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	<title>Cultura &#8211; Jornal Tribuna</title>
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	<description>O seu portal de notícias e artigos científicos</description>
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		<title>A Diversidade Religiosa Brasileira e o Desafio da Construção de uma Sociedade Verdadeiramente Inclusiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pai Lucas de Xangô]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 16:23:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
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		<category><![CDATA[Umbanda]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma Reflexão sobre os Dados do Censo e a Necessidade de Combater o Racismo Religioso O Brasil vive hoje um momento importante. Os dados do Censo IBGE 2022 mostram mudanças significativas no cenário religioso do país. As religiões de matriz africana cresceram de forma notável. Elas triplicaram sua presença, passando de 0,3% em 2010 para [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading" id="uma-reflexo-sobre-os-dados-do-censo-2022-e-a-neces">Uma Reflexão sobre os Dados do Censo e a Necessidade de Combater o Racismo Religioso</h2>



<p>O Brasil vive hoje um momento importante. Os dados do Censo IBGE 2022 mostram mudanças significativas no cenário religioso do país.</p>



<p>As religiões de matriz africana cresceram de forma notável. Elas triplicaram sua presença, passando de 0,3% em 2010 para 1,0% da população em 2022. Contudo, esses números revelam um paradoxo preocupante.</p>



<p>Os dados socioeconômicos dos praticantes de umbanda e candomblé desafiam estereótipos históricos e revelam um perfil que deveria inspirar orgulho nacional: 25,5% possuem ensino superior completo (segundo maior percentual entre todos os grupos religiosos), apenas 2,4% são analfabetos (muito abaixo da média nacional de 7%), e apresentam alta conectividade digital. Paradoxalmente, são exatamente essas religiões &#8211; com seguidores altamente escolarizados e economicamente ativos &#8211; que mais sofrem perseguição no país.</p>



<p>Enquanto essas tradições religiosas se fortalecem, elas também sofrem mais violência. Portanto, precisamos entender melhor essa contradição.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Escalada da Violência Contra as Religiões de Matriz Africana</h2>



<p>A intolância religiosa no Brasil não é um fenômeno neutro ou genérico &#8211; ela tem cor, origem e alvo específico. Assim sendo, em 2024, as autoridades registraram 3.853 violações motivadas por intolância religiosa, um aumento de mais de 60% em relação a 2023. Além disso, as religiões de matriz africana sofreram a maior parte desses ataques, com a umbanda e o candomblé liderando as estatísticas de violência religiosa.</p>



<p>No Estado do Rio de Janeiro, entre 2012 e 2015, praticantes de religiões de matrizes africanas sofreram mais de 70% dos 1.014 casos de ofensas, abusos e atos violentos registrados. Semelhantemente, pesquisa revelou que em Pernambuco, 92% das pessoas que professam umbanda, candomblé ou jurema já sofreram racismo religioso, enquanto 74% não se sentem seguras para assumir publicamente sua prática religiosa.</p>



<p>Esses números não representam apenas estatísticas &#8211; refletem vidas humanas, famílias destruídas, terreiros incendiados, crianças agredidas nas escolas e lideranças espirituais ameaçadas. Representam, sobretudo, a perpetuação de uma estrutura colonial que nunca foi efetivamente desmantelada em nossa sociedade.</p>



<p>É fundamental compreender que o que acontece contra as religiões afro-brasileiras não é apenas &#8220;intolerância religiosa&#8221; &#8211; um termo que, por sua neutralidade, mascara a natureza estrutural e racial do problema. Trata-se de&nbsp;<strong>racismo religioso</strong>: um conjunto de condutas agressivas que visam discriminar e excluir pessoas negras e suas tradições espirituais dos espaços públicos e sociais.</p>



<p>O racismo religioso difere da intolerância religiosa porque incorpora uma dimensão racial explícita, atacando não apenas as crenças, mas a própria identidade cultural e ancestral dos povos africanos e seus descendentes. É um mecanismo de poder que busca manter hierarquias sociais estabelecidas historicamente, utilizando o preconceito religioso como ferramenta de dominação racial.</p>



<p>A Constituição Federal de 1988 estabeleceu o Brasil como Estado laico, garantindo a liberdade religiosa como direito fundamental. O artigo 5º, inciso VI, é categórico: &#8220;é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias&#8221;.</p>



<p>Entretanto, existe um abismo entre a letra da lei e a realidade vivida. A laicidade brasileira permanece &#8220;flexível&#8221; demais com algumas religiões e rígida demais com outras. Enquanto símbolos cristãos permanecem em espaços públicos sem questionamento, terreiros enfrentam dificuldades para obter alvará de funcionamento. Enquanto celebrações católicas recebem apoio oficial, manifestações afro-brasileiras são sistematicamente criminalizadas ou ignoradas pelo poder público.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Exemplo do Rio Grande do Sul</h2>



<p>Um dos aspectos mais intrigantes dos dados do Censo 2022 é a liderança do <strong>Rio Grande do Sul</strong> como estado com maior proporção de praticantes de religiões de matriz africana (3,2% da população). Esta concentração não é acidental: resulta de fatores históricos específicos, incluindo o intenso tráfico de pessoas escravizadas através dos portos gaúchos e, curiosamente, a chegada de colonos luteranos alemães que contribuíram para maior liberdade de culto, diminuindo o monopólio católico.</p>



<p>O exemplo gaúcho demonstra que a diversidade religiosa pode florescer quando há ambiente institucional favorável. A maior festa dedicada a um orixá nas Américas acontece no Rio Grande do Sul &#8211; a celebração de Iemanjá na praia do Cassino, que atrai 300 mil pessoas. Isso prova que a convivência respeitosa entre diferentes tradições religiosas não apenas é possível, mas pode se tornar patrimônio cultural e turístico.</p>



<p>O alto nível educacional dos praticantes de religiões afro-brasileiras nos oferece uma lição fundamental: conhecimento e educação são antídotos contra o preconceito. Não por acaso, essas comunidades apresentam as menores taxas de analfabetismo entre todos os grupos religiosos brasileiros.</p>



<p>Isso nos aponta para a necessidade urgente de implementação efetiva da Lei 10.639/03, que torna obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira nas escolas. É na educação que podemos formar cidadãos capazes de compreender e respeitar a diversidade religiosa como patrimônio nacional, não como ameaça a ser combatida.</p>



<p>A forma como uma sociedade trata suas minorias religiosas é o verdadeiro teste de sua maturidade democrática. O Brasil não pode se orgulhar de sua democracia enquanto mantiver cidadãos de segunda classe por motivos religiosos. Não podemos celebrar nossa diversidade cultural enquanto permitirmos que tradições centenárias sejam sistematicamente perseguidas.</p>



<p>Os dados do Censo 2022 nos mostram que as religiões de matriz africana não são grupos marginais ou em extinção &#8211; são comunidades economicamente ativas, altamente educadas e em crescimento. Sua contribuição para a sociedade brasileira é inestimável, não apenas em termos culturais, mas também sociais e econômicos.</p>



<p>O Brasil está numa encruzilhada. Podemos escolher o caminho da exclusão, da violência e do retrocesso civilizatório, mantendo estruturas coloniais de dominação que envergonham nossa história. Ou podemos escolher o caminho da inclusão, do respeito e da construção de uma sociedade verdadeiramente democrática, onde a diversidade seja celebrada como riqueza nacional.</p>



<p>A escolha que fizermos hoje determinará que país entregaremos às próximas gerações. Os dados estão aí, claros e incontestáveis: as religiões de matriz africana crescem, somos cidadãos exemplares, e sua contribuição cultural é patrimônio de toda a humanidade.</p>



<p>Resta saber se teremos a coragem moral e política de proteger esse patrimônio, garantindo que todos os brasileiros &#8211; independentemente de sua fé &#8211; possam viver com dignidade, segurança e respeito em sua própria terra.</p>



<p>O futuro da democracia brasileira passa, inevitavelmente, pelo reconhecimento de que somos uma nação plural, forjada na diversidade, e que nossa grandeza está justamente na capacidade de conviver respeitosamente com nossas diferenças. Dessa forma, devemos construir o Brasil que queremos. Além disso, precisamos honrar o legado que nossos ancestrais sonharam. Afinal, temos a responsabilidade de entregar esse Brasil às nossas crianças.</p>



<p><em><strong>A diversidade religiosa não é um problema a ser resolvido, mas uma riqueza a ser preservada. Uma sociedade que persegue suas tradições espirituais é uma sociedade que escolhe o empobrecimento cultural e moral. O Brasil merece mais. O Brasil pode mais.</strong></em></p>



<p>*<em> <strong><a href="https://www.instagram.com/lucas.doaxe" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Pai Lucas de Xangô</a></strong> é Sacerdote e Diretor da FENARC ( Federação Espiritualista Nacional Afro-Religiosa e Cultural),escritor e ativista da valorização das religiões de matriz africana no Rio Grande do Sul.</em></p>



<p></p>
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		<title>Cinema: &#8220;Uma Batalha Após a Outra&#8221; &#8211; A Persistência do Espírito Humano em Meio ao Caos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel Flavio Saiol Pacheco]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 13:27:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[No vasto e, por vezes, exaustivo palco da existência, há narrativas que ressoam com uma verdade universal: a vida é, em sua essência, uma sucessão de desafios. O filme &#8220;Uma Batalha Após a Outra&#8221; emerge nesse cenário como um espelho multifacetado, refletindo não apenas a dureza das adversidades, mas, sobretudo, a inquebrantável resiliência do espírito [&#8230;]]]></description>
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<p>No vasto e, por vezes, exaustivo palco da existência, há narrativas que ressoam com uma verdade universal: a vida é, em sua essência, uma sucessão de desafios. O filme &#8220;Uma Batalha Após a Outra&#8221; emerge nesse cenário como um espelho multifacetado, refletindo não apenas a dureza das adversidades, mas, sobretudo, a inquebrantável resiliência do espírito humano. Longe de ser apenas um drama sobre superação, a obra nos convida a uma profunda reflexão sobre o que significa persistir quando o horizonte parece obscurecido por nuvens de incerteza.</p>



<p>A premissa do filme, embora possa parecer à primeira vista um clichê de &#8220;luta contra as probabilidades&#8221;, desdobra-se em uma tapeçaria complexa de emoções e escolhas. Os personagens não são meros arquétipos; são seres falhos, vulneráveis e, por isso mesmo, profundamente humanos. Suas batalhas não se limitam a embates físicos ou obstáculos externos; elas se manifestam nas trincheiras da mente, nos dilemas morais e nas cicatrizes invisíveis que cada revés deixa. É nessa exploração da psique que o filme encontra sua maior força, transformando cada &#8220;batalha&#8221; em uma metáfora para os conflitos internos que todos nós, em algum momento, enfrentamos.</p>



<p>O que &#8220;Uma Batalha Após a Outra&#8221; faz com maestria é desmistificar a ideia de que a resiliência é uma característica inata de poucos. Pelo contrário, ele a apresenta como um músculo que se fortalece a cada queda, a cada recomeço. A narrativa não romantiza o sofrimento, mas o contextualiza como um catalisador para o crescimento. Vemos os protagonistas tropeçarem, duvidarem de si mesmos e, por vezes, até desistirem momentaneamente, apenas para encontrar, nas profundezas de sua própria essência, a fagulha que reacende a chama da esperança. Essa representação honesta da jornada humana é um bálsamo em tempos onde a perfeição e a invencibilidade são frequentemente supervalorizadas.</p>



<p>Além disso, o filme tece uma crítica sutil, mas potente, à forma como a sociedade muitas vezes percebe o sucesso e o fracasso. Em um mundo que celebra as vitórias estrondosas, &#8220;Uma Batalha Após a Outra&#8221; nos lembra que a verdadeira vitória reside na capacidade de se levantar, mesmo quando a derrota parece iminente. Não se trata de vencer todas as lutas, mas de não se render à exaustão, de encontrar propósito na própria jornada e de compreender que cada cicatriz é um testemunho da nossa capacidade de resistir.</p>



<p>A direção e o roteiro trabalham em uníssono para criar uma atmosfera que é ao mesmo tempo opressora e inspiradora. A fotografia, muitas vezes sombria, contrasta com momentos de clareza e beleza, simbolizando a luz que sempre pode ser encontrada mesmo nas situações mais desesperadoras. As atuações são viscerais, transmitindo a dor, a angústia e a determinação dos personagens de forma palpável, convidando o espectador a uma empatia profunda.</p>



<p>Em suma, &#8220;Uma Batalha Após a Outra&#8221; não é apenas um filme para ser assistido; é uma experiência para ser sentida e refletida. Ele nos confronta com a inevitabilidade dos desafios, mas, mais importante, nos oferece uma poderosa mensagem de esperança: a de que, não importa quão árdua seja a jornada, sempre haverá uma nova batalha a ser travada, e em cada uma delas, a oportunidade de reafirmar a nossa inabalável vontade de viver. É uma obra que, sem dúvida, merece ser vista e debatida, pois nos lembra que a verdadeira força reside não em evitar as batalhas, mas em enfrentá-las, uma após a outra, com coragem e coração.</p>



<p><strong>Nota: 9/10</strong></p>
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		<title>Menelaw Sete participa de leilão beneficente em castelo na França</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Direto de PE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 13:27:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[Em noite de gala no Château d’Epeyssoles, artista brasileiro une arte e solidariedade em evento promovido pelo Rotary com foco em inclusão social Foto Divulgação / Arquivo Pessoal A convite do Rotary Club de Bourg-en-Bresse que, na pessoa de Stephane Robin, convidou especialmente o artista Menelaw Sete, para o evento, por sua trajetória artística, bem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em noite de gala no Château d’Epeyssoles, artista brasileiro une arte e solidariedade em evento promovido pelo Rotary com foco em inclusão social</p>



<p>Foto Divulgação / Arquivo Pessoal</p>



<p>A convite do Rotary Club de Bourg-en-Bresse que, na pessoa de Stephane Robin, convidou especialmente o artista Menelaw Sete, para o evento, por sua trajetória artística, bem como, por suas atuações ligadas a obras beneficentes e ao compromisso social.</p>



<p>O evento destinou os recursos arrecadados a uma instituição voltada ao acolhimento de pessoas com síndrome de Down, reforçando o caráter solidário da iniciativa.</p>



<p>O leilão foi conduzido pela tradicional casa francesa Drouot, referência no mercado europeu de arte. O jantar de gala teve menu assinado pelo renomado chef internacional Georges Blanc, ícone da alta gastronomia francesa.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="988" height="1024" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1004817371-988x1024.jpg" alt="" class="wp-image-197942" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1004817371-988x1024.jpg 988w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1004817371-289x300.jpg 289w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1004817371-768x796.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1004817371-696x721.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1004817371-1068x1107.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1004817371.jpg 1235w" sizes="(max-width: 988px) 100vw, 988px" /></figure>



<p>Com uma trajetória de quase quatro décadas nas artes visuais, Menelaw Sete reúne mais de 50 exposições internacionais, incluindo apresentações na França, em cidades como Paris, Lyon e Marseille, além de participação em eventos na Maison de l’Amérique Latine, em Paris.</p>



<p>Ao longo de sua carreira, o artista desenvolve uma produção fortemente vinculada a temas sociais, utilizando a arte como meio de expressão e reflexão.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1004817441-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-197943" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1004817441-1024x576.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1004817441-300x169.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1004817441-768x432.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1004817441-1536x864.jpg 1536w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1004817441-696x392.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1004817441-1068x601.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1004817441.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A obra apresentada por Menelaw Sete nesta noite de gala traduziu, com sensibilidade e intensa potência simbólica, valores universais como diversidade, inclusão e responsabilidade social, pilares que também orientam a atuação do Rotary. A tela, inicialmente concebida em preto e branco, ganhou cores ao vivo durante o evento, em um gesto artístico que simboliza o despertar para a pluralidade humana e para a beleza das diferenças.</p>



<p>A composição revela a figura de um homem e uma mulher, educadores, em posição de acolhimento, junto a crianças de diferentes origens étnicas e trajetórias, incluindo a presença de uma criança cadeirante, compondo um ambiente de encontro, cuidado e humanidade. Mais do que uma imagem, a obra evoca pertencimento e reafirma o compromisso com a inclusão como valor essencial da vida em sociedade.</p>



<p></p>
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		<title>Artefacto Brasília apresenta a Mostra 2026 com o tema &#8220;Maturidade&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 18:52:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento reúne nomes da arquitetura local e marca o lançamento da coleção Artefacto Edition 2026 – Cosmos, assinada pela diretora criativa Patricia Anastassiadis. Em sintonia com as celebrações dos 50 anos da Artefacto, a unidade de Brasília apresenta a Mostra 2026 sob o tema &#8220;Maturidade&#8221;, propondo uma reflexão sobre o tempo, o olhar que evolui [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Evento reúne nomes da arquitetura local e marca o lançamento da coleção Artefacto Edition 2026 – Cosmos, assinada pela diretora criativa Patricia Anastassiadis.</em></p>



<p>Em sintonia com as celebrações dos 50 anos da Artefacto, a unidade de Brasília apresenta a Mostra 2026 sob o tema &#8220;Maturidade&#8221;, propondo uma reflexão sobre o tempo, o olhar que evolui e a sofisticação que se constrói a partir da experiência.</p>



<p>A exposição reúne profissionais de destaque da arquitetura e do design de interiores em um circuito de ambientes que exploram diferentes interpretações do morar contemporâneo. Inspirados pelo tema, os participantes desenvolvem espaços que valorizam escolhas conscientes, estética apurada e profundidade emocional — atributos que dialogam com o momento atual do habitar e com a trajetória da marca ao longo de suas cinco décadas.</p>



<p>Mais do que uma mostra, o projeto se consolida como uma plataforma de expressão criativa, na qual cada ambiente traduz narrativas singulares sobre cultura, identidade e permanência. Em Brasília, a edição reforça a conexão da Artefacto com o cenário criativo da capital, evidenciando a diversidade de linguagens e a força autoral dos profissionais envolvidos.</p>



<p>Como parte das comemorações, a marca apresenta também a&nbsp;<strong>Artefacto Edition 2026 – Cosmos</strong>, coleção assinada por sua diretora criativa, Patricia Anastassiadis. Inspirada na ideia de ordem e totalidade que estrutura o universo, a linha reúne peças que orbitam entre legado e futuro. Linhas precisas, equilíbrio entre forma, técnica e função e uma pesquisa sofisticada de materiais — como pedra, vidro martelado, metal, couro e camurça — resultam em um mobiliário de presença serena, pensado para dialogar com o tempo e com a evolução do morar contemporâneo.</p>



<p>Esperamos vcs!</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="488" height="639" data-id="198951" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Studio-Freijo-Credito-Raphael-Briest-9-1.jpg" alt="" class="wp-image-198951" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Studio-Freijo-Credito-Raphael-Briest-9-1.jpg 488w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Studio-Freijo-Credito-Raphael-Briest-9-1-229x300.jpg 229w" sizes="(max-width: 488px) 100vw, 488px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="452" height="594" data-id="198958" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Maai-Arquitetura-Credito-Marco-Antonio-2.jpg" alt="" class="wp-image-198958" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Maai-Arquitetura-Credito-Marco-Antonio-2.jpg 452w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Maai-Arquitetura-Credito-Marco-Antonio-2-228x300.jpg 228w" sizes="auto, (max-width: 452px) 100vw, 452px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="488" height="639" data-id="198957" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Studio-Freijo-Credito-Raphael-Briest-9.jpg" alt="" class="wp-image-198957" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Studio-Freijo-Credito-Raphael-Briest-9.jpg 488w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Studio-Freijo-Credito-Raphael-Briest-9-229x300.jpg 229w" sizes="auto, (max-width: 488px) 100vw, 488px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="478" height="618" data-id="198954" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Marcia-Montenegro-Credito-Raphael-Briest-2.jpg" alt="" class="wp-image-198954" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Marcia-Montenegro-Credito-Raphael-Briest-2.jpg 478w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Marcia-Montenegro-Credito-Raphael-Briest-2-232x300.jpg 232w" sizes="auto, (max-width: 478px) 100vw, 478px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="490" height="657" data-id="198960" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Larissa-Dias-Credito-Marco-Antonio-2.jpg" alt="" class="wp-image-198960" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Larissa-Dias-Credito-Marco-Antonio-2.jpg 490w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Larissa-Dias-Credito-Marco-Antonio-2-224x300.jpg 224w" sizes="auto, (max-width: 490px) 100vw, 490px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="459" height="582" data-id="198952" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Dalilla-Menegotto-credito-marco-antonio-2.jpg" alt="" class="wp-image-198952" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Dalilla-Menegotto-credito-marco-antonio-2.jpg 459w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Dalilla-Menegotto-credito-marco-antonio-2-237x300.jpg 237w" sizes="auto, (max-width: 459px) 100vw, 459px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="494" height="644" data-id="198956" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Helio-Albuquerque-Credito-Marco-ANtonio-2.jpg" alt="" class="wp-image-198956" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Helio-Albuquerque-Credito-Marco-ANtonio-2.jpg 494w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Helio-Albuquerque-Credito-Marco-ANtonio-2-230x300.jpg 230w" sizes="auto, (max-width: 494px) 100vw, 494px" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="473" height="553" data-id="198953" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Isabela-Cruciol-Credito-Raphael-Briest-2.jpg" alt="" class="wp-image-198953" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Isabela-Cruciol-Credito-Raphael-Briest-2.jpg 473w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Isabela-Cruciol-Credito-Raphael-Briest-2-257x300.jpg 257w" sizes="auto, (max-width: 473px) 100vw, 473px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="492" height="587" data-id="198955" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Daniela-Franco-Credito-Raphael-Briest-2.jpg" alt="" class="wp-image-198955" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Daniela-Franco-Credito-Raphael-Briest-2.jpg 492w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mostra-Artefacto-Brasilia-Daniela-Franco-Credito-Raphael-Briest-2-251x300.jpg 251w" sizes="auto, (max-width: 492px) 100vw, 492px" /></figure>
</figure>



<p><strong>DANIELE FRANCO (</strong><strong>@danielefrancoarquitetura)</strong></p>



<p>A arquiteta, baseada em Brasília, atua no mercado de alto padrão há mais de 10 anos, sendo oito deles à frente do próprio escritório. Conhecida por apresentar uma assinatura que mescla o clássico e o contemporâneo sem abrir mão da personalidade, ela conduz um time de profissionais experientes que a auxiliam em todas as etapas dos processos de arquitetura e design de interiores – da concepção à entrega aos clientes. Os formatos que saem das suas pranchetas estão presentes em diversas regiões do país. Para esta edição da Mostra Artefacto, Daniele apresenta um layout integrado de 100 m², composto por living, home office e jantar. &#8220;Maturidade significa evoluir com constância, mantendo a mesma essência. É evoluir a alma, o corpo, a mente, o olhar. E isso se reflete na vida e também nos projetos, seja nas curadorias, nas especificações ou na ausência de excessos&#8221;, revela sobre o tema eleito da vez. O espaço ficou ainda mais acolhedor com algumas apostas da linha de frente do mobiliário Artefacto, como o módulo Getz, as poltronas Mentha e a mesa bar Lena.</p>



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<p><strong>DALILLA MENEGOTTO (</strong><strong>@dalillamenegottoarq)</strong></p>



<p>Formada em Arquitetura e Urbanismo pelo UniCeub, com especialização em Design de Interiores pelo Istituto Europeo di Design (IED) Milão, desde 2015 ela lidera o escritório com um time dedicado e criativo. Os projetos residenciais e comerciais são orientados por um olhar apurado para os detalhes e um profundo entendimento do estilo de vida de cada cliente, com foco em soluções personalizadas. Dalila assina para esta edição da Mostra Artefacto, a Casa em Permanência. &#8220;Essa relação entre maturidade e tempo me fez estruturar o ambiente. Uma casa que não foi criada para impressionar, mas para ser vivida. Tem história, tem afeto, tem coragem – e tudo isso nos convida a ficar e permanecer. Quase que uma pausa nos ruídos da vida cotidiana&#8221;, explica. O espaço de 38 m² se desdobra em living e jantar, além de destacar matérias-primas naturais como linho, palha, madeira e malacca. A cadeira Pasu, o sofá Nouvel e a mesa de jantar Moon, elevam a atmosfera leve da proposta.</p>



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<p><strong>HÉLIO ALBUQUERQUE (</strong><strong>@arquiteto.helioalbuquerque)</strong></p>



<p>O arquiteto está com o bloco na rua desde 1992, e seu escritório atende projetos residenciais e comerciais não apenas em Brasília, mas em outras localidades tão distintas quanto São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia, Bogotá, Montevidéu, Buenos Aires, Nova Iorque e Chile. Para esta Mostra Artefacto, ele desenhou o ambiente &#8220;Convivência&#8221;, de 88 m², que foi organizado como um refúgio e abriga sala de estar, jantar para momentos à mesa, espaço para degustação de charutos e uma área para um drink descontraído – que pode ir do licor ao vinho do Porto, ao gosto do freguês –, além de também poder ser convertida em lugar para um chá da tarde. A narrativa de interiores ousada explora a combinação entre madeira, lâmina de inox e papel de parede. O conjunto, com iluminação especial, é arrematado por obras de arte como os pratos Fornasetti emoldurados e as lanças africanas garimpadas pelo próprio profissional – e, claro, mobiliários da Artefacto, como a mesa de jantar Eclipse, o sofá Flamel e a poltrona Lerida.</p>



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<p><strong>ISABELA CRUCIOL (</strong><strong>@isabelacruciolarquitetura)</strong></p>



<p>Dona de um repertório internacional, a arquiteta, nascida e formada em Londrina (Paraná), está à frente do escritório, desde 2005, em Luís Eduardo Magalhães (BA), onde fixou residência e consolidou sua atuação profissional. Há mais de 20 anos, atua em obras residenciais e comerciais. Em Milão, onde residiu, Isabela apurou o olhar para a arquitetura de interiores e, a partir dessa experiência, materializa projetos com leitura contemporânea do espaço, valorizando o detalhamento técnico e a materialidade — sem abrir mão da identidade de cada proposta. Dona de assinatura marcante, desta vez a profissional assina a suíte Entre Silêncio e Presença para a Mostra. &#8220;Maturidade é a serenidade da escolha consciente. Representa a segurança de quem já experimentou, filtrou e decidiu viver apenas com o que é essencial, com intenção, equilíbrio e verdade&#8221;, ressalta. A espacialidade, de 39,43 m², foi desenvolvida para acolher sem ser impositiva. O estofado de veludo da poltrona Poline, o toque de bouclé da cadeira Charlie e o acabamento em couro da cama Nouveau são matérias-primas nobres que se destacam e abrilhantam o cenário.</p>



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<p><strong>KARLA AMARAL ARQUITETURA (</strong><strong>@karlaamaralarquitetura)</strong></p>



<p>Graduada pela Universidade de Brasília (UnB), a arquiteta atua no mercado há 30 anos. Karla tem na arquitetura modernista sua principal referência de formação. Seu portfólio abrange os segmentos comercial, residencial e corporativo, com projetos que exigem conhecimento específico em cada nicho – sempre finalizados com design de interiores aplicado a cada circunstância, o que garante composições originais e a expressão da identidade de cada cliente. O quarto Refúgio Urbano é o ambiente da vez, materializado na Mostra dentro do tema celebrativo dos 50 anos da grife. &#8220;Maturidade significa transformar as experiências vividas em conhecimento pessoal, confiança, autonomia e habilidade para lidar com situações adversas&#8221;, ressalta. Composto por três espaços integrados – área da cama (descanso), área de estar e escritório –, o conjunto de 90 m² abriga uma paleta sóbria, com cores que transitam entre marrons e cinzas, exploradas em diferentes texturas, na madeira escura e na iluminação intimista, além da curadoria de obras de arte. A seleção de móveis consagrados, como o sofá Geta, a cama Zafra e a mesa de centro Omphalo, rouba a cena da composição.</p>



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<p><strong>LARISSA DIAS ARQUITETURA (</strong><strong>@larissadiasarquitetura)</strong></p>



<p>As arquitetas e urbanistas Larissa Dias e Natália Dias são sócias no escritório situado em Brasília. As profissionais possuem sólida expertise nos segmentos residencial, de interiores, corporativo e comercial – com forte atuação em projetos de clínicas. Suas propostas se destacam pelo uso de novas matérias-primas e tecnologias, convertidas em plantas inteligentes, contemporâneas e funcionais, adequadas ao estilo de cada cliente. Para a nona participação na Mostra, elas apresentam o Abrigo dos Sonhos. &#8220;O clima da bossa nova serviu como inspiração. Assim como na música, o espaço busca leveza, equilíbrio e um ritmo sereno, onde cada elemento se encaixa de forma natural&#8221;, revelam. Com 85 m², o layout em formato L é composto por um quarto integrado ao estar íntimo e ao home office. O conjunto valoriza o uso da madeira cumaru e do quartzito escovado, dentro de uma paleta bege e terrosa, que reforça o conceito de maturidade por meio de um ambiente acolhedor. O mobiliário, chama atenção no cenário, com destaque para a mesa de chá Maru, a vanity desk Sarah e a cadeira Aurea.</p>



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<p><strong>MAAI ARQUITETURA (</strong><strong>@maaiarquitetura)</strong></p>



<p>Os nomes à frente do Maai Arquitetura percorreram alamedas distintas até somarem expertises na sociedade do escritório, fundado em 2012. De lá para cá, os sócios, baseados em Brasília, assinam formatos singulares, em diferentes escalas, de Norte a Sul do Brasil e também no exterior. Presentes em eventos expressivos do circuito, como a CasaCor SP, para esta edição da Mostra Artefacto eles exploram o tema maturidade em uma configuração de longa metragem, com 255 m². &#8220;O projeto traz o conceito como a conquista da clareza – um estágio em que experiência e liberdade criativa caminham juntas, permitindo escolhas mais conscientes e precisas. Não se trata de rigidez, mas da confiança de quem respeita os materiais e compreende o tempo como parte fundamental do processo de projetar&#8221;, explicam. Em uma planta ampla, que integra varanda, espaço gourmet e rooftop, o ambiente valoriza diferentes formas de ocupação. Outro ponto alto é a curadoria de obras de arte, que reúne nomes consagrados como Picasso, Vik Muniz, Burle Marx, Franz Krajcberg e Siron Franco, entre outros. A seleção de móveis eleita para compor a narrativa, destaca o módulo Baco, a poltrona Solis e a mesa de centro Ginza, que também se sobressaem na cena.</p>



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<p><strong>MÁRCIA MONTENEGRO (</strong><strong>@_marciamontenegro)</strong></p>



<p>Com larga experiência profissional, a arquiteta – formada no Rio de Janeiro, mas radicada em Brasília – tem como especialidade a arquitetura bioclimática. Com atuação principalmente nas áreas residencial e comercial, atualmente mantém projetos, além do Distrito Federal, em cidades como São Paulo, Palmas, Lisboa e Porto, em Portugal. Também já deixou sua assinatura em obras entregues em Miami e Zurique. Para sua décima participação na Mostra Artefacto, ela compôs um living convidativo de 52 m² alinhado ao tema proposto. &#8220;Maturidade é a capacidade que conquistamos de fazer uma reflexão sensível sobre o tempo, as pessoas e os espaços&#8221;, reflete. A sala de estar apresenta uma paleta que vai do off white ao marrom, enquanto um toque de biofilia garante a presença da natureza no ambiente. A iluminação cênica, com vários pendentes, se transforma em uma escultura que parece flutuar no cenário e assume papel central na ambientação. O ponto de partida é o módulo Orfei, enquanto a mesa lateral Fylla e a poltrona Pollux estão entre os móveis que materializam a atmosfera de conforto proposta pela profissional.</p>



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<p><strong>STUDIO FREIJÓ (</strong><strong>@studiofreijo)</strong></p>



<p>A arquiteta Natálie Tramontini e a designer de interiores Thalita Gonçalves são sócias, desde 2018, no escritório sediado na capital federal. Elas viabilizam trabalhos em arquitetura e design de interiores em diferentes escalas, como casas, apartamentos, escritórios e clínicas.&nbsp; Dessa forma, a dupla propôs um quarto amplo, de 87 m², com integração entre estar, área de trabalho e varanda. &#8220;A maturidade se traduz em equilíbrio e coerência. Optamos por uma linguagem sóbria e sofisticada, com materiais atemporais e uma paleta neutra, que reforçam solidez e elegância sem excessos&#8221;, revelam. A composição ganhou uma atmosfera que convida à permanência, a partir de um mix de painéis de madeira, concreto e papel de parede com textura de linho. Uma iluminação especial, mais cênica, valoriza as obras de arte do ambiente e evidencia o módulo Opus, a cabeceira Harrison e a mesa de jantar Radix, que estruturam a narrativa proposta pela dupla.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<p>Priscila Morrone</p>
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		<title>Conheça a atividade que ajuda a compreender mais sobre o mundo das artes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 00:51:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[A cada nova exposição, a Fundação Cultural Badesc oferece ações gratuitas de arte-educação; veja como participar Como podemos interpretar questões atuais através da ótica de um artista? Como ele desdobra essas questões de forma visual, crítica e analítica sobre a Arte contemporânea? Embora essas perguntas não tenham respostas definitivas, é justamente nesse ponto que atividades [&#8230;]]]></description>
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<p><em>A cada nova exposição, a Fundação Cultural Badesc oferece ações gratuitas de arte-educação; veja como participar</em></p>



<p>Como podemos interpretar questões atuais através da ótica de um artista? Como ele desdobra essas questões de forma visual, crítica e analítica sobre a Arte contemporânea? Embora essas perguntas não tenham respostas definitivas, é justamente nesse ponto que atividades de arte-educação buscam trazer reflexões e a compreender mais sobre o mundo das artes visuais, enriquecendo o repertório cultural.</p>



<p>Em Florianópolis, a Fundação Cultural Badesc, que completou 20 anos recentemente, promove a cada nova exposição, ações gratuitas de arte-educação que visam aproximar o público das obras e oferecer experiências que vão além da simples observação. As atividades incluem mediações e visitas orientadas que estimulam o olhar crítico e incentivam diferentes públicos a se relacionarem de forma mais profunda com as linguagens artísticas.</p>



<p>De acordo com Victoria Beatriz, responsável pelo setor de arte-educação na Fundação, o objetivo é tornar a arte mais acessível e significativa, criando espaços de troca e reflexão que ajudam o visitante a contextualizar os trabalhos, compreender processos criativos e estabelecer conexões entre a arte e temas contemporâneos.</p>



<p>&#8220;As ações apresentadas na Fundação buscam usar a arte como ferramenta de aprendizagem e expressão. Através das exposições de artes visuais é possível fazer uma contextualização com as visualidades contemporâneas e o cotidiano&#8221;, compartilha a arte-educadora.</p>



<p>Cada exposição recebe uma proposta educativa pensada especialmente para suas características, respeitando as linguagens dos artistas e criando pontes entre o conteúdo apresentado e o cotidiano dos visitantes. Essa abordagem personalizada amplia repertórios, estimula a curiosidade e transforma a visita em uma experiência de descoberta.</p>



<p><strong>Como participar</strong></p>



<p>As atividades são gratuitas e abertas ao público. Alunos de escolas públicas e privadas, bem como de instituições, como universidades, centros sociais, ONGs, grupos especiais, associações, grupos de professores e comunidade em geral, podem participar das atividades de arte-educação. O grupo precisa ter no mínimo cinco pessoas.</p>



<p>Os interessados podem acessar o&nbsp;<a href="http://fundacaoculturalbadesc.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">fundacaoculturalbadesc.com</a>&nbsp;e fazer a solicitação na aba Arte + Educação Agendamentos ou enviar um e-mail para o endereço&nbsp;<a href="mailto:fundacaoculturalbadesc@gmail.com">fundacaoculturalbadesc@gmail.com</a>&nbsp;e colocar no título da mensagem &#8220;Agendamento Ação Educativa&#8221;.</p>



<p>&#8220;As ações educativas são voltadas às exposições que ocorrem no Espaço Fernando Beck, mas também realizamos mediações nas mostras realizadas no Espaço Paulo Gaiad e no Jardim. Além de que, quando um professor solicita, podemos desenvolver uma ação voltada a uma exposição específica de qualquer um dos espaços&#8221;, completa Victoria.</p>



<p>A Fundação Cultural Badesc, que ocupa um casarão na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis, está com três exposições abertas para visitação: &#8220;Desenhos de um Real – 20 Anos&#8221;, de Diego de los Campos, &#8220;Estranhamento do Possível&#8221;, de Karine Abbati, e a coletiva &#8220;O Que Eu Vejo É O Beco&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autor:</h2>



<p>Juliano Zanotelli</p>
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		<title>Associação Mulheres de Fibra: 15 anos à frente da iniciativa que transformou o artesanato na zona rural de Maragogi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 13:56:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[Artesãs produzem peças únicas à base da renda filé com fibra natural extraída do tronco da bananeira. Mimos são oferecidos aos hóspedes do Sais Beach Living Hotel, em Maceió No sentido figurado, fibra significa força de vontade, firmeza de caráter, disposição para tomar decisões ou enfrentar situações difíceis. Não à toa, a palavra é parte [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Artesãs produzem peças únicas à base da renda filé com fibra natural extraída do tronco da bananeira. Mimos são oferecidos aos hóspedes do Sais Beach Living Hotel, em Maceió</em></p>



<p>No sentido figurado, fibra significa força de vontade, firmeza de caráter, disposição para tomar decisões ou enfrentar situações difíceis. Não à toa, a palavra é parte essencial da associação Mulheres de Fibra, formada por dez artesãs que transformaram por completo o artesanato no assentamento Água Fria, na zona rural de Maragogi, a 120 km de Maceió, capital de Alagoas.</p>



<p>Criada por&nbsp;AmaraLúcia de Oliveira junto a nove artesãs, a associação completa 15 anos produzindo peças únicas, feitas à base da renda filé, reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial de Alagoas. Só que, no lugar de linhas coloridas de algodão, como é tradicionalmente feita no litoral Norte do Estado, em Maragogi, elas são produzidas com fibra natural extraída do tronco da bananeira. Trata-se de bordado totalmente inovador, até então nunca visto na região, feito sobre uma rede, onde são criados desenhos com linha e agulha. As roupas, colares, bolsas, esteiras e até luminárias transformam-se em grandes obras de arte, carregando consigo a história e a identidade de cada uma das artesãs.</p>



<p>A técnica desenvolvida pelas artesãs combina sustentabilidade, tradição e inovação social. Ao longo dos anos, a iniciativa permitiu que, além de autonomia financeira, o grupo fortalecesse a economia local, tornando-se exemplo de empreendedorismo feminino e criatividade nordestina. Projetos como o da Associação Mulheres de Fibra revelam o lado mais autêntico de Alagoas, onde o turismo consciente se conecta com histórias reais e o trabalho manual valoriza a identidade local.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="980" height="658" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Sais-Beach-Mimos-artesas-de-Maragogi-1.png" alt="" class="wp-image-198212" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Sais-Beach-Mimos-artesas-de-Maragogi-1.png 980w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Sais-Beach-Mimos-artesas-de-Maragogi-1-300x201.png 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Sais-Beach-Mimos-artesas-de-Maragogi-1-768x516.png 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Sais-Beach-Mimos-artesas-de-Maragogi-1-696x467.png 696w" sizes="auto, (max-width: 980px) 100vw, 980px" /></figure>



<p>O coletivo nasceu&nbsp;da união de mulheres que buscaram no artesanato alternativas para a subsistência e a independência financeira. Foi criado informalmente em 2009 e, dois anos depois, por meio de parcerias e com a Prefeitura Municipal de Maragogi, a Cooperativa dos Pequenos Agricultores Organizados (Coopeagro) e o Sebrae, foi formalizada. Inicialmente aprendida com artesãs de comunidades vizinhas, a técnica foi sendo aprimorada com cursos de capacitação.</p>



<p>O delicado trabalho das artesãs do Mulheres de Fibra encantam moradores e turistas. No charmoso e novíssimo&nbsp;<a href="https://www.saishotel.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Sais Beach Living Hotel</a>&nbsp;, em Maceió, as peças dão o toque de acolhimento com mimos exclusivos que traduzem a essência da região.</p>



<p>Os hóspedes se conectam genuinamente com a cultura local por meio de três tipos de mimos, que são entregues ainda no&nbsp;check-in, dependendo da categoria de cada quarto: Cestinha artesanal com pote de cocada de capim-limão com flor de sal (esta, uma produção autoral do chef Altemar Silva); mini cachepô artesanal com marcador de livro em fibra inspirado no ponto da renda filé; pote de cocada de capim-limão com flor de sal e Sais escalda-pés artesanais de bem-estar; e caixa de fibra de bananeira criada exclusivamente para os hóspedes do Sais com marcador de livro artesanal em ponto inspirado no filé; cocada de capim-limão; Sais escalda-pés artesanais; e a obra &#8220;Coral Sais&#8221;, feita em cerâmica pela artista plástica Fernanda Cedrim, da Nan Cerâmica, e inspirada na barreira de corais que banha toda Maceió.</p>



<p>Novíssimo empreendimento upscale na famosa Praia da Pajuçara, em Maceió (AL), o&nbsp;<a href="https://www.saishotel.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Sais Beach Living Hotel</a>&nbsp;é sinônimo de conforto, sofisticação e luxo acessível. Inspirado no conceito wellness, oferece aos visitantes experiências autênticas. Do conceito arquitetônico ao design de interiores e a gastronomia, tudo é cuidadosamente pensado para que o hóspede sinta&nbsp;a magia de hospedar-se no hotel de maneira legítima. Além disso, o empreendimento faz questão de fomentar e valorizar a cultura alagoana. Por isso, até os mimos são originais.</p>



<p>&nbsp;Com um gesto simples e acolhedor, o&nbsp;<a href="https://www.saishotel.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Sais Beach Living Hotel</a>&nbsp;celebra tudo aquilo que fortalece a sua essência: arte, território, memória.</p>



<p>&#8220;Fico muito feliz de o Sais Beach ter nos escolhido. É uma oportunidade maravilhosa, que nos faz crescer e nos dá a chance de mostrar nossa arte para um público cada vez maior. Somos mulheres empoderadas, e a cada ano aperfeiçoamos ainda mais a produção. Eu, particularmente, gosto muito de artesanato e faço todas as peças com prazer. Não quero parar&#8221;, afirma AmaraLúcia de Oliveira.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<p>Ana Beatriz Marin</p>
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		<title>Florianópolis recebe exposição que investiga a relação entre artista e modelo vivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 14:22:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[Gabi Magnani e Lesse Pierre apresentam a exposição &#8220;369 Segundos&#8221; na Galeria Lama; abertura será na quarta, dia 8 de abril; entrada é gratuita A duração média dedicada à criação de desenhos nas sessões de modelo vivo, que é de 6 minutos e 9 segundos, serviu de inspiração para a exposição &#8220;369 Segundos&#8221;, que abre [&#8230;]]]></description>
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<p><em>Gabi Magnani e Lesse Pierre apresentam a exposição &#8220;369 Segundos&#8221; na Galeria Lama; abertura será na quarta, dia 8 de abril; entrada é gratuita</em></p>



<p>A duração média dedicada à criação de desenhos nas sessões de modelo vivo, que é de 6 minutos e 9 segundos, serviu de inspiração para a exposição &#8220;369 Segundos&#8221;, que abre na quarta-feira, dia 8 de abril, a partir das 19h, na Galeria Lama, em Florianópolis. Na mostra, os artistas Gabi Magnani e Lesse Pierre, apresentam uma investigação sensível sobre a relação entre quem modela e quem desenha.</p>



<p>Composta por desenhos em formato A3, um mural no palco principal, instalações com textos, vídeos e fotografias, a exposição marca a primeira apresentação conjunta dos artistas sobre esse universo. Ao longo do período expositivo serão realizadas três sessões de modelo vivo abertas ao público e uma visita guiada com debate, a programação completa pode ser acompanhada no perfil @galeria.lama.</p>



<p>&#8220;369 Segundos&#8221; nasce do processo das sessões mediadas por Lesse, em que quem modela permanece no centro da sala, em formato de arena, enquanto quem desenha registra o que veem e o que projetam naquela cena. Gabi explica que quem modela escolhe uma postura, uma expressão e uma intenção, e então permanece imóvel. Cada desenhista, de seu próprio ângulo, expressa o que consegue ver, tanto de forma objetiva quanto a partir do que mais chama sua atenção ou do que acaba projetando naquele modelo. &#8220;São 360 segundos de rodada e, claro, aqueles 9 segundos a mais para um último retoque ou olhar&#8221;, destaca.</p>



<p>Segundo Lesse, a exposição fala sobre ver o outro e se mostrar ao outro. Ele explica que tanto ele quanto Gabi partem de experiências distintas e que a percepção sobre o outro sempre passa por um filtro pessoal. &#8220;É no gesto do desenho que nos encontramos e o resultado desse encontro fica impresso: não é ela nem eu, somos os dois. Sem modelo, não há desenho; sem a intenção de desenhar, também não há desenho&#8221;, compartilha o artista.</p>



<p>Com curadoria assinada pelos próprios artistas, a mostra atravessa temas como a relatividade do tempo, o abandono do perfeccionismo diante das rodadas de 6 minutos, a confiança no traço e a profundidade da relação modelo-desenhista.</p>



<p>Esta é a primeira vez que Gabi e Lesse expõem na Galeria Lama, espaço que ambos destacam pela personalidade e pela força das discussões que provoca. &#8220;369 Segundos&#8221; poderá ser visitada gratuitamente até 9 de maio, de quarta a sábado, das 18h às 00h, na Galeria Lama, que fica na Rua João Pinto, 198 ou na Rua Antônio (Nico) Luz, 159, no Centro de Florianópolis.</p>



<p><strong>Sobre os artistas</strong></p>



<p>Lesse Pierre é artista visual e educador cuja trajetória articula criação autoral, ensino e atuação no mercado de ilustração. Ministrou cursos em instituições como o Museu de Arte Moderna de São Paulo, Universidade Federal de Santa Catarina e Instituto Federal de Santa Catarina, além de colaborar com artistas, agências e marcas relevantes. Com passagem por ilustração, animação e teatro, seu trabalho investiga o processo criativo e o olhar como prática de construção de expressão.</p>



<p>Gabi Magnani é atriz com alma em movimento, com uma trajetória que costura cinema, teatro e publicidade. Por 12 anos, se dedicou à dança, experiência que moldou sua percepção corporal e transformou o corpo em sua principal ferramenta de narrativa. Desde 2015, mergulha na interpretação, tendo como um dos marcos a participação como protagonista no premiado &#8220;A Fita Vermelha&#8221;, exibido no Festival de Cannes (Short Film Corner, 2022). Entre sets de gravação e palcos, busca se jogar em aventuras artísticas que testem seus limites e que tragam frio na barriga.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autor:</h2>



<p>Juliano Zanotelli</p>
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		<title>O Prazer de Ter Muitos Livros: Uma Conversa com Umberto Eco e os 4 Mil Pensadores da Minha Estante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel Flavio Saiol Pacheco]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 13:31:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Em um mundo cada vez mais digitalizado, onde o acesso à informação parece estar a um clique de distância, a ideia de acumular pilhas e pilhas de livros físicos em casa pode parecer, para alguns, um anacronismo. No entanto, para mentes como a do saudoso&#160;Umberto Eco, o semiólogo, filósofo e romancista italiano, ter muitos livros [&#8230;]]]></description>
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<h3 class="wp-block-heading" id="osanturiodoconhecimentoinacabadoumaperspectivaecoianasobretermuitoslivrosemcasaeaminhaprpriajornadabiblifila"></h3>



<p>Em um mundo cada vez mais digitalizado, onde o acesso à informação parece estar a um clique de distância, a ideia de acumular pilhas e pilhas de livros físicos em casa pode parecer, para alguns, um anacronismo. No entanto, para mentes como a do saudoso&nbsp;<strong>Umberto Eco</strong>, o semiólogo, filósofo e romancista italiano, ter muitos livros não era apenas um hábito, mas uma filosofia de vida, um testemunho da humildade intelectual e da incessante busca pelo conhecimento. E para mim, Manuel Flavio, que tenho a alegria de possuir uma biblioteca pessoal com quase&nbsp;<strong>4 mil volumes</strong>, essa perspectiva ecoiana ressoa profundamente.</p>



<p>Minhas estantes abrigam um verdadeiro ecossistema de ideias, onde os mais diversos pensadores e narradores convivem em uma harmonia peculiar. Imagine só: em um canto,&nbsp;<strong>Platão</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Kant</strong>&nbsp;debatem sobre a natureza da realidade e da moral, enquanto&nbsp;<strong>Hannah Arendt</strong>&nbsp;observa, com sua perspicácia habitual, as origens do totalitarismo. Logo ao lado,&nbsp;<strong>Marx</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Weber</strong>&nbsp;talvez discutam sobre as estruturas sociais e o capitalismo, com&nbsp;<strong>Durkheim</strong>&nbsp;ponderando sobre a coesão social e&nbsp;<strong>Bourdieu</strong>&nbsp;acenando em concordância ou discordância, dependendo do tópico. E, claro, o próprio&nbsp;<strong>Umberto Eco</strong>&nbsp;está ali, provavelmente sorrindo com a bagunça organizada de sua própria filosofia da biblioteca.</p>



<p>Essa diversidade não para por aí. Meus volumes me convidam a desvendar as complexidades do pensamento humano e das estruturas sociais, desde os densos tratados de&nbsp;<strong>filosofia</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>sociologia</strong>&nbsp;até os rigorosos volumes de&nbsp;<strong>ciência política</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>direito</strong>, que iluminam os alicerces de nossa convivência. No setor jurídico,&nbsp;<strong>Alexandre de Moraes</strong>,&nbsp;<strong>Gilmar Mendes</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Luís Roberto Barroso</strong>&nbsp;parecem trocar olhares sobre as últimas decisões, enquanto&nbsp;<strong>John Grisham</strong>&nbsp;anota ideias para seu próximo&nbsp;<em>thriller</em>&nbsp;judicial. E sim, a&nbsp;<strong>antropologia</strong>&nbsp;também tem seu lugar de honra, permitindo-me explorar as fascinantes culturas e os intrincados caminhos da humanidade, talvez com&nbsp;<strong>Lévi-Strauss</strong>&nbsp;ou&nbsp;<strong>Clifford Geertz</strong>&nbsp;me guiando por entre rituais e símbolos, enquanto&nbsp;<strong>Ailton Krenak</strong>&nbsp;nos lembra da urgência de repensar a relação com a terra e&nbsp;<strong>Achille Mbembe</strong>&nbsp;discute as complexidades da condição pós-colonial.</p>



<p>No palco filosófico,&nbsp;<strong>Nietzsche</strong>&nbsp;talvez esteja provocando a todos com seu martelo, enquanto&nbsp;<strong>Habermas</strong>&nbsp;busca o consenso comunicativo e&nbsp;<strong>Bauman</strong>&nbsp;reflete sobre a liquidez dos tempos modernos.&nbsp;<strong>Byung-Chul Han</strong>&nbsp;certamente estaria alertando sobre a sociedade do cansaço, e&nbsp;<strong>Simone de Beauvoir</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Bell Hooks</strong>&nbsp;conversariam com&nbsp;<strong>Djamila Ribeiro</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Lélia Gonzalez</strong>&nbsp;sobre as nuances do feminismo e da liberdade. Se&nbsp;<strong>Michel Foucault</strong>&nbsp;estiver por perto, certamente estará analisando as relações de poder.</p>



<p>Lado a lado, repousam as vastas paisagens das&nbsp;<strong>ficções</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>romances</strong>, portais para mundos imaginários e reflexões sobre a condição humana. Aqui, a voz potente de&nbsp;<strong>Conceição Evaristo</strong>&nbsp;ecoa com histórias de resistência e beleza, enquanto&nbsp;<strong>Tolkien</strong>&nbsp;nos transporta para a Terra Média, e&nbsp;<strong>Paulo Coelho</strong>&nbsp;nos lembra da jornada do herói. Não seria surpresa encontrar&nbsp;<strong>Machado de Assis</strong>&nbsp;trocando um olhar irônico com&nbsp;<strong>Gabriel García Márquez</strong>, ou&nbsp;<strong>Virginia Woolf</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Clarice Lispector</strong>&nbsp;compartilhando segredos sobre a alma feminina.&nbsp;<strong>Graciliano Ramos</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>George Orwell</strong>&nbsp;talvez troquem impressões sobre a condição humana em tempos difíceis, e&nbsp;<strong>Albert Camus</strong>&nbsp;medite sobre o absurdo da existência, enquanto as &#8220;auroras&#8221; de sagas fantásticas e românticas brilham, cada uma a seu modo, encantando gerações com suas magias e paixões.</p>



<p>As inspiradoras&nbsp;<strong>biografias</strong>&nbsp;narram vidas extraordinárias – como a de&nbsp;<strong>Nelson Mandela</strong>, um farol de resiliência e justiça – e as perspicazes&nbsp;<strong>crônicas</strong>&nbsp;de&nbsp;<strong>Rubem Alves</strong>&nbsp;nos convidam a saborear a vida com poesia e sabedoria. No campo da ética e da resistência,&nbsp;<strong>Epicteto</strong>&nbsp;talvez converse com&nbsp;<strong>Leandro Karnal</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Mario Sergio Cortella</strong>&nbsp;sobre a sabedoria prática e os desafios da vida contemporânea. E para finalizar a orquestra, os versos apaixonados de&nbsp;<strong>Pablo Neruda</strong>&nbsp;flutuam no ar, enquanto&nbsp;<strong>Augusto Cury</strong>&nbsp;encontra seu espaço, oferecendo reflexões sobre a inteligência emocional em meio a tantos pensadores. Essa diversidade não é aleatória; ela é a materialização de uma curiosidade sem limites, um diálogo constante com as mais variadas formas de saber e narrar.</p>



<p>Eco, com sua lendária biblioteca pessoal que contava com dezenas de milhares de volumes, não via seus livros como meros objetos decorativos ou troféus de leitura. Pelo contrário, para ele, uma biblioteca era um&nbsp;<strong>&#8220;santuário do conhecimento inacabado&#8221;</strong>. Ele costumava dizer que os livros que já lemos são importantes, sim, mas os que ainda não lemos são ainda mais. Essa afirmação, que à primeira vista pode soar contraintuitiva, revela a essência de sua paixão bibliófila e a minha própria experiência. Cada um dos meus quase 4 mil livros, lidos ou ainda por ler, é um lembrete vívido da imensidão do que ainda me aguarda.</p>



<p>Ter muitos livros em casa, na visão de Eco e na minha própria vivência, não é sobre ostentação, mas sobre a&nbsp;<strong>consciência da vastidão do que não sabemos</strong>. Cada volume não lido em nossa estante é um lembrete gentil da imensidão do saber que ainda nos aguarda, um convite constante à exploração e à descoberta. É a materialização da curiosidade insaciável, a promessa de futuras jornadas intelectuais que se desdobram entre as páginas de um tratado de filosofia ou nas reviravoltas de um romance histórico.</p>



<p>Além disso, a presença física dos livros cria um ambiente de&nbsp;<strong>serendipidade</strong>. Ao passear os olhos pelas lombadas de minha coleção, sou exposto a ideias, autores e temas que talvez nunca tivesse procurado ativamente no ambiente digital. Um título esquecido de sociologia pode saltar aos olhos, uma biografia pode me levar a um novo caminho de pesquisa sobre um período histórico, ou uma crônica pode inspirar uma nova perspectiva sobre o dia a dia. A biblioteca física é um ecossistema vivo, onde as conexões são feitas de forma orgânica e muitas vezes surpreendente, enriquecendo a mente de maneiras que a busca direcionada na internet raramente consegue replicar.</p>



<p>Eco também nos ensina que a verdadeira sabedoria não reside em ter todas as respostas, mas em saber onde procurá-las. Seus livros eram ferramentas, fontes de consulta, pontos de partida para novas reflexões. Eles representavam um diálogo contínuo com o passado e o presente, uma forma de se engajar com as grandes mentes da história, seja através de um clássico do direito ou de uma obra-prima da ficção.</p>



<p>Portanto, para aqueles que se perguntam por que alguém, como eu, teria tantos livros, a resposta, sob a ótica de Umberto Eco e confirmada pela minha própria paixão, é clara: é um ato de&nbsp;<strong>humildade intelectual e de amor pelo aprendizado</strong>. É reconhecer que o conhecimento é um oceano sem fim e que cada livro é uma embarcação pronta para nos levar a novas e inexploradas ilhas de sabedoria. É, em última análise, um convite para nunca parar de aprender, de questionar e de se maravilhar com a riqueza do pensamento humano.</p>



<p>Que nossas estantes, então, continuem a crescer, não como monumentos ao que já sabemos, mas como testemunhos vibrantes do que ainda temos a descobrir. E que cada novo volume seja uma promessa de aventura intelectual.</p>
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		<title>Promessa da música, Chady divide palco com Paulo Ricardo no Rio e revela conselho marcante do ídolo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 14:18:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[Artista concedeu entrevista à Quem para falar sobre o encontro Uma das principais apostas da nova geração da música brasileira, o cantor e compositor Chady acaba de dar um passo decisivo em sua carreira ao dividir o palco com Paulo Ricardo,&#160; um dos nomes mais icônicos do rock nacional. O encontro aconteceu no Rio de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Artista concedeu entrevista à Quem para falar sobre o encontro</p>



<p>Uma das principais apostas da nova geração da música brasileira, o cantor e compositor Chady acaba de dar um passo decisivo em sua carreira ao dividir o palco com Paulo Ricardo,&nbsp; um dos nomes mais icônicos do rock nacional. O encontro aconteceu no Rio de Janeiro, durante a festa Rock &#8216;N&#8217; Radio, e ficou marcado por uma apresentação especial, além de simbolizar uma relevante conexão entre diferentes gerações da música.</p>



<p>Escalado para a abertura do show, Chady trouxe ao público uma sonoridade que mistura influências e referências do rock clássico com elementos e estética do pop contemporâneo, combinação que tem fortalecido sua presença como uma das vozes mais promissoras e em ascensão.</p>



<p>Longe dos holofotes, Chady viveu um dos momentos mais marcantes de sua carreira. Fã assumido de Paulo Ricardo, o artista revelou ter recebido um conselho direto do ídolo, uma troca genuína que ultrapassa o palco e deixa marcas profundas, influenciando os rumos de sua carreira e também sua postura e visão artística diante da indústria.</p>



<p>De acordo com Chady, a orientação foi clara e objetiva: preservar autenticidade e consistência ao longo do percurso, sem abrir mão da própria identidade musical, um direcionamento valioso vindo de quem acumula décadas de sucesso e relevância no cenário nacional.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-12-683x1024.png" alt="" class="wp-image-197984"/></figure>



<p>crédito da foto: @henribugarin</p>



<p>Esse encontro reforça o reconhecimento de Chady dentro do meio artístico e evidencia seu posicionamento como um nome em plena ascensão. Com uma carreira impulsionada inicialmente pelas redes sociais, consolidada por lançamentos autorais e contrato com gravadora, o cantor vem ampliando sua presença no mercado e conquistando novos fãs.</p>



<p>A apresentação no Rio simboliza a convergência entre entre passado e futuro do rock brasileiro, com um ícone consagrado legitimando, ainda que nos bastidores, o potencial de uma nova geração que começa a construir seu próprio caminho e a escrever sua própria história.Chady concedeu entrevista exclusiva à jornalista Ana Carolina Moura, da Quem, para falar sobre este encontro. Leia em&nbsp;<a href="https://revistaquem.globo.com/entretenimento/musica/noticia/2026/03/promessa-do-pop-rock-chady-abre-para-paulo-ricardo-no-rio-e-revela-conselho-que-recebeu-do-idolo.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">https://revistaquem.globo.com/entretenimento/musica/noticia/2026/03/promessa-do-pop-rock-chady-abre-para-paulo-ricardo-no-rio-e-revela-conselho-que-recebeu-do-idolo.ghtml</a>.Confira fotos e vídeos do show no perfil do artista no Instagram:&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/euchady" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">https://www.instagram.com/euchady</a>.Recentemente, o multi-instrumentista carioca lançou o single &#8220;Eu Vim de Lá&#8221; nas rádios e principais plataformas digitais, além de videoclipe no YouTube. Essa música inaugura um momento criativo que projeta novos caminhos e prepara o terreno para uma sequência de lançamentos ao longo de 2026. Assista ao vídeo em&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=_qJj4SzL27Y" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">https://www.youtube.com/watch?v=_qJj4SzL27Y</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autoria:</h2>



<p>THE ULTIMATE MUSIC &#8211; PR</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Sarah Abdala mergulha em processo de cura no single &#8220;Silêncio&#8221; e antecipa novo capítulo do álbum visual</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/04/sarah-abdala-mergulha-em-processo-de-cura-no-single-silencio-e-antecipa-novo-capitulo-do-album-visual/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 14:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[Faixa produzida por Juliano Cortuah reforça atmosfera íntima do projeto e ganha clipe estrelado por Samantha Jones A cantora e compositora Sarah Abdala apresenta o single &#8220;Silêncio&#8221;, nova faixa de seu álbum&#160;Ainda Vou Fazer Uma Canção de Amor. Com uma abordagem sensível e introspectiva, a canção aprofunda o mergulho da artista em temas como cura, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Faixa produzida por Juliano Cortuah reforça atmosfera íntima do projeto e ganha clipe estrelado por Samantha Jones</em></p>



<p>A cantora e compositora Sarah Abdala apresenta o single &#8220;Silêncio&#8221;, nova faixa de seu álbum&nbsp;<em>Ainda Vou Fazer Uma Canção de Amor</em>. Com uma abordagem sensível e introspectiva, a canção aprofunda o mergulho da artista em temas como cura, reconexão e escuta interna, ampliando o universo afetivo que vem sendo construído ao longo dos lançamentos recentes.</p>



<p><strong>Ouça &#8220;Silêncio&#8221;:&nbsp;</strong><a href="https://tratore.ffm.to/silenciosa" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external"><strong>https://tratore.ffm.to/silenciosa</strong></a><strong>&nbsp;</strong></p>



<p><strong>Assista ao clipe &#8220;Silêncio&#8221;:&nbsp;</strong><a href="https://youtu.be/nRnOF7Kc5oM" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external"><strong>https://youtu.be/nRnOF7Kc5oM</strong></a><strong>&nbsp;</strong></p>



<p>Produzida em parceria com Juliano Cortuah, &#8220;Silêncio&#8221; marca o encontro de Sarah com o premiado produtor, resultando em uma sonoridade delicada e envolvente. Guiada pelo violão de Cortuah e pelas teclas sutis de Renato Fonseca, a música constrói uma atmosfera íntima, onde cada elemento reforça a profundidade emocional da narrativa.</p>



<p><em>&#8220;A letra nasceu da ideia de uma conversa por telefone, uma tentativa de encurtar um afastamento físico por meio de um diálogo cotidiano&#8221;</em>, conta Sarah.&nbsp;<em>&#8220;Na época, não era uma história diretamente sobre mim. Mas, depois do hiato que precisei fazer por conta do burnout, a canção ganhou um novo significado. Hoje, ela fala comigo de uma forma muito mais profunda do que eu poderia imaginar. Às vezes, percebo que essa ligação que imaginei ao escrever era, na verdade, comigo mesma, uma conversa sobre cura.&#8221;</em></p>



<p>Uma das últimas composições a entrar no repertório do álbum, &#8220;Silêncio&#8221; foi finalizada já durante o processo de gravação, pouco antes do envio para a mixagem.&nbsp;<em>&#8220;A produção ficou por conta de Juliano Cortuah, que entendeu com sensibilidade como o violão deveria conduzir a narrativa da música&#8221;,</em>&nbsp;completa a artista, destacando o cuidado envolvido na construção do arranjo.</p>



<p>O lançamento chega acompanhado de um novo capítulo do álbum visual, estrelado por Samantha Jones, que dá continuidade à história de amor entre as personagens Sofia e Nat (interpretada por Manu Morelli). A atriz, conhecida por seu trabalho na TV, retoma seu papel na narrativa, aprofundando a construção emocional do projeto audiovisual que atravessa todo o disco.</p>



<p><strong>Assista ao clipe &#8220;Frenesi Cotidiano&#8221;:&nbsp;</strong><a href="https://youtu.be/9dKvYDV7P4M" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external"><strong>https://youtu.be/9dKvYDV7P4M</strong></a><strong>&nbsp;</strong></p>



<p><strong>Assista ao clipe &#8220;&#8216;Ar&#8221;:&nbsp;</strong><a href="https://youtu.be/P62dllEMSxY" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external"><strong>https://youtu.be/P62dllEMSxY</strong></a><strong>&nbsp;</strong></p>



<p><strong>Assista ao clipe &#8220;Hora de Voltar&#8221;:&nbsp;</strong><a href="https://youtu.be/4_G986VAQRo" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external"><strong>https://youtu.be/4_G986VAQRo</strong></a><strong>&nbsp;</strong></p>



<p>&#8220;Silêncio&#8221; sucede os singles &#8220;&#8216;Ar&#8221;, &#8220;Hora de Voltar&#8221; e &#8220;Frenesi Cotidiano&#8221;, consolidando a proposta do álbum de explorar diferentes fases e nuances do amor entre mulheres, com uma abordagem ao mesmo tempo íntima e universal. O trabalho também conta com a colaboração da produtora mexicana Marian Ruzzi, reforçando o caráter internacional e colaborativo do projeto.</p>



<p>Mais do que uma canção sobre ausência, &#8220;Silêncio&#8221; se revela como um espaço de escuta e reconstrução. Em um momento de retomada pessoal e artística, Sarah Abdala transforma a pausa em linguagem e reafirma sua capacidade de traduzir experiências profundas em canções que dialogam diretamente com o sensível.</p>



<p>O single já está disponível em todas as plataformas digitais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autor:</h2>



<p>Daniel Pandeló Corrêa</p>
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					<wfw:commentRss>https://jornaltribuna.com.br/2026/04/sarah-abdala-mergulha-em-processo-de-cura-no-single-silencio-e-antecipa-novo-capitulo-do-album-visual/feed/</wfw:commentRss>
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