<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Gastronomia &#8211; Jornal Tribuna</title>
	<atom:link href="https://jornaltribuna.com.br/category/gastronomia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://jornaltribuna.com.br</link>
	<description>O seu portal de notícias e artigos científicos</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Apr 2026 15:19:45 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>Além do ao leite: descubra sete tipos de chocolate para deixar os ovos de Páscoa ainda mais saborosos e especiais</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/04/alem-do-ao-leite-descubra-sete-tipos-de-chocolate-para-deixar-os-ovos-de-pascoa-ainda-mais-saborosos-e-especiais-2/</link>
					<comments>https://jornaltribuna.com.br/2026/04/alem-do-ao-leite-descubra-sete-tipos-de-chocolate-para-deixar-os-ovos-de-pascoa-ainda-mais-saborosos-e-especiais-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 15:18:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaltribuna.com.br/?p=197044</guid>

					<description><![CDATA[Nutricionista da Água Doce Sabores do Brasil prepara um guia com as opções ideais do ingrediente para fazer ovos de Páscoa em casa ou presentear durante a celebração São Paulo (SP), abril de 2026:&#160;Para quem deseja se preparar para a Páscoa, para presentear ou oferecer uma celebração em casa, o chocolate é o grande protagonista [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Nutricionista da Água Doce Sabores do Brasil prepara um guia com as opções ideais do ingrediente para fazer ovos de Páscoa em casa ou presentear durante a celebração</em></p>



<p><strong>São Paulo (SP), abril de 2026:&nbsp;</strong>Para quem deseja se preparar para a Páscoa, para presentear ou oferecer uma celebração em casa, o chocolate é o grande protagonista deste feriado. Pensando em quem pretende preparar o próprio ovo de Páscoa, seja para economizar, para personalizar a lembrança ou até mesmo escolher um ovo pronto, Cláudia Mulero, nutricionista da Água Doce Sabores do Brasil, dá dicas sobre os diferentes tipos de chocolate, as principais características de sabor e textura, e as melhores aplicações para tornar a celebração ainda mais encantadora.</p>



<p><strong>Qual o chocolate ideal para o ovo de Páscoa?</strong></p>



<p>&#8220;O mais conhecido e tradicional é o chocolate ao leite, porém o tipo ideal depende muito do consumidor. Alguns preferem um chocolate mais fácil de trabalhar, principalmente quando o ovo é caseiro, outros buscam opções com textura e intensidade de sabor. Quando o objetivo é presentear, também vale considerar o público, já que as crianças costumam preferir chocolates mais adocicados, enquanto os adultos geralmente optam por versões mais amargas&#8221;, revela Cláudia Mulero.</p>



<p><strong>Chocolate ao leite</strong></p>



<p>O preferido da maioria, especialmente das crianças, o chocolate ao leite em versões de qualidade costuma ter entre 25% e 30% de cacau. É ideal para quem deseja presentear com o ovo de Páscoa doce, porém equilibrado, e que agrada a diferentes paladares.</p>



<p><strong>Chocolate meio amargo</strong></p>



<p>O chocolate meio amargo possui maior concentração de cacau e menos açúcar, com uma porcentagem entre 50% e 70%. Além disso, apresenta um sabor equilibrado entre o doce e o amargo, recomendado para quem deseja presentear com uma opção mais intensa, mas sem ser forte excessivamente. Ótimo para ovos gourmet ou direcionados para o público adulto.</p>



<p><strong>Chocolate amargo</strong></p>



<p>Com um altíssimo percentual de cacau, somando mais de 70%, o chocolate amargo é perfeito para paladares mais adultos e que preferem um sabor mais intenso. É uma excelente escolha para ovos de Páscoa mais sofisticados ou gourmet.</p>



<p><strong>Chocolate branco</strong></p>



<p>Feito a partir da manteiga de cacau, açúcar e leite, o chocolate branco tem um sabor mais doce e uma textura cremosa. É bastante utilizado em recheios ou em contraste com frutas em ovos, por ser considerado uma opção mais versátil no preparo.</p>



<p><strong>Chocolate Ruby</strong></p>



<p>Considerado o quarto tipo de chocolate, depois do ao leite, do meio amargo e do amargo, o chocolate Ruby apresenta um sabor frutado, com notas ácidas suaves e um sabor menos doce que o chocolate branco. Naturalmente rosa, é perfeito para ovos de Páscoa gourmets, especialmente os que combinam o chocolate com framboesa, morango ou amêndoas.</p>



<p><strong>Chocolate vegano ou zero lactose</strong></p>



<p>Substituindo o leite tradicional por bebidas vegetais, como leite de amêndoas ou de coco, o chocolate vegano é a opção indicada para presentear pessoas que não consomem nada de origem animal ou que são intolerantes à lactose. Pode ser feito nas versões semelhantes ao chocolate ao leite, meio amargo ou amargo. Além disso, as opções contam com menos aditivos e gorduras, uma alternativa para pessoas que também estão em dieta restritiva.</p>



<p><strong>Chocolate fracionado</strong></p>



<p>Produzido com gorduras vegetais ao invés de manteiga de cacau, o chocolate fracionado derrete e endurece com mais facilidade do que as outras variações. Além disso, costuma ter um custo mais baixo, sendo bastante utilizado na produção de ovos de Páscoa mais simples, bombons e na decoração de doces, como a casca de pães de mel.</p>



<p><strong>Recheios comuns em ovos de Páscoa</strong></p>



<p>Além do tradicional chocolate em casca, alguns ovos contam com recheios, de colher ou com complementos, para deixar o sabor mais intenso. As alternativas mais comuns são brigadeiro, ganache, frutas cristalizadas, biscoitos e caramelos. Durante o preparo ou na hora da compra, é possível combinar esses sabores para deixar o presente ainda mais especial e saboroso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<p>Letícia Fernandes</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornaltribuna.com.br/2026/04/alem-do-ao-leite-descubra-sete-tipos-de-chocolate-para-deixar-os-ovos-de-pascoa-ainda-mais-saborosos-e-especiais-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Páscoa prática: receitas rápidas com bacalhau em conserva ganham espaço na cozinha</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/pascoa-pratica-receitas-rapidas-com-bacalhau-em-conserva-ganham-espaco-na-cozinha/</link>
					<comments>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/pascoa-pratica-receitas-rapidas-com-bacalhau-em-conserva-ganham-espaco-na-cozinha/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 15:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaltribuna.com.br/?p=197038</guid>

					<description><![CDATA[ Chef português Manuel Ramirez sugere pratos simples e saborosos para celebrar a data sem longas horas de preparo Com a aproximação da Páscoa, o bacalhau volta a ser protagonista nas mesas brasileiras. Mas uma tendência tem ganhado espaço nos últimos anos: o uso do bacalhau em conserva para preparar pratos rápidos e práticos, sem a necessidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p> <br><em>Chef português Manuel Ramirez sugere pratos simples e saborosos para celebrar a data sem longas horas de preparo<br></em> <br>Com a aproximação da Páscoa, o bacalhau volta a ser protagonista nas mesas brasileiras. Mas uma tendência tem ganhado espaço nos últimos anos: o uso do bacalhau em conserva para preparar pratos rápidos e práticos, sem a necessidade do trabalhoso processo de dessalgue.<br> <br>A versão pronta para consumo facilita o preparo de receitas típicas e permite que o ingrediente seja utilizado em diferentes preparações, desde entradas até pratos principais.<br> <br>&#8220;Hoje existe uma busca muito grande por praticidade na cozinha, especialmente em datas comemorativas como a Páscoa. O bacalhau em conserva permite preparar pratos tradicionais de forma muito mais rápida, sem a etapa de dessalgue, mantendo sabor e qualidade&#8221;, explica o chef português Manuel Ramirez, da indústria Conservas Ramirez, uma das mais tradicionais produtoras de conservas de peixe da Europa.<br> <br>Segundo o chef, o ingrediente também amplia as possibilidades culinárias.<br> <br>&#8220;Com o bacalhau em conserva é possível criar desde receitas simples, como saladas e bruschettas, até pratos mais elaborados, como risotos e massas. É uma forma moderna de preparar um ingrediente clássico da gastronomia portuguesa&#8221;, afirma.<br> <br>A seguir, o chef sugere três receitas rápidas para a Páscoa usando bacalhau em conserva.<br> <br><strong> <br>Arroz de Bacalhau</strong><br>Ingredientes<br>1 lata de bacalhau Ramirez<br>Arroz<br>1 cebola picada<br>4 dentes de alho picado<br>1 tomate picado<br>Azeite<br>Azeitonas pretas a gosto (4 a 6 unidades)<br>Salsinha e cebolinha picados a gosto<br>Sal gosto<br>Queijo Ralado<br>Pimenta para finalizar<br> <br>Modo de preparo<br> <br>Aqueça o azeite e refogue a cebola até começar a dourar, em seguida adicione o alho e deixe refogar por mais 1 a 2 minutos, acrescente o tomate picado e refogue por mais 1 minuto, coloque o arroz cru e misture bem para absorver o sabor, refogando rapidamente, depois adicione a água quente e ajuste o sal, cozinhe em fogo médio até a água secar e o arroz ficar ao dente, junte o bacalhau e misture bem, finalize com azeitonas, salsinha, cebolinha e o azeite do próprio bacalhau, e para concluir utilize pimenta e queijo ralado na decoração e finalização do prato.<br> <br> <br><strong>Salada mediterrânea de bacalhau com grão-de-bico<br></strong> <br>Ingredientes<br>1 lata de bacalhau em conserva<br>1 xícara de grão-de-bico cozido<br>1/2 cebola roxa cortada em fatias finas<br>1 tomate maduro em cubos<br>1/2 pimentão amarelo em tiras finas<br>Azeitonas pretas a gosto<br>3 colheres de sopa de azeite de oliva extra virgem<br>Suco de meio limão<br>Salsa ou coentro picado a gosto<br>Pimenta-do-reino a gosto<br> <br><strong>Modo de preparo<br></strong> <br>Comece escorrendo o bacalhau em conserva e desfie-o em lascas médias, preservando sua textura.<br> <br>Em uma tigela grande, coloque o grão-de-bico já cozido e frio. Acrescente o tomate em cubos, o pimentão, a cebola roxa e as azeitonas.<br> <br>Adicione o bacalhau e misture delicadamente para não desmanchar as lascas.<br> <br>Em um recipiente separado, prepare o molho misturando o azeite, o suco de limão, pimenta-do-reino e uma pitada de sal, caso necessário.<br> <br>Regue a salada com o molho e misture suavemente para envolver todos os ingredientes. Finalize com salsa ou coentro picado.<br> <br>Leve à geladeira por cerca de 20 minutos antes de servir para que os sabores se integrem melhor. A salada pode ser servida como entrada ou prato principal leve.<br> <br> <br><strong>Bruschetta de bacalhau com tomate e azeite<br></strong> <br>Ingredientes<br>1 lata de bacalhau em conserva<br>4 fatias de pão rústico ou italiano<br>1 tomate maduro picado em cubos pequenos<br>1 dente de alho<br>Azeite de oliva extra virgem<br>Salsinha ou manjericão picado<br>Pimenta-do-reino a gosto<br> <br>Modo de preparo<br> <br>Pré-aqueça o forno a 200 °C ou utilize uma frigideira para tostar o pão. Coloque as fatias de pão no forno por alguns minutos até que fiquem levemente douradas e crocantes por fora, mas ainda macias por dentro.<br> <br>Retire do forno e esfregue levemente o dente de alho sobre a superfície das fatias ainda quentes para perfumar o pão.<br> <br>Em uma tigela, misture o bacalhau em conserva escorrido com o tomate picado, duas colheres de azeite, pimenta-do-reino e as ervas frescas.<br> <br>Distribua essa mistura sobre cada fatia de pão tostado, deixando as lascas de bacalhau bem aparentes para valorizar a apresentação.<br> <br>Finalize com um fio generoso de azeite extra virgem e sirva imediatamente como entrada ou petisco.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<p>Maria Figueiredo</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/pascoa-pratica-receitas-rapidas-com-bacalhau-em-conserva-ganham-espaco-na-cozinha/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Digitalização do Fisco impulsiona adoção de IA na gestão tributária</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/digitalizacao-do-fisco-impulsiona-adocao-de-ia-na-gestao-tributaria/</link>
					<comments>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/digitalizacao-do-fisco-impulsiona-adocao-de-ia-na-gestao-tributaria/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jennifer Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 19:34:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tributário]]></category>
		<category><![CDATA[#empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[#gestao]]></category>
		<category><![CDATA[#reformatributaria]]></category>
		<category><![CDATA[#tecnologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaltribuna.com.br/?p=195956</guid>

					<description><![CDATA[Empresas ampliam uso de IA para lidar com maior complexidade tributária Diante de um ambiente fiscal cada vez mais digital, dinâmico e orientado por dados, empresas brasileiras têm recorrido à inteligência artificial (IA) como uma ferramenta essencial para enfrentar os desafios trazidos pelas mudanças no sistema tributário. Mais do que uma tendência, a adoção dessas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Empresas ampliam uso de IA para lidar com maior complexidade tributária</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />



<p>Diante de um ambiente fiscal cada vez mais digital, dinâmico e orientado por dados, empresas brasileiras têm recorrido à inteligência artificial (IA) como uma ferramenta essencial para enfrentar os desafios trazidos pelas mudanças no sistema tributário. Mais do que uma tendência, a adoção dessas tecnologias já se tornou uma estratégia prática para garantir eficiência, reduzir riscos e fortalecer a governança.</p>



<p>Na prática, a IA tem sido aplicada para automatizar rotinas contábeis e fiscais que antes demandavam grande esforço operacional. Sistemas inteligentes conseguem analisar grandes volumes de informações em poucos segundos, cruzar dados de diferentes fontes e identificar inconsistências antes que se transformem em problemas com o Fisco. Isso permite maior precisão no cumprimento das obrigações e evita autuações, algo cada vez mais relevante em um cenário de fiscalização automatizada.</p>



<p>Outro avanço importante está na capacidade dessas ferramentas de realizar classificações fiscais de produtos, calcular tributos e interpretar normas complexas de forma automatizada. Com isso, empresas conseguem identificar corretamente impostos como PIS, Cofins, ICMS e IPI, além de gerar relatórios técnicos alinhados às diretrizes da Receita Federal. Esse nível de automação não só garante conformidade, mas também revela oportunidades, como a recuperação de créditos tributários que muitas vezes passam despercebidos.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />



<p><strong>A inteligência artificial também vem transformando o papel do compliance fiscal. Profissionais da área deixam de atuar apenas de forma operacional e passam a exercer uma função mais estratégica, utilizando dados gerados pelos sistemas para planejar cenários, orientar decisões e contribuir diretamente para o desempenho do negócio. Relatórios automatizados e análises preditivas tornam o processo mais ágil e inteligente.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />



<p>Além do campo tributário, a tecnologia também impacta a área trabalhista, com o uso da jurimetria. Softwares especializados analisam convenções coletivas e padrões de decisões judiciais, permitindo antecipar riscos e reduzir conflitos. Isso traz mais segurança jurídica e melhora a gestão das relações com colaboradores.</p>



<p>Ao mesmo tempo, muitas empresas têm integrado essas soluções tecnológicas a uma visão mais ampla de inovação e sustentabilidade. Equipamentos desenvolvidos com materiais reciclados e alinhados às práticas de ESG ganham espaço, enquanto plataformas integradas conectam lojas físicas e canais digitais, centralizam dados e simplificam a gestão. Essa integração favorece operações mais eficientes, consistentes e preparadas para o futuro.</p>



<p>Nesse contexto, fica claro que a inteligência artificial não é apenas um suporte operacional, mas um elemento central na adaptação das empresas a um novo cenário econômico e regulatório. Organizações que já incorporaram essas soluções saem na frente, com mais controle, eficiência e capacidade de tomar decisões estratégicas em um ambiente cada vez mais exigente. </p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/digitalizacao-do-fisco-impulsiona-adocao-de-ia-na-gestao-tributaria/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Indústria do chocolate: tecnologia de portas rápidas impulsiona produção e distribuição na Páscoa</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/industria-do-chocolate-tecnologia-de-portas-rapidas-impulsiona-producao-e-distribuicao-na-pascoa/</link>
					<comments>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/industria-do-chocolate-tecnologia-de-portas-rapidas-impulsiona-producao-e-distribuicao-na-pascoa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 15:09:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaltribuna.com.br/?p=197027</guid>

					<description><![CDATA[Diante da expectativa de crescimento na Páscoa 2026, fabricantes ampliam o portfólio de produtos e reforçam a operação para garantir abastecimento no período Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab), a expectativa é que a Páscoa de 2026 supere a de 2025. As empresas devem colocar mais de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Diante da expectativa de crescimento na Páscoa 2026, fabricantes ampliam o portfólio de produtos e reforçam a operação para garantir abastecimento no período</em></p>



<p>Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab), a expectativa é que a Páscoa de 2026 supere a de 2025. As empresas devem colocar mais de 700 itens à disposição dos consumidores, um aumento em relação aos 611 produtos oferecidos no ano anterior. Nesse cenário de produção acelerada, tecnologias industriais que otimizam o fluxo de pessoas, mercadorias e controle de ambientes ganham relevância. Entre elas estão as soluções da Rayflex, líder nacional na fabricação de portas rápidas industriais, utilizadas em fábricas e centros logísticos.</p>



<p>&#8220;Que o chocolate é uma paixão nacional, isso todos sabem. O que poucos entendem&nbsp;é o processo industrial cauteloso que garante que todas as delícias de Páscoa cheguem inteiras nas mãos dos consumidores. Nesse sentido, as portas rápidas flexíveis são de extrema importância nesse processo, principalmente por conta da temperagem e resfriamento exigidos na hora da fabricação dos chocolates. Nessas etapas, as temperaturas devem ser exatas, pois são elas que garantem a qualidade do produto final&#8221;, explica&nbsp;Giordania Tavares, CEO da Rayflex.</p>



<p>Na prática, funcionam como barreiras automatizadas instaladas em pontos de passagem entre áreas da fábrica ou do centro logístico. Elas se abrem e fecham em alta velocidade sempre que há circulação de pessoas, empilhadeiras ou mercadorias, reduzindo o tempo em que os ambientes ficam expostos. Esse mecanismo ajuda a manter a climatização estável e evita a entrada de poeira, insetos e outros agentes contaminantes, um cuidado essencial na produção de alimentos. No caso do chocolate, o controle ambiental é ainda mais sensível, já que qualquer aumento na temperatura pode comprometer a integridade do produto que chega ao consumidor.</p>



<p><strong>Da fábrica ao supermercado</strong></p>



<p>A etapa de distribuição também exige eficiência e controle ambiental para preservar a qualidade dos chocolates. Nas áreas externas das indústrias, como docas de carga, expedição e recebimento, a circulação constante de caminhões, equipamentos e colaboradores aumenta a exposição às variações de temperatura. Nesses pontos, soluções como portas industriais com isolamento térmico ajudam a reduzir a troca de calor, mantendo as condições adequadas de armazenamento para que os produtos cheguem ao varejo com suas características preservadas.&nbsp;</p>



<p>Com a proximidade da Páscoa e o aumento da demanda por chocolates, a eficiência operacional se torna um fator decisivo para a indústria. Segundo Giordania, investir em tecnologias que garantam agilidade e controle ambiental é essencial. &#8220;Em períodos como a Páscoa, quando a produção e a movimentação logística aumentam significativamente, cada detalhe da operação faz diferença. Soluções que preservam a climatização dos ambientes e mantêm o fluxo de trabalho contínuo ajudam as indústrias a ganhar produtividade e assegurar que os chocolates cheguem ao consumidor na sua melhor versão&#8221;, explica a CEO da Rayflex.</p>



<p><strong>Sobre a Rayflex</strong></p>



<p>Há mais de 37 anos no mercado, a Rayflex é líder nacional na fabricação de portas rápidas industriais. Atua em todos os estados do Brasil e na América Latina nas indústrias alimentícias, farmacêuticas, automobilísticas, metalúrgicas, no agronegócio, além de galpões e centros logísticos de distribuição. É especializada em portas rápidas, abrigos e niveladoras para docas, desenvolvidos especialmente para isolamento e segurança dos mais variados ambientes industriais e logísticos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autor:</h2>



<p>Diogo Oliveira</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/industria-do-chocolate-tecnologia-de-portas-rapidas-impulsiona-producao-e-distribuicao-na-pascoa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Hambúrguer: uma verdadeira paixão nacional que se reinventa </title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/hamburguer-uma-verdadeira-paixao-nacional-que-se-reinventa-2/</link>
					<comments>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/hamburguer-uma-verdadeira-paixao-nacional-que-se-reinventa-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 15:04:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaltribuna.com.br/?p=197018</guid>

					<description><![CDATA[Chef Vitor Tsuru ensina como transformar esse clássico da cozinha em diferencial competitivo no food service  Apesar da história que mistura tradição europeia com inovação americana, o hambúrguer já se tornou&#160;um ícone da cultura alimentar brasileira&#160;e vem evoluindo bastante na nossa culinária ao longo dos anos. No food&#160;service, já&#160;virou peça-chave na estratégia de margem, padronização e experiência dentro dos mais diferentes tipos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Chef Vitor Tsuru ensina como transformar esse clássico da cozinha em diferencial competitivo no food service</em></strong> </p>



<p>Apesar da história que mistura tradição europeia com inovação americana, o hambúrguer já se tornou&nbsp;um ícone da cultura alimentar brasileira&nbsp;e vem evoluindo bastante na nossa culinária ao longo dos anos. No food&nbsp;service, já&nbsp;virou peça-chave na estratégia de margem, padronização e experiência dentro dos mais diferentes tipos de estabelecimentos.&nbsp;Com forte apelo emocional, é&nbsp;um prato que combina alta aceitação, versatilidade de preço e excelente margem, mantendo&nbsp;sua&nbsp;relevância mesmo em períodos de orçamento mais restrito, quando o consumidor reduz gastos em restaurantes premium, mas preserva escolhas acessíveis e indulgentes.&nbsp;</p>



<p>Segundo o chef Vitor&nbsp;Tsuru, da Unilever Food&nbsp;Solutions,&nbsp;o hambúrguer segue como uma categoria forte e recorrente,&nbsp;com estabilidade e conexão duradoura com o consumidor,&nbsp;porque entrega algo que&nbsp;é&nbsp;valorizado&nbsp;sempre: conveniência, sabor e familiaridade.&nbsp;&#8220;Ele se encaixa na rotina corrida, funciona tanto para um momento de lazer quanto para uma refeição descomplicada e ainda carrega aquele toque de indulgência que conforta sem exigir grandes decisões&#8221;,&nbsp;afirma.&nbsp;Além disso, é um prato que se reinventa com facilidade. &#8220;Dá espaço para criatividade, diferentes perfis alimentares e estilos culinários, sem perder a essência que o público já ama. Essa combinação de praticidade, prazer e versatilidade faz com que a categoria continue relevante, mesmo&nbsp;em cenários&nbsp;econômicos&nbsp;desafiadores&#8221;, acrescenta.&nbsp;</p>



<p><strong>Tendências na operação e no perfil de compra</strong>&nbsp;</p>



<p>E como no universo do food&nbsp;service&nbsp;tudo está sempre em constante transformação, o hambúrguer também apresenta&nbsp;<a href="https://www.unileverfoodsolutions.com.br/dicas-e-servicos/tendencias-no-prato/tipos-de-hamburguer.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">novas versões</a>,&nbsp;com diferentes gramaturas que têm ganhado cada vez mais espaço nos últimos anos.<strong>&nbsp;&#8220;</strong>O&nbsp;<em>smash&nbsp;burger</em>&nbsp;ganhou força porque acompanha uma das principais tendências do mercado com operações mais ágeis e consistentes, onde rapidez de preparo e padronização são essenciais. Esse movimento é muito alinhado ao comportamento atual que valoriza praticidade e experiências simples, mas bem executadas&#8221;, conta.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Outra tendência clara é a sofisticação técnica das cozinhas, que passaram a buscar blends mais específicos, gramaturas estratégicas e maior controle de textura e suculência. &#8220;Essa profissionalização se conecta diretamente ao crescimento de formatos que exigem eficiência e replicabilidade, como serviços rápidos e operações voltadas para conveniência&#8221;, revela. Segundo o chef, há uma tendência crescente de especialização da categoria em que o hambúrguer vira um formato com linguagem própria. &#8220;Montagem, crocância, tamanho, ponto e personalidade visual formam um conjunto que ajuda a construir identidade de marca dentro de modelos de operação cada vez mais estruturados e competitivos&#8221;, explica.&nbsp;</p>



<p>&nbsp;<br><strong>Como&nbsp;o produto&nbsp;pode&nbsp;fortalecer a identidade&nbsp;de&nbsp;estabelecimento?</strong>&nbsp;</p>



<p>Do ponto de vista de negócio, o hambúrguer pode atuar como produto âncora no cardápio,&nbsp;seja para impulsionar combos, aumentar ticket médio ou fortalecer a identidade da casa.<strong>&nbsp;&#8220;</strong>Ele&nbsp;funciona&nbsp;para isso porque&nbsp;reúne conveniência, indulgência e apelo universal, além de atrair&nbsp;fluxo, facilitar&nbsp;decisões do cliente e criar&nbsp;uma base sólida para construir o restante do cardápio&#8221;, explica,&nbsp;sugerindo&nbsp;formatos que priorizam rapidez e praticidade&nbsp;para&nbsp;ganhar&nbsp;maior&nbsp;protagonismo. &#8220;Como&nbsp;é um produto que&nbsp;abre espaço para estratégias de combos,&nbsp;acaba&nbsp;adicionando acompanhamentos que elevam ticket médio de forma orgânica.&nbsp;O&nbsp;blend, o estilo e a montagem&nbsp;também&nbsp;viram assinatura,&nbsp;algo muito valorizado em operações que focam&nbsp;em&nbsp;experiência e agilidade. No&nbsp;fim,&nbsp;une apelo emocional e operacional,&nbsp;chama&nbsp;o cliente pela memória afetiva, sustenta o faturamento pela previsibilidade e ainda dá liberdade criativa para a marca se diferenciar&#8221;, completa.&nbsp;</p>



<p><strong>A evolução do hambúrguer artesanal para um modelo mais estruturado</strong>&nbsp;<br><strong></strong>&nbsp;</p>



<p>Hoje fala-se&nbsp;muito&nbsp;em uma nova fase do mercado, com processos mais profissionalizados e maior controle técnico,&nbsp;que&nbsp;contribuíram&nbsp;para uma verdadeira evolução do hambúrguer artesanal. &#8220;Essa&nbsp;transição&nbsp;mostra como o mercado amadureceu. Hoje, quem produz entende que blend, textura, suculência e padronização são essenciais para garantir qualidade consistente e boa margem, especialmente em operações que valorizam rapidez e praticidade no serviço&#8221;, revela.&nbsp;É uma&nbsp;evolução&nbsp;que&nbsp;também acompanha o crescimento de&nbsp;estabelecimentos&nbsp;focados&nbsp;em conveniência e delivery, que exigem padronização para manter qualidade mesmo fora da loja&nbsp;e atender a&nbsp;demanda por&nbsp;uma&nbsp;experiência sensorial. &#8220;Vale&nbsp;reforçar&nbsp;a&nbsp;importância dos&nbsp;blends bem construídos e métodos precisos que garantam o mesmo sabor e suculência em qualquer unidade ou ocasião&#8221;, explica.&nbsp;Trata-se de uma&nbsp;nova fase&nbsp;que&nbsp;representa um equilíbrio&nbsp;entre&nbsp;a alma artesanal, que&nbsp;continua&nbsp;em alta, mas agora apoiada por técnica, ciência e gestão.&nbsp;&#8220;O resultado é um hambúrguer melhor, mais estável e mais competitivo. E&nbsp;isso beneficia tanto quem produz quanto quem consome&#8221;, resume.&nbsp;Não por acaso,&nbsp;o&nbsp;hambúguer&nbsp;se transformou em território de inovação, técnica e identidade&nbsp;no food&nbsp;service, mantendo-se como&nbsp;uma paixão nacional que evolui&nbsp;sempre,&nbsp;sem perder sua essência.&nbsp;&nbsp;<br>&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<p>Milene Macaroun </p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/hamburguer-uma-verdadeira-paixao-nacional-que-se-reinventa-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vinhos para a Páscoa ajudam a valorizar pratos tradicionais como bacalhau, cordeiro e chocolate</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/vinhos-para-a-pascoa-ajudam-a-valorizar-pratos-tradicionais-como-bacalhau-cordeiro-e-chocolate/</link>
					<comments>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/vinhos-para-a-pascoa-ajudam-a-valorizar-pratos-tradicionais-como-bacalhau-cordeiro-e-chocolate/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 15:02:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaltribuna.com.br/?p=197013</guid>

					<description><![CDATA[A Páscoa é uma data marcada por encontros em família e por uma mesa cheia de sabores tradicionais. Pratos como bacalhau, cordeiro e sobremesas à base de chocolate costumam fazer parte da celebração e, para muitos apreciadores, o vinho entra como um elemento capaz de tornar o momento ainda mais especial. Para a sommelier Day [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Páscoa é uma data marcada por encontros em família e por uma mesa cheia de sabores tradicionais. Pratos como bacalhau, cordeiro e sobremesas à base de chocolate costumam fazer parte da celebração e, para muitos apreciadores, o vinho entra como um elemento capaz de tornar o momento ainda mais especial.</p>



<p>Para a sommelier Day Batista, o vinho também carrega um significado afetivo nesse período. “A Páscoa é uma data rica em sabores e tradições e me remete muito à memória afetiva da família reunida em uma celebração de amor. O vinho entra como um elemento que conecta tudo isso”, afirma.</p>



<p>Entre os pratos mais tradicionais da data está o bacalhau, normalmente preparado com azeite, batatas e temperos marcantes. Nesse caso, a recomendação é apostar em vinhos brancos com boa acidez e estrutura, que ajudam a equilibrar os sabores do prato. “Para o bacalhau, o ideal são vinhos brancos com boa acidez, como os portugueses do Douro, Alvarinho ou até um Chardonnay sem excesso de madeira. Também é possível ousar com um espumante Sauvignon Blanc”, explica.</p>



<p>Já o cordeiro, que possui sabor mais intenso, pede vinhos tintos com maior estrutura e equilíbrio. De acordo com a especialista, cortes do Douro ou rótulos do Alentejo costumam funcionar bem nessa harmonização, além de opções como um Pinot Noir mais estruturado. “O cordeiro, por ser mais intenso, pede tintos equilibrados que acompanhem o prato sem sobrecarregar o paladar”, diz.</p>



<p>Na sobremesa, o chocolate costuma ser protagonista da celebração de Páscoa. Para harmonizar com esse tipo de preparo, a regra principal é que o vinho tenha dulçor igual ou maior que o da sobremesa. Caso contrário, a bebida pode parecer amarga. “O chocolate combina melhor com vinhos doces, como Vinho do Porto, Moscatel ou outros fortificados, porque o vinho precisa acompanhar a intensidade do açúcar”, afirma Day Batista.</p>



<p>Para quem não tem muita experiência com harmonização, algumas regras simples podem ajudar na escolha do vinho. A principal delas é buscar equilíbrio entre o peso do prato e o peso do vinho. Preparações leves tendem a combinar com vinhos mais leves, enquanto pratos mais intensos ou gordurosos pedem rótulos com maior estrutura. “Harmonização é fazer o vinho e o prato se valorizarem mutuamente. Nenhum deve apagar o outro”, explica.</p>



<p>Entre os erros mais comuns na escolha do vinho está a decisão baseada apenas no rótulo ou na aparência da garrafa. Outro equívoco frequente é considerar apenas o ingrediente principal do prato e esquecer a influência dos molhos e temperos. “Muitas pessoas acabam complicando demais a escolha. A Páscoa é um momento de celebração e o vinho precisa facilitar a experiência, não gerar insegurança”, observa a sommelier.</p>



<p>Na hora de escolher os rótulos para a celebração, tanto vinhos nacionais quanto importados podem funcionar bem. A decisão depende principalmente do gosto pessoal e do orçamento disponível. Segundo Day Batista, os espumantes brasileiros têm se destacado pela qualidade e versatilidade, enquanto rótulos portugueses, chilenos e argentinos mantêm forte conexão cultural com os pratos tradicionais da data.</p>



<p>Para quem deseja impressionar os convidados sem ser especialista no assunto, a recomendação é apostar em uma escolha versátil. “Na dúvida, tenha um bom espumante. Ele é elegante, combina com diferentes momentos da refeição e traz automaticamente um clima de celebração”, diz.</p>



<p>A especialista também destaca que pequenos detalhes podem tornar a experiência ainda mais especial, como servir o vinho na temperatura correta e compartilhar a história por trás da escolha do rótulo. “No final, mais do que impressionar, o objetivo é proporcionar uma experiência agradável e memorável. O vinho tem esse poder de criar conexão entre as pessoas e transformar o momento em um brinde inesquecível.”&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<p>Jaqueline Santos</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/vinhos-para-a-pascoa-ajudam-a-valorizar-pratos-tradicionais-como-bacalhau-cordeiro-e-chocolate/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conforto à mesa: 3 clássicos italianos para aquecer o outono</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/conforto-a-mesa-3-classicos-italianos-para-aquecer-o-outono/</link>
					<comments>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/conforto-a-mesa-3-classicos-italianos-para-aquecer-o-outono/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 14:51:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaltribuna.com.br/?p=196990</guid>

					<description><![CDATA[Conforto à mesa: 3 clássicos italianos para aquecer o outonoReceitas afetivas convidam a desacelerar e transformar a refeição em um momento de pausa Com a chegada do outono, o ritmo muda de forma quase silenciosa. As temperaturas ficam mais amenas, os dias pedem roupas leves e o paladar naturalmente busca pratos que tragam acolhimento. É [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Conforto à mesa: 3 clássicos italianos para aquecer o outonoReceitas afetivas convidam a desacelerar e transformar a refeição em um momento de pausa</p>



<p>Com a chegada do outono, o ritmo muda de forma quase silenciosa. As temperaturas ficam mais amenas, os dias pedem roupas leves e o paladar naturalmente busca pratos que tragam acolhimento. É nesse cenário que receitas clássicas da culinária italiana voltam ao centro da mesa, evocando memória, partilha e aquela sensação difícil de explicar que mistura aroma, textura e afeto.</p>



<p>Mais do que uma preferência sazonal, o movimento acompanha uma tendência percebida na gastronomia atual. Consumidores valorizam cada vez mais preparos que carregam história, simplicidade e conexão emocional. A comida deixa de ser apenas refeição e passa a ocupar o espaço de pausa, cuidado e reconexão.</p>



<p>Pensando nisso, a chef Débora Alberti, da rede Itália no Box, compartilha três receitas que representam o conforto à mesa. Pratos ideais para dias mais frescos, encontros intimistas ou simplesmente para quem deseja cozinhar algo que abrace.</p>



<p><strong>Lasanha à bolonhesa</strong></p>



<p><strong>Ingredientes</strong><br>500 g de massa para lasanha<br>400 g de carne moída<br>1 cebola picada<br>2 dentes de alho<br>800 g de molho de tomate<br>300 g de mussarela<br>100 g de parmesão ralado<br>Azeite, sal e pimenta a gosto</p>



<p><strong>Modo de preparo</strong><br>Em uma panela, aqueça o azeite e refogue a cebola e o alho. Acrescente a carne moída e cozinhe até dourar. Junte o molho de tomate, ajuste o sal e a pimenta e deixe apurar em fogo baixo por cerca de 20 minutos. Em uma assadeira, intercale camadas de molho, massa e queijo. Finalize com parmesão e leve ao forno preaquecido a 180 °C até gratinar.</p>



<p><strong>Dica da chef</strong><br>Deixar o molho cozinhar lentamente faz toda a diferença no sabor e na textura final.</p>



<p><strong>Macarrão a carbonara</strong></p>



<p>Ingredientes<br>400 g de espaguete<br>150 g de bacon em cubos<br>3 gemas<br>50 g de parmesão ralado<br>Pimenta do reino a gosto</p>



<p>Modo de preparo<br>Cozinhe o macarrão em água salgada. Enquanto isso, doure o bacon na própria gordura. Em um recipiente, misture as gemas com o parmesão e pimenta. Escorra o macarrão, reservando um pouco da água do cozimento. Misture rapidamente o macarrão quente ao bacon e, fora do fogo, incorpore o creme de gemas, mexendo bem. Se necessário, adicione um pouco da água reservada para obter cremosidade.</p>



<p>Dica da chef<br>O calor da massa é suficiente para cozinhar as gemas, garantindo um molho cremoso sem talhar.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/seafood-spaghetti-with-mussels-shrimp-tomato-sauce-parsley-819x1024.jpg" alt="" class="wp-image-196991" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/seafood-spaghetti-with-mussels-shrimp-tomato-sauce-parsley-819x1024.jpg 819w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/seafood-spaghetti-with-mussels-shrimp-tomato-sauce-parsley-240x300.jpg 240w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/seafood-spaghetti-with-mussels-shrimp-tomato-sauce-parsley-768x960.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/seafood-spaghetti-with-mussels-shrimp-tomato-sauce-parsley-1229x1536.jpg 1229w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/seafood-spaghetti-with-mussels-shrimp-tomato-sauce-parsley-1638x2048.jpg 1638w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/seafood-spaghetti-with-mussels-shrimp-tomato-sauce-parsley-696x870.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/seafood-spaghetti-with-mussels-shrimp-tomato-sauce-parsley-1068x1335.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/seafood-spaghetti-with-mussels-shrimp-tomato-sauce-parsley-1920x2400.jpg 1920w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/seafood-spaghetti-with-mussels-shrimp-tomato-sauce-parsley-scaled.jpg 2048w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /><figcaption class="wp-element-caption">seafood spaghetti with mussels shrimp tomato sauce and parsley vertical</figcaption></figure>



<p><strong>Nhoque&nbsp;</strong><strong>à bolonhesa</strong></p>



<p>Ingredientes<br>1 kg de batatas<br>1 ovo<br>200 g de farinha de trigo<br>Sal a gosto<br>400 g de carne moída<br>800 g de molho de tomate<br>Parmesão ralado para finalizar</p>



<p>Modo de preparo<br>Cozinhe as batatas até ficarem bem macias. Amasse ainda quente&nbsp;e misture o ovo e o sal. Acrescente a farinha aos poucos até formar uma massa homogênea. Modele rolinhos, corte os nhoques e cozinhe em água fervente até subirem. Para o molho, refogue a carne moída com alho e cebola, acrescente o molho de tomate e deixe apurar. Misture os nhoques ao molho e finalize com parmesão.</p>



<p>Dica da chef<br>Trabalhar a massa com delicadeza mantém os nhoques leves e macios.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<p>Michelly Soares</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/conforto-a-mesa-3-classicos-italianos-para-aquecer-o-outono/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Páscoa inteligente: como escolher o chocolate certo e até favorecer a saúde da pele</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/pascoa-inteligente-como-escolher-o-chocolate-certo-e-ate-favorecer-a-saude-da-pele/</link>
					<comments>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/pascoa-inteligente-como-escolher-o-chocolate-certo-e-ate-favorecer-a-saude-da-pele/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 14:38:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaltribuna.com.br/?p=196986</guid>

					<description><![CDATA[Mais do que evitar excessos, a escolha do tipo de chocolate pode fazer diferença no impacto sobre a pele A Páscoa não precisa ser sinônimo de culpa para quem se preocupa com a pele. Em vez de excluir o chocolate, o caminho pode estar em fazer escolhas mais estratégicas e equilibradas, sem abrir mão do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Mais do que evitar excessos, a escolha do tipo de chocolate pode fazer diferença no impacto sobre a pele</em><em></em></p>



<p>A Páscoa não precisa ser sinônimo de culpa para quem se preocupa com a pele. Em vez de excluir o chocolate, o caminho pode estar em fazer escolhas mais estratégicas e equilibradas, sem abrir mão do prazer.</p>



<p>Para o dermatologista Dr. José Roberto Fraga Filho, membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia e diretor clínico do Instituto Fraga de Dermatologia, o impacto na pele está muito mais relacionado ao excesso e à qualidade do consumo do que ao alimento isolado. &#8220;O chocolate, por si só, não é o grande vilão. O problema está no excesso de açúcar e no padrão alimentar como um todo. Quando há equilíbrio, é possível consumir sem prejuízos&#8221;, explica.</p>



<p>Um dos principais pontos de atenção está na composição. Chocolates com maior teor de cacau tendem a conter menos açúcar e ainda concentram compostos antioxidantes, que auxiliam na proteção contra processos inflamatórios no organismo.</p>



<p>&#8220;Quanto maior o teor de cacau, melhor tende a ser o impacto metabólico. Além disso, esses chocolates possuem substâncias antioxidantes que podem contribuir para a saúde da pele&#8221;, destaca o especialista.</p>



<p>Por outro lado, versões mais açucaradas e ultraprocessadas — comuns em ovos recheados e produtos industrializados — podem favorecer picos de insulina, estimulando a produção de oleosidade e aumentando a propensão à acne.</p>



<p>A forma de consumo também influencia. Grandes quantidades em um curto período, comportamento típico do feriado, intensificam esse efeito e podem se refletir na pele nos dias seguintes.</p>



<p>Dentro desse contexto, algumas escolhas simples ajudam a aproveitar a Páscoa de forma mais consciente e com menor impacto cutâneo:</p>



<p>Guia prático para escolher melhor o chocolate na Páscoa:</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; •&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Prefira chocolates com maior teor de cacau (idealmente acima de 70%), que possuem menos açúcar e mais antioxidantes.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; •&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Observe a lista de ingredientes e evite produtos com excesso de açúcares, xaropes e gorduras de baixa qualidade.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; •&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tenha atenção aos ovos recheados e versões ultraprocessadas, que concentram mais aditivos e açúcar.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; •&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Evite consumir grandes quantidades de uma só vez; distribua o consumo ao longo dos dias.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; •&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mantenha uma alimentação equilibrada no restante do dia para reduzir impactos metabólicos.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; •&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Observe como sua pele reage, já que cada organismo responde de forma individual.</p>



<p>A recomendação, segundo o dermatologista, não é restringir, mas trazer mais consciência para as escolhas. &#8220;A pele responde ao conjunto de hábitos. Não é um alimento isolado que vai determinar esse impacto, mas a forma como ele é inserido na rotina&#8221;, afirma.</p>



<p>A proposta, portanto, deixa de ser evitar o chocolate e passa a ser fazer melhores escolhas. A Páscoa pode — e deve — ser aproveitada sem culpa, com equilíbrio e atenção à qualidade do consumo, em linha com a forma como a saúde da pele é compreendida atualmente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<p>Gabriela Andrade</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/pascoa-inteligente-como-escolher-o-chocolate-certo-e-ate-favorecer-a-saude-da-pele/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O ingrediente invisível: por que a água é o verdadeiro segredo por trás do pão e da massa perfeita?</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/o-ingrediente-invisivel-por-que-a-agua-e-o-verdadeiro-segredo-por-tras-do-pao-e-da-massa-perfeita/</link>
					<comments>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/o-ingrediente-invisivel-por-que-a-agua-e-o-verdadeiro-segredo-por-tras-do-pao-e-da-massa-perfeita/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 13:05:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaltribuna.com.br/?p=196915</guid>

					<description><![CDATA[No Dia Mundial da Água, Instituto Gourmet explica por que o pH e a dureza do líquido são tão determinantes para o resultado final quanto a escolha da melhor farinha Você sabia que a água representa até 40% da composição de uma massa fresca tradicional e mais de 70% de um pão de fermentação natural? [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>No Dia Mundial da Água, Instituto Gourmet explica por que o pH e a dureza do líquido são tão determinantes para o resultado final quanto a escolha da melhor farinha</em></p>



<p>Você sabia que a água representa até 40% da composição de uma massa fresca tradicional e mais de 70% de um pão de fermentação natural? Apesar dessa onipresença, um dado da Organização das Nações Unidas (ONU) nos lembra da urgência desse recurso: até 2030, a demanda global por água doce deve superar a oferta em 40%. No universo da gastronomia, essa escassez e a variação da qualidade do que sai da torneira não são apenas questões ambientais, mas fatores que definem a identidade de um prato.</p>



<p>Na cozinha profissional, a água deixou de ser vista apenas como um meio de cozimento para ser tratada como um ingrediente técnico ativo. De acordo com o Instituto Gourmet, a composição mineral da água (a chamada &#8220;dureza&#8221;) e o seu nível de pH podem alterar completamente a rede de glúten de uma massa, influenciando desde a sua cor até a sua resistência ao &#8220;al dente&#8221;.</p>



<p><strong>A química que acontece no prato</strong></p>



<p>Quando falamos de massas e pães, a água é a chave que &#8220;desperta&#8221; as proteínas da farinha. O excesso de cloro ou minerais pode inibir a fermentação natural, resultando em pães pesados e sem alvéolos (os famosos buraquinhos no miolo). Já na produção de massas frescas, uma água com PH inadequado pode interferir na absorção da umidade, deixando a massa quebradiça ou pegajosa demais, independentemente da qualidade do trigo utilizado.</p>



<p>&#8220;Muitas vezes o cozinheiro investe na melhor farinha e na técnica mais apurada, mas esquece que a água local tem uma carga mineral que briga com os outros ingredientes&#8221;, explica Claudia Genaro, chefe e consultora pedagógica da rede. &#8220;Entender a água é exercer a empatia com o alimento; é respeitar a base de tudo o que consumimos e entender que o prato começa muito antes do fogo ser aceso.&#8221;</p>



<p>Além da técnica, o debate sobre a água na gastronomia toca em um ponto sensível do comportamento humano: o consumo consciente e a valorização do essencial. O setor de alimentação é um dos que mais depende desse recurso e, por isso, o Instituto Gourmet reforça a importância de práticas sustentáveis dentro das cozinhas escola e dos estabelecimentos comerciais.</p>



<p>O uso de sistemas de filtragem avançados não serve apenas para garantir o padrão de sabor e textura, mas também para reduzir o desperdício e o uso excessivo de garrafas plásticas, alinhando o prazer da mesa com a responsabilidade planetária.</p>



<p>Neste Dia Mundial da Água, o convite é para olhar para a panela com mais atenção. Afinal, a alta gastronomia começa na pureza do que é vital.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<p>Michelly Soares</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/o-ingrediente-invisivel-por-que-a-agua-e-o-verdadeiro-segredo-por-tras-do-pao-e-da-massa-perfeita/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bananinha Paraibuna com cobertura de chocolate é alternativa saudável e vegana para a Páscoa</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/bananinha-paraibuna-com-cobertura-de-chocolate-e-alternativa-saudavel-e-vegana-para-a-pascoa/</link>
					<comments>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/bananinha-paraibuna-com-cobertura-de-chocolate-e-alternativa-saudavel-e-vegana-para-a-pascoa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 19:55:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaltribuna.com.br/?p=196648</guid>

					<description><![CDATA[Marca tradicional com rótulo limpo, Bananinha Paraibuna atende público diverso em época festiva  A Páscoa costuma ser marcada pelos tradicionais ovos de chocolate, mas cresce a busca por opções que mantenham o sabor e sejam também uma escolha alimentar mais equilibrada. É nesse contexto que a marca Bananinha Paraibuna apresenta a bananinha com cobertura de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p><em>Marca tradicional com rótulo limpo, Bananinha Paraibuna atende público diverso em época festiva </em></p>



<p>A Páscoa costuma ser marcada pelos tradicionais ovos de chocolate, mas cresce a busca por opções que mantenham o sabor e sejam também uma escolha alimentar mais equilibrada. É nesse contexto que a marca Bananinha Paraibuna apresenta a bananinha com cobertura de chocolate como uma alternativa prática, vegana e naturalmente doce para celebrar a data com toda a família. A combinação entre a tradicional bananinha e a cobertura de chocolate mostra que ingredientes naturais, sem aditivos artificiais ou conservantes, também podem fazer parte deste feriado.</p>



<p>Criada em 1975 e consolidada como uma marca familiar, a Bananinha Paraibuna construiu sua reputação apostando em um conceito de rótulo limpo e em um produto que valoriza a fruta como protagonista. A versão com chocolate mantém essa proposta: a base é a bananinha preparada apenas com banana e açúcar, que ganha uma camada de chocolate para tornar o doce ainda mais especial, inclusive para quem segue uma alimentação vegana ou busca alternativas mais naturais aos doces convencionais.</p>



<p>Para a Páscoa, o produto também se destaca pela versatilidade. A bananinha com cobertura de chocolate é vendida em displays com 20 unidades, ideal para compartilhar em encontros familiares ou montar cestas presenteáveis. Já o formato Mini, da linha Turma da Mônica, vem em embalagem abre e fecha, prática para lanches do dia a dia ou para levar na bolsa, ampliando as possibilidades de consumo ao longo da semana.</p>



<p>Mais do que uma opção de doce, a proposta é ampliar as formas de celebrar a Páscoa com sabor e simplicidade. Com o conceito &#8220;100% banana, 0% dúvidas&#8221;, a Bananinha Paraibuna segue apostando em ingredientes naturais, qualidade e tradição para levar à mesa uma alternativa que combina afeto, praticidade e bem-estar, especialmente em momentos de encontro e partilha em família.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">Sobre a Bananinha Paraibuna</h3>



<p>Fundada em 1975 em Paraibuna (SP), a Bananinha Paraibuna é uma das marcas mais tradicionais de doces naturais do país. Reconhecida pela qualidade e sabor único, a empresa se consolidou como referência em produtos saudáveis com ingredientes simples e processos responsáveis. Hoje, oferece uma linha variada, incluindo versões tradicionais, sem açúcar, minis e combinações com castanhas e com nibs de cacau.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Uma história que atravessa gerações</h3>



<p>A Bananinha Paraibuna nasceu como um negócio familiar e se tornou símbolo de qualidade, saudabilidade e tradição. Ao longo de cinco décadas, a marca acompanhou mudanças de comportamento e hábitos de consumo, expandiu sua linha de produtos e conquistou diferentes públicos: dos amantes de um docinho aos que buscam energia prática e saudável para o dia a dia, dos nutricionistas aos que precisam preparar aquele lanchinho para as crianças.</p>



<p><em>&#8220;Nosso objetivo é manter nossa receita, que há mais de 50 anos é natural de verdade, dentro de uma categoria de alimentos que vem se transformando a cada dia. Nosso consumir de longa data sabe que trabalhamos com a própria fruta e mais, nada, além de ter um laço afetivo com a Paraibuna, hoje conseguimos expandir isso para outros públicos usando exatamente o que temos de mais simples e real de nossa história, nossa pureza&#8221;</em>, conta Letícia Paiola, CMO da Bananinha Paraibuna, que leva o legado do avô para as novas gerações.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O futuro dos snacks naturais</h3>



<p>Em um mercado cada vez mais atento a tendências de bem-estar e alimentação saudável, a Bananinha Paraibuna reforça seu posicionamento como uma marca de rótulo limpo: produtos 100% naturais, sem conservantes, corantes ou aditivos artificiais. O objetivo é se consolidar como referência nacional na produção de doces saudáveis que unem praticidade, sabor e sustentabilidade.</p>



<p>Todos os produtos da Bananinha Paraibuna são também sem glúten e sem lactose, certificados pela Sociedade Brasileira de Vegetarianos e como um alimento Kosher, com selo BDK, da comunidade judia. Outro diferencial é sua capacidade de dialogar com diferentes estilos de vida: desde o público fitness e atletas, em busca de energia natural, até famílias que querem oferecer opções saudáveis para os filhos, além de jovens, estudantes e viajantes que valorizam um snack prático, nutritivo e acessível.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sustentabilidade no pacote</h3>



<p>Mais um compromisso da marca com o futuro está no investimento em práticas que minimizem os impactos ambientais de sua produção e reforcem seu papel na construção de um futuro mais sustentável. Parte desse compromisso está refletido na parceria com o selo eureciclo. Através dessa iniciativa, a Bananinha Paraibuna realiza uma compensação ambiental de 200% das embalagens colocadas no mercado e apoia a cadeia de reciclagem no Brasil, contribuindo para que mais materiais sejam coletados e reinseridos no ciclo produtivo.&nbsp;</p>



<p>Mais do que oferecer um produto de rótulo limpo, feito apenas com banana, a Bananinha Paraibuna aposta em uma alimentação que respeita o meio ambiente e valoriza escolhas conscientes. Esse posicionamento conecta tradição e inovação, mostrando que é possível unir sabor, saúde e responsabilidade socioambiental.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" data-id="196653" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bananinha-Paraibuna-com-Cobertura-de-Chocolate-3-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-196653" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bananinha-Paraibuna-com-Cobertura-de-Chocolate-3-1024x683.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bananinha-Paraibuna-com-Cobertura-de-Chocolate-3-300x200.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bananinha-Paraibuna-com-Cobertura-de-Chocolate-3-768x512.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bananinha-Paraibuna-com-Cobertura-de-Chocolate-3-696x464.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bananinha-Paraibuna-com-Cobertura-de-Chocolate-3-1068x712.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bananinha-Paraibuna-com-Cobertura-de-Chocolate-3.jpg 1368w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="683" height="1024" data-id="196650" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mini-Bananinha-de-Chocolate-2-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-196650" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mini-Bananinha-de-Chocolate-2-683x1024.jpg 683w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mini-Bananinha-de-Chocolate-2-200x300.jpg 200w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mini-Bananinha-de-Chocolate-2-768x1152.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mini-Bananinha-de-Chocolate-2-696x1044.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mini-Bananinha-de-Chocolate-2.jpg 936w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="681" data-id="196652" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ensaio-bananinha-paraibuna-13-1-1024x681.jpg" alt="" class="wp-image-196652" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ensaio-bananinha-paraibuna-13-1-1024x681.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ensaio-bananinha-paraibuna-13-1-300x200.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ensaio-bananinha-paraibuna-13-1-768x511.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ensaio-bananinha-paraibuna-13-1-696x463.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ensaio-bananinha-paraibuna-13-1-1068x711.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ensaio-bananinha-paraibuna-13-1.jpg 1446w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="681" data-id="196654" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ensaio-bananinha-paraibuna-75-1-1024x681.jpg" alt="" class="wp-image-196654" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ensaio-bananinha-paraibuna-75-1-1024x681.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ensaio-bananinha-paraibuna-75-1-300x200.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ensaio-bananinha-paraibuna-75-1-768x511.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ensaio-bananinha-paraibuna-75-1-696x463.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ensaio-bananinha-paraibuna-75-1-1068x711.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/ensaio-bananinha-paraibuna-75-1.jpg 1435w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" data-id="196649" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bananinha-Paraibuna-com-Cobertura-de-Chocolate-2-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-196649" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bananinha-Paraibuna-com-Cobertura-de-Chocolate-2-683x1024.jpg 683w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bananinha-Paraibuna-com-Cobertura-de-Chocolate-2-200x300.jpg 200w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bananinha-Paraibuna-com-Cobertura-de-Chocolate-2-768x1152.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bananinha-Paraibuna-com-Cobertura-de-Chocolate-2-696x1044.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bananinha-Paraibuna-com-Cobertura-de-Chocolate-2.jpg 912w" sizes="auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="196651" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bananinha-Paraibuna-com-Cobertura-de-Chocolate-4-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-196651" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bananinha-Paraibuna-com-Cobertura-de-Chocolate-4-1024x683.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bananinha-Paraibuna-com-Cobertura-de-Chocolate-4-300x200.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bananinha-Paraibuna-com-Cobertura-de-Chocolate-4-768x512.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bananinha-Paraibuna-com-Cobertura-de-Chocolate-4-696x464.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bananinha-Paraibuna-com-Cobertura-de-Chocolate-4-1068x712.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bananinha-Paraibuna-com-Cobertura-de-Chocolate-4.jpg 1500w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Autora:</strong></h2>



<p>Maiara Tissi </p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/bananinha-paraibuna-com-cobertura-de-chocolate-e-alternativa-saudavel-e-vegana-para-a-pascoa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
