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	<title>argentina &#8211; Jornal Tribuna</title>
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		<title>Vitória de Milei nas eleições legislativas na Argentina abre caminho para reformas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grayce Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 17:20:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
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					<description><![CDATA[Charles Mendlowicz, o Economista Sincero, analisa o impacto do triunfo do partido La Libertad Avanza, as perspectivas para a economia argentina e reflexos na América Latina.]]></description>
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<p>O presidente da Argentina, Javier Milei, e seu partido, La Libertad Avanza (LLA), conquistaram uma vitória importante nas eleições legislativas realizadas neste último domingo, dia 26 de outubro. O LLA obteve quase 41% dos votos para a Câmara dos Deputados, consolidando seu poder no Congresso. Segundo a análise do economista <a href="https://www.instagram.com/charles.wicz" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Charles Mendlowicz</a>, sócio da consultoria Ticker Wealth e voz à frente do perfil Economista Sincero nas redes sociais, este resultado, tido como inesperado, representa um momento de &#8220;vida&#8221; para o presidente e seu plano de governo.</p>



<p>A vitória do LLA, que também ampliou sua bancada no Senado, é vista por Mendlowicz como extremamente importante para a política econômica de Milei. “O resultado confere ao presidente a capacidade de avançar com sua agenda liberal, uma vez que deve ampliar significativamente sua bancada na Câmara e no Senado. Isso fortalece Milei para aprovar reformas econômicas e privatizações que dependem de maioria simples e quórum ampliado&#8221;, avalia.</p>



<p><strong>Reformas liberais e impacto econômico</strong></p>



<p>Antes da eleição, havia uma forte pressão sobre Milei, incluindo uma derrota na eleição de setembro na província de Buenos Aires, críticas, acusações de corrupção e queda na popularidade. As pesquisas indicavam uma derrota nas legislativas, classificando o presidente como &#8220;carta fora do baralho&#8221; para uma reeleição. Charles Mendlowicz explica que as eleições eram tidas como de &#8220;vida ou morte&#8221; para Milei.</p>



<p>“Com a vitória, a principal mudança reside na capacidade de Milei de governar e implementar suas medidas. Sem esse quórum, ele não conseguiria aprovar as reformas, nenhuma privatização, o que dificultaria colocar em prática o seu plano para tentar uma reeleição. Agora tudo mudou&#8221;, analisa o Economista Sincero.</p>



<p>A eleição, que teve a menor participação eleitoral para uma eleição nacional desde 1983, marca um golpe no peronismo, que ficou em segundo lugar com 24,5% dos votos para a Câmara. Segundo Charles, o reflexo dessa consolidação de poder foi imediato no mercado, com reação dos mercados futuros, e movimentos como queda do dólar e subida da bolsa na Argentina.</p>



<p><strong>Reflexos na América Latina e avanço do mercado cripto</strong></p>



<p>A consolidação de Milei no poder, com sua agenda anti-Estado e pró-mercado, é vista por Mendlowicz como um alento para o futuro da liberdade financeira na região. O economista espera que esse movimento &#8220;se consolide de novo como uma força importante na América Latina&#8221;, para que a região possa superar a dependência estatal e o que ele considera ser uma fase ruim de intervencionismo econômico.</p>



<p>Charles Mendlowicz pontua que &nbsp;vê o Bitcoin e as&nbsp;<em>stablecoins</em>&nbsp;não apenas como ativos de investimento, mas também como ferramentas de liberdade individual capazes de ajudar a população a fugir da inflação.</p>



<p><strong>“</strong>Em um país como a Argentina, onde a moeda fiduciária perde valor a um ritmo acelerado, a descentralização oferecida pelas criptomoedas permitiu aos cidadãos protegerem seu patrimônio e realizar transações, inclusive pagamentos de impostos em algumas províncias, contornando a instabilidade do peso. Isso mostra a relevância do mercado de criptoativos como um refúgio diante da crise econômica e da inflação”, conclui o Economista Sincero.</p>



<p></p>
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		<title>Um Ano de Milei: Os Sinais de Melhora da Economia Argentina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo Chagas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2024 23:12:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[argentina]]></category>
		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[javiermilei]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardochagas]]></category>
		<category><![CDATA[liberalismo]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[milei]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Há um ano, Javier Milei foi eleito presidente da Argentina com 15 milhões de votos, a maior votação já registrada no país. Com uma agenda de livre mercado, Milei derrotou Sergio Massa ao prometer desmantelar o aparato estatal inflado e implementar reformas para reverter décadas de estagnação econômica e colapso institucional. Hoje, embora a pobreza [&#8230;]]]></description>
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<p>Há um ano, Javier Milei foi eleito presidente da Argentina com 15 milhões de votos, a maior votação já registrada no país. Com uma agenda de livre mercado, Milei derrotou Sergio Massa ao prometer desmantelar o aparato estatal inflado e implementar reformas para reverter décadas de estagnação econômica e colapso institucional.</p>



<p>Hoje, embora a pobreza ainda atinja níveis críticos, culpar as políticas do atual governo ignora o legado de desastres econômicos acumulados por sucessivas administrações. As medidas iniciais de Milei, como a abertura do mercado cambial e a redução de subsídios deficitários, começam a mostrar resultados. Embora longe de uma recuperação total, os indicadores apontam para uma economia que, pela primeira vez em anos, ensaia uma estabilização concreta.</p>



<p>Um dos sinais mais concretos dessa mudança é a desaceleração da inflação. Em outubro, a taxa mensal caiu ao menor nível em quase três anos. Embora a inflação anual ainda esteja em 193%, um número alarmante, a consolidação de uma tendência de queda é inegável. Esse avanço é resultado direto de uma política monetária mais rigorosa e de um compromisso firme com a disciplina fiscal, indicando que o governo começou a atacar de forma efetiva um dos maiores entraves históricos ao crescimento econômico argentino.&nbsp; Como demonstra o gráfico abaixo, a inflação atingiu um pico histórico antes de iniciar sua trajetória de desaceleração, evidenciando o impacto das medidas recentes para conter a crise.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="660" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/111-1024x660.png" alt="" class="wp-image-128225" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/111-1024x660.png 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/111-300x193.png 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/111-768x495.png 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/111-696x448.png 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/111-1068x688.png 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/111.png 1158w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>



<p>O câmbio paralelo, conhecido como &#8220;dólar blue&#8221;, também começou a mostrar sinais de estabilização. A chamada &#8220;brecha cambiaria&#8221; — a diferença entre o câmbio oficial e o paralelo — atingiu seu menor nível em anos, indicando um início de convergência, como pode ser observado no gráfico abaixo, que ilustra essa redução gradual. Simultaneamente, o governo tem adotado uma estratégia de desvalorização controlada do câmbio oficial, limitada a 2% ao mês, com o objetivo de preparar a economia para a unificação cambial. Se o &#8220;cepo cambiario&#8221; for de fato eliminado nos próximos meses, o peso argentino poderá alcançar um novo patamar de equilíbrio, encerrando a fragmentação cambial que há anos compromete a competitividade e a transparência econômica do país.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="536" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/2222-1024x536.png" alt="" class="wp-image-128226" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/2222-1024x536.png 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/2222-300x157.png 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/2222-768x402.png 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/2222-696x364.png 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/2222-1068x559.png 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/2222.png 1359w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>



<p>Outro destaque do governo Milei é o avanço no equilíbrio fiscal. Pela primeira vez em anos, a Argentina registrou um superávit fiscal por dez meses consecutivos, mesmo ao incluir os custos com os juros da dívida pública. Esse resultado reflete uma política de controle rigoroso das despesas, indispensável para frear a emissão excessiva de pesos, principal combustível da inflação crônica. A austeridade fiscal representa um compromisso decisivo com a estabilidade econômica, alimentando a esperança de que o país possa, enfim, superar o ciclo devastador da hiperinflação. Essa transformação é claramente visível nos dados mais recentes, que mostram a reversão de anos de déficits contínuos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="608" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/33333-1024x608.png" alt="" class="wp-image-128227" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/33333-1024x608.png 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/33333-300x178.png 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/33333-768x456.png 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/33333-696x413.png 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/33333-1068x634.png 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/33333.png 1099w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>



<p>Os impactos das reformas internas já começam a se refletir no cenário externo. O risco-país, indicador que mede a confiança dos investidores internacionais, caiu para o menor nível desde a posse de Milei. Em 2024, a Argentina se destacou na América Latina, liderando a redução desse índice com uma impressionante queda de mais de 50%. Essa melhora sinaliza um crescente otimismo do mercado em relação à capacidade do governo de corrigir os desequilíbrios econômicos e criar um ambiente mais favorável para investimentos estrangeiros.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/44444-1024x682.jpg" alt="" class="wp-image-128228" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/44444-1024x682.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/44444-300x200.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/44444-768x512.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/44444-1536x1023.jpg 1536w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/44444-696x464.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/44444-1068x712.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/11/44444.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O governo avançou em medidas para desmantelar o protecionismo que por décadas estrangulou o mercado argentino. Entre as ações, se destaca o aumento do limite de importações para US$ 3 mil e a isenção de tributos para produtos de uso pessoal de até US$ 400. Essas mudanças ampliam o acesso da população a bens de consumo e fomentam a concorrência interna, resultando em maior eficiência e preços mais competitivos.</p>



<p>É inegável que o nível de pobreza na Argentina permanece alarmante, exigindo respostas urgentes. No entanto, atribuir essa situação às políticas atuais ignora décadas de populismo econômico que devastaram a estrutura da economia. Medidas como controle artificial de preços, manipulação cambial e gastos públicos insustentáveis empurraram o país para um ciclo de crises recorrentes. As reformas promovidas por Milei, embora dolorosas, representam o único caminho viável para reverter esse cenário e reconstruir um país economicamente quebrado.</p>



<p>Os dados confirmam uma melhora nos principais indicadores econômicos: a inflação segue em queda, o câmbio demonstra sinais de estabilização, o superávit fiscal alcançou níveis inéditos, e o risco-país continua a recuar. Para consolidar esse progresso, Javier Milei deve se manter firme na aplicação das reformas necessárias, mesmo diante de sua possível impopularidade no curto prazo.</p>



<p>A Argentina tem o potencial de superar a pobreza e, talvez, reconquistar o protagonismo econômico que um dia foi seu. Após anos de declínio, com uma moeda desmoralizada no cenário internacional, o país se encontra em um ponto de virada. Cabe a Javier Milei resistir às pressões de um populismo profundamente enraizado e perseverar nas reformas que podem, enfim, colocar a Argentina de volta nos trilhos do crescimento e da estabilidade.</p>



<p><em><strong>Leonardo Chagas</strong> é formado em relações internacionais pela UFRGS e consultor de investimentos CVM, especializado em gestão de patrimônio no Brasil e no exterior. É membro do Conselho do Instituto Atlantos e do Conselho Gestor da Rede Liberdade.</em></p>



<p></p>
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