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	<title>Enfermagem &#8211; Jornal Tribuna</title>
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	<description>O seu portal de notícias e artigos científicos</description>
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		<title>Residencial Santa Inês realiza primeiro encontro científico gerontológico em parceria com Bigfral e Cristal distribuidor de Materiais Hospitalares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gero.Health]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 15:16:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Residencial Santa Inês realiza primeiro encontro científico gerontológico em parceria com Bigfral e Cristal de Materiais Hospitalares O Residencial Santa Inês realizou o primeiro encontro científico gerontológico em parceria com a marca Bigfral e a distribuidora Cristal de Materiais Hospitalares. A iniciativa marcou o início de uma série de ações de educação continuada voltadas à [&#8230;]]]></description>
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<p>Residencial Santa Inês realiza primeiro encontro científico gerontológico em parceria com Bigfral e Cristal de Materiais Hospitalares</p>



<p>O Residencial Santa Inês realizou o primeiro encontro científico gerontológico em parceria com a marca Bigfral e a distribuidora Cristal de Materiais Hospitalares. A iniciativa marcou o início de uma série de ações de educação continuada voltadas à qualificação das equipes no cuidado diário de pessoas idosas.</p>



<p>O tema central do encontro foi o manejo de pacientes com incontinências urinárias, com reflexões sobre a importância da cultura gerontológica dentro das instituições de longa permanência, os novos desafios das casas de repouso, as síndromes geriátricas e o papel dos profissionais na promoção de conforto, segurança, dignidade e qualidade de vida.</p>



<p>Foram realizados dois encontros com duas equipes do Residencial Santa Inês, permitindo que os profissionais participassem de um bate papo formativo, prático e reflexivo. A proposta foi aproximar conhecimento científico da rotina real de cuidado, valorizando as trocas, os aprendizados, as histórias de vida dos idosos e a atuação essencial dos profissionais que estão diariamente ao lado deles.</p>



<p>A palestra foi conduzida pelo professor Willians Fiori, especialista em geriatria e gerontologia e gerente de relações profissionais da marca Bigfral. A ação também contou com a participação de Daiane Limberger, gerente de negócios da Cristal de Materiais Hospitalares, e foi organizada por Adriana Paladino, especialista em gestão e gestora do Residencial Santa Inês, junto com a enfermeira responsável Rúbia Deniz, que também participou da organização e mobilização das equipes.</p>



<p>Segundo Willians Fiori, a formação continuada é um dos caminhos mais importantes para transformar a qualidade do cuidado nas instituições.</p>



<p>“Cuidar de uma pessoa idosa exige muito mais do que técnica. Exige escuta, presença, conhecimento e cultura gerontológica. Quando uma equipe entende o envelhecimento, as síndromes geriátricas e os impactos da incontinência urinária na vida do idoso, o cuidado deixa de ser apenas uma rotina e passa a ser um ato de dignidade”, destacou Willians.</p>



<p>Daiane Limberger ressaltou a importância da parceria entre distribuição, indústria e instituições de cuidado.</p>



<p>“A Cristal acredita que entregar soluções para a saúde também significa estar perto das instituições, ouvir os profissionais e contribuir com conhecimento. Esse encontro reforça nosso compromisso em apoiar equipes que cuidam de pessoas idosas todos os dias com responsabilidade, sensibilidade e excelência”, afirmou Daiane.</p>



<p>Para Adriana Paladino, a iniciativa fortalece a visão do Residencial Santa Inês sobre cuidado qualificado e humanizado.</p>



<p>“A educação continuada precisa fazer parte da vida das instituições de longa permanência. Quando reunimos nossas equipes para estudar, conversar e refletir sobre o cuidado, estamos investindo diretamente na segurança, no conforto e na qualidade de vida dos nossos idosos”, disse Adriana.</p>



<p>A enfermeira responsável Rúbia Deniz destacou o impacto da capacitação no dia a dia assistencial das equipes.</p>



<p>“Na rotina de cuidado, cada detalhe importa. O manejo adequado da incontinência, a observação das necessidades do idoso, a prevenção de complicações e o acolhimento fazem diferença todos os dias. Esse encontro foi muito importante para fortalecer nossa equipe, alinhar condutas e valorizar ainda mais o trabalho dos profissionais que cuidam com tanta dedicação”, afirmou Rúbia.</p>



<p>O encontro também trouxe reflexões sobre os desafios atuais das casas de repouso diante de uma população idosa cada vez mais longeva, com maior complexidade clínica e necessidades ampliadas de cuidado. Nesse contexto, temas como incontinência urinária, prevenção de lesões de pele, conforto, higiene, autonomia possível e vínculo com os profissionais tornam se cada vez mais relevantes.</p>



<p>A ação realizada no Residencial Santa Inês foi o primeiro encontro de uma série que ainda acontecerá com foco em educação continuada. A proposta é construir uma agenda permanente de atualização, aproximando ciência, prática assistencial, gestão e humanização.</p>



<p>Mais do que uma palestra, o encontro foi um momento de reconhecimento dos profissionais, de valorização das histórias de vida dos idosos e de fortalecimento de uma cultura institucional voltada ao envelhecimento com mais cuidado, respeito e dignidade.</p>



<p></p>
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		<title>Você está consumindo longevidade ou construindo longevidade?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gero.Health]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 13:25:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[Você está consumindo longevidade ou construindo longevidade? A reportagem publicada pelo Estadão reacendeu uma discussão que, para mim, está longe de ser pontual. Ela expôs algo que quem acompanha de perto esse campo já percebe há bastante tempo. A longevidade virou discurso antes de virar estrutura. E quando isso acontece, o espaço entre a ciência [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p id="ember3069"><strong>Você está consumindo longevidade ou construindo longevidade?</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>A reportagem publicada pelo Estadão reacendeu uma discussão que, para mim, está longe de ser pontual. Ela expôs algo que quem acompanha de perto esse campo já percebe há bastante tempo. A longevidade virou discurso antes de virar estrutura. E quando isso acontece, o espaço entre a ciência e o oportunismo fica perigosamente pequeno.</p>
</blockquote>



<p id="ember3071">Vivemos um momento em que a ideia de viver mais passou a ocupar o imaginário coletivo com uma força impressionante. Nunca se falou tanto sobre envelhecer bem. Nunca se vendeu tanto a promessa de performance, vitalidade, prevenção, energia, rejuvenescimento, bem estar e alta capacidade funcional. O problema é que, junto com esse interesse legítimo, cresceu também um mercado que entendeu rápido demais como transformar ansiedade em produto.</p>



<p id="ember3072">É aí que mora o ponto central desta conversa.</p>



<p id="ember3073">De um lado, existe o avanço sério da ciência. Existe pesquisa consistente, prevenção de verdade, medicina personalizada com base clínica, equipes multidisciplinares, biomarcadores interpretados com responsabilidade, protocolos construídos com critério, acompanhamento longitudinal e uma visão mais ampla sobre o processo de envelhecimento. Do outro lado, cresce um universo sedutor que mistura linguagem técnica, aparência de sofisticação e baixa sustentação científica. Exames em excesso, suplementos sem necessidade real, hormônios utilizados fora de contexto, promessas grandiosas, modismos importados e um discurso de rejuvenescimento que muitas vezes fala mais com o medo do tempo do que com a realidade do cuidado.</p>



<p id="ember3074">O debate, portanto, não deveria ser se a medicina da longevidade é boa ou ruim. Essa pergunta é simplista demais para o tamanho do desafio que temos pela frente. A questão mais importante é outra. Estamos construindo um campo sólido para responder ao novo Brasil que envelhece, ou estamos apenas transformando a longevidade em mais um nicho premium para consumo aspiracional?</p>



<p id="ember3075">Essa pergunta ganha ainda mais peso quando olhamos para o país real.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>O Brasil mudou. Mudou rápido. Mudou muito. E mudou sem pedir licença.</p>
</blockquote>



<p id="ember3077">Os números mostram isso de forma inequívoca. A população com 60 anos ou mais cresceu intensamente nos últimos anos e continuará crescendo nas próximas décadas. Não se trata de uma hipótese. Trata se de uma transformação demográfica em curso, profunda, irreversível e com enorme impacto sobre saúde, trabalho, moradia, relações de consumo, políticas públicas, estrutura familiar e organização econômica. O país está envelhecendo, e esse envelhecimento não pode mais ser lido apenas como uma pauta assistencial. Ele precisa ser entendido como uma reorganização estrutural da sociedade.</p>



<p id="ember3078">Talvez esse seja um dos erros mais recorrentes do debate público. Ainda existe muita gente olhando para a longevidade como se ela fosse um tema restrito a quem já chegou à velhice. Não é. A longevidade diz respeito ao que acontece com todos nós ao longo do tempo. Ela fala sobre como vamos trabalhar, adoecer, amar, consumir, cuidar, morar e decidir nas próximas décadas da vida.</p>



<p id="ember3079">É por isso que venho insistindo em uma ideia que considero decisiva. Longevidade não começa aos 60. Longevidade se constrói muito antes.</p>



<p id="ember3080">A pessoa que hoje tem 30 anos já está desenhando, mesmo sem perceber, a qualidade dos seus 70, dos seus 80 e talvez dos seus 90. A pessoa que hoje tem 40 está tomando decisões que impactarão sua reserva cognitiva, sua saúde metabólica, sua força muscular, sua estabilidade emocional, sua autonomia funcional e até sua capacidade de manter vínculos significativos no futuro. A pessoa que hoje tem 50 não deveria estar começando a pensar em longevidade. Deveria estar aprofundando um projeto que já vinha sendo construído há muito tempo.</p>



<p id="ember3081">Quando eu digo que longevidade se pensa a partir dos 30, não estou fazendo uma provocação vazia. Estou falando de matemática da vida. Estou falando de fisiologia, de comportamento, de economia e de cultura. O que se faz hoje repercute amanhã. E o amanhã, neste caso, pode durar muitas décadas.</p>



<p id="ember3082">Esse ponto, para mim, é essencial porque desloca a conversa do consumo para a construção.</p>



<p id="ember3083">Consumir longevidade é acreditar que existe um exame, um produto, um protocolo ou uma consulta capaz de resolver, em curto prazo, o que na verdade depende de escolhas contínuas, ambiente favorável, acompanhamento sério e visão de longo prazo. Consumir longevidade é terceirizar para o mercado a esperança de envelhecer bem. É comprar a embalagem da vitalidade sem necessariamente enfrentar o trabalho real que a construção da vida exige.</p>



<p id="ember3084">Construir longevidade é outra lógica. É entender que o tempo é parte do projeto. É aceitar que sono, alimentação, movimento, saúde mental, propósito, vínculos, planejamento financeiro, repertório cognitivo, prevenção clínica e ambiente social não são temas soltos. São partes de um mesmo sistema. É reconhecer que viver mais não basta. É preciso sustentar capacidade, autonomia, sentido e presença ao longo desse tempo ampliado.</p>



<p id="ember3085">E é justamente nesse ponto que entra um conceito que o Brasil ainda não incorporou como deveria. Cultura gerontológica.</p>



<p id="ember3086">Esse é um termo poderoso, porque muda radicalmente a forma de enxergar o envelhecimento. Quando falamos em cultura gerontológica, não estamos falando apenas de uma especialidade ou de um conjunto técnico de protocolos. Estamos falando de uma nova maneira de compreender o curso da vida. Estamos falando de olhar o envelhecimento como fenômeno biológico, psicológico, social, econômico, ambiental, relacional e também simbólico.</p>



<p id="ember3087">Quando a cultura gerontológica não existe, a longevidade vira vitrine. Vira marketing. Vira repertório de frases bonitas, imagens elegantes e promessas individualizadas. Quando a cultura gerontológica existe, a longevidade vira estratégia de vida e também projeto de sociedade.</p>



<p id="ember3088"><strong>Essa diferença é enorme.</strong></p>



<p id="ember3089">Porque, sem essa base, a pergunta dominante passa a ser como parecer mais jovem. Com essa base, a pergunta correta passa a ser como permanecer mais funcional, mais consciente, mais inserido, mais ativo e mais inteiro ao longo do tempo. Sem essa base, o envelhecimento é tratado como ameaça a ser escondida. Com essa base, ele passa a ser compreendido como uma etapa da vida que precisa de estrutura, inteligência, preparo e dignidade.</p>



<pre class="wp-block-code"><code>É por isso que considero tão relevante o exemplo do Age &amp; Health Center no Brasil.</code></pre>



<p id="ember3090">Falo disso com convicção, porque observo o mercado de longevidade há mais de duas décadas e aprendi a distinguir discurso bem embalado de construção consistente. O que torna o Age &amp; Health Center uma proposta realmente inovadora não é a estética, não é a linguagem e não é a aparência de sofisticação. O que o torna diferente é o ponto de partida. Ele não foi desenhado para responder apenas à doença instalada ou ao colapso funcional já evidente. Ele trabalha com a lógica da jornada. Ele entende que a longevidade precisa ser organizada por décadas de vida, integrando saúde, comportamento, relações, finanças, escolhas e propósito em uma visão continuada.</p>



<p id="ember3091"><strong>Essa abordagem, para mim, é muito mais madura.</strong></p>



<p id="ember3092">Porque ela rompe com a ideia de que o cuidado só começa quando o problema aparece. E mais do que isso, rompe com a ideia de que longevidade é um assunto de nicho. Não é. Longevidade é infraestrutura humana. É base de planejamento individual, familiar, empresarial e institucional.</p>



<p id="ember3093">No livro <em>Diversa Idade</em>, que escrevi com Tati Gracia, mostramos justamente isso. A longevidade não pode ser lida como um tema periférico. Ela já reorganiza o trabalho, o consumo, a moradia, o cuidado, a experiência urbana, os serviços, a economia e as relações entre gerações. Ela muda o papel da família. Muda a lógica do mercado. Muda o desenho das cidades. Muda o que as marcas precisam entender sobre seus públicos. Muda o que empresas, governos e profissionais de saúde precisam fazer agora para não chegarem atrasados ao Brasil que já começou.</p>



<p id="ember3094">Por isso, a reportagem do Estadão é importante. Não porque encerra o debate, mas porque o abre da forma certa. Ela nos obriga a olhar para esse campo com menos deslumbramento e mais responsabilidade. Obriga a separar ciência de espetáculo. Obriga a fazer perguntas incômodas. Obriga a entender que o crescimento da pauta da longevidade é real, necessário e irreversível, mas que sua consolidação depende de critério, ética, cultura e visão de longo prazo.</p>



<p id="ember3095">A medicina pode e deve participar dessa conversa. Mas ela não pode ocupar esse espaço como protagonista absoluta. O protagonista continua sendo o modo como cada pessoa, cada instituição e cada sociedade decide se preparar para o tempo.</p>



<p id="ember3096">No fim, a questão continua a mesma, mas talvez agora mais clara.</p>



<p id="ember3097">Você está consumindo longevidade ou construindo longevidade?</p>



<p id="ember3098">Porque existe uma diferença enorme entre comprar a sensação de controle e, de fato, construir uma vida que sustente presença, autonomia e sentido ao longo dos anos.</p>



<p id="ember3099">E é justamente nessa diferença que será decidido o futuro desse campo.</p>



<p><strong>Willians Fiori</strong></p>



<p>Especialista em Mercado de Longevidade desde 2003</p>



<p>Professor Pós-Graduação em Geriatria, Gerontologia e Mercados — Hospital Israelita Albert Einstein</p>



<p>Professor Convidado: FIA, UFRJ, PUC-SP e INSPER, FAAP</p>



<p>Autor dos Livros: Diversa-Idade, Brasil 2060,O cérebro que podemos proteger</p>



<p>Citado no livro Longevity Hub do MIT (Massachusetts Institute of Technology) como principal especialista brasileiro no temaPremiado pela ONU Latin America e detentor do Selo Direitos Humanos da Prefeitura de São Paulo<br>Premiado pelo Premio Bstory Longevidade<br>Membro do conselho Europeu de Silver Economy</p>
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		<title>Como Funciona a Previsão de Recaídas com Dados em Clínicas de Recuperação em São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Prestadora de Servicos Web]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 11:43:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Enfermagem]]></category>
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					<description><![CDATA[O uso de dados na área da saúde comportamental vem se consolidando como um dos principais avanços no tratamento da dependência química em estados como São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro. Em grandes centros como São Paulo (capital), bairros como Moema, Perdizes, Tatuapé, Itaquera, Lapa e Santana já utilizam tecnologias [&#8230;]]]></description>
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<p>O uso de dados na área da saúde comportamental vem se consolidando como um dos principais avanços no tratamento da dependência química em estados como São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro. Em grandes centros como São Paulo (capital), bairros como Moema, Perdizes, Tatuapé, Itaquera, Lapa e Santana já utilizam tecnologias avançadas para acompanhamento clínico, assim como cidades como Campinas, Sorocaba, Osasco, Guarulhos, Carapicuíba e São Bernardo do Campo.</p>



<p>Em Minas Gerais, cidades como Belo Horizonte, Contagem, Betim, Uberlândia, Juiz de Fora, Montes Claros e bairros como Savassi, Pampulha e Barreiro também passam a integrar sistemas inteligentes no <a href="https://portaldeclinicas.com.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">tratamento de dependentes químicos</a> e alcoólatras.</p>



<p>No Paraná, regiões como Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel e bairros como Batel, Água Verde e Portão seguem a mesma evolução tecnológica. Já em Santa Catarina, cidades como Florianópolis, Joinville, Blumenau, Itajaí e bairros como Trindade, Itacorubi e Centro ampliam o uso de dados na reabilitação.</p>



<p>No Rio de Janeiro, tanto a capital quanto cidades como Niterói, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São Gonçalo e bairros como Copacabana, Barra da Tijuca, Méier e Tijuca também adotam modelos baseados em dados para prever recaídas em <a href="https://www.clinicaderecuperacaosp.com.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">clínicas de recuperação que aceitam convênio médico</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A coleta estruturada de dados no acompanhamento clínico</h2>



<p><a href="https://www.clinicaderecuperacaoprime.com/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Clínicas de recuperação</a> em todas essas regiões vêm estruturando dados clínicos de forma estratégica. Informações sobre comportamento, adesão ao tratamento, participação em terapias e evolução emocional são registradas em tempo real.</p>



<p>Esse modelo é aplicado tanto em bairros centrais quanto periféricos, como Capão Redondo em São Paulo, Venda Nova em Belo Horizonte, CIC em Curitiba, Ingleses em Florianópolis e Campo Grande no Rio de Janeiro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Digitalização de históricos e evolução do paciente</h2>



<p>A digitalização permite acompanhar o histórico completo do paciente, criando uma linha do tempo detalhada. Em cidades como Ribeirão Preto, Uberaba, Londrina, Joinville e Petrópolis, esse modelo já melhora significativamente a tomada de decisão clínica.</p>



<p>Com isso, episódios de recaída podem ser analisados com base em fatores anteriores, como mudanças comportamentais, emocionais e sociais, aumentando a precisão das <a href="https://centrorecuperacao.com.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">intervenções</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Análise de padrões e identificação de riscos</h2>



<p>O uso de algoritmos permite identificar padrões de risco em pacientes em tratamento. Em regiões metropolitanas como Grande São Paulo, Grande BH, Região Metropolitana de Curitiba, Grande Florianópolis e Região Metropolitana do Rio de Janeiro, essa tecnologia já é amplamente utilizada.</p>



<p>Os sistemas analisam dados como frequência em terapias, isolamento social, mudanças de humor e comportamento, ajudando a prever possíveis recaídas com maior antecedência.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Automação de alertas e intervenções preventivas</h2>



<p>Clínicas em bairros como Vila Mariana, Centro de Belo Horizonte, Centro de Curitiba, Centro de Florianópolis e Centro do Rio de Janeiro utilizam sistemas automatizados para gerar alertas em tempo real.</p>



<p>Esses alertas permitem intervenções rápidas, reduzindo significativamente os riscos de recaída e melhorando os resultados do <a href="https://www.clinicacasoto.com.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">tratamento</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Integração de dados e protocolos terapêuticos</h2>



<p>A integração de dados clínicos, sociais e comportamentais permite a criação de protocolos personalizados. Em cidades como Santos, Uberlândia, Maringá, Blumenau e Niterói, clínicas já utilizam essa abordagem para aumentar a eficácia dos tratamentos.</p>



<p>O <a href="https://www.guiadetratamento.net.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">tratamento</a> deixa de ser padronizado e passa a ser individualizado, considerando o histórico completo do paciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desafios e limites do uso de dados na reabilitação</h2>



<p>Apesar dos avanços, ainda existem desafios importantes, especialmente relacionados à privacidade, ética e interpretação dos dados. Estados como São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro já discutem regulamentações mais rígidas para proteção de informações sensíveis.</p>



<p>Além disso, o fator humano continua sendo essencial. A tecnologia deve ser utilizada como apoio, nunca como substituição do acompanhamento profissional especializado.</p>



<p>O futuro das <a href="https://www.clinicavivavida.org/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">clínicas de reabilitação</a> nessas regiões aponta para uma integração cada vez maior entre tecnologia, dados e cuidado humano, aumentando significativamente as chances de recuperação e reduzindo recaídas.</p>
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		<title>Centro de Recuperação amplia acesso a tratamento especializado para dependentes químicos e alcoólatras no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Prestadora de Servicos Web]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2026 09:17:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[reabilitação de dependentes químicos]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação de alcoólatras]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação de dependentes]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento de dependentes químicos]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento para alcoolismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Portal Centro de Recuperação reúne informações e orientação sobre tratamento de dependência química e alcoolismo, incluindo modalidades de internação e apoio às famílias. São Paulo – O crescimento dos casos de dependência química e alcoolismo no Brasil tem levado cada vez mais famílias a buscar orientação profissional e acesso a tratamentos especializados. Nesse cenário, plataformas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Portal Centro de Recuperação reúne informações e orientação sobre tratamento de dependência química e alcoolismo, incluindo modalidades de internação e apoio às famílias.</p>



<p><strong>São Paulo –</strong> O crescimento dos casos de dependência química e alcoolismo no Brasil tem levado cada vez mais famílias a buscar orientação profissional e acesso a tratamentos especializados. Nesse cenário, plataformas digitais voltadas à informação e ao encaminhamento terapêutico têm desempenhado um papel importante na conscientização sobre a doença e na busca por ajuda qualificada.</p>



<p>Com o objetivo de ampliar o acesso a conteúdos informativos e orientar pessoas que enfrentam os desafios da dependência química, o portal <a href="https://centrorecuperacao.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Centro de Recuperação</a> surge como uma nova referência online para quem procura informações seguras sobre tratamento de dependentes químicos e alcoólatras.</p>



<p>A dependência de álcool e outras drogas é considerada uma doença complexa, que envolve fatores biológicos, psicológicos e sociais. Por isso, o tratamento deve ser conduzido por profissionais qualificados e estruturado em diferentes etapas, incluindo avaliação clínica, desintoxicação supervisionada, <a href="https://www.clinicavivavida.com.br" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">acompanhamento terapêutico</a> e estratégias de reinserção social.</p>



<p>Entre os conteúdos disponíveis no portal estão orientações sobre modalidades de tratamento, tipos de internação e informações relevantes para familiares que buscam entender melhor o <a href="https://bradesco.clinicaderecuperacaosp.com/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">processo de recuperação</a>. O site também explica as diferenças entre internação voluntária, involuntária e compulsória, modalidades previstas na legislação brasileira e utilizadas conforme avaliação médica e critérios legais.</p>



<p>Especialistas destacam que a informação correta é um dos primeiros passos para que pacientes e familiares possam tomar decisões mais seguras em relação ao tratamento. A conscientização sobre a dependência química como uma doença tratável contribui para reduzir o estigma e incentivar a busca por ajuda profissional.</p>



<p>Além de abordar temas relacionados à recuperação, o portal também apresenta conteúdos educativos sobre saúde mental, prevenção de recaídas e apoio familiar, fatores considerados essenciais para o sucesso do tratamento a longo prazo.</p>



<p>Com a ampliação do acesso à informação e a criação de plataformas especializadas, iniciativas como o <a href="https://centrorecuperacao.com.br/" target="_blank" rel="noopener nofollow external noreferrer" data-wpel-link="external">Centro de Recuperação</a> contribuem para fortalecer o debate sobre dependência química no Brasil e facilitar o acesso a caminhos seguros para a recuperação.</p>



<p><strong><a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5511934181314&amp;text=Gostaria de informações sobre o Centro de Recuperação" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">WhatsApp: (11) 93418- 1314</a></strong></p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Esteriliza leva inovação em esterilização e promove o &#8220;Entre Ciclos&#8221; na SOBECC 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 13:34:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[Farmácia]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[inovação em saúde]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia e saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[De 1º a 3 de outubro, o Transamérica Expo Center, em São Paulo, recebe a SOBECC 2025 – o maior congresso da América Latina dedicado à enfermagem em centro de materiais e esterilização (CME). O evento reúne milhares de profissionais de saúde, gestores e especialistas que buscam atualização, troca de experiências e contato direto com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De 1º a 3 de outubro, o Transamérica Expo Center, em São Paulo, recebe a SOBECC 2025 – o maior congresso da América Latina dedicado à enfermagem em centro de materiais e esterilização (CME). O evento reúne milhares de profissionais de saúde, gestores e especialistas que buscam atualização, troca de experiências e contato direto com as inovações que impactam o dia a dia do cuidado.</p>
<p>Nesse cenário, a Esteriliza marcará presença no estande 38-B, apresentando soluções inovadoras e conteúdos exclusivos. Um dos grandes destaques será o Steritruck, a primeira unidade móvel de esterilização do Brasil, que estará estacionada na área externa e aberta à visitação. A iniciativa permitirá que o público vivencie, de perto, como um CME completo pode ganhar mobilidade e flexibilidade sem perder qualidade e segurança, uma experiência inédita para congressistas que desejam conhecer novas formas de estruturar e otimizar serviços de esterilização.</p>
<p>Além do espaço expositivo, a Esteriliza promove o Entre Ciclos, um conjunto de palestras curtas e dinâmicas (15 a 20 minutos) realizadas dentro do estande. A programação foi especialmente pensada para valorizar o tempo dos profissionais, oferecendo conteúdos objetivos e aplicáveis à prática diária.</p>
<p>Com especialistas de referência nacional, os encontros vão abordar temas como indicadores de qualidade, segurança no centro cirúrgico, tendências em esterilização, uso de tecnologia e inteligência artificial, entre outros pontos essenciais para o futuro do CME.</p>
<p>Entre Ciclos – Programação de Palestras</p>
<p>Estande Esteriliza – SOBECC 2025</p>
<p>Diego Teixeira (Athos) – Steritruck: Inovação de CME sobre Rodas</p>
<p>Ariadne Schimith (Hospital Mãe de Deus) – Indicadores de qualidade no centro cirúrgico: monitorando a segurança do paciente</p>
<p>Luciano Doro – E quando algo dá errado? Desafios e estratégias no tratamento de eventos adversos envolvendo o CME</p>
<p>Lea Sousa – Para um Grande Desafio, Soluções Existentes</p>
<p>Ronaldo Bernardo (MIC Steriliza) – ETO: ainda é o método ouro de esterilização a baixa temperatura?</p>
<p>Emerson Aparecido – O papel da equipe de enfermagem no processo de qualificação dos equipamentos da CME</p>
<p>Patrícia Cristina – Monitoramento de esterilização: como garantir a segurança e a qualidade do processo</p>
<p>Idalina Brasil – A importância do processamento seguro em Centros de Material e Esterilização (CME)</p>
<p>Marcelo Henrique – Do registro ao resultado: tecnologia e inteligência artificial como parceiras do cuidado de enfermagem<br />
&#8220;As palestras do Entre Ciclos foram pensadas para oferecer conteúdo objetivo, direto ao ponto e de alta aplicabilidade. É um espaço de troca onde cada profissional pode sair com novas ideias para fortalecer a segurança e eficiência do CME em sua instituição&#8221;, reforça a direção da Esteriliza.</p>
<p>Serviço<br />
Estande 38-B – Transamérica Expo Center, São Paulo/SP<br />
01 a 03 de outubro de 2025<br />
Steritruck disponível para visita no estacionamento Steritruck disponível para visita no estacionamento</p>
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		<title>Seguro de responsabilidade civil para médicos: como funciona</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2025/05/seguro-de-responsabilidade-civil-para-medicos-como-funciona/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Débora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 May 2025 14:27:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Civel]]></category>
		<category><![CDATA[Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[Farmácia]]></category>
		<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[Entenda como o seguro de responsabilidade civil protege profissionais da saúde contra processos judiciais e preserva seu patrimônio, veja caso real e como agir A responsabilidade civil é um conceito jurídico fundamental que estabelece o dever de reparar danos causados a terceiros. No âmbito do direito, ela surge quando uma ação ou omissão provoca prejuízo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Entenda como o seguro de responsabilidade civil protege profissionais da saúde contra processos judiciais e preserva seu patrimônio, veja caso real e como agir</h2>



<p>A responsabilidade civil é um conceito jurídico fundamental que estabelece o dever de reparar danos causados a terceiros. No âmbito do direito, ela surge quando uma ação ou omissão provoca prejuízo a outra pessoa, gerando a obrigação de indenizar. Essa reparação pode ser material, moral ou ambas, dependendo da natureza e da gravidade do dano. Nesse cenário, o <a href="https://www.genebraseguros.com.br/linhas-financeiras/responsabilidade-civil/" data-wpel-link="exclude">seguro de responsabilidade civil profissional</a> é uma proteção essencial para os que atuam em áreas que envolvem riscos significativos, como os profissionais da saúde, visto que esse produto ampara profissionais em situações que podem gerar prejuízos significativos a seu patrimônio e afetar sua reputação profissional.</p>



<p><strong>O que um seguro de RC profissional para médicos cobre?</strong></p>



<p>Independentemente de haver culpa comprovada, os incidentes cobertos se referem a alegações de erro, negligência ou omissão na prática médica. Gabriela Heinen, advogada especialista em <a href="https://www.genebraseguros.com.br/seguro-de-responsabilidade-civil-2/" data-wpel-link="exclude">seguro de responsabilidade civil</a> na <a href="http://www.genebraseguros.com.br" data-wpel-link="exclude">Genebra Seguros</a>, cita um caso real em que um paciente se submeteu a uma vitrectomia (cirurgia de retina), tendo ido a óbito logo em seguida, devido a uma tromboembolia pulmonar. Alegando a falta de exames pré-operatórios, a esposa processou o médico e solicitou uma pensão vitalícia, além de uma indenização de 700 salários mínimos. Após a análise do caso, a perícia afirmou que o evento que levou o paciente a óbito era imprevisível e inevitável, de modo que o médico foi inocentado.</p>



<p>Tendo em vista sua inocência, nenhuma indenização foi paga à esposa do falecido. Entretanto, foi necessário que o médico enfrentasse a sindicância no CRM, somando um valor total de R$ 195 mil contando com honorários, perícia, custas e CRM. Todas essas despesas foram cobertas pelo seguro, garantindo que o médico não sofresse prejuízos financeiros e tivesse seu patrimônio preservado.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Por que um médico deve contratar um seguro de RC profissional?</strong></h3>



<p>Heinen afirma que “Além da proteção direta, a presença do seguro também traz mais tranquilidade e segurança emocional ao profissional, permitindo que ele atue com mais confiança mesmo diante da pressão legal. O aumento da litigiosidade faz com que <a href="https://www.genebraseguros.com.br/compreenda-a-necessidade-do-seguro-de-rc-para-medicos/" data-wpel-link="exclude">médicos</a>, clínicas e hospitais passem a buscar essa cobertura como parte essencial de sua gestão de riscos.” Ela ainda acrescenta que o seguro orienta “o médico sobre como agir, o que dizer e quais cuidados tomar para não comprometer sua defesa”, o que evita atividades impulsivas, como realizar acordos informais, o que pode colocar tanto seu patrimônio quanto sua reputação profissional em risco.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como agir em caso de erro médico?</strong></h3>



<p>A advogada especialista explica que em casos de suspeita ou alegação de erro <a href="https://www.genebraseguros.com.br/medico-pode-ser-processado-por-erro-de-diagnostico/" data-wpel-link="exclude">médico</a> é fundamental que o profissional comunique imediatamente o fato à seguradora, antes mesmo de qualquer notificação oficial ou pedido de indenização. A omissão ou demora desse ato pode comprometer o direito à cobertura, especialmente se o seguro for acionado apenas após o início de um processo judicial ou após uma condenação. A comunicação tempestiva é essencial e deve ocorrer sempre que houver qualquer manifestação do paciente ou de um de seus familiares indicando possível falha profissional.</p>



<p>Uma vez notificado o fato, o médico deve abster-se de assumir culpa, fazer acordos ou efetuar pagamentos sem a expressa autorização da seguradora, conforme determina o artigo 787 do Código Civil. A contratação de um advogado também precisa ser autorizada, mediante envio de três orçamentos ou uso de profissionais referenciados. Com a devida autorização e condução correta do processo, o seguro cobre todos os custos de defesa, inclusive honorários advocatícios, perícias, custas judiciais e, se houver condenação, o valor da indenização dentro dos limites previstos na apólice.</p>



<p>Em um cenário onde processos judiciais são cada vez mais comuns, além de oferecer proteção financeira esse seguro oferece também tranquilidade para que o profissional possa focar em seu trabalho com mais segurança. Ele cobre despesas com defesa jurídica, indenizações e outros custos decorrentes de reclamações legítimas, funcionando como uma importante camada de segurança.</p>
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		<item>
		<title>Projeto da UNIFAL-MG é selecionado em edital da Organização Internacional do Trabalho para investigar o uso de IA na Enfermagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2025 15:01:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta vai verificar os impactos da tecnologia na prática clínica de enfermeiros com base no sistema inteligente SisAPEC &#8211; um sistema inteligente desenvolvido na Instituição A UNIFAL-MG foi contemplada em um&#160;edital internacional da Organização Internacional do Trabalho (OIT)&#160;para desenvolver um projeto voltado ao uso da Inteligência Artificial (IA) na área de Enfermagem. Proposta pela professora [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Proposta vai verificar os impactos da tecnologia na prática clínica de enfermeiros com base no sistema inteligente SisAPEC &#8211; um sistema inteligente desenvolvido na Instituição</em></p>



<p>A UNIFAL-MG foi contemplada em um&nbsp;<a href="https://www.ilo.org/resource/vacancy-notice/call-research-study-ai-nursing-profession" rel="noreferrer noopener nofollow external" target="_blank" data-wpel-link="external">edital internacional da Organização Internacional do Trabalho (OIT)</a>&nbsp;para desenvolver um projeto voltado ao uso da Inteligência Artificial (IA) na área de Enfermagem. Proposta pela professora Isabelle Cristinne Pinto Costa, da<a href="https://www.unifal-mg.edu.br/escoladeenfermagem/" rel="noreferrer noopener nofollow external" target="_blank" data-wpel-link="external">&nbsp;Escola de Enfermagem</a>, a iniciativa visa investigar os impactos da tecnologia na prática clínica de enfermeiros, com base no SisAPEC, um sistema inteligente desenvolvido na Instituição.</p>



<p>O projeto se destaca por seu caráter participativo e centrado no usuário, e recebe apoio contínuo do&nbsp;<a href="https://www.gov.br/cnpq/pt-br" rel="noreferrer noopener nofollow external" target="_blank" data-wpel-link="external">Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)</a>&nbsp;e da&nbsp;<a href="http://www.fapemig.br/" rel="noreferrer noopener nofollow external" target="_blank" data-wpel-link="external">Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG),</a>&nbsp;responsáveis pelo financiamento do desenvolvimento e validação do SisAPEC, sistema inteligente que serve de base para a pesquisa. A partir de agora, a OIT se junta ao grupo de instituições financiadoras.</p>



<p>Segundo a professora Isabelle Costa, a proposta visa compreender como a IA pode contribuir para aliviar a carga de trabalho, melhorar a qualidade de vida dos profissionais e promover maior precisão na documentação de Enfermagem. &#8220;O projeto também busca promover a equidade no cuidado e garantir que os sistemas inteligentes respeitem os princípios éticos, evitando discriminações. O financiamento da OIT valida internacionalmente a relevância científica e social da iniciativa&#8221;, argumenta.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://jornal.unifal-mg.edu.br/wp-content/uploads/2025/05/Isabelle-Costa-Enfermagem.jpg" alt=""/></figure>



<p>Isabelle Costa – professora da Escola de Enfermagem é a coordenadora do projeto contemplado. (Foto: Arquivo Pessoal)</p>



<p>As ações ocorrerão no município de Alfenas–MG, nas unidades de Atenção Primária à Saúde (APS), com apoio da Secretaria Municipal de Saúde e serão conduzidas em três fases.</p>



<p>Na primeira etapa será feito um estudo quase-experimental, no qual serão avaliados os efeitos do uso do SisAPEC com IA na prática clínica de enfermeiros da APS. Na sequência, a equipe desenvolverá um estudo transversal com abordagem mista, a fim de investigar a usabilidade, a aceitação e os impactos no bem-estar profissional. Por último, será realizado um estudo de caso crítico, oportunidade em que serão analisados os possíveis vieses algorítmicos nos modelos de IA do sistema.</p>



<p>&#8220;O SisAPEC, sistema digital desenvolvido na UNIFAL-MG desde 2024, será a base da pesquisa. A plataforma será aprimorada com integração de modelos baseados em GPTs, como o &#8216;GPT-Clinical Nurse Assistant&#8217;, que auxiliará na tomada de decisão clínica&#8221;, detalha a coordenadora do projeto.</p>



<p>As atividades previstas já estão sendo iniciadas com foco nas ações de campo a serem realizadas ao longo do segundo semestre. &#8220;O cronograma está estruturado para garantir a apresentação dos principais resultados até dezembro de 2025, conforme previsto no edital da Organização Internacional do Trabalho&#8221;, explica.</p>



<p>Além da professora Isabelle Costa, o projeto envolve outros pesquisadores da UNIFAL-MG das áreas de Enfermagem e Ciências da Computação, bem como estudantes de graduação e pós-graduação. Participa ainda como colaboradora internacional a professora Tamara Macieira, da Universidade da Flórida (EUA), referência nas áreas de Ciência de Dados, Inteligência Artificial e Enfermagem.</p>



<p>&#8220;A aprovação desse projeto pela OIT reconhece o compromisso da UNIFAL-MG com a inovação ética na saúde e reforça a importância do protagonismo da Enfermagem no desenvolvimento e uso da Inteligência Artificial. Estamos muito orgulhosos de poder aplicar uma tecnologia criada em nossa universidade em benefício direto da saúde pública local, com potencial de impacto nacional e internacional&#8221;, compartilha.</p>



<p>Conforme a coordenadora, o projeto representa também uma ação estratégica de internacionalização, com parceria ativa com a Universidade da Flórida, e insere a UNIFAL-MG entre as instituições líderes no desenvolvimento de soluções digitais para o trabalho em saúde.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autoria:</h2>



<p>UNIFAL MG</p>
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		<item>
		<title>Beat Sounds: Transformando talentos em histórias de sucesso no mundo da música</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2024/07/beat-sounds-transformando-talentos-em-historias-de-sucesso-no-mundo-da-musica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2024 14:35:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[Em parceria inovadora com a Warner Music, a Spot Soluções lança a Beat Sounds, uma aceleradora de projetos musicais que promete revolucionar a música urbana brasileira. A indústria da música está prestes a testemunhar uma revolução com o lançamento da Beat Sounds, uma aceleradora de talentos e projetos musicais que combina a expertise da Warner [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Em parceria inovadora com a Warner Music, a Spot Soluções lança a Beat Sounds, uma aceleradora de projetos musicais que promete revolucionar a música urbana brasileira.</strong></p>



<p>A indústria da música está prestes a testemunhar uma revolução com o lançamento da <a href="https://www.beatsounds.com.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Beat Sounds</a>, uma aceleradora de talentos e projetos musicais que combina a expertise da <a href="http://www.warnermusic.com.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Warner Music</a> e <a href="https://www.ada-music.com/br" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">ADA</a> com a inovação tecnológica da <a href="https://www.spotsolucoes.com/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Spot Soluções</a>. Com o objetivo de transformar o mercado da música urbana brasileira, a Beat Sounds oferece uma plataforma única para artistas emergentes e selos musicais, promovendo serviços profissionais e aumentando a visibilidade dos artistas no mundo do showbiz.</p>



<p>A missão da Beat Sounds é dar voz a artistas talentosos, acelerar suas carreiras musicais e contar suas histórias através de cada nota. Com uma equipe de profissionais altamente engajados e focada na gestão e organização de projetos musicais, a aceleradora está preparada para identificar e promover os futuros líderes da música urbana no Brasil.</p>



<p><em>&#8220;A Beat Sounds nasceu da colaboração entre dois gigantes da indústria: Warner Music e Spot Soluções. Combinando nossa experiência em música com a tecnologia avançada da Spot, estamos criando um ambiente onde o talento encontra a inovação, resultando em música que não só soa bem, mas também conta uma história poderosa&#8221;</em></p>



<p><strong><em>diz João Brene, CEO da Beat Sounds.</em></strong></p>



<p>Utilizando tecnologia de ponta em todas as etapas de divulgação dos projetos musicais, a Beat Sounds opera em parceria com uma gigante da distribuição de músicas, a ADA. Essa colaboração garante que cada artista receba atenção personalizada e suporte necessário para alcançar o sucesso nacional e internacional.</p>



<p>A Beat Sounds é dedicada ao desenvolvimento artístico com comunicação 360, oferecendo aos músicos acesso a recursos como marketing musical, estratégias de distribuição e suporte legal.</p>



<p><em>&#8220;Nossa abordagem é integral. Queremos que nossos artistas se concentrem no que fazem de melhor: criar música. Cuidamos do resto, garantindo que suas obras cheguem aos ouvidos certos e suas carreiras atinjam novas alturas&#8221;</em></p>



<p><strong><em>acrescenta Flavia Carvalho, Gerente de Projetos na Beat Sounds.</em></strong></p>



<p>A Beat Sounds convida todos os interessados em música urbana, desde artistas a produtores e fãs, a explorar o que a aceleradora tem a oferecer. As portas estão abertas para quem busca inovar e impactar o mercado da música urbana brasileira.</p>



<p>Para mais informações sobre a Beat Sounds e como ela pode ajudar a acelerar sua carreira musical, visite o perfil do projeto nas redes sociais e entre em contato conosco:</p>



<p>E-mail para contato: contato@spotsolucoes.com</p>



<p>Instagram Beat Sounds: <a href="https://www.instagram.com/beatsounds8/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Beat Sounds (@beatsounds8) • Fotos e vídeos do Instagram</a></p>



<p>Site Beat Sounds: <a href="http://beatsounds.com.br" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">beatsounds.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Assistência de enfermagem no pós operatório de derivação ventricular externa?</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2022/05/assistencia-de-enfermagem-no-pos-operatorio-de-derivacao-ventricular-externa%ef%bf%bc/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Edição Jornal Tribuna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 May 2022 01:02:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Científicos]]></category>
		<category><![CDATA[Enfermagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Essa revisão bibliográfica sobre a utilização do método de Derivação ventricular externa (D.V.E.), possui o intuito de trazer mais conhecimento ao profissional de enfermagem, no que se refere as técnicas necessárias no pós-operatório, bem como aprofundar a compreensão relacionada aos cuidados necessários ao paciente durante a utilização deste implante. Derivação Ventricular Externa é um sistema [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Essa revisão bibliográfica sobre a utilização do método de Derivação ventricular externa (D.V.E.), possui o intuito de trazer mais conhecimento ao profissional de enfermagem, no que se refere as técnicas necessárias no pós-operatório, bem como aprofundar a compreensão relacionada aos cuidados necessários ao paciente durante a utilização deste implante. Derivação Ventricular Externa é um sistema fechado de drenagem, usado em procedimento neurocirúrgico. Comumente é utilizado no tratamento e acompanhamento dos casos de hipertensão intracraniana, além de controle de drenagem liquórica em pacientes com complicações ventriculares e/ou tratamento de hemorragias. Analisa-se os principais cuidados nos pós cirúrgico e as intervenções de enfermagem e os cuidados com os curativos que pode desencadear complicações, baseando-se em material on-line, com a veracidade do mesmo. Entende-se que os cuidados de enfermagem são primordiais no pré e pós-operatório na (DVE), por se tratar de um procedimento de média a alta complexidade, e o caráter de indicação na maioria das classificações são de urgência.</p>



<p><strong>Palavras-chave: </strong>HIPERTENSÃO INTRACRÂNIANA(HIC); DERIVAÇÃO VENTRICULAR EXTERNA;(D.V.E.); PROCEDIMENTO NEUROLÓGICO; PRESSÃO INTRA-CRÂNIANA(PIC); TRAUMATISMO CRÂNIO ENCEFÁLICO(TCE); METHICILLIN RESISTANT STAPHYLOCOCCUS AUREUS (MRSA)</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autor:</h2>



<p>Roseilton Monteiro Do Nascimento</p>



<h2 class="wp-block-heading">Download:</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2022/05/ROSEILTON_MONTEIRO_DO_NASCIMENTO_TCC2.pdf" target="_blank" rel="noopener" data-wpel-link="internal"><img decoding="async" width="212" height="216" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2021/04/pdf.jpg" alt="" class="wp-image-2552"/></a></figure>
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		<title>Assistência de enfermagem ao paciente adulto acometido por covid-19 em unidade de terapia intensiva: uma revisão integrativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edição Jornal Tribuna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 May 2022 15:09:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Científicos]]></category>
		<category><![CDATA[Enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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<p><strong>INTRODUÇÂO: </strong>Traz os desafios enfrentados pela equipe de enfermagem na assistência prestada ao paciente com Covid-19 em UTI, com o objetivo de mostrar a realidade e demonstrar também algumas possíveis soluções<strong> MÉTODO: </strong>se trata de um artigo de revisão de literatura, com estudos dos últimos 3 anos, foram utilizados os DECS Assistência de Enfermagem, Covid-19, Unidade de Terapia Intensiva<strong> DESENVOLVIMENTO: </strong>Foi dividido em duas categorias nas quais se apresentam alguns problemas e a forma de trabalho da equipe dentro deste quadro <strong>CONCLUSÃO</strong>: A enfermagem ainda carece de estudos para que haja uma prestação de cuidados com embasamentos científicos para uma melhor assistência à saúde deste paciente.</p>



<p><strong>Palavras-chave: </strong>Assistência de Enfermagem. Covid 19. Unidade de Terapia Intensiva</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<p>Claudia Batista da Costa Leão</p>



<h2 class="wp-block-heading">Download:</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2022/05/TRIBUNA.pdf" target="_blank" rel="noopener" data-wpel-link="internal"><img decoding="async" width="212" height="216" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2021/04/pdf.jpg" alt="" class="wp-image-2552"/></a></figure>
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