<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>economia brasileira &#8211; Jornal Tribuna</title>
	<atom:link href="https://jornaltribuna.com.br/tag/economia-brasileira/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://jornaltribuna.com.br</link>
	<description>O seu portal de notícias e artigos científicos</description>
	<lastBuildDate>Sat, 25 Apr 2026 22:28:55 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>Crédito barato e os erros econômicos do Brasil</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/04/credito-barato-erros-economicos-brasil/</link>
					<comments>https://jornaltribuna.com.br/2026/04/credito-barato-erros-economicos-brasil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rafael José Pôncio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 22:28:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ciclos econômicos]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[economia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Escola Austríaca]]></category>
		<category><![CDATA[Hayek]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Mises]]></category>
		<category><![CDATA[rafael jose poncio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaltribuna.com.br/?p=198252</guid>

					<description><![CDATA[Crédito barato pode parecer solução, mas a Escola Austríaca mostra como ele gera inflação, má alocação de capital e crises econômicas. Uma leitura austríaca sobre juros, inflação e má alocação de capital No debate econômico brasileiro, é comum tratar os juros como se fossem apenas um obstáculo artificial ao crescimento. Em discursos públicos, conversas empresariais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Crédito barato pode parecer solução, mas a Escola Austríaca mostra como ele gera inflação, má alocação de capital e crises econômicas.</h2>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma leitura austríaca sobre juros, inflação e má alocação de capital</strong></h2>



<p>No debate econômico brasileiro, é comum tratar os juros como se fossem apenas um obstáculo artificial ao crescimento. Em discursos públicos, conversas empresariais e análises apressadas, repete-se com frequência a ideia de que bastaria reduzir o custo do dinheiro para destravar investimentos, gerar empregos e estimular a economia. A lógica parece simples: se o crédito fica mais barato, empresas investem mais, consumidores compram mais e o país cresce.</p>



<p>A <strong>Escola Austríaca de Economia</strong>, porém, convida a olhar esse raciocínio com maior profundidade. Para autores como <a href="https://www.rafaeljoseponcio.com.br/2026/10/ludwig-von-mises-e-visao-austriaca-do.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Ludwig von Mises</a>, <a href="https://www.rafaeljoseponcio.com.br/2024/08/friedrich-hayek-o-pai-do-liberalismo-e-muitos-saberes.html" data-type="link" data-id="https://www.rafaeljoseponcio.com.br/2024/08/friedrich-hayek-o-pai-do-liberalismo-e-muitos-saberes.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Friedrich Hayek</a> e <a href="https://www.rafaeljoseponcio.com.br/2015/03/bohm-bawerk-e-teoria-dos-juros-na.html" data-type="link" data-id="https://www.rafaeljoseponcio.com.br/2015/03/bohm-bawerk-e-teoria-dos-juros-na.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Eugen von Böhm-Bawerk</a>, os juros não são apenas uma taxa definida por autoridades monetárias ou praticada por bancos. Eles representam um sinal econômico fundamental. Indicam a relação entre poupança, tempo, risco, preferência presente e investimento futuro.</p>



<p>Quando esse sinal é distorcido artificialmente, a economia pode parecer mais forte do que realmente é. Projetos são iniciados sem base sólida, empresas expandem antes da hora, consumidores se endividam além da capacidade real e governos encontram facilidade momentânea para adiar ajustes difíceis. O resultado, quase sempre, aparece depois: inflação, desequilíbrio fiscal, investimentos ruins e destruição silenciosa de capital.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O juro como preço do tempo</strong></h2>



<p>A Escola Austríaca enxerga o juro como o <strong>preço do tempo</strong> na economia. Ele revela, ainda que de forma imperfeita, quanto a sociedade está disposta a poupar hoje para investir no futuro. Quando há poupança real, o investimento encontra fundamento. Quando há apenas expansão artificial de crédito, o investimento pode se transformar em ilusão contábil.</p>



<p>Essa diferença é decisiva. Uma economia não cresce de maneira saudável apenas porque há dinheiro circulando. <strong>Ela cresce quando há capital acumulado, trabalho produtivo, segurança jurídica, capacidade empresarial, boa alocação de recursos e confiança na moeda</strong>. Sem esses elementos, o crédito barato pode apenas mascarar fragilidades.</p>



<p>O dinheiro abundante não torna um projeto automaticamente viável. Uma obra mal planejada continua sendo ruim, mesmo financiada com juros menores. Uma empresa sem gestão continua frágil, mesmo com acesso facilitado a empréstimos. Um consumidor endividado não fica mais rico porque recebeu limite maior no cartão. O crédito pode antecipar consumo e investimento, mas não cria riqueza real por decreto.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A ilusão da prosperidade financiada</strong></h2>



<p>Um dos grandes alertas da Escola Austríaca está na <a href="https://mises.org.br/artigos/102/ateoriaaustriacadoscicloseconomicosumabreveexplanacao/" data-type="link" data-id="https://mises.org.br/artigos/102/ateoriaaustriacadoscicloseconomicosumabreveexplanacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">teoria dos ciclos econômicos</a>. Segundo essa interpretação, quando a taxa de juros é mantida artificialmente abaixo do nível que refletiria a poupança real da sociedade, os agentes econômicos recebem um sinal enganoso. Empresários imaginam que há recursos disponíveis para projetos de longo prazo. Consumidores sentem que podem gastar mais. O governo se acostuma a financiar déficits com menor resistência.</p>



<p>Por algum tempo, tudo parece prosperidade. O crédito se expande, setores crescem rapidamente, ativos se valorizam e a sensação geral é de avanço. No entanto, se essa expansão não estiver sustentada por poupança, produtividade e geração real de valor, a economia começa a acumular erros.</p>



<p>É nesse ponto que surge a má alocação de capital. Recursos escassos passam a ser destinados a projetos que não sobreviveriam em condições normais de mercado. Empresas ineficientes continuam operando graças ao &#8220;crédito fácil&#8221;. Investimentos imobiliários, industriais ou comerciais são realizados com base em expectativas excessivamente otimistas. O capital, que deveria ser preservado e multiplicado, passa a ser consumido em iniciativas sem fundamento duradouro.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>QUANDO o dinheiro deixa de refletir a poupança real, a economia começa a confundir movimento com progresso.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Inflação: mais do que aumento de preços</strong></h2>



<p>No senso comum, <strong>inflação</strong> costuma ser entendida apenas como aumento generalizado de preços. Essa definição é útil, mas insuficiente. Pela ótica austríaca, a inflação deve ser compreendida também como uma distorção do cálculo econômico. Quando a moeda perde qualidade, os preços deixam de transmitir informações confiáveis.</p>



<p>Empresários passam a ter dificuldade para saber se estão realmente vendendo mais ou apenas reajustando valores. Famílias não sabem se seu padrão de vida melhorou ou apenas ficou temporariamente financiado. Investidores confundem valorização nominal com ganho real. O governo, por sua vez, pode arrecadar mais em termos nominais enquanto a sociedade perde poder de compra.</p>



<p>A inflação, portanto, não é apenas um fenômeno técnico. Ela afeta a moral econômica de uma sociedade. Penaliza quem poupa, prejudica quem vive de renda fixa, corrói salários, desorganiza contratos e enfraquece a confiança entre pessoas, empresas e instituições. Em economias marcadas por inflação recorrente, o planejamento de longo prazo se torna mais difícil, e a cultura do imediatismo ganha força.</p>



<p>Nesse ambiente, o cidadão passa a correr contra a perda do valor do dinheiro. O empresário aumenta preços por precaução. O trabalhador pede reajustes para tentar recompor renda. O investidor busca proteção patrimonial. Cada agente tenta se defender individualmente, mas o conjunto da economia perde <strong>estabilidade</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O problema brasileiro: querer crescimento sem fundamentos</strong></h2>



<p>O Brasil convive há décadas com uma dificuldade estrutural: deseja crescimento acelerado, mas frequentemente evita os fundamentos que sustentam esse crescimento. Quer investimento, mas poupa pouco. Quer crédito abundante, mas convive com insegurança jurídica. Quer juros baixos, mas tolera desequilíbrios fiscais. Quer moeda forte, mas aceita expansão de gastos sem disciplina equivalente.</p>



<p>A crítica austríaca não se limita a defender juros altos ou baixos. O ponto central é outro: os juros devem refletir condições reais da economia. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Quando o preço do dinheiro é manipulado para produzir sensação de prosperidade, o país pode apenas adiar a correção de seus próprios desequilíbrios.</p>
</blockquote>



<p>Essa reflexão vale tanto para o setor público quanto para o setor privado. Governos que se acostumam ao endividamento permanente reduzem a margem de liberdade das gerações futuras. Empresas que crescem apenas por crédito e não por eficiência operacional tornam-se vulneráveis em ciclos adversos. Famílias que confundem acesso ao financiamento com aumento de renda acabam sacrificando parte relevante do próprio futuro.</p>



<p>A Escola Austríaca, nesse sentido, oferece uma advertência severa: não existe prosperidade sustentável sem responsabilidade econômica. O capital precisa ser formado antes de ser consumido. A riqueza precisa ser produzida antes de ser distribuída. O investimento precisa estar ligado à realidade, não à euforia monetária.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O empreendedor diante do crédito fácil</strong></h2>



<p>Para o empreendedor, essa discussão tem valor prático. O crédito pode ser instrumento legítimo de crescimento, desde que usado com <strong>prudência, critério e finalidade produtiva</strong>. O problema começa quando o financiamento substitui a disciplina empresarial.</p>



<p>Uma empresa saudável não deve depender apenas da rolagem constante de dívidas. Precisa compreender sua margem, seu fluxo de caixa, sua capacidade de geração de valor e a qualidade de seus ativos. Crédito tomado para ampliar produtividade, melhorar estrutura, ganhar eficiência ou financiar expansão bem calculada pode ser útil. Crédito tomado para cobrir desordem, vaidade, improviso ou crescimento sem método tende a se transformar em risco.</p>



<p>A visão austríaca valoriza justamente a figura do <strong>empreendedor</strong> como alguém que interpreta sinais do mercado, assume riscos e busca atender necessidades reais. Mas, para que essa função seja bem exercida, os sinais econômicos precisam estar minimamente preservados. Quando juros, moeda e preços são distorcidos, o empreendedor passa a decidir dentro de uma névoa.</p>



<p>Por isso, a defesa de uma moeda mais confiável, de menor intervenção arbitrária e de maior responsabilidade fiscal não é apenas uma tese abstrata. É uma condição para que empresários possam calcular, investir, contratar e planejar com maior segurança.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Crédito barato pode sair caro</strong></h2>



<p>O crédito barato seduz porque oferece alívio imediato. Ele permite comprar antes, investir antes, gastar antes e prometer antes. Mas toda antecipação tem custo. Se o crédito não estiver ligado à produção real de riqueza, ele apenas transfere problemas para o futuro.</p>



<p>Na vida econômica, o futuro sempre cobra. Cobra de famílias endividadas, de empresas mal administradas e de governos fiscalmente imprudentes. A conta pode vir em forma de inflação, juros maiores, desemprego, recessão, aumento de impostos ou perda de confiança.</p>



<p>A Escola Austríaca não propõe uma economia sem crédito. <strong>Propõe uma economia em que o crédito respeite a realidade da poupança, do risco e da responsabilidade</strong>. O dinheiro deve servir à produção, não à fantasia. Os juros devem orientar decisões, não ser tratados apenas como obstáculo político. A moeda deve preservar valor, não financiar ilusões sucessivas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>O Brasil precisa amadurecer esse debate. Crescimento verdadeiro não nasce de estímulos artificiais permanentes, mas de fundamentos sólidos: poupança, produtividade, liberdade econômica, segurança jurídica, responsabilidade fiscal, empreendedorismo e respeito ao valor do dinheiro.</p>
</blockquote>



<p>No fim, a grande lição austríaca é simples e exigente: uma sociedade não enriquece porque criou mais crédito, mas porque organizou melhor seu capital, seu trabalho, seu tempo e suas decisões.</p>



<p><strong>Crédito barato pode parecer progresso. Mas, quando nasce da distorção dos sinais econômicos, pode ser apenas o começo de erros caros demais para a sociedade.</strong></p>



<p>Bom trabalho e grande abraço.<br>Rafael José Pôncio</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornaltribuna.com.br/2026/04/credito-barato-erros-economicos-brasil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O &#8220;consumidor erótico&#8221; não existe. Existe o seu cliente.</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/01/o-consumidor-erotico-nao-existe-existe-o-seu-cliente/</link>
					<comments>https://jornaltribuna.com.br/2026/01/o-consumidor-erotico-nao-existe-existe-o-seu-cliente/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Brands Comunica]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 23:22:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[economia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[erotika town]]></category>
		<category><![CDATA[lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[mercado erotico]]></category>
		<category><![CDATA[negocios]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaltribuna.com.br/?p=187847</guid>

					<description><![CDATA[Por que marcas de turismo, moda e streaming estão deixando dinheiro na mesa ao ignorar o mercado do prazer Por Fada, CEO e Fundadora da Erotika Town Minha imersão no comportamento do consumidor e o entusiasmo pelo mercado erótico me levaram a uma conclusão que pode chocar os mais conservadores, mas que é óbvia para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por que marcas de turismo, moda e streaming estão deixando dinheiro na mesa ao ignorar o mercado do prazer</strong></p>



<p class="has-text-align-right"><strong>Por Fada, CEO e Fundadora da Erotika Town</strong></p>



<p>Minha imersão no comportamento do consumidor e o entusiasmo pelo mercado erótico me levaram a uma conclusão que pode chocar os mais conservadores, mas que é óbvia para quem analisa dados: <strong>quem vive a experiência da Erotika Town é a mesma pessoa que compra carro zero, viaja para a Europa e maratona séries na Netflix.</strong></p>



<p>Anos mergulhada em pesquisas de mercado e, principalmente, na prática real, criando desde playlists sensoriais até ativações imersivas, provam que o público erótico brasileiro não é um nicho obscuro. Estamos falando majoritariamente de mulheres, entre 26 e 45 anos, das classes B e C. É um público exigente que movimenta <strong>R$ 2 bilhões anuais</strong> em busca de algo fundamental: prazer cotidiano e bem-estar.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O perfil real (e lucrativo) do consumidor moderno</h3>



<p>Esqueça os estereótipos. Os dados confirmam que 57% dos compradores deste mercado estão no auge de sua vida produtiva. Com um ticket médio de R$ 150, elas buscam saúde íntima e inovação sustentável com a mesma naturalidade com que assinam um streaming.</p>



<p>São consumidoras com ensino superior, renda estável, muitas vezes casadas, que realizam 60% de suas compras online. O que elas buscam em eventos como a Erotika Town não é o proibido, mas o <strong>autêntico</strong>: conexões reais, festivais de experiência e validação de seus desejos, longe de nichos restritos e escondidos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Erotika Town: Um ecossistema cultural vivo</h3>



<p>Diferente de grupos fechados de mensagens ou casas de swing tradicionais, a Erotika Town cria <strong>comunidade</strong>. Construímos cidades temáticas onde BDSM, Tantra e <em>Talks</em> educativos promovem cura, consentimento e prosperidade afetiva.</p>



<p>Nós entendemos a lacuna do mercado atual: falta calor humano com segurança. Ao transformar visitantes em fãs leais, alinhamos o erotismo a um <em>lifestyle</em> amplo. Não vendemos produtos; vendemos liberdade e experiências.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Um chamado às marcas visionárias</h3>



<p>Empresas de bebidas, turismo, moda e tecnologia: parem de olhar para o erótico pelo retrovisor. O mercado mudou.</p>



<p>Parcerias recentes no setor, como a entrada de <em>femtechs</em> em grandes varejistas (como a Renner), provam o potencial inexplorado: alcance orgânico massivo e engajamento até 5x maior. A Erotika Town é a ponte segura para esses resultados reais.</p>



<p>Aqui, o estudo vira prática, comunidades florescem e marcas prosperam. O consumidor já está aqui, pronto e com poder de compra. A sua marca vai continuar fingindo que ele não existe?</p>



<p><strong>Vamos conversar sobre o futuro do mercado.</strong> Contato: fada@erotikatown.com.br | www.erotikatown.com.br</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornaltribuna.com.br/2026/01/o-consumidor-erotico-nao-existe-existe-o-seu-cliente/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>IOF, O VILÃO DE UM DIA, O REMÉDIO DE OUTRO</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2025/06/iof-o-vilao-de-um-dia-o-remedio-de-outro/</link>
					<comments>https://jornaltribuna.com.br/2025/06/iof-o-vilao-de-um-dia-o-remedio-de-outro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[adm Rafael Desconsi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jun 2025 13:14:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Amanda Klein]]></category>
		<category><![CDATA[controle de capital]]></category>
		<category><![CDATA[economia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[imposto sobre operações financeiras]]></category>
		<category><![CDATA[OF]]></category>
		<category><![CDATA[tributos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaltribuna.com.br/?p=145672</guid>

					<description><![CDATA[A crítica de Amanda Klein pode até gerar cliques, mas não resiste a uma simples aula de macroeconomia A jornalista Amanda Klein recentemente classificou o IOF como uma “bomba atômica” que estaria sendo lançada na base governista. A metáfora é forte, mas perigosa. Não só distorce o papel do Imposto sobre Operações Financeiras, como obscurece [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">A crítica de Amanda Klein pode até gerar cliques, mas não resiste a uma simples aula de macroeconomia</h2>



<p></p>



<p>A jornalista Amanda Klein recentemente classificou o IOF como uma “bomba atômica” que estaria sendo lançada na base governista. A metáfora é forte, mas perigosa. Não só distorce o papel do Imposto sobre Operações Financeiras, como obscurece o debate público sobre instrumentos legítimos de política econômica.</p>



<p>O IOF é um imposto regulatório, não arrecadatório. Serve para controlar o apetite por crédito, proteger a moeda, frear fugas de capital e ajustar desequilíbrios de curto prazo — especialmente em momentos de volatilidade cambial ou pressão inflacionária. No Brasil, já foi usado por governos de todos os espectros políticos, da esquerda à direita, como forma de modulação.</p>



<p>Reduzir o IOF a um ato político contra aliados é perder de vista a natureza técnica do tributo. Se há resistência dentro da base do governo, o problema talvez não esteja no IOF em si, mas na falta de comunicação clara sobre sua função — ou na dificuldade de aceitar que governar exige decisões impopulares para garantir estabilidade.</p>



<p>Criticar o governo é papel do jornalismo. Mas atribuir ao IOF um caráter explosivo é, no mínimo, uma hipérbole desnecessária. A “bomba” que Amanda vê pode ser, na prática, um extintor de incêndio em tempos de descontrole externo.</p>



<p>Por fim, vale lembrar: mais perigoso que um IOF pontual é um país refém do populismo econômico — aquele que prefere o aplauso fácil à responsabilidade fiscal.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornaltribuna.com.br/2025/06/iof-o-vilao-de-um-dia-o-remedio-de-outro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
