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	<title>investimentos &#8211; Jornal Tribuna</title>
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	<description>O seu portal de notícias e artigos científicos</description>
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		<title>Miami avança como polo financeiro e atrai capital global</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grayce Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 17:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Brickell]]></category>
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					<description><![CDATA[Bate-papo com Howard Marks, a nova ordem geopolítica e o futuro dos investimentos marcam a análise de Charles Mendlowicz, sócio da Ticker Wealth, direto da XP Global Conference.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A edição de 2026 da <strong>XP Global Conference</strong>, que aconteceu em março no coração financeiro de Miami, ocorreu em um momento em que as bússolas dos investidores globais parecem buscar um novo Norte. No centro desse debate, o economista Charles Mendlowicz, sócio da consultoria de wealth management Ticker Wealth e fundador do canal Economista Sincero, participou <em>in loco</em> do evento e aponta para uma reconfiguração profunda nas estratégias de investimento.</p>



<p><strong>O desafio da eficiência: a visão de Howard Marks</strong></p>



<p>Nos bastidores do primeiro dia da XP Global Conference, Mendlowicz teve a oportunidade de gravar um vídeo exclusivo com Howard Marks, cofundador da Oaktree Capital e um dos nomes mais respeitados do&nbsp;<em>value investing</em>&nbsp;global. No centro da conversa, a crescente dificuldade de encontrar retornos assimétricos em um mercado cada vez mais institucionalizado.</p>



<p>Para o economista, a percepção de Marks reforça a necessidade de uma análise técnica profunda para o investidor moderno. &#8220;Tive a chance de conversar com o Howard Marks e ele foi muito enfático: temos que assumir que os outros investidores também vão descobrir as oportunidades. Os mercados tornam-se mais eficientes à medida que são descobertos, e a verdadeira &#8216;vantagem&#8217; está em áreas onde a informação ainda não é óbvia&#8221;, destaca Mendlowicz.</p>



<p><strong>Geopolítica e o radar americano sobre a América Latina</strong></p>



<p>O cenário macroeconômico global, marcado por uma fragmentação geopolítica sem precedentes na última década, foi outro pilar das discussões. Segundo dados observados por Mendlowicz no evento, o número de conflitos globais dobrou em relação aos últimos cinco anos, criando um ambiente de risco permanente.</p>



<p>O economista destaca que a disputa de influência entre Estados Unidos e China continua sendo o principal motor dessa volatilidade. No entanto, uma janela de oportunidade parece se abrir para o Sul.</p>



<p>&#8220;A América Latina, incluindo o Brasil, entrou definitivamente no radar estratégico americano para os próximos anos. Esse é um movimento que vai além da atual administração e que deve ditar o fluxo de capital estrangeiro para a região&#8221;, afirma Mendlowicz.</p>



<p><strong>Inteligência artificial como deflator de longo prazo</strong></p>



<p>Diferente das narrativas de pânico sobre o mercado de trabalho, o consenso entre os especialistas no evento aponta para um ciclo de investimentos que remete aos grandes saltos tecnológicos da história. Mendlowicz traça um paralelo com a expansão das ferrovias e das telecomunicações.</p>



<p>&#8220;O que estamos vendo em IA agora é um novo ciclo de investimentos. Embora haja uma redução de postos de trabalho em alguns setores, o lado positivo é um salto de produtividade real, capaz de reduzir pressões inflacionárias globalmente&#8221;, explica o economista.</p>



<p><strong>Miami: a consolidação da &#8220;Wall Street do Sul&#8221;</strong></p>



<p>A escolha de Miami como sede do evento reflete uma mudança estrutural no mapa financeiro das Américas. O distrito de Brickell, onde a conferência está sediada, transformou-se em um hub que abriga hoje mais de 60 bancos internacionais e movimenta cerca de US$ 28 bilhões anuais na economia local.</p>



<p>Mendlowicz observa que o movimento de migração de grandes fortunas e fundos para a Flórida não é meramente sazonal, mas pautado por incentivos fiscais e segurança jurídica.</p>



<p>&#8220;Brickell se transformou em um ponto de encontro natural entre o capital americano e os investidores da América Latina. Não por acaso, o mercado já consolidou o termo &#8216;Wall Street do Sul&#8217; para definir essa região&#8221;, pontua.</p>



<p><strong>Alocação para 2026: menos EUA e mais valor</strong></p>



<p>Para o investidor que busca posicionamento no pós-COVID, as diretrizes discutidas na XP Global Conference sugerem uma rota de fuga do crescimento especulativo. Com juros que devem permanecer em patamares elevados, o foco migra para a resiliência.</p>



<p>As principais conclusões de Mendlowicz para a carteira do investidor moderno são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Apostas em <em>value stocks</em>:</strong> preferência por empresas com fundamentos sólidos e geração de caixa em detrimento de empresas de crescimento (<em>growth</em>) sem lucro;</li>



<li><strong>Diversificação internacional:</strong> redução da exposição concentrada em ativos dos EUA em favor de uma alocação global mais equilibrada;</li>



<li><strong>Renda variável seletiva:</strong> foco em ativos que se beneficiam da nova dinâmica de juros e produtividade tecnológica.</li>
</ul>



<p>&#8220;Evolui quem continua em movimento e buscando entender o mundo para tomar decisões conscientes. O cenário atual exige que o investidor amplie seu repertório e ouça diferentes visões para lapidar seu conhecimento&#8221;, conclui o economista.</p>



<p><strong>Sobre Charles Mendlowicz, o Economista Sincero</strong></p>



<p>Charles Mendlowicz é um dos principais nomes do mercado financeiro brasileiro, com 30 anos de experiência e um histórico de sucesso entre o mercado financeiro e o varejo. É sócio da consultoria de wealth management Ticker Wealth, onde lidera a estratégia de expansão, e autor do best-seller &#8220;18 princípios para você evoluir&#8221;. Sua abordagem direta e transparente o consagrou como um influenciador confiável, tendo sido eleito o melhor influenciador de investimentos pela ANBIMA por quatro vezes.</p>
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		<title>Ibovespa em máxima histórica: economista aponta erros que fazem investidores perderem dinheiro</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/02/ibovespa-em-maxima-historica-economista-aponta-erros-que-fazem-investidores-perderem-dinheiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Grayce Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 17:53:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[B3]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Wicz]]></category>
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		<category><![CDATA[Ibovespa]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[real]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o índice batendo 186 mil pontos e mirando o patamar de 200 mil, Charles Mendlowicz, o Economista Sincero, alerta para o perigo da ‘euforia tardia’ e da falta de estratégia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O mercado acionário brasileiro atravessa um momento de otimismo raramente visto. Após um janeiro marcado por uma alta acumulada de 12,56% (fonte: B3) e o dólar em queda, o Ibovespa fez história ao romper a barreira dos 186 mil pontos no dia 29 de janeiro. No entanto, para o economista Charles Mendlowicz, sócio da consultoria de&nbsp;<em>wealth management</em>&nbsp;Ticker Wealth e fundador do canal Economista Sincero, o cenário de recordes esconde armadilhas para o investidor pessoa física.</p>



<p>A grande preocupação de Mendlowicz não é o potencial de alta do índice (que ele acredita poder, sim, ultrapassar os 200 mil pontos em breve), mas o comportamento de quem decide entrar na Bolsa apenas agora, motivado pelo medo de ficar de fora da festa.</p>



<p>Para o economista, o movimento atual do mercado assemelha-se a uma ‘ratoeira’ para os desavisados. Enquanto investidores institucionais aproveitam a alta para realizar lucros e sair do jogo, muitos iniciantes entram no topo, atraídos pelas notícias de recordes sucessivos.</p>



<p>&#8220;Tem gente há dois anos com dinheiro parado na conta corrente. Agora, essas pessoas vão entrar no Ibovespa motivadas porque viram o índice bater 186 mil pontos. Tem como dar certo? Não, porque essa pessoa vai ter que esperar cinco anos, às vezes, para colher algum lucro, e vai pegar a queda logo de cara&#8221;, alerta o economista.</p>



<p>Mendlowicz reforça que a Bolsa não é um cassino, mas que o investidor a transforma em um ao agir por impulso. &#8220;É você que está fazendo errado ao não planejar&#8221;, analisa o Economista Sincero.</p>



<p><strong>Seguir a manada não é a melhor estratégia, alerta o economista</strong></p>



<p>A análise de Mendlowicz estende-se a outros ativos que tiveram ralis expressivos recentemente, como o ouro (com alta de 75% em um ano) e a prata. Ele observa que a queda brusca desses metais na última sexta-feira, dia 30, serve como um lembrete pedagógico sobre a volatilidade.</p>



<p>&#8220;O investidor deve ter cuidado. Quando ouro e prata estão subindo muito, todo mundo pensa: &#8216;Eu não entrei ainda, mas agora vou entrar&#8217;. Teve gente que caiu nessa ratoeira. Os investidores institucionais fecham a ratoeira e saem do jogo com o seu dinheiro&#8221;, explica o economista.</p>



<p>Mesmo no mercado de criptomoedas, onde Mendlowicz mantém uma posição com 80% em Bitcoin, Ethereum e XRP, o alerta é o mesmo: não se deve agir na emoção. Ele destaca que, embora o Bitcoin tenha enfrentado quedas recentes, o pânico é o maior inimigo do patrimônio.</p>



<p><strong>Cenário global: sorte ou mérito?</strong></p>



<p>Ao analisar os fundamentos por trás da alta do Ibovespa e da queda do dólar, que chegou ao patamar de R$ 5,24 no fim de janeiro, Charles é enfático ao dizer que o movimento é, majoritariamente, um reflexo global de enfraquecimento da moeda americana.</p>



<p>&#8220;O dólar vem perdendo força frente às principais moedas do mundo. No Brasil, tivemos uma valorização bacana de mais de 12% contra o dólar no último ano, mas há moedas que subiram 20%. Não é um movimento só brasileiro. O governo atual teve muita sorte nisso, pois é um movimento global de apetite por risco&#8221;, pontua Mendlowicz.</p>



<p><strong>Oportunidades para o investidor</strong></p>



<p>Para quem deseja navegar este momento de recordes sem comprometer o capital, Charles Mendlowicz deixa orientações importantes. “Não compre ativos ‘correndo’ só porque subiram ou porque lhe prometeram que subirão mais. O momento exige olhar para ativos específicos e buscar o valor justo, em vez de apostar cegamente no índice, essa é a estratégia a ser seguida. Por fim, o investidor deve ter disciplina e pesquisar novos ativos, mas não deve fazer nada na emoção&#8221;, resume o economista.</p>



<p>A conclusão do Mendlowicz é direta: &#8220;Acho que o Ibovespa bate os 200 mil pontos, é questão de tempo. Mas não compre nada na correria, porque quando o mercado virar, quem te deu a dica sumirá e o prejuízo será apenas seu”.</p>



<p><strong>Sobre Charles Mendlowicz, o Economista Sincero</strong></p>



<p>Charles Mendlowicz é um dos principais nomes do mercado financeiro brasileiro, com 30 anos de experiência e um histórico de sucesso entre o mercado financeiro e o varejo. É sócio da consultoria de wealth management Ticker Wealth, onde lidera a estratégia de expansão, e autor do best-seller &#8220;18 princípios para você evoluir&#8221;. Sua abordagem direta e transparente o consagrou como um influenciador confiável, tendo sido eleito o melhor influenciador de investimentos pela ANBIMA por quatro vezes.</p>
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		<title>Investir ou recuar? Entenda o dilema da ‘bolha da IA’ e o cenário para 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grayce Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 23:53:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Bolha da IA]]></category>
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					<description><![CDATA[O otimismo que marcou o mercado financeiro em 2025, com recordes na bolsa e em ativos como ouro e prata, começa a dar lugar a uma pergunta latente entre os investidores: o mercado está diante de uma bolha prestes a explodir? Para o economista Charles Mendlowicz, sócio da Ticker Wealth e fundador do canal Economista [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O otimismo que marcou o mercado financeiro em 2025, com recordes na bolsa e em ativos como ouro e prata, começa a dar lugar a uma pergunta latente entre os investidores: o mercado está diante de uma bolha prestes a explodir? Para o economista Charles Mendlowicz, sócio da Ticker Wealth e fundador do canal Economista Sincero, o cenário para 2026 deve ser ditado pelo temor da volatilidade e pela teia de investimentos cruzados no setor de tecnologia.</p>



<p>Segundo Mendlowicz, o ano de 2025 foi excepcional para diversas classes de ativos. O Ibovespa avançou mais de 31% no ano, atingindo os 160 mil pontos, enquanto o ouro superou os US$ 4.500 e a prata ultrapassou, no último dia 26, os US$ 75 pela primeira vez na história. No entanto, o motor dessa euforia (a inteligência artificial) é o que mais acende o sinal de alerta para uma possível bolha.</p>



<p>&#8220;O rali da inteligência artificial (IA) acende uma bolha. Eu concordo e também estou preocupado&#8221;, afirma o economista. Ele destaca que grandes corporações como Disney, Amazon e Nvidia (que hoje, dia 29, anunciou a compra de ações da Intel no valor de US$ 5 bilhões) seguem investindo umas nas outras, criando um cenário de interdependência que pode sacudir o mercado em 2026.</p>



<p><strong>O impacto da IA no emprego: realidade ou narrativa?</strong></p>



<p>Um dos pontos da análise de Mendlowicz é o fenômeno das demissões em massa no setor de tecnologia. Embora, oficialmente, 55 mil postos de trabalho nos Estados Unidos tenham sido cortados em 2025 sob a justificativa do avanço da IA (fonte: consultoria Challenger, Gray &amp; Christmas), o economista pondera que há um componente de conveniência corporativa.</p>



<p>Mendlowicz explica que as empresas muitas vezes precisam reduzir seus quadros de funcionários para cortar custos ou porque contrataram gente demais no passado, por exemplo. No entanto, admitir que a empresa errou no planejamento ou que os funcionários não estão rendendo bem gera um impacto negativo na imagem da marca.</p>



<p>“Ao dizer que a IA é a causa da demissão, a empresa transfere a responsabilidade para a evolução tecnológica. Em vez de dizer ‘<em>Estamos demitindo 10% porque eles não trabalham bem’</em>, a empresa prefere dizer ‘<em>Estamos demitindo 10% porque a tecnologia agora faz o trabalho deles’. </em>A IA acaba servindo como um escudo para decisões administrativas que visam apenas o lucro ou a correção de erros internos”, avalia o Economista Sincero.</p>



<p>Para ele, a mudança de paradigma ocorreu quando Elon Musk demitiu 80% do quadro do Twitter (atual X) e a empresa continuou operando, o que levou outras big techs a reavaliarem seus excessos de contratação do período da pandemia.</p>



<p><strong>Juros nos EUA e o impacto na economia global</strong></p>



<p>A saúde da economia americana é outro fator de instabilidade. O PIB dos EUA cresceu 4,3% no terceiro trimestre, um número forte que, paradoxalmente, preocupa o mercado. Mendlowicz ressalta que, “se a economia crescer demais, o Federal Reserve (Fed) pode ser impedido de baixar os juros, o que devasta a economia mundial e interrompe o fluxo de capital para mercados emergentes como o Brasil”.</p>



<p><strong>Estratégias para 2026: diversificação e longo prazo</strong></p>



<p>Apesar do &#8220;medo que vende notícias&#8221;, Mendlowicz não recomenda o pânico, mas sim o rebalanceamento de carteiras. Ele sugere que investidores reduzam a exposição concentrada em tecnologia e olhem para setores essenciais como <strong>energia, saneamento e bancos</strong>, além de manter ativos tangíveis.</p>



<p>&#8220;A crise é amiga do investidor na hora de fazer o aporte. Se tiver uma bolha, nós vamos enxergar, mas vamos tentar pensar a longo prazo porque é isso que dá dinheiro&#8221;, conclui, citando a resiliência de investidores como Warren Buffett, que mantém posições em empresas sólidas por décadas.</p>



<p><strong>Sobre Charles Mendlowicz, o Economista Sincero</strong></p>



<p>Charles Mendlowicz é um dos principais nomes do mercado financeiro brasileiro, com 30 anos de experiência e um histórico de sucesso entre o mercado financeiro e o varejo. É sócio da Ticker Wealth, onde lidera a estratégia de expansão, e autor do best-seller &#8220;18 princípios para você evoluir&#8221;. Sua abordagem direta e transparente o consagrou como um influenciador confiável, tendo sido eleito o melhor influenciador de investimentos pela ANBIMA por quatro vezes.</p>
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		<title>Bolsa da Venezuela em disparada: oportunidade real ou armadilha para os investidores?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grayce Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 17:53:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Valores]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a captura de Nicolás Maduro, mercado precifica mudança de regime e atrai olhares globais; economista Charles Mendlowicz analisa os riscos e oportunidades de apostar em ações e imóveis no país vizinho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O mercado financeiro venezuelano vive dias de euforia sem precedentes. Após a notícia da captura de Nicolás Maduro por forças especiais dos Estados Unidos, a bolsa de valores da Venezuela, o IBVC, registrou uma alta meteórica de 148%, medida a partir de 23 de dezembro. O movimento, embora expressivo, levanta um questionamento entre os investidores: é o início de uma recuperação histórica ou um voo de galinha alimentado pela especulação?</p>



<p>Para o economista Charles Mendlowicz, sócio da consultoria de wealth management Ticker Wealth e criador do canal Economista Sincero, a resposta exige cautela. &#8220;O mercado trabalha com expectativa. Em cenários bons, a expectativa sobe, em cenários ruins, cai&#8221;, explica o economista, ressaltando que a alta atual do IBVC se baseia exclusivamente na possibilidade de uma troca de regime, uma vez que o chavismo ainda mantém estruturas de poder.</p>



<p>Mendlowicz compara o momento atual com a dinâmica de resultados de empresas. “Muitas vezes, uma ação sobe antes de um balanço positivo e despenca quando o resultado, mesmo sendo bom, já foi precificado. No caso da Venezuela, a euforia é alimentada por uma tese de ‘fruta baixa’, cuja estratégia é buscar ativos extremamente baratos após décadas de crise”, explica o economista.</p>



<p>Essa onda de otimismo não está isolada. O economista aponta que o investidor global voltou a olhar para a América Latina com bons olhos, citando a Argentina, que registrou recentemente o menor risco soberano dos últimos 7 anos, e as mudanças políticas no Chile. Para o Brasil, ele projeta um cenário igualmente otimista, caso haja uma sinalização de alternância de governo em 2026: &#8220;Apenas a possibilidade da troca de governo por um gestor respeitável poderia levar o Ibovespa aos 200 mil pontos&#8221;, pontua Charles.</p>



<p><strong>Imóveis na Venezuela: preços de banana, riscos de ouro</strong></p>



<p>Uma das maiores curiosidades dos investidores de varejo tem sido o mercado imobiliário venezuelano. Com a debandada de mais de 8,6 milhões de pessoas do país, os preços das propriedades desabaram entre 50% e 90%. Só na capital, estima-se a existência de 3 mil casas abandonadas segundo declarações do ex-presidente da Câmara Imobiliária Metropolitana de Caracas, Roberto Orta Martínez.</p>



<p>No entanto, Mendlowicz alerta para o que chama de ‘armadilha para inocentes’. Embora seja possível encontrar apartamentos de luxo por frações do preço de um imóvel no Brasil, os riscos são sistêmicos.</p>



<p>“É fácil comprar, mas pode ser impossível vender se a recuperação econômica não se concretizar, isso afeta a liquidez. Há risco de insegurança jurídica, com relatos de golpes onde o mesmo imóvel é vendido para múltiplas pessoas, além da ocupação por cartéis ou grupos armados. É preciso ficar também atento aos custos ocultos. Propriedades abandonadas exigem reformas estruturais caríssimas, e a gestão à distância é um desafio logístico e de segurança”, alerta o Economista Sincero.</p>



<p><strong>Como investir com segurança?</strong></p>



<p>Para quem ainda assim deseja exposição ao renascimento venezuelano, o economista sugere o mercado financeiro em vez do físico. Gestoras nos Estados Unidos já estão em processo de registro de ETFs (fundos de índice) focados na Venezuela, o que permitiria ao investidor entrar e sair do mercado com muito mais agilidade.</p>



<p>&#8220;Eu prefiro de longe investir em renda variável, ações e ETFs, do que comprar um imóvel sem conhecimento local&#8221;, afirma Charles. Ele traça um paralelo com a febre dos NFTs de ‘macacos’ (Bored Apes), lembrando que muitos influenciadores promovem ativos no topo para depois deixarem os seguidores com o prejuízo na mão.</p>



<p>Charles Mendlowicz finaliza a análise dizendo que a alta de 148% da bolsa de valores da Venezuela é um sinal de que o mundo está de olho no país, mas o investidor consciente deve priorizar a liquidez e evitar decisões baseadas apenas no FOMO (<em>fear of missing out</em>, ou medo de ficar de fora). &#8220;Nesse momento, eu só peço calma. Se for investir, tem que fazer direito&#8221;, conclui o economista.</p>
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		<title>Liquidação do Banco Master: Charles Mendlowicz analisa o caso e orienta investidores com CDBs da instituição</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2025/11/liquidacao-do-banco-master-charles-mendlowicz-analisa-o-caso-e-orienta-investidores-com-cdbs-da-instituicao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Grayce Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 23:39:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Economista diz que atuação do Banco Central e da Polícia Federal é saudável para o sistema financeiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A prisão do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, no aeroporto de Guarulhos pela Polícia Federal (PF), e a consequente decretação da liquidação extrajudicial da instituição pelo Banco Central (BC) pegaram o mercado de surpresa na manhã desta terça-feira (18).</p>



<p>O economista e sócio da consultoria de <em>wealth management</em> Ticker Wealth, <a href="https://www.instagram.com/charles.wicz" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Charles Mendlowicz</a>, classifica a ação do BC e da PF como saudável para o sistema financeiro brasileiro. Segundo Charles, a investigação e eventual liquidação de instituições que fazem algo errado ou correm risco são necessárias para apartá-las do sistema.</p>



<p>&#8220;O sistema financeiro precisa desse tipo de operação. Quando uma instituição atua em desacordo com as regras vigentes ou corre risco, ela precisa ser liquidada, investigada e apartada do sistema. Este tipo de fato é extremamente saudável<strong>.&nbsp;</strong>É melhor para o mercado financeiro que um banco com problemas seja liquidado do que ter instituições fantasmas em operação&#8221;, avalia Mendlowicz, fundador do canal Economista Sincero.</p>



<p>A surpresa no mercado foi motivada pelo fato da prisão de Vorcaro e o afastamento do presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, ocorrerem logo após a notícia da venda integral do Banco Master para um consórcio com a Fictor Holding Financeira e investidores dos Emirados Árabes Unidos, que previa um aporte de R$ 3 bilhões. Vorcaro, que estava embarcando para o exterior, foi preso no aeroporto.</p>



<p><strong>Risco para investidores e o caso Rioprevidência</strong></p>



<p>Embora o sistema financeiro se beneficie com a operação, Mendlowicz ressalta que haverá perdas significativas para alguns credores. Um dos casos de maior destaque é o do Rioprevidência, fundo de pensão dos servidores do Rio de Janeiro. O Economista Sincero explica que o fundo concentrou R$ 1 bilhão em Letras do Banco Master sem cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).</p>



<p>&#8220;Como é que a previdência de funcionários, que é algo extremamente importante, é alocada em um banco apontado em diversas matérias como uma instituição de credibilidade duvidosa?&#8221;, questiona Charles Mendlowicz.</p>



<p>Para os credores sem garantia do FGC, o dinheiro só poderá ser reavido após a liquidação, entrando em uma fila de credores e dependendo da prioridade e do patrimônio que sobrar do banco, em um processo que pode ser longo.</p>



<p><strong>Economista orienta investidores com CDBs do Banco Master</strong></p>



<p>Para os investidores que aplicaram em Certificados de Depósito Bancário (CDBs) e outros produtos cobertos pelo FGC, o procedimento de ressarcimento é mais simples, mas exige ação do credor. O limite máximo de cobertura é de R$ 250 mil por CPF/CNPJ e por instituição financeira.</p>



<p>Charles Mendlowicz alerta que a cobertura se refere ao valor total, incluindo o capital investido mais os juros acumulados. &#8220;Você tem que investir menos de R$ 250 mil, e contar que você vai ganhar o juro. Tem que se preparar para casos como esse, do Banco Master, com inteligência&#8221;, pontua o economista.</p>



<p><strong>Passo a passo para o ressarcimento junto ao FGC (pessoa física)</strong></p>



<p><strong>1. Liquidação e lista de credores:</strong>&nbsp;após o decreto de liquidação pelo Banco Central, o Banco Master deve enviar a lista dos credores com direito a cobertura ao FGC. Este processo deve demorar cerca de 30 dias.</p>



<p><strong>2. Solicitação via app:</strong>&nbsp;depois que o FGC recebe e processa a lista (cerca de 48 horas após o recebimento), a solicitação de ressarcimento é liberada no aplicativo do FGC.</p>



<p><strong>3. Cadastro e recebimento:</strong> o credor (pessoa física) deve baixar o aplicativo do FGC, fazer o cadastro, validar a biometria, enviar os documentos e cadastrar a conta bancária de sua preferência para receber o dinheiro. O dinheiro deve cair em alguns dias após a solicitação.</p>
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		<title>FIIs no limite: ciclo de juros abre janela final para renda passiva turbinada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grayce Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Nov 2025 09:55:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Mendlowicz]]></category>
		<category><![CDATA[Economista Sincero]]></category>
		<category><![CDATA[FIIs]]></category>
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		<category><![CDATA[Renda Passiva]]></category>
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					<description><![CDATA[Tendência de queda da Selic para 12% até 2026 transforma fundos imobiliários em aposta de valorização e dividendos, diz Economista Sincero. ]]></description>
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<p>O mercado de Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) vive um momento crucial, com analistas apontando uma potencial última oportunidade de entrada para investidores focados em turbinar a renda passiva. O ciclo de juros altos, que manteve a taxa Selic em 15% nas últimas reuniões do Copom, está próximo do fim, e o cenário macroeconômico sugere uma valorização expressiva para o setor.</p>



<p>As projeções do mercado, como o Boletim Focus e a ANBIMA, indicam que a taxa básica de juros deve ser reduzida gradualmente, chegando a 12% ou 12,25% até o final de 2026. Charles Mendlowicz, economista e sócio da Ticker Wealth, explica que “a baixa da Selic torna a renda fixa menos atrativa, o que historicamente direciona o fluxo de capital para a renda variável e, consequentemente, eleva as cotas dos FIIs”.</p>



<p>Mendlowicz, fundador do canal Economista Sincero, acredita que quem não se posicionar agora pode se arrepender daqui a um ou dois anos. “A grande vantagem do momento reside na combinação de potencial ganho de capital futuro com a remuneração imediata via dividendos. Mesmo que isso não aconteça no curto prazo, tem vários fundos pagando um dividendo interessante. O investidor é remunerado para esperar uma valorização das cotas&#8221;, afirma.</p>



<p>A antecipação dos investidores já tem gerado resultados, com alguns FIIs superando o CDI e acumulando retornos totais de até 20% ao ano, com isenção de Imposto de Renda sobre os dividendos.</p>



<p><strong>Setores em destaque indicam retomada</strong></p>



<p>No mercado de tijolo, a recuperação se concentra em segmentos específicos. A taxa de vacância de escritórios de alto padrão (Classe A+) em São Paulo atingiu 20,90% no segundo trimestre de 2024. No segundo trimestre de 2025, segundo um estudo do Banco Safra, a taxa de vacância caiu para 14,53% na capital paulista, a menor da série histórica, puxada por bairros como Rebouças e Pinheiros.</p>



<p>Na análise de Mendlowicz, apesar do setor de lajes corporativas ainda lidar com vacância média em dois dígitos, FIIs com ativos de alta qualidade estão sendo negociados com desconto, oferecendo uma oportunidade de ganho de capital no futuro. “Os segmentos de galpões logísticos e de&nbsp;<em>shopping centers</em>&nbsp;também têm apresentado bom desempenho, contribuindo para a alta do IFIX (o índice de FIIs da B3)”, pontua o economista.</p>



<p><strong>Estratégia de diversificação</strong></p>



<p>Para aproveitar o cenário atual, a orientação do economista Charles Mendlowicz é a diversificação e construção de uma carteira robusta que equilibre diferentes fatores de risco e retorno. O Economista Sincero conta que a abordagem ideal inclui FIIs de papel, tijolo e de lajes corporativas (ativos Triple A).</p>



<p>“Embora o dividend yield deva cair com a Selic, a segurança dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) de alta qualidade e com indexação à inflação (IPCA) oferece proteção e renda passiva estável, um ponto positivo para os FIIs de papel. Fundos de tijolo com imóveis de qualidade bem localizados capturam a valorização do metro quadrado e a queda nas taxas de vacância. Sobre os fundos de lajes corporativas, investir nos fundos com os maiores descontos P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial), mas que possuam imóveis de altíssimo padrão, é a aposta para o maior ganho de capital no longo prazo, à medida que a retomada do mercado se consolida”, explica Mendlowicz.</p>



<p>O economista finaliza a análise destacando que dar o primeiro passo é fundamental, mesmo com pouco capital. &#8220;O mais importante é você conhecer o seu perfil e começar a investir. Você investe R$ 500, no mês seguinte já recebe dividendo. No outro mês, recebe dividendo e investe um pouco mais. É um movimento que incentiva você a ter constância nos investimentos&#8221;, conclui.</p>
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		<title>Fundos imobiliários disparam com a Selic em queda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grayce Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 18:37:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Mendlowicz]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Wicz]]></category>
		<category><![CDATA[Economista Sincero]]></category>
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		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[Perspectiva de juros baixos leva IFIX a máxima histórica; confira a análise do economista Charles Mendlowicz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O mercado de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) vive um momento de forte valorização, impulsionado pela expectativa de um ciclo contínuo de cortes na taxa Selic. A projeção de juros mais baixos no futuro tem estimulado a migração de capital da renda fixa para ativos de maior risco e potencial de retorno, levando o principal indicador do setor na Bolsa, o IFIX, a renovar sua máxima histórica.</p>



<p>A performance positiva reflete a mudança no ambiente macroeconômico, um movimento que o setor esperava desde que o Banco Central iniciou a redução dos juros. Analistas apontam que a alta é um claro reflexo da atratividade que os FIIs recuperam em um cenário de menor custo do crédito. O economista Charles Mendlowicz, sócio da consultoria Ticker Wealth e fundador do canal Economista Sincero, reforça que o momento é extremamente favorável para quem busca se posicionar.</p>



<p>“O mercado de fundos imobiliários já está no radar, muitos já subiram, mas eu ainda acredito numa alta”, afirma o economista. Mendlowicz explica a lógica por trás do movimento: “A Selic elevada tira a atratividade dos fundos imobiliários e, agora, com a possibilidade de uma queda da Selic, na realidade, a gente deve ter um aumento das cotas”.</p>



<p><strong>Antecipação e o risco de perder o &#8220;melhor da rentabilidade&#8221;</strong></p>



<p>Segundo um estudo da XP, aplicar em FIIs até 12 meses antes de queda da Selic eleva o retorno em até 8,8% ao ano. “A antecipação é fundamental para o investidor, o coloca em uma janela de oportunidade crucial. Adiar a decisão pode ser um erro, eu já vi esse movimento. Depois a Selic cai, os fundos sobem, e muitos perdem o melhor da rentabilidade”, orienta Charles.</p>



<p>Apesar de reconhecer os riscos de atraso no corte da taxa básica, o sócio da Ticker Wealth ressalta que o contexto global ajuda: “A redução na taxa básica de juros norte-americana pelo FED, por exemplo, traz alívio para o Brasil e agiliza a queda da nossa Selic”.</p>



<p><strong>Fundos de tijolo e diversificação</strong></p>



<p>A queda dos juros beneficia particularmente os chamados <strong>fundos de tijolo</strong>, que investem em imóveis físicos como galpões logísticos, shoppings e lajes corporativas. Com a queda no custo do crédito, o Economista Sincero explica que o próprio ativo imobiliário tende a se valorizar, impulsionando ainda mais o valor das cotas.</p>



<p>Embora não recomende <em>tickers</em> específicos de fundos de investimento, Charles Mendlowicz destaca as características gerais dos fundos que tendem a se sair melhor no cenário atual. Ele aconselha buscar ativos de qualidade, como galpões logísticos e shoppings.</p>



<p>Charles também enfatiza a importância da diversificação do portfólio. Para ele, uma carteira bem montada deve ser composta por diferentes tipos de FIIs. “Ter um fundo de tijolo, um fundo de papel, um fundo de tijolo de galpão, um fundo híbrido e um fundo de shopping, por exemplo, torna a carteira mais diversificada”, conclui o economista.</p>



<p><strong>Sobre Charles Mendlowicz, o Economista Sincero</strong></p>



<p><a href="https://www.instagram.com/charles.wicz" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Charles Mendlowicz</a> é um dos principais nomes do mercado financeiro brasileiro, com 30 anos de experiência e um histórico de sucesso entre o mercado financeiro e o varejo. É sócio da Ticker Wealth, onde lidera a estratégia de expansão, e autor do <em>best-seller</em> &#8220;18 princípios para você evoluir&#8221;. Sua abordagem direta e transparente o consagrou como um influenciador confiável, tendo sido eleito o melhor influenciador de investimentos pela ANBIMA por quatro vezes.</p>
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		<title>Economista Sincero explica como dolarizar o patrimônio e fugir do risco Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grayce Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 22:57:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Mendlowicz]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Wicz]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Economista Sincero]]></category>
		<category><![CDATA[Investidor]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Investir no exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Risco Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasileiros somam US$ 245,4 bilhões no exterior, segundo o relatório Capitais Brasileiros no Exterior (CBE). Estratégia, segundo Charles Mendlowicz, é a principal ferramenta de proteção contra a desvalorização da moeda local.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Brasileiros somam US$ 245,4 bilhões no exterior, segundo o relatório Capitais Brasileiros no Exterior (CBE). Estratégia, segundo Charles Mendlowicz, é a principal ferramenta de proteção contra a desvalorização da moeda local.</em></p>



<p>O número de pessoas físicas com bens, direitos e ativos de qualquer natureza no exterior em valor igual ou superior a US$ 1 milhão ultrapassou a marca de 25 mil brasileiros, segundo informações do relatório Capitais Brasileiros no Exterior (CBE), divulgado em julho pelo Banco Central. Os dados, referentes a data-base de 31 de dezembro de 2024, mostram que US$ 245,4 bilhões de cidadãos brasileiros estão alocados no exterior. Outro dado, divulgado pela Receita Federal em 2024, apontou que 816,1 mil declarações do Imposto de Renda Pessoa Física incluíam bens fora do Brasil, tais como ações (48%), ETFs (15%) e contas internacionais (13%).</p>



<p>Charles Mendlowicz, sócio da consultoria Ticker Wealth e voz ativa do mercado à frente do perfil Economista Sincero, explica que o investimento internacional é, hoje, a principal ferramenta de proteção contra a desvalorização da moeda local e o risco político e jurídico do país. “A diversificação internacional deixou de ser um nicho para se tornar uma estratégia essencial”, afirma o economista.</p>



<p>O especialista acredita que essa estratégia é crucial para quem busca proteger e aumentar o patrimônio em dólar. Com 30 anos de experiência no mercado financeiro, Mendlowicz destaca que o cenário atual é propício para alocações no exterior, com tendência de enfraquecimento do dólar nos próximos meses e expectativa de corte de juros nos Estados Unidos &#8211; o que historicamente favorece ativos de risco, como ações.</p>



<p><strong>Dolarização como escudo contra o risco Brasil</strong></p>



<p>O principal argumento de Mendlowicz para investir fora do país é a proteção contra a instabilidade local, o chamado risco Brasil.</p>



<p>“O dólar ainda é uma das principais moedas do mundo. Ele serve como proteção para sua carteira, dá acesso às maiores empresas do planeta, e permite a diversificação para não ficar só no risco Brasil”, explica Charles. O economista ressalta que a exposição internacional é uma barreira contra o risco político e jurídico do país, e pontua que a exposição ao mercado norte-americano, por exemplo, permite ao investidor alcançar os locais com maior concentração de capital e inovação do planeta.</p>



<p><strong>Medo da bolha</strong></p>



<p>Uma das maiores preocupações de investidores inexperientes é a crença de que os mercados globais estão em uma bolha prestes a estourar, especialmente em&nbsp;<em>megacaps</em>&nbsp;de tecnologia. Mendlowicz alerta, porém, que essa preocupação é a maior inimiga do crescimento de capital.</p>



<p>“A primeira lição que eu sempre trago é: independentemente do que está acontecendo no mundo, você precisa continuar investindo todos os meses. Quem ficou de fora do mercado com medo de uma bolha, falando que tem crise e conflitos geopolíticos, só perdeu dinheiro até hoje”, avalia o sócio da Ticker Wealth.</p>



<p>O economista afirma que a diversificação em ativos estrangeiros, como ações de grandes companhias, Fundos de Índice (ETFs) e até mesmo títulos de renda fixa (como&nbsp;<em>Treasuries</em>), é a melhor resposta para a volatilidade global, em vez de esperar o momento perfeito para entrar no mercado.</p>



<p><strong>Foco no lucro consistente</strong></p>



<p>Embora Charles Mendlowicz não faça recomendações de ativos, ele detalha a tese sobre o que o investidor deve buscar ao selecionar empresas no exterior: lucro consistente e capacidade de inovação.</p>



<p>O economista usa o exemplo de duas gigantes de tecnologia que vêm apresentando resultados expressivos e atraindo a atenção de analistas globais para ilustrar esse ponto. “Empresas como Amazon e Microsoft &nbsp;não estão inflando uma bolha sem ter, efetivamente, &nbsp;oxigênio. As empresas estão melhorando, são companhias que a partir de iniciativas ligadas à inteligência artificial e tecnologias disruptivas transformam inovação em receita e domínio de mercado”, analisa Mendlowicz.</p>



<p>Charles Mendlowicz conclui dizendo que o investidor de longo prazo deve focar em negócios com fundamentos sólidos e resultados comprovados. “No caso dessas empresas, o lucro não para de subir. São bilhões e bilhões de lucro. O segredo para aumentar o patrimônio em dólar é a disciplina de investir consistentemente em bons ativos”.</p>



<p><strong>Sobre Charles Mendlowicz, o Economista Sincero</strong></p>



<p><a href="https://www.instagram.com/charles.wicz" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Charles Mendlowicz</a> é um dos principais nomes do mercado financeiro brasileiro, com 30 anos de experiência e um histórico de sucesso entre o mercado financeiro e o varejo. É sócio da Ticker Wealth, onde lidera a estratégia de expansão, e autor do <em>best-seller</em> &#8220;18 princípios para você evoluir&#8221;. Sua abordagem direta e transparente o consagrou como um influenciador confiável, tendo sido eleito o melhor influenciador de investimentos pela ANBIMA por quatro vezes.</p>
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		<title>Economista Sincero alerta para bolha que pode “murchar”, não explodir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grayce Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 16:31:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Mendlowicz]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Wicz]]></category>
		<category><![CDATA[Economista Sincero]]></category>
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		<category><![CDATA[Macroeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Ticker Wealth]]></category>
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					<description><![CDATA[O Economista Sincero, Charles Mendlowicz, alerta para a "grande ilusão" do mercado global e a bolha que pode "murchar", não explodir. Entenda a desconexão perigosa entre bolsas em alta e a crise de crédito nos EUA. Descubra a estratégia de proteção focada em renda fixa e ouro para investidores.]]></description>
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<p><em>Charles Mendlowicz adverte que euforia nos mercados contrasta com crise de crédito nos EUA e tensões geopolíticas, e orienta investidores a fugir do pânico e focar na renda fixa</em>.</p>



<p>O mercado financeiro global vive uma grande ilusão com sinais claros de formação de uma bolha, mas que, na visão do economista Charles Mendlowicz, tem maior probabilidade de “murchar” do que de explodir. O economista, sócio da Ticker Wealth e autor do&nbsp;<em>best-seller</em>&nbsp;&#8220;18 princípios para você evoluir&#8221;, vê uma desconexão perigosa entre os recordes das bolsas e a deterioração dos fundamentos macroeconômicos em escala mundial.</p>



<p>&#8220;Em praticamente todos os países nós estamos vendo problemas e as bolsas nas máximas, inclusive nos Estados Unidos. Isso é sinal de que pode ter uma bolha,&#8221; afirmou Mendlowicz, conhecido como Economista Sincero e eleito quatro vezes o melhor influenciador de investimentos pela ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).</p>



<p>Embora o cenário exija cautela e preparação, Mendlowicz ressalta a diferença fundamental entre os desfechos possíveis: “Eu já vi uma bolha explodir na economia, como a bolha da Nasdaq 2000, e já vi bolha murchar. O pior é quando ela explode”. Sua conclusão é de que, embora não seja o momento de se desesperar, também não é hora para o investidor ficar tranquilo.</p>



<p><strong>Risco de crédito e VIX em disparada</strong></p>



<p>A principal preocupação do economista reside na crise de crédito e no setor bancário regional dos Estados Unidos. Mendlowicz destacou que o VIX, conhecido como índice do medo, disparou, e que o temor de uma nova crise de crédito paira no ar. “Quando você vê uma barata, provavelmente há mais. A quebra de dois bancos regionais e o prejuízo de outro por fraudes em empréstimos acenderam um forte alerta para a estabilidade do setor”, avalia Mendlowicz.</p>



<p>Além do risco financeiro interno nos EUA, Mendlowicz cita os principais fatores geopolíticos que aumentam a instabilidade no cenário global. “A tensão entre EUA e China, agravada pela disputa por terras raras, é vista como um conflito que pode evoluir para uma guerra tecnológica. A persistência da guerra Rússia-Ucrânia e as tensões no Oriente Médio (Israel-Hamas) continuam a gerar incerteza. Há também instabilidade na América Latina, uma vez que o risco de queda do regime de Maduro na Venezuela, apoiado por uma possível atuação da CIA, pode trazer instabilidade adicional à região”.</p>



<p><strong>O cenário doméstico e a queda do petróleo</strong></p>



<p>No Brasil, apesar do Ibovespa ter fechado a semana estável acima dos 140.000 pontos (chegando a 143.000) e o dólar ter caído para R$ 5,40, Charles expressa preocupação com a economia real. “O varejo, em especial, dá sinais de fraqueza, com relatos de fechamento de lojas. Um ponto positivo, no entanto, é a queda do petróleo, que atingiu seu menor nível desde maio, motivada por um possível acordo entre Rússia e Ucrânia. Esse recuo pode ser um fator decisivo para a inflação no Brasil e no mundo, já que barateia a gasolina e o diesel”,&nbsp; pontua Charles Mendlowicz.</p>



<p><strong>Estratégia de proteção: renda fixa e diversificação</strong></p>



<p>Diante do cenário volátil, o Economista Sincero enfatiza que a palavra de ordem é preparação, e não pânico. A recomendação fundamental é a diversificação, classificada por Charles como essencial.</p>



<p>“Enxergo o ouro como principal proteção, e considero a renda fixa neste momento extremamente atrativa, com destaque para o Tesouro IPCA +8, um ativo que deve ser considerado”, &nbsp;afirma. A estratégia, segundo o economista, é garantir que o investidor tenha capital disponível caso as bolsas despenquem: “Se a bolsa cair 50% amanhã, você tem dinheiro para tirar de algum lugar para comprar? É nesse momento que a gente se organiza. É durante o tempo claro, aberto e com sol que a gente compra o guarda-chuva”.</p>



<p>O analista conclui a análise reforçando que o investidor deve evitar alavancagem para não ser &#8220;eliminado do jogo&#8221; e ter uma estratégia para acumular dinheiro todos os anos, focando na longevidade de sua carteira.</p>



<p><strong>Sobre Charles Mendlowicz, o Economista Sincero</strong></p>



<p><a href="https://www.instagram.com/charles.wicz/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Charles Mendlowicz</a> é um dos principais nomes do mercado financeiro brasileiro, com 30 anos de experiência e um histórico de sucesso entre o mercado financeiro e o varejo. É sócio da Ticker Wealth, onde lidera a estratégia de expansão, e autor do <em>best-seller</em> &#8220;18 princípios para você evoluir&#8221;. Sua abordagem direta e transparente o consagrou como um influenciador confiável, tendo sido eleito o melhor influenciador de investimentos pela ANBIMA por quatro vezes.</p>



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		<title>EUA: carreira no mercado financeiro é oportunidade para brasileiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grayce Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 20:46:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Bancos do mercado americano ofertam vagas com foco no atendimento de clientes brasileiros e latinos. Tendência será tema de palestras e imersões em investimentos internacionais no evento Conexão EMB, que acontecerá no dia 23/11 em São Paulo/SP   A globalização mudou a dinâmica de trabalho em setores diversos da economia. No mercado financeiro, o aumento da [&#8230;]]]></description>
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<p><em>Bancos do mercado americano ofertam vagas com foco no atendimento de clientes brasileiros e latinos. Tendência será tema de palestras e imersões em investimentos internacionais no evento Conexão EMB, que acontecerá no dia 23/11 em São Paulo/SP </em><br> </p>



<p>A globalização mudou a dinâmica de trabalho em setores diversos da economia. No mercado financeiro, o aumento da comunidade de brasileiros em países como os Estados Unidos fez com que uma demanda emergisse dentro dos bancos. <strong>A barreira do idioma, que prejudica o relacionamento entre profissionais americanos e clientes brasileiros não fluentes em inglês, abriu portas para que bancários e especialistas em investimentos do Brasil expandissem as oportunidades de carreira para cidades como Miami</strong>. &nbsp;</p>



<p>Para abordar o tema, o <strong>evento Conexão EMB</strong> receberá profissionais brasileiros que atuam em bancos no exterior, especialistas em investimentos internacionais, vendas e alta performance no <strong>dia 23 de novembro</strong>, a partir das 8 horas, <strong>no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo/SP</strong>.&nbsp;</p>



<p>A programação engloba <strong>palestras, workshops e atividades com foco em networking selecionado para conectar profissionais</strong> que atuam em bancos, cooperativas financeiras, corretoras e escritórios de investimentos. Além disso, o Conexão EMB é uma <strong>oportunidade para esclarecer dúvidas sobre carreira no exterior, aprofundar os conhecimentos sobre investimentos internacionais, e saber mais sobre os requisitos e certificações financeiras necessárias&nbsp;</strong>para fazer a transição para os Estados Unidos.&nbsp;</p>



<p><strong>“Miami está se transformando na nova Wall Street”</strong>&nbsp;</p>



<p>A declaração acima foi feita pelo CEO do Grupo Eu me banco, o economista Fabio Louzada, após realizar duas missões nos Estados Unidos para estudar o mercado financeiro e as oportunidades para brasileiros que querem atuar no país. “Miami está se transformando na nova Wall Street, muitos bancos estão migrando para lá. A maioria das vagas, inclusive, tem como pré-requisito ser fluente em espanhol, e pedem certificações financeiras específicas, como a SIE (<em>Securities Industry Essentials</em>). Quem estiver certificado e com o espanhol na ponta da língua, sairá na frente da concorrência”, explica Louzada.</p>



<p>Segundo dados coletados em 2023 e divulgados na pesquisa Comunidades Brasileiras no Exterior, publicada em julho de 2024 pelo Ministério das Relações Exteriores, <strong>Miami concentra a terceira maior comunidade de brasileiros nos Estados Unidos (400 mil no total)</strong>. Atualmente, 2.085.000 brasileiros moram no país, de acordo com a aferição feita pela Secretaria de Comunidades Brasileiras e Assuntos Consulares e Jurídicos especialmente para a pesquisa.</p>



<p>As transações realizadas pelas comunidades de brasileiros e latinos em Miami chamou a atenção de Fabio Louzada e da comitiva do Grupo Eu me banco que participou das missões. “Muitos&nbsp; brasileiros e latinos enviam dinheiro para os Estados Unidos e estão investindo lá.&nbsp; Os americanos não atendem esse público, o idioma é uma barreira que dificulta o relacionamento. Brasileiros que investem nos Estados Unidos não necessariamente falam inglês fluente, assim como o americano tem dificuldades para falar em português”, conta o CEO.</p>



<p>No LinkedIn, instituições como os bancos <strong>J.P. Morgan</strong> (vagas para Wealth Management &#8211; Latin America Private Bank no&nbsp;<a href="https://www.linkedin.com/jobs/view/4009945519/?alternateChannel=search&amp;refId=E6tcnUGHBpvBRLjHJLLzrw%3D%3D&amp;trackingId=JInRjnzae1MElAu8%2FGuxag%3D%3D&amp;trk=d_flagship3_search_srp_jobs&amp;lipi=urn%3Ali%3Apage%3Ad_flagship3_search_srp_jobs%3BiRRw3BvhQUyyuuiND55SPQ%3D%3D" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Brazil Team</a> e&nbsp;<a href="https://www.linkedin.com/jobs/view/4043434574/?alternateChannel=search&amp;refId=E6tcnUGHBpvBRLjHJLLzrw%3D%3D&amp;trackingId=LKl5MGbWskYXGugdnfECig%3D%3D&amp;trk=d_flagship3_search_srp_jobs&amp;lipi=urn%3Ali%3Apage%3Ad_flagship3_search_srp_jobs%3BiRRw3BvhQUyyuuiND55SPQ%3D%3D" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Latam South Team</a>), <strong>Citi</strong> (vagas para&nbsp;<a href="https://www.linkedin.com/jobs/view/4016401708/?alternateChannel=search&amp;refId=Nvy0zwyxRhRs1nP7Qmk%2FMA%3D%3D&amp;trackingId=EtnH%2BcFhWsBEJZcE%2FWNkLg%3D%3D&amp;trk=d_flagship3_search_srp_jobs&amp;lipi=urn%3Ali%3Apage%3Ad_flagship3_search_srp_jobs%3BiRRw3BvhQUyyuuiND55SPQ%3D%3D" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Wealth Solutions Advisory Manager</a> e&nbsp;<a href="https://www.linkedin.com/jobs/view/4039379026/?alternateChannel=search&amp;refId=UpIIVZxFWQ8tWUJBlxV91Q%3D%3D&amp;trackingId=DewvL%2FP8wXdrVnbpt07qKQ%3D%3D&amp;trk=d_flagship3_search_srp_jobs&amp;lipi=urn%3Ali%3Apage%3Ad_flagship3_search_srp_jobs%3BiRRw3BvhQUyyuuiND55SPQ%3D%3D" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Client Services Associate</a>) e <strong>Morgan Stanley</strong> (<a href="https://www.linkedin.com/jobs/view/4049900330/?alternateChannel=search&amp;refId=UpIIVZxFWQ8tWUJBlxV91Q%3D%3D&amp;trackingId=KwzlTIc0nBy2SRvYrUBmPA%3D%3D&amp;trk=d_flagship3_search_srp_jobs&amp;lipi=urn%3Ali%3Apage%3Ad_flagship3_search_srp_jobs%3BiRRw3BvhQUyyuuiND55SPQ%3D%3D" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">vaga para Private Wealth Management Client Service</a>), a empresa de <strong>gestão de consultoria de investimentos Aksia</strong> (<a href="https://www.linkedin.com/jobs/view/4027198346/?alternateChannel=search&amp;refId=9rI121jJWY8vJ%2F5Mt2IGig%3D%3D&amp;trackingId=iU6GHe%2BkMad2nIqwnayn0Q%3D%3D&amp;trk=d_flagship3_search_srp_jobs&amp;lipi=urn%3Ali%3Apage%3Ad_flagship3_search_srp_jobs%3BiRRw3BvhQUyyuuiND55SPQ%3D%3D" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">vaga para Latin America Pan-Alternatives Specialist</a>), entre outras, <strong>buscam candidatos com conhecimento sobre investimentos e bilíngues em espanhol e/ou português</strong>.&nbsp;</p>



<p>A tendência motivou o Grupo Eu me banco a ampliar sua rede de spin-offs e anunciar a EMB University, iniciativa desenhada com foco em atender profissionais que desejam migrar a carreira para o exterior ou ser referência em investimentos internacionais. O método de ensino, que transformou milhares de carreiras no Brasil, foi aprimorado para conectar brasileiros e latinos com o mercado americano.</p>



<p><strong>Palestras e lançamento de universidade: confira a programação&nbsp;</strong></p>



<p>O evento Conexão EMB é uma evolução d’O Novo Bancário, realizado em 2023 pelo Grupo Eu me banco, que mobilizou mais de mil participantes e teve um line-up de palestrantes de peso, com representantes das maiores instituições financeiras do Brasil. Este ano, com <strong>patrocínio do Santander, Smartbrain e Faster</strong>, o Conexão EMB fez uma curadoria voltada para estabelecer conexões globais entre atrações e participantes.&nbsp;</p>



<p>Na plenária principal, estão confirmadas as palestras dos influenciadores digitais: <strong>Renato Cariani</strong>, empresário e maior influenciador fitness do Brasil, que compartilhará dicas de alta performance; <strong>Charles Mendlowicz</strong>, o Economista Sincero, top influencer de investimentos pela Anbima; e <strong>Jhonny Martins</strong>, conhecido como contador das estrelas, vice-presidente do SERAC &#8211; Contabilidade e Educação e fundador do FIRE Club, ambiente colaborativo e de mentorias para empresários.</p>



<p>Entre os profissionais do mercado financeiro, estarão no palco: <strong>Danielle Martins</strong>, CEO e fundadora da Sales Prime, sete vezes presente no top 7 de melhores vendedores do mundo da corretora de seguros Prudential; <strong>Paulo Roessle</strong>, Head de Offshore Private Banking na XP nos Estados Unidos; e <strong>Fabio Louzada</strong>, CEO da Eu me banco, que anunciou recentemente, nos Estados Unidos, a mais nova operação do Grupo Eu me banco, a EMB University, sobre a qual dará mais detalhes em primeira mão para o público presente. Novos nomes ligados ao mercado financeiro serão anunciados no Instagram do evento,&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/conexaoemb/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer"> conexaoemb</a>.</p>



<p>Além das palestras,&nbsp; Conexão EMB terá <strong>mentorias com profissionais dos bancos Safra, BTG e Itaú, e da corretora XP Investimentos</strong>.</p>



<p>O terceiro lote de&nbsp;<a href="https://onovobancario.com.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">ingressos para o evento Conexão EMB está à venda pela internet</a>, em duas opções: Start (que dá acesso à plenária e kit de boas-vindas) e VIP (com credenciamento exclusivo, kit de boas-vindas VIP, assento reservado na plenária e acesso a grandes nomes do mercado financeiro em área reservada).</p>
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