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	<title>estresse no trabalho &#8211; Jornal Tribuna</title>
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		<title>Psicólogo e escritor Alexander explica o burnout: por que o esgotamento vai além do cansaço e como recuperar o equilíbrio emocional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 16:22:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[Especialista detalha sintomas, causas e caminhos para enfrentar uma das principais síndromes ligadas ao ambiente de trabalho na atualidade A síndrome de burnout tem se consolidado como um dos principais problemas de saúde mental da atualidade, especialmente em um cenário de alta pressão, metas constantes e cobranças no ambiente profissional. Segundo o psicólogo e escritor [&#8230;]]]></description>
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<p></p>



<p class="has-text-align-center"><em>Especialista detalha sintomas, causas e caminhos para enfrentar uma das principais síndromes ligadas ao ambiente de trabalho na atualidade</em></p>



<p></p>



<p>A síndrome de burnout tem se consolidado como um dos principais problemas de saúde mental da atualidade, especialmente em um cenário de alta pressão, metas constantes e cobranças no ambiente profissional. Segundo o psicólogo e escritor Alexander, o burnout não é apenas um cansaço passageiro, mas um esgotamento profundo diretamente ligado à relação do indivíduo com o trabalho.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1a2ceea1-5cb3-47f9-aee6-85cd5f24cfb5_800x1200-683x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-198386" style="width:769px;height:auto" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1a2ceea1-5cb3-47f9-aee6-85cd5f24cfb5_800x1200-683x1024.jpeg 683w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1a2ceea1-5cb3-47f9-aee6-85cd5f24cfb5_800x1200-200x300.jpeg 200w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1a2ceea1-5cb3-47f9-aee6-85cd5f24cfb5_800x1200-768x1152.jpeg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1a2ceea1-5cb3-47f9-aee6-85cd5f24cfb5_800x1200-696x1044.jpeg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1a2ceea1-5cb3-47f9-aee6-85cd5f24cfb5_800x1200.jpeg 800w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Divulgação / Dr. Alexander Bez </figcaption></figure>



<p>“Trata-se de uma condição essencialmente ocupacional. O burnout está relacionado à forma como a pessoa se sente em relação ao que faz se há satisfação, identificação e segurança para exercer aquela função”, explica.</p>



<p>Diferente do que muitos imaginam, o problema não está necessariamente na carga horária ou no salário, mas no nível de realização pessoal e profissional. A insatisfação com as atividades, a falta de reconhecimento e até a sensação de incapacidade diante de novas responsabilidades estão entre os principais gatilhos.</p>



<p>“É comum que pessoas promovidas passem a apresentar sinais de burnout justamente por não se sentirem preparadas para a nova função. O crescimento na carreira nem sempre vem acompanhado de bem-estar”, destaca.</p>



<p><strong>Sintomas que começam no trabalho</strong></p>



<p>Entre os principais sinais estão o cansaço extremo, irritabilidade, ansiedade e, em casos mais avançados, quadros de depressão. Um ponto importante, segundo o especialista, é que os sintomas costumam estar diretamente ligados ao ambiente profissional.</p>



<p>“Muitas vezes, a pessoa percebe que o mal-estar surge ao iniciar a jornada de trabalho e diminui quando se afasta dele. Isso é um indicativo importante de burnout”, afirma.</p>



<p>Esse padrão ajuda a diferenciar a síndrome de outros transtornos emocionais, já que o esgotamento tende a estar concentrado no contexto ocupacional.</p>



<p><strong><em>Não é sobre dinheiro</em></strong><em></em></p>



<p>Outro mito comum é associar o burnout à remuneração. Para Alexander, essa relação não é determinante.</p>



<p>“Quando a insatisfação é apenas financeira, a tendência é que a pessoa busque alternativas. No burnout, o problema é mais profundo envolve propósito, reconhecimento e pertencimento”, explica.</p>



<p><strong><em>Causas e diagnóstico</em></strong><em></em></p>



<p>O burnout pode ter diferentes origens, mas geralmente envolve fatores como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Falta de satisfação com o trabalho</li>



<li>Sensação de não estar preparado para a função</li>



<li>Ausência de reconhecimento profissional</li>



<li>Ambiente organizacional desgastante</li>
</ul>



<p>O diagnóstico é feito a partir da escuta clínica e da análise da relação entre os sintomas e o contexto de trabalho. A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece o burnout como um fenômeno ligado exclusivamente ao ambiente ocupacional, o que reforça a importância de olhar para o trabalho como fator central.</p>



<p><strong>Como se cuidar e evitar o agravamento</strong></p>



<p>Para o especialista, o primeiro passo é a conscientização. Identificar que o sofrimento está relacionado ao trabalho permite buscar soluções mais assertivas.</p>



<p>“Em muitos casos, mudanças no próprio ambiente profissional já fazem diferença seja trocar de função, de setor ou até de empresa. O mais importante é não ignorar os sinais”, orienta.</p>



<p>Ele reforça que nem sempre é necessário tomar decisões radicais. Ajustes estratégicos podem ser suficientes para recuperar o equilíbrio e a qualidade de vida.</p>



<p>“O fundamental é entender que saúde mental não deve ser negligenciada. O trabalho precisa fazer sentido caso contrário, o corpo e a mente vão cobrar essa conta”, conclui. Saiba mais sobre o especialista no <strong>Instagram: </strong><a href="https://www.instagram.com/alexanderbezoficial/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">@alexanderbezoficial</a></p>



<p><strong>Alexander Bez</strong> atua como pesquisador, especialista em distúrbios emocionais e é autor de quase <strong>dez livros</strong>, publicados no Brasil e no exterior, entre romances, obras de autoajuda e estudos sobre comportamento humano. Para ele, a literatura funciona como uma extensão do cuidado psicológico, alcançando leitores de forma acessível e reflexiva.</p>



<p><strong><em>Entre os títulos estão:</em></strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Inveja: o Inimigo Oculto</strong></li>



<li><strong>O que Era Doce Virou Amargo</strong> — considerado “a Bíblia dos Relacionamentos”</li>



<li><strong>Trilogia Encantos da Mulher:</strong> A Magia da Beleza Feminina e A Paixão e Seus Encantos (Editora Juruá)</li>



<li><strong>What You Don’t Know About COVID-19</strong> – The Mortal Virus (Liferich Publishing, EUA)</li>



<li><strong>Scientific Denialism – COVID-19</strong> Vol. 2</li>



<li><strong>A Seita Sexual de Puff Daddy (Diddy):</strong> Fama, Poder &amp; Dinheiro (em produção nos Estados Unidos)</li>



<li><strong>A Magia da Sensualidade Feminina</strong>, continuação da trilogia sobre autoestima feminina.</li>
</ul>



<p><strong><em>Sobre</em></strong></p>



<p><strong>Alexander Bez</strong> é formado em psicologia com especialização em Ansiedade e Síndrome do Pânico pela <strong>Universidade da Califórnia</strong>, além de especialização em Relacionamentos pela <strong>Universidade de Miami</strong>. O especialista também atua como escritor e palestrante, com foco em relacionamentos, transtornos emocionais e dinâmicas afetivas.</p>



<p></p>
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