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	<title>Antártida &#8211; Jornal Tribuna</title>
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	<description>O seu portal de notícias e artigos científicos</description>
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		<title>Antártica: O Ganho e a perda da massa continental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Ruiz Watzeck]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jan 2022 18:44:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Científicos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Antártida]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
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		<category><![CDATA[frio]]></category>
		<category><![CDATA[geografia]]></category>
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					<description><![CDATA[Antártida ou Antártica é o mais meridional e o segundo menor dos continentes (maior apenas que a Austrália), com uma superfície de 14 milhões de quilômetros quadrados. Rodeia o polo Sul, e por esse motivo está quase completamente coberta por enormes geleiras (glaciares), exceção feita a algumas zonas de elevado aclive nas cadeias montanhosas e à extremidade norte da península Antártica. Sua formação se deu pela separação do antigo supercontinente Gondwana há aproximadamente 100 milhões de anos e seu resfriamento aconteceu nos últimos 35 milhões de anos. É o continente mais frio, mais seco, com a maior média de altitude e de maior índice de ventos fortes do planeta. A temperatura mais baixa da Terra (-93,2 °C) foi registrada na Antártida, sendo a temperatura média na costa, durante o verão, de -10 °C; no interior do continente, é de -40 °C.[3] Muitos autores o consideram um grande deserto polar, pela baixa taxa de precipitação no interior do continente. A altitude média da Antártida é de aproximadamente 2 000 metros. Ventanias com velocidades de aproximadamente 100 km/h são comuns e podem durar vários dias. Ventos de até 320 km/h já foram registrados na área costeira. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As antigas crônicas de Heródoto (século V A.C.) já falavam da possível existência de uma &#8220;terra desconhecida&#8221; nos confins do hemisfério austral; mas foi preciso esperar até o século XIX para que as primeiras expedições científicas alcançassem as costas geladas da Antártica, o continente mais frio e inóspito do globo. As novas terras descobertas receberam o nome pelo qual são conhecidas (<em>do grego anti, &#8220;contra&#8221;, e arkte, &#8220;ursa</em>&#8220;) por estarem situadas no hemisfério oposto ao da constelação da Ursa Maior. Existe ainda a designação mais recente de Antártida, por analogia com geônimos do tipo Atlântida.</p>



<p>A Antártica tem uma superfície de aproximadamente 14.200.000km2, incluídas as barreiras de gelo e as ilhas próximas, e se situa em torno do polo sul. O continente tem a forma de uma pera arredondada, com dois lados bem diferenciados a partir da linha imaginária que uniria as duas grandes baías simétricas ocupadas pelos mares de Ross e Weddell. O lado oriental é um extenso planalto, situado, na maior parte, a leste do meridiano de Greenwich; o ocidental se compõe de uma série de ilhas unidas pela calota polar que as recobre e termina num prolongamento estreito, a península Antártica, orientada para o extremo meridional da América. O continente é rodeado pelo oceano Glacial Antártico, antigamente conhecido como &#8220;os mares do sul&#8221;, e que na realidade consiste na união dos setores meridionais dos oceanos Atlântico, Índico e Pacífico.</p>



<p>Grande parte dessas águas marinhas se congela, formando em torno do continente uma banquisa&nbsp; circular&nbsp; que,&nbsp; no&nbsp; inverno,&nbsp; chega&nbsp; a&nbsp; alcançar&nbsp; latitudes&nbsp; próximas&nbsp; aos&nbsp; 50º.&nbsp;&nbsp; A América fica a cerca de mil quilômetros da Antártica; a Nova Zelândia, a 2.200 e a África a 3.600. Em geral, é difícil o acesso marítimo ao continente, devido à presença&nbsp; de geleiras flutuantes e banquisas. As principais ilhas pertencentes à Antártica são, ao sul e a sudeste da América, a Alexandre I, a Belgrano (ou Adelaide), a Shetland do Sul, as Órcadas do Sul, as Geórgias do Sul, o arquipélago Sandwich do Sul e a ilha de Berkner, no mar de Weddell; no Atlântico meridional fica a ilha de Bouvet e, ao sul do Índico, estão as do Príncipe Eduardo, Crozet e Kerguelen; por último, ao sul da Austrália, situam-se as ilhas Macquarie, Campbell, Balleny e Roosevelt.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2022/01/2.jpg" alt="" class="wp-image-15173" width="323" height="323" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2022/01/2.jpg 323w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2022/01/2-300x300.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2022/01/2-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 323px) 100vw, 323px" /><figcaption>                        <em>Fonte da Imagem: NASA</em></figcaption></figure></div>



<p>Contra todas as previsões de cientistas, o gelo marinho ao redor da Antártica atingiu um novo recorde de extensão no ano de 2014<strong>. </strong>Todas as previsões sobre o aquecimento global apontavam para o derretimento das calotas polares, dados de satélite mostram&nbsp; que nunca houve um aumento significativo no gelo marinho.</p>



<p>Em 19 de Setembro de 2014, a média de cinco dias de extensão do gelo marinho antártico ultrapassou 20 milhões de quilómetros quadrados, tratando-se&nbsp;&nbsp;&nbsp; de um recorde</p>



<p>histórico, dado que pela primeira vez ultrapassou a medição feita em 1979, quando começou a série de dados confiáveis desta região.</p>



<p>A tendência, no entanto é apenas cerca de um terço da magnitude de gelo marinho perdido no Oceano Ártico. Segundo, <em>Claire Parkinson</em>, pesquisador da <strong>NASA</strong>, o novo recorde de gelo marinho na Antártida reflete a diversidade e a complexidade dos ambientes da Terra.</p>



<p>Desde o final da década de 1970, o Ártico perdeu uma média de 53.900 quilómetros quadrados de gelo por ano. Já a Antártida ganhou uma média de 18.900 quilómetros quadrados. Em 19 de Setembro deste ano, pela primeira vez desde 1979, a extensão de gelo marinho antártico ultrapassou sete milhões e 720 mil quilómetros quadrados, de acordo com dados do <strong><em>Centro de Estudos de Neve e Gelo da NASA</em></strong>.</p>



<p>Segundo&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; o&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; instituto&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; a&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; extensão&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; máxima&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; média&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; de&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; gelo&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; na Antártica entre 1981 e 2010 foi de 7,23 milhões de quilómetros quadrados. A média da cobertura de gelo em cinco dias este ano alcançou um pico máximo em 22 de Setembro, quando chegaram a sete milhões 760 mil quilómetros quadrados. Constituindo um ponto máximo na série histórica de registros.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2022/01/3.jpg" alt="" class="wp-image-15174" width="600" height="338" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2022/01/3.jpg 600w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2022/01/3-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption>                                                        <em>Fonte da Imagem: NASA</em></figcaption></figure></div>



<p>Ao mesmo tempo o gelo no Ártico atingiu um grau mínimo em dez anos. Por que é que há estas tendências que vão a direções opostas? Perguntam-se os pesquisadores do instituto.</p>



<p>Segundo <em>Walt Meier</em>, cientista pesquisador do instituto, esses padrões climáticos fazem com que&nbsp; ar&nbsp; mais&nbsp; gelado&nbsp; concentre-se&nbsp; em&nbsp; algumas&nbsp; áreas&nbsp; típica&nbsp; do&nbsp; local.&nbsp; Já segundo Meier, como nenhuma barreira geográfica de terras limitam a expansão do gelo marinho no Polo Sul<strong>, </strong>o gelo pode expandir-se facilmente ganhando massa continental.</p>



<p>Os pesquisadores estão investigando uma série de outras explicações possíveis para o fenômeno. Uma delas segundo Parkinson poderia ser encontrada na&nbsp; Península Antártica. Essa plataforma de gelo estende-se em direção à América do Sul com temperaturas mais altas do que no resto do continente. Isto provaria o fato de que&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; no mar de Bellingshausen o gelo diminui.</p>



<p>Em contra partida, a região do Mar de Ross tem ocorrido alguns dos maiores aumentos na extensão do gelo Antártico. Isso sugere, segundo os pesquisadores da NASA, que um sistema de baixa pressão centrado no Mar de Amundsen poderia estar intensificando ou mudando os padrões de vento e circulação de ar quente sobre a Península Antártica, ao mesmo tempo em que está direcionando o ar frio do continente antártico sobre o Mar de Ross.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="800" height="438" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2022/01/4.jpg" alt="" class="wp-image-15175" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2022/01/4.jpg 800w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2022/01/4-300x164.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2022/01/4-768x420.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2022/01/4-696x381.jpg 696w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption>                                                                       <em>Fonte da Imagem: NASA</em></figcaption></figure></div>



<p><strong><span style="background-color:#3b0add" class="td_text_highlight_marker">Referências Bibliográficas</span></strong></p>



<p><em>Estação Siple Star Lab (USA)</em></p>



<p><em>Estação Vostok, Perfurações no núcleo de gelo (Rússia)</em></p>



<p><em>National Aeronautics and Space Administration (NASA)</em></p>



<p><em>National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA)</em></p>



<p></p>
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