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	<title>Advogados Especializados &#8211; Especializados Usucapião &#8211; Advogados Imobiliário. Consulte &#8211; Jornal Tribuna</title>
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		<title>Contrato imobiliário de compra e venda: 3 situações comuns.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gutemberg Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Oct 2022 21:20:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advogados Parceiros]]></category>
		<category><![CDATA[Civel]]></category>
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		<category><![CDATA[Advogado Direito Imobiliário - Escritório Especialista]]></category>
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		<category><![CDATA[Distrato contratual]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Gutemberg Amorim Advogado Direito Imobiliário]]></category>
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					<description><![CDATA[O consumidor precisa ter claro conhecimento de tudo que consta em seu&#160;contrato imobiliário de compra e venda&#160;antes de fechar um negócio. Somente assim, será possível evitar surpresas desagradáveis. Com o objetivo de garantir que você se mantenha bem informado(a), ao longo do conteúdo nós abordaremos três situações comuns que ocorrem nas relações de negócio entre [&#8230;]]]></description>
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<p>O consumidor precisa ter claro conhecimento de tudo que consta em seu<strong>&nbsp;contrato imobiliário de compra e venda&nbsp;</strong>antes de fechar um negócio. Somente assim, será possível evitar surpresas desagradáveis.</p>



<p>Com o objetivo de garantir que você se mantenha bem informado(a), ao longo do conteúdo nós abordaremos três situações comuns que ocorrem nas relações de negócio entre o consumidor e as empresas no ramo imobiliário. Boa leitura!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Imobiliárias como alvo de reclamação de consumidores&nbsp;</strong></h2>



<p>Atualmente é na internet que estão concentradas as empresas que desejam fazer vendas e as pessoas que querem comprar algo.</p>



<p>De igual modo, também é na internet que os clientes compartilham suas experiências – sejam elas boas ou ruins – sobre produtos e serviços adquiridos.&nbsp;</p>



<p>Nesse sentido, sites como o&nbsp;<strong><a href="https://www.reclameaqui.com.br/categoria/imobiliarias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Reclame Aqui</a></strong>&nbsp;recebem diariamente várias queixas de consumidores insatisfeitos com instituições do ramo de empreendimentos como&nbsp; imobiliárias, construtoras e incorporadoras.</p>



<p>No ranking, cobranças indevidas, estorno de valor pago, mau atendimento no SAC e descumprimento de contrato são algumas das insatisfações.</p>



<p>Eventualmente, para denunciar as más práticas de corretores de imóveis, deve-se acionar o CRECI (Conselho Regional de Corretores de Imóveis) de sua região.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3 situações comuns em um contrato imobiliário de compra e venda</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Aumento das parcelas devido ao IGP-M</strong></h3>



<p>Isso ocorre muito. O comprador adquire um lote com a imobiliária e não entende que uma das cláusulas do contrato rege sobre os juros de reajuste das parcelas. Por exemplo: juros de x % + IGP-M&nbsp;<strong>calculados mensalmente</strong>.&nbsp;</p>



<p>Mas o que isso quer dizer? Simples, além da porcentagem estipulada de juros, há a incidência do Índice Geral de Preços do Mercado que causa um aumento considerável nas parcelas antes dos primeiros 12 meses do contrato imobiliário.&nbsp;</p>



<p>Consequentemente, não será possível continuar com os pagamentos e o comprador precisa desistir do sonho que projetou ao comprar o lote.</p>



<p>Nesse exemplo clássico, percebe-se a falha na transparência das informações que regem o contrato imobiliário de compra.&nbsp;</p>



<p>É papel do corretor explicar e fazer simulações que possam dar certeza ao comprador de que ele vai conseguir arcar com o verdadeiro custo de sua aquisição.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Comissão de corretagem</strong></h3>



<p>A pessoa deseja vender ou alugar seu imóvel e para isso contrata uma imobiliária que será responsável pela transação.</p>



<p>Posteriormente, o corretor que fecha o negócio cobra ao dono do imóvel o pagamento da&nbsp;<strong>taxa de corretagem</strong>.&nbsp;</p>



<p>Essa taxa refere-se a um percentual de comissão que deve ser remunerado ao corretor por sua prestação de serviços na imobiliária.&nbsp;</p>



<p>Ocorre que se não houver previsão expressa no contrato imobiliário de compra e venda pactuado entre o dono do imóvel e a empresa, o pagamento de comissão de corretagem ao corretor é de responsabilidade da empresa. Se o dono do imóvel pagar algum valor, poderá ser restituído.</p>



<p>Como exemplo, temos uma decisão do TJ-GO onde o escritório MS Amorim atuou. Nesse caso específico, entre outros pontos julgados, não estava devidamente previsto em contrato que o pagamento da comissão de corretagem seria dever de nossa cliente:&nbsp;</p>



<p><em>“No caso, não se verifica de forma expressa no contrato que a compradora era responsável pelo pagamento de corretagem da compra e venda do imóvel, bem como tenha sido realizado a restituição do pagamento da quantia de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), conforme estabelecido no distrato. Dessa forma, o valor dado a título de comissão de corretagem também deve ser devolvido à parte autora”,&nbsp;</em>decidiu o magistrado Liciomar Fernandes da Silva.</p>



<p>(Processo 5023907.07.2018.8.09.0051).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Atraso na entrega da obra</strong></h3>



<p>Quando o comprador adquire um empreendimento ainda na planta, a incorporadora estipula um determinado prazo para entrega do imóvel.&nbsp;</p>



<p>Habitualmente pode acontecer dessa entrega atrasar, o que caracteriza prejuízo ao comprador que pode estar pagando aluguel por outra moradia ou tendo demais gastos. É nessa situação que entra o<strong>&nbsp;pagamento de lucros cessantes</strong>.</p>



<p>Pela Justiça, a empresa pode ser obrigada a pagar pelas despesas que seu cliente está tendo com outro imóvel em decorrência do atraso na entrega da obra.</p>



<p>Contudo, é importante verificar se no contrato de compra existe a&nbsp;<strong>cláusula de tolerância</strong>.</p>



<p>Esta cláusula prevê que, além do prazo inicial estipulado para término das obras, há a possibilidade excepcional de prorrogação da entrega do imóvel, que varia de 90 a 180 dias.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p>Até aqui, você pôde entender por que empresas como imobiliárias, incorporadoras e construtoras costumam ter um alto índice de reclamações por parte de seus consumidores.</p>



<p>Também viu que situações relacionadas ao aumento de parcelas em decorrência de IGP-M, comissão de corretagem e atrasos na entrega de obras podem ser caracterizadas como práticas abusivas.&nbsp;</p>



<p>Por esses e tantos outros motivos, o contrato imobiliário de compra e venda é um tipo de documento que deve ser previamente analisado antes da assinatura.</p>



<p>É certo que vendedores e corretores têm interesse em vender, e por mais que a ética e a transparência devam estar presentes em qualquer relação de negócio, não custa nada se precaver.</p>



<p><strong>A partir de agora, você como um consumidor que já entende um pouco mais sobre a importância dos contratos imobiliários, só vai efetuar uma compra ou venda quando tiver total segurança!</strong></p>



<p>Para isso, vale a pena contar com uma consultoria jurídica que pode sanar todas as dúvidas sobre cláusulas, direitos e deveres relacionados ao direito imobiliário e ao <strong><a href="https://blog.msamorim.com.br/direito-do-consumidor-em-pratica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">direito do consumidor</a></strong>.</p>



<p>Deseja atendimento com um de nossos especialistas? <a href="https://msamorim.com.br/atendimento" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Fale conosco</a>!</p>



<p>Artigo postado originalmente no blog do Escritório Marques Sousa &amp; Amorim, Sociedade de Advogados com atuação nas áreas de Direito à Saúde, Consumerista, Imobiliário, Previdenciária e Trabalhista.</p>
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