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	<title>fiscal &#8211; Jornal Tribuna</title>
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		<title>Reforma Tributária: notas fiscais mudam em outubro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 15:14:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Tributario]]></category>
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					<description><![CDATA[A&#160;Reforma Tributária&#160;já tem impacto prático nas empresas: a partir de 1º de outubro de 2025, o leiaute da NF-e e NFC-e será alterado. Entender essas mudanças é essencial para evitar erros e autuações. Novo leiaute e tributosA&#160;Reforma Tributária&#160;do Consumo traz três novos tributos que deverão constar nas notas fiscais: CBS, IBS e IS. Conforme a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A&nbsp;<strong>Reforma Tributária</strong>&nbsp;já tem impacto prático nas empresas: a partir de 1º de outubro de 2025, o leiaute da NF-e e NFC-e será alterado. Entender essas mudanças é essencial para evitar erros e autuações.</p>



<p><strong>Novo leiaute e tributos</strong><br>A&nbsp;<strong>Reforma Tributária</strong>&nbsp;do Consumo traz três novos tributos que deverão constar nas notas fiscais: CBS, IBS e IS. Conforme a Nota Técnica 2025.002, os sistemas emissores devem ser atualizados para incluir os novos campos e seguir o formato exigido.</p>



<p><strong>Responsabilidade do contribuinte</strong><br>Mesmo com o&nbsp;<strong>sistema</strong>&nbsp;ajustado, a&nbsp;<strong>Reforma Tributária</strong>&nbsp;não transfere a responsabilidade para a tecnologia. O preenchimento incorreto continua sendo de responsabilidade do contribuinte. Erros podem gerar questionamentos fiscais, multas e retrabalho.</p>



<p><strong>Pontos de atenção</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Classificação correta dos produtos;</li>



<li>Eventos fiscais obrigatórios;</li>



<li>Interpretação e aplicação dos novos campos.</li>
</ul>



<p><strong>Prazos e obrigatoriedade</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Setembro de 2025: prazo final para testes e ajustes no ambiente real;</li>



<li>1º de outubro de 2025: início do novo leiaute;</li>



<li>Janeiro de 2026: emissão no formato obrigatório e validação automática.</li>
</ul>



<p>A&nbsp;<strong>Reforma Tributária</strong>&nbsp;exige que empresas e contadores se adaptem rapidamente. Revisar processos e treinar a equipe agora evita problemas futuros e garante conformidade já no início da nova regra.</p>



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<p>Saiba mais acessando:</p>



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		<title>Nova regra extingue execuções fiscais de baixo valor</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2025/07/nova-regra-extingue-execucoes-fiscais-de-baixo-valor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 18:16:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[Tributario]]></category>
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					<description><![CDATA[Execução fiscal&#160;abaixo de R$ 10 mil está sendo arquivada, desafogando o Judiciário e promovendo maior eficiência na cobrança de dívidas públicas. Desde o fim de 2023, a Justiça brasileira vem colocando em prática uma medida que impacta diretamente a gestão de dívidas tributárias: o arquivamento de execuções fiscais de pequeno valor. A decisão, liderada pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Execução fiscal</strong>&nbsp;abaixo de R$ 10 mil está sendo arquivada, desafogando o Judiciário e promovendo maior eficiência na cobrança de dívidas públicas.</p>



<p>Desde o fim de 2023, a Justiça brasileira vem colocando em prática uma medida que impacta diretamente a gestão de dívidas tributárias: o arquivamento de execuções fiscais de pequeno valor. A decisão, liderada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), já resultou na extinção de 10 milhões de processos, gerando economia e maior efetividade ao sistema de cobrança.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Entenda a nova diretriz</strong></h3>



<p>Em dezembro de 2023, o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, <strong>através do Tema 1184,</strong> determinou o arquivamento de execuções fiscais inferiores a R$ 10 mil. A medida foi confirmada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e tem como base dados que mostram a baixa efetividade desses processos. Levantamento do STF apontou que mais de 50% das execuções fiscais em trâmite estavam abaixo desse valor.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Por que isso importa?</strong></h3>



<p>A medida representa uma mudança de estratégia do poder público. Em vez da&nbsp;<strong>execução fiscal</strong>, o protesto passou a ser adotado como alternativa mais eficaz para recuperar créditos tributários. Os dados comprovam: enquanto a execução fiscal recuperava cerca de 2% dos valores devidos, o protesto chegava a 20% na esfera federal e a quase 50% nos entes subnacionais.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Impacto direto no volume de processos</strong></h3>



<p>Com a nova regra, o número de novas execuções fiscais caiu 38% em 2024, em comparação com anos anteriores. Essa queda expressiva alivia a máquina judiciária e permite a concentração de esforços em processos mais relevantes e com maior potencial de recuperação.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que muda para as empresas?</strong></h3>



<p>Empresas com débitos tributários de menor valor passam a ser cobradas via protesto, o que pode gerar restrições de crédito mais rapidamente. Por isso, é essencial monitorar com atenção as certidões negativas e manter a regularidade fiscal. A ausência de uma execução fiscal não significa ausência de cobrança.</p>



<p>A racionalização das execuções fiscais é um passo importante rumo a um sistema mais eficiente e equilibrado. Para os empresários, entender esse cenário é fundamental para manter a saúde financeira da empresa e evitar surpresas com cobranças por vias extrajudiciais.</p>



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		<item>
		<title>STF poderá retomar julgamentos tributários bilionários</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2025/07/stf-podera-retomar-julgamentos-tributarios-bilionarios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[GRM ADVOGADOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 18:01:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[Tributario]]></category>
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					<description><![CDATA[O&#160;STF poderá julgar matérias tributárias bilionárias&#160;já nesta semana. Empresas que importam serviços ou vendem ao consumidor final devem estar atentas às decisões, que podem afetar diretamente suas operações e obrigações fiscais. Principais temas em análise pelo STF: 🔹&#160;CIDE sobre serviços técnicos ou transferência de tecnologiaO Supremo deve decidir se a cobrança da&#160;CIDE&#160;se aplica somente a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O&nbsp;<strong>STF poderá julgar matérias tributárias bilionárias</strong>&nbsp;já nesta semana. Empresas que importam serviços ou vendem ao consumidor final devem estar atentas às decisões, que podem afetar diretamente suas operações e obrigações fiscais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Principais temas em análise pelo STF:</h3>



<p>🔹&nbsp;<strong>CIDE sobre serviços técnicos ou transferência de tecnologia</strong><br>O Supremo deve decidir se a cobrança da&nbsp;<strong>CIDE</strong>&nbsp;se aplica somente a contratos com&nbsp;<strong>transferência de tecnologia</strong>&nbsp;ou se também alcança&nbsp;<strong>serviços técnicos e administrativos</strong>, como advocacia ou assistência técnica contratada no exterior.<br>📌&nbsp;<em>Tema nº 914 – RE nº 928.943</em></p>



<p>🔹&nbsp;<strong>Impacto fiscal bilionário</strong><br>Se a&nbsp;<strong>CIDE Royalties</strong>&nbsp;for declarada inconstitucional, o impacto estimado nas contas da União pode chegar a&nbsp;<strong>R$ 19,6 bilhões</strong>.</p>



<p>🔹&nbsp;<strong>Limites para multas tributárias</strong><br>Outro julgamento relevante pode fixar um&nbsp;<strong>limite para multas por descumprimento de obrigações acessórias</strong>, como declarações e notas fiscais.<br>📌&nbsp;<em>Tema nº 487 – RE nº 640.452</em></p>



<p>O&nbsp;<strong>plenário virtual já sinalizou tendência favorável</strong>&nbsp;à limitação dessas penalidades, mas ainda se discute&nbsp;<strong>qual deve ser o percentual máximo aplicável</strong>.</p>



<p>🔹&nbsp;<strong>Cobrança do DIFAL e princípio da anterioridade</strong><br>O STF também deve decidir se é válida a&nbsp;<strong>cobrança do DIFAL (Diferencial de Alíquota)</strong>&nbsp;nas vendas interestaduais a consumidores finais não contribuintes, sem o cumprimento da&nbsp;<strong>anterioridade anual e nonagesimal</strong>, prevista na&nbsp;<strong>LC nº 190/2022</strong>.<br>📌&nbsp;<em>Tema nº 1.266 – RE nº 1.426.271</em></p>



<h3 class="wp-block-heading">Por que isso importa?</h3>



<p>Empresas que contratam serviços internacionais, operam com transferência de tecnologia ou vendem para consumidor final devem acompanhar esses julgamentos com atenção. Uma decisão desfavorável ao fisco&nbsp;<strong>sem modulação dos efeitos</strong>&nbsp;poderá abrir caminho para&nbsp;<strong>recuperação de tributos pagos indevidamente</strong>, além de&nbsp;<strong>reduzir penalidades futuras</strong>.</p>



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		<title>Artigo: Santa Catarina conquista nota máxima em gestão fiscal e se consolida como referência no país</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2025/06/artigo-santa-catarina-conquista-nota-maxima-em-gestao-fiscal-e-se-consolida-como-referencia-no-pais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Davi Paes e Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 12:19:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Rafael Almeida Pinheiro da Costa – Diretor de relações institucionais do SINDAF/SC e Auditor Estadual de Finanças Públicas

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>presidencia.sindafsc@gmail.com</em></p>



<p>Pela primeira vez na história, Santa Catarina conquistou a nota máxima na avaliação da agência internacional de risco Standard &amp; Poor’s (S&amp;P), alcançando o grau de investimento nacional ‘brAAA’, o mais alto da escala brasileira. Isso significa que o Estado tem capacidade excepcional de honrar seus compromissos financeiros, sendo considerado um dos entes públicos de menor risco de crédito do país.</p>



<p>Esse reconhecimento não acontece por acaso. É resultado de um trabalho técnico rigoroso, sustentado por uma estrutura sólida de gestão fiscal e financeira conduzida pelos Auditores Estaduais de Finanças Públicas, profissionais que detêm o know-how técnico em finanças públicas e gestão fiscal, responsáveis pela elaboração do orçamento, gestão do caixa, contabilidade, consolidação das informações fiscais, prestação de contas e acompanhamento dos indicadores fiscais.</p>



<p>A própria análise da Standard &amp; Poor’s se apoia nos dados oficiais extraídos dos demonstrativos contábeis e fiscais do Estado, elaborados pelos Auditores de Finanças. Foi esse trabalho que permitiu ao Tribunal de Contas emitir o parecer prévio sobre as contas do Governo do Estado, que agora serão julgadas pela Assembleia Legislativa. Esse mesmo conjunto de informações garantiu não só o reconhecimento interno como também embasou a avaliação da agência de risco.</p>



<p>Os números comprovam a robustez fiscal: Santa Catarina encerrou 2024 com um índice de endividamento de 28,36% da Receita Corrente Líquida, frente ao limite legal de 200%. Além disso, mantém superávits primários recorrentes, arrecadando mais do que gasta com suas despesas correntes, sem depender de novos endividamentos para honrar compromissos e manter níveis de investimentos extremamente relevantes.</p>



<p>Enquanto muitos estados enfrentam déficits e restrições, Santa Catarina se consolida como referência em gestão fiscal eficiente e responsável. A nota máxima da S&amp;P não é apenas um selo técnico: é um reconhecimento que fortalece a credibilidade do Estado, melhora o ambiente de negócios, atrai investimentos, gera empregos e assegura a continuidade de serviços públicos de qualidade.</p>



<p>Por trás desses resultados, está o trabalho técnico e estratégico dos Auditores Estaduais de Finanças Públicas, que operam na retaguarda da gestão pública, garantindo decisões amparadas em dados sólidos, análises criteriosas e absoluto alinhamento aos princípios da responsabilidade fiscal.</p>



<p>Essa conquista confirma que finanças públicas bem cuidadas fazem a diferença na vida de cada catarinense. E quando o assunto é gestão fiscal e finanças públicas, Santa Catarina tem uma carreira que entrega resultados com conhecimento, técnica e credibilidade.</p>
]]></content:encoded>
					
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