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	<title>Indústria &#8211; Jornal Tribuna</title>
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	<description>O seu portal de notícias e artigos científicos</description>
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		<title>Limpeza industrial correta pode ampliar em até 30% a vida útil de maquinários, aponta especialista da Copapel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberto Kreitchmann]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 23:38:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[limpeza industrial]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com levantamento da empresa, a manutenção preventiva por meio da limpeza técnica reduz custos e aumenta a eficiência operacional nas indústrias A limpeza adequada de maquinários industriais é um fator determinante para o bom desempenho e a durabilidade dos equipamentos. De acordo com levantamento da&#160;Copapel, empresa que atua há 50 anos no setor [&#8230;]]]></description>
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<p><em>De acordo com levantamento da empresa, a manutenção preventiva por meio da limpeza técnica reduz custos e aumenta a eficiência operacional nas indústrias</em></p>



<p>A limpeza adequada de maquinários industriais é um fator determinante para o bom desempenho e a durabilidade dos equipamentos. De acordo com levantamento da&nbsp;<a href="https://copapel.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Copapel</a>, empresa que atua há 50 anos no setor de limpeza profissional, esta manutenção preventiva é capaz de diminuir gastos e aumentar a eficiência operacional. Segundo&nbsp;<a href="https://www.linkedin.com/in/celso-bogler-39052058/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Celso Bogler</a>, gerente geral de vendas, um protocolo de higienização bem executado pode ampliar em até&nbsp;30% a vida útil das máquinas, além de reduzir paradas não programadas e custos de manutenção.</p>



<p>Nos ambientes industriais, o desafio é equilibrar eficiência na limpeza, segurança e proteção dos equipamentos. “Esses locais costumam concentrar sujidades complexas, como graxas, óleos, poeira metálica e resíduos químicos. Cada uma exige um produto e um método diferente”, explica Bogler. Ele pontua que a combinação entre produtos químicos adequados e ação mecânica, como o uso de wipers e fibras específicas, é essencial para remover resíduos sem danificar as superfícies.</p>



<p>Segundo o especialista da Copapel, a escolha correta dos produtos também é decisiva. Em maquinários pesados, os desengraxantes alcalinos à base de metassilicato ou neutros são os mais indicados por sua compatibilidade com diversos tipos de superfícies. Já em equipamentos sensíveis ou de precisão, a recomendação é optar por soluções neutras, formuladas para evitar corrosão, oxidação ou desgaste prematuro.</p>



<p>Em um caso prático observado pela Copapel, uma indústria metalúrgica que implantou um protocolo de limpeza com auto-lavadoras&nbsp; e desengraxantes específicos reduziu em cerca de 60% o tempo total de higienização de pátios e corredores. Além de eliminar o uso excessivo de água e baldes, a empresa conseguiu aumentar a frequência das limpezas e manter o ambiente mais seguro e organizado.</p>



<p>Bogler reforça que a limpeza incorreta, além de reduzir a vida útil dos equipamentos, pode representar riscos operacionais e de segurança. “Quando resíduos se acumulam, principalmente os de natureza ácida, eles podem causar superaquecimento, obstruir sensores e ventilação, e até provocar falhas no processo produtivo”. Por isso, o especialista recomenda que cada indústria adote protocolos específicos e treine suas equipes para reconhecer o tipo de sujidade e o produto mais indicado para cada etapa.</p>



<p>Além da eficiência operacional, o gerente da Copapel destaca que a segurança dos colaboradores deve ser prioridade em qualquer protocolo de limpeza&nbsp;industrial. Neste contexto, o uso correto de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) é essencial, especialmente luvas químicas, que protegem as mãos do contato com ácidos, solventes e desengraxantes. “Essas luvas evitam irritações e lesões na pele e aumentam a segurança durante o manuseio dos produtos químicos. Também é importante o uso de sabonetes desengraxantes que não agridem a pele, garantindo a integridade física dos profissionais e o cumprimento das normas de segurança”, ressalta.</p>



<p>A higienização regular e técnica funciona como uma etapa de manutenção preventiva. “Um maquinário limpo opera de forma mais eficiente, consome menos energia e tem menor risco de falhas, o que contribui para a sustentabilidade do processo produtivo”, completa.</p>
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		<title>O operário e a fábrica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Erick Labanca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Jun 2025 21:26:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Crônica crítica]]></category>
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		<category><![CDATA[Exemplo de crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Fábrica]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Operário]]></category>
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					<description><![CDATA[O operário, cujo nome é desconhecido (e não importa muito para a crônica), vai para a fábrica em mais um dia de trabalho. Mora em um bairro próximo da indústria, cidade polo moveleira, e desce o morro diariamente embaixo do sol escaldante – no verão da pequena cidade mineira. O industriário vai tranquilamente, às 06h, [&#8230;]]]></description>
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<p>O operário, cujo nome é desconhecido (e não importa muito para a crônica), vai para a fábrica em mais um dia de trabalho. Mora em um bairro próximo da indústria, cidade polo moveleira, e desce o morro diariamente embaixo do sol escaldante – no verão da pequena cidade mineira. O industriário vai tranquilamente, às 06h, pois precisa estar no local às 07h para iniciar a jornada.&nbsp;</p>



<p>Ele observa o lugar em que mora: casas mal-acabadas, um morro, muita fauna e flora, cercado pela natureza. Nunca havia parado e observado o local. Respirava ar puro em sua residência. Na fábrica respirava um ar sujo, que se infiltra nos pulmões e causa sequelas seríssimas ao longo da vida. Mas o que é a vida? Para ele é acordar cedo, ir para a indústria, trabalhar arduamente o dia todo e retornar para casa, com um salário baixo no fim do mês. E para o dono da fábrica? Para ele é mais fácil: aparece lá de vez em quando e recebe o seu pão com o suor do rosto alheio – de seus empregados. É injusto ou natural? O industriário, indo para lá, pensa que é uma ordem estabelecida, que sempre houve desde que nasceu e perpetuará por longos anos – talvez por toda a vida humana.&nbsp;</p>



<p>O trabalhador está chegando ao trabalho. Está a cerca de 50 metros do lugar. Em breve, começará sua jornada: mexe, encaixa, conserta, faz as peças. Movimento maquinal como os aparelhos que lá se encontram. É um vai e vem constante – como sua ida para lá: vai e volta todo dia na jornada 6 x 1. Faz hora extra, porque tem família para sustentar: três filhos e sua esposa que trabalha fazendo faxina para ajudar nas contas de casa. Os boletos (água, luz e compra do mês) nunca param de chegar. Eles vêm todo mês, não se cansando de adentrar a vida da família do trabalhador, sentar-se na mesa da cozinha e lá estarem esperando serem pagas – sob pena de vencerem, sua vida útil tem prazo de validade, e cortarem a energia elétrica, a água e a fome chegar para o pai, mãe e os filhos. A fome também chega conforme a vida das contas a pagar se esvai: semelhante à morte, que vem de mansinho e se aconchega na residência do operário caso não trabalhe. Semelhante à escravidão, mas de forma contemporânea.&nbsp;</p>



<p>O industriário chegou ao ambiente de trabalho. Porém, a fábrica se encontrava fechada, vazia, sem a vida que a alimentava por dentro. O que houve com a grande indústria? O trabalhador foi à banca de jornal próxima do local e comprou o jornal da semana. A notícia dizia: A GRANDE FÁBRICA FALIU, DEIXANDO MUITOS DESAMPARADOS! O operário, no fundo, sorriu por dentro. Um alívio para o corpo não ter que trabalhar na escala 6 x 1, diariamente, dando sustento com o suor do próprio rosto para aquela família famosa e rica, enquanto ele recebia um mísero salário. No entanto, pensava em como sustentá-la. Passaria necessidade? Se o pão faltasse, a fome chegasse e a morte com ela de mãos dadas, como parte da família – passaria necessidade. Não se sabe. Arrumar emprego atualmente está muito difícil e o operário sabe disso. Precisa de um, agora que se encontra sem trabalho.&nbsp;</p>



<p>Chegou em casa, a esposa também e os filhos os aguardando. Fizeram uma oração: a do pai nosso. “O pão de cada dia nos dai hoje&#8230;” Mas esse pão, que eles compravam diariamente, ia para a família rica, dona da fábrica. O operário pensou neles por um momento. Uma família desamparada. Todo dia há uma – ou umas e sempre muitas. A dele próprio estava. Enquanto ele tentava ganhar o pão com o suor do próprio rosto, a família burguesa não sabia como proceder: sem o nosso trabalhador, como ganhariam o alimento para o próprio sustento?</p>
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