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	<title>Educação &#8211; Jornal Tribuna</title>
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	<description>O seu portal de notícias e artigos científicos</description>
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		<title>Nota do Enem: saiba como utilizá-la para ingressar no Ensino Superior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dayna Barossi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 23:08:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[enem]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino Superior]]></category>
		<category><![CDATA[nota do enem]]></category>
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					<description><![CDATA[Para quem realizou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025, chegou a hora de planejar os próximos passos para ingressar no Ensino Superior. Com a divulgação das notas nesta última sexta-feira (16), os estudantes passam a verificar os cursos desejados em instituições de todo o país.&#160;&#160; A responsável pelo Programa Estudantil da Universidade Guarulhos [&#8230;]]]></description>
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<p>Para quem realizou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025, chegou a hora de planejar os próximos passos para ingressar no Ensino Superior. Com a divulgação das notas nesta última sexta-feira (16), os estudantes passam a verificar os cursos desejados em instituições de todo o país.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A responsável pelo Programa Estudantil da Universidade Guarulhos (UNG), Beatriz Rossetti Sendin, informa que o exame se tornou um importante instrumento de acesso à graduação, e após a divulgação das notas pelo Ministério da Educação (MEC), os principais programas federais são liberados e as Instituições de Ensino Superior (IES) começam a divulgar as vagas e bolsas disponíveis.&nbsp;</p>



<p>Sendin comenta que o primeiro projeto a abrir as inscrições é o Sistema de Seleção Unificada (Sisu). “Este é um programa destinado a quem deseja utilizar a nota do Enem para entrar em uma instituição pública. Para participar do processo seletivo, o candidato precisa ter concluído o Ensino Médio; não ter zerado a redação e não pode ser treineiro. A seleção é feita com base na média das notas obtidas no exame, respeitando o número de vagas por cada curso”, explica.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Agora, para o candidato que pretende estudar em IES privadas, as chances aumentam com o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O primeiro, oferece bolsas integrais &#8211; 100% da mensalidade -, ou bolsas parciais – com 50% da mensalidade. “Este ano, as inscrições começam no dia 26 e vão até 29 de janeiro”, informa.&nbsp;</p>



<p>Beatriz ainda esclarece que para participar, o estudante deve se candidatar pelo site do MEC, ter realizado o Enem em 2024 ou 2025 e seguir os critérios socioeconômicos, além de não ter zerado na redação e ter conquistado pontuação igual ou superior a 450 nas cinco provas. “A Universidade Guarulhos, campus Centro, por exemplo, ofertará 30 bolsas de estudo neste primeiro semestre”, destaca.<br>&nbsp;<br>Já o Fies é um financiamento ao qual o estudante realiza a graduação e paga o valor integral ou parcial do curso, com juros acrescidos, após a conclusão dos estudos. “Para aderir ao financiamento é preciso ficar atento a data das inscrições que acontecem no primeiro e segundo semestre. Os requisitos para ter acesso ao programa com a nota do Enem são parecidos com a do Prouni, podendo utilizar as notas de edições anteriores à prova de 2025”. De acordo com a responsável pelo Programa Estudantil da UNG, os juros do financiamento seguem o critério socioeconômico familiar.&nbsp;</p>



<p>Além dos programas federais, a Universidade Guarulhos (UNG) aceita a nota do Enem como forma de ingresso, substituindo o vestibular tradicional ou concedendo descontos nas mensalidades conforme o desempenho do candidato no exame. “Essa alternativa amplia o acesso ao Ensino Superior e facilita o ingresso de estudantes que já realizaram o Enem, tornando o processo mais ágil e democrático”, conclui Beatriz.</p>
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		<title>Método Fônico E Suas Contribuições No Processo De Alfabetização De Crianças Com Necessidades Especiais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Camila Matos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 23:44:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[especiais]]></category>
		<category><![CDATA[fonetica]]></category>
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					<description><![CDATA[A alfabetização de alunos com necessidades educacionais especiais exige práticas pedagógicas fundamentadas em evidências e alinhadas aos princípios da educação inclusiva. No Brasil, documentos como a Constituição Federal de 1988, a LDB nº 9.394/1996 e a Declaração de Salamanca (UNESCO, 1994) consolidam o dever do Estado e das instituições de ensino de garantir acesso, participação [&#8230;]]]></description>
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<p style="margin-top:5px">A alfabetização de alunos com necessidades educacionais especiais exige práticas pedagógicas fundamentadas em evidências e alinhadas aos princípios da educação inclusiva. No Brasil, documentos como a Constituição Federal de 1988, a LDB nº 9.394/1996 e a Declaração de Salamanca (UNESCO, 1994) consolidam o dever do Estado e das instituições de ensino de garantir acesso, participação e aprendizagem com equidade. Para estudantes com deficiências, transtornos de aprendizagem ou condições descritas no DSM-V (American Psychiatric Association), torna-se indispensável que a alfabetização seja conduzida por metodologias claras, sistemáticas e sensíveis às particularidades cognitivas, linguísticas e socioemocionais.</p>



<p>Nos últimos anos, parte das discussões educacionais têm apontado para uma revalorização de métodos tradicionais de alfabetização, especialmente os de base sintética, como o método fônico. Esse movimento está relacionado ao crescente número de estudantes com dificuldades persistentes de leitura e ao diagnóstico preocupante do analfabetismo funcional no país. Dados do INAF indicam que uma parcela expressiva da população jovem e adulta apresenta limitações para compreender textos e realizar tarefas cotidianas que envolvem leitura, evidenciando fragilidades acumuladas nos processos iniciais de <a href="https://www.camara.rio/comunicacao/noticias/2940-alfabetizacao-mais-que-um-saber-um-ato-de-soberania" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">alfabetização</a>. Além disso, avaliações como a Provinha Brasil e o estudo internacional PIRLS revelam desempenhos aquém do esperado, reforçando a necessidade de práticas mais estruturadas, explícitas e sequenciadas, características centrais dos métodos sintéticos historicamente aplicados no Brasil.</p>



<p>Nesse cenário, o método fônico se destaca como uma abordagem estruturada que oferece previsibilidade didática e forte respaldo empírico. Pesquisas brasileiras demonstram que a instrução explícita das relações entre fonemas e grafemas favorece o desenvolvimento da decodificação, da consciência fonológica e do reconhecimento automático de palavras, competências essenciais sobretudo para estudantes com dificuldades persistentes na aquisição da linguagem escrita. O uso de recursos multissensoriais e fonovisuarticulatórios amplia ainda mais a acessibilidade cognitiva, proporcionando que crianças com déficits de atenção, distúrbios de linguagem ou deficiência intelectual leve tenham mais caminhos para aprender.</p>



<p>É igualmente relevante mencionar que estudos acadêmicos recentes analisam o movimento de retomada das práticas fonéticas no Brasil, interpretando-o como uma resposta tanto aos desafios educacionais atuais quanto à necessidade de políticas públicas de alfabetização pautadas em evidências científicas. Pesquisas discutem, por exemplo, os impactos de abordagens estruturadas na aprendizagem inicial e nos resultados de avaliações nacionais, argumentando que metodologias explícitas podem contribuir para a redução das defasagens históricas de leitura e escrita. Essas análises fortalecem o entendimento de que o retorno a métodos fonicamente estruturados não representa um retrocesso, mas uma tentativa de recuperar bases fundamentais da <a href="https://jornaltribuna.com.br/2025/11/alfabetizacao-refutacao-de-leitura/" data-wpel-link="internal">alfabetização </a>que haviam sido negligenciadas.</p>



<p>“O desenvolvimento das funções psicológicas superiores exige mediações intencionais que considerem o nível de desenvolvimento real e o potencial do estudante” (Vygotsky, 1989, 2001). Essa perspectiva reforça por que metodologias estruturadas, graduais e progressivas, como o método fônico, criam condições mais sólidas para que alunos com necessidades especiais avancem em sua zona de desenvolvimento proximal.</p>



<p>Na literatura voltada à deficiência intelectual, os estudos apontam que clareza metodológica, repetição estratégica, apoio visual e ensino explícito são fatores determinantes para o desenvolvimento da leitura e da escrita. Esses princípios convergem diretamente com o método fônico, que organiza o processo alfabetizador de forma sequencial e compreensível, reduzindo a sobrecarga cognitiva e ampliando a autonomia dos estudantes, inclusive daqueles com síndromes genéticas ou atrasos no desenvolvimento neuropsicomotor.</p>



<p>Por fim, é fundamental reconhecer que alfabetizar alunos com necessidades educacionais especiais não significa apenas aplicar uma técnica, mas integrar ciência, afeto e ética educacional. Como lembra Brandão (1991), educar é um ato profundamente humano. Essa compreensão sustenta iniciativas pedagógicas que articulam estrutura, neuropsicopedagogia e sensibilidade, como a coleção <em>A Liga da Afetividade</em>, desenvolvida pelo Sistema Maxi de Ensino. Ancorada em princípios fônicos e fortalecida por recursos socioemocionais, essa proposta demonstra que metodologias consistentes podem, e devem, caminhar ao lado de práticas que valorizam o vínculo, o respeito e a formação integral da criança.</p>



<p>Assim, quando aplicado em sintonia com os referenciais inclusivos brasileiros, o método fônico não apenas se mostra eficaz, mas se consolida como uma ferramenta essencial para garantir que alunos com necessidades educacionais especiais tenham acesso ao direito inalienável de aprender, ler, escrever e participar plenamente da vida escolar.</p>



<p>REFERÊNCIAS</p>



<p>AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. <em>Manual diagnóstico e estatístico de distúrbios mentais: DSM-V</em>. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.</p>



<p>BRANDÃO, Carlos Rodrigues. <em>O que é educação</em>. São Paulo: Brasiliense, 1991.</p>



<p>BRASIL. Presidência da República. <em>Constituição da República Federativa do Brasil de 1988</em>. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 5 out. 1988.</p>



<p>BRASIL. <em>Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional</em>. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 dez. 1996.</p>



<p>CAPOVILLA, A. G. S.; CAPOVILLA, F. C. <em>Alfabetização: método fônico</em>. 5. ed. São Paulo: Memnon, 2010.</p>



<p>______; ______. <em>Alfabetização: método fônico</em>. São Paulo: Memnon, 2002.</p>



<p>CAPOVILLA, F. C.; SEABRA, A. G. <em>Problemas de leitura e escrita: como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica</em>. 4. ed. São Paulo: Memnon, 2000.</p>



<p>CAPOVILLA, F. C.; SEABRA, A. G. Teste contrastivo de compreensão auditiva e de leitura. In: SEABRA, A. G.; DIAS, N. M.; CAPOVILLA, F. C. (orgs.). <em>Avaliação neuropsicológica cognitiva: leitura, escrita e aritmética</em>. São Paulo: Memnon, 2013. v. 3, p. 29-53.</p>



<p>CASTRO, A. S. A.; PIMENTEL, S. C. Síndrome de Down: desafios e perspectivas na inclusão escolar. In: DÍAZ, F. et al. (orgs.). <em>Educação inclusiva, deficiência e contexto social: questões contemporâneas</em> [online]. Salvador: EDUFBA, 2009. p. 303-312.</p>



<p>COLLARES, Cecília Azevedo Lima; MOYSÉS, Maria Aparecida Affonso. <em>Preconceitos no cotidiano escolar: ensino e medicalização</em>. São Paulo: Cortez, 2011.</p>



<p>DECLARAÇÃO DE SALAMANCA. <em>Necessidades Educativas Especiais – NEE</em>. In: Conferência Mundial sobre NEE: Acesso em Qualidade – UNESCO. Salamanca/Espanha: UNESCO, 1994. Disponível em:<a href="blank" data-wpel-link="internal"> http://redeinclusão.web.ua.pt/files/fl_9.pdf</a>. Acesso em: 15 jun. 2017.</p>



<p>FERREIRA, Diana Regina dos Santos Alves; FERREIRA, Wímory de Andrade; OLIVEIRA, Marinalva Silva. Pensamento e linguagem em crianças com síndrome de Down: um estudo de caso da concepção das professoras. <em>Ciências &amp; Cognição</em>, Rio de Janeiro: Instituto de Ciências Cognitivas, v. 15, n. 2, p. 216-227, ago. 2010.</p>



<p>FERREIRO, Emília; TEBEROSKY, Ana. <em>Psicogênese da língua escrita</em>. 4. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1991.</p>



<p>GOMES, Adriana L. Limaverde et al. <em>Atendimento educacional especializado: deficiência mental</em>. Brasília, DF: SEESP/SEED/MEC, 2007.</p>



<p>INSTITUTO PAULO MONTENEGRO. <em>Indicador de Alfabetismo Funcional</em>. [S.l.: s.n.], [s.d.]. Disponível em:<a href="https://alfabetismofuncional.org.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer"> https://alfabetismofuncional.org.br/</a>. Acesso em: [inserir data de acesso].</p>



<p>JARDINI, R. S. R.; VERGARA, F. A. Alfabetização de crianças com distúrbio de aprendizagem, por métodos multissensoriais, com ênfase fonovisuarticulatórias. <em>Pró-Fono – Revista de Atualização Científica</em>, Carapicuíba, v. 9, n. 1, p. 31-34, 1997.</p>



<p>MANTOAN, M. T. E. <em>Compreendendo a deficiência mental: novos caminhos educacionais</em>. São Paulo: Scipione, 1989.</p>



<p>______. <em>Integração e inclusão: escola (de qualidade) para todos</em>. Campinas: Unicamp, 1993.</p>



<p>______. <em>Inclusão escolar: o que é? Por quê? Como fazer?</em> São Paulo: Moderna, 2003.</p>



<p>OLIVEIRA, Anna Augusta Sampaio de. Deficiência intelectual sob a perspectiva vygotskyana. <em>Revista Deficiência Intelectual</em>, ano 3, n. 4-5, p. 12-18, jan./dez. 2013.</p>



<p>ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. <em>Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência</em>. 2006.</p>



<p>PAN, Miriam Aparecida G. de Souza. A deficiência intelectual e a educação contemporânea. In: FACION, José Raimundo (org.). <em>Inclusão escolar e suas implicações</em>. Curitiba: Ibpex, 2008. p. 27-134.</p>



<p>VYGOTSKY, Lev Semenovitch. <em>A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores</em>. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1989. (Coleção Psicologia e Pedagogia. Nova Série).</p>



<p>______. <em>A construção do pensamento e linguagem</em>. São Paulo: Martins Fontes, 2001.</p>



<p>______. <em>A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores</em>. São Paulo: Martins Fontes, 2003.</p>



<p>BRASIL. <em>Decreto n. 3.956, de 8 de outubro de 2001. Promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência</em>. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 9 out. 2001.</p>



<p>BRASIL. Ministério da Educação. <em>Plano de Desenvolvimento da Educação: razões, princípios e programas</em>. Brasília, DF: MEC, 2007.</p>



<p>BRASIL. Ministério da Educação. <em>Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva</em>. Brasília, DF: MEC/SEEP, 2008.</p>
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		<title>Bruno Souza é homenageado por sua atuação em defesa da Educação Domiciliar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Davi Paes e Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Nov 2025 10:01:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[deputado]]></category>
		<category><![CDATA[homescholling]]></category>
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					<description><![CDATA[Reconhecimento destaca a defesa da liberdade educacional e o legado na regulamentação do ensino domiciliar em Santa Catarina]]></description>
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<p>Autor do Projeto de Lei que regulamentou o ensino domiciliar no Estado, o ex-deputado estadual Bruno Souza (2019-2022), foi homenageado durante a Sessão Comemorativa realizada pela Câmara Municipal de São José. A cerimônia, realizada nesta semana (11.11), foi proposta pelo vereador Cryslan Jorjan de Moraes (NOVO), em alusão aos 15 anos da Associação Nacional de Educação Domiciliar (ANED) e aos 6 anos da Associação de Famílias Educadoras de Santa Catarina (AFESC).</p>



<p>A homenagem é o reconhecimento ao papel de Bruno Souza na defesa da liberdade educacional e na promoção da regulamentação do ensino domiciliar em Santa Catarina.</p>



<p>O Projeto de Lei nº 0003.0/2019, foi aprovado e sancionado em 2021, regulamentando o ensino domiciliar — também conhecido como&nbsp;<em>homeschooling</em>&nbsp;— no Estado. A norma assegurava às famílias o direito de educar os filhos em casa com respaldo jurídico, mas acabou derrubada por decisão judicial, com base em entendimento do Supremo Tribunal Federal (Tema 822), de que somente a União pode legislar sobre o tema.</p>



<p>Para o ex-parlamentar o episódio é uma conquista simbólica da autonomia estadual e da liberdade das famílias. “Santa Catarina fez história ao aprovar essa lei. O homeschooling é uma realidade em diversos países e deve ser respeitado como uma escolha legítima das famílias brasileiras. Essa vitória permanece como símbolo da autonomia dos estados e da confiança na capacidade dos pais de educar seus filhos”, afirma Bruno Souza.</p>



<p>A Educação Domiciliar, prática adotada por mais de mil famílias em Santa Catarina, propõe um modelo de ensino no qual os pais ou tutores assumem diretamente a formação acadêmica e integral dos filhos, com acompanhamento e avaliação periódica dos órgãos competentes. No Brasil, a modalidade ainda aguarda regulamentação em nível nacional.</p>



<p>A Sessão Comemorativa destacou também o trabalho desenvolvido pelas associações ANED e AFESC, que ao longo dos anos têm oferecido apoio, orientação jurídica e pedagógica às famílias educadoras, promovendo o diálogo e a organização do movimento.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/11/IMG_8895-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-170574" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/11/IMG_8895-1024x683.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/11/IMG_8895-300x200.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/11/IMG_8895-768x512.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/11/IMG_8895-1536x1024.jpg 1536w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/11/IMG_8895-696x464.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/11/IMG_8895-1068x712.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/11/IMG_8895.jpg 1641w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>Como a mentoria online está mudando a forma de estudar no Brasil</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2025/10/como-a-mentoria-online-esta-mudando-a-forma-de-estudar-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[patricia lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 22:58:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Com mais clareza e disciplina, estudantes conquistam desempenho acadêmico e maturidade pessoal Cada jovem aprende em ritmos diferentes, enfrenta dificuldades próprias e lida com desafios que vão da concentração à gestão do tempo e ao equilíbrio emocional. Diante dessa diversidade, o modelo tradicional de ensino mostra limitações. Não é raro que alunos estudem por horas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Com mais clareza e disciplina, estudantes conquistam desempenho acadêmico e maturidade pessoal</em></p>



<p>Cada jovem aprende em ritmos diferentes, enfrenta dificuldades próprias e lida com desafios que vão da concentração à gestão do tempo e ao equilíbrio emocional. Diante dessa diversidade, o modelo tradicional de ensino mostra limitações. Não é raro que alunos estudem por horas e, ainda assim, errem nas provas, justamente porque o método não dialoga com sua forma de aprender.</p>



<p>Nesse cenário, startups de educação ganham protagonismo ao oferecer soluções inovadoras e acompanhamento personalizado, capazes de transformar esforço em resultados. Segundo o&nbsp;<em>EdTech Report 2024</em>, elaborado pela plataforma Distrito e divulgado pelo portal Poder360, o Brasil concentra 68,93% das 898 startups educacionais da América Latina. O dado mostra não apenas a força desse mercado, mas também a crescente busca por alternativas que unam tecnologia, flexibilidade e personalização.</p>



<p>Para Victor Cornetta, especialista em desenvolvimento estudantil e fundador da Kaizen Mentoria, “o diferencial da mentoria online está em ensinar o aluno a aprender e não apenas a revisar fórmulas ou decorar conteúdos”. “Grande parte das dificuldades não está na matéria em si, mas na forma como o estudante organiza o tempo, lida com a ansiedade e mantém a disciplina. A mentoria atua justamente nesses pontos, oferecendo estrutura, clareza e constância”, explica.</p>



<p>O formato digital amplia o alcance e facilita a adesão, permitindo que o aluno participe de qualquer lugar sem perder a proximidade com o mentor. Mais que elevar o desempenho acadêmico, o acompanhamento fortalece a autoconfiança, autonomia e equilíbrio emocional — competências essenciais não só para vestibulares e o Enem, mas também para os desafios da vida adulta.</p>



<p>Um dos principais ganhos é a clareza sobre o que deve ser estudado a cada semana, o que reduz a ansiedade causada pela falta de organização. Esse processo favorece o desenvolvimento da autonomia e garante apoio emocional em momentos de maior pressão. Na Kaizen, por exemplo, cada estudante recebe um plano estruturado com metas semanais e feedback contínuo. O método já transformou a rotina de vários jovens, reforçando o propósito da startup de ir além das notas. Quando o aluno percebe que tem um plano claro, dividido em etapas realistas, ele deixa de se sentir perdido e passa a enxergar o estudo como algo alcançável. Isso reduz a ansiedade, aumenta a motivação e cria um senso de responsabilidade saudável.</p>



<p>“Nosso objetivo é mostrar ao jovem que ele não está sozinho. O mentor é um guia, mas quem percorre o caminho é o próprio aluno. Essa percepção de autonomia é o que realmente transforma o desempenho acadêmico e a vida pessoal”, completa Victor.</p>



<p>Outro efeito positivo é a aproximação das famílias. O sistema de metas semanais permite que pais acompanhem o progresso sem cobranças diárias, criando um ambiente de parceria em vez de pressão. “A família que acompanha de perto, sem exageros, cria um ambiente mais saudável e faz com que o aluno se sinta apoiado. Isso transforma não apenas o desempenho escolar, mas também a relação dentro de casa”, finaliza o empresário.</p>



<p><strong>Sobre a Kaizen</strong></p>



<p>Fundada em 2018, a Kaizen é uma startup de educação voltada a mentorias personalizadas para estudantes do Ensino Fundamental ao Superior. Ao combinar orientação acadêmica, personalização de estudos e tecnologia, a empresa já atendeu milhares de alunos em todo o Brasil, promovendo autonomia, estrutura e desempenho.</p>



<p></p>
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		<title>Estuda, mas não melhora a nota? 4 estratégias para virar o jogo</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2025/10/estuda-mas-nao-melhora-a-nota-4-estrategias-para-virar-o-jogo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[patricia lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 17:34:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[Especialista mostra como revisar erros, criar rotinas e transformar falhas em aprendizado pode garantir aprovação no fim do ano A reta final do ano letivo costuma ser marcada por ansiedade e incertezas. É o momento em que os boletins começam a definir quem será aprovado e quem ainda precisa correr contra o tempo para recuperar [&#8230;]]]></description>
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<p><em>Especialista mostra como revisar erros, criar rotinas e transformar falhas em aprendizado pode garantir aprovação no fim do ano</em></p>



<p>A reta final do ano letivo costuma ser marcada por ansiedade e incertezas. É o momento em que os boletins começam a definir quem será aprovado e quem ainda precisa correr contra o tempo para recuperar o desempenho. Muitos estudantes, mesmo depois de meses de dedicação, percebem que as horas de estudo não se refletem nas notas e começam a sentir medo de reprovação.</p>



<p>Um dado recente mostra que no Brasil, cerca de 4,2 milhões de estudantes da educação básica, o equivalente a 12,5% das matrículas, estavam com dois anos ou mais de atraso escolar em 2024. Essa situação revela que muitos jovens carregam lacunas, repetências ou seguem uma trajetória onde o esforço cresce, mas nem sempre o rendimento acompanha.</p>



<p>Segundo Victor Cornetta, especialista em desenvolvimento estudantil e fundador da Kaizen Mentoria, a principal dificuldade não está em estudar pouco, mas em estudar de forma pouco estratégica. “O aluno muitas vezes passa horas com o material, mas não organiza o tempo, não revisa os erros e não cria constância. Sem uma rotina clara, o esforço não se transforma em resultado”, explica.</p>



<p>Para ajudar nesse processo, Victor compartilha quatro estratégias fundamentais:</p>



<p><strong>Revisar os erros e transformá-los em aprendizado</strong></p>



<p>Um dos maiores equívocos é deixar os erros de lado, para o especialista, as imprecisões devem ser entendidas como parte do processo. Errar não significa fracassar, mas sim ter clareza sobre o que precisa ser melhorado. A partir disso, o estudante pode corrigir o caminho e avançar de forma estruturada.</p>



<p>Antes de seguir adiante, é essencial olhar para o que funcionou e o que não, anotar o tipo de erro e reservar tempo para treinar exclusivamente esse conteúdo pode ser uma estratégia que transforma falhas em pontos de melhoria contínua, tornando o processo mais produtivo.</p>



<p><strong>Crie rotinas</strong></p>



<p>Definir horários fixos e manter um ambiente adequado de estudo são passos que fazem toda a diferença no desempenho do jovem. Quando a rotina é previsível, o cérebro entende que aquele é o momento de concentração, reduzindo a procrastinação e a ansiedade. Muitos estudantes se perdem porque tentam estudar em qualquer hora vaga, no sofá da sala ou com o celular ao lado. É preciso criar um espaço acolhedor, com poucos estímulos externos e um horário definido, como se fosse um compromisso inadiável.</p>



<p>Vale organizar pequenas metas diárias. Por exemplo: dedicar 40 minutos para revisar Matemática, depois 30 minutos para leitura de Português e finalizar com exercícios de Ciências. Nessa fase, o importante é criar o hábito, mais do que a quantidade de horas. Cumprir pequenas metas todos os dias ganha disciplina, autonomia e confiança para encarar desafios maiores no futuro. Além disso, alternar matérias mais exigentes com conteúdos mais leves ajuda a manter a motivação e evita o cansaço mental.</p>



<p><strong>Adote métodos de estudo ativo</strong></p>



<p>Técnicas de estudo, como resumos ou mapas mentais ajudam a fixar o aprendizado de maneira muito mais eficaz. Esses métodos colocam o aluno em contato direto com a informação, estimulando a memória e o raciocínio. Seja escrevendo, organizando ideias em esquemas ou explicando para outra pessoa, ele entende de forma mais profunda e descobre pontos que ainda precisam de atenção.</p>



<p><strong>Manter o equilíbrio emocional e a constância</strong></p>



<p>A cobrança excessiva compromete a relação com os estudos e intensifica a ansiedade, tornando essencial ter um caminho estruturado. A preparação deve ser encarada como uma jornada, não como um momento isolado. Quando o jovem tem clareza sobre o que precisa fazer, em qual momento e de que forma, torna-se mais produtivo, cumpre suas metas com segurança e aprende a equilibrar dedicação e descanso.</p>



<p>Uma orientação simples, mas que pode ser valiosa para o aluno é:&nbsp;<strong>estudar sem pensar no descanso e descansar sem pensar no estudo</strong>. Isso significa se concentrar totalmente enquanto estuda, mantendo foco e presença, e depois usufruir do tempo livre sem culpa ou preocupação com o que ainda falta cumprir. Essa separação contribui para a consolidação do aprendizado, reduz a inquietude e melhora a retenção das informações. Dormir bem, manter uma alimentação equilibrada e reservar momentos de lazer são atitudes que fortalecem o desempenho e permitem chegar ao fim do ano com mais disposição e equilíbrio emocional.</p>



<p><strong>Sobre a Kaizen</strong></p>



<p>Fundada em 2018, a Kaizen é uma startup de educação com foco em mentorias personalizadas para estudantes do Ensino Fundamental ao Superior. Combinando orientação acadêmica, personalização de estudos e tecnologia, a empresa já atendeu milhares de alunos em diversas regiões do país, promovendo autonomia, estrutura e desempenho.</p>
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		<title>A importância da coordenação pedagógica no desempenho escolar das crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Hanna Marins]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 13:19:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[coordenação]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[pedagógica]]></category>
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					<description><![CDATA[Introdução A qualidade da educação básica é uma preocupação central na sociedade brasileira. Pais e educadores buscam compreender quais fatores dentro da escola influenciam diretamente a aprendizagem das crianças e o seu desempenho em avaliações. Nesse contexto, destaca-se a figura muitas vezes pouco visível, porém fundamental, do coordenador pedagógico. Em escolas públicas e privadas, esse [&#8230;]]]></description>
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<h4 class="wp-block-heading"><strong>Introdução</strong></h4>



<p>A qualidade da educação básica é uma preocupação central na sociedade brasileira. Pais e educadores buscam compreender quais fatores dentro da escola influenciam diretamente a aprendizagem das crianças e o seu desempenho em avaliações. Nesse contexto, destaca-se a figura muitas vezes pouco visível, porém fundamental, do coordenador pedagógico. Em escolas públicas e privadas, esse profissional atua como líder pedagógico e articulador entre professores, direção, estudantes e famílias, com o objetivo de garantir que o processo de ensino-aprendizagem ocorra da melhor forma possível. Embora a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) não detalhe exaustivamente as funções desse cargo, ela evidência a importância do planejamento escolar e da gestão democrática, áreas em que o coordenador pedagógico exerce papel-chave ao articular o trabalho docente com as diretrizes curriculares e a participação da comunidade escolar.</p>



<p>Este artigo, voltado a pais e educadores, explora a importância da coordenação pedagógica no desempenho escolar das crianças, apresentando evidências científicas e exemplos de boas práticas. Com linguagem clara e respaldo acadêmico, discutiremos como a atuação do coordenador pedagógico influencia diretamente a melhoria da aprendizagem e do ensino, e por que investir na formação continuada desse profissional é essencial para a qualidade da educação nas escolas brasileiras.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Desenvolvimento</strong></h4>



<p>Uma série de estudos recentes e dados estatísticos têm demonstrado que a atuação eficaz da coordenação pedagógica está associada a melhores resultados educacionais. Pesquisas científicas indicam que o coordenador pedagógico pode influenciar diretamente tanto o desempenho dos alunos quanto a prática dos professores em sala de aula. Por exemplo, uma análise realizada em escolas municipais de São Bernardo do Campo (SP) encontrou evidências concretas dessa influência. O pesquisador Fernando Vizzotto Galvão (USP, 2016) analisou como diferentes tipos de gastos escolares se associam ao desempenho dos estudantes em matemática. Entre os diversos fatores investigados, os recursos destinados à coordenação pedagógica mostraram a associação positiva mais forte com as notas dos alunos. Nesse estudo, um acréscimo de R$10,00 por aluno nos gastos com coordenação pedagógica correlacionou-se a um aumento de aproximadamente 0,5 a 0,6 ponto na média de matemática das escolas avaliadas, efeito pequeno porém estatisticamente significativo. </p>



<p>Embora outros fatores como o nível socioeconômico dos alunos ainda tenham peso predominante, o resultado sugere que escolas com coordenação pedagógica bem estruturada tendem a obter desempenho acadêmico ligeiramente superior, chamando atenção para o papel desse profissional no sucesso escolar. Em contraste, o estudo não encontrou benefício semelhante em gastos administrativos ou mesmo no aumento de assistentes de sala, reforçando que investimentos na liderança pedagógica têm mais potencial de retorno educacional.</p>



<p>Mas de que forma, exatamente, o coordenador pedagógico contribui para a melhoria da aprendizagem? Na prática escolar, esse profissional exerce múltiplas funções que impactam tanto o ensino quanto o aprendizado. O coordenador pedagógico é responsável por planejar, supervisionar e orientar o trabalho dos professores, promovendo a integração das práticas pedagógicas e a consistência do projeto educacional da escola. Ele atua junto à direção no planejamento e acompanhamento do cotidiano escolar, participa da elaboração e implementação do Projeto Político-Pedagógico (PPP) em parceria com toda a comunidade escolar, e realiza a ponte entre a equipe docente e os especialistas das Secretarias de Educação. </p>



<p>Além disso, uma de suas atribuições mais importantes é organizar a formação continuada dos professores dentro da própria escola, criando “um espaço permanente de estudo e reflexão sobre a prática pedagógica”, conforme destaca uma obra especializada na função do coordenador. Ou seja, o coordenador pedagógico atua como formador de professores, orientando-os na adoção de metodologias eficazes, no uso de recursos didáticos adequados e na avaliação dos resultados do ensino, sempre com foco em aprimorar a qualidade das aulas e, consequentemente, a aprendizagem dos alunos.</p>



<p>Diversos especialistas e pesquisas corroboram a ideia de que a mediação do coordenador pedagógico aprimora as práticas docentes e os resultados educacionais. Perini e Barretto (2024), em um estudo publicado na Revista Educação e Pesquisa, observaram que a coordenação pedagógica funciona como elo fundamental entre as políticas de formação continuada de professores e a aplicação dessas práticas na sala de aula. Em outras palavras, mesmo que governos e redes de ensino ofereçam programas de capacitação para os docentes, é o coordenador dentro da escola quem garante que essas formações tenham efeito concreto, apoiando os professores na incorporação de novos métodos e acompanhando de perto as mudanças no fazer <a href="https://jornaltribuna.com.br/2024/01/explorando-dinamicas-pedagogicas-literarias/" data-wpel-link="internal">pedagógico</a>. Sem o envolvimento ativo da coordenação pedagógica, muitos cursos de formação externa correm o risco de não se converterem em melhorias efetivas no dia a dia da classe. </p>



<p>Essa conclusão reforça que o coordenador precisa estar atualizado e engajado com as propostas pedagógicas atuais, pois ele é o agente que contextualiza e implementa as inovações educacionais junto aos docentes. A literatura também aponta o coordenador como protagonista na construção de uma comunidade de prática colaborativa na escola, estimulando a troca de experiências entre professores, a análise conjunta de resultados (como notas de provas e avaliações externas) e o planejamento de intervenções pedagógicas para superar dificuldades de aprendizagem. Tais ações refletem boas práticas da coordenação: uso de dados para planejamento, reuniões pedagógicas periódicas, observação de aulas e feedback aos professores, e aproximação com as famílias para alinhar expectativas e estratégias educacionais.</p>



<p>Vale ressaltar que o trabalho do coordenador pedagógico abrange tanto escolas públicas quanto privadas, embora os contextos possam variar. Em escolas particulares, onde muitas vezes há maior disponibilidade de recursos, o coordenador pode focar mais em projetos pedagógicos inovadores e acompanhamento individualizado de alunos e docentes. Já na rede pública, ele frequentemente precisa lidar também com desafios como a defasagem de aprendizagem e a diversidade sociocultural dos alunos, exigindo estratégias voltadas à equidade. Em ambos os casos, contudo, o cerne da função é o mesmo: garantir a qualidade do ensino e o desenvolvimento pleno de cada criança, articulando esforços de toda a equipe escolar. </p>



<p>Não por acaso, uma revisão sistemática de literatura publicada em 2024 concluiu que o coordenador pedagógico exerce papel crucial na articulação de práticas pedagógicas integradas, na formação dos professores e na implementação de uma gestão democrática voltada ao crescimento integral dos alunos. Isso significa promover um ambiente em que as decisões pedagógicas são compartilhadas, os docentes sentem-se apoiados e os estudantes encontram coerência e propósito no processo educacional.</p>



<p>Para que a coordenação pedagógica atinja todo esse potencial de impacto, é fundamental que o coordenador esteja bem preparado e conte com apoio para seu aperfeiçoamento profissional contínuo. A própria legislação educacional e políticas nacionais têm reconhecido a necessidade de investir na formação desses líderes pedagógicos. A Lei nº 11.738/2008, que instituiu o piso salarial nacional dos professores, garantiu também que parte da carga horária docente seja reservada a planejamento e estudo, um dispositivo que reforça o papel do coordenador em orientar esses momentos de formação dentro da escola. Mais recentemente, o Ministério da Educação (MEC) lançou iniciativas específicas para fortalecer a coordenação pedagógica. Em 2024, por exemplo, o MEC anunciou um Curso de Aperfeiçoamento em Coordenação Pedagógica com 210 horas de duração, ofertado em parceria com a Universidade Federal do Amazonas, destinado a coordenadores pedagógicos de escolas públicas de todo o país. </p>



<p>Segundo o MEC, o objetivo do curso é aprimorar as habilidades técnicas dos coordenadores e promover uma visão mais abrangente e comprometida com a formação integral dos estudantes, enfatizando soluções pedagógicas inovadoras e o desenvolvimento do pensamento crítico e da cidadania nos alunos. O próprio diretor de formação docente do MEC destacou, na ocasião, que “entende-se que o papel da coordenação é fundamental para uma escola com foco na aprendizagem e inclusão”. Essa declaração oficial sintetiza o consenso emergente: uma escola que almeja melhorar o desempenho acadêmico e incluir todos os alunos necessita de uma coordenação pedagógica forte e capacitada.</p>



<p>Outra frente importante é dar condições para que o coordenador se dedique prioritariamente às ações pedagógicas estratégicas. Boas práticas de coordenação envolvem planejamento e foco, mas, na realidade cotidiana, muitos coordenadores acabam absorvendo tarefas alheias à sua função. Uma pesquisa da Fundação Victor Civita revelou que 72% dos coordenadores pedagógicos afirmam acompanhar diariamente a entrada e saída dos alunos e 55% relatam inspecionar a limpeza e organização das salas de aula, atividades mais relacionadas à supervisão geral do que à orientação pedagógica. Além disso, cerca de 19% dos coordenadores chegam a substituir professores em sala com frequência semanal, assumindo aulas em caráter emergencial. Esses dados evidenciam que, em muitas escolas brasileiras, o coordenador fica sobrecarregado com atribuições administrativas ou emergenciais, o que reduz o tempo disponível para cumprir seu papel principal de apoiador do ensino. </p>



<p>Para reverter esse quadro, especialistas recomendam delimitar claramente as funções do coordenador e planejar a rotina escolar de modo que ele tenha tempo regular para atividades-chave, tais como: realizar reuniões pedagógicas com os docentes (semanais ou quinzenais), observar aulas e dar feedback aos professores, analisar resultados de avaliações (incluindo provas internas e exames nacionais, como a Prova Brasil), atender pais e alunos em questões <a href="https://odia.ig.com.br/arraial-do-cabo/2025/10/7141691-professoras-de-arraial-do-cabo-sao-destaque-na-etapa-regional-do-ii-premio-magda-soares.html" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">pedagógicas </a>e liderar projetos de intervenção para melhoria da aprendizagem. Quando o coordenador consegue concentrar seus esforços nessas frentes, a escola tende a apresentar melhor organização didática e capacidade de resposta às dificuldades dos alunos, resultando em melhoria nos índices educacionais. Um exemplo positivo vem da rede pública de Mato Grosso do Sul: numa escola estadual que atingiu metas elevadas no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), a coordenação pedagógica implementou um Plano de Intervenção Pedagógica com ações de reforço para alunos de baixo rendimento e mobilização de toda a comunidade escolar em prol das avaliações externas. Ao analisar sistematicamente os dados de desempenho e engajar professores, alunos e pais, a coordenação conseguiu aprimorar o planejamento pedagógico e elevar a qualidade do ensino.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h4>



<p>Diante do exposto, fica claro que a coordenação pedagógica exerce um papel estratégico no sucesso escolar das crianças. Seja em uma escola municipal do interior ou em um colégio particular de grande porte, a figura do coordenador pedagógico se revela imprescindível para articular os diversos elementos do processo educacional. Ele atua como ponte entre as políticas educacionais e a sala de aula, entre a gestão administrativa e o fazer pedagógico, entre a escola e as famílias. Pesquisas e dados concretos mostram que quando esse profissional tem condições de desempenhar bem suas funções: planejando junto aos professores, acompanhando de perto o trabalho docente, promovendo formação continuada e focando nas necessidades de aprendizagem dos alunos, os resultados tendem a aparecer em forma de melhor desempenho acadêmico, aulas mais qualificadas e um ambiente escolar mais colaborativo.</p>



<p>Para pais e educadores, compreender a importância da coordenação pedagógica significa valorizar e apoiar essa função. Aos pais, é importante aproximar-se da escola não só em relação aos professores, mas também interagir com o coordenador pedagógico, pois ele pode fornecer uma visão ampla do desenvolvimento do estudante e das iniciativas pedagógicas da instituição. Aos gestores escolares e mantenedores (públicos ou privados), cabe investir na formação e nas condições de trabalho dos coordenadores: ofertar cursos de capacitação, momentos de planejamento sem interrupções e evitar sobrecarga com tarefas burocráticas que os afastem de sua missão central. Aos próprios coordenadores pedagógicos, o compromisso com a atualização profissional permanente é essencial, seja por meio de estudos, troca de experiências ou participação em redes de aprendizagem, para trazer às escolas as melhores evidências e práticas pedagógicas disponíveis.</p>



<p>Em suma, a coordenação pedagógica, quando exercida de forma competente e apoiada por políticas institucionais adequadas, transforma-se em alicerce de uma educação de qualidade. Reconhecer e fortalecer essa liderança pedagógica é um caminho seguro para elevar o patamar do ensino brasileiro e garantir que cada criança tenha a oportunidade de aprender mais e melhor. Investir no coordenador pedagógico é investir diretamente no sucesso escolar dos alunos, construindo uma escola verdadeiramente comprometida com a aprendizagem e o futuro de nossas crianças.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Referências</strong></h4>



<p><strong>BRASIL.</strong> Ministério da Educação. Guia de apoio ao desenvolvimento profissional de Coordenadores Pedagógicos<em>.</em> Brasília: MEC/SEB, 2025. Disponível em: <a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-das-adolescencias/guia-de-apoio-ao-desenvolvimento-profissional-de-coordenadores-pedagogicos.pdf" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-das-adolescencias/guia-de-apoio-ao-desenvolvimento-profissional-de-coordenadores-pedagogicos.pdf</a>. Acesso em: 16 set. 2025.</p>



<p><strong>BRASIL.</strong> Ministério da Educação. MEC inicia formação continuada de coordenadores pedagógicos<em>.</em> Agência Gov.br de Notícias – Educação, 19 mar. 2024. Disponível em: <a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/marco/mec-inicia-formacao-continuada-de-coordenadores-pedagogicos" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/marco/mec-inicia-formacao-continuada-de-coordenadores-pedagogicos</a>. Acesso em: 16 set. 2025.</p>



<p><strong>FUNDAÇÃO VICTOR CIVITA.</strong> Estudos &amp; Pesquisas Educacionais – Volume 2<em>.</em> São Paulo: FVC, 2011. (Dados citados em Coordenador pedagógico: conheça as funções e como é a rotina. Educacional, 2020. Disponível em: <a href="https://educacional.com.br/gestao-escolar/coordenador-pedagogico/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">https://educacional.com.br/gestao-escolar/coordenador-pedagogico/</a>. Acesso em: 16 set. 2025).</p>



<p><strong>GALVÃO,</strong> Fernando Vizotto. Gastos com educação e desempenho escolar: uma análise no nível da escola<em>.</em> 2016. Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2016.</p>



<p><strong>MARTINS,</strong> Reginaldo Neves; <strong>PEREIRA,</strong> Taniele Martins; <strong>MARTINS,</strong> Thwaverton Oliveira. Desenvolvimento da educação de qualidade: a importância da coordenação pedagógica<em>.</em> RevistaFT, v. 29, n. 140, p. 46-60, nov. 2024. Disponível em: <a href="https://revistaft.com.br/desenvolvimento-da-educacao-de-qualidade-a-importancia-da-coordenacao-pedagogica/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">https://revistaft.com.br/desenvolvimento-da-educacao-de-qualidade-a-importancia-da-coordenacao-pedagogica/</a>. Acesso em: 16 set. 2025.<strong>PERINI,</strong> Renata Lívia Soares; <strong>BARRETTO,</strong> Elba Siqueira de Sá. O coordenador pedagógico e a formação continuada de professores dos anos iniciais<em>.</em> Educação e Pesquisa (USP), v. 50, e269252, 2024</p>
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		<title>Primeira pós-graduação de formação de speakers é lançada no Brasil e na Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Damaris Pedro (Dami)]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 15:11:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[oratória]]></category>
		<category><![CDATA[pós-graduação internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Curso capacita profissionais que precisam da oratória como ferramenta estratégica para liderança, influência e crescimento profissional De acordo com pesquisa realizada no Reino Unido com três mil participantes, em 2015, 41% dos entrevistados afirmaram ter mais medo de se apresentar diante de uma plateia do que da própria morte. Após 10 anos, o cenário não [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Curso capacita profissionais que precisam da oratória como ferramenta estratégica para liderança, influência e crescimento profissional</em></p>



<p>De acordo com pesquisa realizada no Reino Unido com três mil participantes, em 2015, 41% dos entrevistados afirmaram ter mais medo de se apresentar diante de uma plateia do que da própria morte. Após 10 anos, o cenário não mudou! Para transformar esse obstáculo em oportunidade, o Centro Universitário da Grande Dourados (UNIGRAN) lança a pós-graduação <em>Formação de Speakers, com certificação reconhecida pelo MEC. </em>O curso será lançado em Londres em novembro, com início marcado para em março com as especialistas que residem na Europa: Juliana Albanez e Luciana Oliveira em Londres e Márcia na Alemanha.</p>



<p>O curso que será lançado com duração de 10 meses, é coordenado por Juliana Albanez, jornalista e palestrante com carreira internacional que, ao lado de Márcia Belmiro, executiva e empreendedora com mais de 20 anos de experiência, e Luciana Oliveira, contadora certificada no Reino Unido e empreendedora global, faz parte da mentoria Realize Speakers, que conecta empreendedores do Brasil e do mundo por meio de formações em comunicação que já impactou mais de 13 mil pessoas no Brasil e na Europa.</p>



<p>A Masterclass realizada em setembro para o lançamento da pós no Brasil, lotou o auditório da Unigran em Dourados e, em março, será a vez de lançar a formação para o público brasileiro em Londres. Com aulas 100% online e conduzidas por professores com atuação na Europa, o curso ensina técnicas práticas para aprimorar o discurso pessoal, a autoconfiança e a capacidade de persuasão, habilidades cada vez mais exigidas em ambientes corporativos e acadêmicos. Entre as disciplinas estão oratória, storytelling estratégico, comunicação corporativa e gestão de reputação, media training e gestão de crise em contexto global, comunicação multicultural, presença digital e vídeo para speakers, business para speakers, marketing digital para marca pessoal.</p>



<p>Para Juliana Albanez, a proposta vai além da simples prática da fala. “A comunicação pode transformar carreiras e negócios. Oratória não é apenas falar bem, é preciso ter clareza, propósito e conexão. Com a velocidade da informação, quem sabe transmitir a mensagem de forma clara e estratégica conquista mais espaço, gera influência e amplia oportunidades profissionais”, afirma.</p>



<p>Além do certificado de especialização com reconhecimento europeu, o curso enriquece o networking internacional dos alunos, que concluem a pós-gradução com um portfólio completo para aplicação imediata no mercado de trabalho. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo links:</p>



<p>Inscrição Brasil: <a href="https://materiais.unigran.br/pos-formacao-de-speakers" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">https://materiais.unigran.br/pos-formacao-de-speakers</a></p>



<p>Inscrição Europa: <a href="https://materiais.unigraneuropa.com/pos-formacao-de-speakers" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">https://materiais.unigraneuropa.com/pos-formacao-de-speakers</a>.</p>



<p><strong><em>Sobre Juliana Albanez &#8211; </em></strong><em>Especialista em comunicação estratégica e jornada do cliente, Juliana é mentora na Realize Speakers e atua diretamente com profissionais que desejam transformar sua imagem, autoridade e mensagem em negócios de alto impacto no Brasil e no exterior.</em></p>



<p><strong><em>Sobre Márcia Belmiro &#8211; </em></strong><em>Mais de 20 anos de experiência em Contabilidade nos mercados de Seguros e Resseguros, atuando como Auditora Externa, Head de Contabilidade e especialista em Finanças e IFRS 17 na Alemanha e no Brasil. Desde 2021, é Consultora de Negócios e Mentora de Empreendedores e Líderes, com experiência internacional e Mestrado em Controladoria e Finanças.</em></p>



<p><strong><em>Sobre Luciana Oliveira &#8211; </em></strong><em>especialista em finanças corporativas e contabilidade internacional, com sólida experiência em gestão estratégica e conformidade regulatória. Atua em projetos de transformação financeira, governança e compliance, com foco em resultados sustentáveis e inovação.</em></p>



<p><strong><em>Sobre a Realize Speakers</em></strong><em> &#8211; A Realize Speakers é uma mentoria especializada em capacitar profissionais e empreendedores a transformar suas histórias e conhecimentos em negócios lucrativos, por meio de palestras e treinamentos. Com uma abordagem prática e estratégica, a mentoria foca no desenvolvimento da comunicação persuasiva e na criação de uma identidade forte como Speaker, garantindo impacto no mercado nacional e internacional.</em></p>



<p></p>
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		<title>Tecnologia Verde na Educação: quando o futuro sustentável começa na escola.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabiane Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 15:10:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[#Fabianecarvalho]]></category>
		<category><![CDATA[#sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fabiane Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[fabianecarvalho]]></category>
		<category><![CDATA[professorafabiane]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologiaeducacional]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologiaverde]]></category>
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					<description><![CDATA[Por que falar de tecnologia verde nas escolas é falar de cidadania e futuro?Enquanto o mundo busca soluções para reduzir os impactos ambientais, o ambiente escolar se mostra um terreno fértil para semear ideias sustentáveis inclusive quando o assunto é tecnologia. Trabalhar tecnologia verde na educação vai muito além de economizar energia: é ensinar as [&#8230;]]]></description>
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<p><strong><strong>Por que falar de tecnologia verde nas escolas é falar de cidadania e futuro?</strong></strong><br>Enquanto o mundo busca soluções para reduzir os impactos ambientais, o ambiente escolar se mostra um terreno fértil para semear ideias sustentáveis inclusive quando o assunto é tecnologia. Trabalhar tecnologia verde na educação vai muito além de economizar energia: é ensinar as novas gerações a pensar, criar e inovar com consciência ambiental.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que é tecnologia verde?</h3>



<p><a href="https://www.ibm.com/br-pt/think/topics/green-technology" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Tecnologia verde</a> é o uso da ciência e da inovação para desenvolver produtos, processos e hábitos que causem o menor impacto possível ao meio ambiente. Isso inclui desde a produção de energia limpa e o reaproveitamento de materiais eletrônicos, até práticas cotidianas como evitar o desperdício de papel ou usar os equipamentos de forma mais eficiente.</p>



<p>Na educação, ela se torna uma poderosa ferramenta de transformação social, pois une o aprendizado tecnológico à responsabilidade ecológica.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Na sala de aula: tecnologia e sustentabilidade de mãos dadas</h3>



<p>A escola é o espaço ideal para mostrar, na prática, como a tecnologia pode ser aliada da natureza.<br>Projetos de <a href="https://jornaltribuna.com.br/2025/07/robotica-com-reciclaveis-inovacao-acessivel-nas-escolas-publicas/" data-wpel-link="internal">reciclagem de lixo eletrônico</a>, por exemplo, ajudam os alunos a compreender o destino correto de pilhas e baterias, além de permitir a construção de robôs e protótipos com sucatas eletrônicas.</p>



<p>Outra abordagem é o uso racional dos recursos digitais, onde os estudantes aprendem sobre o impacto ambiental da internet e da energia consumida pelos servidores, praticando atitudes simples como apagar e-mails antigos e evitar impressões desnecessárias.</p>



<p>Experimentos também podem despertar o olhar científico e criativo: mini painéis solares, cataventos e maquetes de hidrelétricas feitos com materiais recicláveis ilustram como funcionam as energias limpas.<br>E para integrar tecnologia e diversão, nada melhor que criar jogos e aplicativos sobre sustentabilidade, uma forma interativa de aprender e conscientizar.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/10/tec-verde-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-164784" style="width:1052px;height:auto" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/10/tec-verde-1024x683.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/10/tec-verde-300x200.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/10/tec-verde-768x512.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/10/tec-verde-696x464.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/10/tec-verde-1068x712.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/10/tec-verde.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: gerada por IA. Plataforma ChatGPT 4.0. Em 13 de outubro de 2025.<br><br>Projetos com tecnologia verde na educação despertam a consciência ambiental desde cedo, estimulam a criatividade e mostram às crianças que é possível inovar cuidando do planeta.</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Gestão escolar: sustentabilidade começa na rotina da escola</h3>



<p>Não é apenas nas aulas que a <a href="https://www.gov.br/iti/pt-br/canais_atendimento/imprensa/revista20digital20220semestre_2011.pdf" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">tecnologia verde</a> pode brilhar. A própria gestão escolar pode se tornar exemplo de práticas sustentáveis. Projetos de automação, como sensores de presença para iluminação, ajudam a reduzir o consumo de energia e podem ser monitorados pelos próprios alunos.</p>



<p>A manutenção preventiva e o reaproveitamento de equipamentos antigos também são atitudes sustentáveis, pois diminuem o descarte eletrônico e incentivam o raciocínio sobre o ciclo de vida dos produtos tecnológicos.</p>



<p>Além disso, a digitalização dos processos escolares como reuniões virtuais, murais digitais e comunicados online reduz o uso de papel e agiliza a comunicação entre escola e comunidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Projetos e campanhas que inspiram</h3>



<p>Campanhas institucionais como a Semana da Tecnologia Verde podem envolver toda a comunidade escolar em desafios e ações coletivas: um “dia sem papel”, uma “maratona de economia de energia” ou até exposições de trabalhos feitos com materiais reaproveitados. Essas atividades se conectam diretamente aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente o ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis) e o ODS 13 (Ação contra a Mudança Global do Clima).</p>



<p>Projetos como o “Cidadãos do Futuro: Explorando os 17 ODS” mostram que, ao abordar temas ambientais por meio da tecnologia e da criatividade, os alunos tornam-se protagonistas de uma educação mais consciente e transformadora.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O legado da educação sustentável</h3>



<p>Incorporar a tecnologia verde ao currículo e à rotina escolar é uma forma de preparar os estudantes para um futuro que exige inovação com empatia. </p>



<p>A escola, como espaço de formação integral, tem o poder de transformar o uso da tecnologia em um ato de cuidado com o planeta. Quando as crianças aprendem desde cedo que cada clique também tem um impacto ambiental, o aprendizado ultrapassa os muros da escola e se transforma em atitude para a vida toda.</p>



<p></p>
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		<title>Organização e equilíbrio emocional são indispensáveis para apresentar bom desempenho no Enem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[patricia lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 18:04:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de desenvolvimento pessoal]]></category>
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					<description><![CDATA[Como transformar a pressão em energia produtiva? A pressão por notas altas, a ansiedade em relação ao futuro e a sensação de que todo um ano de esforço se resume a poucas horas de prova são realidades comuns para milhares de estudantes que iniciam a preparação para o Enem. Embora a edição deste ano esteja [&#8230;]]]></description>
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<p><em>Como transformar a pressão em energia produtiva?</em></p>



<p>A pressão por notas altas, a ansiedade em relação ao futuro e a sensação de que todo um ano de esforço se resume a poucas horas de prova são realidades comuns para milhares de estudantes que iniciam a preparação para o Enem. Embora a edição deste ano esteja prestes a acontecer, muitos que acompanham colegas nessa reta final já voltam a atenção para a própria vez no ano que vem, conscientes de que a jornada exige planejamento antecipado, disciplina e constância para alcançar bons resultados.</p>



<p>Uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV), realizada em 2025, revelou que 63% dos jovens brasileiros sentem ansiedade sobre o futuro profissional, mostrando que a preparação para exames decisivos vai muito além do estudo: envolve também lidar com a pressão emocional. O medo de falhar, as comparações com colegas e as expectativas dos pais aumentam esse desafio.</p>



<p>Para Victor Cornetta, especialista em desenvolvimento estudantil e fundador da Kaizen Mentoria, a chave é unir preparo técnico e cuidado emocional “O Enem exige clareza de objetivos, organização e, principalmente, controle em seus sentimentos. O estudante precisa transformar a ansiedade em energia produtiva e enxergar cada etapa como parte de um processo, não como um fardo”, explica. Metas semanais claras ajudam o aluno a se sentir no comando da própria jornada “Entender onde está e qual o próximo passo reduz a insegurança, trazendo confiança e constância, dois pilares essenciais para superar essa fase”.</p>



<p>Por isso, o especialista reuniu orientações práticas para mostrar o que realmente funciona ao longo dos meses de preparação para as provas.</p>



<p><strong>Estratégia de acordo com o curso</strong></p>



<p>Uma das principais orientações de Victor para essa reta final é que o candidato tenha clareza sobre o curso que deseja. Isso porque, tanto no Enem quanto em vestibulares tradicionais, as matérias têm desafios diferentes dependendo da carreira escolhida. Quem busca Direito, por exemplo, precisa dar atenção redobrada a Português, Redação e História, enquanto candidatos de Engenharia ou Medicina precisam apresentar desempenho superior em Matemática e Ciências da Natureza “Não significa deixar as outras matérias de lado, mas sim ser estratégico no aprofundamento daquelas que terão mais impacto no resultado final”, explica.</p>



<p><strong>Simulados e revisões como treino essencial</strong></p>



<p>Realizar simulados periodicamente ajuda a acostumar o estudante ao formato da prova e a treinar resistência emocional e física. “Não adianta ter o conteúdo na ponta da língua se, na hora da prova, o aluno trava ou perde tempo em excesso. Simular a realidade do exame gera segurança e mostra onde ainda é preciso ajustar”, afirma.</p>



<p>Após cada simulado, revisar erros e ajustar o plano de estudos é um passo decisivo. Montar um cronograma com os conteúdos que ainda geram dificuldade ajuda a reduzir a ansiedade, mostrando que o desempenho é resultado de um processo contínuo, e não de um único momento.</p>



<p><strong>Estudos em grupo</strong></p>



<p>Estudar com colegas pode ser uma excelente alternativa. A troca de conhecimento permite que cada um ajude em matérias que domina. O segredo é manter o foco e evitar distrações para que a colaboração realmente seja eficaz.</p>



<p><strong>Pratique redação com frequência</strong></p>



<p>Treinar a redação regularmente é essencial. Analisar temas anteriores, praticar técnicas de argumentação e revisar textos ajuda a consolidar a habilidade e aumenta a confiança na hora da prova.</p>



<p>Victor defende um ciclo contínuo: escrever, receber feedback qualificado, ajustar e tentar novamente “É como um simulado escrito. A repetição é o que permite ao aluno ganhar segurança, ampliar o repertório e corrigir fragilidades na argumentação”, comenta.</p>



<p><strong>Revisão ou novos conteúdos?</strong></p>



<p>Na reta final, surge a dúvida: revisar ou aprender coisas novas? Para o especialista, depende do estágio em que o aluno se encontra. Se ainda há lacunas em conteúdos fundamentais, como funções, progressões ou interpretação de textos, é preciso priorizar o aprendizado desses pontos-chave. Mas, se a base já está estável, o foco deve ser revisar e garantir que o conteúdo realmente será aplicado corretamente na prova.</p>



<p><strong>Importante: faça pausas e preserve sua saúde mental</strong></p>



<p>O excesso de horas sentado em frente aos livros ou telas, sem pausas, não significa necessariamente mais aprendizado, pelo contrário, pode gerar a sensação de que nada está sendo assimilado. Diversos estudos mostram que a mente precisa de intervalos para consolidar informações, e que momentos de descanso são fundamentais para que o conhecimento se fixe na memória de longo prazo.</p>



<p>Atividades de lazer, exercícios físicos e momentos em família ajudam a reduzir a tensão e manter o equilíbrio “Autocuidado é parte da preparação. Dormir bem, se alimentar direito e reservar tempo para relaxar é tão importante quanto resolver uma lista de exercícios. Um aluno descansado aprende mais e chega mais confiante no dia da prova”, reforça Victor.</p>



<p>Priorizar dificuldades, revisar erros e cuidar da saúde mental torna a jornada organizada, produtiva e humana. Com essa visão, a Kaizen Mentoria atua preparando estudantes para esse momento decisivo por meio de cronogramas personalizados, acompanhamento constante e feedback estruturado “Nosso papel é transformar os erros em feedback e dar ao aluno clareza de onde precisa melhorar. Disciplina, constância e equilíbrio emocional são o tripé que garante evolução real”, conclui Victor Cornetta.</p>



<p><strong>Sobre a Kaizen</strong></p>



<p>Fundada em 2018, a Kaizen é uma startup de educação com foco em mentorias personalizadas para estudantes do Ensino Fundamental ao Superior. Combinando orientação acadêmica, personalização de estudos e tecnologia, a empresa já atendeu milhares de alunos em diversas regiões do país, promovendo autonomia, estrutura e desempenho.</p>
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		<title>Redes sociais, celulares e IA: aliados ou desafios para o desenvolvimento dos jovens?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[patricia lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 18:31:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência Artifical]]></category>
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<p><em>Especialista explica como pais e educadores podem orientar filhos para que a internet se torne uma ferramenta de aprendizado</em></p>



<p>Hoje, cenas como crianças usando celulares com naturalidade ou adolescentes reunidos no pátio, cada um imerso em seu próprio aparelho, tornaram-se parte do cotidiano. Para esses jovens, a internet sempre existiu, oferecendo possibilidades infinitas de informação e interação. Além disso, ferramentas de Inteligência Artificial já fazem parte do cotidiano escolar, seja para pesquisas rápidas, produção de textos ou realização de tarefas. Mas será que estamos garantindo que todo esse potencial digital não se transforme em distração, ansiedade ou obstáculo ao desenvolvimento acadêmico?</p>



<p>Escolas em diversos estados do Brasil passaram a restringir o uso de celulares em sala de aula para recuperar a atenção dos alunos. Uma pesquisa da Agência Brasil, realizada em 2024, aponta que 86% da população apoia algum tipo de limitação: 54% defendem a proibição total, enquanto 32% aceitam o uso apenas com objetivos pedagógicos.</p>



<p>Para Victor Cornetta, especialista em desenvolvimento estudantil e fundador da Kaizen Mentoria, é fundamental que o aluno compreenda o propósito do estudo. “Quando ele entende por que está aprendendo e quais competências está desenvolvendo, como disciplina, consistência, raciocínio lógico e resiliência, passa a respeitar horários e aplicar técnicas corretas, aproveitando melhor o aprendizado”, explica.</p>



<p>O especialista também faz uma analogia ao uso da IA à calculadora na matemática: “A calculadora facilita operações, mas o aluno precisa aprender a fazer os cálculos sozinho. Da mesma forma, a IA ajuda em tarefas e pesquisas, mas não deve substituir o esforço intelectual. O que importa é o desenvolvimento da habilidade, não apenas o resultado imediato”, ressalta Cornetta.</p>



<p>Estabelecer limites de tempo para smartphones, tablets e videogames ajuda a preservar o foco nos estudos e no descanso. Ser exemplo também é essencial “Não adianta pedir que o filho largue o celular se os pais passam as refeições olhando para a tela. Os filhos se espelham nos adultos”, comenta o especialista. Esse cuidado deve se estender ao uso massivo de redes sociais. Outra medida indispensável é a conscientização sobre riscos online, como pornografia, pedofilia e interações perigosas, que têm ganhado destaque na mídia, como o recente episódio do influenciador Hytalo Santos, acusado de crimes contra menores.</p>



<p><strong>Estratégias para aprendizado, diversão e tecnologia</strong></p>



<p>Um ponto crucial é reconhecer conquistas que vão além do ambiente acadêmico. Ao valorizar esforços em esportes, hobbies e pequenas atitudes do dia a dia, os pais mostram que o valor do jovem não se resume às notas. Criar momentos offline em família fortalece vínculos e reduz a dependência tecnológica.</p>



<p>Na Kaizen, por exemplo, Victor aplica essa abordagem dentro da mentoria, ajudando estudantes a desenvolver rotinas equilibradas, que combinam foco nos estudos com espaço para lazer e autocuidado. “Os pais precisam entender que seu papel é caminhar junto, e não carregar o peso sozinhos. Assim, o estudo deixa de ser motivo de conflito e se torna uma oportunidade de conexão”, conclui.</p>



<p>Com ações simples, mas consistentes, é possível construir um ambiente em que as novas inovações contribuam para o crescimento pessoal e acadêmico, enquanto os vínculos familiares se fortalecem e a autonomia do estudante se desenvolve de forma segura e equilibrada.</p>



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