-vagas-de-tecnologia-veja-ranking-com-as-profissoes-que-mais-geram-duvida-nos-brasileiros" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">o estudo da plataforma de cursos de inteligência artificial e dados</a>&nbsp;revelou uma&nbsp;<strong>explosão de 488% nas buscas por “marketing digital o que faz”</strong>. Ainda, foi possível perceber um&nbsp;<strong>aumento de 75% na procura por “o que o cientista de dados faz” e de 29% para “design gráfico o que faz”</strong>.</p>



<p>Entre tantas funções,&nbsp;<strong>quais são as profissões que mais despertam dúvidas entre os brasileiros?</strong>&nbsp;A resposta pode ser conferida no ranking abaixo, que foi montado a partir das principais pesquisas feitas por internautas sobre as atividades de diferentes ocupações. O levantamento mostra uma diversidade de áreas que vêm atraindo atenção, incluindo setores da comunicação, design, dados e programação, todos com a tecnologia como ponto em comum.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXcuy00YW6VzptdHgVjO4RLguhhQNTawj66gqy-fWTKF47E2RgxukFk2rmtPDwMv77gsuE1BZ45mlrWSxS6dggyvPIk3VKkJMyJ8lVCIst3rLvlGTQy6xzZ7ceTPmSM-a88G4MBz1A?key=T91Iosxj4epzzA-OAThBpw" alt="" /></figure>



<p><strong>Mas, afinal, o que fazem esses profissionais?</strong></p>



<p><strong>&#8211; Design:</strong></p>



<p>O design como um todo envolve o planejamento e criação de uma marca ou produto, passando pela parte estética e chegando até a funcionalidade e interação do objeto com o usuário. Cada uma dessas etapas é desenvolvida por diferentes profissionais. O&nbsp;<strong>design gráfico</strong>&nbsp;talvez seja o mais conhecido, sendo a parte responsável pela criação da estética visual que será comunicada, incluindo decisões de cores, tipografia e layout que formarão a identidade de uma marca ou produto. Já o&nbsp;<strong>web designer</strong>&nbsp;é quem transporta essa identidade para o espaço digital da marca, aplicando a estética em sites, aplicativos e outros meios de interação da marca.</p>



<p>Ainda no ambiente online, o<strong>&nbsp;UX design</strong>&nbsp;(Experiência do Usuário) e&nbsp;<strong>UI design</strong>&nbsp;(Interface do Usuário) são campos que se complementam. Enquanto o UX se concentra na jornada completa do usuário, garantindo uma interação satisfatória e agradável do usuário, o UI foca na parte visual do site, na interface propriamente dita, garantindo interatividade e uma experiência intuitiva.</p>



<p><strong>&#8211; TI, programação e dados:</strong></p>



<p>O profissional de&nbsp;<strong>Tecnologia da Informação (TI)</strong>&nbsp;conta com uma vasta gama de conhecimentos, tendo um perfil de atuação mais amplo. Ele lida com a criação, implementação, manutenção e suporte de soluções tecnológicas. Já a&nbsp;<strong>engenharia de software</strong>&nbsp;é uma especialização dentro da TI, e se concentra no desenvolvimento, manutenção, testes e otimização de softwares.&nbsp;</p>



<p>De forma próxima desses profissionais está o&nbsp;<strong>DevOps</strong>, que atua como facilitador entre as equipes de desenvolvimento e operações. Ele tem como propósito otimizar o ciclo de vida do desenvolvimento de software, automatizar processos e gerenciar a estrutura. De forma geral, ele faz a ponte entre quem desenvolve e quem o coloca para funcionar no dia a dia, garantindo a entrega contínua com eficiência e agilidade.</p>



<p>Equipes de grandes empresas também contam com&nbsp;<strong>web developer (ou desenvolvedor web)</strong>, programadores que criam e mantêm sites e aplicativos. Trabalham com linguagens de programação e podem atuar no desenvolvimento da parte visível para o internauta (front-end) ou na parte lógica (back-end).</p>



<p>Por fim, o&nbsp;<strong>cientista de dados</strong>&nbsp;coleta, analisa e interpreta grandes volumes de dados,&nbsp;gerando&nbsp;insights que são valiosos para os negócios e que orientam decisões importantes. Também usam de programação e conhecimentos estatísticos em seu processo de trabalho.</p>



<p><strong>&#8211; Comunicação e marketing:</strong></p>



<p>O profissional de&nbsp;<strong>marketing digital</strong>&nbsp;é responsável por criar estratégias para promover produtos, serviços ou marcas no ambiente digital. Seu trabalho envolve o uso de canais como redes sociais, mecanismos de busca, e-mails e sites, com o objetivo de atrair, engajar e converter o público. Essa área engloba várias funções, como análise de métricas, gestão de campanhas e criação de conteúdo.</p>



<p>Dentro do marketing, o&nbsp;<strong>social media</strong>&nbsp;foca no gerenciamento das redes sociais da marca, cuidando da produção de conteúdo, do relacionamento com o público e do monitoramento de tendências. Já o&nbsp;<strong>copywriter</strong>&nbsp;atua na criação de textos persuasivos (desde legendas até e-mails), com foco em gerar ações específicas, como cliques, cadastros ou compras. É o responsável por transformar mensagens em conversões, usando técnicas de escrita estratégica.</p>



<p><strong>E a inteligência artificial?</strong></p>



<p>Mesmo que não apareçam no ranking entre as opções mais procuradas no último ano,&nbsp;<strong>profissões que surgiram mais recentemente com a ascensão da IA vêm ganhando espaço e atraindo o interesse dos brasileiros</strong>. Os internautas querem entender como trabalhar com as ferramentas, quais as atividades envolvidas nas ocupações e as oportunidades que estão sendo disponibilizadas.</p>



<p>Exemplificando essas pesquisas, ainda nos últimos doze meses, as&nbsp;<strong>buscas por “como trabalhar com IA” tiveram um salto de 108% e a procura por “vagas inteligência artificial” aumentaram em 50%</strong>.</p>



<p>Ainda dentro do campo das IAs, as atividades de<strong>&nbsp;machine learning</strong>&nbsp;(que treina os algoritmos para que as ferramentas aprendam com dados e melhorem suas respostas para os usuários) também vêm atraindo interesse.&nbsp;<strong>As buscas por “o que é machine learning” cresceram em 23% e o interesse por “machine learning vaga” alcançou os 24% no período</strong>.</p>



<p><strong>A valorização dos dados: outras carreiras em ascensão</strong>&nbsp;</p>



<p>Com a ascensão das inteligências artificiais, o papel dos dados nunca foi tão central. Afinal, são os dados que alimentam, treinam e otimizam os sistemas de IA, tornando profissões como&nbsp;<strong>cientista de dados</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>analista de dados</strong>&nbsp;cada vez mais estratégicas. Exemplificando esse paralelo,&nbsp;<strong>as buscas por “ciência de dados e inteligência artificial” cresceram em 23$ no último ano</strong>.</p>



<p>Esses profissionais são responsáveis por coletar, organizar e interpretar grandes volumes de informações, e geram insights que impactam decisões em diversas áreas dos negócios, desde o marketing às finanças. Em um cenário onde empresas buscam se tornar mais orientadas por dados (cultura conhecida como&nbsp;<em>data-driven</em>), esses cargos ganham destaque tanto em termos de demanda quanto de valorização no mercado de trabalho. Percebendo esse cenário efervescência, os brasileiros vêm buscando oportunidades na área, com&nbsp;<strong>as pesquisas por “analista de dados remoto” aumentando em 191% e as por “vagas ciência de dados” em 22%.</strong>&nbsp;</p>



<p>As buscas refletem a efervescência da área, que segue trazendo novidades e mesmo disputa por espaços no mercado de trabalho. Quem não escutou sobre as profissões que serão substituídas pela IA? As buscas online também refletem a necessidade de atualização profissional nesse cenário que ainda é novo, mas que promete seguir trazendo mudanças e inovações — e estar próximo de áreas tecnológicas se mostra como uma boa forma de estar perto dessas transformações.</p>



<p><strong>Metodologia</strong></p>



<p>Para descobrir as profissões relacionadas à tecnologia que mais trazem dúvida nos brasileiros quanto às suas funções, a&nbsp;DataCamp&nbsp;partiu da análise da pergunta “o que faz?” e suas variações. Foram levantadas as buscas de plataformas da internet como Google, Bing, Youtube, TikTok, X e Pinterest. Analisaram-se então os dados disponíveis do último ano, correspondendo ao período dos últimos doze meses (de julho de 2024 a junho de 2025). Para a criação do ranking, foram selecionados os doze primeiros resultados que apresentaram maior volume de buscas.</p>
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		<title>ADSPLAY anuncia VP de Vendas e Marketing</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2025/08/adsplay-anuncia-vp-de-vendas-e-marketing/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Marsola]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 00:13:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[contratação]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[A ADSPLAY, hub de mídia que oferece soluções do topo ao fundo do funil, anuncia a promoção de Eduardo Abreu, ex-Diretor Comercial, para o cargo de VP de Vendas e Marketing. Há 2 anos na empresa, Abreu assume nova posição com o objetivo de impulsionar o crescimento e a expansão da empresa, que recentemente anunciou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <a href="https://adsplay.com.br/?utm_source=assessoria&amp;utm_medium=release_assessoria&amp;utm_campaign=assessoria" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">ADSPLAY</a>, hub de mídia que oferece soluções do topo ao fundo do funil, anuncia a promoção de Eduardo Abreu, ex-Diretor Comercial, para o cargo de VP de Vendas e Marketing.</p>



<p>Há 2 anos na empresa, Abreu assume nova posição com o objetivo de impulsionar o crescimento e a expansão da empresa, que recentemente anunciou ao mercado a aquisição da startup Pixel Roads, especializada na integração de canais de mídia digital com múltiplos formatos de anúncios em sistema integrado, simples e intuitivo.</p>



<p>Com vasta experiência na área comercial e de marketing, visão focada em resultados e na construção de relacionamentos com anunciantes e parceiros, o executivo passa a liderar ambas as áreas com alguns desafios. </p>



<p>“Inicialmente, faremos a integração dos times, da antiga Pixel com a ADSPLAY, mantendo as estruturas de forma eficiente, com os processos muito bem estruturados e foco nos resultados e no senso colaborativo”, comenta. “Marketing é uma extensão da área comercial, que precisa ser uma fonte de contatos, gerando oportunidades, criando entendimento do mercado sobre o que fazemos, qual é o nosso público e onde queremos chegar”, acredita.</p>



<p>Segundo ele, “os times sempre foram muito sinérgicos, e a ADSPLAY possui uma cultura muito forte e estabelecida, sendo o nosso maior ativo. Junto a isso, trouxemos uma segunda empresa para dentro de casa, que passa a ser mais uma alternativa dentro os diversos serviços que oferecemos aos nossos clientes”, revela o executivo.</p>



<p>Eduardo Abreu continuará respondendo para Edu Sani, CEO e fundador da ADSPLAY.</p>
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		<title>Agência Fever completa 10 anos como referência nacional em marketing médico de alto padrão</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2025/07/agencia-fever-completa-10-anos-como-referencia-nacional-em-marketing-medico-de-alto-padrao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Davi Paes e Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Jul 2025 18:13:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Empreender]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[medicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Comandada pela empresária catarinense Sabrina Isabela, a agência atua em todo o Brasil e também no exterior com soluções completas de branding, conteúdo e posicionamento para profissionais da saúde

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em um mercado em que a credibilidade é tudo e o marketing exige cada vez mais sensibilidade e sofisticação, a&nbsp;<a href="https://www.fevermarketing.com.br/sobre-n%C3%B3s" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Agência Fever</a>&nbsp;se destaca. Especializada em marketing médico, a empresa, fundada em 2015 pela empresária&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/sabrinaisabela/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Sabrina Isabela</a>, de Itajaí (SC), celebra 10 anos de atuação com um portfólio que inclui mais de 300 médicos atendidos e clientes em estados como Santa Catarina, São Paulo, Amazonas e até no exterior, como nos Emirados Árabes Unidos.</p>



<p>A trajetória da fundadora revela uma visão à frente do seu tempo. “Quando comecei, marketing médico era quase um tabu, visto com desconfiança, associado a algo antiético ou fútil”, conta Sabrina. “Hoje, é pauta nos maiores congressos do país. O conteúdo deixou de ser só propaganda e passou a ser uma extensão da marca do médico”, pontua.</p>



<p>Formada em comunicação e apaixonada pela interseção entre estética, saúde e branding, Sabrina transformou sua agência em uma das principais referências no segmento, com sede em Florianópolis (SC). Atualmente, a Fever&nbsp;<strong>atende 55 marcas médicas de forma contínua</strong>, com um modelo de assessoria&nbsp;<em>boutique</em>&nbsp;que preza pela personalização, profundidade e estratégia &#8211; em vez de volume.</p>



<p><strong>Transformações do mercado</strong></p>



<p>O crescimento da Fever acompanha as transformações do marketing digital para médicos. Segundo ela, a pandemia foi um divisor de águas: muitos profissionais que resistiam à presença online passaram a buscar posicionamento com mais urgência e propósito.</p>



<p>“Hoje vemos médicos ensinando marketing para médicos, clínicas com diretores de branding e um mercado muito mais criterioso. O que não faz mais sentido? Conteúdo panfletário, fórmulas genéricas e estratégia sem essência”, resume a empresária.</p>



<p><strong>Soluções com foco em experiência e fidelização</strong></p>



<p>A Fever oferece soluções de marketing 360º, com foco na construção de marcas médicas que combinam autoridade e sensibilidade. Os serviços incluem: Assessoria completa de marketing e branding; Mentorias individuais e em grupo; Naming e identidade visual de clínicas; Direção de conteúdo e audiovisual; Planejamento de eventos e ativações; Consultorias para fidelização de pacientes.</p>



<p><strong>Cases de sucesso</strong></p>



<p>A entrega personalizada e o olhar estratégico renderam à Fever um portfólio de clientes de peso. Um dos principais cases da agência é a Clínica Dermatológica da médica Adriana Vilarinho, uma das dermatologistas mais conceituadas do país, que comanda cinco unidades em São Paulo e é responsável por assinar a beleza de celebridades.</p>



<p>Outro destaque é a&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/bsk.ae/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Clínica BSK</a>, da dermatologista Suzana Roncaglia, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. A Fever desenvolveu toda a identidade visual e presença digital da marca em inglês, com um posicionamento voltado para naturalidade, sofisticação e multiculturalismo.</p>



<p>Em Santa Catarina, a agência acompanha há mais de cinco anos o crescimento da&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/danifukumaru/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Dra. Daniella Fukumaru</a>, em Chapecó. O trabalho inclui desde eventos com pacientes até o lançamento da marca própria de skincare assinada pela médica. Em Florianópolis, a Fever é responsável pelo marketing da&nbsp;<a href="https://cadoreclinicadermatologica.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Cadore Clínica Dermatológica</a>, da médica dermatologista&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/dra.deboracadore/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Débora Cadore</a>, referência nacional em doenças capilares e terapias com células-tronco.&nbsp;</p>



<p><strong>Crescimento e visão de futuro</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://cidadenoar.com/wp-content/uploads/sites/22/2025/07/Sabrina-Isabela-comemora-o-aniversario-de-10-anos-da-agencia-Fever-com-portfolio-de-mais-de-300-medicos-atendidos-Foto-Luna-Zunino-683x1024.jpg" alt="O atributo alt desta imagem está vazio. O nome do arquivo é Sabrina-Isabela-comemora-o-aniversario-de-10-anos-da-agencia-Fever-com-portfolio-de-mais-de-300-medicos-atendidos-Foto-Luna-Zunino-683x1024.jpg" /><figcaption class="wp-element-caption">Sabrina Isabela comemora o aniversário de 10 anos da agência Fever, com portfólio de mais de 300 médicos atendidos (Foto Luna Zunino)</figcaption></figure>



<p>De 2020 para cá, a Fever saltou de 30 para 55 contratos mensais ativos,&nbsp;<strong>um crescimento de mais de 65% na base contínua de clientes</strong>. Com a demanda crescente e uma cartela de clientes espalhada por diversos estados, a agência inaugurou seu escritório físico em 2022, reforçando sua presença e estrutura para continuar oferecendo um atendimento de excelência.</p>



<p>De acordo com Sabrina, a evolução da agência é resultado do atendimento de qualidade e personalizado. “Nosso crescimento nunca foi sobre volume. Cada novo cliente é analisado com profundidade antes de qualquer contrato ser fechado. Isso significa que aprendemos a dizer não. Nem todo médico está no momento ideal para uma assessoria completa e nós temos maturidade para orientar com clareza, sem promessas vazias. Nosso foco é atender poucos e bons, com consistência e propósito que vai além da estética”, destaca a empresária.&nbsp;</p>



<p>Com uma equipe especializada em saúde formada por 17 profissionais, entre eles jornalistas, publicitários e designers,&nbsp;<strong>a Fever aposta no que Sabrina define como “marketing com alma”</strong>. Para a empresária, o segredo está em entender que cada médico é também uma marca e que, para se destacar, é preciso comunicar com verdade, profundidade e estratégia.</p>



<p>“A gente faz um diagnóstico, desenha todo o posicionamento do médico, faz pesquisa para entender como os pacientes percebem ele. E, no final, os médicos saem com o posicionamento desenhado. Como eles devem se posicionar tanto no digital quanto no offline também. Eu acredito que esse seja o principal diferencial do nosso trabalho: nós não entregamos posts, nós entregamos marca”, ressalta Sabrina.</p>



<p>Ainda em 2025 a agência pretende lançar um produto digital voltado para médicos em início de carreira, com investimento acessível e formato de mentoria em grupo, previsto para o segundo semestre.&nbsp;</p>



<p>Para mais informações&nbsp;<a href="https://www.fevermarketing.com.br/sobre-n%C3%B3s" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">acesse o site oficial da Agência Fever</a>&nbsp;e acompanhe a agência no&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/fevermarketing/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Instagram</a>.&nbsp;</p>
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		<title>7 estratégias digitais que estão fazendo sucesso nas empresas</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2025/06/7-estrategias-digitais-que-estao-fazendo-sucesso-nas-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniella Pimenta]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jun 2025 13:15:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing digital]]></category>
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					<description><![CDATA[Em um mundo cada vez mais digital, estar online já não é diferencial — é ponto de partida. As empresas que realmente se destacam no mercado são aquelas que transformam presença digital em estratégia: utilizam dados de forma inteligente, integram canais com precisão e constroem jornadas digitais alinhadas aos seus objetivos de negócio.&#160; Em 2024, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em um mundo cada vez mais digital, estar online já não é diferencial — é ponto de partida. As empresas que realmente se destacam no mercado são aquelas que transformam presença digital em estratégia: utilizam dados de forma inteligente, integram canais com precisão e constroem jornadas digitais alinhadas aos seus objetivos de negócio.&nbsp;</p>



<p>Em 2024, os investimentos globais em novas tecnologias cresceram cerca de 8%, alcançando a marca de US$5,1 trilhões, segundo a <a href="https://www.gartner.com/en/newsroom/press-releases/2023-10-18-gartner-forecasts-worldwide-it-spending-to-grow-8-percent-in-2024" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Gartner</a>. No Brasil, dados da <a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/37973-84-9-das-industrias-de-medio-e-grande-porte-utilizaram-tecnologia-digital-avancada" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Pesquisa de Inovação Semestral (PINTEC)</a>, realizada pelo IBGE em parceria com a ABDI e a UFRJ, mostram que 84,9% das indústrias de médio e grande porte já adotaram pelo menos uma tecnologia digital avançada.</p>



<p>“Os números impressionam, mas também levantam um alerta: não basta investir em inteligência artificial, automação ou big data. O verdadeiro diferencial está em como essas tecnologias serão aplicadas. Sem uma estratégia clara, orientada por dados e focada em resultados, os investimentos correm o risco de se tornarem apenas despesas — e não motores de crescimento”, comenta o vice-presidente de Estratégia de Crescimento e Inovação de Portfólio da Keyrus, multinacional de tecnologia, Rodrigo Cruz.</p>



<p>Esse dado reforça a urgência da transformação digital como um diferencial competitivo e não mais como uma opção. No entanto, o verdadeiro valor está em como essas tecnologias são aplicadas. Não adianta investir em inteligência artificial, automação ou big data se esses recursos não estiverem alinhados com uma estratégia clara e focada em resultados.</p>



<p>&#8220;Cada empresa tem desafios únicos, por isso, é fundamental entender suas particularidades e propor uma arquitetura digital que favoreça a tomada de decisão, o engajamento dos clientes e o crescimento sustentável”, explica Cruz.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Os caminhos digitais que impulsionam os resultados</strong></p>



<p>Para apoiar líderes e organizações que buscam inovação com propósito, reunimos o especialista da Keyrus reuniu sete estratégias digitais que estão fazendo sucesso nas empresas e podem te ajudar, são elas:</p>



<p><strong>1. Canais digitais bem definidos e integrados</strong></p>



<p>Não adianta estar em todos os canais se eles não conversam entre si. “Mapear a jornada do cliente e identificar onde estão os pontos de maior interação,&nbsp; como e-mail, redes sociais, WhatsApp ou aplicativos próprios permite criar uma comunicação mais eficaz e assertiva. É necessário escolher e integrar esses canais, alinhando a presença digital com a experiência desejada”, comenta.</p>



<p><strong>2. Data &amp; Analytics na tomada de decisões</strong></p>



<p>No <a href="https://www.sas.com/pt_br/news/press-releases/2022/october/brasil-e-o-pais-mais-avancado.html" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">estudo</a> “Avanços na cultura organizacional baseada em dados, analytics e IA”, produzido pela SAS, 90% das companhias brasileiras investem em dados e ferramentas de analytics visando identificar tendências e padrões de consumo. O percentual, novamente, é superior à média da América Latina, de 60%. Além disso, o Brasil (84%) lidera a utilização de dados, analytics e IA no que diz respeito à confiabilidade e à segurança das atividades empresariais, contra uma taxa média de 73% na América Latina.</p>



<p>&nbsp;<br>Empresas data-driven têm mais agilidade para adaptar suas estratégias. A coleta, tratamento e análise dos dados de comportamento do consumidor, performance de vendas e métricas de engajamento são fundamentais para decisões mais informadas.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>3. Experiência digital personalizada</strong></p>



<p><br>Conforme uma <a href="https://www.superoffice.com/blog/customer-experience-statistics/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">pesquisa</a> de 2024 da SuperOffice, 86% dos compradores estão dispostos a pagar mais por uma excelente experiência, evidenciando que, mais do que produtos ou serviços, os consumidores valorizam interações que os façam sentir-se especiais e bem atendidos.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Oferecer experiências digitais sob medida já deixou de ser um diferencial e se tornou uma expectativa do consumidor. Ferramentas como CRMs avançados, segmentação por comportamento e campanhas automatizadas aumentam a taxa de conversão e fidelização.</p>



<p><strong>4. Automação de marketing e vendas</strong></p>



<p>Um<a href="https://hubify.com.br/marketing-digital/estatisticas-de-marketing-digital/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer"> levantamento</a> da 8D Hubify revelou que 56,1% das empresas brasileiras investem até 5% do faturamento em marketing digital. “A automatização dos processos de marketing e vendas, com uso de ferramentas como RD Station, HubSpot ou Salesforce, melhora a produtividade do time comercial e aumenta a eficiência na geração e nutrição de leads” afirma o especialista da Keyrus.</p>



<p><strong>5. Inteligência artificial aplicada ao atendimento</strong></p>



<p>Chatbots com IA, assistentes virtuais e soluções de NLP (Processamento de Linguagem Natural) estão transformando o atendimento ao cliente. Dados da Gartner preveem que até o final de 2025, 80% das interações de atendimento ao público serão gerenciadas por tecnologias de IA, o que representa um salto significativo em relação aos 52% registrados em 2020.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“Empresas que investem nessas tecnologias reduzem custos operacionais e melhoram a experiência do consumidor, com respostas mais rápidas e precisas”, acrescenta Rodrigo.<strong>&nbsp;</strong></p>



<p><strong>6. Arquitetura escalável e segura na nuvem</strong></p>



<p>Migrar para a nuvem já é quase obrigatório, mas fazer isso com segurança e escalabilidade é o que garante o sucesso da operação. Soluções cloud permitem o crescimento dos negócios com menor custo de infraestrutura, além de facilitar a integração com outras tecnologias.</p>



<p><strong>7. Cultura digital e capacitação contínua</strong></p>



<p>Mais do que ferramentas, a transformação digital exige mudança de mentalidade. Programas de capacitação, adoção de metodologias ágeis e uma liderança comprometida com a inovação são pontos-chave para garantir que a tecnologia seja bem aproveitada em todos os níveis da organização.</p>



<p>“Transformação digital não é um destino, mas uma jornada contínua de evolução. As empresas que entendem isso conseguem não apenas se adaptar às mudanças do mercado, mas liderar a inovação, criando valor real para seus clientes e para o negócio”, finaliza Rodrigo Cruz.&nbsp;</p>
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		<title>Redes sociais crescem como mecanismo de busca por produtos na América Latina</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2025/06/redes-sociais-crescem-como-mecanismo-de-busca-por-produtos-na-america-latina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniella Pimenta]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jun 2025 13:15:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[O relatório da Latam Intersect PR, intitulado “2025: O Futuro do Consumo de Mídias Sociais na América Latina”, aponta que a linha entre experiência e consumo está cada vez mais tênue. Facebook, YouTube, Instagram e TikTok são citados pelos entrevistados como mecanismos de busca alternativos populares ao Google. A pesquisa descobriu que 31% dos entrevistados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O relatório da Latam Intersect PR, intitulado “<a href="https://latamintersectpr.com/2025-e-commerce-trends-social-medias-impact-on-latin-american-consumer-behavior/?gad_source=1&amp;gclid=Cj0KCQjwhYS_BhD2ARIsAJTMMQYaTsjoaZi84TCCZzpaFohh9a7SX8VRf87yKc9xTeJkC8iv5j8cS6QaAsIyEALw_wcB" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">2025: O Futuro do Consumo de Mídias Sociais na América Latina”</a>, aponta que a linha entre experiência e consumo está cada vez mais tênue. Facebook, YouTube, Instagram e TikTok são citados pelos entrevistados como mecanismos de busca alternativos populares ao Google.</p>



<p>A pesquisa descobriu que 31% dos entrevistados usam o Facebook para pesquisar produtos antes de comprá-los, 28,7% usam o YouTube, e 23,4% usam o Instagram. Além disso, quase um terço (31,5%) dos entrevistados afirmam descobrir novos produtos por meio de plataformas de vídeo, como o YouTube (16,3%) e o TikTok (15,2%).</p>



<p>Quando perguntados se já usaram redes sociais como mecanismos de busca alternativos ao Google, 30,4% dos entrevistados disseram ter usado o Facebook, 28,5% o YouTube, 22% o Instagram e 11,3% o TikTok. Foram entrevistados 1.800 consumidores em seis das principais economias da região: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru.</p>



<p>&#8220;Estamos testemunhando uma revolução no e-commerce, onde as fronteiras entre entretenimento, socialização e compras estão se dissolvendo rapidamente. As redes sociais evoluíram de simples canais de exposição de marca para se tornarem ecossistemas completos de compra, exigindo que empresas que almejam sucesso em vendas estejam cada vez mais integradas digitalmente&#8221;, afirma o cofundador<strong> </strong>da Boomer, empresa mineira especializada em soluções inteligentes em marketing digital com foco em performance, Pedro Paulo Alves.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Transformação no comportamento do consumidor</strong></p>



<p>O relatório mostra que as redes sociais atingiram novos níveis de penetração tanto em termos do número de latino-americanos online quanto do tempo que passam conectados.&nbsp;</p>



<p>Além disso, muitos dos aplicativos e plataformas mais populares da região — como Mercado Livre, WhatsApp, Pinterest e TikTok — estão integrando, cada vez mais, recursos de rede social, comércio eletrônico e pagamentos em uma única interface, oferecendo conveniência incomparável e novas oportunidades para as marcas se conectarem com os usuários de forma mais integrada.&nbsp;</p>



<p>Segundo Eduardo Augusto, CEO da IDK, consultoria especializada em marketing, comunicação e tecnologia, esses dados refletem uma mudança significativa no modo como as pessoas — especialmente as gerações mais jovens — consomem conteúdo e fazem escolhas de compra. “Por trás desses números, existe uma transformação profunda no comportamento do consumidor, especialmente da Geração Z, que sozinha deve movimentar cerca de US$167 bilhões em gastos com beleza, por exemplo, até o final de 2025”, destaca.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O poder do conteúdo gerado por usuários</strong></h2>



<p>O estudo aponta que anúncios que utilizam UGC alcançam uma taxa de cliques (CTR) 4 vezes maior e um custo por clique 50% menor do que a média. Ou seja: à medida que as mídias sociais se misturam cada vez mais com outras formas de consumo, caminhos tradicionais como SEO, Google e sites institucionais, sozinhos, se tornam menos eficazes para alcançar os consumidores.</p>



<p>&#8220;O consumidor contemporâneo não se contenta apenas em ver um produto; ele quer compreender como aquele item se integra ao seu estilo de vida. O conteúdo gerado por usuários e influenciadores proporciona uma perspectiva autêntica que os anúncios tradicionais simplesmente não conseguem oferecer”, explica o especialista.&nbsp;</p>



<p>Para Eduardo Augusto, o papel dos influenciadores neste cenário está se tornando cada vez mais relevante. &#8220;Marcas lideradas por influenciadores estão crescendo a uma taxa de 32,8% ao ano, comparado a apenas 5,9% do mercado tradicional. Esta disparidade demonstra o poder da conexão autêntica que os criadores de conteúdo estabelecem com suas audiências”, declara.&nbsp;</p>



<p><strong><em>‘Flywheel’ </em></strong><strong>substitui o funil tradicional&nbsp;</strong></p>



<p>O relatório destaca ainda como o novo modelo de “flywheel” (ciclo contínuo) do TikTok está redefinindo a jornada do consumidor e o engajamento com marcas. O funil tradicional está evoluindo para um ‘flywheel’, no qual descoberta, engajamento e compra se fundem de maneira fluida, mostrando que as marcas não podem mais depender apenas da busca tradicional — elas precisam estar inseridas em espaços interativos, transformando a curiosidade em ação, tornando-se parte essencial das jornadas digitais dos consumidores.</p>



<p>&#8220;As redes sociais deixaram de ser apenas canais de divulgação para se tornarem verdadeiros marketplaces. O consumidor atual espera descobrir, avaliar e comprar produtos sem sair da plataforma&#8221;, afirma Pedro Paulo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Instagram e YouTube lideram no Brasil</strong></h2>



<p>O recorte específico sobre o Brasil dentro do estudo mostra que, em nosso país, 47,8% dos entrevistados escolhem o Instagram como sua plataforma de mídia social preferida, a maior porcentagem entre os países pesquisados. 36,2% dos brasileiros afirmam utilizar o YouTube como um mecanismo de busca alternativo ao Google.</p>



<p>Além disso, 65,1% dos consumidores brasileiros afirmam comprar mais online do que pessoalmente, a maior porcentagem entre os países pesquisados e muito acima da média regional de 40,5%.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Este comportamento do consumidor brasileiro também se reflete no mercado de beleza, um exemplo significativo dessa transformação. Eduardo Augusto destaca que &#8220;o Brasil representou um estudo de caso particularmente interessante, com seu mercado de beleza de R$140 bilhões crescendo a 8,7% ao ano, evidenciando o potencial do país para estratégias de social commerce”.</p>



<p>Segundo o cofundador da Boomer, o mercado brasileiro tem características singulares que o tornam extremamente receptivo ao social commerce. “Temos uma população jovem, altamente conectada, que passa em média 4,8 horas diárias nas redes sociais e valoriza a opinião de sua comunidade online antes de tomar decisões de compra. As empresas que conseguirem criar experiências de compra integradas a esse contexto social terão uma vantagem competitiva expressiva&#8221;, destaca Pedro Paulo.</p>



<p><strong>Estratégias para empresas no novo cenário digital</strong></p>



<p>Para aproveitar o pleno potencial do social commerce, as empresas precisam ir além da simples presença nas redes sociais. À medida que as plataformas de mídia social se tornam motores de busca alternativos, rotas tradicionais como a pesquisa no Google e sites corporativos tornam-se menos eficazes para alcançar os consumidores. As marcas precisam estabelecer presença em várias plataformas e utilizar conteúdos específicos para cada uma, engajando os clientes onde eles estão mais ativos.&nbsp;</p>



<p>Um fenômeno interessante observado por Eduardo Augusto é que &#8220;o sucesso dessas marcas apresenta quase zero correlação com métricas convencionais, como número de seguidores do influenciador, volume de investimento inicial ou qualidade intrínseca do produto.&#8221; Este insight sugere que as empresas precisam repensar seus indicadores de desempenho e focar mais na qualidade das interações do que no alcance bruto.</p>



<p>&#8220;O social commerce não é apenas um novo canal de vendas, é uma completa reimaginação da experiência de compra. As empresas precisam investir em tecnologias que eliminem atritos entre a descoberta e a finalização da compra. Cada segundo adicional no processo representa uma oportunidade para o consumidor desistir”, completa Pedro.&nbsp;</p>



<p>As marcas que conseguirem unificar dados de comportamento nas redes sociais com seus sistemas de CRM terão uma visão mais holística da jornada do cliente, permitindo criar experiências verdadeiramente personalizadas. “Este é o momento ideal para as empresas repensarem toda sua infraestrutura digital para suportar esta nova realidade onde social, entretenimento e comércio se fundem em uma experiência contínua e integrada&#8221;, finaliza o co-fundador<strong> </strong>da Boomer.&nbsp;</p>
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		<title>O Erro que Está Impedindo o Crescimento do Seu Escritório – E Como Corrigi-lo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Henrique Martins - CEO PRDX MARKETING JURÍDICO]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 20:29:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento do escritório de advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[Imagine se, todo mês, você tivesse a tranquilidade de saber exatamente quantos novos contratos seriam fechados no seu escritório. Sem depender apenas de indicações ou de momentos de sorte. Parece um sonho distante? Para muitos advogados, essa previsibilidade financeira já é uma realidade – e ela passa por uma estratégia digital bem estruturada. A transformação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Imagine se, todo mês, você tivesse a tranquilidade de saber exatamente quantos novos contratos seriam fechados no seu escritório. Sem depender apenas de indicações ou de momentos de sorte. Parece um sonho distante? Para muitos advogados, essa previsibilidade financeira já é uma realidade – e ela passa por uma estratégia digital bem estruturada.</p>



<p>A transformação digital na advocacia não é mais uma tendência futura, mas uma necessidade urgente. Enquanto muitos advogados ainda esperam por indicações para movimentar seus escritórios, outros já descobriram como atrair clientes de forma constante usando o digital. A diferença? Uma estratégia eficaz de posicionamento e especialização.</p>



<p><strong>Por que Estar no Digital Não é Mais uma Opção</strong></p>



<p>De acordo com pesquisas, mais de 70% dos clientes procuram serviços jurídicos na internet antes de tomar uma decisão. E com quase 2 milhões de advogados registrados no Brasil, a concorrência se torna cada vez mais acirrada.</p>



<p>Advogados que ainda não marcaram presença digital já estão ficando para trás. Escritórios que investem corretamente no digital não só captam mais clientes, mas também conseguem previsibilidade financeira – algo impossível para quem depende exclusivamente de indicações.</p>



<p>Mas atenção: estar presente no digital não basta. Sem uma estratégia bem definida, seu investimento pode se transformar em desperdício de tempo e dinheiro.</p>



<p><strong>A Armadilha das Estratégias Ineficientes</strong></p>



<p>Ao perceberem a necessidade de entrar no ambiente digital, muitos advogados acabam cometendo erros que comprometem seus resultados:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Criar campanhas genéricas para nichos saturados, como “advogado previdenciário” ou “advogado trabalhista”;</li>



<li>Investir em anúncios sem segmentação adequada, resultando em alto custo por clique e poucos contatos qualificados;</li>



<li>Disputar clientes com centenas de outros advogados, reduzindo honorários e comprometendo a rentabilidade.</li>
</ul>



<p>A boa notícia é que existe uma alternativa eficiente para captar clientes sem entrar nessa guerra de preços: a <strong>Estratégia do Oceano Azul</strong>.</p>



<p><strong>Como Criar Seu Próprio Mercado com a Estratégia do Oceano Azul</strong></p>



<p>Inspirada no conceito do livro <em>Blue Ocean Strategy</em>, essa metodologia propõe fugir da competição acirrada dos mercados saturados e criar novos espaços de atuação, onde a concorrência é mínima ou inexistente​.</p>



<p>Um exemplo real? Um de nossos clientes, antes disputando espaço no saturado direito previdenciário, especializou-se em LOAS para pessoas com Síndrome de Down. Hoje, ele fecha contratos mensalmente sem concorrência e com clientes altamente qualificados.</p>



<p><strong>Como Identificar Nichos Lucrativos no Oceano Azul</strong></p>



<p>Para encontrar um nicho jurídico pouco explorado e de alta conversão, utilizamos uma metodologia baseada em três fatores:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Alta demanda:</strong> Existem muitas pessoas buscando esse serviço?</li>



<li><strong>Baixa concorrência:</strong> Há poucos advogados especializados nessa área?</li>



<li><strong>Margem de lucro:</strong> É possível cobrar honorários mais altos pela expertise?</li>
</ul>



<p>Exemplos de nichos promissores incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Aposentadoria de Servidores Públicos:</strong> Menos concorrência e clientes mais qualificados.</li>



<li><strong>Reconhecimento de Vínculo Trabalhista:</strong> Atuação em regularização de vínculos informais.</li>



<li><strong>Assessoria Jurídica para Influenciadores Digitais:</strong> Um mercado em expansão com necessidades jurídicas específicas.</li>



<li><strong>Advocacia para Startups:</strong> Empresas inovadoras que precisam de suporte jurídico especializado.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXfbVop2RpoeDVflaHdN9GAxr7q7SK0g2FR6wxdaQWmwJz--4zOfY27zh08U8MFKJCjbyjOX2vTIXgjHdX8KYRMi8J98vygkSLhSlNoeAXD2OplrOHh96qnrBqtzCuxvLrPXXsdZHA?key=1RhBQ-xuqoCUvNjvKlOMg8QR" alt="" /></figure>



<p></p>



<p><strong>Pedro Henrique Martins – CEO PRDX MARKETING JURÍDICO<br>E-mail: </strong><a href="mailto:pedromartins@prdx.com.br">pedromartins@prdx.com.br</a><strong><br>Telefone: </strong><a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5519981406903" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">19 98140-6903</a><strong><br>Site: </strong><a href="https://prdx.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">prdx.com.br</a></p>



<p></p>
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		<title>O Maior Risco da Advocacia Hoje – E Como Evitá-lo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Henrique Martins - CEO PRDX MARKETING JURÍDICO]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 20:14:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Risco]]></category>
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<p>O mercado jurídico brasileiro passa por uma transformação sem precedentes. A era das indicações boca a boca, que por décadas sustentou escritórios de advocacia, está dando lugar a um novo comportamento do consumidor: a busca digital. Hoje, a maioria dos clientes procura advogados na internet antes mesmo de considerar uma recomendação pessoal, e aqueles que não acompanham essa mudança já estão ficando para trás.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A Necessidade de Estar no Digital</strong></h3>



<p>A ausência de presença digital não é mais apenas uma desvantagem, mas um risco real para a sobrevivência dos escritórios de advocacia. Aqueles que não se posicionam online perdem clientes diariamente para concorrentes que já compreenderam a importância de se adaptar ao novo cenário. Os números confirmam essa transformação: mais de 70% das pessoas buscam serviços online antes de contratar um advogado, o Brasil conta com quase 2 milhões de advogados, tornando a concorrência mais acirrada a cada ano, e escritórios que investem no digital conseguem previsibilidade na captação de clientes, enquanto os que dependem apenas de indicações enfrentam períodos de baixa demanda e instabilidade financeira.</p>



<p>Mas apenas estar presente no digital não basta. Sem uma estratégia bem definida, o investimento pode se tornar um desperdício de tempo e dinheiro.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O Perigo de Estratégias Ineficientes</strong></h3>



<p>Muitos advogados, ao perceberem a necessidade de investir no digital, acabam cometendo erros que comprometem seus investimentos. As armadilhas mais comuns incluem criar campanhas genéricas para nichos altamente saturados, como “advogado previdenciário” ou “advogado trabalhista”, investir em anúncios sem segmentação adequada, resultando em alto custo por clique e poucos contatos qualificados, e disputar clientes com centenas de outros advogados, reduzindo honorários e comprometendo a rentabilidade dos contratos.</p>



<p>Essas falhas tornam a concorrência ainda mais acirrada e reduzem o retorno financeiro, mas há uma alternativa eficiente para captar clientes sem entrar nessa disputa: a Estratégia do Oceano Azul.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Criando Novos Mercados com a Estratégia do Oceano Azul</strong></h3>



<p>A Estratégia do Oceano Azul propõe uma abordagem diferente. Em vez de competir diretamente nos nichos tradicionais e saturados, advogados que adotam essa estratégia direcionam seus serviços para públicos específicos e de alta demanda, onde a concorrência é mínima ou inexistente.</p>



<p>Um exemplo bem-sucedido é o do advogado Giovana Leão, que em vez de disputar espaço no saturado direito empresarial, especializou-se na assessoria para abertura de ONGs. Hoje, fecha contratos de forma consistente porque sua campanha atrai apenas clientes que já estão decididos a abrir uma ONG e precisam de um advogado especializado. Com menor concorrência, seu custo de aquisição de clientes é reduzido e sua taxa de conversão, elevada.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Exemplos de Nichos Lucrativos no Oceano Azul</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Aposentadoria de Servidores Públicos</strong> – Em vez de competir como “advogado previdenciário”, especializar-se nesse público reduz a concorrência e atrai clientes mais qualificados.</li>



<li><strong>Reconhecimento de Vínculo Trabalhista</strong> – Atuar na regularização de vínculos empregatícios informais pode garantir benefícios como FGTS, férias e 13º salário. Esse nicho permite atuação tanto na defesa do trabalhador quanto na consultoria para empresas.</li>



<li><strong>Assessoria Jurídica para Influenciadores Digitais</strong> – O mercado de influenciadores cresce exponencialmente e eles precisam de suporte jurídico para contratos, direitos autorais e parcerias comerciais.</li>



<li><strong>Advocacia para Startups</strong> – Startups enfrentam desafios regulatórios e jurídicos específicos, e advogados especializados podem se tornar referências nesse setor.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXe6ZJOTn9wxBTkkOX6M38hXm0ooHTp__KyLbamJYj9FxUEL2xtSk8wuNVk-LoqnuzufH76tNtuknkyJrYMr_z9PrKUh7uAEifKRFAmGgGI5gotOPIuh6ney9fq19CSvXr5IISjA?key=vnUIsUnapgPmZNu9vGYSn3ga" alt="" /></figure>



<p>O mercado jurídico está evoluindo rapidamente, e aqueles que se antecipam a essas mudanças têm mais chances de sucesso. Investir no digital de forma estratégica e explorar nichos pouco concorridos não é apenas uma opção, mas um caminho essencial para advogados que querem se destacar e crescer de maneira sustentável.</p>



<p><strong>Pedro Henrique Martins – CEO PRDX MARKETING JURÍDICO<br>E-mail: </strong><a href="mailto:pedromartins@prdx.com.br">pedromartins@prdx.com.br</a><strong><br>Telefone: </strong><a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5519981406903" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">19 98140-6903</a><strong><br>Site: </strong><a href="https://prdx.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">prdx.com.br</a></p>



<p></p>
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