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	<title>ana &#8211; Jornal Tribuna</title>
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		<title>Intensidade sem promessas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patricia Lopes dos Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Sep 2025 12:14:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
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<p>Em uma tarde de um sábado de um mês qualquer, Ana se viu no meio da sala dançando sua música preferida &#8211; “Innerbloom”. Ela estava radiante! Seus olhos amendoados, reluziam e o motivo era evidente: ela havia reencontrado Castro, sua grande paixão.</p>



<p>O destino tinha cuidado para que aquela linda tarde de uma quase primavera fosse especialmente dedicada àquele reencontro tão inusitado.</p>



<p>Há mais de dois anos sem nenhum contato com ele, Ana havia prometido a si mesma que o esqueceria, apesar de saber que seria muito difícil isso acontecer, considerando a conexão que existia entre os dois.</p>



<p>Ana se perdia por completo quando se tratava de Castro. Só de pensar nele, aquele homem viril, másculo e cheio de marra, era motivo para ela se contorcer de desejo. Seus pensamentos chegavam a beirar a mais pura luxúria e ela divagava nos mais profundos pensamentos que a faziam se sentir uma adolescente no melhor momento de sua vida.</p>



<p>Castro, por sua vez, caprichava em atender aos anseios de Ana. Além de ser tudo o que foi dito antes, ele era um verdadeiro cavalheiro. Abrir a porta do carro e a encontrar com um buquê de rosas vermelhas sempre com um sorriso encantador em seus lindos lábios, eram suas especialidades.</p>



<p>Ele era perfeito! Ah! Como ele era! Mas, claro, tinha um “quê” que fez Ana desistir daquela relação tão intensa há alguns anos.</p>



<p>Castro era extremamente misterioso. Dificilmente era possível conduzir uma conversa com ele, a não ser que fosse um monólogo e Ana se cansou à época de tentar desvendar os segredos dele ou compartilhar seus mais profundos sonhos e objetivos e ter conexão apenas na cama com ele.</p>



<p>Hoje, com uma cuca mais fresca e depois de ter passado por tantos dissabores em relação aos seus casos fortuitos, se permitiu recuar e dar uma nova oportunidade para aquele homem que mexia tanto com ela.</p>



<p>Ao abrir a porta de seu apartamento, se deparou novamente com aquele sorriso marginal e encantador de Castro. Ali mesmo se despiu de suas expectativas e se entregou para aquele homem que era tão desejado por ela.</p>



<p>O hálito quente. A barba áspera contra sua pele. As mãos firmes na cintura. Ana fechou os olhos e implorou em silêncio que o tempo parasse. E parou. O toque de Castro incendiava cada centímetro de seu corpo. O sangue corria veloz, os sentidos em vertigem. A ânsia a dominou. O prazer explodiu como lava ardente, rasgando o silêncio e entregando-a inteira aos braços dele.</p>



<p>Apesar de ter sido o melhor encontro que já tivera com ele, Ana não se delongou ou tentou qualquer tipo de comunicação. O silêncio pairou no ar e, naquele momento, não precisava ser dito absolutamente nada. As palavras não eram necessárias; o diálogo era dispensável; o depois que esperasse.</p>



<p>Ana se permitiu viver o presente, o agora e deu de ombros para o que viesse depois. Para ela, o depois era para depois, não importava, mas, sim, aquela erupção que ela teve no momento mais íntimo com ele.</p>



<p>Ao ver Castro se vestindo, Ana, por milésimos de segundos, sentiu-se vulnerável, mas, logo em seguida, se aprumou. Tudo o que acabara de viver foi um presente que acabara de receber e ela tinha mais era que comemorar aquilo.</p>



<p>Quando Castro fechou a porta atrás de si, Ana abriu uma espumante, jogou-se no sofá e brindou à vida sem esperar nenhuma promessa de amor. Apenas quis viver o que acabara de viver e estava extremamente satisfeita com o rumo que a história estava sendo reescrita: sem cobranças, sem esperar nada em troca, sem juras de amor, mas sentindo que a sua entrega tinha valido a pena, uma vez que tinha sido vivido com muita intensidade e isso, naquele momento, para ela, bastava.</p>
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