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	<title>Gastronomia &#8211; Jornal Tribuna</title>
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	<description>O seu portal de notícias e artigos científicos</description>
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		<title>Para torcer pelo Brasil: aprenda a harmonizar petiscos com cervejas para reunir amigos e família</title>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2026 11:37:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Nutricionista da Água Doce Sabores do Brasil compartilha dicas de como tornar a tradição dos jogos ainda mais saborosa e marcante São Paulo (SP) maio de 2026:&#160;Os jogos do campeonato mundial de futebol se tornam, a cada quatro anos, uma excelente oportunidade para reunir amigos e familiares para torcerem juntos pela seleção brasileira. Nessas ocasiões, [&#8230;]]]></description>
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<p><em>Nutricionista da Água Doce Sabores do Brasil compartilha dicas de como tornar a tradição dos jogos ainda mais saborosa e marcante</em></p>



<p><strong>São Paulo (SP) maio de 2026:&nbsp;</strong>Os jogos do campeonato mundial de futebol se tornam, a cada quatro anos, uma excelente oportunidade para reunir amigos e familiares para torcerem juntos pela seleção brasileira. Nessas ocasiões, a cerveja e os petiscos são tradicionais e opções versáteis que agradam a maioria. Para quem está recebendo convidados pela primeira vez ou quem deseja inovar o cardápio, é comum se sentir confuso sobre o que servir e como combinar alimentos e bebidas. Pensando nisso, Cláudia Mulero, nutricionista da Água Doce Sabores do Brasil, compartilha dicas de como harmonizar petiscos com diferentes tipos de cerveja, tornando a tradição ainda mais saborosa e marcante.</p>



<p><strong>Cervejas leves</strong></p>



<p>As cervejas leves são aquelas que contam com baixo amargor e são mais refrescantes. Harmonizando bem com petiscos simples e tradicionais, como batata frita, amendoim, pastel e queijos suaves, como muçarela ou prato. Assim, a leveza da cerveja ajuda a limpar o paladar, sem competir com os sabores mais delicados dos petiscos.</p>



<p><strong>Cervejas de trigo</strong></p>



<p>Com notas frutadas e leve acidez, as cervejas de trigo harmonizam melhor com comidas menos gordurosas, como frango a passarinho, iscas de peixe, saladas e queijos mais leves, já que equilibram os sabores sem sobrecarregar o paladar.</p>



<p><strong>Cervejas amargas</strong></p>



<p>Com um aroma cítrico e um amargor marcante, as cervejas amargas são ideais para harmonizar com petiscos mais gordurosos e intensos. Elas combinam bem com opções como costelinha, hambúrguer, queijos fortes, como cheddar e gorgonzola, ou petiscos apimentados. Nesse caso, o amargor ajuda a cortar a gordura e a equilibrar o sabor picante, proporcionando uma experiência mais agradável ao paladar.</p>



<p><strong>Cervejas escuras</strong></p>



<p>Com notas de café ou chocolate e mais encorpadas, as cervejas escuras combinam com petiscos mais intensos e marcantes. São ótimas opções para acompanhar carne assada, linguiça, churrasco, além de também combinarem com sobremesas à base de chocolate, criando contrastes e complementos de sabor interessantes.</p>



<p><strong>Cervejas agridoces</strong></p>



<p>As cervejas com perfil mais adocicado ou ácido oferecem combinações versáteis, harmonizando tanto com preparos leves quanto com opções mais gordurosas, desde que não se sobreponham ao sabor da bebida. Elas vão bem com frutos do mar e petiscos mais delicados, criando um equilíbrio interessante entre doçura, acidez e salgado.</p>



<p>&#8220;Para montar uma mesa de petiscos prática que agrade a todos, o ideal é oferecer ao menos uma cerveja leve, uma amarga e uma opção diferente, como de trigo ou agridoce, além de petiscos variados, entre fritos, carnes e opções leves. Com essa variação, os convidados podem experimentar diferentes sabores e texturas, além de torcerem pelo Brasil&#8221;, destaca Cláudia Mulero.</p>



<p><strong>Sobre a Água Doce Sabores do Brasil&nbsp;</strong></p>



<p>Os restaurantes da Água Doce são destino para famílias e grupos de amigos que buscam fazer de almoços, jantares, happy hours e confraternizações variadas um momento especial de entretenimento. O cardápio é extenso, repleto de delícias da culinária brasileira servidas em fartas porções e pratos. Além do extenso menu de cachaças e drinques, a casa é reconhecida pelo melhor Escondidinho do País, presente nas versões tradicional (carne de sol), camarão, frango e bacalhau, além das versões vegetarianas de palmito e Brócolis. Explorando o conceito rústico, os restaurantes proporcionam espaço aconchegante aos clientes, com música ao vivo e espaço kids, mais conhecido como Doce Cantinho. Atualmente, são mais de 80 unidades em seis estados. Além do conceito de restaurante completo, a rede possui dois modelos enxutos com investimentos menores: a Água Doce Express, que conta com um cardápio mais enxuto e foco em almoço e happy hour, além do tradicional jantar; e a Água Doce Delivery, focado nas entregas em domicílio e take away.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<p>Juliana Beletato</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>O humano como diferencial na era da IA impulsiona experiência no food service</title>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 10:23:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Chef Thais Gimenez traz dicas importantes para combinar tecnologia e atendimento humanizado para operadores conquistarem eficiência operacional e melhorarem a experiência do cliente Na era da inteligência artificial, eficiência operacional deixou de ser diferencial competitivo no setor de food&#160;service. Com cardápios inteligentes, automação de processos e ferramentas de previsão de demanda cada vez mais acessíveis, o desafio dos&#160;operadores do food&#160;service&#160;passa a ser outro: [&#8230;]]]></description>
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<p><strong><em>Chef Thais Gimenez traz dicas importantes para combinar tecnologia e atendimento humanizado</em></strong> <strong><em>para operadores conquistarem eficiência operacional e melhorarem a experiência do cliente</em></strong></p>



<p>Na era da inteligência artificial, eficiência operacional deixou de ser diferencial competitivo no setor de food&nbsp;service. Com cardápios inteligentes, automação de processos e ferramentas de previsão de demanda cada vez mais acessíveis, o desafio dos&nbsp;operadores do food&nbsp;service&nbsp;passa a ser outro: criar experiências que conectem emocionalmente com o cliente de forma&nbsp;genuína&nbsp;para que&nbsp;haja fidelização.&nbsp;Assim, a&nbsp;nova dinâmica de consumo amplia a concorrência para além do prato. Hoje,&nbsp;além da concorrer&nbsp;com o delivery, os&nbsp;restaurantes disputam atenção com plataformas de entretenimento, redes sociais e eventos culturais. Nesse cenário, operadores do setor têm revisitado processos e investido em inovação não apenas tecnológica, mas principalmente humana&nbsp;para&nbsp;buscar formas inovadoras de encantar os clientes&nbsp;com&nbsp;experiências memoráveis&nbsp;e relacionamentos&nbsp;duradouros.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>&nbsp; &nbsp;&nbsp; Atendimento personalizado, escuta ativa e a capacidade de transformar uma refeição em experiência marcante&nbsp;ganham protagonismo. Gestores e equipes que interagem diretamente com o público adaptam sugestões em tempo real e constroem relações de longo prazo tendem a se destacar em um mercado&nbsp;tão&nbsp;competitivo.&nbsp;Ao mesmo tempo, consumidores têm buscado cada vez mais do que apenas o prato: querem conhecer as histórias por trás das refeições que consomem. Nesse contexto, o&nbsp;storytelling&nbsp;se torna parte estratégica do food&nbsp;service, ajudando a criar conexões mais profundas&nbsp;com o público.&nbsp;O&nbsp;recém-lançado Menus do Futuro<strong>&nbsp;</strong>—&nbsp;relatório da&nbsp;<strong>Unilever Food&nbsp;Solutions</strong>&nbsp;que reúne dados globais, análises de mercado e insights de chefs para antecipar tendências e oferecer soluções práticas ao food&nbsp;service&nbsp;&nbsp;—&nbsp;&nbsp;destaca&nbsp;que incorporar narrativas autênticas ao negócio é um&nbsp;dos&nbsp;caminhos&nbsp;para fortalecer a experiência do cliente e gerar maior engajamento.&nbsp;<br><strong>Dicas para melhorar a experiência do cliente</strong></p>



<p><img decoding="async" src="http://webmail.jornaltribuna.com.br/roundcube/?_task=mail&amp;_action=get&amp;_mbox=INBOX&amp;_uid=83196&amp;_token=dB5im6VHm0AL0VokH6PSEaK9xWekelgw&amp;_part=2&amp;_embed=1&amp;_mimeclass=image" alt="image.png" width="163" height="200">Segundo a chef Thais Gimenez,&nbsp;alguns pontos importantes podem ajudar a trazer esse toque mais humano ao food&nbsp;service, com alguns ajustes sutis para uma gastronomia mais personalizada, sem precisar de tecnologia cara ou grandes investimentos. Ela conta que no&nbsp;dia a dia&nbsp;dos operadores, muitas vezes, a brigada de cozinheiros contribui com ideias,&nbsp;ingredientes e técnicas, mas apenas o chef principal recebe&nbsp;reconhecimento. &#8220;Ver os nomes dos diferentes membros da&nbsp;equipe ao lado dos pratos, junto com a origem dos ingredientes,&nbsp;adiciona emoção, autenticidade e reconhecimento. Isso mostra&nbsp;aos clientes que toda a equipe da cozinha tem criatividade&nbsp;digna de celebração, ainda desperta curiosidade sobre quem&nbsp;estará por trás do próximo prato. Esse tipo de transparência e&nbsp;valorização é uma poderosa forma de narrativa&#8221;, exemplifica.&nbsp;&nbsp;<br>&nbsp;<br>&#8220;Tudo gira em torno da experiência e isso pode ser feito mesmo com orçamento limitado, usando dados de forma inteligente. Se um cliente sempre pede a carne em um ponto específico ou comemora o aniversário de casamento no seu restaurante todos os anos, você já tem a informação para antecipar as necessidades dele. Deixe a cadeirinha infantil pronta, sugira a carne do jeito que ele gosta ou sinalize que sabe o motivo da celebração&#8221;, indica.&nbsp;Segundo ela, mesmo&nbsp;em&nbsp;pequenos&nbsp;detalhes, como apresentar o mesmo ingrediente com uma técnica diferente — tomates&nbsp;braseados&nbsp;em vez de tomates selados —&nbsp;criam&nbsp;uma experiência&nbsp;sem custo adicional.&nbsp;&#8220;Trata-se de usar o que você já sabe sobre seus clientes, mudar ligeiramente a descrição ou o preparo e fazê-los sentir que foram notados&#8221;.</p>



<p><strong>Eficiência operacional&nbsp;</strong></p>



<p>Enquanto a tecnologia&nbsp;e a IA&nbsp;seguem&nbsp;fundamentais&nbsp;para&nbsp;<a href="https://www.unileverfoodsolutions.com.br/dicas-e-servicos/tendencias-no-prato/ganhos-com-a-automatizacao-do-atendimento.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">garantir eficiência e escala</a>, elas&nbsp;não substituem atributos essencialmente humanos, como empatia, intuição e hospitalidade. Esses elementos têm se consolidado como o verdadeiro luxo da experiência gastronômica contemporânea.&nbsp;Nesse contexto, a combinação entre excelência operacional e atendimento humanizado surge como caminho fundamental para a fidelização.&nbsp;Se a tecnologia é capaz de levar o cliente até a porta, é a experiência vivida dentro do restaurante que determina seu retorno.&nbsp;Segundo aponta&nbsp;a quarta edição do<strong>&nbsp;</strong>Menus do Futuro, à medida que a narrativa se torna uma parte essencial do negócio, é preciso criar&nbsp;conexões&nbsp;mais&nbsp;significativas com o seu público, seja&nbsp;através de&nbsp;uma receita passada de geração em geração ou uma técnica inovadora que faz referência a um momento cultural importante.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>É&nbsp;fato que a&nbsp;narrativa&nbsp;sempre teve&nbsp;uma conexão muito próxima com a arte culinária, a&nbsp;diferença agora é que as histórias por&nbsp;trás&nbsp;das refeições&nbsp;não são apenas um interesse de nicho:&nbsp;elas se tornaram uma estratégia amplamente utilizada para construir um relacionamento duradouro com os clientes, especialmente a Geração Z.&nbsp;Aliás, em um cenário de transformação constante, é&nbsp;essa geração&nbsp;quem&nbsp;desponta como protagonista do futuro do food&nbsp;service, impondo novos desafios e oportunidades ao setor. Com alto poder de consumo e hábitos marcados pela praticidade — como o crescimento das refeições em trânsito e dos lanches ao longo do dia —, esse público redefine expectativas ao comer fora. Segundo as&nbsp;pesquisas&nbsp;do&nbsp;<strong>Menus do&nbsp;Futuro</strong>,&nbsp;84%&nbsp;da&nbsp;Geração&nbsp;Z&nbsp;se alimenta durante o deslocamento diário, e&nbsp;os lanches se tornaram uma parte vital de sua rotina de&nbsp;trabalho.&nbsp;Para negócios que buscam relevância e crescimento sustentável, compreender suas preferências e adaptar experiências às suas demandas passa a ser estratégico.&nbsp;Nesse caminho, a IA&nbsp;se comprova como&nbsp;uma aliada importante, mas ainda é o toque humano, traduzido em empatia, autenticidade e conexão, que realmente conquista e fideliza os clientes.</p>



<p><strong>Sobre o Menus do Futuro</strong></p>



<p>O relatório<strong> </strong><strong><em>Menus do Futuro </em></strong><strong>da Unilever Food Solutions (UFS)</strong>, parte da unidade de negócio de Alimentos da Unilever que opera em vários países como um fornecedor dedicado ao setor de serviços de alimentação, é um compilado com dados internacionais robustos e contribuições de chefs, incluindo análises de mídia social e feedback de profissionais de cozinha em 20 mercados globais. Esses insights foram traduzidos em soluções práticas para operadores de serviços alimentares, incluindo inspiração para receitas, tendências, técnicas e ideias de cardápios sustentáveis.  </p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<p>Milene Macaroun</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Ankura Jeri e Wine Club Confraria propõem a integração entre gastronomia, vinho e bem-estar no litoral cearense</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 14:08:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
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					<description><![CDATA[Jericoacoara, no litoral oeste do Ceará, recebe, no próximo dia 1º de maio, a inauguração do Restaurante Ankura Jeri &#38; Kura Wine Club Confraria Jeri &#38; Preá. O projeto reúne gastronomia autoral, vinho e práticas de bem-estar em uma proposta integrada de experiência. À frente da iniciativa está a empresária Jullie Carroll, que retorna ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Jericoacoara, no litoral oeste do Ceará, recebe, no próximo dia 1º de maio, a inauguração do Restaurante Ankura Jeri &amp; Kura Wine Club Confraria Jeri &amp; Preá. O projeto reúne gastronomia autoral, vinho e práticas de bem-estar em uma proposta integrada de experiência.</p>



<p>À frente da iniciativa está a empresária Jullie Carroll, que retorna ao estado após quase três décadas de atuação internacional no setor de hospitalidade, com vivências em 72 países. Ao longo desse percurso, teve contato com diferentes culturas, vinícolas e formatos de hospitalidade, repertório que fundamenta o conceito do empreendimento.</p>



<p>A criação do projeto está diretamente ligada a esse percurso. Após anos vivendo fora do país, Carroll decidiu retornar ao Ceará com o objetivo de aplicar, no território de origem, o conhecimento acumulado no setor de hospitalidade, integrando experiências relacionadas a bem-estar, gastronomia e universo do vinho.</p>



<p>Depois de décadas atuando fora do Brasil, Carroll resolveu retornar ao Ceará com a intenção de trazer para sua terra natal toda a expertise adquirida no segmento de hospitalidade, promovendo a integração de experiências ligadas ao bem-estar, à gastronomia e ao mundo do vinho.</p>



<p>Segundo ela, a proposta nasce da percepção de uma lacuna no mercado local. Ainda não havia, no estado, uma experiência que reunisse, de forma estruturada, vinho, gastronomia e bem-estar. “Não é sobre acelerar o processo, mas compreender o que somos capazes de construir a partir das nossas vivências”, afirma.</p>



<p>A inauguração ocorre das 20h às 23h, na Rua São Francisco, em Jericoacoara, em formato intimista. O soft opening reúne convidados para uma experiência conduzida pelo chef Carlos Sarmento, responsável pela curadoria gastronômica, e pela sommelier Andrea Mavignier, à frente do Kura Wine Club Confraria Jeri &amp; Preá. A noite conta ainda com a parceria da Ambev, por meio da marca Corona, e inclui a apresentação do catálogo Destination Wedding Ankura Preá, voltado à realização de celebrações no litoral.</p>



<p>No Ankura Jeri, a cozinha parte do território. Peixes frescos do litoral cearense, adquiridos diretamente de pescadores do Preá, são a base de uma proposta que dialoga com referências do Mediterrâneo, do Ceará e da Amazônia. Os pratos combinam técnica contemporânea e respeito à origem dos insumos, com atenção ao frescor e ao preparo.</p>



<p>A experiência à mesa se constrói a partir da relação entre ingrediente, ambiente e cultura. O restaurante se apresenta como um espaço de permanência, em que a refeição se insere em uma dinâmica de encontro e contemplação.</p>



<p>O Wine Club Confraria estrutura o segundo eixo do projeto ao integrar vinho, gastronomia e práticas voltadas ao corpo e à mente. A proposta reúne, em um mesmo conceito, experiências associadas ao bem-estar e à enologia.</p>



<p>O clube foi organizado em três modalidades, Essence Kura, Signature One e Private Club, pensadas para diferentes perfis, do público iniciante aos apreciadores mais experientes. A proposta contempla uma experiência de pertencimento, com foco nas necessidades e expectativas de cada participante.</p>



<p>O projeto também incorpora práticas voltadas ao bem-estar, como yoga, terapias e rituais associados ao cuidado com o corpo e a mente, integrando essas dimensões à experiência com o vinho e à gastronomia.</p>



<p>Inserido entre Preá e Jericoacoara, o empreendimento se apoia nas características naturais da região. Os ventos, as dunas e a paisagem local influenciam diretamente a forma como a experiência é construída, em diálogo com o conceito de território.</p>



<p>Para a idealizadora, o impacto esperado vai além do empreendimento. A proposta é contribuir para o fortalecimento do turismo de experiência no litoral oeste do Ceará, com potencial de gerar novos fluxos e ampliar a dinâmica local.</p>



<p>Além da inauguração, o projeto prevê programação contínua. No dia 5 de maio, será realizada a abertura oficial com uma Noite Mexicana e a ativação do Corona Lounge, ampliando a proposta de experiências no espaço.</p>



<p>Sobre o Restaurante Ankura Jeri</p>



<p>No Ankura Jeri, a gastronomia valoriza ingredientes locais, como peixes frescos do litoral cearense, adquiridos diretamente de pescadores do Preá, e combina referências do Mediterrâneo, Ceará e Amazônia em pratos contemporâneos.</p>



<p>Mais do que um restaurante, o Ankura se propõe como um espaço de encontro e contemplação, com respeito à origem dos ingredientes e aos saberes tradicionais.</p>



<p>Sobre o Wine Club Confraria</p>



<p>O Wine Club Confraria nasce como uma proposta inédita no Ceará, unindo vinho, gastronomia e bem-estar em uma experiência integrada. Entre Preá e Jericoacoara, o clube conecta território, cultura e paisagem.</p>



<p>Com curadoria internacional, a experiência harmoniza vinhos com a gastronomia local, criando uma relação direta entre sabores e ambiente.</p>



<p>Serviço</p>



<p>Inauguração Ankura Jeri e Wine Club Confraria</p>



<p>Data: 1º de maio de 2026</p>



<p>Horário: das 20h às 23h</p>



<p>Local: Rua São Francisco, 92, Jericoacoara, Ceará</p>


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		<item>
		<title>Carne e leite de jumento: o que o Brasil pode aprender com os argentinos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 17:55:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[A carne de burro virou notícia na imprensa nesta última semana após um restaurante argentino, em Trelew, na Patagônia, promover um evento de degustação de pratos feitos com a proteína, que em poucas horas se esgotaram. O açougue da região, que passou a vender a carne, também viu seu estoque acabar rapidamente. E como o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A carne de burro virou notícia na imprensa nesta última semana após um restaurante argentino, em Trelew, na Patagônia, promover um evento de degustação de pratos feitos com a proteína, que em poucas horas se esgotaram. O açougue da região, que passou a vender a carne, também viu seu estoque acabar rapidamente.</p>



<p>E como o mercado é soberano, ou seja, o consumidor aprovou o sabor da carne de jumento. Agora, uma iniciativa idealizada por um único produtor já está ganhando a adesão de outros no país. O idealizador do projeto, o produtor rural argentino Julio Cittadini, afirmou que não há qualquer relação entre o sucesso do lançamento da carne e a atual situação econômica da Argentina. A história, na verdade, está ligada a um realinhamento da estratégia de produção de carne para atender o mercado local.</p>



<p>Pecuarista há 60 anos, ele criava ovelhas na província de Chubut, na Patagônia. Porém, por conta de predadores da região, como o puma, já não conseguia mais manter um rebanho de ovinos para produção de carne. Como as condições geográficas da Patagônia não são favoráveis à criação de bovinos, Cittadini apostou no burro, um animal que há décadas faz parte da história do local e, no passado, foi muito utilizado para trabalhos de transporte.</p>



<p>O projeto vem sendo estruturado há dois anos pelo pecuarista e tem a autorização das autoridades sanitárias locais e nacionais para o abate. Como são rústicos e férteis, os asininos adaptaram-se muito bem às condições da Patagônia, cujo clima é rigoroso e o relevo é irregular, além de não sofrerem com os ataques de pumas.</p>



<p>O custo mais baixo do quilo da carne de burro (7500 pesos &#8211; R$ 26,97 na cotação atual) trata-se de uma estratégia das autoridades locais para promover o produto entre os consumidores nesta primeira fase do projeto. O sabor é parecido com o da carne bovina, favorecendo sua rápida popularização neste curtíssimo tempo em que chegou ao mercado.</p>



<p>Um ponto a se destacar é que, mesmo sendo grandes consumidores de carne bovina, com uma média de consumo per capita de carne bovina (49,4 kg/hab/ano) bem acima de outros países, os argentinos sempre apreciaram outros tipos de carne, como a de guanaco e a de lhama.</p>



<p>Na província de Corrientes, está em andamento um projeto para processar carne de espécies que não fazem parte da fauna local, como o veado-axis e o javali, garantindo a estruturação de uma indústria com valor agregado e controles sanitários. A iniciativa visa reduzir o impacto ambiental dessas espécies e gerar novas oportunidades econômicas em áreas rurais. O plano inclui a participação do setor privado e o apoio de municípios como Sauce e Perugorría, onde essas espécies se reproduzem em alta taxa.</p>



<p>Apesar do sucesso da carne de jumento entre os consumidores, houve uma reação por parte de ONGs, que entraram na Justiça para impedir o abate, alegando que o Código Alimentar Nacional proíbe o consumo. O Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar (Senasa) informou que não há qualquer restrição ao consumo de carne de burro. Segundo o produtor Julio Cittadini, a legislação cita somente que qualquer carne, para ser consumida pela população argentina, precisa ser produzida dentro dos requisitos sanitários.</p>



<p><strong>Procura pelo leite de jumenta</strong>&nbsp;<strong>aumenta</strong>&#8211; E não é só a carne. Agora, o leite de burra também está ganhando repercussão na Argentina e vem sendo apontado como uma das propostas mais inovadoras do setor lácteo argentino. O produto é divulgado como uma das novidades da feira TodoLáctea, que se realizará em maio, em Córdoba. O leite de burra tem grande valor nutricional, aplicações terapêuticas, é reconhecido por ser hipoalergênico e ter uma composição similar à do leite materno, além de potencial para desenvolvimento industrial, já que tem alto valor agregado.</p>



<p><strong>Consumo no mundo</strong>&#8211; A carne e o leite de jumento são consumidos e produzidos em diversos países, inclusive da Europa, África, além de China e México. No Brasil, a iniciativa de estruturar uma cadeia produtiva de jumentos, com a mesma finalidade, ainda é incipiente. Segundo criadores e pesquisadores, o potencial para produção de leite é grande e poderá beneficiar os pequenos produtores, principalmente de regiões tradicionais na criação de jumentos, como o Nordeste.</p>



<p>Foi o que aconteceu com a cadeia produtiva de carne e leite de bovinos. Hoje, o Brasil é o maior produtor de carne do mundo e tem avançado na produção de leite, gerando renda para milhões de brasileiros. Isso só aconteceu porque os brasileiros tiveram visão de futuro e investiram na multiplicação e melhoramento das raças bovinas, contribuindo tanto para tornar o agro brasileiro uma grande potência quanto para a preservação das raças, bem como a formação de outras.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<p>Larissa Vieira</p>
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		<item>
		<title>Cachaça e peixe: descubra harmonizações surpreendentes que valorizam sabores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 23:33:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
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					<description><![CDATA[Cláudia Mulero, nutricionista da Água Doce Sabores do Brasil, apresenta um guia prático para combinar os ingredientes sem erros São Paulo (SP), abril de 2026:&#160;Quando a intensidade do peixe e o perfil da cachaça são combinados corretamente, o resultado pode ser surpreendente. Ao contrário de alguns mitos, a bebida pode sim ser usada durante a [&#8230;]]]></description>
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<p><em>Cláudia Mulero, nutricionista da Água Doce Sabores do Brasil, apresenta um guia prático para combinar os ingredientes sem erros</em></p>



<p><strong>São Paulo (SP), abril de 2026:&nbsp;</strong>Quando a intensidade do peixe e o perfil da cachaça são combinados corretamente, o resultado pode ser surpreendente. Ao contrário de alguns mitos, a bebida pode sim ser usada durante a refeição, desde que servida na maneira adequada. É comum que consumidores se sintam confusos sobre qual tipo de cachaça escolher para acompanhar determinados alimentos, achando que o destilado combina melhor com porções ou apenas para degustação. Neste caso, uma das opções que harmoniza perfeitamente com a bebida genuinamente brasileira são os diferentes tipos de peixes. Pensando nisso, Cláudia Mulero, nutricionista da Água Doce Sabores do Brasil, apresenta um guia com sugestões de combinações variadas para diferentes tipos de paladares.</p>



<p>&#8220;Na hora de escolher as bebidas, o gosto pessoal é essencial, e muitos acabam descobrindo as melhores combinações por tentativa. Não existe uma regra única, mas por se tratar de um destilado com um teor alcoólico maior, devemos ter alguns pontos de atenção. Neste caso, as sugestões são para que a cachaça possa acompanhar o prato, complementando tanto o sabor quanto o aroma, mas nunca sobrepor os ingredientes&#8221;, destaca Cláudia.</p>



<p><strong>Peixes leves + Cachaças brancas</strong></p>



<p>Peixes delicados, como tilápia, pescada e linguado, pedem bebidas que não apaguem o sabor do ingrediente. Preparados de maneira grelhada, cozida ou no vapor, podem ser temperados com limão, ervas e azeite. Nesse contexto, combinam perfeitamente com a cachaça branca, que não é envelhecida, apresentando notas frescas, herbais e levemente adocicadas, proporcionando frescor sem dominar o prato.</p>



<p><strong>Peixes gordurosos + Cachaças envelhecidas</strong></p>



<p>Peixes com sabor marcante e mais gordurosos, como salmão, sardinha e atum, precisam de bebidas intensas como acompanhamento. O álcool ajuda a &#8220;limpar&#8221; a sensação de gordura do peixe no paladar, tornando a experiência mais agradável. Preparados com molhos mais ricos, grelhados ou defumados, esses peixes combinam perfeitamente com cachaças envelhecidas em carvalho, que apresentam notas de baunilha, especiarias e leve dulçor.</p>



<p><strong>Peixes médios + Cachaças armazenadas em madeiras suaves</strong></p>



<p>Peixes com sabor mais estruturado, como o dourado ou robalo, são geralmente preparados no forno, grelhados com crosta fina ou presentes em moquecas leves. Harmonizando bem com cachaças armazenadas em bálsamo ou jequitibá, que são mais encorpadas e apresentam um toque amadeirado, o que traz complexidade à experiência sem pesar demais.</p>



<p><strong>Peixes com preparo intenso + Cachaças encorpadas</strong></p>



<p>Durante as preparações, alguns métodos podem sobressair mais que o próprio peixe, como na fritura ou em moquecas baiana e capixaba. Nesse caso, a intensidade do prato pede uma bebida à altura. A harmonização pode ser feita com cachaças mais estruturadas ou extra envelhecidas. Drinques também podem ser uma boa opção, como uma caipirinha menos doce, que acompanha o prato sem sobrecarregar o paladar.</p>



<p>&#8220;Algumas dicas extras fazem toda a diferença na hora de servir. A cachaça deve ser consumida fresca e não gelada, para realçar os aromas. Além disso, doses pequenas funcionam melhor na harmonização, por isso, é importante evitar grandes doses de álcool. Já drinques com o destilado com limão ajudam a limpar o paladar da gordura do peixe, como a caipirinha, sendo uma ótima alternativa&#8221;, finaliza a nutricionista.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<p>Juliana Beletato</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Relatório de tendências do foodservice se reinventa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 23:49:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[Unilever Food Solutions lança nova edição do &#8216;Menus do Futuro&#8217; com temas e dadosrelevantes que prometem transformar e contribuir para a aceleração do food service A forma de montar cardápios está mudando e acompanhar esse movimento deixou de ser uma opção para se tornar uma necessidade estratégica para qualquer tipo de operação no food service. [&#8230;]]]></description>
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<p>Unilever Food Solutions lança nova edição do &#8216;Menus do Futuro&#8217; com temas e dados<br>relevantes que prometem transformar e contribuir para a aceleração do food service</p>



<p>A forma de montar cardápios está mudando e acompanhar esse movimento deixou de ser uma opção para se tornar uma necessidade estratégica para qualquer tipo de operação no food service. Atenta a esse cenário, a&nbsp;<strong>Unilever Food Solutions</strong>&nbsp;anuncia a nova edição de seu relatório&nbsp;<em><strong>Menus do Futuro</strong></em>, um guia global que antecipa tendências e oferece caminhos práticos para impulsionar negócios gastronômicos há quatro anos. Trata-se de&nbsp;um compilado com dados globais robustos e contribuições de chefs, incluindo análises de mídia social e feedback de profissionais de cozinha em 20 mercados globais. Muitos insights que foram traduzidos em soluções práticas para operadores de serviços alimentares, incluindo inspiração para receitas, tendências, técnicas e ideias de cardápios sustentáveis.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Neste ano, estudo evolui ao incorporar as demandas reais do mercado e da comunidade de operadores, chefs e empreendedores, trazendo novidades em relação à personalização em sua quarta edição. Desenvolvido a partir de um estudo global robusto que combina dados, tecnologia, inteligência culinária e análise de comportamento do consumidor, o relatório ganha um novo diferencial: agora, além da versão completa, é possível acessar uma experiência mais personalizada, com recomendações adaptadas ao perfil de cada operação nos segmentos de lanchonetes, padarias e restaurantes. &#8220;O Menus do Futuro foi pensado para ser uma ferramenta prática e inspiradora que ajuda os nossos parceiros a transformarem tendências em oportunidades reais de crescimento&#8221;, destaca&nbsp;Adriana Vichino, diretora de Marketing Latam&nbsp;da Unilever Food Solutions<strong>.</strong>&nbsp;&#8220;Mais que um mapeamento de tendências, é um projeto que se posiciona como um verdadeiro manual para acelerar resultados em diferentes formatos de negócio&#8221;, completa.&nbsp;</p>



<p><strong>Quatro tendências que vão moldar os cardápios&nbsp;</strong>&nbsp;</p>



<p>A nova edição do Menus do Futuro se baseia em quatro movimentos principais que refletem um consumidor mais exigente, curioso e conectado com propósito. De um lado, cresce a valorização de experiências gastronômicas acessíveis, mas com qualidade e identidade. De outro, há uma busca por autenticidade, seja no resgate de tradições ou na forma como diferentes culturas se encontram no prato. Ao mesmo tempo, a personalização ganha novos contornos, equilibrando praticidade e escolha, enquanto chefs são cada vez mais desafiados a traduzir tudo isso em propostas relevantes, criativas e viáveis para o dia a dia da operação. Confira mais sobre as quatro principais tendências:&nbsp;</p>



<p><strong>• Comida de Rua Moderna</strong>: a evolução do simples para o extraordinário, com ingredientes premium, técnica e histórias que valorizam a origem dos pratos, oferecendo um &#8220;luxo acessível&#8221; especialmente atrativo para as novas gerações;&nbsp;<br><strong>• Raízes Culinárias</strong>: a valorização das tradições ganha um olhar contemporâneo, com receitas ancestrais reinterpretadas de forma leve, acessível e conectada às demandas atuais por autenticidade e sustentabilidade;&nbsp;<br><strong>• Cozinha Sem Fronteiras</strong>: combinações globais mais conscientes e respeitosas, que destacam identidade cultural, técnica e autenticidade, indo além da fusão e promovendo verdadeiras trocas gastronômicas;&nbsp;<br><strong>• Gastronomia Personalizada</strong>: experiências sob medida seguem em alta, agora com foco no equilíbrio entre praticidade e personalização, permitindo adaptações sem deixar de lado o sabor e eficiência.&nbsp;</p>



<p>Além das tendências que norteiam todo o material, o conteúdo traz ainda insights aplicáveis ao dia a dia do negócio que vão desde gestão e clima de equipe até estratégias para aumentar a lucratividade e criar pratos mais atrativos, inclusive para redes sociais.&nbsp;</p>



<p><strong>Dados e insights sobre comportamento e hábitos de consumo da geração Z</strong>&nbsp;</p>



<p>De acordo com esta edição do Menus do Futuro, as tendências globais de alimentação mostram um consumidor cada vez mais atento à combinação entre saúde, identidade e experiência. Entre os movimentos que ganham força, a&nbsp;<strong>comida de rua&nbsp;</strong>moderna aparece como resposta ao grande interesse das pessoas por nutrição. Segundo dados do relatório,&nbsp;<strong>52% da Geração Z</strong>&nbsp;busca opções mais nutritivas, priorizando pratos leves e com proteínas de origem vegetal. É um grupo que também quer fusões ousadas, autênticas e com propósito, numa combinação de boas histórias com preços acessíveis.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Ao mesmo tempo, a chamada&nbsp;<strong>cozinha sem fronteiras</strong>&nbsp;aponta para cardápios de fusão mais estratégicos, que equilibram familiaridade e novidade por meio de pequenas variações. Nesse contexto, o relatório mostra que a&nbsp;<strong>personalização</strong>&nbsp;também se consolida como diferencial competitivo, com consumidores dispostos a pagar mais por experiências ajustadas ao seu gosto:&nbsp;<strong>58% dos clientes já pagam por menus de degustação customizados e 55% compram travessas montadas,&nbsp;</strong>em formatos compartilháveis. &nbsp;<br><br>Outra informação importante é que cresce a valorização de ingredientes menos processados, reforçando o apelo das chamadas<strong>&nbsp;raízes culinárias</strong>&nbsp;e abrindo espaço para posicionamentos mais premium dentro do mercado gastronômico:&nbsp;<strong>78% dos consumidores estão dispostos a pagar mais por produtos naturais e minimamente processados,</strong>&nbsp;reforçando a valorização de transparência e qualidade,&nbsp;<strong>embora 30% ainda indiquem que a inflação influencia suas escolhas,&nbsp;</strong>aumentando a busca por opções acessíveis com valor agregado.&nbsp;<br><strong><br>Conteúdo personalizado e senso de comunidade</strong>&nbsp;</p>



<p>Mais do que um relatório de tendências, o Menus do Futuro reforça o papel da&nbsp;<strong>Unilever Food Solutions</strong>&nbsp;como uma parceira estratégica do food service ao fomentar conexões reais entre profissionais do setor. O projeto vem ampliando cada vez mais sua vocação colaborativa ao reunir um time de chefs e especialistas renomados e, ao mesmo tempo, estimular a troca contínua de experiências entre clientes, criando um ecossistema vivo, onde conteúdo, prática e inspiração caminham juntos. O resultado é uma plataforma que ultrapassa a lógica de tendências para se tornar um hub de conhecimento aplicado, que agora oferece a&nbsp;possibilidade de o operador criar seu próprio relatório de tendências, personalizado de acordo com o tipo de negócio (cantinas, unidades de produção central, cafés e padarias, restaurantes de serviço completo, pubs, bares, restaurantes de serviço rápido, casas de repouso, hotel, cafés e padarias independentes, lazer, serviço de alimentação móvel, catering privado e restaurantes virtuais).&nbsp;A partir da segunda quinzena de abril, a nova edição do Menus do Futuro estará disponível para download gratuito através deste&nbsp;<a href="https://www.ufs.com/br/pt-br/inspiration/future-menus-4/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external"><u>link</u></a>&nbsp;e também em versão customizada, reforçando o compromisso da marca com o desenvolvimento sustentável e a evolução constante de seus parceiros.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<p>Milene Macaroun</p>
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		<title>Seletividade alimentar afeta crianças com autismo e pode impactar desenvolvimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 00:24:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Comum no TEA, comportamento exige atenção e abordagem integrada para evitar deficiências nutricionais A seletividade alimentar é uma das características mais comuns entre crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) — e também um dos maiores desafios enfrentados pelas famílias no dia a dia. Estudos indicam que entre 50% e 80% das crianças com autismo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Comum no TEA, comportamento exige atenção e abordagem integrada para evitar deficiências nutricionais</p>



<p>A seletividade alimentar é uma das características mais comuns entre crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) — e também um dos maiores desafios enfrentados pelas famílias no dia a dia. Estudos indicam que entre 50% e 80% das crianças com autismo apresentam algum grau de seletividade alimentar, índice significativamente superior ao observado em crianças com desenvolvimento típico. Marcada pela recusa de alimentos, preferência por cores, texturas ou marcas específicas, essa limitação pode impactar diretamente o estado nutricional e o desenvolvimento infantil.</p>



<p>Dados mais recentes do Centers for Disease Control and Prevention (CDC), divulgados em 2025, apontam que uma em cada 31 crianças está dentro do espectro, o que amplia a necessidade de informação e acompanhamento especializado. Embora não seja exclusiva do autismo, a seletividade tende a ser mais intensa nesses casos, muitas vezes associada a questões sensoriais e comportamentais — como hipersensibilidade a cheiros, sabores e consistências, rigidez de rotina e dificuldade com mudanças.</p>



<p><strong>Muito além de &#8220;fase&#8221; ou &#8220;birra&#8221;</strong><strong><br></strong>Segundo a nutricionista materno-infantil&nbsp;<strong>Caroline von Borowski</strong>, que atua com nutrição no autismo e TDAH, é fundamental compreender que esse comportamento não deve ser tratado de forma simplista.</p>



<p><em>&#8220;Quando a gente fala de seletividade no autismo, estamos olhando para uma combinação de fatores que envolvem sensibilidade sensorial, rotina e até questões clínicas. Não é simplesmente uma recusa alimentar</em>&#8220;, explica.</p>



<p>A especialista, responsável pelo atendimento nutricional de crianças com autismo no Projeto TEA Tapera, que acompanha mais de 250 famílias atípicas em Florianópolis, destaca que a restrição alimentar pode levar a deficiências nutricionais importantes — especialmente de ferro, zinco, vitaminas do complexo B e fibras — afetando não só o crescimento, mas também o comportamento e a imunidade.</p>



<p><em>&#8220;Uma alimentação muito limitada pode impactar diretamente no humor, na atenção e até no sono da criança. Por isso, o olhar precisa ser ampliado</em>&#8220;, afirma.</p>



<p><strong>Impacto real na rotina das famílias</strong><strong><br></strong>Na prática clínica, casos evidenciam esse impacto. Um deles é o de Diego de Lima Souza, de 7 anos, criança autista não verbal que apresentava seletividade alimentar severa, irritabilidade constante e alta sensibilidade a estímulos sonoros. Após avaliação, foram identificadas deficiências nutricionais e um marcador inflamatório elevado. Com ajustes na alimentação, suplementação e encaminhamento para investigação especializada, foi diagnosticada esofagite eosinofílica.</p>



<p>Com o tratamento adequado, Diego apresentou evolução importante: passou a se comunicar com palavras, apresentou melhora no comportamento e ampliou a aceitação alimentar, além de reduzir a sensibilidade a sons do dia a dia.</p>



<p>Para a mãe, Laise Neves de Lima, o processo trouxe mudanças significativas na rotina da família. &#8220;A gente vivia uma rotina muito difícil, sem entender o que estava por trás de tanta recusa e irritação. Quando começamos a investigar e ajustar a alimentação, tudo começou a mudar. Hoje ele aceita mais alimentos, está mais calmo e a nossa rotina ficou muito mais leve&#8221;, relata.</p>



<p><strong>Cuidado integrado faz diferença</strong><br>Nesse contexto, o acompanhamento interdisciplinar ganha protagonismo. A integração entre nutricionistas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e outros profissionais da saúde contribui para uma abordagem mais eficaz e segura.</p>



<p><em>&#8220;Quando os profissionais trabalham de forma alinhada, conseguimos resultados mais consistentes e uma condução mais tranquila para a família</em>&#8220;, destaca Caroline.</p>



<p>Além do acompanhamento profissional, algumas estratégias são consideradas fundamentais no manejo da seletividade alimentar: a exposição gradual a novos alimentos, sem pressão; a construção de uma rotina alimentar previsível; o respeito às preferências sensoriais da criança; e a utilização de abordagens terapêuticas, como a terapia alimentar e a integração sensorial. Evitar forçar a ingestão e transformar o momento da refeição em uma experiência positiva também são pontos-chave para a evolução.</p>



<p>Mais do que ampliar o cardápio, o processo envolve respeito ao tempo da criança e estratégias individualizadas. A construção de uma relação mais positiva com os alimentos é gradual — e passa, sobretudo, pelo acolhimento das famílias.</p>



<p>Em um cenário de aumento dos diagnósticos, o tema ganha cada vez mais relevância, reforçando a importância de informações qualificadas e de redes de apoio que ajudem a transformar a rotina alimentar em uma experiência possível — e menos desafiadora</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<p>Tatiane Silva</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Desperdício e rastreabilidade: os dois pilares que definem o novo varejo alimentar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 00:09:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[O desperdício de alimentos no varejo deixou de ser apenas uma questão operacional. Ele é, hoje, um indicador direto de eficiência, sustentabilidade e responsabilidade corporativa. Um produto que vence na gôndola carrega dois custos: o financeiro e o reputacional. Por isso, a gestão da validade tornou-se o maior desafio estratégico do setor, superando inclusive as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O desperdício de alimentos no varejo deixou de ser apenas uma questão operacional. Ele é, hoje, um indicador direto de eficiência, sustentabilidade e responsabilidade corporativa. Um produto que vence na gôndola carrega dois custos: o financeiro e o reputacional. Por isso, a gestão da validade tornou-se o maior desafio estratégico do setor, superando inclusive as complexidades do planejamento de compras ou da tradicional curva ABC.</p>



<p>No varejo alimentar, o desperdício começa a ser evitado antes mesmo da chegada do produto à loja. Inteligência de mix e curadoria de dados são determinantes para que cada unidade opere com um portfólio ajustado ao seu perfil demográfico e ao comportamento de consumo local. Não se trata de ter todas as marcas, mas de ter o mix correto. Quando a oferta está alinhada à demanda real, o estoque gira no ritmo certo, reduzindo estagnação e perdas.</p>



<p>Na operação diária, disciplina é palavra-chave. O método PVPS — Primeiro que Vence, Primeiro que sai — é inegociável. Garantir que os produtos com validade mais próxima estejam na linha de frente da gôndola é um ajuste simples, mas de impacto direto sobre a preservação do inventário. Quando incorporada à cultura da equipe, essa prática transforma a rotina da loja e consolida uma mentalidade de responsabilidade compartilhada.</p>



<p>Agora quando existe o setor de granel, há um desafio adicional. Este segmento &nbsp;exige um olhar técnico e especializado. Preservar a integridade sensorial e nutricional dos alimentos implica combater oxidação, umidade e contaminação cruzada com rigor científico. Tem-se de pensar no armazenamento refrigerado para &nbsp;ampliar significativamente a vida útil dos insumos. Além disso, usar potes com vedação de silicone e utensílios exclusivos para cada item, reduzindo a umidade — principal vilã de oleaginosas e farinhas — e reforçando o controle sanitário. Além disso, realizar dedetizações semanais em todas as unidades, para garantir um ambiente seguro e para minimizar qualquer risco de perdas por pragas.</p>



<p>Mas eficiência também exige criatividade. Quando um produto entra nos três meses finais de validade, deve-se ativar o fracionamento estratégico. Em vez de descarte, criar oportunidade, como por exemplo realização de descontos, transformando o que seria perda em acesso. Esses itens também podem compor kits promocionais ou serem utilizados em degustações guiadas dentro da loja, convertendo um potencial desperdício em experiência educativa e sensorial. Assim, o ciclo de vida do produto é gerenciado com responsabilidade e inteligência comercial.</p>



<p>Se o desperdício representa o primeiro grande pilar do varejo moderno, a rastreabilidade é o segundo. O consumidor atual quer mais do que preço e conveniência; ele busca transparência. O valor de um produto está diretamente ligado à sua origem e à segurança que ele oferece.</p>



<p>Nesse contexto, a curadoria de marcas é estratégica. O objetivo é assegurar pureza, biodisponibilidade e padrão farmacêutico de qualidade. A rastreabilidade permite que o consumidor valide, na prática, a promessa do rótulo, e esse processo pode ser realizado por meio de selos internacionais, como o IFOS, que possibilitam que o cliente utilize o número do lote para acessar diretamente o laudo laboratorial de pureza. Da mesma forma, assegurar que uma proteína é proveniente de gado alimentado a pasto ou que determinado superalimento foi cultivado em seu habitat ideal não é apenas argumento de marketing: é a comprovação da eficácia biológica do que se entrega.</p>



<p>Para garantir essa jornada com precisão técnica do campo à gôndola, sempre indico quatro frentes. A primeira é a priorização de certificações de excelência, como Non-GMO, Orgânico Brasil, IBD e ISO 9001, que funcionam como auditorias permanentes da cadeia produtiva. A segunda é o monitoramento digital por meio de um sistema de ERP que acompanha cada lote desde o Centro de Distribuição até o cupom fiscal emitido na loja, permitindo respostas rápidas e cirúrgicas em casos de recall. A terceira envolve inovação aplicada à experiência do consumidor, com QR Codes nas embalagens que conectam diretamente a laudos de pureza e informações de procedência. A quarta é a formação de consultores especializados, capazes de traduzir dados técnicos em orientação acessível e confiável.</p>



<p>No varejo alimentar contemporâneo, eficiência operacional e transparência não competem entre si: elas se complementam. Reduzir desperdício protege margens e fortalece compromissos ambientais. Garantir rastreabilidade consolida confiança e reputação. Juntas, essas frentes constroem um modelo de negócio mais sustentável, resiliente e alinhado a um consumidor cada vez mais informado e exigente.</p>



<p>O futuro do setor não será definido apenas por expansão de lojas ou aumento de portfólio, mas pela capacidade de integrar gestão, tecnologia e propósito em cada etapa da cadeia. Desperdício e rastreabilidade deixaram de ser temas operacionais. Tornaram-se critérios centrais de competitividade no novo varejo alimentar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autor:</h2>



<p>Edmar Mothé, fundador da Bio Mundo</p>
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		<title>Versatilidade na cozinha: descubra oito tipos de raladores e saiba qual escolher para cada tipo de preparo</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/04/os-desafios-de-manter-a-identidade-da-marca-na-era-da-ia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 00:07:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Jéssica Benazzi, nutricionista do Divino Fogão, apresenta dicas de como usar o utensílio e agregar textura e sabor às receitas São Paulo (SP), abril de 2026:&#160;Um dos utensílios indispensáveis na cozinha, o ralador é versátil e contribui com as receitas agregando texturas e praticidade ao dia a dia. Para quem está montando a cozinha da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Jéssica Benazzi, nutricionista do Divino Fogão, apresenta dicas de como usar o utensílio e agregar textura e sabor às receitas</em></p>



<p><strong>São Paulo (SP), abril de 2026:&nbsp;</strong>Um dos utensílios indispensáveis na cozinha, o ralador é versátil e contribui com as receitas agregando texturas e praticidade ao dia a dia. Para quem está montando a cozinha da casa nova ou pensando em se aventurar no preparo de novos pratos, Jéssica Benazzi, nutricionista do Divino Fogão, compartilha dicas de como usar o utensílio e qual tipo de ralador se encaixa melhor em cada situação.</p>



<p><strong>Ralador quatro faces</strong></p>



<p>Um dos modelos mais versáteis para se ter na cozinha, o ralador quatro faces é uma ótima escolha na hora de montar o enxoval. Ele conta com quatro tipos de corte, fino, grosso, fatiador e zester, sendo este último indicado para quem deseja raspas finas, permitindo diferentes texturas em um único utensílio. Ideal para ralar queijos, cenoura, batata e chocolate, trazendo praticidade e agilidade ao preparo das receitas.</p>



<p><strong>Ralador Julienne</strong></p>



<p>Muito comum no preparo de saladas orientais, o ralador julienne transforma os legumes no formato &#8220;espaguete&#8221;, com tiras finas e compridas, sendo perfeito para a cenoura, abobrinha e nabo, garantindo um corte uniforme para a composição de diferentes pratos.</p>



<p><strong>Ralador Mandoline</strong></p>



<p>Ideal para o preparo de batatas chips, abobrinha e pepino, o ralador mandoline permite obter fatias finas e uniformes. Alguns modelos apresentam a opção de ajuste de espessura, que garante maior controle no corte e deixa as receitas mais padronizadas e com melhor apresentação.</p>



<p><strong>Ralador Zester</strong></p>



<p>Especializado para cortes mais delicados, o ralador zester é muito utilizado na confeitaria por produzir raspas finas de limão e laranja sem atingir a parte branca da casca, responsável pelo sabor amargo. Também é uma ótima opção para ralar ingredientes como gengibre e noz-moscada para agregar aroma e sabor aos preparos.</p>



<p><strong>Ralador Plano</strong></p>



<p>Compacto e fácil de guardar, o ralador plano é uma opção prática para o dia a dia. Alguns modelos oferecem até três funções, como ralar queijos e alimentos firmes, fatiar legumes e o zester para raspas de cítricos e especiarias. Perfeito para a finalização dos pratos, trazendo um toque especial às receitas.</p>



<p><strong>Ralador grosso</strong></p>



<p>Para cortes maiores e mais rústicos, o ralador grosso é perfeito para ingredientes como batata, cenoura e queijo que serão gratinados. Ele garante uma textura mais evidente no prato, trazendo mais consistência às receitas.</p>



<p><strong>Ralador elétrico</strong></p>



<p>Mais comum em cozinhas profissionais, o ralador elétrico realiza o processo de ralar, fatiar e cortar automaticamente os ingredientes, trazendo mais agilidade ao preparo. Ideal para grandes quantidades de alimentos de diferentes tipos, garantindo praticidade e padronização nos cortes.</p>



<p><strong>Ralador Multifuncional</strong></p>



<p>Versátil e prático, o ralador Multifuncional conta com lâminas intercambiáveis, projetadas para ralar, fatiar, picar e triturar diversos alimentos. Neste caso, algumas opções já contam com o recipiente acoplado, ajudando a manter a cozinha mais organizada durante o preparo.</p>



<p>&#8220;Alguns ingredientes demandam raladores específicos, como o coco ou a mandioca. Para o dia a dia, o mais tradicional é o de quatro faces. Já para quem busca praticidade, o mais indicado é o multifuncional&#8221;, destaca Jéssica Benazzi.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<p>Caroline Souza</p>
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		<title>Alho, cebola, orégano e curry: aprenda a usar temperos em pó para realçar receitas</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 23:31:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
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					<description><![CDATA[Cláudia Mulero, nutricionista da Água Doce Sabores do Brasil, apresenta um guia com dicas sobre como utilizar e combinar os ingredientes São Paulo (SP), abril de 2026:&#160;Práticos, duráveis e cheios de sabor, os temperos em pó são grandes aliados na cozinha. Eles ajudam a realçar os sabores de pratos do dia a dia e receitas [&#8230;]]]></description>
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<p><em>Cláudia Mulero, nutricionista da Água Doce Sabores do Brasil, apresenta um guia com dicas sobre como utilizar e combinar os ingredientes</em></p>



<p><strong>São Paulo (SP), abril de 2026:&nbsp;</strong>Práticos, duráveis e cheios de sabor, os temperos em pó são grandes aliados na cozinha. Eles ajudam a realçar os sabores de pratos do dia a dia e receitas mais elaboradas, além de permitir combinações criativas. Com tantas opções e possibilidades de uso, é comum o consumidor se sentir confuso em quais preparos cada tempero se encaixa melhor. Para quem está começando a se aventurar na cozinha, essa escolha é ainda mais desafiadora. Pensando nisso, Cláudia Mulero, nutricionista da Água Doce Sabores do Brasil, apresenta um guia prático explicando um pouco sobre os diferentes tipos de temperos em pó e suas funcionalidades.</p>



<p>&#8220;Durante a compra, alguns temperos são essenciais e acabam se tornando indispensáveis na cozinha. O alho em pó, por exemplo, é perfeito para carnes, molhos e legumes. Já a cebola em pó , que se encaixa bem em molhos e refogados, ou o sal temperado, que é a mistura de sal com ervas e especiarias, podem transformar o sabor de qualquer receita&#8221;, afirma Cláudia.</p>



<p>Outros temperos como a páprica, que pode ser doce, picante ou defumada, também se encaixam perfeitamente em preparos variados que levam carnes ou batatas. Já a pimenta-do-reino é um tempero coringa que se adapta a uma grande variedade de alimento, sendo uma opção principalmente para as proteínas.</p>



<p><strong>Ervas secas em pó</strong></p>



<p>Muito presentes em massas, as ervas secas em pó, como orégano, manjericão e salsa desidratada, combinam perfeitamente com molhos, especialmente à base de tomate, além de serem ótimas para a finalização dos pratos. Outras ervas secas, como o alecrim, podem complementar pratos com batatas, frangos e carnes assadas, trazendo mais aroma e sabor para as receitas.</p>



<p><strong>Temperos marcantes</strong></p>



<p>Presentes em pratos de sabores mais intensos, os temperos ganham destaque na composição das receitas. O cominho em pó, por exemplo, é amplamente utilizado no preparo de feijão e carnes. Já o coentro em pó, típico da culinária nordestina, acrescenta frescor às preparações. O gengibre em pó, bastante usado na culinária oriental, traz um toque picante e levemente adocicado, enquanto a canela em pó se destaca em doces, arroz árabe e até carnes, conferindo um sabor marcante e singular aos pratos.</p>



<p><strong>Para adicionar sabor</strong></p>



<p>Para quem deseja intensificar o sabor dos pratos, alguns temperos são grandes aliados. A cúrcuma, por exemplo, além de trazer cor vibrante, realça preparos como arroz e frango. Já a páprica defumada confere um toque de defumado sem a necessidade de churrasqueira. A pimenta calabresa e o limão em pó completam as receitas ao equilibrar picância e acidez na medida certa. O colorau também merece destaque, sendo uma excelente opção para dar cor e um leve sabor ao feijão carioca.</p>



<p><strong>Misturas de temperos</strong></p>



<p>Alguns temperos já são comercializados em combinações prontas, como o curry, que é uma mistura indiana que contém cúrcuma, coentro, cominho, gengibre e pimentas, tornando o prato com cheiro e sabor marcantes. Outro exemplo é o tempero baiano, que combina cúrcuma, coentro e pimentas, harmonizando perfeitamente com peixes. Já o chimichurri é composto por ervas secas e especiarias, como salsa, orégano, alho, cebola e pimenta, sendo muito utilizado em carnes e, até mesmo, no churrasco.</p>



<p>Em casa, é possível criar combinações práticas e saborosas. Para temperar frangos que serão grelhados ou preparados na air fryer, a mistura de alho em pó, cebola em pó, páprica (doce ou defumada), pimenta-do-reino, sal e orégano oferece um sabor equilibrado para o ingrediente.</p>



<p>Para a carne vermelha, especialmente em churrascos, a mistura de alho em pó, pimenta-do-reino, cominho, páprica picante, sal e chimichurri seco se encaixa perfeitamente, intensificando o sabor.</p>



<p>Para os peixes ficarem leves e aromáticos, sem perder o sabor, o ideal é misturar alho em pó, limão em pó (ou as raspas), pimenta-do-reino, salsa desidratada, sal e cúrcuma para dar cor. Como uma mistura coringa para quem busca praticidade e sabor no dia a dia, o alho em pó, cebola em pó, páprica doce, pimenta-do-reino e sal, pode ser utilizada em diferentes tipos de receitas.</p>



<p><strong>Sobre a Água Doce Sabores do Brasil&nbsp;</strong></p>



<p>Os restaurantes da Água Doce são destino para famílias e grupos de amigos que buscam fazer de almoços, jantares, happy hours e confraternizações variadas um momento especial de entretenimento. O cardápio é extenso, repleto de delícias da culinária brasileira servidas em fartas porções e pratos. Além do extenso menu de cachaças e drinques, a casa é reconhecida pelo melhor Escondidinho do País, presente nas versões tradicional (carne de sol), camarão, frango e bacalhau, além das versões vegetarianas de palmito e Brócolis. Explorando o conceito rústico, os restaurantes proporcionam espaço aconchegante aos clientes, com música ao vivo e espaço kids, mais conhecido como Doce Cantinho. Atualmente, são mais de 80 unidades em seis estados. Além do conceito de restaurante completo, a rede possui dois modelos enxutos com investimentos menores: a Água Doce Express, que conta com um cardápio mais enxuto e foco em almoço e happy hour, além do tradicional jantar; e a Água Doce Delivery, focado nas entregas em domicílio e take away.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<p>Marcela Baptista</p>
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