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	<title>internet &#8211; Jornal Tribuna</title>
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	<description>O seu portal de notícias e artigos científicos</description>
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		<title>Blockchain revoluciona a forma de doar para ONGs com mais transparência, segurança e alcance global</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dayna Barossi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 12:56:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[blockchain]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A tecnologia blockchain está transformando o ecossistema de doações para organizações não-governamentais (ONGs), oferecendo um novo padrão de transparência, rastreabilidade e acessibilidade. Com um sistema baseado em registros imutáveis, cada contribuição pode ser acompanhada em tempo real, reduzindo riscos de corrupção e aumentando a confiança entre doadores e instituições. Entre os principais benefícios, destaca-se a&#160;rastreabilidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A tecnologia blockchain está transformando o ecossistema de doações para organizações não-governamentais (ONGs), oferecendo um novo padrão de transparência, rastreabilidade e acessibilidade. Com um sistema baseado em registros imutáveis, cada contribuição pode ser acompanhada em tempo real, reduzindo riscos de corrupção e aumentando a confiança entre doadores e instituições.</p>



<p>Entre os principais benefícios, destaca-se a&nbsp;rastreabilidade total das doações, permitindo que qualquer pessoa saiba exatamente para onde foi direcionado cada recurso. Além disso, a&nbsp;facilidade para doar globalmente, sem barreiras geográficas ou intermediários financeiros, torna o processo mais ágil e inclusivo.</p>



<p>Outro ponto relevante é a&nbsp;redução de custos operacionais. Ao eliminar parte das taxas bancárias e processos burocráticos, mais recursos chegam diretamente às ONGs, ampliando o impacto social. Somado a isso, a blockchain promove&nbsp;inclusão financeira e acessibilidade, uma vez que permite doações até mesmo de quem não possui conta bancária tradicional, apenas com acesso a uma carteira digital.</p>



<p>Para as organizações, o uso da tecnologia fortalece a&nbsp;reputação institucional&nbsp;e aumenta o engajamento com doadores, já que a transparência se torna um diferencial competitivo.</p>



<p>“A blockchain tem o potencial de redefinir a confiança no setor de doações. Ao garantir total transparência e permitir que pessoas do mundo todo participem de causas sociais de forma simples e segura, criamos um ecossistema muito mais justo e eficiente para as ONGs e para a sociedade”, afirma Matheus Medeiros, CEO da Futokens.</p>



<p>Com isso, a blockchain se posiciona como uma das ferramentas mais inovadoras para o fortalecimento das práticas de doação, aproximando cidadãos de causas sociais e potencializando a transformação positiva no mundo.</p>



<p><strong>Sobre a Futokens</strong></p>



<p>A Futokens especializa-se em soluções de ponta para o mercado de criptomoedas, com destaque para sua carteira híbrida de auto custódia. Comprometida com a segurança, eficiência e transparência, a empresa utiliza a tecnologia blockchain para empoderar usuários. Suas ferramentas são projetadas para facilitar a navegação autônoma e segura na Web3, incentivando a participação consciente e transformadora na evolução da internet.</p>
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		<title>Chupeta 2.0: do objeto infantil ao símbolo cultural alternativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bore Comunica]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 17:31:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[#adulto]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Moda que começou em festas e ganhou as redes agora desafia padrões e opiniões. O que antes era um acessório exclusivo de bebês agora aparece entre jovens e adultos em festas, nas ruas e, principalmente, nas redes sociais. O uso de chupetas por adultos, prática que parecia improvável, ganhou força no Brasil como uma [&#8230;]]]></description>
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<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Moda que começou em festas e ganhou as redes agora desafia padrões e opiniões.<strong></strong></p>



<p>O que antes era um acessório exclusivo de bebês agora aparece entre jovens e adultos em festas, nas ruas e, principalmente, nas redes sociais. O uso de chupetas por adultos, prática que parecia improvável, ganhou força no Brasil como uma mistura de moda, estilo e até recurso para lidar com o estresse.</p>



<p>A tendência tem raízes na cena rave dos anos 1990 nos Estados Unidos e no Reino Unido. Naquela época, as chupetas eram usadas como acessórios coloridos, combinando com roupas fluorescentes e pulseiras. Além da estética, havia uma função prática: muitos frequentadores das raves utilizavam a chupeta para aliviar a tensão muscular causada por longas horas de dança.</p>



<p>No Brasil, o ressurgimento da moda está ligado principalmente às redes sociais, em especial ao TikTok e ao Instagram, onde vídeos com a hashtag <strong>#chupetaparadultos</strong> acumulam milhares de visualizações. Jovens influenciadores passaram a incorporar o objeto em seus looks, apresentando-o como acessório divertido, estiloso e até “descolado”.</p>



<p>Os motivos relatados pelos adeptos são variados:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Estilo e moda:</strong> acessórios customizados e coloridos que ajudam a compor visuais ousados, especialmente em festas e eventos alternativos.</li>



<li><strong>Conforto emocional:</strong> sensação de calma semelhante à obtida com fidget toys ou chicletes.</li>



<li><strong>Identidade cultural:</strong> símbolo em comunidades alternativas, associado à nostalgia e à contestação de padrões.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Vozes da tendência</h3>



<p><strong>Ana Luiza, 23 anos, estudante de artes: </strong>“Comecei a usar chupeta em festas por brincadeira, mas percebi que ajuda a me distrair e até me acalmar. Hoje já virou parte do meu estilo, tenho várias coloridas e combinando com roupas.”</p>



<p><strong>Rafael Gomes, 28 anos, DJ: </strong>“Na cena eletrônica, sempre buscamos símbolos que representem liberdade e diversão. A chupeta voltou como um desses símbolos, e muita gente aderiu pelo visual e pela nostalgia.”</p>



<p>Dados do <strong>Google Trends</strong> apontam que as buscas pelo termo “chupeta para adultos” cresceram mais de 250% no Brasil nos últimos seis meses. No <strong>TikTok</strong>, vídeos relacionados à hashtag <strong>#adultpacifier</strong> já somam mais de 10 milhões de visualizações globais.</p>



<p>Especialistas em marketing digital afirmam que esse aumento está relacionado ao consumo rápido de tendências e à cultura da experimentação promovida por influenciadores digitais. “Trata-se de uma moda de nicho que pode se expandir rapidamente, mas também desaparecer com a mesma velocidade”, explica a consultora de tendências digitais Juliana Monteiro.</p>



<p>Dois especialistas conversaram com a gente sobre este acontecimento tão inusitado:</p>



<p>Dr. Marcelo Vieira, ortodontista, São Paulo, SP: “O uso frequente em adultos pode trazer riscos à saúde bucal, como alteração na mordida, desgaste nos dentes e dores na articulação da mandíbula. É preciso cautela. Assim como fidget toys e outros objetos de autorregulação, a chupeta pode servir como estratégia de alívio da ansiedade. O problema está em quando o uso substitui interações sociais ou passa a ser compulsivo.”</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/08/1000016137-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-156746" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/08/1000016137-768x1024.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/08/1000016137-225x300.jpg 225w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/08/1000016137-1152x1536.jpg 1152w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/08/1000016137-1536x2048.jpg 1536w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/08/1000016137-696x928.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/08/1000016137-1068x1424.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/08/1000016137-scaled.jpg 1920w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<p>Dilvania Bezerra &#8211; Psicopedagoga</p>



<p>Divulgação / Instagram</p>



<p>Dilvania Bezerra, Psicopedagoga, Natal,RN: “A sociedade nunca esteve tão vazia, embora a Internet tenha facilitado grandemente a comunicação e conexão entre pessoas, ela tem de certa forma levado um aumento no isolamento social e relações superficiais.&nbsp; Vejo esses acontecimentos coletivos como uma fuga de realidade, as pessoas estão em sofrimento estão gritando por socorro, estão de alguma forma buscando uma vida perfeita, que não existe! Aquela busca pela diminuição de suas dores, traumas e cicatrizes. O uso de chupetas pode ser um mecanismo de defesa para evitar o enfrentamento direto das causas de stress e ansiedade, é como colocar sujeira para debaixo do tapete, ou seja, o problema continua ali mesmo escondido ele continua. A Psicopedagogia pode auxiliar na compreensão das causas e consequências, oferecendo estratégias e buscando alternativas mais saudáveis. A psicopedagogia combinado com outras abordagens, pode ser eficaz para ajudar esse indivíduo a superar essa dependência. É importante ressaltar que o uso da chupetas em adultos não é uma prática recomendada e pode ter vários prejuízos à saúde tanto física, quanto mental . “</p>



<h3 class="wp-block-heading">A polêmica</h3>



<p>Se por um lado a moda diverte e cria identidade entre grupos, por outro gera estranhamento social. Há quem veja o hábito como infantilização excessiva e até como risco de constrangimento social. Já os adeptos defendem que se trata apenas de uma forma inofensiva de expressão pessoal.</p>



<p>Pais e educadores, por sua vez, se mostram divididos. Alguns relatam preocupação com a associação do objeto infantil a adultos, enquanto outros entendem como uma tendência cultural passageira, sem maiores impactos.</p>



<p>Ainda não se sabe se o uso de chupetas por adultos permanecerá como moda passageira ou se consolidará como símbolo cultural alternativo. O fato é que o tema desperta debates sobre comportamento, saúde e a influência das redes sociais na formação de novos hábitos.</p>



<p>Enquanto isso, para quem aderiu, a chupeta deixou de ser um simples objeto infantil e se transformou em acessório de estilo, identidade e, para alguns, até bem-estar emocional.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Moderação é essencial:</strong> evite uso diário prolongado para não comprometer dentes e mandíbula.</li>



<li><strong>Higienização constante:</strong> lave a chupeta com frequência para evitar bactérias e fungos.</li>



<li><strong>Atenção ao material:</strong> prefira modelos feitos com silicone atóxico, próprios para uso humano.</li>



<li><strong>Use como acessório, não como dependência:</strong> a chupeta pode ser moda ou recurso de relaxamento, mas não deve substituir estratégias saudáveis de lidar com ansiedade.</li>



<li><strong>Procure orientação profissional:</strong> em caso de desconforto ou dor, é importante consultar um dentista ou psicólogo.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />



<p>Segundo levantamento da ferramenta Google Trends, as buscas pelo termo “chupeta para adultos” cresceram mais de 250% no Brasil nos últimos seis meses. No TikTok, vídeos relacionados à hashtag #adultpacifier já somam mais de 10 milhões de visualizações globais.</p>



<p>Ainda não se sabe se o uso de chupetas por adultos vai permanecer como moda passageira ou consolidar-se como símbolo cultural alternativo. O fato é que o tema desperta debates sobre comportamento, saúde e a influência das redes sociais na criação de novos hábitos.</p>



<p>Enquanto isso, para quem aderiu, a chupeta deixou de ser um simples objeto infantil e se transformou em acessório de estilo, identidade e, para alguns, até bem-estar emocional.</p>



<p></p>
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		<title>Credibilidade digital: ranking revela as 8 marcas que mais se destacam na internet segundo os consumidores</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2025/07/credibilidade-digital-ranking-revela-as-8-marcas-que-mais-se-destacam-na-internet-segundo-os-consumidores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Lúcio Eloi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 19:19:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
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					<description><![CDATA[Pódio da lista, divulgada pelas empresas Locaweb e Conversion, é ocupado por Nike, Adidas e Amazon — os três melhores exemplos no quesito presença online em 2025  Atualmente, em quais marcas você pensa quando o assunto é ter uma boa credibilidade na internet? Para compreender a experiência dos consumidores, nos últimos dias, as empresas Locaweb [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Pódio da lista, divulgada pelas empresas Locaweb e Conversion, é ocupado por Nike,</em> <em>Adidas e Amazon — os três melhores exemplos no quesito presença online em 2025 </em></p>



<p><strong>Atualmente, em quais marcas você pensa quando o assunto é ter uma boa credibilidade na internet</strong>? Para compreender a experiência dos consumidores, nos últimos dias, as empresas Locaweb e Conversion fizeram a pergunta a centenas de internautas de todas as regiões, que responderam: <strong>Nike, Adidas e Amazon.&nbsp;</strong></p>



<p>A constatação faz parte de um novo levantamento divulgado à imprensa, que buscou compreender <strong>como o público enxerga a atuação das marcas no ambiente digital</strong>, passando por tópicos como a parceria com influenciadores, a forma como as empresas interagem e se posicionam nas plataformas e, ainda, materiais gerados via inteligência artificial.&nbsp;</p>



<p>Além de indicarem as empresas que mais se destacam na Web em 2025, ao longo do estudo, <strong>a maioria dos entrevistados compartilharam manter relações próximas com certas marcas na internet</strong>, interagindo constantemente com o que produzem, além de conseguirem diferenciar bem as iniciativas profissionais de um negócio amador — seja com base no seu design, site ou e-mail profissional.&nbsp;</p>



<p><strong>Por que ter um site profissional continua essencial em 2025?</strong></p>



<p>Em um momento no qual as páginas virtuais têm se tornado o principal cartão de visitas de uma empresa, os <a href="https://www.locaweb.com.br/blog/temas/de-olho-no-digital/credibilidade-digital/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">dados divulgados pela Locaweb</a> e Conversion revelam não só a relação próxima dos consumidores com as marcas, mas como <strong>parte do público já é capaz de diferenciar negócios de credibilidade dos suspeitos ou amadores</strong> — tudo isso observando seu site, avaliações no Google ou mídias sociais.&nbsp;</p>



<p>Mesmo com o avanço das redes sociais, <strong>53% dos entrevistados afirmam que a ausência de um site transmite amadorismo.</strong> Outros 40% associam à falta de transparência e 31%, à dificuldade em acompanhar as tendências digitais.</p>



<p>Muitas vezes, no entanto, o simples fato de contar com um site não é o bastante para fazer com que alguém acompanhe, compre ou indique uma empresa a outras pessoas. Isso porque, de acordo com os entrevistados, é preciso que a página oficial da marca conte com certos elementos, essenciais para transmitir confiança e autoridade: <strong>um endereço web único e exclusivo (56%)</strong>, como “www.minhamarca.com.br”, um <strong>design moderno e bem feito (55%)</strong> e <strong>canais de atendimento funcionais (50%)</strong>, para o caso de dúvidas, pedidos e reclamações.&nbsp;</p>



<p>Diante dos recordes de golpes e fraudes na internet (segundo o Panorama de Ameaças para a América Latina, em 2024, o Brasil foi o segundo país que mais enfrentou ataques cibernéticos no mundo), vale dizer, <strong>nenhum desses pontos foi considerado tão relevante quanto encontrar, hoje, certificados SSL e selos de segurança em um site (59%)</strong> — que, como explica a Locaweb, preservam dados sensíveis por meio de criptografia, dificultam a ação dos hackers e deixam claro ao cliente que essa é uma página segura.&nbsp;&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXd30g1tlV7sw873iJuTfBnMzfDS6OoA-GGZOIqB40olITnF3s7pkXgQSzMfr_K38mwYXXuPxjeB4_4ioPa8sGVlLN0KT-0a42t_uHzlWI_TYbEvDFPDEVgCrl1utVhwdBJIK6jSOw?key=YL5i8sIVRBYQPIMprphc6g" alt="" /></figure>



<p><strong>Como gerar confiança nas redes sociais?&nbsp;</strong></p>



<p>Mas, afinal, se a credibilidade de uma empresa muitas vezes é medida pela qualidade de suas páginas virtuais, <strong>o que o público costuma levar em conta quando o primeiro contato com um novo negócio acontece não via site, mas pelas redes sociais?&nbsp;</strong></p>



<p>Nas redes sociais, outros fatores também são considerados: <strong>possuir um perfil atualizado constantemente (69%)</strong>, <strong>manter respostas e interações personalizadas </strong>no campo de comentários (62%) e, claro, <strong>investir em um selo de perfil verificado</strong> pela plataforma em questão (58%), seja o Instagram, Facebook ou TikTok.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXfnOCywxQ24uNQXVbNPrzID3UTHo2iYNi4GawEEXWyxDrofJTswsxevsQ5wUMWwXV-kzBnVsdH5y09pLfBgu_WJVAxZrbwE6Cye-WMi0Khdv7WZMBL7xzZSYgrb7RHHeJe9Xx3oxQ?key=YL5i8sIVRBYQPIMprphc6g" alt="" /></figure>



<p>Além disso, provando o impacto do chamado “marketing de influência” (isso é, a prática de usar pessoas influentes para divulgar produtos e serviços), <strong>33% dos respondentes também compartilharam confiar mais em uma marca depois de vê-la fechar parcerias com influenciadores digitais</strong>, percentual quatro vezes maior do que aqueles que sentem o impacto desse tipo de ação de forma negativa.&nbsp;</p>



<p>Se os dados não parecem novidade, talvez o que surpreenda os mais críticos seja a avaliação que os entrevistados pela Locaweb e Conversion fazem do uso da IA para peças e conteúdos de marcas. Isso porque <strong>25% dos entrevistados enxergam o uso de IA como sinal de inovação — mais do que o dobro dos que veem isso de forma negativa.</strong></p>



<p><strong>As marcas mais confiáveis na internet, segundo os brasileiros</strong></p>



<p>Natura, O Boticário, Shopee… na busca por mais credibilidade em 2025, algo que o levantamento da Locaweb e Conversion sugere é <strong>como diferentes marcas podem se beneficiar de bons exemplos nas redes</strong>, que, independentemente do setor de atuação, inspiram devido ao posicionamento responsável, acessível e relevante para os internautas.&nbsp;</p>



<p>São negócios como a gigante dos calçados <strong>Nike</strong>, o mais citado pelos respondentes, ao lado dos também destaques <strong>Adidas</strong> e <strong>Amazon</strong> — cujas posturas e ações em diferentes canais (YouTube, Instagram, comunicação por e-mail) os tornaram as empresas com as melhores presenças digitais segundo os brasileiros.&nbsp;</p>



<p>Não apenas eles: entre diferenciais como um site bem estruturado, boa reputação nas avaliações e conteúdos de alto valor, também se destacaram em relação às demais marcas nomes como <strong>Mercado Livre, Magazine Luiza </strong>e<strong> Natura</strong>, que encabeçam boas posições no ranking elaborado pela Locaweb e Conversion com base no que compartilharam os entrevistados.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh7-rt.googleusercontent.com/docsz/AD_4nXe4Vrh-KiE39lywdQyxM1mL4VtPI1uWjtCN-RlHm6oa_WgcA15c9a-nyEXLEaejWfPfTwwC_MtYTJo-4XmEZowISPrFuv7c4jkjYT5_xVzlbB1U1nlQ_yY-QbOfnLNNNUsDtThqNA?key=YL5i8sIVRBYQPIMprphc6g" alt="" /></figure>



<p><strong>Metodologia&nbsp;</strong></p>



<p>Para entender como os consumidores avaliam a credibilidade digital das marcas, ao longo dos últimos dias, as empresas Locaweb e Conversion ouviram 500 brasileiros adultos (maiores de 18 anos) residentes em todas as regiões e conectados à internet. O índice de confiabilidade foi de 95%, e a margem de erro foi de 3,3 pontos percentuais.</p>



<p>Ao todo, os respondentes tiveram acesso a 8 questões, que abordaram a relação dos internautas com o site, redes sociais e canais de contato de diferentes empresas em 2025. A organização das respostas possibilitou a criação de diferentes rankings, nos quais você confere o percentual de cada alternativa apontada pelos entrevistados.</p>



<p><strong>Sobre a Locaweb&nbsp;</strong></p>



<p>Uma das primeiras empresas de hospedagem de sites do Brasil, a Locaweb, cuja sede se encontra em São Paulo, está à ativa no mercado de tecnologia há 27 anos. Por meio de serviços como registro de domínios, criação de e-mail profissional e soluções de computação na nuvem, a empresa, referência no segmento no Brasil e na América Latina, conta com uma base de mais de 280 mil clientes de diversas regiões. Desde 2022, integra a LWSA — ecossistema de soluções digitais para empresas de diferentes portes e níveis de desenvolvimento. Dentre os serviços estão plataforma de e-commerce, ERP, integração com marketplace, PDV, recorrência, geração de leads, crédito e logística, entre outros.</p>
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		<title>QUESTÃO DE PRIORIDADE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2021 05:08:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[cibervício]]></category>
		<category><![CDATA[cronica]]></category>
		<category><![CDATA[escolhas]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
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		<category><![CDATA[vidamoderna]]></category>
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					<description><![CDATA[Acordava bem cedo, no primeiro raiar do dia já estava com o café pronto. Era neste momento que colocava-se munida da xícara, com o líquido revigorante, e ainda escaldante, na frente da tela. Era assim que acontecia o decorrer de seus dias: Primeiro abria o e-mail, respondia às urgências, a cada uma dava atenção especial, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-left">Acordava bem cedo, no primeiro raiar do dia já estava com o café pronto. Era neste momento que colocava-se munida da xícara, com o líquido revigorante, e ainda escaldante, na frente da tela. Era assim que acontecia o decorrer de seus dias:</p>



<p>Primeiro abria o e-mail, respondia às urgências, a cada uma dava atenção especial, mesmo que a urgência fosse apenas da parte daquele que enviava. Respondidas as urgências que versavam em questiúnculas, como: a confirmação de presença em um evento, um lançamento imperdível, um comunicado irrelevante, um cupom de descontos e etc.&nbsp;</p>



<p>Seguia, então, para a próxima etapa, que consistia em conferir detidamente as ofertas, todas elas de inutilidades indispensáveis, que iam de cremes milagrosos a aparelhos de ginástica que não exigiam esforço físico algum. Por fim, rumava aos noticiosos, pois estes lhe tomavam mais tempo. Como ninguém é de ferro, depois desta parte penosa, dava-se um refresco percorrendo as páginas de entretenimento e fofocas. Geralmente quando terminava esse tour matinal já era perto da hora do almoço e quem a avisava do adiantado da hora, quase sempre era o estômago.</p>



<p>Após o almoço, voltava para a maratona da tarde. Depois de alimentar-se, era hora de alimentar também as redes sociais que mantinha. Escolhia o mote das postagens, que deveriam conter obrigatoriamente texto e imagem, por vezes, até mesmo um link. Buscar imagens, produzir texto, linkar tudo e postar, em seguida repostar em todas as outras redes sociais, com pinceladas nos storie. Depois aguardar impacientemente, para responder a todos os que interagiam à tais postagens, em cada uma das redes&#8230;Uma por uma.</p>



<p>A depender do teor do conteúdo escolhido, as reações por vezes eram divertidas, por outras mais espinhosas- essas quase sempre envolviam política, futebol ou religião, a “tríade da confusão”-, era assim que havia apelidado esses assuntos, sempre polêmicos.</p>



<p>Escolhia o assunto conforme o humor do dia. Isto era trabalho que perdurava o dia todo e até mesmo nos seguintes. Então, sempre que era avisada das notificação de interação, acessava a rede para responder prontamente aos comentários. Comentários por vezes tão elogiosos, delicados, que lhe serviam de combustível para continuar. Repetia para si mesma, em tom de afirmação e autoconvencimento: “vale a pena o sacrifício desse compromisso”.</p>



<p>Concomitantemente estava sempre com os aplicativos de mensagens instantâneas on-line, respondendo aos bons dias, boas tardes e boas noites, em tempo real. Respondia no grupo de culinária, no dos pets, no de artesanato, no de política, no de amizades, no de músicas antigas, no de filosofia, no de decoração, no de celebridades e todos os outros. Achava uma falta de educação deixar de responder.</p>



<p>Não desgrudava por um minuto sequer do aparelho celular, era como se ele fosse uma extensão de seu corpo. Levava-o consigo como um doente pulmonar leva seu cilindro de oxigênio, dependente daquele aparelho para tudo, sem ele era como se estivesse nua em plena Paulista, um desalento terrível a invadia. E, se por acaso, não o enxergasse próximo de si, entrava em estado de alerta, um pânico a tomava, alardeava o fato como se tivesse se perdido de um filho de colo. Colocava todos ao seu derredor para procurar o aparelho e quando alguém o encontrava, quase sempre perto de si, quase que debaixo de seu nariz, nos lugares mais óbvios, tinha ímpetos de beijar as mãos de seu salvador- aquele que o havia encontrado.</p>



<p>Há muito via o mundo passar por si, por uma tela. Conhecia o mundo: os nomes, os lugares, as pessoas. Mas, não sabia como era estar nesses lugares, não sabia como era andar por esses lugares, estar com essas pessoas, não sabia das sensações, dos gostos e cheiros. Não conhecia, portanto. Apenas sabia que existiam, e imaginava que os conhecia. Pura ilusão.</p>



<p>&nbsp;O que sabia de forma concreta, embora fosse difícil admitir, era que aquela tela todos os dias, lhe roubava dias inteiros.</p>



<p>&nbsp;Determinado dia, num start, ciente de que seu tempo se esvaia à cada toque, decidiu divorcia-se da tela. Provou o seu café sem a companhia dela. Sentiu-se viva. Pôde assistir em tempo real, as primeiras luzes do dia lhe visitando, o ar fresco que há tanto não sentia, colocou um sorriso em sua face, que não postou no “Face”. Um sorriso só seu, e isso lhe bastou.</p>



<p>&nbsp;Até levou um susto quando o vizinho desejou bom dia e um maior ainda quando ouviu o som da própria voz respondendo. Fato este inusitado, uma vez que dava centenas de bons dias todos os dias, mas, há tanto tempo não ouvia uma voz humana, pessoalmente, lhe desejando um&#8230;</p>



<p>Naquele dia não se sentou na frente da tela nem a carregou como filho de um lado para o outro. Naquele dia viveu o dia inteiro.</p>
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