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	<title>Animais &#8211; Jornal Tribuna</title>
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	<description>O seu portal de notícias e artigos científicos</description>
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		<title>Salmonella pode circular nas granjas sem sinais e afetar a saúde dos suínos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 14:18:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde animal]]></category>
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					<description><![CDATA[Doença provoca diarreia, febre e queda no desempenho dos animais A bactéria&#160;Salmonella spp.&#160;é bastante conhecida pelos suinocultores e é motivo de atenção permanente nas granjas. Um dos desafios é que os animais podem carregar o microrganismo sem apresentar sinais claros da doença, o que facilita sua circulação no ambiente. Estudo da Empresa Brasileira de Pesquisa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Doença provoca diarreia, febre e queda no desempenho dos animais</em></p>



<p>A bactéria&nbsp;<em>Salmonella spp.</em>&nbsp;é bastante conhecida pelos suinocultores e é motivo de atenção permanente nas granjas. Um dos desafios é que os animais podem carregar o microrganismo sem apresentar sinais claros da doença, o que facilita sua circulação no ambiente. Estudo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) realizado com suínos no momento do abate encontrou a bactéria em 19% a 67% dos linfonodos avaliados e em 18,3% a 23,8% das amostras fecais, indicando que a salmonela pode estar presente em animais mesmo sem sintomas aparentes.</p>



<p>&#8220;Entre os tipos mais associados aos suínos estão&nbsp;<em>Salmonella Choleraesuis</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Salmonella Typhimurium</em>. A transmissão ocorre quando os animais ingerem água, ração ou entram em contato com ambientes contaminados por fezes. A bactéria pode se espalhar pela propriedade com a ajuda de roedores, insetos e aves, o que reafirma a importância de medidas de biosseguridade&#8221;, alerta Mariana Franco de Oliveira, coordenadora de produto da MCassab Nutrição e Saúde Animal.</p>



<p>Mariana informa que os sinais clínicos podem variar bastante. &#8220;Em leitões e animais jovens, é comum observar diarreia, que às vezes vem acompanhada de muco ou até sangue. Também podem aparecer desidratação, perda de apetite e queda no ganho de peso. Em quadros mais graves, os suínos apresentam febre alta, apatia e dificuldade respiratória. Sem o tratamento correto, a doença pode levar à mortalidade, com grandes prejuízos ao produtor&#8221;, destaca.</p>



<p>O controle da salmonelose passa por um conjunto de medidas na granja, como limpeza das instalações, controle de pragas e acompanhamento da saúde do lote. Segundo Mariana Franco, a rapidez na identificação dos casos faz diferença. &#8220;Quando a bactéria entra no sistema, ela se espalha com facilidade. Por isso, o produtor precisa ficar atento aos sinais clínicos e agir rápido para evitar que o problema aumente e saia do controle&#8221;, recomenda a especialista da MCassab.</p>



<p>Quando a doença é diagnosticada, o tratamento deve ser feito com orientação do médico-veterinário. Entre as soluções disponíveis está Tilosin ST, da MCassab Nutrição e Saúde Animal, antimicrobiano administrado via ração composto por tilosina, sulfadimidina e trimetoprim.</p>



<p>Mariana Franco explica que a associação dos três compostos aumenta o espectro de ação frente a bactérias na produção animal. &#8220;A combinação entre tilosina, sulfadimidina e trimetoprim apresenta efeito sinérgico, o que contribui para o controle de infecções bacterianas no trato digestivo dos suínos, incluindo aquelas associadas à&nbsp;<em>Salmonella.&nbsp;</em>É um manejo eficaz de uma doença que está presente e causa muitos problemas<em>&#8220;,&nbsp;</em>conclui Mariana.</p>



<p><strong>Sobre a MCassab&nbsp;–&nbsp;</strong>O Grupo MCassab é uma organização familiar nacional,&nbsp;fundada em 1928, com administração profissional, que distribui ao mercado brasileiro e latino-americano. Com matriz em São Paulo (SP), a empresa está presente nas grandes capitais do Brasil, além de escritórios na Argentina, Paraguai, Uruguai, Colômbia, China e Índia. O negócio de Nutrição e Saúde Animal é um dos maiores do Brasil, atuando com especialidades e ingredientes para avicultura, suinocultura, pecuária de corte e leite, aquacultura e petfood. A Fider Pescados, que se dedica à criação e ao desenvolvimento de produtos a partir da tilápia. O negócio de Distribuição atende à área industrial com o fornecimento de matérias-primas para cosméticos, limpeza doméstica e institucional, farmacêutica, veterinária, química e agrícola. A NUTROR oferece pré-misturas customizadas ao mercado de alimentos, bebidas, suplementos e nutrição clínica.&nbsp;Mais informações:&nbsp;<a href="http://www.mcassab.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external"><u>www.mcassab.com.br</u></a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td>Graziele Oliveira</td></tr></tbody></table></figure>
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		<item>
		<title>Dados internacionais estimam população de jumentos no Brasil em 730 mil animais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 14:14:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
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					<description><![CDATA[O número é, pelo menos, dez vezes superior ao que vinha sendo divulgado por organizações não governamentais Levantamento recente da World Population Review aponta que a população de jumentos no Brasil ultrapassou 730 mil animais em 2026, trazendo novos elementos para a compreensão sobre o tamanho do rebanho asinino no país. A organização, sediada na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>O número é, pelo menos, dez vezes superior ao que vinha sendo divulgado por organizações não governamentais</em></p>



<p>Levantamento recente da World Population Review aponta que a população de jumentos no Brasil ultrapassou 730 mil animais em 2026, trazendo novos elementos para a compreensão sobre o tamanho do rebanho asinino no país. A organização, sediada na Califórnia, é reconhecida por reunir e analisar dados demográficos a partir de fontes oficiais internacionais, como as Nações Unidas, além de institutos oficiais de estatística. Com base nessas informações, a entidade desenvolve projeções fundamentadas em tendências recentes.</p>



<p>&#8220;O número é, pelo menos, dez vezes maior do que tem sido divulgado por organismos sem qualquer embasamento confiável&#8221;, destaca o zootecnista e administrador rural Alex Bastos. Na sua análise, os dados do World Population Review, que têm base nas informações da FAOSTAT (Dados oficiais estatísticos da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura – FAO), contribuem para ampliar a leitura sobre a realidade da espécie no Brasil, especialmente em um contexto em que não há atualização periódica oficial sobre o efetivo de asininos desde o último Censo Agropecuário, realizado em 2017 pelo IBGE.</p>



<p>Embora haja consenso de que ocorreu uma redução progressiva no número de animais ao longo das últimas décadas, especialistas apontam que esse movimento está diretamente associado à perda de função econômica do jumento, sobretudo com a mecanização das atividades rurais e mudanças no uso da força de trabalho no campo. Como consequência, muitos animais foram sendo gradualmente abandonados, o que também impacta a dinâmica populacional da espécie, pois deixaram de fazer parte do recadastramento periódico oficial realizado pelos órgãos nacionais de estatística, especialmente o Censo Agropecuário Nacional.</p>



<p>A incorporação de levantamentos internacionais ao debate permite uma visão mais abrangente e atualizada, auxiliando pesquisadores, gestores e o setor produtivo na construção de análises mais consistentes sobre o tema. Mais do que números absolutos, o zootecnista ressalta a importância de avançar na organização do setor. &#8220;O futuro do jumento nordestino depende menos de polarização e mais de planejamento técnico, regulação eficiente e integração entre pesquisa científica, setor produtivo e poder público. Nesse sentido, o fortalecimento e a atualização contínua das bases de dados são fundamentais para orientar políticas públicas e estratégias de desenvolvimento sustentável&#8221;, assegura.</p>



<p><strong>Avanços na formação da cadeia produtiva de asininos</strong></p>



<p>Pesquisas científicas em andamento em diversas universidades apontam que a espécie tem potencial para produção de leite, de carne e de outros produtos, podendo atender tanto o mercado interno quanto o externo.</p>



<p>O Brasil, especialmente a região do Nordeste, apresenta condições biofísicas únicas que o colocam em uma posição de destaque global para a criação de jumentos. Eles possuem uma eficiência termorregulatória e metabólica superior, conseguindo converter vegetação fibrosa e de baixo valor nutricional em energia de forma muito mais eficaz que bovinos. &#8220;Diferente de países europeus ou asiáticos, onde a dificuldade de obtenção e o custo da terra provocam o confinamento dos animais como regra, o Brasil possui vastas extensões onde o sistema a pasto é viável, reduzindo drasticamente o custo de manutenção por animal e aumentando a qualidade e o bem-estar&#8221;, conclui Bastos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<p>Larissa Vieira</p>
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		<item>
		<title>ABRIL LARANJA: Comissão Especial de Direito Animal da OAB/GO lança cartilha educativa de combate aos maus-tratos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 13:47:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
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					<description><![CDATA[O mês de abril é marcado pela campanha Abril Laranja, um movimento internacional de conscientização e combate à crueldade contra os animais, criado pela ASPCA (American Society for the Prevention of Cruelty to Animals). Em Goiás, a iniciativa é reforçada por legislação estadual que institui o período como mês de prevenção e conscientização. Com esse [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>O mês de abril é marcado pela campanha Abril Laranja, um movimento internacional de conscientização e combate à crueldade contra os animais, criado pela ASPCA (American Society for the Prevention of Cruelty to Animals). Em Goiás, a iniciativa é reforçada por legislação estadual que institui o período como mês de prevenção e conscientização.</em></p>



<p>Com esse propósito, a Comissão Especial de Direito Animal da OAB/GO lançou uma&nbsp;<a href="https://www.oabgo.org.br/wp-content/uploads/2026/03/E-book-Abril-Laranja-1.pdf" rel="noreferrer noopener nofollow external" target="_blank" data-wpel-link="external"><strong>cartilha</strong></a>&nbsp;educativa voltada à orientação da população sobre as principais formas de maus-tratos, legislação aplicável e canais de denúncia.</p>



<p>A Constituição Federal brasileira, em seu artigo 225, inciso VII, estabelece de forma expressa a vedação à prática de crueldade contra os animais, reconhecendo a proteção animal como um dever do Estado e da coletividade.</p>



<p>Além disso, a Lei nº 9.605/1998 tipifica como crime a prática de maus-tratos, com penalidades que podem incluir detenção e multa. Nos casos envolvendo cães e gatos, a Lei nº 14.064/2020 aumentou a pena para reclusão de 2 a 5 anos, além de multa e proibição da guarda.</p>



<p>A cartilha também destaca práticas que configuram maus-tratos, como abandono, agressões, envenenamento, privação de alimento e água, manutenção em ambiente insalubre, acorrentamento permanente e exposição a condições climáticas extremas.</p>



<p>Outro ponto abordado é a importância da denúncia. A sociedade desempenha papel fundamental na fiscalização e no combate à crueldade, sendo essencial registrar ocorrências junto às autoridades competentes sempre que houver suspeita.</p>



<p>A iniciativa busca promover educação, empatia e responsabilidade social, além de incentivar políticas públicas voltadas ao bem-estar animal, como a castração e o combate ao abandono.</p>



<p>“A proteção animal não é apenas um ato de compaixão, mas uma obrigação legal e social”, destaca a Comissão Especial de Direito Animal da OAB/GO.</p>



<p><br><a href="https://www.oabgo.org.br/wp-content/uploads/2026/03/E-book-Abril-Laranja-1.pdf" rel="noreferrer noopener nofollow external" target="_blank" data-wpel-link="external"><strong>Baixe a cartilha gratuitamente no site da OAB/GO</strong></a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<p>Julianna Santos Gomes</p>
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		<item>
		<title>Cães e criança com síndrome de Down estrelam ensaio fotográfico do Patinhas Urbanas e reforçam mensagem de inclusão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 19:23:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Campanha realizada pela creche para cães da Zona Norte de São Paulo destaca a convivência entre pets e crianças atípicas A convivência entre cães e crianças com síndrome de Down foi o tema de um ensaio fotográfico promovido pelo Patinhas Urbanas, creche para cães localizada na Zona Norte de São Paulo, em virtude do Dia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Campanha realizada pela creche para cães da Zona Norte de São Paulo destaca a convivência entre pets e crianças atípicas</em></p>



<p><br><br>A convivência entre cães e crianças com síndrome de Down foi o tema de um ensaio fotográfico promovido pelo Patinhas Urbanas, creche para cães localizada na Zona Norte de São Paulo, em virtude do Dia Mundial da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março. A ação reuniu os &#8220;AUlunos&#8221; da creche e teve como protagonistas a pequena Lara, criança atípica, e seu cachorro Fera. As imagens destacam momentos de afeto, interação e convivência entre a menina e o animal.</p>



<p><br>Os registros foram feitos pela fotógrafa Vanessa Sallesaro, do perfil @fotografia_de_caes, parceira do Patinhas Urbanas e responsável por documentar diferentes momentos da rotina e dos eventos promovidos pela creche. O ensaio integra o calendário de produções temáticas realizadas ao longo do ano com os cães que frequentam o espaço.<br><br>Lara é filha da Dra. Emiliana Gallo, veterinária que acompanha os pets do Patinhas Urbanas. Para a equipe da creche, a participação de Lara trouxe um significado especial à campanha ao representar, de forma sensível, a relação de cuidado, respeito e convivência entre crianças atípicas e animais.<br><br>Segundo Daniel Navarro, sócio do Patinhas Urbanas e idealizador dos ensaios fotográficos temáticos realizados com os cães da creche, a proposta da campanha vai além do registro estético e busca reforçar uma mensagem de inclusão e convivência saudável. &#8220;Os cães têm uma capacidade enorme de adaptação e sensibilidade. Quando existe orientação, respeito aos limites e participação da família, a convivência com crianças atípicas pode ser extremamente positiva para todos. Para nós, como creche, é importante apoiar e dar visibilidade a essa causa, mostrando que essa relação pode ser construída de forma segura, afetuosa e enriquecedora&#8221;, afirma.<br><br>De acordo com Navarro, o contato com os animais pode estimular aspectos emocionais, sociais e afetivos das crianças, além de fortalecer vínculos dentro da própria família. Os ensaios fotográficos fazem parte das atividades especiais promovidas pelo Patinhas Urbanas com seus &#8220;AUlunos&#8221;. Ao longo do ano, diferentes temas são explorados em produções criativas que registram momentos da rotina dos cães na creche, sempre com o objetivo de proporcionar experiências positivas tanto para os pets quanto para seus tutores.<br><br>Para a Dra. Emiliana Gallo, além da experiência profissional como veterinária, a convivência com os animais também ganhou um novo significado após o nascimento da filha. Segundo ela, a relação entre crianças e pets exige sempre acompanhamento dos adultos. &#8220;A convivência entre crianças, sejam atípicas ou não, e animais exige supervisão constante. Nem a criança nem o animal compreendem sozinhos até onde podem ir. Cabe ao adulto orientar e garantir segurança para ambos. No caso da síndrome de Down, que é a minha experiência pessoal, percebo a Lara como uma criança muito mais afetiva. Ela abraça mais, beija mais, gosta de toque e de carinho. Em alguns casos, esse afeto pode ser exagerado para determinados animais, que podem reagir de forma defensiva, arranhando ou mordendo&#8221;, explica.<br><br>Como mãe, ela destaca que o vínculo pode trazer benefícios importantes para o desenvolvimento emocional da criança. &#8220;Com o animal não existe cobrança de fala ou desempenho. É uma troca de afeto, no tempo da criança. Mas tudo precisa ser mediado com responsabilidade&#8221;, conclui.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<p>Thais Martins</p>
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		<item>
		<title>Do dado à decisão: a revolução da Inteligência Artificial na avicultura de postura</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 19:19:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[No Congresso APA 2026, a PhD Mariana Nascimento mostrou como a integração entre&#160;Inteligência&#160;Artificial, machine learning e análise metagenômica está&#160;revolucionando a forma de entender os efeitos da nutrição na produção de ovos Jundiaí,&#160;25&#160;de março de 2026&#160;&#8211;&#160;A transformação de dados em decisões cada vez mais precisas já é uma realidade na avicultura de postura. Impulsionada pelo avanço [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>No Congresso APA 2026, a PhD Mariana Nascimento mostrou como a integração entre&nbsp;Inteligência&nbsp;Artificial, machine learning e análise metagenômica está&nbsp;revolucionando a forma de entender os efeitos da nutrição na produção de ovos</em></p>



<p><strong>Jundiaí,&nbsp;25&nbsp;de março de 2026</strong>&nbsp;&#8211;&nbsp;A transformação de dados em decisões cada vez mais precisas já é uma realidade na avicultura de postura. Impulsionada pelo avanço da&nbsp;Inteligência&nbsp;Artificial (IA), a atividade passa por uma mudança de paradigma, em que informações complexas – antes subutilizadas – ganham valor estratégico na gestão produtiva.&nbsp;</p>



<p>Esse movimento foi destaque no XXIII Congresso APA de Produção e Comercialização de Ovos 2026, realizado no Zarzuela Eventos, em Limeira (SP), durante a palestra da PhD. Mariana Nascimento, Líder de P&amp;D da Sapiens&nbsp;Microbiome.&nbsp;</p>



<p>Em sua apresentação, a especialista demonstrou como a integração entre&nbsp;IA,&nbsp;<em>machine learning</em>&nbsp;e análise metagenômica permite avançar na compreensão do microbioma animal, trazendo uma leitura mais precisa sobre o impacto da nutrição na saúde intestinal e no desempenho das aves de postura.&nbsp;</p>



<p>&#8220;A&nbsp;Inteligência&nbsp;Artificial permite transformar grandes volumes de dados em informação aplicada. Com isso, conseguimos identificar padrões, prever cenários e recomendar ações com muito mais precisão&#8221;, explicou.&nbsp;</p>



<p>Na prática,&nbsp;acrescentou a pesquisadora,&nbsp;significa sair de uma lógica reativa para uma abordagem preditiva, em que decisões passam a ser orientadas por evidências geradas a partir da análise integrada de dados zootécnicos, microbiológicos e nutricionais.&nbsp;</p>



<p>Entre as aplicações apresentadas, destacam-se iniciativas voltadas à melhoria da saúde intestinal, aumento da uniformidade dos lotes e redução de indicadores negativos&nbsp;–&nbsp;como a incidência de ovos sujos&nbsp;–&nbsp;por meio da conexão entre dados de campo e modelos avançados de IA.&nbsp;</p>



<p>Apesar dos avanços, Mariana reforçou que a tecnologia atua como suporte e não substituição ao conhecimento técnico.&nbsp;&#8220;A IA deve ser utilizada como um copiloto de raciocínio. Ela apoia a análise, mas a decisão final continua sendo do profissional, que interpreta os dados dentro do contexto produtivo&#8221;, afirmou.&nbsp;</p>



<p>A especialista também chamou atenção para a responsabilidade no uso das ferramentas, especialmente no que se refere ao compartilhamento de dados sensíveis.&nbsp;&#8220;Tudo o que é inserido nos sistemas pode ser utilizado no treinamento dos modelos. Por isso, é fundamental ter critério na gestão dessas informações, principalmente quando envolvem dados estratégicos da produção&#8221;, alertou.&nbsp;</p>



<p>Segundo ela, a consolidação da&nbsp;IA&nbsp;na avicultura de postura passa justamente pela combinação entre tecnologia, qualidade de dados e inteligência humana,&nbsp;elementos essenciais para transformar informação em decisão eficiente.&nbsp;</p>



<p>O XXIII Congresso APA de Produção e Comercialização de Ovos foi realizado&nbsp;pela Associação Paulista de Avicultura (APA, São Paulo/SP), com apoio da Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo (Defesa) – órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA)&nbsp;–&nbsp;entre os dias 9 e 12 de março de 2026, reunindo produtores, técnicos, pesquisadores, empresas e lideranças do setor para discutir os principais desafios e tendências da avicultura de postura no Brasil.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Eventos como o Congresso APA são fundamentais para conectar ciência, tecnologia e prática de campo. É uma oportunidade valiosa para discutir inovação com quem está na linha de frente da produção e mostrar, de forma aplicada, como ferramentas como a&nbsp;Inteligência&nbsp;Artificial já estão contribuindo para decisões mais eficientes e sustentáveis na avicultura&#8221;, concluiu.&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Suplementar bovinos no período das águas vale a pena?</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/suplementar-bovinos-no-periodo-das-aguas-vale-a-pena/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 13:33:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde animal]]></category>
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					<description><![CDATA[Mesmo com pasto melhor, prática pode ajudar o animal a ganhar mais peso Na pecuária, o período das águas é conhecido por ser mais favorável para o crescimento das pastagens. E isso tem base científica. Pesquisas conduzidas por Henrique Medeiros (2005) e Felipe Tonato (2010) mostraram que, nesse período, há maior produção de capim. Já [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Mesmo com pasto melhor, prática pode ajudar o animal a ganhar mais peso</em></p>



<p>Na pecuária, o período das águas é conhecido por ser mais favorável para o crescimento das pastagens. E isso tem base científica. Pesquisas conduzidas por Henrique Medeiros (2005) e Felipe Tonato (2010) mostraram que, nesse período, há maior produção de capim. Já estudos de Valéria Pacheco Euclides (1996) indicam que o valor nutricional da forragem também tende a ser maior. Mas, mesmo com esse cenário positivo, ainda vale a pena suplementar os animais?</p>



<p>Segundo o zootecnista Victor Fonseca, coordenador técnico de bovinos de corte da MCassab Nutrição Animal, a resposta é sim. &#8220;O período das águas está associado à melhores condições para acúmulo de pasto, não só mais capim, mas também pastos com alto valor nutricional. Mas isso não quer dizer que a suplementação deixa de ser importante&#8221;, explica.</p>



<p>Victor destaca que, nos sistemas a pasto, o capim é a base da alimentação dos animais. Ainda assim, a suplementação continua sendo uma estratégia importante. &#8220;Quando observamos os dados dos estudos e o dia a dia das fazendas, fica evidente que a suplementação ajuda a acelerar o ganho de peso diário e a melhorar o resultado econômico de bovinos suplementados.&#8221;</p>



<p>Um levantamento feito por Luiz Carlos Sousa (2022) e sua equipe, analisou vários estudos referente a suplementação de bovinos em pastagens tropicais de média e alta qualidade. Segundo os autores, quanto maior o nível de proteína do capim, menor o ganho de peso diário adicional promovido pelo uso dos suplementos farelados proteicos. Sendo que, esse ganho se torna nulo quando a forragem alcança o teor de 15% de proteína bruta.</p>



<p>&#8220;Na prática, isso significa que, quanto melhor o pasto, menor pode ser o impacto da suplementação proteica no ganho de peso diário adicional de bovinos. Mesmo assim, a suplementação estratégica pode trazer resultados positivos, principalmente quando essa está ajustada à realidade da fazenda&#8221;, destaca o especialista da MCassab.</p>



<p>Outros estudos também reforçam esse ponto. Trabalhos conduzidos por Ricardo Sampaio (2010), Marcella Roth (2011) e Matheus Moretti (2014) demostraram que bovinos submetidos à suplementação de proteicos e proteico-energéticos durante a recria obtiveram aumento no ganho de peso diário na ordem de 27,48% e 60,55% em comparação aos animais suplementados com mineral de pronto uso.</p>



<p>Além do desempenho, o impacto econômico também deve ser considerado. Para este fim, foram realizadas simulações com bovinos Nelore machos em recria, entre 250 kg e 350 kg de peso vivo, levando em consideração os custos com base no Benchmarking Integra Safra 2024/2025, preços de mercado da Scot Consultoria (março de 2026; bezerro a R$ 14,32/kg e o boi magro a R$ 13,09/kg), na qual foram comparadas o resultado econômico de animais suplementados com proteico (0,1% do peso vivo) ou suplemento mineral.</p>



<p>&#8220;Os animais suplementados com proteico 0,1% em relação peso vivo geraram cerca de R$ 35,64 a mais de lucro por indivíduo quando comparado aos animais suplementados com mineral de pronto uso&#8221;, explica Victor. &#8220;Além disso, eles chegaram ao peso objetivo com 30 dias de antecedência, ou seja, são 30 dias a menos de custo fixo.&#8221;</p>



<p>Outro ponto importante é que, ao longo das águas, o cenário muda. A partir de março, as chuvas diminuem e os dias ficam mais curtos, o que reduz o crescimento e a qualidade do capim. &#8220;Com o pasto perdendo qualidade, o suplemento passa a ter mais importância. E a diferença de desempenho entre bovinos suplementados e não suplementados aumenta consideravelmente&#8221;, explica Victor Fonseca.</p>



<p>&#8220;Do ponto de vista técnico e econômico, a suplementação durante o período das águas pode ser considerada uma ferramenta estratégica. Quando bem planejada, ela contribui para o aumento do ganho de peso, reduz o tempo de recria e melhora o resultado econômico da fazenda&#8221;, afirma o zootecnista.</p>



<p>Para o especialista, o principal desafio hoje não é decidir se deve suplementar, mas quando. &#8220;O mais importante é ajustar a suplementação de acordo com a qualidade do pasto, a fase de produção dos animais e o objetivo da fazenda. Esse cuidado faz toda a diferença no resultado final.&#8221;</p>



<p><strong>Sobre a MCassab&nbsp;</strong>&#8211; O Grupo MCassab é uma organização&nbsp;familiar nacional, fundada em 1928, com administração profissional, que distribui ao mercado brasileiro e latino-americano. Com matriz em São Paulo (SP), a empresa está presente nas grandes capitais do Brasil, além de escritórios na Argentina, Paraguai, Uruguai, México, Colômbia, China e Índia. O negócio de Nutrição e Saúde Animal é um dos maiores do Brasil, atuando com especialidades e ingredientes para avicultura, suinocultura, pecuária de corte e leite, aquacultura e petfood. A Fider Pescados, que se dedica à criação e ao desenvolvimento de produtos a partir da tilápia. O negócio de Distribuição atende à área industrial com o fornecimento de matérias-primas para cosméticos, limpeza doméstica e institucional, farmacêutica, veterinária, química e agrícola. A NUTROR oferece pré-misturas customizadas ao mercado de alimentos, bebidas, suplementos e nutrição clínica. Mais informações:&nbsp;<a href="http://www.mcassab.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">www.mcassab.com.br</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td>Graziele Oliveira</td></tr></tbody></table></figure>
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		<title>Anuário ASBIA 2026 reúne análises de mercado, artigos de especialistas e perspectivas do melhoramento genético da pecuária</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 18:25:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde animal]]></category>
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					<description><![CDATA[Publicação traz o INDEX ASBIA 2025, com todos os números do mercado de inseminação artificial. A Associação Brasileira de Inseminação Artificial apresenta o Anuário ASBIA de Genética Bovina 2026, publicação que reúne conteúdos técnicos, entrevistas e artigos assinados por especialistas do setor. O material também fornece análises dos mercados de corte e leite com o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Publicação traz o INDEX ASBIA 2025, com todos os números do mercado de inseminação artificial.</em></p>



<p>A Associação Brasileira de Inseminação Artificial apresenta o Anuário ASBIA de Genética Bovina 2026, publicação que reúne conteúdos técnicos, entrevistas e artigos assinados por especialistas do setor. O material também fornece análises dos mercados de corte e leite com o INDEX ASBIA 2025, raio-x do melhoramento genético da pecuária de corte e leite no país. O Anuário também faz um panorama das atividades realizadas pela associação.</p>



<p>&#8220;O mercado de genética bovina viveu uma importante retomada no ano passado, com números expressivos em comercialização de doses tanto para a pecuária de corte quanto para a de leite. Foi um ano de recordes superados, como o volume de exportações de genética, que cresceu mais de 30%. Para comemorar esse momento produtivo, lançamos um Anuário muito completo, com conteúdo extremamente relevante para quem atua na pecuária de corte e de leite&#8221;, comenta Luis Adriano Teixeira, presidente da Asbia</p>



<p>A publicação traz entrevista concedida por Teixeira, empossado em agosto do ano passado, sobre o impacto do crescimento da inseminação artificial nos rebanhos brasileiros ao longo de 2025. Já os balanços de mercado ficam por conta de Natália Grigol, pesquisadora do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), que analisa produção, demanda e perspectivas da pecuária leiteira; e da equipe da instituição, responsável pela análise dos indicadores da pecuária de corte.</p>



<p>O Anuário reúne projeções de empresas do setor sobre os avanços do melhoramento genético, com perspectivas e análises exclusivas. &#8220;Demos espaço para que empresas e profissionais do mercado apresentem o que esperam para este ano. Com essa união de esforços, em torno de um objetivo comum, impulsionamos cada vez mais o melhoramento genético e o uso de tecnologias na pecuária brasileira, além de investimentos em manejo adequado, nutrição de qualidade e sanidade nos rebanhos de todo o país &#8220;, afirma Luis Adriano Teixeira.</p>



<p>Complementam o Anuário ASBIA de Genética Bovina 2026 cinco artigos técnicos assinados por especialistas em pecuária: Carina Ubirajara, professora da Universidade Federal de Uberlândia (UFU); Roberto Sartori e Lucas Oliveira e Silva, do Laboratório de Reprodução Animal da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (Esalq/USP); Pietro Baruselli, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP; Lúcia Rodrigues, doutora em medicina-veterinária pela Unesp; e Marcelo de Andrade Mota, diretor do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).</p>



<p>Além dos artigos técnicos, a publicação destaca iniciativas recentes da associação voltadas à evolução da atividade. Como o INDEX ASBIA Embriões, relatório que apresenta um panorama do mercado de embriões bovinos no país. O levantamento, desenvolvido em parceria com laboratórios, com o Cepea e a SBTE (Sociedade Brasileira de Tecnologia de Embriões), é o primeiro a mapear em detalhes esses números na pecuária brasileira.</p>



<p>O Anuário Asbia de Genética Bovina 2026 foi elaborado em parceria com o Grupo Texto, agência de comunicação da Associação Brasileira de Inseminação Artificial, e pode ser acessado gratuitamente em: https://asbia.org.br/wp-content/uploads/Anuario/ASBIA_anuario_2026.pdf</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autor:</h2>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td>Caio Urbano</td></tr></tbody></table></figure>
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		<title>Falhas de manejo, higiene inadequada e dieta desequilibrada contribuem para o aumento dos casos de mastite nas fazendas leiteiras</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/falhas-de-manejo-higiene-inadequada-e-dieta-desequilibrada-contribuem-para-o-aumento-dos-casos-de-mastite-nas-fazendas-leiteiras/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 20:01:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Saúde animal]]></category>
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					<description><![CDATA[Deficiência no controle do meio ambiente, ordenha inadequada e falta de ações preventivas aumentam o risco da principal doença da pecuária leiteira A mastite é o principal desafio sanitário na rotina de quem produz leite, muito em razão do seu difícil controle. A doença é caracterizada pelo aumento da Contagem de Células Somáticas (CCS), um [&#8230;]]]></description>
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<p><em>Deficiência no controle do meio ambiente, ordenha inadequada e falta de ações preventivas aumentam o risco da principal doença da pecuária leiteira</em></p>



<p>A mastite é o principal desafio sanitário na rotina de quem produz leite, muito em razão do seu difícil controle. A doença é caracterizada pelo aumento da Contagem de Células Somáticas (CCS), um dos principais indicadores para mensurar a contaminação do rebanho.&nbsp;Além disso, a coleta de amostras para cultura e identificação dos agentes causadores atua como ferramenta importante no controle. O prejuízo econômico é imediato.</p>



<p>&#8220;Quando a mastite – que é a inflamação das glândulas mamárias – aparece no rebanho, cai a produção de leite, há aumento dos custos da fazenda (por causa do tratamento) e o prejuízo vai se acumulando. E o que é mais grave: isso acontece, muitas vezes, sem o produtor perceber de imediato&#8221;, explica Alex Scariot, coordenador técnico de leite da MCassab Nutrição e Saúde Animal.</p>



<p>A enfermidade pode ter diferentes causas e ocorre, especialmente, pela ação de bactérias que estão no ambiente e atacam as fêmeas em lactação. Além disso, falhas no processo e higiene da ordenha, condição imunológica do rebanho baixa, muitas vezes causada por uma dieta desiquilibrada, contribuem para surgimento e disseminação do problema. &#8220;A mastite é um dos principais desafios sanitários da pecuária leiteira pois acontece com frequência e afeta sensivelmente as fêmeas, não sendo fácil de controlar totalmente, sobretudo em sistemas mais intensivos&#8221;, destaca Alex.</p>



<p>Entre os principais sinais de que as vacas estão com mastite, estão o úbere inchado, dolorido e avermelhado, e alterações na composição do leite, que pode apresentar grumos, pus ou aspecto mais aguado. &#8220;Vacas com mastite têm a produção de leite comprometida, exigem mais gastos com medicamentos e acompanhamento veterinário. Em casos mais graves, o produtor pode ter de descartar o animal do rebanho&#8221;, explica o coordenador técnico.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Um dos maiores desafios é a mastite subclínica, que não apresenta sinais visíveis, como alterações no úbere ou no leite. Nesses casos, o problema só é identificado por meio de testes e aumento da CCS. Esse tipo preocupa porque não dá sinais claros e continua ali por bastante tempo, causando perdas na produção e qualidade do leite, sem que o produtor perceba de imediato.</p>



<p>&#8220;A prevenção deve fazer parte da rotina da fazenda. As medidas incluem higiene rigorosa no pré e pós-ordenha, manutenção dos equipamentos, adoção do tratamento de vaca seca e alimentação adequada em todas as fazes. A atenção ao manejo e à identificação precoce ajuda a reduzir os prejuízos e a manter a qualidade do leite ao longo do tempo&#8221;, ressalta o especialista da MCassab.</p>



<p><strong>Sobre a MCassab&nbsp;</strong>&#8211; O Grupo MCassab é uma organização&nbsp;familiar nacional, fundada em 1928, com administração profissional, que distribui ao mercado brasileiro e latino-americano. Com matriz em São Paulo (SP), a empresa está presente nas grandes capitais do Brasil, além de escritórios na Argentina, Paraguai, Uruguai, México, Colômbia, China e Índia. O negócio de Nutrição e Saúde Animal é um dos maiores do Brasil, atuando com especialidades e ingredientes para avicultura, suinocultura, pecuária de corte e leite, aquacultura e petfood. A Fider Pescados, que se dedica à criação e ao desenvolvimento de produtos a partir da tilápia. O negócio de Distribuição atende à área industrial com o fornecimento de matérias-primas para cosméticos, limpeza doméstica e institucional, farmacêutica, veterinária, química e agrícola. A NUTROR oferece pré-misturas customizadas ao mercado de alimentos, bebidas, suplementos e nutrição clínica. Mais informações:&nbsp;<a href="http://www.mcassab.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">www.mcassab.com.br</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td>Graziele Oliveira</td></tr></tbody></table></figure>
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		<title>Micotoxinas exigem monitoramento constante e gestão estratégica na postura comercial, alerta especialista</title>
		<link>https://jornaltribuna.com.br/2026/03/micotoxinas-exigem-monitoramento-constante-e-gestao-estrategica-na-postura-comercial-alerta-especialista/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 18:37:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde animal]]></category>
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					<description><![CDATA[Professor Carlos Augusto Mallmann (UFSM) destacou, no Congresso APA, os impactos das micotoxinas sobre desempenho, saúde intestinal, imunidade e uniformidade dos lotes, reforçando a importância da análise prévia das matérias-primas Limeira (SP), 18 de março de 2026&#160;&#8211; Invisíveis a olho nu, mas com alto potencial de prejuízo, as micotoxinas seguem como um dos principais fatores [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Professor Carlos Augusto Mallmann (UFSM) destacou, no Congresso APA, os impactos das micotoxinas sobre desempenho, saúde intestinal, imunidade e uniformidade dos lotes, reforçando a importância da análise prévia das matérias-primas</em></p>



<p><strong>Limeira (SP), 18 de março de 2026</strong>&nbsp;&#8211; Invisíveis a olho nu, mas com alto potencial de prejuízo, as micotoxinas seguem como um dos principais fatores de risco para a eficiência produtiva na avicultura de postura. O alerta foi feito pelo professor Carlos Augusto Mallmann durante palestra realizada no dia 11 de março no XXIII Congresso APA de Produção e Comercialização de Ovos, em Limeira (SP).</p>



<p>Com quatro décadas de atuação na área, Mallmann destacou que os impactos vão muito além de quadros clínicos evidentes, afetando diretamente pontos críticos da produção, como saúde intestinal, atividade enzimática, imunidade, uniformidade dos lotes, qualidade dos ovos –incluindo integridade de casca e perdas por quebra – e desempenho ao longo de todo o ciclo produtivo.</p>



<p>&#8220;As micotoxinas causam perdas silenciosas. Muitas vezes, quando o problema aparece, o prejuízo já ocorreu e não pode mais ser revertido&#8221;, afirmou.</p>



<p>Segundo o pesquisador, a presença dessas toxinas em cereais e ingredientes utilizados na ração é uma realidade frequente. Aflatoxinas, fumonisinas e outras micotoxinas de importância zootécnica e sanitária&nbsp;exigem monitoramento contínuo, especialmente em sistemas intensivos.</p>



<p>Um dos pontos mais críticos destacados foi a multicontaminação. Na prática, diferentes micotoxinas ocorrem simultaneamente e podem atuar de forma sinérgica, ampliando significativamente os impactos produtivos, mesmo quando presentes em níveis considerados baixos individualmente.</p>



<p>Além disso, Mallmann alertou para um erro comum na rotina produtiva: a interpretação isolada de resultados laboratoriais. Segundo ele, análises pontuais não são suficientes para tomada de decisão, sendo indispensável considerar histórico, frequência de ocorrência e interação entre toxinas, para exatamente, calcular o risco real das micotoxinas.</p>



<p>Os efeitos metabólicos também merecem atenção. As micotoxinas podem comprometer consumo, conversão alimentar, resposta vacinal e desenvolvimento das aves desde as fases iniciais. Nesse contexto, o professor destacou o papel central da integridade intestinal, diretamente ligada à absorção de nutrientes, imunidade e desempenho produtivo.</p>



<p>&#8220;Para fazer uma boa ave de postura, é preciso cuidar muito bem da fase inicial. O impacto no começo da vida acompanha o animal até o final do ciclo&#8221;, explicou.</p>



<p>Outro ponto de destaque foi a etapa de amostragem. Considerada uma das maiores fontes de erro no processo, a coleta inadequada pode comprometer completamente a confiabilidade dos resultados analíticos, levando a decisões equivocadas.</p>



<p>&#8220;A gestão de micotoxinas começa antes da ração chegar ao comedouro. Se você não mede corretamente, não consegue decidir&#8221;, reforçou.</p>



<p>O especialista também destacou que estratégias de controle devem ser baseadas em diagnóstico e risco. O uso de aditivos antimicotoxinas, por exemplo, deve seguir critérios técnicos, sendo a dose uma decisão baseada em dados e não apenas em custo.</p>



<p>Do ponto de vista econômico, Mallmann foi direto: o custo do monitoramento é baixo quando comparado às perdas produtivas geradas pelas micotoxinas, tornando-se uma das decisões mais eficientes dentro do sistema de produção.</p>



<p>A palestra integrou a programação técnica do congresso, que reúne especialistas, pesquisadores e produtores para discutir os principais desafios da avicultura de postura no Brasil e na América do Sul.</p>



<p>A palestra integrou a programação técnica do congresso, que reúne especialistas, pesquisadores, empresas e produtores para discutir os principais desafios e avanços da avicultura de postura no Brasil e na América do Sul.</p>



<p><strong>Foto da fonte – Crédito APA/Alan Carvalho –&nbsp;</strong><a href="https://photos.app.goo.gl/uNjFRwTVJG86a4eb9" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow external" data-wpel-link="external">Carlos Mallman &#8211; UFSM</a></p>



<p><strong>Realização:</strong>&nbsp;APA</p>



<p><strong>Apoio:</strong>&nbsp;Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo (Defesa) – órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA)</p>



<p><strong><u>Patrocinadores</u>:</strong>&nbsp;Adisseo, Agroceres Multimix, Alltech, Amicil, Artabas, Biocamp, Boehringer Ingelheim, Ceva, Ecil, Elanco, Eurotec Nutrition, FairFeed, Fujikura, Hendrix Genetics, Ilender, Impextraco, INATA, Klibra, Lanxess, Lohmann, Mercoaves, Mira, MRE, MSD Saúde Animal, Novonesis, Phibro, Phytobiotics, Planalto, Plasson, Polysell, PlumaGen, Salus, San Vet, Tacto, Uniquímica, Vaccinar, Vaxxinova, Yamasa, Zinpro, Zoetis e Zucami.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autor:</h2>



<p>Arthur Rodrigo Ribeiro</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Células-tronco impulsionam nova fase da medicina regenerativa em equinos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[edicao]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 19:11:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde animal]]></category>
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					<description><![CDATA[A medicina veterinária avança com terapias regenerativas e, entre elas, a aplicação de células-tronco em equinos ganha relevância devido aos resultados obtidos. &#8220;Essas células possuem a capacidade de se transformar em diferentes tipos celulares, desempenhando importante função na formação de tecidos, manutenção e regeneração em casos de lesões ou doenças&#8221;, explica Patrícia Malard, CEO e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A medicina veterinária avança com terapias regenerativas e, entre elas, a aplicação de células-tronco em equinos ganha relevância devido aos resultados obtidos. &#8220;Essas células possuem a capacidade de se transformar em diferentes tipos celulares, desempenhando importante função na formação de tecidos, manutenção e regeneração em casos de lesões ou doenças&#8221;, explica Patrícia Malard, CEO e fundadora da&nbsp;BIO CELL, empresa adquirida pela Vetnil em 2025.</p>



<p>As células-tronco mesenquimais (CTMs), presentes em tecidos de animais adultos, são as mais utilizadas na prática clínica.&nbsp;Entre suas principais características estão as propriedades&nbsp;de autorrenovação, estímulo à formação de novos vasos sanguíneos, inibição da morte celular programada,&nbsp;imunomodulação, redução da inflamação e reparação de tecidos danificados.&nbsp;&#8220;Essas características tornam as&nbsp;CTMs&nbsp;insumos altamente representativos&nbsp;para o tratamento de diferentes condições em equinos&#8221;, adiciona&nbsp;Patrícia Malard.&nbsp;</p>



<p>As CTMs podem fazer a diferença, principalmente, em quadros de lesões tendíneas, uma das mais importantes causas de claudicação em cavalos, contribuindo com a aceleração da cicatrização e melhoria da qualidade do tecido reparado, reduzindo&nbsp;a possibilidade do&nbsp;reaparecimento&nbsp;da doença. Já em casos de osteoartrite, doença degenerativa das articulações, as células-tronco auxiliam a diminuição da progressão das lesões, aliviando a dor e promovendo a reparação tecidual.</p>



<p>A endometrite é outra enfermidade beneficiada pelo uso de CTMs. Essa afecção uterina compromete a fertilidade das éguas e, quando utilizada a terapia com células-tronco, há&nbsp;importante redução da inflamação e do acúmulo de fluido intrauterino. Por consequência, também ocorre aumento significativo da taxa de prenhez.&nbsp;Por fim, em casos de úlcera de córnea, condição ocular grave, a aplicação tópica de&nbsp;CTMs&nbsp;estimula a regeneração da córnea e acelera a resolução dos&nbsp;sintomas.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Para que os resultados sejam consistentes, a terapia com células-tronco deve ser associada a programas individualizados de reabilitação, incluindo manejo adequado e acompanhamento clínico. Essa abordagem integrada&nbsp;aumenta os benefícios e reduz o risco de&nbsp;recidivas da condição, garantindo bem-estar aos animais&#8221;, recomenda a CEO da Bio Cell.</p>



<p>&#8220;Devido à sua contribuição para a saúde e o bem-estar dos animais, o segmento de células-tronco está em expansão. A Vetnil reforça sua atuação de liderança na medicina equina, contando com empresa altamente especializada na produção de células-tronco e outras terapias regenerativas&#8221;, ressalta Maria Amélia Fernandes, gerente de marketing equinos da Vetnil.</p>



<p><strong>Sobre a&nbsp;Vetnil </strong>&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A&nbsp;Vetnil® é uma empresa brasileira idealizada pelo médico veterinário Dr. João Carlos Ribeiro, em 1994, na cidade de Louveira (SP).&nbsp;A companhia&nbsp;nasceu com a intenção de desenvolver produtos nacionais de qualidade a preços acessíveis para o mercado de saúde animal.&nbsp;Atualmente,&nbsp;é líder em medicamentos e suplementos para equinos no Brasil&nbsp;(Ranking SINDAN 2025), com um portfólio sólido e reconhecido entre os profissionais do setor e,&nbsp;em 2025, foi novamente reconhecida pelo selo&nbsp;Great&nbsp;Place&nbsp;to&nbsp;Work® (GPTW) como um excelente lugar para trabalhar.&nbsp;A&nbsp;Vetnil&nbsp;está presente em diversos países da América Latina, em especial, Chile, Colômbia e Peru, e em países como Eslovênia, Angola e Emirados Árabes Unidos. Para mais informações, acesse o site vetnil.com.br e siga o perfil no Instagram @vetnilequinosoficial.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Autora:</h2>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td>Anna Miranda</td></tr></tbody></table></figure>
]]></content:encoded>
					
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