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	<title>Marketing &#8211; Jornal Tribuna</title>
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	<description>O seu portal de notícias e artigos científicos</description>
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		<title>Bancos Brasileiros Perdem Trilhões ao Ignorar Economia da Longevidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gero.Health]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 12:35:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Autor de &#8220;Brasil 2060&#8221; aponta que mercado financeiro trata envelhecimento populacional como tema secundário enquanto setor movimenta US$ 45 trilhões globalmente São Paulo, 13 de maio de 2026 O Brasil envelhece em velocidade acelerada e o mercado financeiro ainda não acordou para o que isso significa em termos de negócio. Esse é o alerta de [&#8230;]]]></description>
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<h1 class="wp-block-heading"></h1>



<p><strong>Autor de &#8220;Brasil 2060&#8221; aponta que mercado financeiro trata envelhecimento populacional como tema secundário enquanto setor movimenta US$ 45 trilhões globalmente</strong></p>



<p>São Paulo, 13 de maio de 2026</p>



<p>O Brasil envelhece em velocidade acelerada e o mercado financeiro ainda não acordou para o que isso significa em termos de negócio. Esse é o alerta de Willians Fiori, especialista em demografia e longevidade e autor do livro <em>Brasil 2060</em>, obra que mapeia a transformação silenciosa pela qual passa a sociedade brasileira. Enquanto bancos e instituições financeiras seguem oferecendo produtos genéricos para um público cada vez maior e mais diverso, uma das maiores oportunidades econômicas das próximas décadas segue sem ser aproveitada.</p>



<p>Os números são difíceis de ignorar. Em 2022, o Brasil registrava 32 milhões de pessoas com 60 anos ou mais. Segundo projeções demográficas apresentadas por Fiori, esse contingente chegará a 75 milhões em 2070, representando quase 38% da população total do país, uma fatia maior do que a população atual de toda a França.</p>



<p>&#8220;Isso não é detalhe demográfico. É mudança estrutural com impacto direto sobre consumo, saúde, trabalho, previdência e, especialmente, sobre o mercado financeiro&#8221;, afirma Fiori.</p>



<p><strong>Trilhões em jogo</strong></p>



<p>O fenômeno vai além das fronteiras brasileiras. A América Latina como um todo deve ter 280 milhões de pessoas com 50 anos ou mais até 2050. Segundo dados da AARP, organização americana de referência em estudos sobre longevidade, a chamada economia da longevidade movimentou US$ 45 trilhões em 2020, equivalente a 34% do PIB global. As projeções indicam que esse número pode saltar para US$ 118 trilhões até 2050, valor superior às economias combinadas dos Estados Unidos e da China nos dias de hoje.</p>



<p>Apesar disso, o mercado financeiro brasileiro ainda responde a essa demanda com produtos desenhados há décadas. O crédito consignado e os seguros genéricos seguem sendo as principais ofertas para um público que tem necessidades, projetos de vida e perfis de risco completamente distintos entre si.</p>



<p>&#8220;Os bancos seguem olhando para a maturidade pela lente estreita do consignado e do seguro genérico. Falta inteligência geracional&#8221;, critica Fiori.</p>



<p><strong>Cinco gerações, um mesmo erro</strong></p>



<p>Uma das distorções mais graves apontadas pelo especialista é a tendência de tratar todas as pessoas acima de 60 anos como um grupo homogêneo. No livro <em>Diversa IDADE</em>, escrito por Fiori em parceria com Tati Gracia, os autores defendem que cinco gerações convivem simultaneamente no trabalho, na família, no consumo e na vida cotidiana, mas sem necessariamente se compreender.</p>



<p>Na prática, as diferenças são profundas. Uma pessoa de 52 anos pode estar pagando a faculdade dos filhos enquanto cuida dos pais idosos. Uma de 68 pode estar na fase mais ativa e saudável da vida, viajando e reinvestindo patrimônio. Uma de 80 pode precisar, acima de tudo, de proteção patrimonial e instrumentos de defesa contra fraudes financeiras, que crescem de forma alarmante nessa faixa etária.</p>



<p>&#8220;São jornadas radicalmente diferentes, com riscos distintos e desejos que não cabem no mesmo produto de prateleira&#8221;, afirma Fiori.</p>



<p>O especialista chama atenção ainda para a feminização da longevidade. Mulheres vivem mais do que homens no Brasil e são maioria entre os idosos, mas chegam à maturidade com menor renda acumulada, carreiras mais fragmentadas pelas responsabilidades de cuidado e maior vulnerabilidade financeira no longo prazo. &#8220;Qual banco está desenhando produtos para essa vida real?&#8221;, questiona.</p>



<p><strong>Preconceito etário como barreira de negócio</strong></p>



<p>O próprio Banco Mundial já identificou os principais obstáculos para a inclusão financeira desse público: preconceito etário nos processos de desenvolvimento de produtos, ausência de dados segmentados por geração e inadequação das soluções disponíveis no mercado.</p>



<p>Para Fiori, o diagnóstico é direto. &#8220;Produto antigo com embalagem nova não é inovação&#8221;, afirma. A instituição financeira que compreender a longevidade de forma genuína terá condições de construir jornadas financeiras completas para cada fase da vida madura, transformando renda em proteção, patrimônio em autonomia e planejamento financeiro em liberdade real.</p>



<p><strong>Oportunidade ainda disponível</strong></p>



<p>O paradoxo apontado por Fiori é que, mesmo diante de dados tão expressivos, o espaço no mercado financeiro brasileiro voltado à longevidade segue amplamente disponível. Nenhuma instituição de grande porte consolidou ainda uma proposta de valor robusta e diferenciada para esse público.</p>



<p>&#8220;Quem tratar a maturidade como problema vai perder uma das maiores oportunidades econômicas das próximas décadas. Quem entender que longevidade é mercado, inovação e responsabilidade social ao mesmo tempo vai ocupar um espaço que está, por incrível que pareça, ainda aberto&#8221;, conclui o especialista.</p>



<p>A economia da longevidade não é tendência futura no Brasil. É realidade presente que cresce a cada ano, a cada nova safra de brasileiros que entram na maturidade com mais saúde, mais consciência financeira e mais poder de decisão do que as gerações anteriores. O relógio corre, e os bancos ainda não ouviram o alarme.</p>



<p><strong>Willians Fiori</strong></p>



<p>Especialista em Mercado de Longevidade desde 2003</p>



<p>Professor Pós-Graduação em Geriatria, Gerontologia e Mercados — Hospital Israelita Albert Einstein</p>



<p>Professor Convidado: FIA, UFRJ, PUC-SP e INSPER, FAAP</p>



<p>Autor dos Livros: Diversa-Idade, Brasil 2060,O cérebro que podemos proteger</p>



<p>Citado no livro Longevity Hub do MIT (Massachusetts Institute of Technology) como principal especialista brasileiro no tema</p>



<p>Premiado pela ONU Latin America e detentor do Selo Direitos Humanos da Prefeitura de São Paulo<br></p>



<p>Premiado pelo Premio Bstory Longevidade<br>Membro do conselho Europeu de Silver Economy</p>
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		<title>O fim da &#8220;era do conteúdo&#8221; e o início da &#8220;era do posicionamento&#8221;: por que especialistas experientes estão ficando invisíveis no digital?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Davi Paes e Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 10:09:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[Especialista aponta como a transição do currículo para a narrativa é a chave para recuperar autoridade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Existe uma lacuna entre a competência real e a autoridade percebida no digital. Profissionais experientes, com décadas de resultados, acabam sendo ofuscados por novas vozes que dominam melhor a dinâmica atual. O ponto central é que a autoridade não é mais um título avaliado pelo tempo de carreira, mas um reconhecimento dado a quem consegue traduzir complexidade em valor. Ter um repertório sólido é fundamental, mas sem uma narrativa que o sustente, esse conhecimento permanece invisível para o novo mercado.</p>



<p>De acordo com a estrategista Mafe Sant’Anna, criadora do The Espresso Martini Method™, o problema de profissionais com uma grande bagagem não é a falta de postagens, mas a falha crítica na tradução do currículo para a narrativa. O mercado digital atingiu um ponto de saturação em que produzir conteúdo já não é mais um diferencial competitivo, mas um pré-requisito básico.&nbsp;</p>



<p>Um fenômeno silencioso tem intrigado o setor: profissionais com currículos extensos, resultados comprovados e anos de experiência no mercado offline estão perdendo espaço para perfis tecnicamente mais rasos, porém posicionados de forma mais estratégica. De acordo com dados do LinkedIn de 2025, enquanto o volume de postagens cresceu 45% ano a ano, o engajamento médio por post caiu 28% para perfis com mais de 10 anos de experiência, favorecendo criadores com narrativas claras e posicionamento único.</p>



<p>O mercado está vivendo a transição da “Era do Conteúdo” para a “Era do Posicionamento”. &#8220;O especialista experiente chega ao digital tentando traduzir seu currículo, quando o que ele precisa é estruturar uma narrativa. O currículo fala muito sobre o passado, enquanto o posicionamento foca em como o mercado percebe o seu valor agora&#8221;, afirma Mafe Sant’Anna.</p>



<p>Para resolver isso, a especialista desenvolveu o The Espresso Martini Method™. O nome, inspirado em um clássico sofisticado, reflete a essência da metodologia: clareza, sistema e alívio. Diferentemente de cursos de marketing que ensinam táticas isoladas, o método opera na base. Essa metodologia funciona como um sistema de destilação do repertório do profissional, transformando anos de bagagem em uma estrutura narrativa que a Inteligência Artificial pode escalar sem perder a essência.</p>



<p>O principal erro de quem possui um repertório é acreditar que o digital exige mais esforço. O cliente ideal do The Espresso Martini Method™ geralmente já testou diferentes formas, contratou agências, seguiu roteiros prontos e usou IA de forma superficial. O resultado é quase sempre o mesmo: obter um conteúdo genérico com acabamento bonito, que não representa a autoridade real do profissional.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/05/A-tese-de-Mafe-SantAnna-tem-o-principio-de-que-o-problema-e-a-estrutura-e-nao-o-conteudo-683x1024.jpg" alt="A tese de Mafe Sant’Anna tem o princípio de que o problema é a estrutura, e não o conteúdo" class="wp-image-201734" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/05/A-tese-de-Mafe-SantAnna-tem-o-principio-de-que-o-problema-e-a-estrutura-e-nao-o-conteudo-683x1024.jpg 683w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/05/A-tese-de-Mafe-SantAnna-tem-o-principio-de-que-o-problema-e-a-estrutura-e-nao-o-conteudo-200x300.jpg 200w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/05/A-tese-de-Mafe-SantAnna-tem-o-principio-de-que-o-problema-e-a-estrutura-e-nao-o-conteudo-768x1152.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/05/A-tese-de-Mafe-SantAnna-tem-o-principio-de-que-o-problema-e-a-estrutura-e-nao-o-conteudo-1024x1536.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/05/A-tese-de-Mafe-SantAnna-tem-o-principio-de-que-o-problema-e-a-estrutura-e-nao-o-conteudo-696x1044.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/05/A-tese-de-Mafe-SantAnna-tem-o-principio-de-que-o-problema-e-a-estrutura-e-nao-o-conteudo-1068x1602.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/05/A-tese-de-Mafe-SantAnna-tem-o-principio-de-que-o-problema-e-a-estrutura-e-nao-o-conteudo.jpg 1344w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">A tese de Mafe Sant’Anna tem o princípio de que o problema é a estrutura, e não o conteúdo</figcaption></figure>



<p>&#8220;Existe um incômodo silencioso. O profissional abre o próprio perfil e não se reconhece. Ele sente que é muito melhor do que aparenta ser. Essa dor não é apenas profissional, é de autenticidade, porque o digital virou a régua de valor do mercado moderno&#8221;, explica a estrategista. Essa virada reflete uma tendência de comunicação, transformando a forma como o valor é percebido no mercado atual. O digital se tornou uma extensão direta da reputação profissional, deixando de ser apenas um canal de exposição. E nesse contexto, não basta apenas ser bom no que faz, é necessário ser percebido por isso.</p>



<p>A tese de Mafe Sant’Anna tem o princípio de que o problema é a estrutura, e não o conteúdo. Enquanto a maioria das consultorias foca na execução – ou seja, no que postar a cada dia, o método desenvolvido pela estrategista foca no sistema que sustenta a autoridade. A mudança de paradigma exige que o profissional substitua o improviso pelo sistema, parando de apenas &#8220;tentar postar&#8221; para operar um posicionamento estratégico. É fundamental manter a fidelidade à identidade, utilizando tecnologia e IA para ganhar escala sem colocar em risco a essência construída em anos de carreira. Tudo isso culmina no alinhamento de percepção, garantindo que o perfil digital sustente o nível de uma consultoria ou reunião de alto padrão.</p>



<p><strong>Sobre o The Espresso Martini Method™</strong></p>



<p>O The Espresso Martini Method™ é um método autoral criado por Mafe Sant’Anna que integra branding pessoal, estratégia de conteúdo e inteligência artificial para estruturar a presença digital de especialistas. A metodologia parte da construção de identidade e posicionamento antes da produção de conteúdo e evolui para um sistema operacional com uso de agentes de IA que funciona como um segundo cérebro, ajudando a transformar essa clareza em conteúdo consistente.</p>
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		<title>Busca por &#8220;presente de Dia das Mães&#8221; no Google chega ao pico máximo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[alicebachiega]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 17:39:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<category><![CDATA[buscas no google]]></category>
		<category><![CDATA[dia das mães]]></category>
		<category><![CDATA[do follow]]></category>
		<category><![CDATA[presente de dia das mães]]></category>
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					<description><![CDATA[Análise da Do Follow aponta oportunidade estratégica para marcas que investirem em visibilidade digital antes da data Com o Dia das Mães se aproximando – celebrado no segundo domingo de maio –, o comportamento do consumidor brasileiro já se revela de forma clara nas buscas do Google.&#160; Segundo análise da agência de link building Do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Análise da Do Follow aponta oportunidade estratégica para marcas que investirem em visibilidade digital antes da data</em><br></p>



<p>Com o Dia das Mães se aproximando – celebrado no segundo domingo de maio –, o comportamento do consumidor brasileiro já se revela de forma clara nas buscas do Google.&nbsp;</p>



<p>Segundo análise da <a href="https://dofollow.com.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">agência de link building</a> Do Follow, com base em dados do Google Trends dos últimos 3 meses, o interesse pelo termo &#8220;presente dia das mães&#8221; saiu praticamente do zero em fevereiro e atingiu pontuação máxima (100) na última semana de abril, indicando que o mercado está aquecido e a disputa por atenção digital nunca foi tão intensa.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="430" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-13-1024x430.jpeg" alt="" class="wp-image-199250" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-13-1024x430.jpeg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-13-300x126.jpeg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-13-768x322.jpeg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-13-696x292.jpeg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-13-1068x448.jpeg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-13.jpeg 1404w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><em>Gráfico 1: Interesse pelo termo &#8220;presente dia das mães&#8221; no Google Trends (Brasil, jan–abr 2026). Fonte: Do Follow com base em dados do Google Trends</em></p>



<p>O cenário é reforçado por um levantamento do Google, divulgado recentemente, que mostra que 9 em cada 10 brasileiros planejam celebrar a data, mas 75% admitem ter dificuldade para decidir o presente. “Para as marcas, isso representa uma janela de oportunidade clara: quem estiver bem posicionado nas buscas nos próximos dias vai capturar um consumidor indeciso, pronto para converter&#8221;, explica Carolina Glogovchan, CEO da Do Follow.</p>



<p><strong>A corrida por ideias começa semanas antes</strong></p>



<p>Ainda segundo a análise da Do Follow, os dados do Google Trends para o termo &#8220;dia das mães&#8221; mostram uma trajetória de crescimento consistente ao longo de todo o período analisado (27 de janeiro a 27 de abril de 2026).&nbsp;</p>



<p>O interesse foi gradualmente se intensificando desde março, com aceleração expressiva em abril, espelhando exatamente o comportamento do consumidor que começa a buscar inspirações e presentes com antecedência média.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="413" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-14-1024x413.jpeg" alt="" class="wp-image-199249" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-14-1024x413.jpeg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-14-300x121.jpeg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-14-768x310.jpeg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-14-696x281.jpeg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-14-1068x431.jpeg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-14.jpeg 1404w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><em>Gráfico 2: Interesse pelo termo &#8220;dia das mães&#8221; no Google Trends (Brasil, jan–abr 2026). Fonte: Do Follow com base em dados do Google Trends</em></p>



<p>Entre as consultas que mais cresceram no período, destacam-se termos como &#8220;kit dia das mães&#8221;, &#8220;cesta de presente dia das mães&#8221;, &#8220;presente personalizado dia das mães&#8221; e &#8220;presente dia das mães criativo&#8221; – todos com grande aumento registrado pelo Google Trends. A variedade dos termos deixa evidente que o consumidor não está apenas procurando um produto: ele está em busca de inspiração.</p>



<p><strong>75% dos compradores não sabem o que dar e é aí que as marcas ganham ou perdem</strong></p>



<p>A pesquisa do Google expõe um dado revelador: embora quase todos os brasileiros planejam celebrar o Dia das Mães, nem todos sabem exatamente como. As maiores dificuldades são encontrar algo que a mãe goste (24%), encaixar no orçamento (20%) e fugir do óbvio com presentes criativos (17%).&nbsp;</p>



<p>Essa &#8220;paralisia de escolha&#8221;, como o próprio estudo define, tem uma consequência direta no comportamento de compra: 50% das aquisições acontecem apenas na semana anterior à data.</p>



<p>Há ainda um descompasso entre o que as mães desejam e o que os filhos planejam dar. Eletrônicos e celulares são desejados por 25% das mães, mas apenas 12% dos filhos pretendem presenteá-las com esses itens. Itens para casa e eletrodomésticos também registram lacuna semelhante. Ou seja, existe demanda reprimida por produtos de maior valor agregado que as marcas podem e devem explorar com estratégias de conteúdo e curadoria.</p>



<p><strong>Visibilidade no Google não é mais opcional</strong></p>



<p>Diante desse comportamento de busca massiva, a posição de uma marca nos resultados do Google pode ser o fator decisivo entre vender ou ser invisível. É nesse contexto que estratégias de SEO e link building ganham protagonismo. Um site bem posicionado organicamente aparece exatamente no momento em que o consumidor está no modo de decisão, sem depender exclusivamente de anúncios pagos.</p>



<p>Além do Google tradicional, cresce também a busca por respostas em inteligências artificiais. “Ferramentas como ChatGPT, Gemini e Perplexity já são consultadas por consumidores em busca de sugestões de presentes, e as marcas que aparecem nessas respostas são, em geral, as que possuem autoridade de domínio construída por meio de links de qualidade. Sendo assim, o link building vai além do ranqueamento no Google, ampliando a presença das marcas nas respostas geradas por IA”, detalha Glogovchan.</p>



<p><strong>O que os dados podem ensinar para as marcas?</strong></p>



<p>Com base nos dados do Google Trends e no comportamento do consumidor, a Do Follow aponta algumas frentes prioritárias para marcas que querem crescer na reta final antes da data:</p>



<p><strong>Invista em conteúdo de curadoria:</strong> termos como &#8220;ideias de presente dia das mães&#8221;, &#8220;presente criativo&#8221; e &#8220;sugestão de presente&#8221; estão em grande aumento. Páginas que respondem essas buscas com conteúdo útil têm chances reais de ranquear e converter.</p>



<p><strong>Aposte em link building agora:</strong> links de qualidade apontando para suas páginas de Dia das Mães aumentam a autoridade do domínio e melhoram o posicionamento no momento de maior volume de buscas.</p>



<p><strong>Não ignore a semana do evento:</strong> como 50% das compras tendem a ocorrer na semana anterior, ofertas de entrega rápida e frete grátis podem ser o argumento final para o consumidor indeciso.</p>



<p><strong>Pense no GEO: </strong>marcas citadas como referência por ferramentas de IA têm vantagem competitiva crescente. Esse posicionamento começa com a autoridade digital e ela pode ser impulsionada com uma boa estratégia de link building.</p>



<p>O Dia das Mães de 2026 tende a ser, mais uma vez, uma das datas mais importantes do varejo brasileiro. Mas para as marcas que ainda não priorizaram sua presença digital, o relógio está correndo. As buscas já estão no pico e o consumidor que não te encontrar no Google, encontrará a concorrência.</p>
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		<title>Cores e Tipografia: Como Escolher a Identidade Visual dos seus Materiais Institucionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mario Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 18:51:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[A construção de uma marca sólida vai muito além de um logotipo bonito. Ela reside na capacidade de comunicar valores, autoridade e profissionalismo sem que uma única palavra precise ser lida em voz alta. No centro dessa estratégia estão dois pilares fundamentais: cores e tipografia. Quando bem selecionados, esses elementos guiam o olhar do cliente, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A construção de uma marca sólida vai muito além de um logotipo bonito. Ela reside na capacidade de comunicar valores, autoridade e profissionalismo sem que uma única palavra precise ser lida em voz alta. No centro dessa estratégia estão dois pilares fundamentais: <strong>cores e tipografia</strong>. Quando bem selecionados, esses elementos guiam o olhar do cliente, evocam emoções específicas e garantem que a mensagem da empresa seja transmitida com clareza.</p>



<p>Seja em um cartão de visitas, em um relatório anual ou na <a href="https://inputservice.com.br/impressora-portatil" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">impressora portátil</a> que sua equipe de vendas utiliza em campo para gerar comprovantes imediatos, a consistência visual é o que diferencia uma empresa amadora de uma líder de mercado. Neste guia, exploraremos como dominar essa combinação para elevar o patamar dos seus materiais institucionais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A Psicologia das Cores no Ambiente Corporativo</strong></h2>



<p>As cores não são apenas escolhas estéticas; elas são gatilhos psicológicos potentes. Antes mesmo de processarmos o conteúdo de um folheto, nosso cérebro já interpretou a cor predominante. Por isso, a escolha da paleta deve estar alinhada à missão da empresa.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Azul:</strong> Transmite confiança, segurança e tecnologia. É a escolha predileta de bancos e empresas de software.</li>



<li><strong>Verde:</strong> Associado à saúde, natureza e sustentabilidade. Essencial para empresas que buscam um posicionamento eco-friendly.</li>



<li><strong>Vermelho:</strong> Evoca urgência, paixão e energia. Muito utilizado no setor alimentício e em chamadas de ação (CTAs).</li>



<li><strong>Cinza e Preto:</strong> Representam sofisticação, luxo e modernidade minimalista.</li>
</ul>



<p>Ao planejar materiais físicos, é vital considerar a aplicação prática dessas cores. Por exemplo, no setor de saúde, a sobriedade e a limpeza visual são inegociáveis. Ao buscar serviços de <a href="https://maxartesgraficas.com.br/grafica-que-faz-receituario" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">impressão de receituário médico</a>, o uso de tons pastéis ou azuis claros em conjunto com o branco ajuda a transmitir a higiene e a confiança necessárias para o ambiente clínico.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A Tipografia como Voz da Marca</strong></h2>



<p>Se as cores definem o &#8220;clima&#8221;, a tipografia define a &#8220;voz&#8221;. A fonte escolhida determina se a sua marca fala de forma conservadora e tradicional ou moderna e disruptiva. A regra de ouro na escolha de <strong>cores e tipografia</strong> é o equilíbrio.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Fontes Serifadas vs. Sans Serif</strong></h3>



<p>As fontes <strong>Serifadas</strong> (aquelas com pequenos traços nas extremidades) são frequentemente associadas à tradição, respeito e autoridade. Já as fontes <strong>Sans Serif</strong> (sem serifa) transmitem modernidade, inovação e são altamente legíveis em telas digitais.</p>



<p>Para materiais institucionais longos, como manuais de conduta ou apresentações de resultados, recomenda-se uma tipografia que priorize a legibilidade acima de tudo. O espaçamento entre letras (kerning) e entre linhas (leading) deve ser generoso o suficiente para não cansar o leitor, mantendo a harmonia visual em todos os pontos de contato da marca.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Consistência: O Segredo do Branding de Sucesso</strong></h2>



<p>Um erro comum em muitas empresas é a falta de padronização. De nada adianta ter um site ultra moderno se, ao entregar um presente a um parceiro de negócios, a identidade visual se perde. A coerência deve se estender inclusive aos mimos e utilitários que a empresa distribui.</p>



<p>Atualmente, o mercado valoriza empresas que demonstram preocupação ambiental. Integrar sua paleta de cores em brindes corporativos personalizados sustentáveis é uma excelente forma de reforçar a marca enquanto comunica valores éticos. Imagine um caderno de cortiça ou uma caneta de bambu com sua logo aplicada em uma tipografia minimalista; isso comunica sofisticação e consciência de forma silenciosa e eficaz.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Critérios Técnicos para Escolha de Cores e Tipografia</strong></h2>



<p>Para não errar na hora de produzir seus materiais, siga este checklist técnico:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Contraste:</strong> Garanta que a cor do texto tenha contraste suficiente com o fundo. Texto cinza claro sobre fundo branco é um erro comum que prejudica a acessibilidade.</li>



<li><strong>Escalabilidade:</strong> Sua tipografia funciona bem tanto em um outdoor quanto em um cartão de visitas minúsculo? Teste a legibilidade em diferentes tamanhos.</li>



<li><strong>Sistemas de Cor (CMYK vs. RGB):</strong> Lembre-se que as cores que você vê no monitor (RGB) nem sempre serão idênticas na impressão física (CMYK). Sempre solicite uma prova de cor antes de grandes tiragens.</li>



<li><strong>Limite de Fontes:</strong> Tente não usar mais do que duas ou três famílias tipográficas em um único material institucional. Use variações de peso (Bold, Regular, Light) para criar hierarquia visual.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Hierarquia Visual: Organizando a Informação</strong></h2>



<p>A hierarquia visual utiliza <strong>cores e tipografia</strong> para dizer ao leitor o que é mais importante. O título deve ser a primeira coisa a ser vista, seguido pelo subtítulo e, por fim, o corpo do texto. Você pode alcançar isso através do tamanho da fonte, mas também através das cores.</p>



<p>Um título em negrito e com uma cor vibrante da sua paleta institucional atrai o olhar imediatamente. Informações secundárias podem aparecer em tons mais neutros, como cinza escuro, para não competir pela atenção do usuário. Esse design estratégico é o que transforma um simples papel em uma ferramenta de conversão e branding.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Impacto nos Diferentes Formatos de Materiais</strong></h2>



<p>Materiais institucionais variam em propósito e, consequentemente, em design. Veja como aplicar as diretrizes de forma específica:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Papelaria Corporativa</strong></h3>



<p>Cartões de visita, envelopes e papéis timbrados devem ser limpos. Aqui, menos é mais. A tipografia deve ser clara e as cores devem aparecer em detalhes, como em linhas finas ou no logotipo, preservando áreas de &#8220;respiro&#8221; (espaços em branco) que conferem elegância.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Materiais de Vendas e Brindes</strong></h3>



<p>Nesta categoria, a marca pode ser um pouco mais audaciosa para atrair a atenção. No entanto, a base de <strong>cores e tipografia</strong> deve permanecer a mesma. Se a sua empresa utiliza uma <a href="https://inputservice.com.br/impressora-portatil" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">impressora portátil</a> para emitir orçamentos na hora, certifique-se de que o layout do documento impresso siga as mesmas fontes do seu site para manter a unidade visual.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão: O Investimento na Percepção de Valor</strong></h2>



<p>Escolher as <strong>cores e tipografia</strong> ideais não é uma tarefa puramente artística; é uma decisão de negócios. Quando um cliente recebe um material bem acabado, seja um documento formal fruto de uma impressão de receituário médico de alta qualidade ou um dos brindes corporativos personalizados sustentáveis da empresa, ele percebe o cuidado e o profissionalismo por trás da marca.</p>



<p>Ao investir tempo e recursos na definição desses padrões visuais, você garante que sua empresa não apenas seja vista, mas que seja lembrada da maneira correta. A identidade visual é o DNA da sua organização manifestado em formas e tons. Trate-a com a importância que ela merece e colha os frutos de uma marca forte, coerente e respeitada no mercado.</p>
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		<title>Brindes Personalizados: Como Fortalecer sua Marca no Dia a Dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mario Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 18:51:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[No cenário altamente competitivo do mercado atual, a lembrança de marca (brand awareness) tornou-se um dos ativos mais valiosos para qualquer organização. Não basta apenas oferecer um bom serviço ou produto; é preciso estar presente no cotidiano do consumidor e dos colaboradores de forma orgânica e positiva. É nesse contexto que os brindes personalizados surgem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No cenário altamente competitivo do mercado atual, a lembrança de marca (<em>brand awareness</em>) tornou-se um dos ativos mais valiosos para qualquer organização. Não basta apenas oferecer um bom serviço ou produto; é preciso estar presente no cotidiano do consumidor e dos colaboradores de forma orgânica e positiva. É nesse contexto que os <strong>brindes personalizados</strong> surgem como uma das ferramentas de marketing de relacionamento mais eficazes e com melhor custo-benefício.</p>



<p>Muito além de meros &#8220;presentes&#8221;, os itens personalizados funcionam como pontos de contato físicos em um mundo cada vez mais digital. Eles materializam a cultura da empresa e criam um vínculo emocional que anúncios em redes sociais dificilmente conseguem replicar com a mesma durabilidade. Neste guia completo, exploraremos como utilizar essa estratégia para elevar o patamar da sua marca.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O Poder Psicológico do Brinde no Marketing</strong></h2>



<p>A eficácia dos <strong>brindes personalizados</strong> reside no gatilho mental da reciprocidade. Quando uma pessoa recebe algo útil e de qualidade, sem custo direto, ela tende a desenvolver um sentimento inconsciente de gratidão e dever para com a marca que a presenteou. Esse fenômeno não apenas melhora a percepção de valor da empresa, mas também aumenta as chances de fidelização e recomendação.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A utilidade como fator de retenção</strong></h3>



<p>Para que um brinde cumpra seu papel de fortalecer a marca no dia a dia, ele precisa ser útil. Um item que acaba esquecido no fundo de uma gaveta é um investimento perdido. Por outro lado, um objeto utilizado diariamente — como uma caneca, uma caneta de metal ou um carregador portátil — garante que o logotipo da sua empresa seja visualizado repetidamente, reforçando a memorização da marca de forma não intrusiva.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estratégias de Endomarketing: Valorizando quem faz a empresa crescer</strong></h2>



<p>Muitas empresas cometem o erro de focar os brindes apenas nos clientes externos, esquecendo-se de que os primeiros embaixadores da marca são os próprios funcionários. O endomarketing utiliza itens personalizados para criar um senso de pertencimento e profissionalismo dentro do ambiente de trabalho.</p>



<p>Um excelente exemplo de integração da marca no cotidiano operacional é a padronização visual. Ao fornecer um crachá para colaboradores com design moderno e materiais de alta durabilidade, a empresa não apenas reforça a segurança, mas também transmite uma imagem de organização e cuidado com o profissional. Esse pequeno detalhe faz com que o colaborador se sinta parte integrante de uma estrutura sólida.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Kits de Boas-Vindas (Onboarding)</strong></h3>



<p>O primeiro dia de um funcionário é o momento ideal para causar uma boa impressão. Um kit de <em>onboarding</em> bem estruturado, contendo agenda, mochila e fones de ouvido personalizados, acelera o processo de identificação com a cultura organizacional. Quando o colaborador utiliza esses itens fora do escritório, ele se torna um canal de divulgação espontâneo para a marca.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Brindes de Luxo e Premiações: O Impacto da Exclusividade</strong></h2>



<p>Existem momentos que exigem um nível superior de sofisticação, como a celebração de metas alcançadas, aniversários de empresa ou parcerias estratégicas de longo prazo. Nestes casos, o brinde deixa de ser um item de massa e passa a ser um troféu de reconhecimento.</p>



<p>A estética do ambiente corporativo também comunica os valores da empresa. Utilizar uma <a href="https://acrilicabrindes.com.br/placa-acrilico-personalizada" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">placa de acrílico personalizada</a> para homenagear parceiros ou decorar a recepção com a identidade visual da marca traz uma sensação de modernidade e transparência. O acrílico, por ser um material versátil e elegante, adapta-se a diversos estilos de decoração, mantendo a marca em evidência de forma sofisticada.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como Escolher os Melhores Brindes Corporativos para Empresas</strong></h2>



<p>A escolha do item ideal depende diretamente do perfil do seu público-alvo e do objetivo da campanha. Não existe uma solução única, mas sim a melhor solução para cada contexto. Ao planejar sua estratégia de <a href="https://setabrindes.com.br/brindes-corporativos-empresas" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">brindes corporativos para empresas</a>, considere os seguintes pontos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Relevância:</strong> O item faz sentido para a rotina do meu cliente?</li>



<li><strong>Qualidade:</strong> A durabilidade do brinde reflete a qualidade do meu serviço?</li>



<li><strong>Design:</strong> A aplicação da logomarca está elegante ou excessiva?</li>



<li><strong>Sustentabilidade:</strong> O material é ecologicamente correto? (Uma tendência crescente e necessária).</li>
</ul>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Categoria</strong></td><td><strong>Exemplos de Itens</strong></td><td><strong>Objetivo Principal</strong></td></tr><tr><td>Escritório</td><td>Blocos de notas, canetas, mousepads</td><td>Presença diária na mesa de trabalho</td></tr><tr><td>Tecnologia</td><td>Power banks, pen drives, hubs USB</td><td>Percepção de inovação e modernidade</td></tr><tr><td></td><td></td><td></td></tr><tr><td>Lifestyle</td><td>Squeezes, térmicas, guarda-chuvas</td><td>Associação da marca com bem-estar</td></tr></tbody></table></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O ROI (Retorno sobre Investimento) dos Brindes Personalizados</strong></h2>



<p>Muitos gestores questionam se o investimento em <strong>brindes personalizados</strong> realmente traz retorno financeiro. A resposta está na métrica do custo por impressão (CPI). Diferente de um anúncio de TV ou rádio, que dura segundos, um brinde de qualidade pode durar anos.</p>



<p>Imagine uma pasta executiva personalizada. Ela será levada para reuniões, viagens e eventos, expondo sua marca para centenas de potenciais clientes ao longo de sua vida útil. O valor investido inicialmente, quando diluído pelo número de vezes que a marca foi visualizada, torna-se um dos menores custos de publicidade do mercado.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Fortalecimento em Eventos e Feiras</strong></h3>



<p>Em eventos corporativos, os brindes funcionam como &#8220;ímãs&#8221; de leads. Um item atraente atrai visitantes ao seu stand, abrindo a oportunidade para o início de uma conversa comercial. No entanto, a estratégia não deve parar na entrega; o brinde deve conter formas de contato, como QR Codes, que direcionem o usuário para o site ou landing page da empresa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tendências para o Futuro: Personalização Extrema</strong></h2>



<p>O futuro dos <strong>brindes personalizados</strong> aponta para a hiper-personalização. Com as novas tecnologias de impressão e gravação a laser, é possível criar itens únicos para cada indivíduo, como gravar o nome do cliente em um produto premium. Isso eleva o brinde ao status de presente pessoal, estreitando drasticamente os laços entre marca e consumidor.</p>



<p>Além disso, a busca por materiais biodegradáveis e processos de fabricação éticos não é mais um diferencial, mas um requisito. Empresas que presenteiam com canudos de metal, copos de fibra de bambu ou cadernos de papel reciclado demonstram consciência socioambiental, um valor altamente prezado pelas novas gerações de consumidores.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p>Investir em <strong>brindes personalizados</strong> é, acima de tudo, investir na perenidade da sua marca. Seja através de um simples detalhe como o <strong>crachá para colaboradores</strong>, ou através de itens sofisticados de premiação, a materialização da sua identidade visual cria uma conexão física que o marketing digital sozinho não consegue suprir.</p>



<p>Ao escolher os brindes certos, você não está apenas distribuindo objetos; está entregando utilidade, reconhecimento e lembrança. Planeje sua estratégia com foco na qualidade e no perfil do seu público, e colha os frutos de uma marca que está presente não apenas no mercado, mas na vida das pessoas.</p>
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		<title>Estratégia de marketing da Baixada Santista coloca tecnologia náutica no radar da TV nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 23:32:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[União entre assessoria de São Vicente e fabricante do Guarujá resulta em convitepara o programa ‘Pequenas Empresas &#38; Grandes Negócios’ Agora, a Baixada Santista consolida-se como um polo de inovação náutica e inteligênciadigital. Recentemente, a Sicro, fabricante de dessalinizadores do Guarujá, foi selecionadapela produção do programa Pequenas Empresas &#38; Grandes Negócios, da TV Globo. Oconvite [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>União entre assessoria de São Vicente e fabricante do Guarujá resulta em convite<br>para o programa ‘Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios’</p>



<p>Agora, a Baixada Santista consolida-se como um polo de inovação náutica e inteligência<br>digital. Recentemente, a Sicro, fabricante de dessalinizadores do Guarujá, foi selecionada<br>pela produção do programa Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios, da TV Globo. O<br>convite é fruto de um trabalho estratégico de posicionamento de mercado desenvolvido pela<br>Limarketing, agência de São Vicente que utilizou um método de quatro etapas para romper<br>a bolha regional e alcançar visibilidade nacional.<br>O processo, que durou oito meses, foi baseado no método de Exploração &#8211; testes contínuos<br>para conhecer o mercado. Lapidação &#8211; seleção do que funcionou melhor, para produzir<br>anúncios e conteúdos no mesmo formato. Escala, aumento do investimento e equipe para<br>esse novo canal e Extração, que não se encaixa nesse contexto mas que também faz parte<br>do método para maximizar resultados em vendas. Segundo os especialistas da Limarketing,<br>o desafio era conectar um produto de alto valor agregado &#8211; o dessalinizador, que converte<br>água salgada em doce para lanchas e barcos &#8211; ao público seleto do setor náutico.<br>A estratégia envolveu a criação de conteúdos educativos que demonstravam a viabilidade<br>técnica do aparelho, seguidos por uma lapidação de dados para identificar os canais de<br>maior conversão. Na fase de escala, o volume de tráfego pago e a qualidade do conteúdo<br>foram tão acentuados que acabaram chamando a atenção de diversas pessoas do<br>segmento, inclusive a produção da emissora nacional.<br>Para Isaac, diretor da Limarketing, o case prova que empresas físicas da região podem<br>escalar nacionalmente se utilizarem a ótica correta. &#8216;Muitos negócios excepcionais na<br>Baixada Santista só precisam de uma conexão digital estratégica para serem descobertos<br>por grandes players e pela mídia&#8217;, afirma.&#8221;<br>Isaac também deixa um conselho para os empresários: “a etapa de extração é fundamental<br>para quem quer aumentar ainda mais as suas vendas. Resumidamente, você vende mais<br>soluções para o mesmo cliente e colhe indicações,com o intuito de melhorar a vida, e não<br>apenas por dinheiro”<br>A gravação da entrevista está agendada para os próximos dias e deve destacar como a<br>tecnologia do Guarujá resolve a autonomia hídrica em alto mar. Para a Limarketing, o marco<br>reforça a capacidade das empresas locais de gerarem resultados que extrapolam os limites<br>do litoral paulista.<br>Para Bruna, diretora da Sicro, o contato prova que estão no caminho certo. “A Vice diretora<br>do PEGN entrou em contato com nossa empresa, para uma entrevista. E isso realmente<br>mostra que a Sicro e a Limarketing estão percorrendo o caminho certo. Estamos todos<br>felizes.”<br></p>



<h2 class="wp-block-heading">Autor:</h2>



<p>Gabriel de Lima </p>
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		<title>Empresário lança serviço para ajudar autores a serem encontrados no Google após vivenciar desafio com o próprio livro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vervi Assessoria de Imprensa (Simone)]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 20:14:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[Após sentir na pele a dificuldade de promover sua obra no ambiente digital, Vinicius Taddone cria solução acessível para autores terem landing page profissional Lançar um livro é a realização de um sonho para muitos autores. Mas, depois da publicação, surge uma dúvida que poucos antecipam: como ser encontrado? Foi exatamente essa experiência que levou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Após sentir na pele a dificuldade de promover sua obra no ambiente digital, Vinicius Taddone cria solução acessível para autores terem landing page profissional</em></p>



<p>Lançar um livro é a realização de um sonho para muitos autores. Mas, depois da publicação, surge uma dúvida que poucos antecipam: como ser encontrado? Foi exatamente essa experiência que levou o empresário e especialista em marketing digital&nbsp;<strong>Vinicius Taddone</strong>&nbsp;a criar um novo serviço voltado exclusivamente para escritores que desejam fortalecer sua presença online.</p>



<p>Após publicar sua própria obra, Taddone percebeu que apenas contar com a divulgação da editora ou com a presença em marketplaces não era suficiente. “Eu senti na pele. Não adianta só ter o livro físico e esperar que os leitores encontrem a obra nas plataformas. Quando alguém pesquisa o nome do autor ou do livro no Google, precisa encontrar um site que apresente a história, a proposta da obra e mostre claramente onde comprar”, afirma.</p>



<p>Foi a partir dessa necessidade que nasceu o&nbsp;<a href="https://livronaweb.vtaddone.com.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer"><strong>LivronaWeb</strong></a>, um serviço que desenvolve landing pages profissionais para autores brasileiros.</p>



<p>Embora estratégias como redes sociais ativas, assessoria de imprensa e campanhas de divulgação sejam importantes, Taddone defende que o primeiro passo é ter um endereço digital próprio.</p>



<p>“A landing page funciona como a casa do livro na internet. Ela organiza as informações, fortalece a imagem do autor e melhora o posicionamento no Google. Além de promover a obra, também promove quem a escreveu”, explica.</p>



<p>O serviço oferece páginas otimizadas para conversão e pensadas para melhorar a presença nos mecanismos de busca, apresentar sinopse, biografia e diferenciais da obra, direcionar o leitor para os canais de compra, e reforçar a autoridade do autor.</p>



<p>O novo serviço foi estruturado com mensalidades simplificadas, a partir de R$ 70, com dois planos disponíveis (R$ 70 e R$ 130), incluindo desenvolvimento e suporte.</p>



<p>Segundo Taddone, a proposta surgiu também após conversar com outros autores que enfrentavam o mesmo desafio. “Muitos não têm site próprio e dependem exclusivamente das redes sociais. Quando mostrei a ideia, eles se entusiasmaram. Foi aí que pensei: por que não transformar isso em um serviço acessível para mais pessoas?”, destaca.</p>



<p>A iniciativa busca democratizar o acesso à presença digital profissional, especialmente para autores independentes que desejam ampliar a visibilidade de suas obras e construir autoridade no ambiente online.</p>



<p>Para mais informações, acesse:&nbsp;<a href="https://livronaweb.vtaddone.com.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer"><strong>https://livronaweb.vtaddone.com.br/</strong></a></p>
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		<item>
		<title>Buscas por IA aumentam a importância de fontes confiáveis e citações</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/buscas-por-ia-aumentam-a-importancia-de-fontes-confiaveis-e-citacoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[alicebachiega]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 23:59:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[do follow]]></category>
		<category><![CDATA[presença online]]></category>
		<category><![CDATA[relevância]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o avanço da inteligência artificial na busca, sinais de autoridade como links, menções e presença editorial ganham ainda mais peso na definição das respostas exibidas Não é de hoje que a inteligência artificial está transformando a forma como as pessoas buscam informação na internet. Recursos como respostas geradas automaticamente, resumos instantâneos e interfaces mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Com o avanço da inteligência artificial na busca, sinais de autoridade como links, menções e presença editorial ganham ainda mais peso na definição das respostas exibidas</em></p>



<p>Não é de hoje que a inteligência artificial está transformando a forma como as pessoas buscam informação na internet. Recursos como respostas geradas automaticamente, resumos instantâneos e interfaces mais conversacionais já fazem parte da experiência de pesquisa.&nbsp;</p>



<p>No entanto, apesar da mudança na interface, a lógica que sustenta a qualidade dessas respostas continua fortemente ligada à web aberta e, principalmente, à credibilidade das fontes. Devido a isso, sinais tradicionais de autoridade, como links, menções e presença editorial, tendem a ganhar ainda mais importância.</p>



<p><strong>IA muda a experiência da busca, mas não elimina o ranking</strong></p>



<p>Nos últimos meses, o Google passou a integrar recursos baseados em inteligência artificial diretamente na página de resultados. Um dos exemplos mais visíveis são os AI Overviews, que apresentam um resumo inicial sobre determinado tema antes da lista tradicional de links.</p>



<p>A proposta é ajudar o usuário a compreender rapidamente assuntos complexos e, a partir disso, explorar conteúdos mais aprofundados. No entanto, a presença da IA não significa que o sistema de ranking das buscas deixou de existir.</p>



<p>“Mesmo com a evolução da inteligência artificial, os buscadores continuam precisando identificar quais páginas são mais confiáveis, relevantes e úteis antes de utilizá-las como base para gerar respostas&#8221;, explica Alice Bachiega, especialista em comunicação e PR da <a href="https://dofollow.com.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">agência de link building</a> Do Follow.&nbsp;</p>



<p>Sendo assim, a IA muda a forma como a informação aparece, mas não elimina os critérios que determinam quais conteúdos merecem destaque. Nesse processo, conceitos como EEAT (Experience, Expertise, Authoritativeness e Trustworthiness), usados pelo Google para avaliar experiência, especialização, autoridade e confiabilidade das fontes, continuam sendo referências importantes para identificar conteúdos de qualidade.</p>



<p><strong>Conteúdo da web continua sendo base das respostas</strong></p>



<p>Apesar do avanço dos modelos generativos, os sistemas de IA ainda dependem do conteúdo publicado na internet para funcionar. Isso vale tanto para recursos integrados aos buscadores, como os AI Overviews do Google, quanto para assistentes baseados em IA, como ChatGPT e Perplexity, por exemplo.</p>



<p>Na prática, isso significa que as respostas geradas automaticamente continuam sendo construídas a partir de informações disponíveis online, muitas vezes reunindo dados de diferentes fontes. Nesse cenário, a autoridade editorial se torna um fator ainda mais relevante para que determinados conteúdos sejam utilizados como referência.</p>



<p><strong>Backlinks funcionam como “votos de confiança”</strong></p>



<p>Entre os sinais utilizados pelos algoritmos para avaliar a credibilidade de um site estão os <a href="https://dofollow.com.br/backlinks-e-ia-overview/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">backlinks</a>, que são links de outros sites apontando para uma determinada página. Esses links funcionam como uma espécie de recomendação pública. Quando um site relevante cita outro conteúdo, ele indica que aquela informação merece atenção.</p>



<p>A própria filosofia de funcionamento do Google destaca esse princípio: o mecanismo de busca utiliza milhões de links publicados na internet para ajudar a determinar quais páginas oferecem conteúdo de valor. Assim, fatores como qualidade, quantidade e consistência desses links podem influenciar diretamente a visibilidade de um site nos resultados.</p>



<p><strong>Autoridade digital também influencia respostas de IA</strong></p>



<p>Com a chegada das interfaces baseadas em inteligência artificial, a construção de autoridade digital passou a impactar não apenas o ranking tradicional, mas também as respostas geradas automaticamente.</p>



<p>“Sem dúvidas, as respostas vindas de ferramentas de IA têm ganhado espaço na SERP e a maior parte dos nossos clientes já sente esse impacto, especialmente em termos com intenção informacional”, afirma Carolina Glogovchan, CEO da Do Follow.</p>



<p>Segundo ela, as estratégias de SEO estão se adaptando para acompanhar esse novo cenário.</p>



<p>“Para acompanhar esse cenário de mudança, aqui na Do Follow temos investido nas menções à marca, bem como no olhar para outras métricas como impressões, bots que acessam os sites e prompts que podem ser usados pelos usuários para chegar aos nossos clientes. Tudo ainda é bastante novo, mas nosso olhar tem sido atento para acompanhar as mudanças e observar retornos vindos neste canal”, explica.</p>



<p><strong>Contexto e relevância das citações também importam</strong></p>



<p>Além da quantidade de backlinks, os algoritmos analisam o contexto e a relevância das páginas que fazem essas citações. Links provenientes de sites que compartilham temas ou áreas de atuação semelhantes tendem a ter mais peso. Menções em veículos de imprensa, blogs especializados e plataformas reconhecidas também ajudam a fortalecer a credibilidade de uma marca.</p>



<p>Para Alice Bachiega, essa construção de reputação digital passa por uma presença consistente em diferentes ambientes da internet.</p>



<p>“Quando um site é citado por portais, especialistas ou comunidades relevantes, ele começa a formar uma rede de reconhecimento. Esses sinais ajudam os algoritmos e também os sistemas de IA a identificar quais fontes são mais confiáveis e frequentemente utilizadas como referência”, afirma.</p>



<p><strong>Conteúdo original ganha ainda mais valor</strong></p>



<p>Outro ponto destacado nas discussões sobre o futuro da busca é a importância de produzir conteúdos originais.</p>



<p>Com a popularização da inteligência artificial generativa, conteúdos genéricos ou muito semelhantes tendem a ter menos destaque. Páginas que apresentam análises próprias, dados exclusivos ou interpretações diferenciadas têm mais chances de ganhar relevância tanto nos buscadores quanto nas respostas geradas por IA.</p>



<p><strong>Um novo cenário, com fundamentos conhecidos</strong></p>



<p>Apesar das mudanças trazidas pela inteligência artificial, as especialistas afirmam que o cenário atual representa mais uma evolução do que uma ruptura completa. Princípios clássicos do SEO, como autoridade, relevância e experiência do usuário, continuam sendo fundamentais para determinar quais conteúdos se destacam na internet.</p>



<p>Com esse foco, estratégias como produção de conteúdo relevante, presença editorial e link building tendem a se tornar ainda mais estratégicas, já que as fontes por trás das respostas geradas por IA passam a ser o verdadeiro diferencial.<br></p>
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		<title>Médicos estão se tornando suas próprias marcas para crescer e se destacar no mercado</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/medicos-estao-se-tornando-suas-proprias-marcas-para-crescer-e-se-destacar-no-mercado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Davi Paes e Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 18:07:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[agência Fever]]></category>
		<category><![CDATA[marca pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing digital]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[posicionamento estratégico]]></category>
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					<description><![CDATA[Empresária e especialista em branding fala sobre a ascensão das micromarcas médicas e aponta três pilares que estão redefinindo a escolha por profissionais no Brasil
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A figura do médico como apenas um prestador de serviço vem dando lugar a um novo perfil profissional. Impulsionados pelo aumento da concorrência e pela mudança no comportamento dos pacientes, cada vez mais médicos têm investido em posicionamento estratégico e construção de uma marca pessoal.</p>



<p>Para a empresária e estrategista de branding para médicos <a href="https://www.instagram.com/sabrinaisabela/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Sabrina Isabela</a>, fundadora da <a href="https://www.instagram.com/fevermarketing/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Agência Fever</a>, especializada em marketing digital para profissionais da saúde, essa transformação está diretamente ligada à forma como as pessoas consomem serviços hoje. “Hoje, para consumir o serviço prestado por um profissional, as pessoas sentem a necessidade de se conectar com esse profissional, com o estilo de vida dessa pessoa”, afirma.</p>



<p><strong>Do anonimato à construção de marca</strong></p>



<p>Historicamente, muitos médicos atuavam nos bastidores de grandes clínicas, hospitais ou planos de saúde, com pouca preocupação em desenvolver uma identidade própria. Segundo Sabrina, esse modelo já não atende às exigências atuais do mercado.</p>



<p>“Hoje a gente tem muito médico no mercado, muito mais do que antigamente, e eles precisam de maneiras de conquistar os pacientes ”, explica. Para ela, o profissional precisa entender que, assim como qualquer produto, também possui uma “embalagem” que corresponde à forma como se apresenta ao público.</p>



<p>A especialista defende que não há especialidade que não se beneficie da construção de marca. “Na minha opinião, não existe uma especialidade médica hoje que não se beneficie do médico se tornar uma marca. Se posicionar como uma marca e não só como um prestador de serviço.”</p>



<p><strong>Presença digital não é sinônimo de posicionamento</strong></p>



<p>Embora as redes sociais sejam hoje um dos principais canais de contato entre médicos e pacientes, Sabrina ressalta que estar presente nessas plataformas não garante um posicionamento estratégico.</p>



<p>“Estar nas redes sociais é diferente de estar na rede social com um objetivo e sabendo o que se quer comunicar para as pessoas ali”, afirma. Segundo ela, muitos profissionais produzem conteúdo sem alinhamento com seus objetivos. “O médico quer tratar câncer de pele, mas ele está só falando de botox.”</p>



<p>A busca por viralização, segundo a estrategista, também pode gerar distorções. “Uma conta viralizada, que está bombando nas redes, não significa um médico que tem um volume de pacientes no consultório”, diz. Para ela, perfis menores, mas com narrativa bem definida, tendem a formar comunidades mais engajadas e alinhadas ao perfil de paciente desejado.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="682" height="1024" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Sabrina-Isabela-da-Rosa-CEO-da-agencia-Fever-Marketing-Medico-Foto-Luna-Zunino-1-682x1024.jpeg" alt="Sabrina Isabela da Rosa, CEO da agência Fever Marketing Médico (Foto Luna Zunino)" class="wp-image-194983" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Sabrina-Isabela-da-Rosa-CEO-da-agencia-Fever-Marketing-Medico-Foto-Luna-Zunino-1-682x1024.jpeg 682w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Sabrina-Isabela-da-Rosa-CEO-da-agencia-Fever-Marketing-Medico-Foto-Luna-Zunino-1-200x300.jpeg 200w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Sabrina-Isabela-da-Rosa-CEO-da-agencia-Fever-Marketing-Medico-Foto-Luna-Zunino-1-768x1153.jpeg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Sabrina-Isabela-da-Rosa-CEO-da-agencia-Fever-Marketing-Medico-Foto-Luna-Zunino-1-1023x1536.jpeg 1023w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Sabrina-Isabela-da-Rosa-CEO-da-agencia-Fever-Marketing-Medico-Foto-Luna-Zunino-1-696x1045.jpeg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Sabrina-Isabela-da-Rosa-CEO-da-agencia-Fever-Marketing-Medico-Foto-Luna-Zunino-1.jpeg 1066w" sizes="auto, (max-width: 682px) 100vw, 682px" /><figcaption class="wp-element-caption">Sabrina Isabela da Rosa, CEO da agência Fever Marketing Médico (Foto Luna Zunino)</figcaption></figure>



<p><strong>Os pilares das micromarcas médicas</strong></p>



<p>De acordo com Sabrina, três elementos sustentam uma micromarca médica forte: narrativa, experiência e comunidade.</p>



<p>O primeiro pilar envolve clareza sobre o que o profissional quer comunicar e quais valores deseja associar ao próprio nome. O segundo está relacionado à jornada do paciente. “Não basta eu mostrar as coisas certas. Quando essa paciente clicar no botão do WhatsApp, ela vai ter que ser atendida de forma encantadora”, afirma.</p>



<p>Já o terceiro pilar é a construção de uma microcomunidade. Em vez de falar com todos, o médico deve focar em um público específico, fortalecendo vínculos e gerando identificação.</p>



<p><strong>Ética no ambiente digital</strong></p>



<p>A adoção de estratégias de personal branding ainda gera resistência entre parte da classe médica, que teme associar marketing à perda de credibilidade. Para Sabrina, essa visão está ultrapassada, ela destaca que o personal branding não se resume à exposição exagerada ou à adoção de fórmulas prontas. “O personal branding é olhar pro médico e saber até onde que ele vai, o que que eu preciso valorizar nele.”</p>



<p>Sobre os limites éticos, a especialista reforça a necessidade de cautela. “Ele tem que ter alguns cuidados, como na hora de falar de resultados, porque cada paciente tem um histórico diferente do outro”. Segundo ela, o próprio Conselho Regional de Medicina (CRM) tem reconhecido que o ambiente digital faz parte da realidade profissional contemporânea.</p>



<p><strong>O peso das redes na decisão do paciente</strong></p>



<p>Na avaliação da estrategista, o posicionamento online já exerce influência significativa na escolha do paciente, muitas vezes superior à análise curricular.</p>



<p>“A maioria das pessoas hoje procuram um profissional na rede social”, afirma <a href="https://www.instagram.com/sabrinaisabela/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">Sabrina</a>. Nesse cenário, o médico que aparece com frequência tende a ser lembrado mais pelo posicionamento do que pelo tempo de carreira, de acordo com a <a href="https://www.instagram.com/sabrinaisabela/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">especialista</a>.</p>



<p>Para Sabrina, a ascensão das micromarcas médicas reflete uma adaptação necessária ao novo contexto competitivo. “No momento que o profissional decide se tornar um médico que quer ganhar mais, que quer crescer, que quer ter mais pacientes ou uma clínica própria”, diz, a construção de marca é indispensável.</p>



<p>A tendência indica que, nos próximos anos, a diferenciação entre profissionais de medicina dependerá não apenas da formação técnica, mas também da capacidade de comunicar valor, criar conexões e oferecer experiências coerentes com a própria proposta de atendimento.</p>
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		<title>Atendimento online: consumidores mostram os 5 maiores deslizes das marcas em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Lúcio Eloi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 20:30:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[A cena é mais comum do que parece: ao entrar em contato com uma marca pela internet, o retorno vem muito depois do esperado, com uma mensagem genérica e… Nenhuma solução.&#160; Você já passou por algo do tipo? Se sua resposta é sim, saiba que não é o único: segundo&#160;a maioria dos consumidores ouvidos em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A cena é mais comum do que parece: ao entrar em contato com uma marca pela internet, o retorno vem muito depois do esperado, com uma mensagem genérica e… Nenhuma solução.&nbsp;</p>



<p>Você já passou por algo do tipo? Se sua resposta é sim, saiba que não é o único: segundo&nbsp;<strong>a maioria dos consumidores ouvidos em um estudo, a demora excessiva, mensagens padrão e falta de solução são os três pontos onde as empresas mais falham no ambiente digital</strong>&nbsp;— com impactos na credibilidade e relacionamento com os usuários.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A constatação faz parte do novo&nbsp;<a href="https://www.locaweb.com.br/blog/temas/de-olho-no-digital/estudo-atendimento-online/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">levantamento</a>&nbsp;da Locaweb, que,&nbsp;<strong>após ser reconhecida pela 5ª vez como melhor atendimento no Prêmio Reclame Aqui</strong>, decidiu investigar algo que parece estar sendo deixado de lado por muitos negócios nacionais: a qualidade do atendimento digital, seja via site, redes sociais, email ou aplicativos de mensagens.&nbsp;</p>



<p>A pesquisa, divulgada nos últimos dias, revela o quanto experiências negativas costumam gerar ruídos entre quem está do outro lado da tela. À especialista em soluções de internet,&nbsp;<strong>6 em cada 10 consumidores revelaram evitar novas compras em uma empresa logo após um mau atendimento</strong>, afastamento também reconhecido pelos 23,6% que, mais do que isso, também deixam de recomendar a marca a outras pessoas.&nbsp;</p>



<p><strong>Os 5 principais deslizes das marcas na internet e suas consequências</strong></p>



<p>De forma geral, o levantamento mais recente da Locaweb concluiu que, no ambiente online,&nbsp;<strong>falhas no atendimento das marcas brasileiras</strong>&nbsp;raramente passam despercebidas pelos usuários.</p>



<p>Para os consumidores, problemas como a&nbsp;<strong>demora excessiva para receber uma resposta&nbsp;</strong>(58,6%),&nbsp;<strong>mensagens genéricas que não resolvem a demanda</strong>&nbsp;(55%) e&nbsp;<strong>atendimentos encerrados sem solução</strong>&nbsp;(44,4%) estão entre as experiências negativas mais recorrentes ao entrar em contato com marcas pela internet.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://mail.google.com/mail/u/0?ui=2&amp;ik=7bd590b4ea&amp;attid=0.2&amp;permmsgid=msg-f:1858038187201322161&amp;th=19c913e30f3edcb1&amp;view=fimg&amp;fur=ip&amp;permmsgid=msg-f:1858038187201322161&amp;sz=s0-l75-ft&amp;attbid=ANGjdJ_QTvspQckoeBcaB7BP3dr3JCxiPchP5oP5bNbQ-MxdWPea8TnAM6ZGDAHjjpQmb7RvhZuAuxrJ7j2HOfsBrWiM9tuCa-CXZlPXJiP0lherhURDiGUHxrSTAkM&amp;disp=emb&amp;realattid=ii_19c913e0809cb971f162&amp;zw" alt="image.png" /></figure>



<p>Diante desse tipo de frustração, vale dizer, a reação costuma ser imediata — e nem sempre silenciosa. Para se ter uma ideia, quando são mal atendidos na internet, parte dos entrevistados afirmaram&nbsp;<strong>registrar a insatisfação em avaliações públicas</strong>, como no Google ou em plataformas como o Reclame Aqui (31,8%), enquanto outros&nbsp;<strong>abandonam o site ou aplicativo da empresa e buscam um concorrente</strong>&nbsp;(23,6%).&nbsp;</p>



<p>Há ainda quem tente resolver o problema por outro canal, como email ou chat (21%), ampliando o desgaste na jornada de atendimento.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://mail.google.com/mail/u/0?ui=2&amp;ik=7bd590b4ea&amp;attid=0.3&amp;permmsgid=msg-f:1858038187201322161&amp;th=19c913e30f3edcb1&amp;view=fimg&amp;fur=ip&amp;permmsgid=msg-f:1858038187201322161&amp;sz=s0-l75-ft&amp;attbid=ANGjdJ8hqIYlSjxPR-cb5rbi8AYIMb8PSxm72tw58xLj955bFwp3NeYuBtO41TJhZn4KdMY2GLk43W3gPgHKt3SU6MF2wPqvUxygT94bDvVag-bWudqMUg7RUJRwxc8&amp;disp=emb&amp;realattid=ii_19c913e0809cb971f163&amp;zw" alt="image.png" /></figure>



<p>Os efeitos dessas experiências negativas, a propósito, tendem a se prolongar no relacionamento com a marca.&nbsp;<strong>6 em cada 10 consumidores, por exemplo, afirmaram evitar novas compras após um mau atendimento</strong>&nbsp;(58,8%), ao passo que quase 1/4 destaca deixar de recomendar a empresa para outras pessoas (23,6%).</p>



<p>Entre os considerados na pesquisa, apenas uma parcela menor<strong>&nbsp;se mostrou disposta a dar outra chance caso o problema fosse resolvido depois (11,6%)</strong>, evidenciando o peso do atendimento na construção (e na ruptura) da confiança.&nbsp;</p>



<p><strong>Afinal, como as marcas podem se destacar na internet?&nbsp;</strong></p>



<p>Para além dos erros e deslizes, a pesquisa da Locaweb evidencia como os&nbsp;<strong>canais escolhidos pelas marcas&nbsp;</strong>fazem toda a diferença durante o atendimento e a experiência do público.&nbsp;</p>



<p>Isso porque, quando precisam falar com empresas pela internet, os entrevistados deixaram claro que priorizam plataformas diretas e já incorporadas à rotina: o&nbsp;<strong>WhatsApp lidera com ampla vantagem</strong>&nbsp;(83,8%), seguido pelo<strong>&nbsp;email da marca</strong>&nbsp;(54,4%) e o<strong>&nbsp;Instagram (53,4%)</strong>. Já o&nbsp;<strong>chat no site aparece logo atrás</strong>&nbsp;(45,2%), reforçando a importância de oferecer múltiplas opções de contato para os clientes.</p>



<p>Mais do que estar presente em vários canais, porém, o levantamento identificou que&nbsp;<strong>a forma como esses pontos de contato são integrados a um bom site</strong>&nbsp;influencia diretamente a percepção do atendimento.&nbsp;</p>



<p>Para os entrevistados, por exemplo,&nbsp;<strong>sites estáveis, sem quedas ou travamentos, são indispensáveis ao buscar suporte&nbsp;</strong>(65,8%), assim como&nbsp;<strong>páginas bem adaptadas a&nbsp; dispositivos móveis</strong>&nbsp;(60,6%) — reflexo de um público acostumado a resolver demandas pelo celular. Questões ligadas à segurança também pesam nesse momento: a proteção de dados, validada por&nbsp;<strong>protocolos como HTTPS e certificados SSL</strong>, foi citada por quase metade dos respondentes (48,6%).&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://mail.google.com/mail/u/0?ui=2&amp;ik=7bd590b4ea&amp;attid=0.4&amp;permmsgid=msg-f:1858038187201322161&amp;th=19c913e30f3edcb1&amp;view=fimg&amp;fur=ip&amp;permmsgid=msg-f:1858038187201322161&amp;sz=s0-l75-ft&amp;attbid=ANGjdJ-2Q28AyHKtYYYNcU4SRgXLwdyabNv8z5Sz3hEtooX2Id8VOn6FgXQOCoCzhG3fuep_9YI68Du87o4vlOh6aYk-2GSXkxew3PyAeZtXwALPeYJhkhIeJ58VjUU&amp;disp=emb&amp;realattid=ii_19c913e080acb971f164&amp;zw" alt="image.png" /></figure>



<p>E quando o assunto são os modelos de atendimento? Nesse caso, a pesquisa mostra que a preferência dos brasileiros ainda pende para o contato humano.&nbsp;<strong>Mesmo na era da IA, mais de 7&nbsp; em cada 10 entrevistados afirmaram preferir atendimentos feitos por pessoas&nbsp; em 2026&nbsp;</strong>(73,2%), enquanto só 22,6% disseram não ter uma preferência exata.&nbsp;</p>



<p>“Investir em tecnologia, sem abrir mão do fator humano, é um dos principais desafios das empresas em 2026”, comenta Pedro Braga, Diretor de Produtos Tech da Locaweb.</p>



<p>“Ferramentas digitais e soluções de IA são fundamentais para ganhar escala e eficiência, mas o consumidor ainda valoriza o contato humano, principalmente em situações mais sensíveis. O equilíbrio entre automação, infraestrutura estável e atendimento personalizado tende a ser o diferencial competitivo das marcas nos próximos anos, e é por isso que já estamos investindo nesse equilíbrio no atendimento da Locaweb, visando o sucesso do cliente”, complementa Glauco Oliveira, Diretor de Experiência do Cliente na Locaweb/LWSA.&nbsp;</p>



<p><strong>Metodologia&nbsp;</strong></p>



<p>Para compreender a relação dos consumidores com atendimentos digitais, nas últimas semanas, foram entrevistados 500 brasileiros adultos (maiores de 18 anos) residentes em todas as regiões e conectados à internet. O índice de confiabilidade foi de 95%, e a margem de erro foi de 3,3 pontos percentuais.</p>



<p>Ao todo, os respondentes tiveram acesso a 7 questões, que exploraram os diferenciais, plataformas de comunicação favoritas e principais erros durante o contato com uma marca na Web. A organização das respostas possibilitou a criação de diferentes rankings, nos quais você confere o percentual de cada alternativa apontada pelos entrevistados.&nbsp;</p>



<p><strong>Sobre a Locaweb&nbsp;</strong></p>



<p>Uma das primeiras empresas de hospedagem de sites do Brasil, a Locaweb, cuja sede se encontra em São Paulo, está à ativa no mercado de tecnologia há 27 anos. Por meio de serviços como registro de domínios, criação de email profissional e soluções de computação na nuvem, a empresa, referência no segmento no Brasil e na América Latina, conta com uma base de mais de 280 mil clientes de diversas regiões e é 5 vezes campeã como melhor atendimento no Reclame Aqui.</p>



<p>Desde 2022, integra a LWSA — ecossistema de soluções digitais para empresas de diferentes portes e níveis de desenvolvimento. Dentre os serviços estão plataforma de e-commerce, ERP, integração com marketplace, PDV, recorrência, geração de leads, crédito e logística, entre outros.&nbsp;</p>
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