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	<title>Arte &#8211; Jornal Tribuna</title>
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		<title>Associação Mulheres de Fibra: 15 anos à frente da iniciativa que transformou o artesanato na zona rural de Maragogi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 13:56:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[Artesãs produzem peças únicas à base da renda filé com fibra natural extraída do tronco da bananeira. Mimos são oferecidos aos hóspedes do Sais Beach Living Hotel, em Maceió No sentido figurado, fibra significa força de vontade, firmeza de caráter, disposição para tomar decisões ou enfrentar situações difíceis. Não à toa, a palavra é parte [&#8230;]]]></description>
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<p><em>Artesãs produzem peças únicas à base da renda filé com fibra natural extraída do tronco da bananeira. Mimos são oferecidos aos hóspedes do Sais Beach Living Hotel, em Maceió</em></p>



<p>No sentido figurado, fibra significa força de vontade, firmeza de caráter, disposição para tomar decisões ou enfrentar situações difíceis. Não à toa, a palavra é parte essencial da associação Mulheres de Fibra, formada por dez artesãs que transformaram por completo o artesanato no assentamento Água Fria, na zona rural de Maragogi, a 120 km de Maceió, capital de Alagoas.</p>



<p>Criada por&nbsp;AmaraLúcia de Oliveira junto a nove artesãs, a associação completa 15 anos produzindo peças únicas, feitas à base da renda filé, reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial de Alagoas. Só que, no lugar de linhas coloridas de algodão, como é tradicionalmente feita no litoral Norte do Estado, em Maragogi, elas são produzidas com fibra natural extraída do tronco da bananeira. Trata-se de bordado totalmente inovador, até então nunca visto na região, feito sobre uma rede, onde são criados desenhos com linha e agulha. As roupas, colares, bolsas, esteiras e até luminárias transformam-se em grandes obras de arte, carregando consigo a história e a identidade de cada uma das artesãs.</p>



<p>A técnica desenvolvida pelas artesãs combina sustentabilidade, tradição e inovação social. Ao longo dos anos, a iniciativa permitiu que, além de autonomia financeira, o grupo fortalecesse a economia local, tornando-se exemplo de empreendedorismo feminino e criatividade nordestina. Projetos como o da Associação Mulheres de Fibra revelam o lado mais autêntico de Alagoas, onde o turismo consciente se conecta com histórias reais e o trabalho manual valoriza a identidade local.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="980" height="658" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Sais-Beach-Mimos-artesas-de-Maragogi-1.png" alt="" class="wp-image-198212" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Sais-Beach-Mimos-artesas-de-Maragogi-1.png 980w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Sais-Beach-Mimos-artesas-de-Maragogi-1-300x201.png 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Sais-Beach-Mimos-artesas-de-Maragogi-1-768x516.png 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Sais-Beach-Mimos-artesas-de-Maragogi-1-696x467.png 696w" sizes="(max-width: 980px) 100vw, 980px" /></figure>



<p>O coletivo nasceu&nbsp;da união de mulheres que buscaram no artesanato alternativas para a subsistência e a independência financeira. Foi criado informalmente em 2009 e, dois anos depois, por meio de parcerias e com a Prefeitura Municipal de Maragogi, a Cooperativa dos Pequenos Agricultores Organizados (Coopeagro) e o Sebrae, foi formalizada. Inicialmente aprendida com artesãs de comunidades vizinhas, a técnica foi sendo aprimorada com cursos de capacitação.</p>



<p>O delicado trabalho das artesãs do Mulheres de Fibra encantam moradores e turistas. No charmoso e novíssimo&nbsp;<a href="https://www.saishotel.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Sais Beach Living Hotel</a>&nbsp;, em Maceió, as peças dão o toque de acolhimento com mimos exclusivos que traduzem a essência da região.</p>



<p>Os hóspedes se conectam genuinamente com a cultura local por meio de três tipos de mimos, que são entregues ainda no&nbsp;check-in, dependendo da categoria de cada quarto: Cestinha artesanal com pote de cocada de capim-limão com flor de sal (esta, uma produção autoral do chef Altemar Silva); mini cachepô artesanal com marcador de livro em fibra inspirado no ponto da renda filé; pote de cocada de capim-limão com flor de sal e Sais escalda-pés artesanais de bem-estar; e caixa de fibra de bananeira criada exclusivamente para os hóspedes do Sais com marcador de livro artesanal em ponto inspirado no filé; cocada de capim-limão; Sais escalda-pés artesanais; e a obra &#8220;Coral Sais&#8221;, feita em cerâmica pela artista plástica Fernanda Cedrim, da Nan Cerâmica, e inspirada na barreira de corais que banha toda Maceió.</p>



<p>Novíssimo empreendimento upscale na famosa Praia da Pajuçara, em Maceió (AL), o&nbsp;<a href="https://www.saishotel.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Sais Beach Living Hotel</a>&nbsp;é sinônimo de conforto, sofisticação e luxo acessível. Inspirado no conceito wellness, oferece aos visitantes experiências autênticas. Do conceito arquitetônico ao design de interiores e a gastronomia, tudo é cuidadosamente pensado para que o hóspede sinta&nbsp;a magia de hospedar-se no hotel de maneira legítima. Além disso, o empreendimento faz questão de fomentar e valorizar a cultura alagoana. Por isso, até os mimos são originais.</p>



<p>&nbsp;Com um gesto simples e acolhedor, o&nbsp;<a href="https://www.saishotel.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Sais Beach Living Hotel</a>&nbsp;celebra tudo aquilo que fortalece a sua essência: arte, território, memória.</p>



<p>&#8220;Fico muito feliz de o Sais Beach ter nos escolhido. É uma oportunidade maravilhosa, que nos faz crescer e nos dá a chance de mostrar nossa arte para um público cada vez maior. Somos mulheres empoderadas, e a cada ano aperfeiçoamos ainda mais a produção. Eu, particularmente, gosto muito de artesanato e faço todas as peças com prazer. Não quero parar&#8221;, afirma AmaraLúcia de Oliveira.</p>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<p>Ana Beatriz Marin</p>
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		<title>Florianópolis recebe exposição que investiga a relação entre artista e modelo vivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2026 14:22:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[Gabi Magnani e Lesse Pierre apresentam a exposição &#8220;369 Segundos&#8221; na Galeria Lama; abertura será na quarta, dia 8 de abril; entrada é gratuita A duração média dedicada à criação de desenhos nas sessões de modelo vivo, que é de 6 minutos e 9 segundos, serviu de inspiração para a exposição &#8220;369 Segundos&#8221;, que abre [&#8230;]]]></description>
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<p><em>Gabi Magnani e Lesse Pierre apresentam a exposição &#8220;369 Segundos&#8221; na Galeria Lama; abertura será na quarta, dia 8 de abril; entrada é gratuita</em></p>



<p>A duração média dedicada à criação de desenhos nas sessões de modelo vivo, que é de 6 minutos e 9 segundos, serviu de inspiração para a exposição &#8220;369 Segundos&#8221;, que abre na quarta-feira, dia 8 de abril, a partir das 19h, na Galeria Lama, em Florianópolis. Na mostra, os artistas Gabi Magnani e Lesse Pierre, apresentam uma investigação sensível sobre a relação entre quem modela e quem desenha.</p>



<p>Composta por desenhos em formato A3, um mural no palco principal, instalações com textos, vídeos e fotografias, a exposição marca a primeira apresentação conjunta dos artistas sobre esse universo. Ao longo do período expositivo serão realizadas três sessões de modelo vivo abertas ao público e uma visita guiada com debate, a programação completa pode ser acompanhada no perfil @galeria.lama.</p>



<p>&#8220;369 Segundos&#8221; nasce do processo das sessões mediadas por Lesse, em que quem modela permanece no centro da sala, em formato de arena, enquanto quem desenha registra o que veem e o que projetam naquela cena. Gabi explica que quem modela escolhe uma postura, uma expressão e uma intenção, e então permanece imóvel. Cada desenhista, de seu próprio ângulo, expressa o que consegue ver, tanto de forma objetiva quanto a partir do que mais chama sua atenção ou do que acaba projetando naquele modelo. &#8220;São 360 segundos de rodada e, claro, aqueles 9 segundos a mais para um último retoque ou olhar&#8221;, destaca.</p>



<p>Segundo Lesse, a exposição fala sobre ver o outro e se mostrar ao outro. Ele explica que tanto ele quanto Gabi partem de experiências distintas e que a percepção sobre o outro sempre passa por um filtro pessoal. &#8220;É no gesto do desenho que nos encontramos e o resultado desse encontro fica impresso: não é ela nem eu, somos os dois. Sem modelo, não há desenho; sem a intenção de desenhar, também não há desenho&#8221;, compartilha o artista.</p>



<p>Com curadoria assinada pelos próprios artistas, a mostra atravessa temas como a relatividade do tempo, o abandono do perfeccionismo diante das rodadas de 6 minutos, a confiança no traço e a profundidade da relação modelo-desenhista.</p>



<p>Esta é a primeira vez que Gabi e Lesse expõem na Galeria Lama, espaço que ambos destacam pela personalidade e pela força das discussões que provoca. &#8220;369 Segundos&#8221; poderá ser visitada gratuitamente até 9 de maio, de quarta a sábado, das 18h às 00h, na Galeria Lama, que fica na Rua João Pinto, 198 ou na Rua Antônio (Nico) Luz, 159, no Centro de Florianópolis.</p>



<p><strong>Sobre os artistas</strong></p>



<p>Lesse Pierre é artista visual e educador cuja trajetória articula criação autoral, ensino e atuação no mercado de ilustração. Ministrou cursos em instituições como o Museu de Arte Moderna de São Paulo, Universidade Federal de Santa Catarina e Instituto Federal de Santa Catarina, além de colaborar com artistas, agências e marcas relevantes. Com passagem por ilustração, animação e teatro, seu trabalho investiga o processo criativo e o olhar como prática de construção de expressão.</p>



<p>Gabi Magnani é atriz com alma em movimento, com uma trajetória que costura cinema, teatro e publicidade. Por 12 anos, se dedicou à dança, experiência que moldou sua percepção corporal e transformou o corpo em sua principal ferramenta de narrativa. Desde 2015, mergulha na interpretação, tendo como um dos marcos a participação como protagonista no premiado &#8220;A Fita Vermelha&#8221;, exibido no Festival de Cannes (Short Film Corner, 2022). Entre sets de gravação e palcos, busca se jogar em aventuras artísticas que testem seus limites e que tragam frio na barriga.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autor:</h2>



<p>Juliano Zanotelli</p>
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		<title>Exposição Fértil mostra o talento do artista catarinense Diego dos Santos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Davi Paes e Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 18:16:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Blumenau]]></category>
		<category><![CDATA[Diego dos Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição Fértil]]></category>
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					<description><![CDATA[Vernissage estreia dia 02 de abril, no Norte Shopping, em Blumenau
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Estreia no próximo dia 02 de abril, a partir das 19h, a Exposição Fértil, no Norte Shopping, em Blumenau (SC), assinada pelo artista plástico catarinense Diego dos Santos, com parceria e apoio do fotógrafo Isaías Martins, profissional que atua com fotografia de pessoas, com foco na sensibilidade do cotidiano, captando imagens da vida pulsante em seu formato mais belo.</p>



<p>Já Diego, autodidata, usa a arte como forma de expressão e inclusão, onde comanda em Itajaí o Projeto Bezalel, uma iniciativa criada por ele e a esposa Nayara de Jesus, com o propósito de acessibilizar arte às crianças da rede pública.</p>



<p>Através da exposição Fértil ele mostra que há territórios que não se revelam à primeira vista. São paisagens internas, marcadas por fissuras antigas, silêncios densos e temperaturas que oscilam entre o abandono e a resistência. Esta exposição nasce de um desses lugares — uma terra que já conheceu o confronto, o peso do olhar alheio, a aspereza das estações sem abrigo. Um chão que, por um tempo, pareceu deserto.<br><br>Para Gabriela Spezzatto, que assina o texto curatorial, nem todo deserto é ausência. Há desertos que são intervalos. Suspensão. Promessa em estado bruto. Sob a aridez, algo permaneceu.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="682" height="1024" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/10-682x1024.jpeg" alt="Fotos: Isaias Martins
" class="wp-image-196720" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/10-682x1024.jpeg 682w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/10-200x300.jpeg 200w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/10-768x1153.jpeg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/10-1023x1536.jpeg 1023w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/10-696x1045.jpeg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/10.jpeg 1066w" sizes="(max-width: 682px) 100vw, 682px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fotos: Isaias Martins<br></figcaption></figure>



<p>Como uma nuvem que não se dissipa, como uma presença que não se impõe, mas acompanha — houve permanência. E onde há permanência, há possibilidade. Deus trabalhou. O que não era ainda visível começou a germinar em silêncio, no ritmo próprio das coisas que não pedem pressa, apenas profundidade.</p>



<p>Esta mostra marca um retorno. Não apenas geográfico, mas existencial. Onze anos não são um hiato — são um ciclo. O tempo necessário para que a semente atravesse suas próprias camadas, enfrentem a escuridão da terra e, ainda assim, escolham romper.</p>



<p>“O que se apresenta aqui não são apenas obras. São vestígios de um cultivo”, explica o artista, questionando que tipo de solo temos sido?</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/12-1024x683.jpeg" alt="Fotos: Isaias Martins
" class="wp-image-196719" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/12-1024x683.jpeg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/12-300x200.jpeg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/12-768x512.jpeg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/12-696x464.jpeg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/12-1068x713.jpeg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/12.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fotos: Isaias Martins<br></figcaption></figure>



<p>&#8211; Há corações que se fecham como rocha, impermeáveis até mesmo àquilo que poderia transformá-los. Há outros que, mesmo atravessados por secas longas, preservam uma capacidade secreta de acolher. E é nesse mistério — entre dureza e entrega, entre controle e confiança — que esta exposição encontra sua força, pontua.</p>



<p>O artista não nos oferece uma narrativa linear, mas um campo. Um espaço onde o invisível se torna quase tangível, onde o tempo deixa de ser cronológico e passa a ser orgânico. Onde o que foi semeado — com dor, com esperança, com silêncio — finalmente encontra linguagem.</p>



<p>Há aqui uma travessia. E, como toda travessia verdadeira, ela não termina no olhar. Ela continua no íntimo de quem se permite ser tocado.</p>



<p>Talvez, ao sair, reste menos certeza — e mais escuta. Menos defesa — e mais abertura.</p>



<p>Porque, no fim, não se trata apenas da terra que foi. Mas da terra que ainda podemos ser.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/9-683x1024.jpeg" alt="Fotos: Isaias Martins
" class="wp-image-196721" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/9-683x1024.jpeg 683w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/9-200x300.jpeg 200w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/9-768x1151.jpeg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/9-696x1043.jpeg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/9.jpeg 854w" sizes="auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fotos: Isaias Martins<br></figcaption></figure>



<p><strong>Sobre o artista</strong></p>



<p>Diego é um artista contemporâneo em ascensão no mercado das artes e com expressão no cenário artístico catarinense. Suas obras já transitaram por diversas exposições no Brasil e em outros países. Premiado pelo MAB (Museu de Arte de Blumenau), o artista ganhou visibilidade internacional ao comercializar suas obras no mercado de arte mundial e participou de Mostras em Barcelona, Viena, Israel e Portugal.<br><br>De origem humilde, Diego é casado com a bailarina profissional Nayara de Jesus e juntos comandam o Projeto Social Bezalel, uma iniciativa criada por eles com o propósito de acessibilizar arte às crianças da rede pública. Advindos da periferia, os artistas entendem muito bem o potencial das artes somadas com a esperança e o amor para salvar vidas, assim como eles foram salvos.<br><br>O casal fundou o Espaço Cultural Bezalel, em Itajaí, que é um núcleo de estúdios artísticos e a Galeria de Arte, onde Diego dos Santos dispõe suas obras em exposição, recebe seus alunos, clientes e apreciadores. O local também é a base física do Projeto Bezalel e está localizado no Centro de Itajaí (SC), cidade onde reside o artista.</p>



<p><strong>Serviço</strong></p>



<p>O que: Exposição Fértil, de Diego dos Santos</p>



<p>Quando: Estreia 02 de abril, às 19h</p>



<p>Duração: Até 02 de maio</p>



<p>Onde: Norte Shopping, no espaço Norte Cultura (primeiro piso entrada principal), em Blumenau</p>



<p>Curadoria: Gabriela Spezzatto</p>



<p>Apoio: Isaías Martins<br><strong>Fotos:</strong> Isaias Martins</p>
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		<title>Animais gigantes feitos de materiais reciclados transformam CEU Perus,  de São Paulo em uma grande fazenda urbana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 14:09:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[O projeto Zoo Urbano Fazendinha converte asfalto em campo com esculturas feitas de produtos reciclados Em março, o asfalto da cidade abre espaço para o imaginário do campo. O projeto Zoo Urbano retorna a São Paulo com a edição Fazendinha, uma exposição gratuita que transforma materiais reciclados em esculturas monumentais de animais e convida o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>O projeto Zoo Urbano Fazendinha converte asfalto em campo com esculturas feitas de produtos reciclados</em></p>



<p>Em março, o asfalto da cidade abre espaço para o imaginário do campo. O projeto Zoo Urbano retorna a São Paulo com a edição Fazendinha, uma exposição gratuita que transforma materiais reciclados em esculturas monumentais de animais e convida o público a refletir sobre sustentabilidade por meio da arte.</p>



<p>Criadas por cinco artistas brasileiros, as obras dão vida a uma fazenda fora do comum: animais gigantes, coloridos e cheios de personalidade, produzidos a partir de resíduos e objetos descartados que ganham novos significados.</p>



<p>Ao ocupar os CEUs da capital, a mostra aproxima arte contemporânea, educação ambiental e cultura urbana.</p>



<p>Diferente de um zoológico tradicional, o Zoo Urbano propõe o conceito de&nbsp;<strong>&#8220;transformar o plástico em plástica&#8221;</strong>. Através de materiais como calotas de carros, fitilhos, embalagens longa vida e banners descartados, o projeto retira toneladas de resíduos do fluxo de descarte para criar reflexões sobre o consumo, a agroindústria e a preservação ambiental.</p>



<p>&#8220;Nosso objetivo é capilarizar o papel da arte em todas as dimensões da vida. Queremos que o público veja a grandiosidade da reciclagem não apenas como um conceito abstrato, mas como algo concreto, lúdico e transformador&#8221;, comenta o curador Roberto Parisi.</p>



<p>Na edição Fazendinha, cada obra carrega uma história e uma mensagem ambiental. Entre elas estão o pato Bibi, criado com mais de 78 mil quilômetros de fitilho plástico; a vaca Pipoca, construída com centenas de embalagens de leite coletadas com apoio de estudantes; o galo Akikó, montado com calotas e peças automotivas descartadas; o cavalo Lavradeiro, que chama a atenção para a preservação da biodiversidade brasileira; e PorCultura, uma escultura que mistura arte e crítica social a partir de materiais reaproveitados.</p>



<p>Com dimensões monumentais e forte presença visual, as esculturas criam um cenário surpreendente para visitantes de todas as idades. Mais do que uma exposição, o Zoo Fazendinha propõe uma experiência lúdica e educativa, em que arte, sustentabilidade e imaginação caminham lado a lado.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bibi-Um-pato-aprendiz-de-feiticeiro-construido-com-impressionantes-78.320-metros-de-fitilho-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-197116" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bibi-Um-pato-aprendiz-de-feiticeiro-construido-com-impressionantes-78.320-metros-de-fitilho-1024x768.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bibi-Um-pato-aprendiz-de-feiticeiro-construido-com-impressionantes-78.320-metros-de-fitilho-300x225.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bibi-Um-pato-aprendiz-de-feiticeiro-construido-com-impressionantes-78.320-metros-de-fitilho-768x576.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bibi-Um-pato-aprendiz-de-feiticeiro-construido-com-impressionantes-78.320-metros-de-fitilho-1536x1152.jpg 1536w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bibi-Um-pato-aprendiz-de-feiticeiro-construido-com-impressionantes-78.320-metros-de-fitilho-2048x1536.jpg 2048w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bibi-Um-pato-aprendiz-de-feiticeiro-construido-com-impressionantes-78.320-metros-de-fitilho-696x522.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bibi-Um-pato-aprendiz-de-feiticeiro-construido-com-impressionantes-78.320-metros-de-fitilho-1068x801.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bibi-Um-pato-aprendiz-de-feiticeiro-construido-com-impressionantes-78.320-metros-de-fitilho-1920x1440.jpg 1920w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Bibi-Um-pato-aprendiz-de-feiticeiro-construido-com-impressionantes-78.320-metros-de-fitilho-265x198.jpg 265w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><strong>Conheça os novos moradores da Fazendinha</strong></p>



<p><strong>Akikó (Alex Roch):</strong>&nbsp;Um galo imponente feito de calotas e para-choques de caminhão. Representa o &#8220;relógio vivo&#8221; da fazenda sendo acelerado pela logística globalizada e pela agroindústria.</p>



<p><strong>Bibi (Sueli Parisi):</strong>&nbsp;Um pato &#8220;aprendiz de feiticeiro&#8221; construído com impressionantes 78.320 metros de fitilho. A obra alerta para a eternidade do microplástico e a contaminação dos lençóis freáticos.</p>



<p><strong>Lavradeiro (Fábio Souza):</strong>&nbsp;Um cavalo que simboliza a resistência do bioma de Roraima. A obra utiliza a metáfora do xadrez para alertar que preservar uma espécie é essencial para &#8220;vencer o jogo&#8221; do futuro ambiental.</p>



<p><strong>Pipoca (Dai Barros):</strong>&nbsp;Uma vaca pixelada criada a partir de 712 caixas de leite coletadas em parceria com escolas. Ela simboliza a pegada de carbono da pecuária e a força da construção coletiva.</p>



<p><strong>PorCultura (Coletivo ReciclaAí):</strong>&nbsp;Um porco monumental feito de 54 banners e TNT, que discute a &#8220;necropolítica cultural&#8221; e o contraste entre a exportação recorde de carne e a violência estrutural no Brasil.</p>



<p><strong><u>SERVIÇO:</u></strong></p>



<p>Entrada gratuita e classificação livre!</p>



<p>A mostra percorre três CEUs da capital:</p>



<p>Confira o roteiro da nossa bicharada:<br>📍&nbsp;CEU Perus: 23/03 a 03/04<br>📍&nbsp;CEU Paraisópolis: 04/04 a 10/05<br>📍&nbsp;CEU Alvarenga: A partir de 11/05 em exposição permanente<br><br>Venha ver de perto a grandiosidade da reciclagem. O passeio é gratuito e garantimos: você nunca viu uma fazenda assim.&nbsp;😉<br><br>_______________________________<br><br>Apoio:<br>Prefeitura de São Paulo&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/prefsp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">@prefsp</a><br>Raio D&#8217;Sol Fitas&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/fitasraiodsol/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">@fitasraiodsol</a><br><br>Patrocínio:<br>Google Cloud&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/googlecloud/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">@googlecloud</a><br><br>Realização:<br>Mosaiky&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/mosaikybr/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">@mosaikybr</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<p>Débora Nogueira</p>
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		<title>O reconhecimento de artistas independentes no Brasil: o papel de premiações e iniciativas culturais na valorização da produção artística</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 23:33:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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<p>O reconhecimento público de artistas independentes tem se tornado um elemento cada vez mais relevante no fortalecimento do cenário cultural brasileiro. Em um contexto no qual grande parte da produção artística ocorre fora das grandes estruturas da indústria cultural, iniciativas de valorização e premiação surgem como importantes instrumentos de legitimação simbólica e incentivo à continuidade da produção criativa. Eventos como o Prêmio Conexão, promovido pelo projeto Conexão de Talentos, representam exemplos de ações que buscam reconhecer trajetórias, talentos emergentes e contribuições significativas para o desenvolvimento artístico e cultural.</p>



<p>A literatura acadêmica aponta que o reconhecimento social é um dos fatores essenciais para a consolidação da identidade profissional do artista. Para Pierre Bourdieu (1996), o campo cultural funciona a partir de disputas simbólicas em torno do reconhecimento e da legitimidade. Nesse sentido, prêmios, festivais e eventos de valorização cultural desempenham um papel fundamental na construção do chamado “capital simbólico”, elemento que contribui para o fortalecimento da reputação artística e para a ampliação da visibilidade de produtores culturais e artistas independentes.</p>



<p>No Brasil, a realidade dos artistas independentes está frequentemente associada à necessidade de criar redes alternativas de circulação e reconhecimento. Segundo Néstor García Canclini (2013), as transformações na cultura contemporânea ampliaram as possibilidades de produção e difusão artística, mas também intensificaram a importância das redes de legitimação e das instituições culturais na consolidação da carreira de novos artistas. Nesse cenário, iniciativas de premiação e reconhecimento tornam-se espaços fundamentais de visibilidade e de conexão entre artistas, público e instituições.</p>



<p>A realização de eventos culturais voltados à valorização de talentos emergentes também cumpre um papel social relevante. De acordo com Rubim (2007), políticas e iniciativas culturais que promovem reconhecimento público ajudam a fortalecer o ecossistema cultural, estimulando a diversidade de expressões artísticas e ampliando as oportunidades de inserção para artistas que muitas vezes atuam à margem dos grandes circuitos comerciais.</p>



<p>Nesse contexto, cerimônias de homenagem e premiação, como o Prêmio Conexão, contribuem para a construção de um ambiente cultural mais inclusivo e participativo. Além de celebrar trajetórias individuais, esses eventos promovem o encontro entre artistas, produtores, agentes culturais e público, criando oportunidades de intercâmbio, colaboração e fortalecimento das redes culturais.</p>



<p>Portanto, reconhecer artistas independentes não se limita a um gesto simbólico de valorização individual, mas constitui uma prática fundamental para o desenvolvimento cultural. Ao promover visibilidade, legitimação e incentivo à continuidade da produção artística, iniciativas desse tipo contribuem para a consolidação de um cenário cultural mais plural, democrático e representativo da diversidade criativa existente no Brasil.</p>



<p>Informações do evento</p>



<p>Dentro dessa perspectiva de valorização artística, o Prêmio Conexão, promovido pelo projeto Conexão de Talentos, realizará sua próxima edição no dia 04 de abril, às 13h, na cidade de São Paulo. O evento reunirá artistas, produtores e convidados em um momento dedicado ao reconhecimento de trajetórias e talentos em ascensão no cenário cultural. Mais informações e inscrições podem ser obtidas por meio do Instagram oficial do projeto: @conexaodetalentosoficial.</p>



<p>Referências</p>



<p>BOURDIEU, Pierre. As regras da arte: gênese e estrutura do campo literário. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.</p>



<p>CANCLINI, Néstor García. Culturas híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo: Edusp, 2013.</p>



<p>RUBIM, Antonio Albino Canelas. Políticas culturais no Brasil. Salvador: EDUFBA, 2007.</p>



<p></p>
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		<title>O Silêncio como matéria-prima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 23:28:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[ Uma investigação visual e narrativa sobre o instante em que a palavra escapa e a imagem desbota. Individual &#8220;Camas Silenciosas para palavras em suspensão&#8221;, do artista visual Zans, abre no dia 13 de março, em Florianópolis Para o artista visual Zans, o silêncio não é só ausência e vazio, mas sim um mar de possibilidades [&#8230;]]]></description>
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<p><em> Uma investigação visual e narrativa sobre o instante em que a palavra escapa e a imagem desbota. Individual &#8220;Camas Silenciosas para palavras em suspensão&#8221;, do artista visual Zans, abre no dia 13 de março, em Florianópolis</em></p>



<p>Para o artista visual Zans, o silêncio não é só ausência e vazio, mas sim um mar de possibilidades de onde tudo nasce. Estar nesse espaço ajuda a enxergar os limites da palavra e da imagem ao tentar capturar algo. No dia 13 de março, Zans inaugura sua primeira mostra individual &#8220;Camas Silenciosas para palavras em suspensão&#8221; no Memorial Meyer Filho, em Florianópolis. A exposição ocupa esse território sensível onde a linguagem encontra fronteiras, explorando o intervalo suspenso entre o dizer e o calar.</p>



<p>Nascido em Campina Grande e criado em João Pessoa, Zans construiu uma trajetória marcada por deslocamentos geográficos e reinvenções profissionais. Quase graduado em Engenharia Civil em Campinas, redirecionou sua rota para a publicidade, onde atuou por 18 anos como redator e diretor de arte.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="576" height="1024" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-5-3-576x1024.jpg" alt="" class="wp-image-195773" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-5-3-576x1024.jpg 576w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-5-3-169x300.jpg 169w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-5-3-768x1365.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-5-3-864x1536.jpg 864w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-5-3-696x1237.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/image-5-3.jpg 997w" sizes="auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px" /></figure>



<p><em>Artista visual Zan (Crédito Jéssica Pellegrini)</em></p>



<p>Esse repertório ligado ao design gráfico encontrou novos desdobramentos quando o artista se estabeleceu em Florianópolis. Foi ali que a fotografia de arquitetura e interiores se consolidou como campo de atuação, em parceria com Jéssica Pellegrini — companheira de vida e de ateliê. Ao registrar projetos e ambientes, Zans passou a articular dois horizontes: o rigor formal do designer e a escuta sensível do fotógrafo. Dessa convergência brota uma produção autoral mais madura, que ultrapassa o registro para alcançar o campo da reflexão poética.</p>



<p>Sua produção recente é atravessada pela filosofia budista, que orienta um exercício contínuo de atenção aos fenômenos internos e externos. O &#8220;silêncio atento&#8221;, como define, torna-se ferramenta para acessar camadas anteriores aos conceitos e às emoções automatizadas. Técnica e pensamento se entrelaçam num gesto que aproxima palavra e imagem: &#8220;A imagem entra onde a palavra se torna impossível. São falas tentando soar um silêncio, imagens que ensaiam escrever&#8221;, afirma o artista.</p>



<p>Com curadoria de Kamilla Nunes, a mostra reúne 25 trabalhos — entre fotografias, esculturas e séries — que instauram pausas, abrem frestas e propõem um encontro com aquilo que permanece irresoluto. O Instituto Meyer Filho tem apoio do Banco do Brasil, da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes e da Prefeitura Municipal de Florianópolis.</p>



<p><strong>SERVIÇO:</strong></p>



<p>O que: Abertura da exposição individual &#8220;Camas Silenciosas para palavras em suspensão do artista visual Zans</p>



<p>Quando: 13 de março, das 16h às 18h</p>



<p>Visitação: até 10 de abril, das 12h às 18h</p>



<p>Onde: Instituto Meyer Filho</p>



<p>Endereço: Memorial Meyer Filho (Praça XV de Novembro, 180, Centro, Florianópolis)<br>Entrada: Gratuita</p>



<p>Instagram: @institutomeyerfilho</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<p>Luciana de Moraes</p>
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		<title>Squad Pop grava primeiro clipe da carreira durante maratona artística do Conexão de Talentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 12:54:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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<p>A tarde de ontem marcou um momento histórico para o grupo Squad Pop. Durante uma intensa maratona artística promovida pelo Conexão de Talentos, a turma realizou a gravação do primeiro videoclipe oficial de sua carreira, dando um passo importante na consolidação do projeto no cenário infantojuvenil.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000196946-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-193860" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000196946-1024x576.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000196946-300x169.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000196946-768x432.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000196946-1536x864.jpg 1536w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000196946-696x392.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000196946-1068x601.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000196946.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O clipe representa a chegada do audiovisual da primeira música do grupo, um trabalho que promete apresentar ao público toda a energia, criatividade e identidade artística da equipe. A gravação foi marcada por muita dedicação, entusiasmo e um clima de expectativa, reunindo talentos que vêm conquistando cada vez mais espaço nas plataformas digitais.</p>



<p>Para os integrantes, o momento simboliza mais do que apenas uma gravação: é o início de uma nova fase, em que música, imagem e performance se unem para fortalecer a presença do Squad Pop no universo do entretenimento jovem.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000196949-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-193861" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000196949-1024x576.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000196949-300x169.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000196949-768x432.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000196949-1536x864.jpg 1536w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000196949-696x392.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000196949-1068x601.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000196949.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O lançamento do videoclipe, que já vem despertando grande curiosidade entre os seguidores e fãs do grupo, deve ser anunciado em breve. A promessa é de um material vibrante, moderno e cheio de personalidade, marcando oficialmente o início da trajetória musical da turma no audiovisual. 🎬✨</p>
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		<title>Design e arte com metais: Prêmio Renova abre inscrições para projetos criativos em todo o Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 11:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa da Casa de Metal Espaço Cultural oferece premiação de até R$ 10 mil e participação em exposição em São Paulo Até&#160;31 de maio de 2026, estão abertas as inscrições para o&#160;Prêmio Renova 2026, iniciativa que busca incentivar a criatividade e a experimentação artística a partir de metais, minerais e materiais refratários. Voltado a artistas, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Iniciativa da Casa de Metal Espaço Cultural oferece premiação de até R$ 10 mil e participação em exposição em São Paulo</em></p>



<p>Até&nbsp;<strong>31 de maio de 2026</strong>, estão abertas as inscrições para o<strong>&nbsp;Prêmio Renova 2026</strong>, iniciativa que busca incentivar a criatividade e a experimentação artística a partir de metais, minerais e materiais refratários. Voltado a artistas, designers e estudantes de todo o Brasil, o prêmio concederá&nbsp;<strong>premiações de até R$ 10 mil</strong>, além da participação em uma exposição com os trabalhos ganhadores, que será realizada na&nbsp;<strong>Casa de Metal Espaço Cultural</strong>, no bairro do Campo Belo, na zona sul de São Paulo. Realizada pelo&nbsp;<strong>Ministério da Cultura</strong>&nbsp;e pelo&nbsp;<strong>Instituto Quattro Cultural</strong>, responsável pela Casa de Metal, a ação acontece por meio da&nbsp;<strong>Lei de Incentivo à Cultura</strong>.</p>



<p>Em sua primeira edição, o Prêmio Renova busca incentivar estudantes, artistas, designers e interessados em criação<strong>&nbsp;a explorar o potencial expressivo e funcional de materiais como metais, minerais e refratários</strong>. A proposta é ampliar o olhar sobre esses elementos, muitas vezes associados apenas ao universo técnico da indústria, investigando sua presença no cotidiano e suas possibilidades estéticas. Nesse contexto, o prêmio convida os participantes a explorar as diferentes possibilidades que esses materiais oferecem, desde a observação de sua presença no cotidiano até a transformação de resíduos industriais em criações artísticas.</p>



<p>“Os metais e minerais fazem parte da história da humanidade e continuam presentes nas tecnologias e objetos que moldam a vida contemporânea. O Prêmio Renova convida artistas, designers e estudantes a olhar para esses materiais de outra maneira, não apenas como elementos industriais, mas como matéria de criação, reflexão e experimentação artística e estética. A proposta é aproximar o rigor técnico da indústria ao olhar imaginativo da arte, estimulando novas formas de experimentação e expressão”, afirma&nbsp;<strong>Flavio Enninger, diretor do Instituto Cultural Quattro</strong>, que reforça que não é necessário ter formação ou conhecimento técnico em metalurgia para participar.</p>



<p>Com a chancela da&nbsp;<strong>ABM &#8211; Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração</strong>, entidade que desenvolve inúmeras ações para assegurar e fortalecer a competitividade das empresas do setor, a&nbsp;<strong>Casa de Metal Espaço</strong>&nbsp;<strong>Cultural</strong>&nbsp;é um espaço dedicado à promoção do diálogo entre arte, ciência e indústria, aproximando o público da história e da importância dos metais e materiais no desenvolvimento da sociedade. Ao longo de 2025, o espaço realizou cerca de 26 ações culturais, com mais de 32 artistas, entre exposições, oficinas, projetos educativos, visitas e atividades gratuitas ao público.&nbsp;</p>



<p><strong>O prêmio é dividido em três categorias</strong></p>



<p>O Prêmio Renova está dividido em três categorias principais. A categoria&nbsp;<strong>Arte</strong>&nbsp;é voltada à produção artística que utilize metais, minerais ou refratários como matéria-prima, contemplando obras como esculturas, instalações e objetos artísticos. Essa categoria possui duas modalidades:&nbsp;<strong>profissional</strong>, destinada a artistas com trajetória consolidada, e&nbsp;<strong>amador</strong>, voltada a criadores em início de carreira ou sem atuação regular no circuito artístico.</p>



<p>Já a categoria&nbsp;<strong>Design</strong>&nbsp;incentiva o desenvolvimento de objetos com função ou aplicação prática, como mobiliário, luminárias, utensílios, acessórios ou outros produtos que explorem esses materiais de forma inovadora. Os participantes podem inscrever tanto projetos conceituais (ideias) quanto peças já produzidas.</p>



<p>O prêmio conta ainda com a categoria&nbsp;<strong>“Metais no Meu Mundo”</strong>, para estudantes regularmente matriculados no ensino médio ou técnico. Nessa categoria, os participantes devem produzir&nbsp;<strong>vídeos curtos, de até 30 segundos</strong>, mostrando de forma criativa como um objeto ou elemento de metal, minerais ou refratários está presente em seu dia a dia.</p>



<p><strong>Premiados recebem prêmio em dinheiro e participam de exposição</strong></p>



<p>Os vencedores das categorias&nbsp;<strong>Arte</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Design</strong>&nbsp;recebem prêmios em dinheiro de&nbsp;<strong>até R$ 10 mil</strong>, além de troféus e certificados. Já na categoria voltada a&nbsp;<strong>estudantes</strong>, os premiados recebem dispositivos tecnológicos, como notebooks, tablets e smartphones de&nbsp;<strong>até R$ 5 mil</strong>&nbsp;e vales-presente no valor de<strong>&nbsp;até R$ 2,5 mil</strong>.&nbsp;</p>



<p>Os trabalhos selecionados serão apresentados em uma&nbsp;<strong>exposição na Casa de Metal Espaço Cultural</strong>. Os vencedores serão anunciados em agosto, e a cerimônia de premiação está prevista para acontecer em Setembro&nbsp;durante a&nbsp;<strong>ABM Week</strong>, evento internacional da&nbsp;<strong>ABM</strong>&nbsp;dedicado à metalurgia, materiais e mineração. Os ganhadores virão a São Paulo para a abertura da exposição com as despesas pagas pelo projeto.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="744" height="287" data-id="195701" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Premio-Renova-Montagem.jpg" alt="" class="wp-image-195701" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Premio-Renova-Montagem.jpg 744w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Premio-Renova-Montagem-300x116.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Premio-Renova-Montagem-696x268.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Premio-Renova-Montagem-741x287.jpg 741w" sizes="auto, (max-width: 744px) 100vw, 744px" /><figcaption class="wp-element-caption">Divulgação<br>Prêmio Renova</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" data-id="195700" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Atelie-de-joias-Greta-Divulgacao-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-195700" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Atelie-de-joias-Greta-Divulgacao-1024x1024.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Atelie-de-joias-Greta-Divulgacao-300x300.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Atelie-de-joias-Greta-Divulgacao-150x150.jpg 150w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Atelie-de-joias-Greta-Divulgacao-768x768.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Atelie-de-joias-Greta-Divulgacao-1536x1536.jpg 1536w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Atelie-de-joias-Greta-Divulgacao-2048x2048.jpg 2048w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Atelie-de-joias-Greta-Divulgacao-696x696.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Atelie-de-joias-Greta-Divulgacao-1068x1068.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Atelie-de-joias-Greta-Divulgacao-1920x1920.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Divulgação<br>Ateliê de joias Greta</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" data-id="195699" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Obra-de-Marcelo-Ruggi-Tche-Divulgacao-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-195699" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Obra-de-Marcelo-Ruggi-Tche-Divulgacao-1024x1024.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Obra-de-Marcelo-Ruggi-Tche-Divulgacao-300x300.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Obra-de-Marcelo-Ruggi-Tche-Divulgacao-150x150.jpg 150w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Obra-de-Marcelo-Ruggi-Tche-Divulgacao-768x768.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Obra-de-Marcelo-Ruggi-Tche-Divulgacao-1536x1536.jpg 1536w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Obra-de-Marcelo-Ruggi-Tche-Divulgacao-2048x2048.jpg 2048w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Obra-de-Marcelo-Ruggi-Tche-Divulgacao-696x696.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Obra-de-Marcelo-Ruggi-Tche-Divulgacao-1068x1068.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Obra-de-Marcelo-Ruggi-Tche-Divulgacao-1920x1920.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Divulgação<br>Obra de Marcelo Ruggi &#8211; Tché</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" data-id="195697" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Amostras-de-Niobio-Divulgacao-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-195697" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Amostras-de-Niobio-Divulgacao-1024x1024.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Amostras-de-Niobio-Divulgacao-300x300.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Amostras-de-Niobio-Divulgacao-150x150.jpg 150w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Amostras-de-Niobio-Divulgacao-768x768.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Amostras-de-Niobio-Divulgacao-1536x1536.jpg 1536w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Amostras-de-Niobio-Divulgacao-2048x2048.jpg 2048w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Amostras-de-Niobio-Divulgacao-696x696.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Amostras-de-Niobio-Divulgacao-1068x1068.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Amostras-de-Niobio-Divulgacao-1920x1920.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Divulgação<br>Amostras de Nióbio</figcaption></figure>
</figure>



<p><strong>Serviço</strong></p>



<p><strong>Prêmio Renova 2026</strong><br><strong>Inscrições:</strong>&nbsp;até 31 de maio de 2026<br><strong>Quem pode participar:&nbsp;</strong>artistas, designers e estudantes de todo o Brasil<br><strong>Categorias:&nbsp;</strong>Arte, Design e Metais no Meu Mundo<br><strong>Premiação:</strong>&nbsp;até R$ 10 mil<br><strong>Informações e inscrições:</strong>&nbsp;<a href="http://www.premiorenova.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external"><strong>www.premiorenova.com.br</strong></a></p>



<p><strong>Sobre a Casa de Metal Espaço Cultural</strong></p>



<p>Localizada em São Paulo, a Casa de Metal Espaço Cultural é um centro dedicado à difusão de conhecimento e à promoção do diálogo entre&nbsp;<strong>arte, ciência, indústria e educação</strong>. O espaço abriga o&nbsp;<strong>Memorial da Mineração, Metalurgia e Materiais,&nbsp;</strong>promove&nbsp;exposições, atividades culturais, projetos educativos e iniciativas que exploram a relação entre materiais, tecnologia e criatividade.</p>



<p>Com uma programação que reúne artistas, pesquisadores, estudantes e profissionais de diferentes áreas, a Casa de Metal busca ampliar a compreensão sobre o papel dos metais, minerais e materiais na sociedade contemporânea, estimulando reflexões sobre inovação, sustentabilidade e cultura material. O espaço se consolida como um ponto de encontro entre conhecimento técnico e expressão cultural na cidade de São Paulo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autor:</h2>



<p>Angelo Miguel Oliveira Lima</p>
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		<title>Rubi poderá ganhar remake masculino em 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação jornalística]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 13:45:10 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A novela mexicana Rubi de 2004, poderá ganhar um remake e versão masculina do folhetim mexicano interpretado por Bárbara Mori.</p>



<p>Após o projeto Fábrica de Sueños fazer um remake moderno em forma de série da novela, com Camila Sodi interpretando Rubi, os fãs vão à loucura pedindo uma versão masculina da trama. Pois a versão de Camila Sodi não obteve tanto sucesso quanto o esperado, e os fãs de novelas mexicanas cansados de verem apenas mulheres brilhando na telinha pedem uma nova ideia de novela, dando espaço para os homens brilharem também como protagonistas e vilões.</p>



<p>E seria a primeira vez que a TelevisaUnivision iria colocar um homem como protagonista e vilão da própria história. Desde o início das novelas até a atualidade, são pouquíssimas as vezes onde a trama central é focada na história de um protagonista masculino, ainda mais se tratando de um protagonista vilão.</p>



<p>E tanto Rubi como Teresa que são as protagonistas principais e vilãs da história poderão ganhar um remake masculino para levantar a bandeira de homens como grandes estrelas da TV latina.</p>



<p>Após vazar informações em primeira mão, de um possível remake masculino tanto de Rubi (2004) como de Teresa (2010), para 2026 e 2027 foi revelado que os nomes seriam: Diamante para Rubi e Tibério para Teresa.</p>



<p>Foi revelado que a história seria basicamente a mesma história da versão original de 2004, e tendo a continuação descartada da versão de 2004 onde Fernanda, sobrinha de Rubi iria dar continuidade as vinganças da tia.</p>



<p>Outro fato é que possivelmente será trocado os gêneros dos personagens e ser adicionado alguns personagens novos à trama.</p>



<p>No caso, Rubi terá o nome também de uma pedra preciosa, onde o protagonista irá se chamar Diamante, Alessandro seria Alessandra, Maribel seria Manuel, Heitor seria Herminia, Cristina seria Cristian, Dona Rosário seria ainda Dona Rosário, Fernanda seria Fernando e Caetano Seria ainda motorista e com o mesmo nome de Caetano, além disso ele teria uma irmã gêmea chamada Caetana, que trabalha na casa de Manuel de La Fuente / Maribel de La fuente onde teria um romance com Cristian / Cristina.</p>



<p>Foi revelado que a TelevisaUnivision está a procura de atores que atendam a aparência física ideal para o personagem Diamante, se tratando de um ator de beleza exuberante e de preferência moreno claro, com olhos verdes ou azuis, além de ter sobrancelhas bastante arqueadas e articulados remetendo a vilania do personagem, e para Tibério buscam um ator de beleza também exuberante com olhos azuis ou verdes.</p>



<p>Após encontrar o ator ideal, a trama está prevista para começar as gravações em 2026 ou 2027 sem data prevista.</p>



<p>E alguns nomes foram cotados para disputar o papel tanto de Diamante como de Tibério, entre eles estão Polo Morín, Josh Gutiérrez, Aarón Díaz e Eugenio Siller.</p>



<p>Alguns fãs criaram através de inteligência artificial imagens remetendo à aparência ideal do ator para o remake masculino de Rubi, veja!</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="999" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370945-1024x999.jpg" alt="" class="wp-image-160920" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370945-1024x999.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370945-300x293.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370945-768x750.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370945-696x679.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370945-1068x1042.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370945.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Diamante Pérez / REPRODUÇÃO: Internet. INFORMAÇÃO DE IA</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1007" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370936-1024x1007.jpg" alt="" class="wp-image-160923" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370936-1024x1007.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370936-300x295.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370936-768x755.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370936-696x684.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370936-1068x1050.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370936.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Diamante Pérez e Rubí Pérez / REPRODUÇÃO: Internet. INFORMAÇÃO DE IA</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1007" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370937-1-1024x1007.jpg" alt="" class="wp-image-160924" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370937-1-1024x1007.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370937-1-300x295.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370937-1-768x755.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370937-1-696x684.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370937-1-1068x1050.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370937-1.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Diamante e Rubi / REPRODUÇÃO: Internet. INFORMAÇÃO DE IA</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1009" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370940-1024x1009.jpg" alt="" class="wp-image-160925" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370940-1024x1009.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370940-300x296.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370940-768x757.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370940-696x686.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370940-1068x1052.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2025/09/1000370940.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Diamante e Rubi / REPRODUÇÃO: Internet. INFORMAÇÃO DE IA</em></figcaption></figure>
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		<title>Drag Queen? Quem é o ex-ator de Carrossel que se tornou um ícone LGBT?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação jornalística]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 17:56:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Após ano passado ator assumir sua bissexualidade declarando que buscou a cura na igreja evangélica por 10 anos, hoje veio à tona uma notícia que deixou todo mundo boquiaberto. Em 2025 o ator Metturo, que atuou em novelas como &#8220;Corações Feridos&#8221; ao lado de Larissa Manoela e Jean Paulo Campos, e também em &#8220;Carrosssel&#8221;, revelou [&#8230;]]]></description>
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<p>Após ano passado ator assumir sua bissexualidade declarando que buscou a cura na igreja evangélica por 10 anos, hoje veio à tona uma notícia que deixou todo mundo boquiaberto.</p>



<p>Em 2025 o ator Metturo, que atuou em novelas como &#8220;Corações Feridos&#8221; ao lado de Larissa Manoela e Jean Paulo Campos, e também em &#8220;Carrosssel&#8221;, revelou que estaria no elenco da produção de um filme biográfico sobre uma Drag Queen.</p>



<p>O que deixou muita gente curiosa por não revelarem o nome da artista Drag, no entanto, meses após a notícia, o artista revelou que o filme seria sobre seu falecido primo, Erick Barreto.</p>



<p>Erick Barreto foi um ator transformista que fez muito sucesso nos anos 80 e 90, encarnando nos palcos do SBT imitações de Carmen Miranda.</p>



<p>Imitações essas que levaram Erick até Aurora Miranda, a irmã de Carmen que o convidou para protagonizar o filme documental Banana Is My Business interpretando a artista, e sendo coroado por Aurora como o Sósia oficial da Pequena Notável, devido semelhança física com a estrela.</p>



<p>Erick faleceu em 1996 devido às complicações do HIV no Rio de Janeiro e se encontra sepultado ao lado do corpo de Carmen Miranda no cemitério São João Batista na zona sul do Rio de Janeiro.</p>



<p>Ainda em 2025 foram divulgadas pela a equipe do ator o nome do filme intitulado de: TRANSFORMISTA: A vida e morte de Erick Barreto, onde Metturo estaria no elenco interpretando seu próprio primo, um trabalho que seria um grande desafio, pois ele não iria interpretar apenas o Erick Barreto como Drag Queen, mas também Carmen Miranda e a alter ego artística de Erick, conhecida como Diana Finsk.</p>



<p>No dia 04 de março de 2026, O perfil oficial do filme juntamente com o ator divulgou algumas imagens do artista caracterizado como Erick Barreto e com caracterização facial de Carmen Miranda, o que chamou atenção do público e deu o que falar.</p>



<p>Metturo não só conseguiu deixar emocionada a comunidade LGBTQ+ e as Drag Queens que encontraram em Erick uma inspiração, pois Erick foi um dos pioneiros da arte transformista no Brasil.</p>



<p>Mas também os fãs de Carmen Miranda, que elogiaram a caracterização da maquiagem do ator como a Brazilian bombshell. Essa caracterização chamou atenção do cineasta, diretor e produtor Bruno Barreto, que está trabalhando na cinebiografia de Carmen Miranda, intitulada: Pra Você Gostar de Mim, onde terá Larissa Manoela interpretando Carmen.</p>



<p>Uma atenção para não se confundirem: Bruno Barreto não tem nenhum parentesco com o Primo de Metturo, Erick Barreto, é só mais uma coincidência que ambos carreguem o mesmo sobrenome.</p>



<p>A produção da Vision Max FILMS, que vem trazendo Metturo como Erick Barreto e Carmen Miranda, chamou atenção do cineasta e produtor Bruno Barreto que achou espetacular. Será que veremos um trabalho futuro entre Metturo e Bruno?</p>



<p>Mas a pergunta é: porque o ex-ator mirim se tornou ícone da comunidade LGBT?</p>



<p>Metturo sempre chamou atenção por ter uma aparência e look peculiar, sempre usando maquiagens e roupas que as pessoas ditam como femininas o que gera debate.</p>



<p>Há anos o artista passa por cima de qualquer regra e quebra tabus de padrões de beleza, usando sempre coisas que lhe dão vontade e que o fazem ter um estilo único, peculiar e às vezes confuso.</p>



<p>Metturo costuma usar peças de roupas tanto masculinas como femininas e acessórias e até maquiagem pesada, como o uso de batom e lápis de olho.</p>



<p>O artista latino recebe todo tipo de críticas nas redes sociais, o que faz ele privar os comentários em seus posts.</p>



<p>Há diversos momentos em que Metturo aparece com um estilo mais masculino e outras vezes femininos ou uma mescla dos dois.</p>



<p><em>&#8220;Já pensaram que sou trans, ou que sou andrógeno, mas na verdade eu sou um homem CIS, que simplesmente acha que roupa e maquiagem não tem gênero. Vou usar o que me der na telha, o que me faz sentir confortável, isso não significa que o tempo todo eu estou produzido, porque também cansa ficar o tempo inteiro assim, então às vezes irão me encontrar na rua usando um boné comum, uma camiseta, bermuda e sandálias&#8221; </em>–<strong> revelou o artista  em um vídeo nas redes sociais.</strong></p>



<p>Ele também revelou que usar maquiagem e vestir roupas diferentes não faz ele menos homem pois ele não tem uma masculinidade frágil.</p>



<p>Metturo se tornou um ícone da cultura pop atual, e também um ícone LGBT por ter essa garra de enfrentar tudo para ser ele mesmo, sem facetas, sem máscaras que ocultem suas verdadeira essência.</p>



<p>Essa personalidade forte, autêntica e empoderada, fez com que o artista se tornasse uma grande influência para milhares de pessoas ao redor do mundo, fechando parceria e publicidade com marcas de roupas e maquiagens e gerando espanto e encanto por todo lugar.</p>



<p>Veja imagens do artista durante divulgação e gravações do filme TRANSFORMISTA: A vida e morte de Erick Barreto.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1010" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525726-1024x1010.jpg" alt="" class="wp-image-193511" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525726-1024x1010.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525726-300x296.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525726-768x757.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525726-696x686.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525726-1068x1053.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525726.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Metturo caracterizado como Carmen Miranda em maquiagem facial para gravação do filme TRANSFORMISTA: A vida e morte de Erick Barreto. REPRODUÇÃO: Internet</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="999" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525730-1024x999.jpg" alt="" class="wp-image-193512" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525730-1024x999.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525730-300x293.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525730-768x750.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525730-696x679.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525730-1068x1042.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525730.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Metturo caracterizado de Erick Barreto. REPRODUÇÃO: Internet</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="670" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525729-1024x670.jpg" alt="" class="wp-image-193513" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525729-1024x670.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525729-300x196.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525729-768x503.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525729-696x456.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525729-1068x699.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525729-741x486.jpg 741w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525729.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Metturo caracterizado de Erick gravando cenas do filme TRANSFORMISTA: A vida e morte de Erick Barreto. REPRODUÇÃO: Internet</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="997" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525731-1024x997.jpg" alt="" class="wp-image-193514" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525731-1024x997.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525731-300x292.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525731-768x747.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525731-696x677.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525731-1068x1039.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525731.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Metturo durante cena do filme TRANSFORMISTA. REPRODUÇÃO: Internet</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1003" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525722-1024x1003.jpg" alt="" class="wp-image-193515" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525722-1024x1003.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525722-300x294.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525722-768x752.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525722-696x682.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525722-1068x1046.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525722.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Metturo caracterizado como Erick Barreto para filme documental. REPRODUÇÃO: Internet</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1004" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525733-1024x1004.jpg" alt="" class="wp-image-193516" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525733-1024x1004.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525733-300x294.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525733-768x753.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525733-696x682.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525733-1068x1047.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525733.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Metturo como Carmen Miranda para o filme TRANSFORMISTA. REPRODUÇÃO: Internet</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1005" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525732-1024x1005.jpg" alt="" class="wp-image-193517" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525732-1024x1005.jpg 1024w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525732-300x294.jpg 300w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525732-768x754.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525732-696x683.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525732-1068x1048.jpg 1068w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525732.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Metturo vestido com roupa feminina para o filme TRANSFORMISTA. REPRODUÇÃO: Internet</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="933" height="1024" src="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525727-933x1024.jpg" alt="" class="wp-image-193518" srcset="https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525727-933x1024.jpg 933w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525727-273x300.jpg 273w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525727-768x843.jpg 768w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525727-696x764.jpg 696w, https://jornaltribuna.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1000525727.jpg 960w" sizes="auto, (max-width: 933px) 100vw, 933px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Metturo durante gravações do filme TRANSFORMISTA: A vida e morte de Erick Barreto: REPRODUÇÃO: Internet</em></figcaption></figure>



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