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	<title>#aprendizagem &#8211; Jornal Tribuna</title>
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	<description>O seu portal de notícias e artigos científicos</description>
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		<title>Hematoma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wenilson Salasar de Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 14:06:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Prosa poética]]></category>
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		<category><![CDATA[crônica]]></category>
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		<category><![CDATA[literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[Após uma competição esportiva intensa, um hematoma no joelho revela-se mais do que uma lesão física: desencadeia dores, automedicação, colapso do corpo e uma reflexão profunda sobre limites, aprendizagem e existência. Entre inflamações, efeitos colaterais e ironia, o texto transforma a experiência da dor em metáfora do viver — quando o corpo ensina antes que a consciência esteja pronta para aprender.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
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<p class="dropcapp4">Aconteceu em 2024. No começo de março, estive fora de casa por cinco dias para um campeonato de voleibol. A viagem de jogos foi exaustiva. Vencemos tudo em duas modalidades: quadra e areia. Voltei com um hematoma enorme no joelho direito, embora só viesse a notá-lo depois. Ao final das competições, nada parecia fora do lugar. De memória, recordo que, na disputa decisiva na areia, encostei uma vez o joelho ao chão, tentando apoiar uma amortecida de bola. Não deu outra: lesão — rasgo, sangramento, latejo. Como diria alguém por aí: &#8220;faz parte&#8221;.</p>



<p>Segui o caminho de volta sem atentar para os efeitos internos do golpe. A dor era leve, quase superficial, como tantas outras já experimentadas em outros jogos. Não me considero negligente, sobretudo quando se trata do meu corpo. O que parecia um arranhão de rotina, próprio da disputa esportiva, revelou-se, com o passar dos dias, um hematoma extenso e profundo, a ponto de comprometer a articulação do joelho e impedir-me de andar.</p>



<p>Inchou. Ficou roxo, depois preto. Tomou toda a rodela e explodiu em inflamação. Por dois dias, mal consegui mover a perna. Dormir tornou-se um desafio. Houve dores que pareciam alcançar tecidos mais fundos, irradiando pela perna inteira. Metade de mim — a direita — sofreu com intensidade.</p>



<p>Iniciei o que estava ao meu alcance: compressas de gelo, spray de massagem e, logo depois, um anti-inflamatório. Um comprimido vermelho a cada oito horas. O joelho reagiu; o estômago, não. Vieram os efeitos colaterais da automedicação: dores abdominais, refluxo, náusea, prisão de ventre. De repente, já não era apenas o joelho. Eu estava de cama.</p>



<p>As noites pioraram. O corpo parecia em colapso, como se expulsasse dor e doença por todos os poros. Somei ao tratamento um xarope caseiro, desses que prometem resolver qualquer mal, especialmente os do estômago. Por três dias, nenhuma melhora. Ao contrário: a sensação de adoecer se generalizou.</p>



<p>Foi um chá de gengibre que alterou o curso das coisas. Algumas horas após a primeira xícara, o organismo começou a se regular. Aos poucos, estômago e joelho responderam. Conheço o poder do gengibre sobre o estômago; não sei dizer o quanto influenciou o joelho. Agora, separados, cada um seguia sua missão — paciência e perseverança, com pitadas de resiliência. Estou rindo. É irônico demais.</p>



<p>O vai-e-vem dos sintomas me deixou em dúvida. O que eu tinha, afinal? Úlcera? A inteligência artificial sugeriu que sim. Também apontou estresse e raiva, hipótese que me pareceu mais plausível, já que sou um poço de indignação diante das coisas e dos acontecimentos à minha volta.</p>



<p>Mas o que eu aprendi? Não: não disse que aprendi. Disse que o estômago e o joelho passaram a me ensinar. A aprendizagem, assim como o ensino, é uma escolha.</p>



<p>O estômago, instável, insistia em lições teóricas. O joelho, ao contrário, organizou oficinas. Na prática, escolhi aprender sobre o hematoma.</p>



<p>Metáfora existencial que é a carne se deteriorando enquanto o corpo ainda vive, o hematoma, visto de fora, é a minha cara. Visto por dentro, é o meu coração.</p>
</div>
</div>
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</div></div>
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		<title>A Cultura Organizacional e o Papel dos Líderes no Processo de Aprendizado</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2024/09/a-cultura-organizacional-e-o-papel-dos-lideres-no-processo-de-aprendizado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Professor JULIO]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2024 11:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[#aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[#culturaorganizacional]]></category>
		<category><![CDATA[#professorjulio]]></category>
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					<description><![CDATA[Como os Funcionários Reagem Aos Processos de Aprendizagem Organizacional? É Possível Obrigar Pessoas a Aprender? As Organizações Podem Impor o Aprendizado?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><strong>Como os Funcionários Reagem Aos Processos de Aprendizagem Organizacional? É Possível Obrigar Pessoas a Aprender? As Organizações Podem Impor o Aprendizado?</strong></p>


<div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="308" height="164" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Aprendendo.jpg" alt="" class="wp-image-126970" style="width:430px;height:auto" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Aprendendo.jpg 308w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Aprendendo-300x160.jpg 300w" sizes="(max-width: 308px) 100vw, 308px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Nas empresas, uma das maiores dificuldades para a mudança está diretamente ligada á necessidade de aprender o novo e desaprender o que existe, apontando para possibilidades aplicadas a modelos mentais fortes que dificultam o gerenciamento da cultura organizacional.</p>



<p class="has-text-align-center">Para ARGYRIS (<a></a><a href="#_ftn1"><strong>[1]</strong></a>), os “modelos mentais” explicam as formas como os indivíduos interpretam os fatos à sua volta através do processo de aprendizagem e adaptação, no decorrer de sua vida.</p>



<p class="has-text-align-center">Para o autor, esses modelos orientam o comportamento do indivíduo em seu trabalho, facilitando-o ou dificultando-o, visto que as pessoas são “programadas” para se comportar conforme quatro (4) variáveis de valores:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Alcançar o objetivo conforme a percepção que dele tenha o indivíduo – o que o afasta dos objetivos grupais.</li>



<li>Ganhar e não perder – o que conduz à dominância e à competição destrutiva.</li>



<li>Eliminar a expressão de sentimentos negativos – o que protege o indivíduo da crítica de outros.</li>



<li>Ser racional e minimizar a emoção – o que torna o indivíduo artificial.</li>
</ul>



<p class="has-text-align-center">O propósito dos valores acima citados tem o objetivo de minimizar os impactos da incompetência e ameaças, o que demonstra – no entender de ARGYRIS – que a maioria dos indivíduos é profundamente defensivo no seu comportamento ligado à aprendizagem. Algumas empresas se utilizam da autoridade hierárquica para acelerar o processo de aprendizagem.</p>



<p class="has-text-align-center">Porém, a autoridade gera apenas obediência e não favorece o compromisso, o qual é fundamental quando se deseja uma mudança dos valores e crenças na construção de uma organização voltada ao aprendizado.</p>



<p class="has-text-align-center">Por outro lado, SENGE (<a href="#_ftn2">[2]</a>) acredita que ninguém possa obrigar uma pessoa a aprender, pois o aprendizado envolve mudanças profundas nas crenças e nas atitudes, além de novas e fundamentais maneiras de pensar e de agir.</p>


<div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="640" height="360" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Mulheres-Aprendendo.jpg" alt="" class="wp-image-126971" style="width:396px;height:auto" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Mulheres-Aprendendo.jpg 640w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Mulheres-Aprendendo-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Assim, podemos inferir que a geração do conhecimento depende da interação entre as pessoas, pois estas são capazes de gerar novos conhecimentos desde que tenham estímulos e percepção para compartilhar informações, <em>insights</em> e ideias.</p>



<p class="has-text-align-center">Diante disso, a organização não pode impor o comprometimento das pessoas, visto que existe uma dependência considerável denominada “liberdade de escolha”, a qual é uma opção extremamente pessoal.</p>



<p class="has-text-align-center">E, caso a empresa imponha a participação dos seus indivíduos, ela obterá no máximo uma aceitação oriunda da obediência às normas.</p>



<p class="has-text-align-center">Sendo assim, pode-se dizer que a cultura está diretamente relacionada aos processos de aprendizagem organizacional.</p>



<p class="has-text-align-center">Por outro lado, também podemos afirmar que é bastante difícil modificar coisas que são partes implícitas do comportamento dos indivíduos.</p>



<p class="has-text-align-center">Dessa forma, encontrar respostas quando se tem de saber lidar com os processos de mudanças – e medir o desempenho nas diferentes dimensões nos quadros de evolução necessária das empresas – torna-se imprescindível.</p>



<p class="has-text-align-center">Portanto, na análise das empresas voltadas ao aprendizado, SENGE identificou a existência de três (3) tipos de líderes em uma cultura de aprendizagem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Os líderes de linha local – que podem testar se as mudanças melhoram o aprendizado.</li>



<li>Os líderes executivos – que desenvolvem infraestrutura de aprendizado e guiam pelo exemplo no processo gradual de evolução das normas de comportamento de uma cultura voltada para o aprendizado.</li>
</ul>



<p class="has-text-align-center">Os líderes semeadores da nova cultura – que têm trânsito livre por toda a comunidade, arregimentando pessoas predispostas a atuar nos processos de mudança e, consequentemente, ser proativo na difusão da nova linha de aprendizagem.</p>



<p></p>



<p class="has-text-align-center">______________________________________________________</p>



<p></p>



<p class="has-text-align-center"><a id="_ftn1"></a><strong>([1]) ARGYRIS, Chris. “Personalidade e Organização: o Conflito Entre o Sistema e o Indivíduo”&gt; Rio de Janeiro: Renes, 1975.</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><a id="_ftn2"></a><strong>([2]) SENGE, Peter M. “A Quinta Disciplina: Arte e Prática da Organização Que Aprende”. São Paulo: Best Seller, 1990.</strong></p>
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		<item>
		<title>Gerente: Conheça o Processo de Aprendizagem de Seus Colaboradores</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2023/01/gerente-conheca-o-processo-de-aprendizagem-de-seus-colaboradores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Professor JULIO]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2023 12:23:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[#aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[#gerente]]></category>
		<category><![CDATA[#professorjulio]]></category>
		<category><![CDATA[#profigestao]]></category>
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					<description><![CDATA[Como se Processa o Aprendizado? Podemos Adquirir Conhecimentos Sem Estudá-los? Quais São os Tipos de Aprendizado? ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><strong>Como se Processa o Aprendizado? Podemos Adquirir Conhecimentos Sem Estudá-los? Quais São os Tipos de Aprendizado?</strong></p>


<div class="wp-block-image is-style-rounded">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="640" height="360" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Mulheres-Aprendendo.jpg" alt="" class="wp-image-57834" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Mulheres-Aprendendo.jpg 640w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Mulheres-Aprendendo-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Estudiosos do assunto vêm afirmando que a aprendizagem pode ser conceituada de várias maneiras, mas para nosso propósito consideraremos apenas três definições: (A) &#8220;é o conhecimento adquirido através de estudo sistemático&#8221;; (B) &#8220;é o ato ou processo de adquirir conhecimento ou habilidade&#8221;; e (C) &#8220;é a modificação de comportamento através da interação com o meio ambiente&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Daí podemos imaginar que no processo de aprendizagem estão implícitas duas categorias: &#8211; os &#8220;conhecimentos&#8221; e &#8220;habilidades&#8221; dos seres humanos, os quais podem ser adquiridos empiricamente ou através da sua própria experiência de vida.</p>



<p class="has-text-align-center">Mas, outros pesquisadores afirmam que a &#8220;aprendizagem é o ato ou o processo de &#8220;adquirir&#8221; e, para tal, o aprendiz deveria se expor a esse processo. Assim, pode-se concluir que a aprendizagem é um processo ativo que significa adquirir conhecimentos e habilidades, sendo muito mais do que apenas ficar exposto a algo.</p>



<p class="has-text-align-center">Aprendizagem implica mudança para melhor – modificação de comportamento, aquisição de conhecimentos, habilidades. É portanto, um processo ativo efetuado por meio do próprio esforço do treinando. Isso nos permite afirmar que &#8220;aprendizagem é o processo de adquirir conhecimentos, habilidades e atitudes&#8221;.</p>



<p></p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Tipos de Aprendizagem</u></strong></p>



<p></p>



<p class="has-text-align-center">Pode-se dizer que existem 3 (três) tipos de aprendizagem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A aquisição de conhecimentos: onde o treinando adquire ideias, princípios, conceitos ou fatos;</li>



<li>A aquisição de habilidades (ou experiência): pode significar a obtenção de habilidades físicas ou mentais como hábitos específicos ou maneiras de fazer as coisas – por exemplo.</li>



<li>A aquisição de atitudes: onde o treinando adquire novos interesses, novas ideias e avaliações.</li>
</ul>



<p class="has-text-align-center">É evidente que os três tipos estão relacionados e aparecem mesmo quando o treinamento tem por objetivo apenas 1 (um) tipo de aprendizagem. Por exemplo, o instrutor está treinando um representante de vendas visando melhorar suas habilidades na abordagem ao cliente.</p>



<p class="has-text-align-center">Mas, pelo simples fato de melhorá-lo nesse particular, ocorrerão simultaneamente modificações em seu entendimento, atitudes e conhecimentos.</p>



<p class="has-text-align-center">Diante disso, poderíamos supor que um bem estruturado programa de treinamento para novos representantes, seria tudo o que eles necessitariam para suas carreiras. Entretanto, a eficaz capacitação decorre diretamente de uma programação de treinamento contínua e constante.</p>



<p class="has-text-align-center">A necessidade do treinamento contínuo e constante para um representante de vendas – por exemplo – decorre não apenas da adição de novos produtos à linha de comercialização das empresas ou da inclusão ou modificação de táticas e técnicas de vendas, mas principalmente porque o representante, ao atingir certo nível de sucesso o vendedor tende a relaxar. Embora essa reação seja da natureza humana, sua causa é o que alguns denominam de &#8220;ferrugem mental&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Isso não é característica exclusiva de vendedores, mas de todos aqueles que param no tempo e no espaço, sem se preocuparem com um constante esquema de autodesenvolvimento, única forma de obtenção – e manutenção – de capacitação eficaz.</p>



<p></p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Como a Aprendizagem é Obtida</u></strong></p>



<p></p>



<p class="has-text-align-center">Pesquisadores do comportamento humano afirmam que o aprendizado pode ser obtido através dos 5 (cinco) sentidos – visão, audição, paladar, olfato e tato. É por meio desses sentidos que as impressões que resultam em aprendizagem são registradas na memória.</p>



<p class="has-text-align-center">Portanto, é de extrema importância que o gerente (agindo como Instrutor) apresente todo e qualquer assunto de forma tal que fortes impressões fiquem gravadas na mente dos treinandos, por meio da escolha adequada do método de ensino, em relação aos temas.</p>



<p class="has-text-align-center">Se classificarmos os sentidos em ordem de importância para o alcance e a compreensão de impressões, ideias e temas teremos os seguintes percentuais, em função da assimilação de um assunto:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Visão – 75 %</li>



<li>Audição – 13 %</li>



<li>Tato – 6 %</li>



<li>Olfato – 6 %</li>



<li>Paladar – 6 %</li>
</ul>



<p class="has-text-align-center">Isso significa que a visão e a audição respondem por 88 % da assimilação dos assuntos apresentados, donde se percebe a importância da utilização de recursos audiovisuais adequados para a obtenção de melhores resultados.</p>



<p class="has-text-align-center">Embora os 2 (dois) últimos sentidos sejam geralmente de menor importância na transmissão de impressões relevantes na aprendizagem, podem ser muito necessários em algumas áreas. Por exemplo, um bombeiro pode usar o sentido do olfato para localizar o fogo e um provador de café terá utilização imprescindível do seu paladar.</p>



<p class="has-text-align-center">Portanto, no planejamento de qualquer atividade de treinamento, o Gerente (agindo como Instrutor) deve ter em mente que os sentidos são os canais pelos quais os treinandos serão estimulados e, através deles, absorverão os temas ministrados e criarão respostas que conduzam à aquisição de novos conhecimentos, habilidades ou atitudes. Além disso, quanto maior o número de sentidos envolvidos, tanto maior será a assimilação da aprendizagem.</p>



<p></p>



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