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	<title>Consumidor &#8211; Jornal Tribuna</title>
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	<description>O seu portal de notícias e artigos científicos</description>
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		<title>Bancos Brasileiros Perdem Trilhões ao Ignorar Economia da Longevidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gero.Health]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 12:35:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Autor de &#8220;Brasil 2060&#8221; aponta que mercado financeiro trata envelhecimento populacional como tema secundário enquanto setor movimenta US$ 45 trilhões globalmente São Paulo, 13 de maio de 2026 O Brasil envelhece em velocidade acelerada e o mercado financeiro ainda não acordou para o que isso significa em termos de negócio. Esse é o alerta de [&#8230;]]]></description>
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<h1 class="wp-block-heading"></h1>



<p><strong>Autor de &#8220;Brasil 2060&#8221; aponta que mercado financeiro trata envelhecimento populacional como tema secundário enquanto setor movimenta US$ 45 trilhões globalmente</strong></p>



<p>São Paulo, 13 de maio de 2026</p>



<p>O Brasil envelhece em velocidade acelerada e o mercado financeiro ainda não acordou para o que isso significa em termos de negócio. Esse é o alerta de Willians Fiori, especialista em demografia e longevidade e autor do livro <em>Brasil 2060</em>, obra que mapeia a transformação silenciosa pela qual passa a sociedade brasileira. Enquanto bancos e instituições financeiras seguem oferecendo produtos genéricos para um público cada vez maior e mais diverso, uma das maiores oportunidades econômicas das próximas décadas segue sem ser aproveitada.</p>



<p>Os números são difíceis de ignorar. Em 2022, o Brasil registrava 32 milhões de pessoas com 60 anos ou mais. Segundo projeções demográficas apresentadas por Fiori, esse contingente chegará a 75 milhões em 2070, representando quase 38% da população total do país, uma fatia maior do que a população atual de toda a França.</p>



<p>&#8220;Isso não é detalhe demográfico. É mudança estrutural com impacto direto sobre consumo, saúde, trabalho, previdência e, especialmente, sobre o mercado financeiro&#8221;, afirma Fiori.</p>



<p><strong>Trilhões em jogo</strong></p>



<p>O fenômeno vai além das fronteiras brasileiras. A América Latina como um todo deve ter 280 milhões de pessoas com 50 anos ou mais até 2050. Segundo dados da AARP, organização americana de referência em estudos sobre longevidade, a chamada economia da longevidade movimentou US$ 45 trilhões em 2020, equivalente a 34% do PIB global. As projeções indicam que esse número pode saltar para US$ 118 trilhões até 2050, valor superior às economias combinadas dos Estados Unidos e da China nos dias de hoje.</p>



<p>Apesar disso, o mercado financeiro brasileiro ainda responde a essa demanda com produtos desenhados há décadas. O crédito consignado e os seguros genéricos seguem sendo as principais ofertas para um público que tem necessidades, projetos de vida e perfis de risco completamente distintos entre si.</p>



<p>&#8220;Os bancos seguem olhando para a maturidade pela lente estreita do consignado e do seguro genérico. Falta inteligência geracional&#8221;, critica Fiori.</p>



<p><strong>Cinco gerações, um mesmo erro</strong></p>



<p>Uma das distorções mais graves apontadas pelo especialista é a tendência de tratar todas as pessoas acima de 60 anos como um grupo homogêneo. No livro <em>Diversa IDADE</em>, escrito por Fiori em parceria com Tati Gracia, os autores defendem que cinco gerações convivem simultaneamente no trabalho, na família, no consumo e na vida cotidiana, mas sem necessariamente se compreender.</p>



<p>Na prática, as diferenças são profundas. Uma pessoa de 52 anos pode estar pagando a faculdade dos filhos enquanto cuida dos pais idosos. Uma de 68 pode estar na fase mais ativa e saudável da vida, viajando e reinvestindo patrimônio. Uma de 80 pode precisar, acima de tudo, de proteção patrimonial e instrumentos de defesa contra fraudes financeiras, que crescem de forma alarmante nessa faixa etária.</p>



<p>&#8220;São jornadas radicalmente diferentes, com riscos distintos e desejos que não cabem no mesmo produto de prateleira&#8221;, afirma Fiori.</p>



<p>O especialista chama atenção ainda para a feminização da longevidade. Mulheres vivem mais do que homens no Brasil e são maioria entre os idosos, mas chegam à maturidade com menor renda acumulada, carreiras mais fragmentadas pelas responsabilidades de cuidado e maior vulnerabilidade financeira no longo prazo. &#8220;Qual banco está desenhando produtos para essa vida real?&#8221;, questiona.</p>



<p><strong>Preconceito etário como barreira de negócio</strong></p>



<p>O próprio Banco Mundial já identificou os principais obstáculos para a inclusão financeira desse público: preconceito etário nos processos de desenvolvimento de produtos, ausência de dados segmentados por geração e inadequação das soluções disponíveis no mercado.</p>



<p>Para Fiori, o diagnóstico é direto. &#8220;Produto antigo com embalagem nova não é inovação&#8221;, afirma. A instituição financeira que compreender a longevidade de forma genuína terá condições de construir jornadas financeiras completas para cada fase da vida madura, transformando renda em proteção, patrimônio em autonomia e planejamento financeiro em liberdade real.</p>



<p><strong>Oportunidade ainda disponível</strong></p>



<p>O paradoxo apontado por Fiori é que, mesmo diante de dados tão expressivos, o espaço no mercado financeiro brasileiro voltado à longevidade segue amplamente disponível. Nenhuma instituição de grande porte consolidou ainda uma proposta de valor robusta e diferenciada para esse público.</p>



<p>&#8220;Quem tratar a maturidade como problema vai perder uma das maiores oportunidades econômicas das próximas décadas. Quem entender que longevidade é mercado, inovação e responsabilidade social ao mesmo tempo vai ocupar um espaço que está, por incrível que pareça, ainda aberto&#8221;, conclui o especialista.</p>



<p>A economia da longevidade não é tendência futura no Brasil. É realidade presente que cresce a cada ano, a cada nova safra de brasileiros que entram na maturidade com mais saúde, mais consciência financeira e mais poder de decisão do que as gerações anteriores. O relógio corre, e os bancos ainda não ouviram o alarme.</p>



<p><strong>Willians Fiori</strong></p>



<p>Especialista em Mercado de Longevidade desde 2003</p>



<p>Professor Pós-Graduação em Geriatria, Gerontologia e Mercados — Hospital Israelita Albert Einstein</p>



<p>Professor Convidado: FIA, UFRJ, PUC-SP e INSPER, FAAP</p>



<p>Autor dos Livros: Diversa-Idade, Brasil 2060,O cérebro que podemos proteger</p>



<p>Citado no livro Longevity Hub do MIT (Massachusetts Institute of Technology) como principal especialista brasileiro no tema</p>



<p>Premiado pela ONU Latin America e detentor do Selo Direitos Humanos da Prefeitura de São Paulo<br></p>



<p>Premiado pelo Premio Bstory Longevidade<br>Membro do conselho Europeu de Silver Economy</p>
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		<title>Quando a bactéria é menor que o pânico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gero.Health]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 21:58:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando a bactéria é menor que o pânico O caso Anvisa e Ypê revela uma verdade incômoda sobre o mundo corporativo: muitas empresas acreditam que reputação é uma espécie de perfume institucional. Algo bonito, elegante, usado em campanhas, relatórios e vídeos com gente sorrindo. Até o dia em que a realidade entra pela porta dos [&#8230;]]]></description>
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<p>Quando a bactéria é menor que o pânico</p>



<p>O caso Anvisa e Ypê revela uma verdade incômoda sobre o mundo corporativo: muitas empresas acreditam que reputação é uma espécie de perfume institucional. Algo bonito, elegante, usado em campanhas, relatórios e vídeos com gente sorrindo. Até o dia em que a realidade entra pela porta dos fundos e mostra que reputação não é perfume. É blindagem moral.</p>



<p>No primeiro episódio, houve identificação de Pseudomonas aeruginosa em lotes específicos. Na ação mais recente, o ponto central foi outro: falhas em boas práticas de fabricação, controle de qualidade e garantia da qualidade, com possibilidade de contaminação microbiológica. Para o técnico, existe uma diferença enorme entre contaminação confirmada e fragilidade de processo. Para o público, não. Para o público, a frase vira uma só: “tem bactéria no produto”.</p>



<p>E aí começa o espetáculo.</p>



<p>O consumidor não lê resolução, não interpreta linguagem regulatória, não separa risco potencial de risco comprovado. Ele sente medo. E medo, no mercado, vale mais do que explicação técnica.</p>



<p>Nestes anos todos atuando na indústria, pude ver muita reputação de empresa gigante ir para o buraco por uma razão quase banal: não havia ninguém verdadeiramente preparado para gestão reputacional. Havia jurídico. Havia qualidade. Havia regulatório. Havia gente competente em suas caixas. Mas faltava alguém capaz de olhar o incêndio inteiro.</p>



<p>Porque uma crise não destrói apenas quando há erro. Ela destrói quando a empresa demora, fala mal, se esconde, terceiriza a narrativa ou acha que uma nota fria vai resolver uma crise quente.</p>



<p>Plano de contingência não é luxo. É sobrevivência. Rastreabilidade por lote, auditoria rápida, canal com consumidor, resposta ao regulador, análise microbiológica e comitê de crise precisam existir antes da manchete.</p>



<p>Mas o ponto central é outro: reputação não se improvisa.</p>



<p>A indústria formal é essencial. Gera emprego, paga imposto, investe, segue norma e pode ser fiscalizada. Mas, justamente por ser visível, também é mais vulnerável ao tribunal instantâneo da opinião pública.</p>



<p>No fim, qualidade protege o produto. Gestão de risco protege a operação. Gestão reputacional protege aquilo que, depois de perdido, nenhum dinheiro compra de volta com facilidade: confiança.</p>



<p><strong>Willians Fiori</strong></p>



<p>Especialista em Mercado de Longevidade desde 2003<br>Professor Pós-Graduação em Geriatria, Gerontologia e Mercados — Hospital Israelita Albert Einstein<br>Professor Convidado: FIA, UFRJ, PUC-SP e INSPER, FAAP<br>Autor dos Livros: Diversa-Idade, Brasil 2060,O cérebro que podemos proteger<br>Citado no livro Longevity Hub do MIT (Massachusetts Institute of Technology) como principal especialista brasileiro no tema<br>Premiado pela ONU Latin America e detentor do Selo Direitos Humanos da Prefeitura de São PauloPremiado pelo Premio Bstory LongevidadeMembro do conselho Europeu de Silver Economy</p>



<p></p>
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		<title>Busca por &#8220;presente de Dia das Mães&#8221; no Google chega ao pico máximo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[alicebachiega]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 17:39:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
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					<description><![CDATA[Análise da Do Follow aponta oportunidade estratégica para marcas que investirem em visibilidade digital antes da data Com o Dia das Mães se aproximando – celebrado no segundo domingo de maio –, o comportamento do consumidor brasileiro já se revela de forma clara nas buscas do Google.&#160; Segundo análise da agência de link building Do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Análise da Do Follow aponta oportunidade estratégica para marcas que investirem em visibilidade digital antes da data</em><br></p>



<p>Com o Dia das Mães se aproximando – celebrado no segundo domingo de maio –, o comportamento do consumidor brasileiro já se revela de forma clara nas buscas do Google.&nbsp;</p>



<p>Segundo análise da <a href="https://dofollow.com.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="nofollow external noopener noreferrer">agência de link building</a> Do Follow, com base em dados do Google Trends dos últimos 3 meses, o interesse pelo termo &#8220;presente dia das mães&#8221; saiu praticamente do zero em fevereiro e atingiu pontuação máxima (100) na última semana de abril, indicando que o mercado está aquecido e a disputa por atenção digital nunca foi tão intensa.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="430" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-13-1024x430.jpeg" alt="" class="wp-image-199250" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-13-1024x430.jpeg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-13-300x126.jpeg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-13-768x322.jpeg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-13-696x292.jpeg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-13-1068x448.jpeg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-13.jpeg 1404w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><em>Gráfico 1: Interesse pelo termo &#8220;presente dia das mães&#8221; no Google Trends (Brasil, jan–abr 2026). Fonte: Do Follow com base em dados do Google Trends</em></p>



<p>O cenário é reforçado por um levantamento do Google, divulgado recentemente, que mostra que 9 em cada 10 brasileiros planejam celebrar a data, mas 75% admitem ter dificuldade para decidir o presente. “Para as marcas, isso representa uma janela de oportunidade clara: quem estiver bem posicionado nas buscas nos próximos dias vai capturar um consumidor indeciso, pronto para converter&#8221;, explica Carolina Glogovchan, CEO da Do Follow.</p>



<p><strong>A corrida por ideias começa semanas antes</strong></p>



<p>Ainda segundo a análise da Do Follow, os dados do Google Trends para o termo &#8220;dia das mães&#8221; mostram uma trajetória de crescimento consistente ao longo de todo o período analisado (27 de janeiro a 27 de abril de 2026).&nbsp;</p>



<p>O interesse foi gradualmente se intensificando desde março, com aceleração expressiva em abril, espelhando exatamente o comportamento do consumidor que começa a buscar inspirações e presentes com antecedência média.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="413" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-14-1024x413.jpeg" alt="" class="wp-image-199249" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-14-1024x413.jpeg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-14-300x121.jpeg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-14-768x310.jpeg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-14-696x281.jpeg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-14-1068x431.jpeg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-14.jpeg 1404w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><em>Gráfico 2: Interesse pelo termo &#8220;dia das mães&#8221; no Google Trends (Brasil, jan–abr 2026). Fonte: Do Follow com base em dados do Google Trends</em></p>



<p>Entre as consultas que mais cresceram no período, destacam-se termos como &#8220;kit dia das mães&#8221;, &#8220;cesta de presente dia das mães&#8221;, &#8220;presente personalizado dia das mães&#8221; e &#8220;presente dia das mães criativo&#8221; – todos com grande aumento registrado pelo Google Trends. A variedade dos termos deixa evidente que o consumidor não está apenas procurando um produto: ele está em busca de inspiração.</p>



<p><strong>75% dos compradores não sabem o que dar e é aí que as marcas ganham ou perdem</strong></p>



<p>A pesquisa do Google expõe um dado revelador: embora quase todos os brasileiros planejam celebrar o Dia das Mães, nem todos sabem exatamente como. As maiores dificuldades são encontrar algo que a mãe goste (24%), encaixar no orçamento (20%) e fugir do óbvio com presentes criativos (17%).&nbsp;</p>



<p>Essa &#8220;paralisia de escolha&#8221;, como o próprio estudo define, tem uma consequência direta no comportamento de compra: 50% das aquisições acontecem apenas na semana anterior à data.</p>



<p>Há ainda um descompasso entre o que as mães desejam e o que os filhos planejam dar. Eletrônicos e celulares são desejados por 25% das mães, mas apenas 12% dos filhos pretendem presenteá-las com esses itens. Itens para casa e eletrodomésticos também registram lacuna semelhante. Ou seja, existe demanda reprimida por produtos de maior valor agregado que as marcas podem e devem explorar com estratégias de conteúdo e curadoria.</p>



<p><strong>Visibilidade no Google não é mais opcional</strong></p>



<p>Diante desse comportamento de busca massiva, a posição de uma marca nos resultados do Google pode ser o fator decisivo entre vender ou ser invisível. É nesse contexto que estratégias de SEO e link building ganham protagonismo. Um site bem posicionado organicamente aparece exatamente no momento em que o consumidor está no modo de decisão, sem depender exclusivamente de anúncios pagos.</p>



<p>Além do Google tradicional, cresce também a busca por respostas em inteligências artificiais. “Ferramentas como ChatGPT, Gemini e Perplexity já são consultadas por consumidores em busca de sugestões de presentes, e as marcas que aparecem nessas respostas são, em geral, as que possuem autoridade de domínio construída por meio de links de qualidade. Sendo assim, o link building vai além do ranqueamento no Google, ampliando a presença das marcas nas respostas geradas por IA”, detalha Glogovchan.</p>



<p><strong>O que os dados podem ensinar para as marcas?</strong></p>



<p>Com base nos dados do Google Trends e no comportamento do consumidor, a Do Follow aponta algumas frentes prioritárias para marcas que querem crescer na reta final antes da data:</p>



<p><strong>Invista em conteúdo de curadoria:</strong> termos como &#8220;ideias de presente dia das mães&#8221;, &#8220;presente criativo&#8221; e &#8220;sugestão de presente&#8221; estão em grande aumento. Páginas que respondem essas buscas com conteúdo útil têm chances reais de ranquear e converter.</p>



<p><strong>Aposte em link building agora:</strong> links de qualidade apontando para suas páginas de Dia das Mães aumentam a autoridade do domínio e melhoram o posicionamento no momento de maior volume de buscas.</p>



<p><strong>Não ignore a semana do evento:</strong> como 50% das compras tendem a ocorrer na semana anterior, ofertas de entrega rápida e frete grátis podem ser o argumento final para o consumidor indeciso.</p>



<p><strong>Pense no GEO: </strong>marcas citadas como referência por ferramentas de IA têm vantagem competitiva crescente. Esse posicionamento começa com a autoridade digital e ela pode ser impulsionada com uma boa estratégia de link building.</p>



<p>O Dia das Mães de 2026 tende a ser, mais uma vez, uma das datas mais importantes do varejo brasileiro. Mas para as marcas que ainda não priorizaram sua presença digital, o relógio está correndo. As buscas já estão no pico e o consumidor que não te encontrar no Google, encontrará a concorrência.</p>
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		<title>Comércio registra Páscoa estável com consumidor mais cauteloso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2026 00:11:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[A Páscoa de 2026 manteve o comércio em movimento, mas com desempenho mais equilibrado e distante de euforias. Levantamento do Núcleo de Estudos Econômicos e de Inteligência &#38; Pesquisa da Fecomércio MG, realizado em Belo Horizonte entre 6 e 9 de abril, mostra que 69,4% das empresas registraram resultados iguais ou superiores aos do ano [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Páscoa de 2026 manteve o comércio em movimento, mas com desempenho mais equilibrado e distante de euforias. Levantamento do Núcleo de Estudos Econômicos e de Inteligência &amp; Pesquisa da Fecomércio MG, realizado em Belo Horizonte entre 6 e 9 de abril, mostra que 69,4% das empresas registraram resultados iguais ou superiores aos do ano anterior. O dado revela resiliência, mesmo diante de um consumidor mais cauteloso.</p>



<p>O levantamento, feito com 130 empresas do varejo alimentício, confirma o peso da data para segmentos como supermercados, padarias e lojas de doces. Os tradicionais ovos de Páscoa seguem como principal motor de vendas, impulsionados por novidades e apelo ao público jovem. Ainda assim, o ritmo foi moderado. Para 44,4% dos empresários, o faturamento ficou estável em relação a 2025. Outros 25% relataram crescimento, enquanto 30,6% apontaram queda. Entre os que venderam mais, a alta foi contida. Em 51,6% dos casos, o avanço ficou entre 10% e 20%. Já entre os que tiveram retração, 42,1% indicaram perdas na mesma faixa.</p>



<p>O comportamento indica um mercado sem grandes oscilações, com ganhos e perdas distribuídos de forma homogênea. A economista da Fecomércio MG, Fernanda Gonçalves, avalia que o resultado reflete um consumidor mais seletivo. &#8220;A Páscoa continua sendo uma data relevante, mas o cenário atual exige planejamento. O consumidor pesquisa mais, compara preços e ajusta o consumo ao orçamento&#8221;, afirma. Apesar do desempenho relativamente positivo, a percepção dos empresários ainda é dividida. Apenas 47,6% disseram que as vendas atenderam às expectativas. A maioria, 52,4%, afirmou que o resultado ficou abaixo do esperado. Para Fernanda Gonçalves, o dado reforça um ponto de atenção. &#8220;Mesmo com indicadores que mostram estabilidade, existe uma frustração em parte do comércio. Isso sugere que as expectativas estavam mais altas do que o mercado conseguiu entregar&#8221;, diz.</p>



<p>O levantamento também destaca que todas as empresas entrevistadas realizaram ações específicas para a data, como promoções e reforço de estoque. A estratégia foi essencial para sustentar o desempenho, ainda que sem gerar avanços expressivos.</p>



<p>O cenário da Páscoa de 2026 em Belo Horizonte, portanto, combina estabilidade com cautela. O consumo acontece, mas com limites claros. O varejo responde com estratégia, mas enfrenta um cliente mais racional.</p>



<p><strong>Sobre a Fecomércio MG</strong></p>



<p>A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio MG) é a principal entidade representativa do setor do comércio de bens, serviços e turismo no estado, que abrange mais de 750 mil empresas e 54 sindicatos. Sob a presidência de Nadim Elias Donato Filho, a Fecomércio MG atua como porta-voz das demandas do empresariado, buscando soluções através do diálogo com o governo e a sociedade. Outra importante atribuição da Fecomércio MG é a administração do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) em Minas Gerais. A atuação integrada das três casas fortalece a promoção de serviços que beneficiam comerciários, empresários e a comunidade em geral, a partir de suas diversas unidades distribuídas pelo estado.</p>



<p>Desde 2022, a Federação tem se destacado na agenda pública, promovendo discussões sobre a importância do setor para o desenvolvimento econômico de Minas Gerais. A Fecomércio MG trabalha em estreita colaboração com a Confederação Nacional do Comércio (CNC), presidida por José Roberto Tadros, para defender os interesses do setor em âmbito municipal, estadual e federal. A Federação busca melhores condições tributárias para as empresas e celebra convenções coletivas de trabalho, além de oferecer benefícios que visam o fortalecimento do comércio. Com 87 anos de atuação, a Fecomércio MG é fundamental para transformar a vida dos cidadãos e impulsionar a economia mineira.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autor:</h2>



<p>Wagner Fernando Liberato</p>
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		<title>Reforma tributária muda o jogo: imposto sai do fiscal e entra na decisão de compra — e expõe fragilidades do sistema financeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jennifer Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 02:19:28 +0000</pubDate>
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<p>A reforma tributária brasileira começa a produzir um efeito silencioso, mas profundo: <strong>o impacto dos impostos deixa de ser apenas contábil e passa a influenciar diretamente decisões operacionais</strong>. Áreas antes vistas como táticas — como procurement — assumem protagonismo estratégico dentro das empresas, tornando cada decisão de compra um fator determinante na formação de custo, crédito tributário e margem.</p>



<p>Essa transformação ocorre em paralelo a episódios recentes no sistema financeiro, como o caso do Banco Master, que expôs fragilidades relevantes na governança, transparência e gestão de risco. Mesmo que o sistema como um todo tenha absorvido o choque imediato, o episódio evidencia vulnerabilidades que podem gerar consequências graves se replicadas, funcionando como um alerta sobre a necessidade de maior rigor na supervisão e na análise de decisões financeiras.</p>



<p>Com a transição para o novo modelo tributário sobre consumo, liderado por tributos como IBS e CBS, <strong>o impacto fiscal deixa de se concentrar apenas na apuração e passa a ocorrer no momento da decisão de compra</strong>. Na prática, escolher um fornecedor passa a definir <strong>quanto crédito tributário será aproveitado</strong>, contratos impactam diretamente a <strong>formação de custo real</strong> e categorias de compra influenciam <strong>margem e competitividade</strong>. O imposto deixa de ser apenas uma consequência e passa a ser <strong>um fator de decisão</strong>.</p>



<p>Essa mudança altera profundamente a lógica empresarial. Se antes o foco estava em negociar preço, agora empresas precisam calcular o chamado <strong>“custo total tributário”</strong> — que incorpora eficiência fiscal, logística e financeira em uma única equação. A decisão econômica torna-se mais complexa e, ao mesmo tempo, mais determinante.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Decisão operacional e risco econômico</h2>



<p>Nesse cenário, procurement deixa de ser apenas operacional e passa a atuar no centro da estratégia corporativa. A integração com áreas como fiscal, financeira e supply chain é obrigatória, porque decisões aparentemente simples — como trocar um fornecedor — podem alterar o volume de créditos tributários, impactar fluxo de caixa e redefinir margens. Comprar mais barato, nesse contexto, pode significar pagar mais imposto ou assumir riscos ocultos.</p>



<p>Outro efeito relevante da reforma é o enfraquecimento da lógica que dominou o Brasil por décadas: a organização de cadeias produtivas baseada exclusivamente em incentivos fiscais. Com a tributação no destino, decisões passam a considerar <strong>eficiência logística, proximidade do mercado consumidor e custo operacional real</strong>, corrigindo distorções históricas, mas exigindo maior sofisticação na tomada de decisão.</p>



<p>O caso do Banco Master serve como alerta: mesmo instituições reguladas podem acumular vulnerabilidades quando decisões de risco são tomadas sem transparência ou supervisão adequada. Fraudes, operações de crédito mal avaliadas ou estruturas complexas podem gerar perdas significativas, mesmo que não resultem imediatamente em risco sistêmico. É um lembrete de que <strong>o problema não está apenas nas regras, mas na qualidade das decisões dentro do sistema financeiro</strong>.</p>



<p>Essa leitura crítica dialoga com interpretações históricas, como as de Karl Marx sobre crises bancárias no século XIX. Marx apontava que fraude e especulação não são acidentes, mas parte estrutural do funcionamento de certos sistemas financeiros. Embora o contexto seja diferente, a lógica de que decisões mal orientadas podem gerar fragilidades profundas se repete no Brasil contemporâneo.</p>



<p>No contexto da reforma tributária, essa perspectiva ganha relevância direta: a escolha de fornecedores, contratos e estruturas de compra passa a carregar impacto operacional e fiscal simultaneamente. Decisões equivocadas não são apenas comerciais, mas podem resultar em perdas tributárias significativas.</p>



<p>A reforma também amplia o alcance da gestão tributária dentro da operação. Decisões de compra deixam rastros claros do planejamento fiscal, reduzindo espaço para arbitragens, mas aumentando a exposição a erros estratégicos. Nesse ambiente, <strong>a dependência de dados estruturados se torna um diferencial competitivo</strong>, permitindo avaliar o impacto completo de cada decisão e proteger margens.</p>



<p>A reforma tributária, portanto, não apenas reorganiza o sistema de arrecadação, mas redefine o eixo da competitividade empresarial no Brasil. A eficiência deixa de depender de estruturas fiscais complexas e passa a estar diretamente ligada à qualidade das decisões operacionais, assim como a solidez do sistema financeiro depende da transparência e da governança.</p>



<p>A combinação entre reforma tributária e um ambiente econômico mais exigente cria uma nova realidade: decisões empresariais estão cada vez mais expostas, mensuráveis e determinantes para o resultado final. O imposto deixa de ser apenas uma obrigação e passa a integrar o processo de geração de valor, enquanto o caso do Banco Master lembra que fragilidades sistêmicas podem emergir quando decisões estratégicas são tomadas sem rigor.</p>



<p>No fim, a mensagem é clara: <strong>no novo Brasil tributário, comprar bem não é apenas pagar menos — é decidir melhor, e tomar decisões conscientes é a chave para proteger tanto margens quanto a solidez do sistema financeiro.</strong></p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>Dia Mundial do Consumidor: o que mudou nas relações de compra e quais direitos continuam valendo</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 00:17:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o crescimento do comércio eletrônico e das compras por aplicativos, especialistas reforçam a importância de conhecer as regras que protegem o consumidor no Brasil Celebrado em 15 de março, o Dia Mundial do Consumidor vai muito além das tradicionais promoções que tomam conta do comércio nesta época do ano. A data também serve como [&#8230;]]]></description>
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<p>Com o crescimento do comércio eletrônico e das compras por aplicativos, especialistas reforçam a importância de conhecer as regras que protegem o consumidor no Brasil</p>



<p>Celebrado em 15 de março, o Dia Mundial do Consumidor vai muito além das tradicionais promoções que tomam conta do comércio nesta época do ano. A data também serve como um lembrete sobre a importância de conhecer direitos e deveres nas relações de consumo, especialmente em um cenário em que as formas de comprar mudaram rapidamente nos últimos anos.<br>&nbsp;</p>



<p>Hoje, grande parte das compras acontece no ambiente digital. Sites, aplicativos, marketplaces e redes sociais passaram a fazer parte da rotina de consumo dos brasileiros, ampliando as possibilidades de escolha, mas também exigindo mais atenção por parte do consumidor.<br>&nbsp;</p>



<p>Segundo a advogada Roberta Von Jelita, especialista em Direito do Consumidor, o Código de Defesa do Consumidor continua sendo a principal ferramenta de proteção, mesmo diante das transformações do mercado.<br>&nbsp;</p>



<p>&#8220;O Código de Defesa do Consumidor foi criado em 1990, mas continua atual. Ele estabelece princípios claros de transparência, informação adequada e responsabilidade das empresas. Independentemente de a compra acontecer em uma loja física ou na internet, esses direitos permanecem garantidos&#8221;, explica.<br>&nbsp;</p>



<p>Entre as situações mais comuns está o chamado direito de arrependimento, aplicado especialmente nas compras realizadas fora do estabelecimento comercial, como pela internet ou telefone. Nesses casos, o consumidor pode desistir da compra no prazo de até sete dias após o recebimento do produto.<br>&nbsp;</p>



<p>&#8220;Esse prazo existe justamente porque o consumidor não teve contato direto com o produto antes da compra. A lei garante a possibilidade de avaliar o item com calma e, se não corresponder às expectativas, solicitar o cancelamento e a devolução do valor pago&#8221;, afirma Roberta.<br>&nbsp;</p>



<p>Outro ponto que merece atenção é a transparência nas informações sobre produtos e serviços. De acordo com a legislação, empresas devem apresentar dados claros sobre preço, características, condições de pagamento, prazos de entrega e eventuais restrições.<br>&nbsp;</p>



<p>&#8220;Informação clara é um direito básico do consumidor. Quando dados importantes são omitidos ou apresentados de forma confusa, pode haver prática abusiva&#8221;, destaca a advogada.<br>&nbsp;</p>



<p>O crescimento das compras online também trouxe novos desafios, como golpes aplicados por meio de falsas lojas virtuais ou perfis nas redes sociais. Por isso, especialistas recomendam sempre verificar a reputação do vendedor, desconfiar de ofertas muito abaixo do valor de mercado e evitar pagamentos por meios que não ofereçam rastreabilidade.<br>&nbsp;</p>



<p>Para Roberta Von Jelita, o Dia Mundial do Consumidor também é uma oportunidade de reforçar a importância da informação como forma de proteção.<br>&nbsp;</p>



<p>&#8220;Consumidores bem informados fazem escolhas mais seguras e contribuem para relações de consumo mais equilibradas. Conhecer os próprios direitos é um passo fundamental para evitar prejuízos e garantir que a lei seja cumprida&#8221;, conclui.<br>&nbsp;</p>



<p>Mesmo após mais de três décadas de sua criação, o Código de Defesa do Consumidor segue sendo um dos instrumentos mais importantes para equilibrar a relação entre empresas e clientes no Brasil, especialmente em um cenário de consumo cada vez mais digital e dinâmico.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<p>Aryani Andrade</p>
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		<title>Softys Falcon participa da convenção de vendas da Mantiqueira Distribuidora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gero.Health]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 12:38:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[No último dia 7 de março, a Softys Falcon marcou presença na Convenção de Vendas da Mantiqueira Distribuidora, reforçando sua atuação estratégica em categorias essenciais para o varejo e para o canal distribuidor no estado de São Paulo. Durante o evento, o time da Softys Falcon apresentou temas de grande relevância para o mercado, com [&#8230;]]]></description>
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<p>No último dia 7 de março, a Softys Falcon marcou presença na Convenção de Vendas da Mantiqueira Distribuidora, reforçando sua atuação estratégica em categorias essenciais para o varejo e para o canal distribuidor no estado de São Paulo.</p>



<p>Durante o evento, o time da Softys Falcon apresentou temas de grande relevância para o mercado, com destaque para as oportunidades no segmento de fraldas infantis, especialmente com as marcas PomPom, Turma da Mônica e fraldas Cremer. A participação trouxe uma visão prática sobre o potencial de crescimento da categoria, o comportamento de consumo e a importância de um portfólio forte, reconhecido e alinhado às necessidades do shopper paulista.</p>



<p>Outro momento importante da programação foi a palestra de Willians Fiori, gerente de Relações Profissionais e especialista em Silver Economy, que abordou o avanço da economia da longevidade e o crescimento do mercado de incontinência no estado de São Paulo. Em sua apresentação, Fiori destacou o cenário demográfico atual, o envelhecimento da população e as oportunidades de expansão para a linha Bigfral, cada vez mais relevante em um mercado que exige inovação, acesso e entendimento profundo das transformações sociais e de consumo.</p>



<p>Para Fernando Ito, gerente de vendas São Paulo, a participação da companhia no encontro foi uma oportunidade valiosa de fortalecer o relacionamento com um parceiro estratégico.<strong> “Estar presente na convenção da Mantiqueira Distribuidora foi muito importante para ampliarmos o diálogo sobre categorias que têm enorme potencial de crescimento. Tivemos a chance de compartilhar conhecimento, enxergar novas oportunidades e reforçar a força das nossas marcas no mercado paulista”, afirmou.</strong></p>



<p>Jonas Lopes, gerente executivo nacional de vendas, também ressaltou a importância do encontro para a estratégia comercial da empresa.<strong> “Eventos como esse são fundamentais para aproximar indústria e distribuição, construir visão conjunta de mercado e acelerar oportunidades reais de negócio. A Softys Falcon segue comprometida em levar inteligência de mercado, marcas fortes e soluções relevantes para os nossos parceiros”</strong>, destacou.</p>



<p>A participação da Softys Falcon na Convenção de Vendas da Mantiqueira Distribuidora reforça o compromisso da companhia com o desenvolvimento do mercado, a geração de valor para seus clientes e a construção de um olhar cada vez mais estratégico sobre categorias de alto potencial, tanto no universo infantil quanto no mercado de incontinência adulta.</p>
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		<title>Moradores atingidos pelas enchentes em Rio das Ostras terão desconto na conta de água da Rio+Saneamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Direto de PE]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 18:18:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[#riodasostras]]></category>
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<p>Texto: Jéssica Schumacker (Assessoria de Imprensa)</p>



<p>A Rio+Saneamento anuncia, nesta quinta-feira (05/03), a adoção de uma medida excepcional nas cobranças dos imóveis localizados nas áreas mais afetadas pelas fortes chuvas em Rio das Ostras. Após diálogo com representantes da Prefeitura, a concessionária decidiu conceder redução nas contas de água com o objetivo de amenizar os impactos financeiros enfrentados pelas famílias atingidas pelas enchentes.</p>



<p>O benefício estará disponível para cerca de 18.700 clientes residentes em área previamente mapeada pela concessionária em conjunto com o município. As faturas desses imóveis serão calculadas com base na média de consumo dos 12 meses anteriores às chuvas. Neste período de limpeza dos imóveis, atividade que pode elevar significativamente o consumo de água, a Rio+Saneamento concederá o auxílio aos moradores mapeados que registrarem aumento atípico no consumo e concederá a redução, que será aplicada diretamente na fatura do mês de março.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-11.40.37-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-193667" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-11.40.37-1024x576.jpeg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-11.40.37-300x169.jpeg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-11.40.37-768x432.jpeg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-11.40.37-1536x864.jpeg 1536w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-11.40.37-2048x1152.jpeg 2048w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-11.40.37-696x392.jpeg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-11.40.37-1068x601.jpeg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-06-at-11.40.37-1920x1080.jpeg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">O benefício estará disponível para cerca de 18.700 clientes residentes em área previamente mapeada pela concessionária. Foto: Assessoria de Imprensa</figcaption></figure>



<p>A medida excepcional abrange moradores das localidades do Âncora, parte do Centro, Cidade Beira Mar, Cidade Praiana, Extensão do Bosque, Gelson Apicelo, Jardim Campomar, Liberdade, Nova Aliança, Nova Cidade, Nova Esperança, Novo Rio das Ostras, Parque Zabulão, Palmital, Recanto, Village Sol e Mar e Village.</p>



<p>A concessionária começou a atuar na assistência a cerca de 700 moradores que tiveram suas cisternas afetadas por alagamentos e que estão inscritos na Tarifa Social, oferecendo esse suporte adicional com o objetivo de amenizar a situação das famílias atingidas.</p>



<p>“Neste momento de dificuldade para os moradores, nosso foco é somar esforços com o poder público para agilizar a recuperação da cidade e oferecer uma medida que contribua para reduzir os impactos financeiros enfrentados pelas famílias mais atingidas. Estamos solidários e atuantes na recuperação de Rio das Ostras”, destaca Christian Portugal, superintendente da Regional de Rio das Ostras.</p>



<p>Apoio Operacional e Infraestrutura</p>



<p>Além do benefício excepcional nas contas, a Rio+Saneamento segue em campo com equipes e equipamentos para auxiliar o município na desobstrução de vias e na drenagem. A empresa disponibilizou maquinário estratégico, como retroescavadeiras, caminhões basculantes, bombas centrífugas e um caminhão combinado para a limpeza das redes de esgoto e de águas pluviais.</p>
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		<title>Rubi poderá ganhar remake masculino em 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação jornalística]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 13:45:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
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					<description><![CDATA[A novela mexicana Rubi de 2004, poderá ganhar um remake e versão masculina do folhetim mexicano interpretado por Bárbara Mori. Após o projeto Fábrica de Sueños fazer um remake moderno em forma de série da novela, com Camila Sodi interpretando Rubi, os fãs vão à loucura pedindo uma versão masculina da trama. Pois a versão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A novela mexicana Rubi de 2004, poderá ganhar um remake e versão masculina do folhetim mexicano interpretado por Bárbara Mori.</p>



<p>Após o projeto Fábrica de Sueños fazer um remake moderno em forma de série da novela, com Camila Sodi interpretando Rubi, os fãs vão à loucura pedindo uma versão masculina da trama. Pois a versão de Camila Sodi não obteve tanto sucesso quanto o esperado, e os fãs de novelas mexicanas cansados de verem apenas mulheres brilhando na telinha pedem uma nova ideia de novela, dando espaço para os homens brilharem também como protagonistas e vilões.</p>



<p>E seria a primeira vez que a TelevisaUnivision iria colocar um homem como protagonista e vilão da própria história. Desde o início das novelas até a atualidade, são pouquíssimas as vezes onde a trama central é focada na história de um protagonista masculino, ainda mais se tratando de um protagonista vilão.</p>



<p>E tanto Rubi como Teresa que são as protagonistas principais e vilãs da história poderão ganhar um remake masculino para levantar a bandeira de homens como grandes estrelas da TV latina.</p>



<p>Após vazar informações em primeira mão, de um possível remake masculino tanto de Rubi (2004) como de Teresa (2010), para 2026 e 2027 foi revelado que os nomes seriam: Diamante para Rubi e Tibério para Teresa.</p>



<p>Foi revelado que a história seria basicamente a mesma história da versão original de 2004, e tendo a continuação descartada da versão de 2004 onde Fernanda, sobrinha de Rubi iria dar continuidade as vinganças da tia.</p>



<p>Outro fato é que possivelmente será trocado os gêneros dos personagens e ser adicionado alguns personagens novos à trama.</p>



<p>No caso, Rubi terá o nome também de uma pedra preciosa, onde o protagonista irá se chamar Diamante, Alessandro seria Alessandra, Maribel seria Manuel, Heitor seria Herminia, Cristina seria Cristian, Dona Rosário seria ainda Dona Rosário, Fernanda seria Fernando e Caetano Seria ainda motorista e com o mesmo nome de Caetano, além disso ele teria uma irmã gêmea chamada Caetana, que trabalha na casa de Manuel de La Fuente / Maribel de La fuente onde teria um romance com Cristian / Cristina.</p>



<p>Foi revelado que a TelevisaUnivision está a procura de atores que atendam a aparência física ideal para o personagem Diamante, se tratando de um ator de beleza exuberante e de preferência moreno claro, com olhos verdes ou azuis, além de ter sobrancelhas bastante arqueadas e articulados remetendo a vilania do personagem, e para Tibério buscam um ator de beleza também exuberante com olhos azuis ou verdes.</p>



<p>Após encontrar o ator ideal, a trama está prevista para começar as gravações em 2026 ou 2027 sem data prevista.</p>



<p>E alguns nomes foram cotados para disputar o papel tanto de Diamante como de Tibério, entre eles estão Polo Morín, Josh Gutiérrez, Aarón Díaz e Eugenio Siller.</p>



<p>Alguns fãs criaram através de inteligência artificial imagens remetendo à aparência ideal do ator para o remake masculino de Rubi, veja!</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="999" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370945-1024x999.jpg" alt="" class="wp-image-160920" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370945-1024x999.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370945-300x293.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370945-768x750.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370945-696x679.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370945-1068x1042.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370945.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Diamante Pérez / REPRODUÇÃO: Internet. INFORMAÇÃO DE IA</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1007" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370936-1024x1007.jpg" alt="" class="wp-image-160923" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370936-1024x1007.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370936-300x295.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370936-768x755.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370936-696x684.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370936-1068x1050.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370936.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Diamante Pérez e Rubí Pérez / REPRODUÇÃO: Internet. INFORMAÇÃO DE IA</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1007" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370937-1-1024x1007.jpg" alt="" class="wp-image-160924" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370937-1-1024x1007.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370937-1-300x295.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370937-1-768x755.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370937-1-696x684.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370937-1-1068x1050.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370937-1.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Diamante e Rubi / REPRODUÇÃO: Internet. INFORMAÇÃO DE IA</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1009" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370940-1024x1009.jpg" alt="" class="wp-image-160925" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370940-1024x1009.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370940-300x296.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370940-768x757.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370940-696x686.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370940-1068x1052.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370940.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Diamante e Rubi / REPRODUÇÃO: Internet. INFORMAÇÃO DE IA</em></figcaption></figure>
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		<title>Código de Defesa do Contribuinte muda relação entre cidadão e Fisco e inaugura nova era de segurança jurídica no país</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 14:11:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
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					<description><![CDATA[Nova legislação rompe lógica punitiva, reduz burocracia e garante presunção de boa-fé tanto para pessoas físicas quanto jurídicas A sanção do Código de Defesa do Contribuinte (Lei Complementar nº 225/2026) inaugura uma importante mudança na relação entre Estado e contribuinte nas últimas décadas: a presunção de boa-fé. Inspirado em princípios já consolidados em países da [&#8230;]]]></description>
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<p><em>Nova legislação rompe lógica punitiva, reduz burocracia e garante presunção de boa-fé tanto para pessoas físicas quanto jurídicas</em></p>



<p>A sanção do Código de Defesa do Contribuinte (Lei Complementar nº 225/2026) inaugura uma importante mudança na relação entre Estado e contribuinte nas últimas décadas: a presunção de boa-fé. Inspirado em princípios já consolidados em países da OCDE, a premissa é inédita no Brasil. Trata-se de uma mudança estrutural, baseada na segurança jurídica, previsibilidade e cooperação entre Fisco e sociedade.</p>



<p>O modelo anterior era baseado na punição preventiva, enquanto o novo marco legal corrige uma distorção histórica ao retirar o contribuinte de uma posição automática de suspeita. “Um dos efeitos mais concretos para o cidadão aparece na declaração do Imposto de Renda. Erros formais deixam de ser tratados como fraude”, afirma Humberto Falconi, advogado e professor do curso de Direito da UNIASSELVI.</p>



<p>&nbsp;A lógica agora é permitir a correção antes da penalidade. O contribuinte é notificado, se autorregulariza e evita multas desproporcionais por falhas simples. Na prática, essa mudança tende a reduzir conflitos e judicializações.</p>



<p>Para o professor da UNIASSELVI, historicamente, muitos processos nasciam de falhas meramente burocráticas, não de má-fé, o que sobrecarregava tanto o contribuinte quanto a administração pública. “Além disso, a proibição de solicitar informações que o próprio Estado já possui representa um avanço significativo na desburocratização. Ele observa que a medida reduz custos indiretos e elimina práticas que, por anos, penalizaram o cidadão comum”, complementa.</p>



<p><strong>A importância da definição de prazos</strong></p>



<p>A definição de prazos para decisões administrativas é apontada como outro marco importante. De acordo com Falconi, processos que ficavam indefinidamente parados passam a ter limite temporal, o que reduz a sensação de insegurança e devolve ao contribuinte a previsibilidade mínima necessária para organizar sua vida financeira.</p>



<p>O reforço ao direito de defesa gratuita também é primordial. Ao vedar a exigência de depósitos prévios em primeira instância, o código amplia o acesso à justiça fiscal, especialmente para contribuintes de menor renda, que antes desistiam de recorrer por incapacidade financeira.</p>



<p><strong>Um patamar diferente</strong></p>



<p>A comunicação entre Fisco e contribuinte também muda de patamar. A exigência de linguagem clara nas notificações rompe com o juridiquês que sempre funcionou como uma barreira invisível, afastando o cidadão do entendimento real de seus direitos e deveres. Um dos avanços da mudança no Código da Defesa do Contribuinte é a valorização do bom histórico fiscal. Programas como Confia e Sintonia passam a reconhecer empresas adimplentes, oferecendo prioridade em restituições e benefícios tributários. Para as empresas, os impactos são igualmente relevantes e permitem discutir a cobrança sem sofrer penalidades financeiras antes do fim do processo.</p>



<p><strong>Perfil do devedor</strong></p>



<p>O código também estabelece uma separação mais precisa entre o devedor eventual e o devedor contumaz. Segundo o professor, essa diferenciação evita punições generalizadas e fortalece a livre concorrência. Ele ressalta que empresas que enfrentam dificuldades pontuais deixam de ser tratadas da mesma forma que aquelas que estruturam o negócio para não pagar tributos. Ao fortalecer direitos, garantir previsibilidade e promover uma atuação mais educativa do Fisco, o Código de Defesa do Contribuinte sinaliza uma mudança estrutural na cultura tributária brasileira. Sendo assim, a nova lei transforma o pagamento de impostos “de um campo minado jurídico em uma relação baseada em confiança, transparência e responsabilidade compartilhada”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autoria:</h2>



<p>ASSESSORIA DE IMPRENSA UNIASSELVI</p>
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