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	<title>noticias-corporativas &#8211; Jornal Tribuna</title>
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	<description>O seu portal de notícias e artigos científicos</description>
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		<title>Bancos Brasileiros Perdem Trilhões ao Ignorar Economia da Longevidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gero.Health]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 12:35:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Autor de &#8220;Brasil 2060&#8221; aponta que mercado financeiro trata envelhecimento populacional como tema secundário enquanto setor movimenta US$ 45 trilhões globalmente São Paulo, 13 de maio de 2026 O Brasil envelhece em velocidade acelerada e o mercado financeiro ainda não acordou para o que isso significa em termos de negócio. Esse é o alerta de [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Autor de &#8220;Brasil 2060&#8221; aponta que mercado financeiro trata envelhecimento populacional como tema secundário enquanto setor movimenta US$ 45 trilhões globalmente</strong></p>



<p>São Paulo, 13 de maio de 2026</p>



<p>O Brasil envelhece em velocidade acelerada e o mercado financeiro ainda não acordou para o que isso significa em termos de negócio. Esse é o alerta de Willians Fiori, especialista em demografia e longevidade e autor do livro <em>Brasil 2060</em>, obra que mapeia a transformação silenciosa pela qual passa a sociedade brasileira. Enquanto bancos e instituições financeiras seguem oferecendo produtos genéricos para um público cada vez maior e mais diverso, uma das maiores oportunidades econômicas das próximas décadas segue sem ser aproveitada.</p>



<p>Os números são difíceis de ignorar. Em 2022, o Brasil registrava 32 milhões de pessoas com 60 anos ou mais. Segundo projeções demográficas apresentadas por Fiori, esse contingente chegará a 75 milhões em 2070, representando quase 38% da população total do país, uma fatia maior do que a população atual de toda a França.</p>



<p>&#8220;Isso não é detalhe demográfico. É mudança estrutural com impacto direto sobre consumo, saúde, trabalho, previdência e, especialmente, sobre o mercado financeiro&#8221;, afirma Fiori.</p>



<p><strong>Trilhões em jogo</strong></p>



<p>O fenômeno vai além das fronteiras brasileiras. A América Latina como um todo deve ter 280 milhões de pessoas com 50 anos ou mais até 2050. Segundo dados da AARP, organização americana de referência em estudos sobre longevidade, a chamada economia da longevidade movimentou US$ 45 trilhões em 2020, equivalente a 34% do PIB global. As projeções indicam que esse número pode saltar para US$ 118 trilhões até 2050, valor superior às economias combinadas dos Estados Unidos e da China nos dias de hoje.</p>



<p>Apesar disso, o mercado financeiro brasileiro ainda responde a essa demanda com produtos desenhados há décadas. O crédito consignado e os seguros genéricos seguem sendo as principais ofertas para um público que tem necessidades, projetos de vida e perfis de risco completamente distintos entre si.</p>



<p>&#8220;Os bancos seguem olhando para a maturidade pela lente estreita do consignado e do seguro genérico. Falta inteligência geracional&#8221;, critica Fiori.</p>



<p><strong>Cinco gerações, um mesmo erro</strong></p>



<p>Uma das distorções mais graves apontadas pelo especialista é a tendência de tratar todas as pessoas acima de 60 anos como um grupo homogêneo. No livro <em>Diversa IDADE</em>, escrito por Fiori em parceria com Tati Gracia, os autores defendem que cinco gerações convivem simultaneamente no trabalho, na família, no consumo e na vida cotidiana, mas sem necessariamente se compreender.</p>



<p>Na prática, as diferenças são profundas. Uma pessoa de 52 anos pode estar pagando a faculdade dos filhos enquanto cuida dos pais idosos. Uma de 68 pode estar na fase mais ativa e saudável da vida, viajando e reinvestindo patrimônio. Uma de 80 pode precisar, acima de tudo, de proteção patrimonial e instrumentos de defesa contra fraudes financeiras, que crescem de forma alarmante nessa faixa etária.</p>



<p>&#8220;São jornadas radicalmente diferentes, com riscos distintos e desejos que não cabem no mesmo produto de prateleira&#8221;, afirma Fiori.</p>



<p>O especialista chama atenção ainda para a feminização da longevidade. Mulheres vivem mais do que homens no Brasil e são maioria entre os idosos, mas chegam à maturidade com menor renda acumulada, carreiras mais fragmentadas pelas responsabilidades de cuidado e maior vulnerabilidade financeira no longo prazo. &#8220;Qual banco está desenhando produtos para essa vida real?&#8221;, questiona.</p>



<p><strong>Preconceito etário como barreira de negócio</strong></p>



<p>O próprio Banco Mundial já identificou os principais obstáculos para a inclusão financeira desse público: preconceito etário nos processos de desenvolvimento de produtos, ausência de dados segmentados por geração e inadequação das soluções disponíveis no mercado.</p>



<p>Para Fiori, o diagnóstico é direto. &#8220;Produto antigo com embalagem nova não é inovação&#8221;, afirma. A instituição financeira que compreender a longevidade de forma genuína terá condições de construir jornadas financeiras completas para cada fase da vida madura, transformando renda em proteção, patrimônio em autonomia e planejamento financeiro em liberdade real.</p>



<p><strong>Oportunidade ainda disponível</strong></p>



<p>O paradoxo apontado por Fiori é que, mesmo diante de dados tão expressivos, o espaço no mercado financeiro brasileiro voltado à longevidade segue amplamente disponível. Nenhuma instituição de grande porte consolidou ainda uma proposta de valor robusta e diferenciada para esse público.</p>



<p>&#8220;Quem tratar a maturidade como problema vai perder uma das maiores oportunidades econômicas das próximas décadas. Quem entender que longevidade é mercado, inovação e responsabilidade social ao mesmo tempo vai ocupar um espaço que está, por incrível que pareça, ainda aberto&#8221;, conclui o especialista.</p>



<p>A economia da longevidade não é tendência futura no Brasil. É realidade presente que cresce a cada ano, a cada nova safra de brasileiros que entram na maturidade com mais saúde, mais consciência financeira e mais poder de decisão do que as gerações anteriores. O relógio corre, e os bancos ainda não ouviram o alarme.</p>



<p><strong>Willians Fiori</strong></p>



<p>Especialista em Mercado de Longevidade desde 2003</p>



<p>Professor Pós-Graduação em Geriatria, Gerontologia e Mercados — Hospital Israelita Albert Einstein</p>



<p>Professor Convidado: FIA, UFRJ, PUC-SP e INSPER, FAAP</p>



<p>Autor dos Livros: Diversa-Idade, Brasil 2060,O cérebro que podemos proteger</p>



<p>Citado no livro Longevity Hub do MIT (Massachusetts Institute of Technology) como principal especialista brasileiro no tema</p>



<p>Premiado pela ONU Latin America e detentor do Selo Direitos Humanos da Prefeitura de São Paulo<br></p>



<p>Premiado pelo Premio Bstory Longevidade<br>Membro do conselho Europeu de Silver Economy</p>
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		<title>Terceiro Setor enfrenta ambiente mais exigente em governança e prestação de contas, e demanda por estrutura jurídica cresce </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 19:42:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-corporativas]]></category>
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					<description><![CDATA[São Paulo, 20 de abril de 2026&#160;&#8211; Especialistas apontam que organizações sem estrutura jurídica adequada podem enfrentar riscos relevantes em governança, execução e relação com o poder público. O Terceiro Setor vem passando por um movimento de maior exigência institucional e jurídica no Brasil. Nas últimas semanas, o tema voltou ao centro da agenda pública [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>São Paulo, 20 de abril de 2026</strong>&nbsp;&#8211; Especialistas apontam que organizações sem estrutura jurídica adequada podem enfrentar riscos relevantes em governança, execução e relação com o poder público.</p>



<p>O Terceiro Setor vem passando por um movimento de maior exigência institucional e jurídica no Brasil. Nas últimas semanas, o tema voltou ao centro da agenda pública com iniciativas voltadas ao fortalecimento do assessoramento jurídico de organizações da sociedade civil, à ampliação da agenda do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC) e ao aperfeiçoamento dos mecanismos de transparência, governança e prestação de contas nas parcerias com o poder público.</p>



<p>Na prática, esse cenário tem ampliado a pressão sobre organizações que atuam em projetos sociais, saúde, educação, assistência e outras frentes de interesse público. Hoje, a ausência de uma frente jurídica bem estruturada pode comprometer desde a modelagem de contratos e termos de parceria até a execução do objeto, a governança institucional e a capacidade de responder com segurança a exigências de controle e fiscalização.</p>



<p>Na avaliação do&nbsp;<a href="https://www.lacerdaepaulucci.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">escritório de advocacia Lacerda &amp; Paulucci</a>, um dos erros mais comuns é tratar o jurídico do Terceiro Setor como etapa acessória ou puramente documental. Em estruturas que dependem de parcerias públicas, repasses, execução continuada e prestação de contas, fragilidades jurídicas podem gerar insegurança institucional, dificuldade de sustentação operacional, vulnerabilidade em auditorias e entraves na continuidade dos projetos.</p>



<p>Além do aspecto regulatório, o ambiente recente também vem reforçando o peso da integridade e da governança nas relações institucionais. Em abril de 2026, a CGU voltou a destacar o fortalecimento da integridade privada e da articulação federativa em torno da aplicação de regras anticorrupção e contratações públicas, um contexto que dialoga diretamente com organizações e entidades que operam em parceria com o Estado ou em ambientes sensíveis de conformidade.</p>



<p>Nesse contexto, o Lacerda &amp; Paulucci reforça sua atuação no Terceiro Setor com a entrada estratégia de&nbsp;<a href="https://www.linkedin.com/in/maria-luiza-angelina-de-souza-424073146/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Maria Luiza Angelina de Souza</a>, advogada com experiência estratégica em Organizações da Sociedade Civil (OSCs) e Organizações Sociais de Saúde (OSSs). Mestre em Direito Civil Comparado pela PUC-SP, com especialização em Direito Médico e Hospitalar e formação complementar em Gestão e Projetos Sociais, Maria Luiza atua em consultoria jurídica voltada a contratos de gestão, termos de colaboração e de fomento, estruturação jurídica de projetos sociais, análise de riscos e governança institucional.</p>



<p>A chegada da advogada amplia a capacidade do escritório em uma frente que tende a ganhar ainda mais relevância à medida que o Terceiro Setor se torna mais demandado por previsibilidade, conformidade e segurança jurídica nas suas relações institucionais.</p>
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		<title>TROKZ amplia presença em Minas Gerais e anuncia nova unidade em Governador Valadares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 15:23:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-corporativas]]></category>
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					<description><![CDATA[A TROKZ, plataforma de trocas corporativas, segue avançando em Minas Gerais e anuncia a abertura de uma nova unidade em Governador Valadares, reforçando sua estratégia de expansão no estado. Com atuação consolidada há seis anos em território mineiro, a empresa atribui parte desse crescimento à forte aderência do mercado regional ao modelo de permuta corporativa, [&#8230;]]]></description>
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<p>A TROKZ, plataforma de trocas corporativas, segue avançando em Minas Gerais e anuncia a abertura de uma nova unidade em Governador Valadares, reforçando sua estratégia de expansão no estado. Com atuação consolidada há seis anos em território mineiro, a empresa atribui parte desse crescimento à forte aderência do mercado regional ao modelo de permuta corporativa, que alia geração de negócios, otimização de recursos e economia para as empresas.</p>



<p>A trajetória da <a href="https://trokz.com/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">TROKZ</a> em Minas começou em 2019, quando a empresa conquistou seu primeiro cliente em Belo Horizonte. A partir dessa operação inicial, a marca passou a crescer rapidamente por meio de indicações, em um movimento orgânico que demonstrou a receptividade do mercado local ao conceito da plataforma.</p>



<p>Ainda em 2019, diante do avanço da demanda e do potencial de expansão, os associados decidiram transformar a TROKZ em um negócio estruturado e comercializaram a primeira unidade na capital mineira. Desde então, a presença da empresa no estado vem se fortalecendo, acompanhando um ambiente empresarial que reconhece o valor estratégico das trocas corporativas.</p>



<p>“Minas recebeu muito bem a TROKZ. Estamos no estado há seis anos e o crescimento não para. O mineiro entende de permuta e gosta de economizar, mas também percebe o valor de fazer negócios de forma inteligente, conectando oportunidades e ampliando resultados”, destacam Márcio Oliveira e Cristiane Oliveira (foto), da TROKZ Uberaba.</p>



<p>A abertura da unidade em Governador Valadares marca mais um passo desse processo de interiorização e consolidação da marca em Minas Gerais. A empresa também já aponta Uberlândia como um mercado de interesse para futuras operações, dando continuidade ao plano de expansão regional.</p>



<p>Com foco em trocas corporativas, a TROKZ atua conectando empresas e criando possibilidades de negócios por meio de uma plataforma estruturada para gerar valor entre os participantes. O avanço da marca em Minas reforça não apenas a força do modelo, mas também a maturidade de um mercado que busca soluções mais eficientes, colaborativas e estratégicas para crescer.</p>



<p><strong>Sobre a TROKZ</strong></p>



<p>A TROKZ é uma plataforma de trocas corporativas voltada à conexão entre empresas, promovendo oportunidades de negócios por meio de permutas estruturadas. Com presença em Minas Gerais e trajetória de crescimento no estado, a empresa vem ampliando sua atuação e fortalecendo seu modelo de expansão regional.</p>
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		<title>Oil &#038; Gas amplia exigência de governança sobre terceiros em cenário de expansão da exploração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 14:40:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-corporativas]]></category>
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					<description><![CDATA[São Paulo, 10 de abril de 2026 — A retomada da agenda global de exploração em Oil &#38; Gas, somada à ampliação dos investimentos previstos no Brasil e ao aumento da sensibilidade socioambiental em novas fronteiras, tem elevado o nível de exigência sobre a governança da cadeia de fornecedores e terceiros. Em março de 2026, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>São Paulo, 10 de abril de 2026</strong> — A retomada da agenda global de exploração em <strong>Oil &amp; Gas</strong>, somada à ampliação dos investimentos previstos no Brasil e ao aumento da sensibilidade socioambiental em novas fronteiras, tem elevado o nível de exigência sobre a governança da cadeia de fornecedores e terceiros.</p>



<p>Em março de 2026, durante a <strong>CERAWeek</strong>, executivos de grandes companhias do setor voltaram a defender a exploração como eixo estratégico para recomposição de reservas. Segundo a Reuters, o movimento reflete a combinação entre demanda energética persistente, menor espaço para aquisições de grande porte e necessidade de segurança de abastecimento.</p>



<p>No Brasil, o tema também avança com materialidade. Em comunicado publicado em 23 de janeiro de 2026, a <strong>Agência Nacional do Petróleo</strong>, Gás Natural e Biocombustíveis informou que os investimentos previstos na fase de exploração podem chegar a US$ 1,2 bilhão entre 2026 e 2033, com estimativa de cerca de US$ 890 milhões já em 2026.</p>



<p>A expansão, porém, não amplia apenas a atividade, mas eleva o nível de cobrança sobre como essa atividade é conduzida. O debate em torno de novas fronteiras exploratórias, como a Margem Equatorial, reforça a pressão por critérios mais consistentes de governança, responsabilidade socioambiental, conformidade contratual e controle sobre terceiros.</p>



<p>Nesse contexto, em um setor exposto à pressão regulatória, à sensibilidade socioambiental e ao risco reputacional, operar com controles fragmentados passou a ter um custo mais alto. O problema deixa de ser apenas de eficiência e passa a ser de consistência em processos críticos.</p>



<p><strong>Por isso, a governança da cadeia de fornecedores ganha centralidade.</strong></p>



<p>Mais do que controlar documentos isolados, o setor passa a demandar estruturas capazes de sustentar uma gestão contínua sobre fornecedores, terceiros, contratos, riscos e evidências, com aderência a rotinas de SRM, CLM, TPRM e GRC.</p>



<p>A <a href="https://www.nashai.ai/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Nashai</a> se insere nesse contexto com uma proposta voltada à governança estruturada da cadeia de fornecedores, combinando plataforma e serviços especializados para dar mais consistência operacional, rastreabilidade e disciplina decisória a ambientes regulados.</p>



<p>Para empresas de Oil &amp; Gas, a questão deixa de ser apenas expandir projetos ou recompor reservas. Passa a ser sustentar essa expansão com governança real sobre terceiros, contratos e riscos, em um nível compatível com a criticidade da operação.</p>



<p><strong>Sobre a Nashai</strong></p>



<p>A <strong>Nashai</strong> é especializada em governança da cadeia de fornecedores, com foco em fornecedores, terceiros, contratos, riscos e conformidade. Por meio da <strong>plataforma SYM Supply</strong> e de serviços especializados, apoia organizações na estruturação de operações mais seguras, rastreáveis e aderentes a ambientes regulados.</p>



<p><strong>Links oficiais:</strong></p>



<p>Instagram: <a href="https://www.instagram.com/nashaioficial/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">https://www.instagram.com/nashaioficial/</a></p>



<p>Site: <a href="https://www.nashai.ai/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">https://www.nashai.ai/</a></p>



<p>LinkedIn: <a href="https://www.linkedin.com/company/nashaioficial/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">https://www.linkedin.com/company/nashaioficial/</a></p>
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		<title>Cheguei onde sempre quis. E agora? O vazio silencioso que cresce entre profissionais bem-sucedidos</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/cheguei-onde-sempre-quis-e-agora-o-vazio-silencioso-que-cresce-entre-profissionais-bem-sucedidos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Geovanna Veiga]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 19:35:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[noticias-corporativas]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante décadas, o sucesso foi definido por uma fórmula relativamente clara: construir carreira, alcançar estabilidade financeira, formar família e conquistar reconhecimento profissional. No entanto, para um número crescente de pessoas, atingir essas metas não tem sido suficiente para garantir uma sensação duradoura de realização.&#160; Estudos recentes apontam para um fenômeno cada vez mais discutido: o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center"></td></tr></tbody></table></figure>



<p>Durante décadas, o sucesso foi definido por uma fórmula relativamente clara: construir carreira, alcançar estabilidade financeira, formar família e conquistar reconhecimento profissional. No entanto, para um número crescente de pessoas, atingir essas metas não tem sido suficiente para garantir uma sensação duradoura de realização.<br>&nbsp;</p>



<p>Estudos recentes apontam para um fenômeno cada vez mais discutido: o questionamento do sentido da vida mesmo entre pessoas consideradas bem-sucedidas. Um levantamento da Harvard Graduate School of Education indica que 58% dos jovens adultos relatam ter passado por períodos com pouco ou nenhum senso de propósito. Já uma análise da plataforma de saúde mental Verywell Mind mostra que apenas cerca de um quarto dos adultos afirma ter clareza consistente sobre o próprio propósito de vida.<br>&nbsp;</p>



<p>Essa reflexão não se limita às gerações mais jovens. Profissionais em estágios avançados da carreira, após conquistarem estabilidade e reconhecimento, também relatam uma sensação recorrente: a percepção de que, apesar de todas as conquistas, algo essencial parece faltar.<br>&nbsp;</p>



<p>Para o estrategista de negócios e autor Saulo Nardelli, esse vazio está menos relacionado à ausência de resultados e mais a uma confusão comum na vida contemporânea, a associação entre conforto e propósito. “Muitas pessoas confundem o conforto com o propósito. Quando a vida parece confortável, isso pode ser interpretado como um sinal de que estamos no caminho certo. Mas conforto e propósito não são a mesma coisa”, afirma.<br>&nbsp;</p>



<p>Esse tipo de questionamento tem se intensificado em uma sociedade marcada por produtividade constante, hiperconectividade e pressão por desempenho. Nesse contexto, muitas pessoas constroem sua identidade com base em papéis sociais, como carreira, posição ou reconhecimento, e passam a revisitar essas escolhas ao longo do tempo.<br>&nbsp;</p>



<p><strong>A busca por sentido após as conquistas</strong><br>&nbsp;</p>



<p>Esse processo não implica, necessariamente, mudanças radicais de trajetória. Em muitos casos, trata-se de uma revisão interna e de uma nova interpretação da própria história, com o objetivo de alinhar carreira, projetos e relações a algo que faça mais sentido.<br>&nbsp;</p>



<p>Para Nardelli, crises profissionais ou existenciais nem sempre representam fracasso, mas podem indicar um desalinhamento interno entre conquistas externas e identidade pessoal. “Muitas das provações que dizemos viver são, na verdade, a nossa luta contra o nosso verdadeiro caminho”, conclui.<br>&nbsp;</p>



<p>Essas reflexões são aprofundadas no livro&nbsp;<em>“As 4 Chaves do Cristo”</em>, com lançamento previsto para junho pela Editora Gente. Na obra, Saulo Nardelli explora o momento de ruptura interior vivido por pessoas após alcançarem objetivos relevantes e propõe uma análise sobre identidade, consciência e propósito em uma sociedade orientada por resultados.<br><br>&nbsp;</p>
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		<title>Reforma tributária muda o jogo: imposto sai do fiscal e entra na decisão de compra — e expõe fragilidades do sistema financeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jennifer Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 02:19:28 +0000</pubDate>
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<p>A reforma tributária brasileira começa a produzir um efeito silencioso, mas profundo: <strong>o impacto dos impostos deixa de ser apenas contábil e passa a influenciar diretamente decisões operacionais</strong>. Áreas antes vistas como táticas — como procurement — assumem protagonismo estratégico dentro das empresas, tornando cada decisão de compra um fator determinante na formação de custo, crédito tributário e margem.</p>



<p>Essa transformação ocorre em paralelo a episódios recentes no sistema financeiro, como o caso do Banco Master, que expôs fragilidades relevantes na governança, transparência e gestão de risco. Mesmo que o sistema como um todo tenha absorvido o choque imediato, o episódio evidencia vulnerabilidades que podem gerar consequências graves se replicadas, funcionando como um alerta sobre a necessidade de maior rigor na supervisão e na análise de decisões financeiras.</p>



<p>Com a transição para o novo modelo tributário sobre consumo, liderado por tributos como IBS e CBS, <strong>o impacto fiscal deixa de se concentrar apenas na apuração e passa a ocorrer no momento da decisão de compra</strong>. Na prática, escolher um fornecedor passa a definir <strong>quanto crédito tributário será aproveitado</strong>, contratos impactam diretamente a <strong>formação de custo real</strong> e categorias de compra influenciam <strong>margem e competitividade</strong>. O imposto deixa de ser apenas uma consequência e passa a ser <strong>um fator de decisão</strong>.</p>



<p>Essa mudança altera profundamente a lógica empresarial. Se antes o foco estava em negociar preço, agora empresas precisam calcular o chamado <strong>“custo total tributário”</strong> — que incorpora eficiência fiscal, logística e financeira em uma única equação. A decisão econômica torna-se mais complexa e, ao mesmo tempo, mais determinante.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Decisão operacional e risco econômico</h2>



<p>Nesse cenário, procurement deixa de ser apenas operacional e passa a atuar no centro da estratégia corporativa. A integração com áreas como fiscal, financeira e supply chain é obrigatória, porque decisões aparentemente simples — como trocar um fornecedor — podem alterar o volume de créditos tributários, impactar fluxo de caixa e redefinir margens. Comprar mais barato, nesse contexto, pode significar pagar mais imposto ou assumir riscos ocultos.</p>



<p>Outro efeito relevante da reforma é o enfraquecimento da lógica que dominou o Brasil por décadas: a organização de cadeias produtivas baseada exclusivamente em incentivos fiscais. Com a tributação no destino, decisões passam a considerar <strong>eficiência logística, proximidade do mercado consumidor e custo operacional real</strong>, corrigindo distorções históricas, mas exigindo maior sofisticação na tomada de decisão.</p>



<p>O caso do Banco Master serve como alerta: mesmo instituições reguladas podem acumular vulnerabilidades quando decisões de risco são tomadas sem transparência ou supervisão adequada. Fraudes, operações de crédito mal avaliadas ou estruturas complexas podem gerar perdas significativas, mesmo que não resultem imediatamente em risco sistêmico. É um lembrete de que <strong>o problema não está apenas nas regras, mas na qualidade das decisões dentro do sistema financeiro</strong>.</p>



<p>Essa leitura crítica dialoga com interpretações históricas, como as de Karl Marx sobre crises bancárias no século XIX. Marx apontava que fraude e especulação não são acidentes, mas parte estrutural do funcionamento de certos sistemas financeiros. Embora o contexto seja diferente, a lógica de que decisões mal orientadas podem gerar fragilidades profundas se repete no Brasil contemporâneo.</p>



<p>No contexto da reforma tributária, essa perspectiva ganha relevância direta: a escolha de fornecedores, contratos e estruturas de compra passa a carregar impacto operacional e fiscal simultaneamente. Decisões equivocadas não são apenas comerciais, mas podem resultar em perdas tributárias significativas.</p>



<p>A reforma também amplia o alcance da gestão tributária dentro da operação. Decisões de compra deixam rastros claros do planejamento fiscal, reduzindo espaço para arbitragens, mas aumentando a exposição a erros estratégicos. Nesse ambiente, <strong>a dependência de dados estruturados se torna um diferencial competitivo</strong>, permitindo avaliar o impacto completo de cada decisão e proteger margens.</p>



<p>A reforma tributária, portanto, não apenas reorganiza o sistema de arrecadação, mas redefine o eixo da competitividade empresarial no Brasil. A eficiência deixa de depender de estruturas fiscais complexas e passa a estar diretamente ligada à qualidade das decisões operacionais, assim como a solidez do sistema financeiro depende da transparência e da governança.</p>



<p>A combinação entre reforma tributária e um ambiente econômico mais exigente cria uma nova realidade: decisões empresariais estão cada vez mais expostas, mensuráveis e determinantes para o resultado final. O imposto deixa de ser apenas uma obrigação e passa a integrar o processo de geração de valor, enquanto o caso do Banco Master lembra que fragilidades sistêmicas podem emergir quando decisões estratégicas são tomadas sem rigor.</p>



<p>No fim, a mensagem é clara: <strong>no novo Brasil tributário, comprar bem não é apenas pagar menos — é decidir melhor, e tomar decisões conscientes é a chave para proteger tanto margens quanto a solidez do sistema financeiro.</strong></p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>Mercado financeiro em pleito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucas Dias Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 17:54:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-corporativas]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado de ações brasileiro atravessa um momento marcado por uma combinação de recuperação estrutural e elevada sensibilidade a fatores políticos e macroeconômicos. Após um período prolongado de juros elevados, inflação pressionada e crescimento econômico moderado, a bolsa brasileira passou a incorporar, de forma gradual, expectativas mais favoráveis relacionadas ao ciclo econômico doméstico e ao [&#8230;]]]></description>
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<p>O mercado de ações brasileiro atravessa um momento marcado por uma combinação de recuperação estrutural e elevada sensibilidade a fatores políticos e macroeconômicos. Após um período prolongado de juros elevados, inflação pressionada e crescimento econômico moderado, a bolsa brasileira passou a incorporar, de forma gradual, expectativas mais favoráveis relacionadas ao ciclo econômico doméstico e ao cenário internacional. A precificação atual dos ativos reflete, em grande medida, a perspectiva de normalização monetária ao longo do tempo, a atratividade relativa dos múltiplos das empresas brasileiras quando comparadas a outros mercados emergentes e a possibilidade de retomada do fluxo de capital estrangeiro em busca de maior retorno ajustado ao risco.</p>



<p>Apesar desse viés construtivo, o desempenho do mercado acionário no Brasil continua fortemente condicionado à percepção de risco fiscal e institucional. A trajetória das contas públicas, a credibilidade do arcabouço fiscal e a capacidade do governo de manter previsibilidade econômica são fatores centrais para a formação de expectativas dos investidores. Em um ambiente como esse, a bolsa tende a apresentar movimentos de alta quando há sinalização de disciplina fiscal e estabilidade política, mas reage de forma negativa e rápida diante de qualquer deterioração dessas variáveis. Assim, a crescente observada no mercado não é linear, sendo frequentemente interrompida por episódios de volatilidade associados à incerteza doméstica.</p>



<p>É nesse contexto que o ciclo eleitoral assume papel relevante. As eleições presidenciais no Brasil tradicionalmente funcionam como um importante catalisador de volatilidade no mercado de ações, não apenas pelo resultado em si, mas principalmente pela incerteza que antecede o pleito. Durante o período pré-eleitoral, investidores tendem a adotar uma postura mais cautelosa, reduzindo exposição a ativos de risco, adiando decisões de investimento e exigindo maior prêmio para alocar recursos no país. Esse comportamento decorre do receio de mudanças abruptas na condução da política econômica, especialmente no que diz respeito à política fiscal, à regulação de setores estratégicos e ao relacionamento do país com o capital estrangeiro.</p>



<p>A interferência das eleições na dinâmica da bolsa ocorre, portanto, muito mais pela expectativa do que por ações concretas. Discursos de campanha, propostas econômicas e sinais de alinhamento ou afastamento em relação a princípios como responsabilidade fiscal, autonomia das instituições e respeito a contratos têm impacto direto sobre o valuation das empresas listadas. Candidatos percebidos como mais comprometidos com estabilidade macroeconômica tendem a ser associados a uma redução do risco-país, o que favorece a valorização dos ativos. Em contrapartida, agendas vistas como expansionistas do ponto de vista fiscal, intervencionistas ou pouco previsíveis costumam provocar abertura de prêmios de risco, desvalorização da bolsa e saída de capital estrangeiro, ao menos no curto prazo.</p>



<p>Os efeitos eleitorais não se distribuem de forma homogênea entre os setores da economia. O setor financeiro, por exemplo, é particularmente sensível às expectativas em relação à política fiscal e monetária. Bancos e instituições de crédito reagem diretamente a mudanças na percepção de risco soberano, uma vez que essas influenciam o custo de captação, o nível de inadimplência e as margens de intermediação financeira. Da mesma forma, setores ligados ao consumo doméstico, como varejo e bens duráveis, são impactados tanto pelo nível de confiança do consumidor quanto pela perspectiva de renda, emprego e crédito, variáveis que tendem a oscilar em períodos de incerteza política.</p>



<p>Empresas estatais ou fortemente reguladas constituem outro grupo especialmente vulnerável ao ciclo eleitoral. Alterações na governança, na política de preços ou nas regras regulatórias podem afetar de forma significativa a rentabilidade e o valor dessas companhias, fazendo com que seus papéis apresentem maior volatilidade em anos de eleição. Por outro lado, setores exportadores e empresas ligadas a commodities, como mineração, papel e celulose e agronegócio, tendem a ser relativamente menos dependentes do cenário político doméstico, embora ainda sofram influência indireta por meio do câmbio, da política comercial e da percepção geral de risco do país.</p>



<p>Em ambientes eleitorais mais turbulentos, observa-se também uma rotação setorial em direção a ativos considerados defensivos, como empresas com geração de caixa estável e histórico consistente de pagamento de dividendos. Esses ativos passam a desempenhar um papel de proteção relativa dentro das carteiras, servindo como instrumento de preservação de capital enquanto o cenário político não se define com maior clareza. Ainda assim, mesmo esses setores não ficam completamente imunes à volatilidade sistêmica que caracteriza períodos de elevada incerteza institucional.</p>
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		<title>Sensedia dobra receita com parceiros e consolida crescimento no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Tancler]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 23:09:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-corporativas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Sensedia, multinacional brasileira especializada em APIs e integrações, registrou 100% de crescimento na receita proveniente de seu programa de parceiros em 2025 e 25% de crescimento global da companhia. O desempenho é resultado da combinação entre a estratégia de parcerias, o lançamento de novos produtos e a expansão do Open Finance ao longo do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <a href="https://www.sensedia.com.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Sensedia</a>, multinacional brasileira especializada em APIs e integrações, registrou 100% de crescimento na receita proveniente de seu programa de parceiros em 2025 e 25% de crescimento global da companhia. O desempenho é resultado da combinação entre a estratégia de parcerias, o lançamento de novos produtos e a expansão do Open Finance ao longo do ano, que sustentam a visão estratégica da empresa para o futuro, expressa pela missão de “habilitar um mundo mais digital, conectado e aberto&#8221;.</p>



<p>Com a expansão contínua nas Américas e as primeiras iniciativas no sudeste asiático, a companhia direciona seus investimentos para inovações que vão definir a próxima onda do ecossistema digital.</p>



<p><strong>Visão estratégica: Governança, IA e Arquiteturas Complexas</strong></p>



<p>Projetando o próximo ciclo de crescimento, a companhia planeja repetir em 2026 o forte crescimento obtido com parceiros e reforça seu posicionamento de liderança em governança, fator crítico em ambientes cada vez mais complexos.</p>



<p>O planejamento para 2026 e adiante está fortemente orientado ao futuro do mercado, com foco em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Governança de Agentes de IA:</strong> Com o desenvolvimento do <em>AI Gateway</em>, a empresa se antecipa ao aumento do consumo de APIs projetado pelo Gartner® (30% até 2028, impulsionado pelos agentes de IA), garantindo segurança e controle sobre a nova fronteira de integrações.</li>



<li><strong>Gestão de APIs em Múltiplos Gateways:</strong> A plataforma de API Management da Sensedia foi classificada com a pontuação máxima pelo Critical Capabilities do Gartner® em gestão e governança de APIs em múltiplos gateways, essenciais para gerenciar arquiteturas em ambientes mais complexos, agentes distribuídos e <em>MCP servers</em> encapsulando bancos de dados.</li>
</ul>



<p>Kleber Bacili, CEO e Cofundador da Sensedia, destaca a importância da governança nesse futuro. &#8220;Em um futuro com ambientes mais complexos, como múltiplos gateways, agentes em diversas plataformas e MCP&nbsp;<em>servers</em>, a Governança se torna fator crítico. Nossa posição de liderança nessa capacidade nos coloca bem posicionados para impulsionar a estratégia digital na América Latina e além.&#8221;</p>



<p><strong>Reconhecimento global como propulsor do futuro</strong></p>



<p>O reconhecimento da Sensedia como&nbsp;<em>Challenger</em>&nbsp;no Quadrante Mágico™ do Gartner® em 2025, e o Top 1 mundial em Governança no relatório&nbsp;<em>Critical Capabilities</em>&nbsp;da consultoria, reforçam a capacidade da companhia em avançar para modelos de&nbsp;<em>Federated API Governance</em>, o alicerce para as inovações futuras.</p>



<p>Marcilio Oliveira, Co-fundador da Sensedia, complementa o desafio estratégico. &#8220;Em 2025, enfrentamos o duplo desafio de executar nosso core com excelência e, simultaneamente, construir inovações, com as plataformas de IA e Multigateway. O mercado está passando por uma transformação que exige que sejamos protagonistas nessa mudança em 2026&#8221;, afirma.</p>



<p><strong>Open Finance: de protagonista local a expansão global</strong></p>



<p>O Open Finance, movimento no qual a Sensedia atuou como consultora de confiança&nbsp; da Estrutura Inicial do Open Finance Brasil junto ao Banco Central, serve como um importante catalisador de crescimento e modelo para a expansão internacional. A empresa acompanha de perto o amadurecimento regulatório na América Latina (com destaque para Chile e Colômbia) e no Sudeste Asiático.</p>



<p>A expansão da Sensedia para essas regiões tem fortalecido a maturidade do Open Finance &nbsp; ao apoiar instituições financeiras na adoção de arquiteturas abertas, padronização técnica e governança de APIs. Nos países latino-americanos, a empresa contribui para acelerar a interoperabilidade entre bancos, fintechs e novos&nbsp;<em>players</em>&nbsp;digitais. Já na Malásia, a atuação da Sensedia impulsiona iniciativas de transformação digital e integrações seguras.</p>



<p><strong>A base de 2025 e a escala para 2026: crescimento e alianças-chave</strong></p>



<p>O crescimento global de 25% no último ano foi impulsionado por investimentos estratégicos nas parcerias com&nbsp;<em>cloud providers</em>&nbsp;como AWS e Oracle OCI, bem como em alianças estratégicas com Stefanini, MC4 e Squadra. Além disso, a evolução da regulação de Open Finance e Open Insurance e o aumento da demanda no cenário de Inteligência Artificial aceleraram a adoção de IPaaS e API Management. Entre os clientes que aceleraram suas jornadas digitais com a Sensedia no período estão Aeromexico, Serasa, CMF (Chile), Banco Inter e Ebanx.</p>
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		<title>Rumo à insegurança: a ferrovia transformada em zona de risco</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2025/12/rumo-a-inseguranca-a-ferrovia-transformada-em-zona-de-risco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luana Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 18:32:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-corporativas]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[Por José Claudinei Messias, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Ferroviários da Zona Sorocabana A cena, chocante, parece saída de um filme de terror: com 13 vagões em chamas, um trem corta a noite, colocando em risco a vida de trabalhadores e de moradores da região, além de ameaçar veículos, residências próximas e a mata fechada da Serra [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Por José Claudinei Messias, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Ferroviários da Zona Sorocabana</em><br> <br>A cena, chocante, parece saída de um filme de terror: com 13 vagões em chamas, um trem corta a noite, colocando em risco a vida de trabalhadores e de moradores da região, além de ameaçar veículos, residências próximas e a mata fechada da Serra do Mar. Parece coisa de cinema, mas é apenas mais um episódio em que a falha na segurança pública invade o cotidiano da Baixada Santista, no Estado de São Paulo. Na última quarta-feira (26), um incêndio criminoso atingiu uma composição ferroviária em Cubatão.<br> <br>Durante mais de doze horas, equipes do Corpo de Bombeiros atuaram para conter o fogo no trem da Rumo, que transportava celulose. Felizmente, ninguém ficou ferido – e isso, diante do histórico recente, chega a ser surpreendente. Ataques criminosos a trens tornaram-se recorrentes na região: somente nos últimos dois meses, há registro de outras seis ocorrências semelhantes ao longo do trecho ferroviário que corta o litoral Sul e se conecta ao Porto de Santos.<br> <br>Esse cenário é resultado direto de dois fatores centrais. O primeiro é a fragilidade no combate ao crime. De janeiro a setembro deste ano, na Baixada, a Secretaria de Segurança Pública do Estado registrou mais de 33 mil casos de roubos e furtos. Os números evidenciam que o efetivo policial é insuficiente para prevenir e investigar esses delitos, o que é agravado pelas baixa remuneração das polícias paulistas, entre as piores do país.<br> <br>O segundo fator é a dificuldade da empresa Rumo de garantir a segurança dos seus próprios trabalhadores, que são representados pelo Sindicato dos Trabalhadores Ferroviários da Zona Sorocabana. Não se trata de um problema recente. Há anos denunciamos o descaso da empresa com a integridade física e psicológica dos ferroviários.<br> <br>Assaltos, invasões de vagões e ameaças já foram amplamente noticiados e discutidos exaustivamente em reuniões com a empresa, sempre na tentativa de construir soluções concretas. Até agora, porém, nenhuma medida realmente eficaz foi implementada. Em maio deste ano, uma guarnição da segurança privada foi alvo de disparos de arma de fogo – um fato gravíssimo que escancara o nível de vulnerabilidade da operação.<br> <br>A falta de uma ação efetiva da empresa e o descaso do Governo do Estado de São Paulo ultrapassou todos os limites. Diante da omissão reiterada, em outra ocasião, nós, do Sindicato, recorremos inclusive ao Ministério Público do Trabalho (MPT), buscando assegurar o mínimo: dignidade e respeito a profissionais que desempenham um papel essencial para a logística nacional.<br> <br>É paradoxal que uma empresa, considerada uma das maiores do setor logístico brasileiro, detentora de resultados expressivos e lucros elevados, sustente esse desempenho à custa do trabalho incansável de ferroviários sistematicamente expostos à violência. São esses trabalhadores que garantem o cumprimento dos contratos, o funcionamento da cadeia produtiva e a competitividade do país – e não merecem enfrentar o medo como parte da rotina, em especial nesse trecho de pouco mais de 25 km na Baixada Santista, que liga ao principal Porto da América do Sul e é considerado o mais inseguro e perigoso do país.<br> <br>A sensação entre os ferroviários é de abandono. Diariamente, eles iniciam a jornada sem saber se voltarão para casa em segurança. Trabalham sob tensão constante, expostos a riscos que extrapolam qualquer limite aceitável. Até que ações firmes e efetivas sejam adotadas, cada viagem seguirá como uma roleta russa – na qual a coragem dos trabalhadores tenta compensar a proteção que lhes vem sendo negada.</p>
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		<title>Sonepar pretende recrutar 40% mais mulheres por ano até 2028</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Geovanna Veiga]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 00:18:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[noticias-corporativas]]></category>
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					<description><![CDATA[Na América do Sul, 38% do quadro da empresa é composto por mulheres; No Brasil, elas representam 40% da força de trabalho, com 25% em cargos de liderança A presença feminina no setor elétrico cresce de forma consistente, e a Sonepar, líder global na distribuição B2B de materiais elétricos, soluções e serviços, demonstra como a [&#8230;]]]></description>
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<p class="has-text-align-center"><em>Na América do Sul, 38% do quadro da empresa é composto por mulheres; No Brasil, elas representam 40% da força de trabalho, com 25% em cargos de liderança</em></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center"></td></tr></tbody></table></figure>



<p>A presença feminina no setor elétrico cresce de forma consistente, e a Sonepar, líder global na distribuição B2B de materiais elétricos, soluções e serviços, demonstra como a diversidade é um motor de inovação e transformação cultural. Hoje, 38% do quadro da empresa na América do Sul é composto por mulheres; no Brasil elas representam 40% da força de trabalho e ocupam 25% dos cargos de liderança. </p>



<p>A companhia mantém metas claras de diversidade, acompanha indicadores regionais e pretende recrutar 40% mais mulheres anualmente até 2028, consolidando a transformação cultural do grupo. Além disso, promove iniciativas que vão desde programas de capacitação técnica até ações de liderança inclusiva, fortalecendo a participação feminina em todos os níveis hierárquicos.<br> </p>



<p style="max-width:1955px;margin-top:-12px;margin-bottom:13px">Edna Rocha, Diretora de Recursos Humanos da Sonepar América do Sul, reforça que o compromisso vai além de políticas internas, refletindo o propósito global da empresa de gerar oportunidades, reconhecer talentos e criar condições para que as mulheres ocupem papéis estratégicos no setor elétrico. “Acreditamos que a diversidade e a inclusão são pilares essenciais para impulsionar o progresso e construir um ambiente de trabalho inovador e sustentável”, afirma.</p>



<p>Para consolidar essa cultura, a Sonepar oferece programas específicos voltados às mulheres, combinando formação técnica, autoconhecimento e liderança. Entre as iniciativas na América do Sul, destaca-se o “LiderElas”, voltado ao fortalecimento da liderança feminina, o “Sou Mulher, Sou Eletricista”, que concede bolsas de capacitação em elétrica, cursos práticos de elétrica básica, workshops de liderança inclusiva e a Jornada de Diversidade, Equidade e Inclusão, que estimula engajamento e conscientização sobre práticas inclusivas.</p>



<p>“Os resultados comprovam o impacto dessas ações, uma vez que a representatividade feminina em cargos estratégicos aumenta ano após ano, com mulheres liderando áreas de Recursos Humanos, Finanças, Sustentabilidade, Operações e Tecnologia”, acrescenta Edna.</p>



<p>O setor elétrico ainda é predominantemente masculino, mas a empresa acredita que a equidade é estratégica para inovação e sustentabilidade. “Ampliar a representatividade exige transformar políticas em práticas reais, expandir programas de mentoria e sensibilizar lideranças. Inspirar outras mulheres é essencial para mostrar que o setor elétrico é um espaço de oportunidades para quem tem talento, curiosidade e vontade de evoluir”, finaliza.<br></p>



<p><strong>Sobre a Sonepar</strong><br><br>A Sonepar é uma empresa familiar e independente, líder mundial na distribuição B2B de materiais elétricos, soluções e serviços. Em 2024, o Grupo registrou vendas globais de 32.5 bilhões de euros. Presente em 40 países com mais de 46 mil colaboradores, a Sonepar lidera uma transformação ambiciosa ao proporcionar aos seus clientes uma experiência omnichannel e soluções sustentáveis para os setores da construção civil, indústria e energia. A atuação da Sonepar é orientada por seu propósito: “Impulsionar o Progresso para as Futuras Gerações.”</p>
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