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	<title>#criatividade &#8211; Jornal Tribuna</title>
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	<description>O seu portal de notícias e artigos científicos</description>
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		<title>Disciplina e Arte, as Principais Armas Para a Criatividade e Inovação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Professor JULIO]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jan 2023 11:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Que as Organizações Devem se Transformar em Fábricas de Ideias? O Que Fazer Para Aflorar a Criatividade Nas Pessoas? ]]></description>
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<p class="has-text-align-center"><strong>Por Que as Organizações Devem se Transformar em Fábricas de Ideias? O Que Fazer Para Aflorar a Criatividade Nas Pessoas?</strong></p>


<div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2023/01/criativo.jpg" alt="" class="wp-image-55282" width="412" height="262" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Desde a infância, passando pela adolescência e pela juventude somos treinados para deixar de lado nossa criatividade e intuição, enquadrando nossa vida numa visão rotineira e convencional das coisas.</p>



<p class="has-text-align-center">Mas, sob o ponto de vista de alguns escritores e cientistas para sermos criativos é necessário “<em>desaprender</em>” grande parte do condicionamento imposto sobre nós desde nosso nascimento.</p>



<p class="has-text-align-center">Certa vez, o irreverente escritor americano Mark Twain afirmou que jamais permitiu que a escola interferisse nos seus estudos e, logo depois disso, o não menos famoso escritor inglês Bernard Shaw disse que teve que “interromper sua educação para ingressar na faculdade”. &nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Na verdade, o que ambos estavam denunciando – com certo bom humor – era a uniformização mecânica do raciocínio e do conhecimento, o que reduzia drasticamente o espaço aberto à criatividade e a intuição nas escolas e nas organizações.</p>



<p class="has-text-align-center">Com menos humor e de maneira mais crítica um dos pensadores mais criativos da humanidade – Albert Einstein – certa vez disse que “a humilhação e a opressão mental impostas por professores pretensiosos causa danos irreparáveis na mente dos jovens, de tal forma que acabam exercendo influências maléficas na vida futura”.</p>



<p class="has-text-align-center">Para ele a pior coisa para uma escola era usar os métodos do medo, da força e da autoridade artificial, pois isso destruiria os saudáveis sentimentos de sinceridade e autoconfiança e produziria indivíduos submissos.</p>



<p class="has-text-align-center">Algo semelhante a isso pode ser dito no âmbito empresarial, pois chefes despreparados não percebem que a atual prioridade das organizações criativas é a de se transformarem em “fábricas de ideias”. John Kao – em entrevista à Revista HSM Management – afirma que as organizações vencedoras são aquelas que estimulam a criatividade nos seus funcionários, clientes e até nos seus fornecedores.</p>



<p class="has-text-align-center">Sob seu ponto de vista, existem três formas de aflorar a criatividade nas pessoas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Encontrar novos interesses.</li>



<li>Ter as expectativas certas</li>



<li>Fazer de seu local de trabalho um ambiente propício à criatividade.</li>
</ul>



<p></p>



<p></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="267" height="189" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Criatividade-1.jpg" alt="" class="wp-image-55283" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Criatividade-1.jpg 267w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Criatividade-1-100x70.jpg 100w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Criatividade-1-265x189.jpg 265w" sizes="(max-width: 267px) 100vw, 267px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Outros teóricos do comportamento humano denominam esse local de trabalho como o ambiente de “<em>liberdade responsável</em>”, o qual estimularia os sentimentos positivos e a própria criação do novo.</p>



<p class="has-text-align-center">Para esses estudiosos existem quatro (4) elementos que garantem boa produtividade individual aos funcionários de uma organização: (<strong>a</strong>) adotar metas bem definidas; (<strong>b</strong>) promover uma prestação de contas periódicas; (<strong>c</strong>) manter transparência de procedimentos; (<strong>d</strong>) proporcionar liberdade de ação aos colaboradores.</p>



<p class="has-text-align-center">Um ambiente repressivo acentua sentimentos egoístas que devem ser reprimidos pela liderança, a fim de se manter certa ordem externa. Esses estudiosos acreditam que a criatividade esteja relacionada a certa capacidade de brincar com a vida.</p>



<p class="has-text-align-center">Ou seja, ter a satisfação de experimentar, olhando as coisas sempre pela primeira vez e não como mero prolongamento do passado. A criatividade depende do que fazemos com nossa liberdade de agir e, além disso, ela também está relacionada com a intuição.</p>



<p class="has-text-align-center">Essas duas (2) funções pertencem a cada um de nós, mas só surgem quando nos libertamos das preocupações com nós mesmos e acabamos rompendo os muros da memória, da visão do passado e da busca de segurança.</p>



<p></p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Usando a Criatividade Para Resolver Problemas</u></strong>:</p>



<p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Coloque ao seu alcance papel e caneta. Identifique um problema concreto e relaxe. Ponha as mãos nos joelhos e mantenha sua coluna ereta, com as pernas formando ângulos retos e as pontas dos pés apontando para frente. Respire calma e profundamente, enquanto se concentra no relaxamento dos músculos dos pés, das pernas, das mãos, dos braços, dos ombros, do rosto e, depois de três minutos, examine serenamente a questão.</li>



<li>Visualize o problema. Sua atitude diante dele é decisiva. Parta do ponto de vista de que o problema existe para ajudar a vida a ensiná-lo algo e que, evitar a questão, é fugir da oportunidade de aprender a viver e a trabalhar corretamente. Examine o problema, identificando em você o que o causou ou o que dificulta sua solução. É aí que está a alternativa.</li>



<li>Ponha no papel uma lista dos possíveis problemas e não se censure, pois soluções aparentemente absurdas são bem-vindas. Liberte sua imaginação, expressando seus sentimentos até em propostas exageradas e inviáveis. Tenha a certeza de que a lista seja bem ampla.</li>



<li>Examine as propostas transformando-as, adaptando-as ou eliminando-as. Selecione as melhores ideias e trace estratégias decidindo o que fazer de prático amanhã, na próxima semana ou no mês que vem. Ponha em prática o que você decidiu e, depois de terminado o período da experiência prática, avalie os resultados e revise as estratégias atualizando-as. Garanta que sua linha de ação será firme, ética e que não fará mal a ninguém. Lembrando-se que o seu bem pessoal está em fazer o bem aos outros.</li>
</ul>



<p></p>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://www.facebook.com/profigestao" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">https://www.facebook.com/profigestao</a></p>
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		<title>Criatividade e Inovação Das Pessoas e Das Empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Professor JULIO]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2022 13:32:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[#criatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[Como Transformar a Criatividade em Inovação? Por Que Somos Muito Criativos e Pouco Inovadores? Em Time Que Está Ganhando se Mexe? ]]></description>
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<p class="has-text-align-center"><strong>Como Transformar a Criatividade em Inovação? Por Que Somos Muito Criativos e Pouco Inovadores? Em Time Que Está Ganhando se Mexe?</strong></p>


<div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2022/10/criativo.jpg" alt="" class="wp-image-47255" width="421" height="268" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Estudiosos do assunto vêm afirmando que o povo brasileiro é reconhecido no mundo inteiro pela sua enorme criatividade, mas apesar disso ainda não conseguiu resolver até hoje seus problemas sociais básicos como o analfabetismo, por exemplo.</p>



<p class="has-text-align-center">No entanto, outros povos menos criativos são bem-sucedidos financeiramente e esses analistas acreditam que isso talvez seja fruto da sua inovação.</p>



<p class="has-text-align-center">No âmbito organizacional o problema ocorre em função da crença de muitos empresários de que &#8220;em time que está ganhando não se mexe&#8221;. Ou seja, quando suas empresas estão indo bem eles se acomodam e não procuram inovar ou melhorar. </p>



<p></p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>A Criatividade e a Inovação das Pessoas</u></strong></p>



<p></p>



<p class="has-text-align-center">Muitos brasileiros têm ótimas ideias, de projetos inéditos que foram criados somente na sua própria mente. Eles não implementaram suas ideias criativas e não as transformaram em inovações.</p>



<p class="has-text-align-center">Muitos até acreditam que suas ideias foram &#8220;roubadas&#8221; por outras pessoas, esquecendo-se de que as boas ideias não são patrimônio de ninguém – elas são patrimônio da humanidade.</p>



<p class="has-text-align-center">Em resumo pode-se afirmar que nós brasileiros temos realmente muitas ideias originais (criatividade), porém não as transformamos em inovações. Ou seja, não geramos valor a partir dessa criatividade. Só criatividade não resolve nada.</p>



<p class="has-text-align-center">Para ser criativo basta ter alguma necessidade básica, mas para ser inovador é necessário conhecimento, espírito empreendedor, disciplina e principalmente muita educação.</p>



<p class="has-text-align-center">O Conhecimento é necessário para transformar as boas ideias em algo tangível, palpável como um protótipo ou um projeto. O Espírito Empreendedor para acreditar nas ideias, assumir a responsabilidade sobre elas, motivando a equipe e sabendo &#8220;vender&#8221; a inovação.</p>



<p class="has-text-align-center">Disciplina é o elemento essencial para que as pessoas se dediquem aos detalhes e sejam rápidas nas suas decisões, pois nesse exato momento alguém também pode ter tidos as mesmas ideias. Educação para ter coragem de desafiar a lógica, perder o medo de errar e agregar valor à sua empresa com melhorias e inovações.</p>



<p></p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>A Criatividade e a Inovação das Empresas</u></strong></p>



<p></p>



<p class="has-text-align-center">No cenário corporativo muitos empresários acreditam que, quando suas empresas vão bem, não é hora de mudar porque elas estão &#8220;enxutas&#8221;, as vendas estão em alta, sua tecnologia está atualizada, os clientes satisfeitos e fiéis.</p>



<p class="has-text-align-center">E, quando perguntados o que estão fazendo nesse momento, eles respondem que estão &#8220;mantendo o ritmo e corrigindo pequenos desvios diários, pois em time que está ganhando não se mexe&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Eis aí o perigo potencial, pois conforme consultores empresariais é exatamente nessa hora que as organizações deveriam pensar em melhorar e inovar.</p>



<p class="has-text-align-center">Para eles é na curva ascendente que se deve propor a inovação, pois esse seria o momento mais confortável para a organização mudar sua história ou seus produtos.</p>



<p class="has-text-align-center">Na verdade, esses especialistas aconselham a empresa não esperar a curva se estabilizar para melhorar, porque nessas horas os custos são maiores justo quando o lucro está estável. Os consultores afirmam ser um &#8220;erro fatal&#8221; a empresa só propor o &#8220;repensar&#8221; quando já está na descendente, quando os investimentos estão escassos.</p>



<p class="has-text-align-center">Pois na maioria das vezes já é tarde para reagir e recomeçar. Para esses estudiosos, na descida, a empresa muda o foco do cliente para si mesma – métodos e processos – e perde o contato com quem mais pode ajudar; ou seja, o cliente.</p>



<p class="has-text-align-center">Se a empresa vai bem, ultrapasse a barreira do foco no cliente, concentrando-se na aprendizagem e no conhecimento para dar um novo salto. A curva de ganhos terá uma ligeira queda, mas logo será compensada porque a ascendente – após a inovação que dá certo – será mais acentuada ainda.</p>



<p></p>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://www.facebook.com/profigestao" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">https://www.facebook.com/profigestao</a></p>
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