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	<title>dia das maes &#8211; Jornal Tribuna</title>
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	<description>O seu portal de notícias e artigos científicos</description>
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		<title>A melhor mãe do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luana Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 May 2021 19:23:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[cronica]]></category>
		<category><![CDATA[dia das maes]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;- É a minha!&#8221; Então, você aí, discorda e me diz: &#8220;- Nada disso! A melhor mãe do mundo é a minha!&#8221; – e, claro, seu irmão concorda com você. Até que aparece um juiz, todo pomposo, com aquela peruca branca, pronto para dar o veredito e encerrar a nossa discussão. Nisso, ele diz em [&#8230;]]]></description>
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<p>&#8220;- É a minha!&#8221;</p>



<p>Então, você aí, discorda e me diz:</p>



<p>&#8220;- Nada disso! A melhor mãe do mundo é a minha!&#8221; – e, claro, seu irmão concorda com você.</p>



<p>Até que aparece um juiz, todo pomposo, com aquela peruca branca, pronto para dar o veredito e encerrar a nossa discussão. Nisso, ele diz em alto e bom som que a melhor mãe do mundo é a dele! E bate o martelo no púlpito.</p>



<p>Aí Albert Einstein, surge do nada, e explica esse fenômeno:</p>



<p>&#8220;- Peraê, seu juiz! Acredito que estamos diante de afirmações relativas! Do seu ponto de vista&#8230;&#8221;</p>



<p>E então, Dona Hermínia, interrompendo a fala do cientista, solta o verbo:</p>



<p>&#8220;- Ah, vamo pará! Eu sou mãe e eu sei do que eu tô falando.&#8221; – e bate no peito – &#8220;A melhor mãe do mundo sou EU! Agora, dá licença que eu tenho mais o que fazer!&#8221; – assim, ela deixa o recinto e um <em>bobs </em>para trás.</p>



<p><em>Bobs</em> que Dona Florinda pega para ela, dizendo:</p>



<p>&#8220;- Hum! Perdeu, agora é meu! Quer saber? Também cansei de gritaria, vou é sair de perto dessa gentalha!&#8221;</p>



<p>Nesse mesmo instante, Dona Lurdes, sentada lá no cantinho, esboça um leve sorriso, toda boba com a rosa vermelha que seu filho Domênico lhe dera. Alheia à confusão, solta apenas um longo suspiro, cheio de afeto e satisfação&#8230; Segundos antes de levar aquele susto e quase morrer do coração quando Rochelle manda um grito tão alto que chega até o Brooklyn:</p>



<p>&#8220;- Ô CHRIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIS! VOCÊ TÁ FERRADO, GAROTO!&#8221;</p>



<p>Diante dessa bagunça, tudo o que Dona Nenê consegue fazer é pedir calma. Toda preocupada, ela só queria resolver a situação da forma mais justa possível.</p>



<p>Já cansada com tudo aquilo, a Dona Maria do Carmo, manda o papo reto pras amigas ao lado:</p>



<p>&#8220;- Eu vou-me embora, visse. Eu tô é varada de fome!!!&#8221;</p>



<p>Em seguida ela se levanta e some de vista. Quem aparece no seu lugar é (por mais incrível que pareça) Marge Simpson, aquela, meio amarelada, de cabelo cônico, alto e azul. Ela me encara e começa a sussurar, repetindo esta frase:</p>



<p>&#8220;- Já é quase 8 horas&#8230;! Já é quase 8 horas&#8230;!&#8221;</p>



<p>&#8211; Não vai levantar, não?! Já é quase 8 horas! – era a voz da minha mãe, me acordando no susto.</p>



<p>Devagar eu voltava para a realidade e entendia que aquilo foi um sonho. Como prefiro deixar as coisas resolvidas, fui logo botar um ponto final naquela maluquice que não chegava ao fim. Levantei-me e, numa espécie de prolongamento daquele sonho – que ainda se misturava um pouco com a realidade – falei o que é raro eu dizer&#8230; Olhei pra minha mãe e disse, em meio a um sorriso calmo:</p>



<p>&#8211; Bom dia pra melhor mãe do mundo!</p>



<p>Ela estranhou um pouco, mas sorriu de volta e também me desejou um bom dia.</p>
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